Atualizado em 12/11/2011 00:00:00
ASFAB
A ASFAB agiu tardiamente em agir de forma mais agressiva, contra a atual administração. Pois, o governo já deu motivos suficientes para sofrer uma reação mais audaciosa. Somente aos 45 do segundo tempo, que a ASFAB decide aumentar as forças, buscando “socorro” por órgãos estatais externos, como o MPE-RJ. Conforme consta de matéria veiculada no site da entidade e no jornal da entidade. Existem diversas outras questões que requereram o mesmo trato, que só agora suponha, induziram os associados a reagirem de forma mais rigorosa. Tem questões que requer atenção do Judiciário, como reajustes diferenciados, descumprimento de normas constitucionais, pendências do estatuto geral a serem regulamentadas, como a própria implantação do PCCR geral, etc. Questões que ferem a segurança jurídica e força normativas de norma constitucional. O tão polêmico reajuste, que fora lesado este ano bem como o anterior, pois a lei de responsabilidade fiscal protege a revisão geral, quando da hipótese de cortes nas despesas. Creio que a ASFAB, sabe muito bem, por onde começariam os cortes de despesas. Entendo que deixaram o “leão” crescer muito solto, e hoje, fica meio que difícil de se domar a fera! De um ponto de vista mais critico, é notório que a ASFAB aparenta agir em desespero, como também é notório que a “fera”, pode vir a se perder na mata com seu excesso de “esperteza”. Como diz a filosofia religiosa: “Tudo que é doce de mais enjoa, até o doce do nosso doce lar”. Como cidadão eleitor, observo de certa forma que o lema na administração aparenta estar controverso. Enquanto na bandeira nacional temos “Ordem e Progresso”, aqui o trato para com os servidores é: Desordem e sucateamento, em detrimento a eficiência, moralidade, legalidade, motivação, etc. E com tantos contratos, portarias, assistencialismo e congêneres, a sociedade fica amordaçada devido estar em tese, envolvida ainda que indiretamente, com a “politicagem local”, pois as vezes evita-se atingir o chefe de um amigo ou de um parente, que se encontre em laços fraternais com o sistema.
Jozélio de Sales Lourenço – Por e-mail; enviado em 1/11/11
QUEM TEM QUE TEMER SÃO ELES
O povo clama por políticos honestos e comprometidos com a verdade e lealdade, infelizmente aqueles que assim agem são perseguidos e ameaçados de morte como acontece agora com nosso deputado Estadual Marcelo Freixo, que irá para o exterior com intuito de se proteger e a sua família contra os bandidos que reinam em nosso estado. Lembro-me quando exercia meu mandado de vereador nesta cidade quantas ameaças de morte recebi, quantas vezes tive meu gabinete arrombado, escutas telefônicas clandestinas, quantas vezes cheguei em casa e encontrava minha filha aos prantos dizendo que haviam ligado dizendo que a matariam e a mim também e apelava para que eu tomasse muito cuidado, pois sabia que por conhecer seu pai ele jamais se curvaria diante dos malfeitores, e continuei a fiscalizar e denunciar os pilantras que roubavam os cofres públicos de nosso município. Tenho a certeza que cumpri com a função de um vereador, que é fiscalizar e fazer leis. Vejo hoje vários pré-candidatos a vereador oferecendo churrasquinho, ligadura, aborto, cimento, etc...Pelo seu voto não caiam mais nessa eleitores! Chega! Precisamos de políticos que tenham a coragem de encarar esta pilantragem que só querem o mandato para roubar e se esconder atrás de uma imunidade parlamentar. Tenho consciência que todos aqueles ladrões que foram desmascarados por mim nunca irão me esquecer e se tiverem a oportunidade um dia de me matar o farão sem dó e piedade. Volta logo, Deputado Marcelo Freixo, pois precisamos do senhor e de todos aqueles que agem com honestidade neste país, pois quem tem que sumir e ter medo são os bandidos, não nós.
Flavio Machado – Por e-mail; enviado em 03/11/11
DESCASO/PROCESSOS
Hoje, 9/11, estava passando nas proximidades do Forum e Prefeitura, e ouvi dois servidores reclamando indignados com o descaso da administração para com os servidores. Curioso indaguei do que se tratava, e prontamente me responderam que ao ir pegar processo na prefeitura, inteiro teor, descobriram que não teria como retirar do setor tais cópias, pois estavam sem folhas. A única solução apresentada seria levar o processo a uma papelaria e pagar as xerox.
Orientei os mesmos, que isto é algo humilhante, seja para servidor ou contribuinte. A administração pública lota de contratados em demasia, paga horas extras sem que estejam fazendo, como um plus a mais a determinados servidores que supunham ser de confiança. E depois deixa acabar o orçamento, chegando ao ponto de faltar papel para expediente de ofício.
Isto em tese, caracteriza de alguma forma, cerceamento a direito liquido e certo. Direito de petição é causa pétrea na Constituição Federal, previsto nas garantias e direitos fundamentais, conforme elencado no artigo 5º, CF/88.
Pasme senhores eleitores, contribuintes e servidores! Este é o cumulo do absurdo da moralidade pública.
Roberval S Medeiros – Por e-mail enviado em 09/11/11
RESPOSTA DE RUY A CHIQUINHO
Foi bem sugestivo os esclarecimentos feito pelo responsável pela Gestão e Planejamento do município, no último PH de numero 1438, com o titulo ‘ Resposta de Ruy Borba a Carta Aberta de Chiquinho Atacadão’. Observei a população um tanto inquieta com os fatos reproduzidos pelo jornal. As pessoas criaram uma espécie de ‘rede de conversa’, no bairro Cem Braças, em que no comércio principalmente, o assunto era a pauta do fim de semana ao cristalizar alguns ‘feitos’ da administração do senhor ‘Chiquinho do Atacadão’. O que me chamou a atenção foi à afirmação de um morador quando falou que ‘o povo ficou bastante intrigado e ao mesmo tempo perplexo, pois estas informações não são comentadas por seus seguidores ou sequer defendidas’.
Guilherme Barcellos – Por e-mail; enviado em 10/11/11
Colaborador: Redação
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