Atualizado em 17/02/2012 00:00:00
MARIA JOAQUINA
Quem conhece a linda e rica cidade de Cabo Frio, não imagina que existe um bairro tão abandonado e esquecido como Maria Joaquina (Tamoios). Moradores, trabalhadores e crianças transitam nessas ruas com esgoto a céu aberto, lama, buracos expostos e todo tipo de perigo.Um lugar onde não há coleta de lixo decente, saúde pública, arruamento, lazer. Serviços básicos para a sobrevivência de uma família. Adolescentes e crianças sendo aliciadas pelo tráfico cada vez mais crescente na região. A violência fica cada vez mais evidente e nada é feito. Em dias de chuva muitos moradores não conseguem sair de suas casas, pois as ruas ficam completamente alagadas e em muitos casos, as residências também. Ironicamente os moradores batizaram uma rua como “Rua das Águas” devido ao seu estado com as águas de chuva e esgoto. A força policial mais próxima fica na cidade de Búzios, e quando acionada não pode intervir, pois se trata de outra jurisdição. E quando a jurisdição competente é acionada, nada é feito devido à distância. Apesar de pertencer à Cabo Frio, os moradores de Maria Joaquina sempre precisam recorrer à Búzios quando o assunto é saúde, emprego e educação. O único Modulo médico do bairro sofre com a falta de médicos e infra estrutura encerrando seu expediente às 16:00h. Existe apenas uma escola no bairro de 1ª a 5ª série, onde para conseguir vaga, os responsáveis precisam passar a madrugada na fila. Para o lazer de nossas crianças, existe apenas uma praça, em péssimo estado, e uma pequena área gramada onde foi improvisado um campo de futebol onde todos os dias o esgoto dos bares vizinhos é despejado à luz do dia ao mesmo tempo em que as crianças brincam no local. A situação de Maria Joaquina hoje é vergonhosa! Só o que pedimos é dignidade para nosso bairro.
Willians Pinheiro; por e-mail recebido em 13/02/2012
PRATA NO PERU
Snr. Editor,
Gostaria de fazer um comentário a respeito de uma entrevista que a Snra. Beth Prata deu ao jornal - Perú Molhado.
Primeiro, me espanta muito que o Hambert, uma pessoa tão discreta e ajuizada, tenha se prontificado a entrevistar uma pessoa que é uma unanimidade em Búzios - ninguém gosta dela - Beth Prata. Já aprontou muito com muita gente. Até as pessoas que trabalharam para ela foram alvos de seus desmandos e de seus delírios paranóicos. O jornal Peru Molhado usou duas páginas para nada, porque Beth Prata não tem nada a dizer, a não ser seus ataques que são dirigidos principalmente para o secretário Ruy Borba. A entrevista está muito mal feita, repetitiva e desconexa, como, aliás, a própria entrevistada é.
Fui editora do seu jornal ‘Diário da Manhã’, e saí de lá depois que ela resolveu que não queria usar o jornal para noticiar, mas para atacar seus desafetos. Entrei na Justiça do Trabalho contra ela por não ter pagado meus direitos trabalhistas, o que ela também fez com outros funcionários do jornal, e apesar de ter ganhado a ação, por um detalhe técnico, a ação foi extinta, sem que eu recebesse nada.
Quanto ao fato de ter acusado o secretário Ruy Borba de um suposto estupro ocorrido dentro da Fundação Bem Te Vi, eu posso testemunhar de que aquilo foi um golpe bem armado por ela para tentar difamá-lo.
Já depus na Justiça em um processo, e vou repetir aqui meu depoimento. Eu fui chamada pela Beth Prata, para fazer algumas matérias “free lance” para o Primeira Hora, quando ela já havia brigado com o Ruy Borba, mas ainda estava trabalhando lá. Um dia ela me chamou para almoçar na casa dela, e me disse que estava lançando seu próprio jornal e que, se eu cumprisse uma missão, que ela ia me dar, eu seria a editora-chefe do tal jornal O Diário da Manhã. A missão era entrar na casa da suposta vítima de estupro e gravar a conversa, sem que a menina e seus familiares percebessem. Eu fui constrangida, mas fui. E aí é que vem a parte interessante da história. A menina e a mãe dela confirmaram que não houve nenhum estupro, mas, sim, um encantamento da garota com o rapaz da Fundação, e que eles haviam namorado por um tempo. A menina tinha 17 anos e não foi forçada a coisa nenhuma, nada tendo acontecido. Mas a Beth não aceitou essa explicação, e ficou insistindo na versão do estupro, conseguindo testemunhas que não sabiam de nada, mas que dançavam conforme a música que ela tocava. Em nenhum procedimento, seja na Delegacia, seja na Câmara Municipal, seja na Alerj, nada ficou apurado na linha em que ela queria.
Como é que uma pessoa que agrava a Justiça, que não paga suas obrigações trabalhistas, que tem dezenas de processos na Justiça por causas várias contra ela, pode agora dar entrevista como se fosse a dona da verdade e da própria Justiça? Será que ela está almejando um cargo político? Será que tem algum desavisado que votaria em uma pessoa com tantos delírios de grandeza e tão rancorosa? Ou será, ainda, que serve a algum grupo político de oposição? Espero que não. Espero que o povo não a tenha esquecido e que tenha mais juízo do que ela, que deveria se manter calada, e parar de atirar com sua metralhadora giratória, tentando atingir a reputação das pessoas. E, aliás, aproveitar o tempo para aprender melhor a língua portuguesa.
Berenice Borges – Jornalista; por e-mail enviado em 13/02/2012
FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA
Estive lendo a coluna Observatório da edição 1451, a matéria “Na Base do Escândalo”, em que para conseguir atendimento no hospital de Búzios é necessário se fazer um escândalo. Infelizmente não é somente essa área na Secretaria de Saúde que está abandonada: a Fiscalização Sanitária da mesma forma é quase nula e incontestavelmente inoperante. Vê-se pelos supermercados de Búzios com muitos produtos fora da validade sendo vendidos na maior cara de pau. Por exemplo, num grande supermercado próximo ao posto de Ceceu, o pão integral da casa com validade de 5 dias, no 3º já está mofado muitas vezes na prateleira até dos frios cortados dia inteiro para quem quiser ver, igual ou pior é o caso dos mercados no bairro da Rasa, que além de vender produtos vencidos, estocados de forma errada e toda sorte de imundícies que exibem em seu pseudo açougues que unicamente pelo cheiro que exalam deveriam sofrer fiscalizações semanais. Um desses mercados próximo ao Cruzeiro e a menos de 100 metros da Secretaria de Serviços Públicos, superou todos os absurdos e tem a muitos dias esgoto escorrendo in natura em sua porta. Me perguntem; em muitos anos morando na Rasa quantas vezes foram vistas fiscalizações Sanitárias naquele Bairro? Ganha um doce quem conseguir que uma denúncia seja apurada ou que a fiscalização faça sua obrigação.
Ulisses Martins – Por e-mail; enviado em 14/02/12
ORDEM PÚBLICA
Escrevo esse e-mail com a infeliz certeza de que o mesmo não se fazia necessário por motivos óbvios que exponho a seguir: Toda santa tarde em inverno ou verão em Búzios, quem precisa deixar a cidade ou por azar ter alguma coisa a fazer em Manguinhos após o posto de Ceceu, sabe que pegará engarrafamento já na entrada da Ferradura ou por sorte na Tartaruga e nele seguir até o posto de Ceceu, o motivo todos, exceto a Secretaria de Ordem Pública especificamente no setor de Transito e Transporte e Guarda Municipal sabem, o guarda municipal que auxilia a travessia dos pedestres, em frente a pastelaria do China, pára o trânsito a cada pedestre que deseje atravessar a avenida, some-se isso ao volume de carros hoje em Búzios, centenas de pedestres que atravessam a avenida para ir a supermercado, padaria, casa de ração, drogarias, casas de material de construção e toda sorte de estabelecimentos em ambos os lados por horas seguidas, o resultado todos vemos todos os dias.
A resolução, ao menos de boa parte do problema que atormenta aos motoristas num congestionamento com hora marcada, não requer aquisição de caros maquinários ou adoção de aparatos e traquitanas mirabolantes, somente um relógio desses baratinhos em que o guarda municipal de plantão ali usando de bom senso estipule um tempo definido razoável para pedestres e motoristas sigam seus caminhos sem maiores problemas, é tão fácil que chego a desacreditar que não esteja acontecendo.
Nos resta uma certeza; nem o Secretário de Ordem Pública, nem o responsável pelo setor de trânsito e mesmo o Prefeito devem utilizar regularmente esse caminho, caso contrário isso já estaria resolvido. E viva Búzios!
Ulisses Martins - Rasa - Por e-mail enviado em 15/02/12
Colaborador: Redação
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