Atualizado em 28/01/2012 10:00:00
CONSTRUÇÃO EM ÁREA DEGRADADA X FAVELIZAÇÃO
Muitos que hoje criticam a construção em apenas 5% de uma área degradada, são os mesmos que permitiram a favelização da Rasa, que é uma das maiores ocupações desordenadas e irregulares de Búzios. Nas proximidades das eleições, o falso puritanismo, em nome do meio-ambiente, além de infundadas denúncias, serão sempre, por parte dos oportunistas de plantão, uma constante! Áreas degradadas podem e devem ser recuperadas com consciência, responsabilidade e respeito à legislação ambiental para que novas favelas não surjam naquela região!
Paulo Bittencourt - Ouvidoria Búzios; Por e-mail
enviado em 23/01/12
NOVA AGÊNCIA DO BANCO DO BRASIL
Nova agência do Banco do Brasil, perto do Trevo da Ferradura. Só queria saber se isso pode: rampa para acesso para cadeirantes, maravilha!! Degraus para acesso, perfeito!! Tudo feito na calçada, no logradouro público, reduzindo o passeio público em 50%. Isso pode Arnaldo??
Miguel Angel Zapiola – Por e-mail; enviado em 23/01/2012
A Presteza, o Descaso e a Negligência
Elogio ao Guarda Vidas
Criticar é muito fácil, difícil é elogiar com propriedade. Ambas as coisas farei no decorrer do meu relato. A presteza: estava eu na praia de Tucuns, na quarta-feira, em um lugar estratégico qual seja o local onde foi improvisado o posto de observação do Guarda Vidas. Discorria sobre vários assuntos com o profissional que lá se encontrava de serviço no momento e, entre outros, considerava a minha preocupação e também a do profissional quanto a extensão da praia e a necessidade de um socorro que pudesse ser concomitante em locais diferentes daquela orla quando em dado momento o Guarda Vidas com quem eu dialogava precipitou-se em carreira desenfreada para o mar pois havia detectado algo irregular acontecendo dentro d’água e que sua perspicácia captava mais do que a minha e a da totalidade dos banhistas. Tratava-se de uma criança esbaforida que submergia e emergia continuamente – era um afogamento. Em segundos o profissional alcançou a criança e retirou-a da água. Poucos observaram a presteza com que se efetuou a missão. O descaso e a negligência: o profissional levou a criança até ao responsável que não só deixou de ver como o restante dos banhistas o sufoco do menor e ao mesmo tempo demonstrou pouca importância ao feito não emitindo um simples obrigado , demonstrando cabal negligência – era uma tia da criança. A crítica aí esta configurada, o elogio faço-o ao Guarda Vidas Abreu, pela sua atenção e presteza quanto ao ocorrido.
Joel Figueiredo – Morador de Tucuns; Por e-mail
enviado em 19/01/12
Colaborador: Redação
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