Atualizado em 26/11/2011 00:00:00
Araruama
Tenho um terreno em Iguabinha (Araruama - Rua São Borges), pago IPTU, que acho muito caro devido ao abandono do local pela prefeitura. Não temos nenhuma assistência por parte deles. Para conseguirmos rede elétrica tivemos que brigar muito, até que mandamos a reclamação para Brasília (Anaeel), que nos ajudou. Para ter uma idéia, nem lixeiro passa no local, devido o péssimo caminho. Não queremos asfalto, e sim, que a prefeitura abra as ruas jogando pó de pedra ou entulho limpo, pois os carros não conseguem passar no local principalmente quando chove. Pagamos nossos impostos, só queremos poder transitar no local.
Edwiges Alves S.; por e-mail enviado em 24/11/11
Imprudência na búzios / cabo frio
Voltando de Cabo Frio na quinta-feira por volta das nove e meia da noite, eu minha mulher e meu filho quase sofremos um acidente em decorrência da manobra imprudente do condutor da Van da Cooper Geribá que vinha a nossa frente. Antes do hospital o motorista da Van freou o carro abruptamente, sem sinalizar, no meio da pista, sem deixar espaço para passagem dos veículos que vinham atrás. Estava chovendo e vinhamos com atenção redobrada o que permitiu frear também, mas quase fui atingido pelo carro que vinha atrás de mim. Os motoristas das cooperativas de transporte alternativo precisam saber que eles não podem fazer o que bem entendem nas ruas. Sei que seus presidentes costumam impingir algumas penalidades a motoristas que se comportam mal ao volante. Seria o caso deste senhor sofrer uma chamada de atenção por parte da diretoria da entidade. Isso poderá prevenir acidentes futuros envolvendo este carro e pessoas que não tem nada a ver com seus hábitos ao volante.
Miroel Alves; por e-mail enviado em 25/11/11
O DINHEIRO DOS ROYALTIES
Óleo na baia ...então é tudo muito lindo, se fala muito e pouco se faz e /ou pior se sabe! Seria necessário que nossas autoridades viessem a público explicar o que fariam se “mudasse o vento” e a mancha de óleo viesse para Búzios. Cadê o dinheiro dos Royalties? Não deveria ser aplicado em prevenção de acidentes? Por favor se expliquem!
Leonardo Ricci – Por e-mail; enviado em 20/11/11
CEGO SURDO E MUDO
Fale de mim bem ou mal, mas fale! Fico muito triste com as noticias que o Jornal O Peru Molhado escreve. Semana passada eu vi uma foto que o Prefeito Mirinho Braga parecia estar fazendo suas caminhadas junto com os seus pré-candidatos na eleição anterior. Eu queria muito saber por que a foto não apareceu os candidatos eleitos.... o porque. Este jornal não coloca as construções que favorecem a população, como as escolas, as ruas as praças, etc... Fale mal, mas por favor, todos os seres humanos tem (...) qualidades, pois é, o que interessa. Araruama, tudo bem não tenho nada contra, mas não é somente lá que este tal jornal tem que visitar. A nossa cidade tem muito mais a oferecer. Meu amigo responsável pelo Jornal o Peru Molhado, faço uma pergunta. Vocês foram no canto de Geribá antes e depois e nas 35 ruas calçadas nos 12 bairros desta cidade? Vocês conhecem a Rasa e a nova creche e as quadras, os parques, pier, os novos prédios públicos, vocês já foram ao projeto do governo Cemei e a escola na Vila Verde, e a em São José começou já a construção. Lamento muito, infelizmente a credibilidade deste jornal que só fala mal, mal ,mal...deve ser do mal este jornal, ou estão é cego, surdo e mudo somente para alguns assuntos, mas eu acredito que ele não saiba, mas na Policlínica tem médico de vista de surdo e mudo. Dá um pulinho lá, talvez vocês comecem a ver, a ouvir e a escutar. Um abração.
Rosangela Camara – Por e-mail; enviado em 22/11/11
ACADEMIA DE LETRAS DE ARRAIAL DO CABO
Venho exprimir meu completo assombro e repulsa, ante notícia transmitida a mim, referente a Expulsão Sumária do Membro Acadêmico Sônia Medeiros Imamura dos quadros dessa, até então, séria instituição. Tive acesso aos ‘motivos’ de tamanha desonra, desrespeito à colega imortal, por retransmição de e-mail assinado por seu “diretor de comunicação”. Como membro fundador da ALAB - Academia de Letras e Artes Buziana e Coordenador de Cultura de Búzios ; além de trabalhar já há 35 anos como profissional de Cultura e jornalista e duvido muito que qualquer dos ‘itens’ apresentados como mote de expulsão, tenha sido preenchido por qualquer ato de minha colega. Conheço-a há muito, o suficiente para avalizar seu caráter pessoal e sua qualidade artística como verdadeira poetisa e não aproveitadora copista de versos alheios. (...). Cabe o meu repúdio público; pessoal e profissional a atitudes truculentas e mau intencionadas como a que denuncio, nessa missiva de revolta contra mais um vil ato de pessoas leigas no que diz respeito a Cultura nesse já bastante inculto país, desacreditando com seu despreparo toda e qualquer tentativa séria de uma Cultura de excelência na região. Exemplos de atitudes como essa, devem ser prioritariamente banidos dos meios culturais nos quais o artista sério se envolve, devendo também ser denunciados para que, num futuro promissor possamos ver, agora sim com justiça, essas ervas daninhas e mortalmente venenosas extirpadas do seio Cultural brasileiro. Aconselho aos membros sérios dessa e de outras Academias que exponham e expurguem de nosso já sofrido meio artístico, todo e qualquer pérfido representante dessa corrente corruptora e viscosa que periga assolar as intenções de movimentos, de valor comprovado, em direção ao respeito e valorização que merecem os que verdadeiramente promovem as belas artes e os belos artistas. Descartemos os vilões! Respeitem os acadêmicos verdadeiramente merecedores de seus títulos; reajam ou encarem de frente o escárnio do futuro.
Michelângelo - Membro da ALAB, Coordenador de Cultura de Armação dos Búzios, poeta, chargista e músico desse país... – Por e-mail enviado em 24/11/11
DESCASO/PROCESSO 2
Ao ler a carta de resposta a minha última, com o título “Descaso/Processo”, fiquei espantado com a resposta equivocada e incoerente.
Primeiro, a parte que assina como “AsCom”, que talvez possa deduzir “Assessoria de Comunicação” da PMAB, ela não menciona a referida lei, que diz que tem-se que pagar por cópia de inteiro teor e a referida taxa de processo administrativo de servidores. Se outras prefeituras fazem tal procedimento, certamente devem ter seus devidos regulamentos. Segundo, absurda a prática de sair com processo debaixo do braço, ir até uma papelaria e tirar a Xerox, e dali o servidor solicitante vai embora. Quando na prática mais coerente seria sair as cópias devidamente assinalada como CÓPIA FIEL do original, seja com assinaturas ou rubricas do servidor despachante, previsto na própria LOM – Búzios. Cabe ressaltar que a legislação federal não cita sobre cobrança, apenas de prazos, e a Constituição Federal menciona regras de prazos e acesso, independente de cobrança. Aliás, o que a AsCom não trás a Público, é o fato absurdo da Administração Pública ignorar por completo o caput do Artigo 37 CF/88, no que diz respeito a legalidade, razoabilidade, eficiência e moralidade, no tocante a duração do processo administrativo e o mais aberrante cópia de inteiro teor, que deveria ser expedida em 15 dias, segundo a lei federal 9051/95. A Lei orgânica no artigo 115, § 5º menciona que ATO NORMATIVO, expedido pelos Poderes Municipais, regulará a matéria em se tratando de procedimentos e prazos para expedições de certidões. E no Código Tributário de Búzios, menciona a gratuidade das taxas, de atos ligados a vida funcional do servidor, segundo pesquisas e colaborações alheias, foi o que se pode encontrar, mas não uma lei específica dizendo cobrar por xerocópia a servidor. Ficou estranho também insinuar que o servidor, só pelo simples fato de receber mensalmente pela administração pública, não pode reclamar de certos vícios de conduta cometido pela Administração, isto na verdade soou como uma voz ditatorial, coronelismo, algo assemelhado. Tanto o povo, como o servidor, podem sim reclamar dos atos da administração, ressalvando a pessoa do agente político, em seus direitos e garantias fundamentais apenas. Não confunda ofensa a pessoa do político, com questionamento de seus atos de se administrar, quando eivados de vícios, a ferir vias de regras o estabelecido na Constituição inclusive. Contudo, vê-se que a própria AsCom já aparenta agir de má fé, em um protecionismo desmedido, quando inibe os verdadeiros fatos, a serem esclarecidos a sociedade buziana, que paga impostos para ser bem informada, dentre outros interesses garantido constitucionalmente.
Roberval S Medeiros – Por email; enviado em 24/11/11
PASSEATA VAZIA
Marcado para 9h00, a passeata ‘Ficha Limpa’ saiu depois das 10h00 com meia dúzia de gatos pingados. Em vista de uma população de 30 mil moradores, a ficha limpa saiu com 50 pessoas. Não chegou a metade de meio por cento. O comandante da ficha limpa teve 900 votos, chegou em média a 6 por cento do eleitorado. Foi muito pouca gente. Para Zé Cabral, a ficha limpa foi muito parecida com uma bezerra desmamada no tempo seco, quando a vaca não dá leite no sertão nordestino. A população não acredita na maioria dos políticos. Para Zé Cabral só teve um com a ficha limpa sem manchas, que foi Jesus Cristo. Mesmo assim botaram pregado na cruz. Embora aqui na Terra tem homens de boa vontade, mas quando Jesus andou no mundo tinha uma multidão apedrejando uma pecadora, e Jesus disse: “Quem não tem pecado, atire a primeira pedra”. Não ficou ninguém, até porque quem tem o telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho.
Zé Cabral – Por carta; entregue em 24/11/11
Colaborador: Redação
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