Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Quarta-feira , 23 de May 2012

Atualizado em 19/11/2011 00:00:00

Teclado do Leitor 19/11/11

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Lixo nas ruas
Esta é uma denúncia que faço, pra ver se conscientizamos os moradores de nossa linda cidade, a mudar o péssimo hábito de colocar o lixo de suas casas nas ruas. Imaginem pessoas que chegam a nossa cidade vendo esse visual horrível... É anti-higiênico, feio de se ver e mostra como o nosso povo é mal educado. Não vamos colocar culpa na coleta de lixo, custa muito barato colocar uma lixeira na porta de suas casas que acaba com esse problema que é um absurdo. Sou morador dessa Rua e tenho que conviver diariamente com essa sujeira a cada esquina que passo. As fotos em anexo, foram tiradas na Rua Dois Irmãos em Manguinhos.”
Fernando Martins; por e-mail enviado em 31/10/11

Armação para incautos
Sou mineiro, casado com uma carioca e freqüento Búzios desde 1996, onde tenho casa e onde também mora minha sogra. Todos os sábados acesso a versão on line deste prestigioso jornal.
 Fico perplexo em verificar que, em todos estes anos, não se arredou um milímetro na gentileza urbana desta cidade. Não se nota um mínimo da mais simples civilidade.  Ontem, 8:30 da manhã, dia 12/11, nove pessoas devidamente com senhas aguardavam atendimento no açougue de um supermercado (Só Ofertas),que contava com três atendentes. Subitamente, dois retiraram os aventais e disseram que iam tomar café. Pombas!  Funcionário de supermercado tomar café 8:30 da manhã no primeiro dia do feriadão! Saio dali e vou a um posto de gasolina, próximo ao pórtico. Ao estacionar escuto o frentista dizer: ‘Olha que merda! Esta quantidade de gente! É por isto que odeio feriados!’ Na maioria dos locais de comércio desta cidade o atendimento é péssimo. Pessoas totalmente despreparadas para atender o público, principalmente os turistas. Uma má vontade e uma gana de dinheiro que não conheço em outro lugar. O carioca é famoso por ser receptivo; na capital, em Araruama, Saquarema e Cabo Frio, os turistas contam com o carinho e a presteza que lhes são peculiares. Em Armação dos Búzios esta regra não é valida.
 É por esta e por outras que freqüento Cabo Frio mais amiúde, utilizando minha casa (de Búzios) apenas para dormir. E ainda deram guarita para argentinos!  A nata da arrogância e do deboche!Há muitos anos, quando resolvo procurar um restaurante de Búzios, entro e verifico o idioma de quem está atendendo. Se ouço castelhano estou fora! Exceções existem? Sim: Restaurante Caverna, Lorenzo, Banana Launge, La Barceloneta. Na Orla Bardot nunca fui. Tenho receio do atendimento. Peço apenas um pequeno lustro de educação no lidar com o cliente, nada demais. Somente um mínimo de educação e respeito, principalmente com os mais velhos.  Esta cidade atualmente é uma verdadeira Armação para os incautos!
Gérson Barbosa Alves- Belo Horizonte- Por e-mail enviado em 14/11/2011

Resposta à carta do leitor intitulada “Descaso/Processos” publicada na edição nº1439
 Em resposta à carta do leitor Roberval Medeiros, publicada na última edição do JPH, a Prefeitura de Búzios vem a público esclarecer que qualquer cidadão que necessite cópia de inteiro teor de algum processo municipal, deve abrir processo administrativo junto ao setor de Protocolo e pagar uma taxa no banco.  Uma vez aceita a solicitação de acesso à cópia de inteiro teor, feita via processo administrativo, o cidadão deve seguir acompanhado de um funcionário da Prefeitura até uma papelaria ou local que faça cópias Xerox dos documentos. Feitas as cópias, o cidadão paga pelas mesmas, e o funcionário público retorna com o processo para a Prefeitura. Esta prática está prevista em lei e é aplicada por todas as prefeituras. A Prefeitura de Búzios não fornece folhas para cópias, nem possui máquinas copiadoras destinadas para tal serviço.
A Prefeitura de Búzios destaca que causa muita estranheza o episódio relatado na carta do Sr. Roberval Medeiros, uma vez que servidores públicos conhecem a rotina de processos e procedimentos adotados pela instituição para a qual trabalham, e jamais poderiam reclamar de exercer a função para a qual são pagos mensalmente. Finalizando, também não procede a informação de que a Prefeitura não teria folhas disponíveis para uso interno. O estoque de resmas de papel no setor de almoxarifado pode ser conferido por qualquer servidor, a qualquer momento, assim como solicitada a quantidade de papel necessária a ser utilizada nos serviços da Prefeitura.
AsCom PMAB - Por e-mail enviado em 18/11/2011

Via Pública
Tem coisas que agente não entende! Realmente tem coisas que agente não consegue entender. Se ocorrem por falta de pessoas qualificadas para fazer o correto ou se é pra fazer errado mesmo e que se dane o mundo! Estive no dia 12 de novembro no show de aniversário da cidade, que por sinal foi muito bom no que diz respeito a segurança e estrutura. Havia um efetivo suficiente de Guardas Municipais nas proximidades e viaturas da Polí­cia Militar no local. Apenas tenho a fazer duas observações importantíssimas que me chamaram a atenção. Ambas estão direcionadas a segurança no que se diz a prevenção de acidentes. A primeira é com relação à faixa de pedestres que estava sendo usada em frente ao local do evento. Pelo que sei, a faixa deve ser de fácil acesso para o pedestre e garantir total segurança, afinal o objetivo desta ferramenta é a segurança do pedestre. Infelizmente não foi o que vi. Para usar a faixa de pedestres, tive que subir pelo canteiro central e equilibrar-me pela elevação de grama existente. Até o guarda que auxiliava a travessia quase despencou na pista ao torcer o pé para descer e parar o trânsito para eu e minha esposa atravessar. A segunda observação está relacionada ao estacionamento. Gostaria de saber onde está escrito no Código de Trânsito Brasileiro que calçada é local para estacionamento de veículos? Por favor! Eu vi pessoas tendo que andar na pista de rolamento arriscando a própria vida com carrinhos de bebê, pessoas idosas e deficientes fí­sicos para chegar ao local do evento. Tudo porque os veí­culos estavam estacionados na calçada da Estrada da Usina. E olha que a culpa nem era dos guardas municipais não, pois sei que compete a eles fiscalizar sobre o estacionamento e a parada no âmbito do municí­pio. Até porque ali o estacionamento está regulamentado de verdade, com placas e cobradores da empresa contratada pelo municí­pio para cuidar desta pendência. Não precisa ser muito sábio para resolver certas questões que na verdade são tão lógicas. Será que tem que fazer faculdade de Engenharia de Trânsito para entender coisas tão simples assim?
Arnaldo C. Filho; por e-mail enviado em 17/11/2011


 

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