Atualizado em 11/02/2012 08:00:00
Semana sim, outra também, um velho tablóide local produz matérias que tentam atingir a credibilidade do Jornal Primeira Hora. Entendemos essa preocupação que os mesmos têm em relação ao nosso produto uma vez que o nosso crescimento, seja nos índices de credibilidade, número de leitores, e, de nosso desempenho comercial, inegavelmente prejudicam o faturamento daquele veículo de imprensa que, viciado em velhas praticas, acabou se transformando ao longo dos anos num ‘notável’ representante da Imprensa mercenária e marrom de nossa Cidade.
O que diz, ou deixa de dizer, o senhor Ruy Borba a respeito de seus atos a frente da secretaria de Planejamento de Búzios é de total responsabilidade dele. Se ele fala, neste jornal, e não no outro, é porque sabe que nestas páginas sua fala não será deturpada, tão pouco descontextualizada como insiste em fazer repórter do jornalão ‘O Globo’. Se os anunciantes da Cidade continuam cada vez mais procurando nosso veículo de Imprensa para vincular suas publicidades, e não vão ao outro impresso, é porque enxergam no PH um bom produto, capaz de divulgar seus negócios e melhorar seus resultados comerciais.
Lamentamos que o magistrado Carlos Eduardo Iglesias Diniz, titular da 2ª Vara de Arauama, auxiliar na 2ª Vara da Comarca de Búzios onde dá plantão às terças-feiras, tenha afirmado ao final de uma entrevista publicada por tal tablóide que; ‘o jornal Primeira Hora não se dá ao luxo de informar a verdade’.
Não sabemos ao certo a que verdade estaria se referindo o magistrado em sua fala; se a verdade contida nos autos, aquela que lhe foi contada na petição inicial pelos advogados dos réus, ou a verdade verdadeira, essa que está na foto aí ao lado e que uma simples diligencia até o local da obra, ou um maior exame à legislação municipal e a convenção do condomínio Amarras revelaria.
O PH não mentiu. Publicou fatos, registrou manifestação de autoridade municipal; se não procurou o magistrado para ouvir ‘o outro lado da história’, ainda em fase de liminar e sem julgamento de mérito, é porque respeita a Justiça e entende que o juiz fala em suas Decisões.
Causa surpresa ver um juiz dando justificativas de forma tão explicita, expondo inclusive instância superior, a respeito de interesses de proprietários de uma obra irregular, que, desde seu início, desrespeitou a legislação municipal, afrontou, vizinhos e a sociedade como um todo, usando para isso um órgão de imprensa.
Mais recato, estudo, e diligência, não fariam mal a nossa Justiça, tão pouco aos jovens juízes, nas mãos dos quais estarão em breve os destinos de grande parte de nossa população.
Colaborador: Redação
MAIS NOTÍCIAS
Últimas Notícias
Alfredo Rainho
Artigo Livre
José Gonzaga
Viva as emoções sem drogas
Bruno Wallace de Souza
Cristo Vive
Eduardo Borgerth Teixeira
Observatório
NOTÍCIAS
JORNAL PRIMEIRA HORA
Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.