Atualizado em 07/01/2012 00:00:00
AGRADECIMENTO
Caros leitores deste jornal, quero notificar que a nossa saúde é dez. Estamos muito bem assessorados pelo quadro de atendimento do hospital e da policlínica. O quadro de funcionários do hospital é 1000. Desde a recepção à limpeza, a cozinha, os médicos, os guardas, os maqueiros, e em especial os enfermeiros. Estamos muito bem guardados. Parabéns a todos vocês, continuem trabalhando com o amor que vocês trabalham. Abraços desse amigo que vocês conquistaram.
Ramon da Silva Ramos; Por e-mail
enviado em 03/01/12
FALTA DE PATRIOTISMO
Atualmente, a lei que regulamenta a apresentação dos símbolos nacionais (Lei 5.700/71) determina o hasteamento apenas em repartições localizadas em faixas de fronteira. Enquanto o hasteamento só ocorre obrigatoriamente em todas as repartições públicas em dias de festa ou de luto nacional. Neste caso, o deputado José Chaves (PTB-PE), apresentou um Projeto de Lei, que torna obrigatório o hasteamento diário da bandeira brasileira em repartições públicas federais, estaduais e municipais em todo o território nacional. Acredito, que na verdade não seria nem necessário um projeto de lei, para fazer com que o povo venerasse o símbolo maior da pátria; mas, considerando que o nacionalismo está em “desuso”, - a não ser em épocas de copa do mundo - aplaudo a iniciativa parlamentar, acreditando que será de grande valia para a geração futura. Já que houve tempo em nosso país que as escolas e todas as repartições Públicas eram obrigadas a hastearem a bandeira nacional, mas esse tempo já passou, torço para que esse projeto de lei resgate a nossa vibrante e maravilhosa bandeira. Enquanto assistimos aos chamados filmes americanos, marcados pela presença da bandeira daquela nação, os prédios públicos da nossa cidade Armação dos Búzios como a “Câmara Municipal, Prefeitura Municipal, Delegacia Civil, Companhia da Policia Militar, Promotoria Pública e Fórum” sem o nosso símbolo maior a BANDEIRA DO BRASIL – cadê o patriotismo, ou melhor, o respeito? Será que as autoridades têm vergonha de ser brasileiro?
Manoel Eduardo da Silva MARRECO;
Por e-mail enviado em 03/01/12
FRUSTRAÇÃO E ANSIEDADE
São estas duas palavras as que mais se aplicam ao tema que pretendo discorrer quanto à queima de fogos do Réveillon em Búzios, quando me reportarei mais precisamente a Tucuns. A bem da verdade, a frustração nós a vimos em duas passagens de ano seguidas: 2009/2010 e 2010/2011, quando aquelas pessoas que chegaram à praia de Tucuns ficaram aguardando os tão esperados fogos que o morador – empresário Nelinho - vinha patrocinando nos anos antecedentes e, o curioso, é que aquela queima de fogos que a prefeitura oferecia também não se fez presente naqueles anos. O povo que ali foi, saiu lamentando triste e frustrado embora tivesse a oportunidade de ver, à distância, aqueles cogumelos coloridos e os torpedos que pipocavam em Geribá, até porque a tão esperada queima do Breezes foi pífia, passando até despercebida. A pergunta que não calou foi a seguinte: Será que o prefeito só se sensibiliza ou alerta quando outrem toma a iniciativa? Aí vem aquela outra palavra: ansiedade. Quero crer que foram aproximadamente seis meses em que era comum ouvir-se dos moradores, frequentadores da praia, visitantes e turistas aleatórios a seguinte pergunta: esse ano vamos ter a nossa queima de fogos? Parecia o chamamento que faria, mais uma vez, com que o cidadão Nelinho se prontificasse àquela empreitada. Só que agora, após dois anos seguidos de frustração, fizesse porque ele viesse a mobilizar aquele povo para que juntos se embebedassem literalmente do líquido e ansiosamente das cores. Não resta a menor dúvida que o custo dos fogos que foram queimados em 2012 ultrapassou o valor das colaborações que choveram embora um pouco menos do que aquela provinda do céu, mas que não empanou o brilho e a beleza do que se assistiu. Houve até uma inusitada visita do Secretário de Turismo, Cristiano, no sentido de adquirir aqueles fogos já estocados em Tucuns que alcançaram a cifra de um pouco mais de R$11.000,00 (Onze mil reais) e que proporcionou uma queima que ultrapassou 20 minutos ininterruptos e mais um rescaldo de quase 10 minutos, resultado daqueles pavios umedecidos pela chuva que caia solerte. Não poderia ser de outra forma – Nelinho foi fiel aos colaboradores, embora sentisse que não arrecadaria o suficiente para cobrir as despesas que foram efetuadas. Cuidou então o Presidente da Associação de Moradores, Márcio, de buscar o quinhão que deveria ser dedicado a Tucuns pela Prefeitura e o resultado foi uma queima de pouco mais de três minutos, onde foi dito por aqueles que entregaram os fogos que correspondia a R$10.000,00 (Dez mil reais), segundo o Presidente Márcio disse que passaram para ele sem que, no entretanto, apresentassem nota fiscal do material ofertado. Fica então, além da frustração e da ansiedade, a pergunta: será que não houve engano?
Joel Figueiredo Acadêmico da ALAB,
morador de Tucuns e colaborador nos fogos;
Por e-mail enviado em 04/01/12
Colaborador: Redação
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