Atualizado em 04/02/2012 00:00:00
Precisou alguns pacientes armarem um barraco no hospital na última quarta-feira, para serem atendidos. Uma delas permaneceu na emergência por mais de quatro horas até adentrar no consultório (imagine se não fosse emergência, quantas horas ela teria que esperar?). Pois, ainda com dores ela reclamou os direitos de seus amigos: um senhor com crise de úlcera, uma senhora com crise de sinusite e outra senhora com a pressão a 19x12. Todos permaneciam na unidade por mais de três horas, e foram atendidos imediatamente depois do auê.
Em ‘off’, as próprias funcionárias aconselhavam aos pacientes que batessem nas portas dos consultórios para que os médicos, que segundo elas já estavam com as fichas, os chamassem. Em ‘off’ também, as funcionárias dizem que a coisa costuma piorar depois que o diretor, Leonardo (que não suporta ser tratado como o responsável pelo hospital) vai ‘descansar’, e não tem ninguém que o substitua. A não ser, claro, como uma vez no ano passado, em que um vereador da oposição, juntamente com a reportagem do PH esteve no local, e num instante surgiu quem respondesse na ausência do diretor.
Outro escândalo: no sábado passado, Mitchun ligou para o hospital pedindo uma ambulância para levar um amigo que estava passando mal. Segundo ele, a atendente levou uma hora para identificar onde ficava o posto de Ceceu, em frente ao Princesa Supermercado, em Geribá. Micthun disse que só está esperando Guilherme aparecer no bar para saber com ele que história é essa.....E falando no secretário, ainda na quarta-feira um dos pacientes disse que iria diretamente na secretaria reclamar sobre a ‘omissão de socorro’ no hospital. Mas, como conhece muito bem o titular da pasta, chegou a conclusão de que sua visita seria inútil, pois, trancado em sua sala, ele estaria às voltas com muitos documentos e memorandos.
Colaborador: Eduardo Borgerth Teixeira
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