Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Quarta-feira , 23 de May 2012

Atualizado em 16/12/2011 00:00:00

Teclado do Leitor 16/12/11

FALTA ILUMINAÇÃO PÚBLICA
Há cerca de sete meses os moradores da Rua Vila Luiza estão às escuras por falta de manutenção na iluminação pública, os moradores reclamam porque a  noite fica muito escuro e se sentem inseguros. Essa história já dura sete meses e a prefeitura nem se quer foi ao local para dar satisfação aos moradores da localidade. As pessoas ou ligam para o órgão responsável pela manutenção ou vão ao local reclamar pessoalmente e nada é feito para resolver o problema. O sentimento dos moradores é de total abandono por parte da Prefeitura. A conversa é sempre a mesma, quando não tem material para a operação eles dizem que está acontecendo uma licitação para uma nova empresa que fará a manutenção dos equipamentos das ruas de Búzios. A pergunta dos moradores é, se isso ainda vai demorar muito, haja vista que já são sete meses de espera por um sinal de que as coisas vão melhorar. O que se vê é um total desrespeito com a população que paga caro por essa iluminação pública e não tem esse serviço sendo realizado. A senhora Maria de Fátima moradora da Rua Vila Luiza esta sempre indo ao órgão responsável fazer a solicitação de reparo, mas sai de lá com a mesma conversa e volta para casa super triste porque não consegue ter seu pedido atendido. Os moradores não estão pedindo um favor, isso é um direito de todos. (...) Será que nas ruas em moram esses secretários e o senhor prefeito está escura como a nossa rua? (...). Por favor senhores secretários e senhor Prefeito, olhem mais para esses moradores que não aguentam mais viver as escuras. Dêem ao menos uma luz no fim desse túnel, um pouco mais de conforto e principalmente respeito. Pelo menos nesse quesito.
Marcos Ribeiro; Por e-mail
enviado em 11/12/11

O SOL NASCE PARA TODOS
Senhores comerciantes da Orla, os que estão criticando as barraquinhas, alguns também já foram camelôs hoje abriram lojas graças a Deus, outras abriram loja há pouco tempo aos ex camelôs que Deus abençoe a cada dia e que nunca mais volte a ser camelô, e aos que estão abrindo agora fiquem sabendo que sempre tiveram essas barraquinhas na Orla e que nunca vão prejudicar vocês, pois nós não estamos trabalhando por esporte e sim necessidade, muitos não tem condições de colocar mercadorias na barraca pois não tem dinheiro para comprar, o pouquinho que consegue tem de tirar para sustento dos filhos e repor mercadoria. Portanto podem ficar tranqüilos que essas barracas não vão prejudicar nenhum de vocês, pois nós não temos mercadorias para abastecer essa multidão de gente que chega dos navios. Fiquem com Deus, e não esqueça de abrir a Bíblia em João cap. 06, Quando Jesus dividir 5 pães e 2 peixinhos para quase 5 mil pessoas e ainda sobrou quase 12 cestos de pedaço de pão. Fiquem com Deus e que vocês sejam cada dia mais abençoados e nós também.
Maria da Silva;
Por carta enviada em 12/12/11

AO PREFEITO / GOLPE 
Ainda sob os efeitos dos bons ventos que arejaram o 1° Seminário de Segurança Turística em Búzios recentemente, animou-me levar ao conhecimento de todos que participaram daquele evento,esta informação que no mínimo poderá ser considerada como mais um caso de prejuízo ao setor turístico, a ser inserido na literatura dos órgãos oficiais , representantes da Sociedade, do setor turístico , enfim para todos indivíduos que aportam em Búzios como turista. Parece que chegou o momento exato, já nesta alta temporada de turismo em Búzios, de acordo com espírito demonstrado pelas autoridades presentes naquele seminário, que se deva rasgar definitivamente o código do silêncio dentro do turismo, denunciando de maneira clara principalmente na imprensa, as praticas exploratórias e até criminosas praticadas contra nossos turistas, punindo aqueles que atentam contra a nossa principal fonte de trabalho e renda. A cartilha de ajuda ao turista deve ser constantemente atualizada com inserção de capítulos a cada medida que se flagre qualquer tipo de agressão ao turista.
Hoje 14/12 ás 14h30, estava no balcão de atendimento da 127 ª Delegacia Policial, um turista , cujo único crime foi (se é que é crime), sair da sua cidade (Goiânia ) vir à Búzios, hospedar-se aqui e alugar um bugre para passear nas nossas praias e por toda nossa Cidade.Ao devolver o veículo (aí esta o golpe) foi-lhe imputado danos ao veículo com custos avaliados e sem defesa, já que foi pago adiantado um deposito para eventualmente reparar danos. A locadora alega ter alugado o veículo em perfeito estado, sem arranhões ou amassados. No caso desse turista com formação acadêmica, portanto de nível cultural muito acima da média nacional, inteligentemente , concordou com a empresa locadora em ter o direito de pagar pelos  reparos dos danos a ele imputados mediante recibo e oficina de sua escolha, para anular o golpe das explorações à vitima (o turista que aluga um veículo).Obviamente a proposta da vítima foi recusado pela locadora. O turista então estava perdendo o dia de suas férias, buscando onde registrar e denunciar a queixa, que foi atenciosamente atendido quando foi informado para dirigir-se ao PROCOM pela natureza da denuncia que não era de característica criminal. O Procom de Búzios, recentemente propagado na mídia local, ainda não é do conhecimento publico onde se encontra, muito menos o numero telefone. Recomendei então, como cidadão que se dirigisse a Secretaria de Ordem Publica e a Secretaria de Turismo e a Associação de Hotéis de Búzios, cujos titulares tem em seu perfil toda confiança, pela minha modesta avaliação de morador local.
Sendo assim, aproveito para sugerir ás autoridades, principalmente aquelas afetas ao Turismo, o pronto trabalho de investigação das praticas do setor de alugueis de veículos para turismo e afim de normalizar o padrão da relação com o cliente , da vistoria do estado de segurança dos veículos , do licenciamento e seguros, além da atuação direta e indireta dos hotéis e pousada nesta cadeia de serviços oferecidos aos turistas, ainda nesta temporada em Búzios, para que tal ordenamento no setor seja referencia e modelo exportado também para as áreas de interesse turístico nacional.
Antonio Roberto Cordeiro;
por e-mail encaminhado em 14/12 /2011
 

Colaborador: Redação

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