Atualizado em 23/12/2011 00:00:00
Boa parte de nossos leitores já sabem com toda a certeza, que é na maioria das vezes a alegria presente, mas aparente destas festas regada a algum tipo de drogas ou bebida alcoólica, indiscutivelmente o nascedouro de pequenas e grandes tragédias.
Essa infeliz tradição aos modos que são realizadas não foram criadas e mantidas por nós brasileiros, está presente com certeza na maioria dos países do mundo, porém, sempre pode ter consequências pouco agradáveis, quando as pessoas não respeitam seus próprios limites, principalmente quando usam drogas ou bebem antes de dirigir. O uso nocivo de álcool tem exercido papel cada vez mais criminoso e preponderante no agravamento das estatísticas, que por diversas vezes, não com o objetivo de aterrorizar, mas sim com o espírito de cristão e atitude cívica da parte de todos nós do JPH, a elas reportamos. Reportamos acima de tudo com o norte de orientar, prevenir e salvar vidas preciosas.
Sempre alertamos que são nestas épocas das festividades, que qualquer dependência química provoca diversos efeitos nas pessoas, tais como a desinibição social e o perigosíssimo relaxamento que acontece até com doses baixíssimas como a sonolência, a fala pastosa e se as doses tomadas forem mais elevadas também leva seus consumidores, por vezes ao coma. Os que têm juízo devem procurar entender que, apesar da severidade dos efeitos aumentarem em relação direta com o aumento do consumo de álcool ou de qualquer droga, pode haver perda de reflexos e prejuízos no julgamento crítico a partir da ingestão das primeiras doses, já que a tolerância as drogas ou ao álcool, varia de indivíduo para indivíduo. Aí acontece o que já esta cientificamente provada, ser quase meia fatalidade quando existe o perigo, separadamente ou da mistura destes fatais ingredientes.
Senhores pais fiquem atentos, as festas de final de ano são ocasiões de facilitação da oferta de drogas e uso da bebida
A ingestão seja de qualquer tipo de droga ou de bebida alcoólica, mesmo que em uso moderado, tal como, até três doses diárias para homens e duas doses para mulheres, está associada, ao ato de dirigir em velocidade excessiva e ocorrência de acidentes fatais de trânsito. O que aqui não devo deixar de lamentar é que as festas de Natal e do próximo fim e inicio de Ano, que deveriam significar apenas momentos de alegria e descontração, acabam também influenciando o consumo abusivo de drogas e bebidas alcoólicas, conseqüentemente acabam por expor a todos nós e aos seus contumazes e descontrolados consumidores, aos seus desdobramentos naturais; entre os quais, o uso da violência, repito, acidentes de trânsito, afogamentos, entre outros problemas graves.
Fica aqui então, redundantemente “repetidamente” o nosso alerta a população da Região dos Lagos para os riscos ocasionados pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas e de drogas durante as festas de fim de ano. Senhores pais fiquem atentos, as festas de final de ano são ocasiões de facilitação da oferta de drogas e uso da bebida, muitas vezes inconsciente por parte dos pais. Saibam, “o uso exagerado das bebidas nessas comemorações dá as nossas crianças, a falsa idéia de que o uso de drogas traz alegria e felicidade”. Afirmo com a experiência de milhares de entrevista feitas com crianças de até 06 anos de idade e adolescentes, reconhecendo que, na livre sociedade ocidental as festas de final de ano ocupam muitas vezes os ritos de passagem de uma fase para outra, como ocorriam antigamente com as festas de debutantes onde as meninas pensavam que era assim que se tornavam mulheres. Estes feriados de Natal e Ano Novo serão os primeiros após a implantação da lei seca e há de nossa parte, do JPH que temos responsabilidade cívica e cristã, que fizemos sem custo financeiro para a sociedade em que vivemos, matérias serias e recheadas tão somente de boas intenções, anunciando a existência desta nova Lei, que o álcool usado sem critério e as drogas sem receita medica matam e que ao reportar os nossos gritos de alerta, estávamos também exercitando a solidariedade ao próximo. Desejamos, pois, que aja com a participação de todos nos, redatores e leitores, uma expectativa geral de que a nova legislação provoque reflexos positivos nas estatísticas de um bom natal e fim de ano, auxiliando notadamente na redução das taxas de violência, homicídios e acidentes de trânsito associados ao consumo abusivo de álcool e das drogas.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Neste natal e fim de ano recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, dê o velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. O SOS CRER-VIP, transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687) (9224-1475: Visite nosso site-domínio. www.crervip.org.br
Colaborador: José Gonzaga
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