Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Quarta-feira , 23 de May 2012

Atualizado em 05/11/2011 00:00:00

Teclado do Leitor 05/11/11

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Lixo nas ruas
Esta é uma denúncia que faço, pra ver se conscientizamos os moradores de nossa linda cidade, a mudar o péssimo hábito de colocar o lixo de suas casas nas ruas. Imaginem pessoas que chegam a nossa cidade vendo esse visual horrível... É anti-higiênico, feio de se ver e mostra como o nosso povo é mal educado. Não vamos colocar culpa na coleta de lixo, custa muito barato colocar uma lixeira na porta de suas casas que acaba com esse problema que é um absurdo. Sou morador dessa Rua e tenho que conviver diariamente com essa sujeira a cada esquina que passo. As fotos em anexo, foram tiradas na Rua Dois Irmãos em Manguinhos.”
Fernando Martins; por e-mail enviado em 31/10/11

Secretário de Saúde esclarece
Caro Eduardo, mais uma vez lamento a postura de seu repórter Bruno Almeida sempre tentando atingir a Secretaria de Saúde de modo vil, produzindo reportagens que colocam em risco a credibilidade de seu jornal e levam insegurança a nossa população. Vejamos, quando seu jornal divulgou a existência de 600 casos de dengue em nosso Município, que levou centenas de mães apavoradas ao nosso Hospital; outro, quando divulgou que , por falta de pagamento a NEUROLAGOS havia solicitado descredenciamento de seus serviços junto a Secretaria de Saúde, fato este mentiroso e facilmente comprovado com a leitura de nosso B.O, só para citar alguns. Hoje lendo a última edição de seu Jornal (22/10 – edição nº 1436) tive o prazer de ler as declarações do Dr. Angelo Monaco explicando e esclarecendo a população e desmentindo o seu repórter mais uma vez. Quero deixar claro que em nenhum momento fui procurado para agendamento de qualquer entrevista ou mesmo feito qualquer contato comigo para esclarecimentos sobre qualquer assunto pertinente a minha pasta. O que ele quer é chegar a qualquer hora na Secretaria e ser atendido, quando não consegue sai agredindo e destratando quem encontra pela frente O Dr. Angelo Monaco procurou pessoalmente seu jornal, pois o mesmo foi agredido em sua atividade profissional tendo o seu nome associado a incompetência medica quando do atendimento ao Sr. Hélio em nosso Hospital. Em nenhum momento falou em nome da Secretaria ou do Hospital Municipal. Para terminar coloco-me a disposição, mais uma vez, para qualquer informação que se faca necessária respeitando-se os princípios da civilidade e boas normas e reafirmo que só o Secretário de Saúde pode responder pela sua secretaria, pois é ele quem responde ao MP, TCE e justiça civil e criminal é o único responsável por todas as ações de Saúde publica em nosso Município.
Guilherme Azevedo; por e-mail recebido em 29/10/11
N. R. Um repórter, embora apure e assine matérias, não as produz sozinho. O jornalismo é uma atividade feita em equipe, e este é o caso do Primeira Hora. As opiniões impressas nas matérias aludidas pelo secretário partem das fontes. São as pessoas entrevistadas que emitem as opiniões, cabendo aos repórteres apenas narrar os fatos, esclarecê-los aos leitores.  
Na matéria em que o PH ouviu o doutor Angelo Monaco, que foi acusado de desleixo por um paciente, o repórter Bruno Almeida não foi desmentido. Não existe guerra pessoal entre o jornal e a secretaria, e sim entre o jornalismo e a mentira. O doutor Angelo desmentiu aquele a quem o acusou, neste caso, o aposentado Helio Gomes. Em nenhuma linha Bruno Almeida saiu em defesa de Helio Gomes, assim como não defendeu o doutor Angelo quando foi sua vez de se expressar. Com uma redação jornalística imparcial e impecável, nosso repórter apresentou os fatos.     
Quanto a matéria O ‘ó’ do borogodó, publicada em 7 de maio deste ano, o número de 600 casos de dengue foi passado ao repórter Bruno Almeida pelo funcionário da Secretaria de Saúde conhecido como Maranhão. Como ensinado nas faculdades de Comunicação Social, o jornalista não deve (não pode) ficar preso às palavras oficiais, às respostas das autoridades ainda mais quando essas são difíceis de se encontrar ou se mostram arredias em não querer tratar tal assunto. A liberdade para a escolha das fontes é total.   
De modo geral os secretários municipais procurados pelo PH para informações e esclarecimentos buscam ser receptivos, e estão sempre dispostos a discorrer sobre qualquer assunto inerente às pastas que ocupam. Reconhecem a dignidade da profissão jornalística, compreendem sua pressa natural muitas vezes comparável a pressa pela vida e são, via de regra, facilmente localizados, sem burocracia.
No episódio sobre a não-renovação do contrato entre a Prefeitura e a Neurolagos, no dia 7 de outubro, o secretário de Saúde informou, por intermédio de sua secretária, que o problema já estava resolvido. Na tarde da última quinta-feira (3), a funcionária Raquel, da Neurolagos, por telefone, novamente informou que isso não correspondia aos fatos. Segundo ela, a Neurolagos e a Prefeitura de Búzios ainda não renovaram o contrato. E agora? Em quem acreditar?    

Mais Vereadores?                                                                                                       
Sobre a matéria de capa da ultima edição do JPH, sou totalmente contra mais vereadores. Até que os que já existem, fazer valer a percepção de seus subsídios, desempenhando com afinco suas obrigações, de fiscal do povo. Pois, o que se aparenta por vezes é que os vereadores, pelo menos maioria deles, se rendendo ao “eterno “ assistencialismo, a pratica de politicagem que se confunde com conivência ou omissão, face as mazelas cometidas pelo executivo, deixam de cumprir a contento o papel de fiscal das leis, dos cumprimentos das mesmas, quando o próprio vereador não coopera para infringir também. Exemplo é o excesso de contratados, inclusive em cargos que jamais deveriam existir contratados, a exemplo disto, função estatal de segurança publica como a guarda municipal. Alem do excesso que ultrapassa os 7% previsto na lei orgânica. Têm muitos contratados que são apadrinhados de vereadores, e inclusive guardas. Outro ponto importante seria primeiro construírem a Sede própria da Câmara Municipal, pois se não é ilegal é imoral, pagar aluguel caríssimo por tantos anos. Dito isto, na minha opinião, só deveriam pensar em aumentar-se o número de vereadores, após corrigirem estes dois grandes equívocos que se tornou um ciclo vicioso.        
Roberval S. Medeiros. – Por e-mail enviado em 30/10/11
                                                              
Valmir Nobre
Não é de hoje que a pessoa Valmir Martins de Carvalho (Valmir Nobre) vem realizando trabalhos sociais tendo como o seu carro chefe ou o ponto forte que é ajudar as pessoas com o seu bom e nobre coração. Depois de duas derrotas nas urnas, na terceira ele conseguiu e se tornou vereador (bravo, bravo,bravo. aplausos) com o seu velho trabalho de sempre. Ele é o único que trabalha de segunda a segunda com suas limosines, haja combustível, mas a questão é: o que esse trabalho tem contribuído para a cidade? Mudou alguma coisa? Ou tem mudado só a vida particular das pessoas ajudadas? Será que o bom e velho Nobre têm feito isso de coração? Ou é aquela velha história de trocas de votos, eu te ajudo hoje e você me dá um votinho amanhã? É por isso que existe a promoção social vereador, para ajudar as pessoas se é que posso chamá-lo de vereador. São três anos de mandato e a verdade é que ninguém fez nada, nenhum vereador inclusive o senhor e as desculpas são sempre as mesmas como: o prefeito não deixa trabalhar, sou oposição, etc,etc, etc.
Precisamos de vereadores com garra, com vontade de ajudar o povo da cidade, que possam fazer a diferença, ajudar para beneficio próprio não adianta, aliás, adianta a vida de uma pessoa ou uma família mas e o resto do povo? Ano que vêm temos eleições novamente, pensem na hora de votar, você vai votar naquele que te deu uma carona, uma cesta básica, um caixão, um caminhão de areia e etc ,etc,etc,etc ou vai votar naquele que vai lutar por uma vida melhor, por uma Búzios melhor, por uma saúde de qualidade não só para você mas para toda sua família, por uma boa educação para seus filhos e netos (não estou falando do Chiquinho). Pensem bem e encerro por aqui com meu tema: Vereador Valmir Nobre ou apenas Valmir?
Paulo Matias; por e-mail
enviado em 01/11/11

Por que não um prefeito de outra cidade?
Desde o ano passado as vans da cooperbuzios andam com o adesivo ‘100% Geninho’. Através dessa propaganda, o presidente da cooperativa já lançava sua candidatura à vereança. Ou seja, ele diz que aceitou o convite de Alexandre Martins há oito meses, mas se alguém o convidasse antes, ele toparia, pois seu negócio é ser vereador. A propósito: Geninho disse que Alexandre há muito tempo observa sua capacidade de gestão a frente da cooperativa e do BEC. Mas, vice-prefeito, essas são entidades cujo objetivo é o lucro financeiro. O que tem a ver com o cargo de um vereador? Acho no mínimo perigoso para uma cidade ter um representante das cooperativas de transporte como parlamentar; pois isso pode representar perigo para o transporte coletivo (que é diferente do alternativo), que diga-se de passagem, já não é valorizado por aqui.
(...) Geninho diz que se eleito, será mais um a somar esforços ao trabalho que vem sendo efetuado pela atual administração. Traduz-se: será mais um a aprovar cegamente todo e qualquer documento, todo e qualquer projeto, toda e qualquer abertura de crédito adicional encaminhada pelo senhor Braga (claro, caso esse também seja eleito).
É uma questão de lealdade: o que Geninho quis dizer é que retribuirá por quatro anos o grupo que o ajudou a se eleger. Porque não dizer, será um puxa-saco oficial. Geninho eleito, será mais um vereador do Mirinho a legislar para os interesses do governo (como todos os ‘da base’ que lá estão), e não para o povo. Tomara que esses esforços não incluam a força bruta, pois o pavio de Geninho, sabe-se ser curtinho, curtinho. (...)
Geninho falou muito bem na reportagem. Mas me chamou a atenção ele achar Mirinho Braga ‘um homem de caráter inabalável’. Aí pegou pesado. Geninho meu filho, faz isso não, um pouco menos, vai mais devagar... E quanto a dizer que as críticas que ele ouve sobre o governo nas ruas são meramente políticas? Ora, Geninho, é claro: o ser-humano é um ser-político. Você só está candidato a um cargo político por questões políticas. A divergência de opiniões é um direito do cidadão. Nem todos gostam do azul, e se você quer trabalhar como vereador na câmara municipal, deve saber que as críticas existem, deve aprender a conviver com elas, e deve dar-lhes a devida importância sim. Mas você vai tirar de letra, vai ter muita gente ao seu lado pra te assessorar. A discussão não gira em torno do que o Mirinho fez, em doze anos. Mas sim no que um outro prefeito (mesmo vindo ‘de fora’, apesar do seu declarado preconceito quanto aos que vem ‘de fora’), pode fazer em quatro anos, apenas para mostrar serviço. A discussão é que, nem prefeito nem presidente são cargos vitalícios. Qual o motivo de preconceito para com os ‘de fora’, Geninho? Apenas dois exemplos: Se quisermos comprar um tênis temos que ir à outra cidade. Se quisermos fazer a prova do Detran, temos que ir a outra cidade. Porque não podemos ter um prefeito de outra cidade?
 Ronaldo Silva – Por carta; entregue em 31/10/11

Borba responde Carrilho
Li a nota dessa coluna, registrando a resposta do Carrilho pai, negando que neste governo Mirinho Braga, a(s) sua(s) empresa(s) não haviam sido contrada(s), ou desclassificada(s) em licitação. Reafirmo o que falei na audiência, quando ocupei a Tribuna da Câmara, ou seja, que Carrilho pai mantinha contratos com a atual administração, que participou de processos licitatórios, que prorrogou contratos, assinados no governo passado. Quando dessa mesma audiência, tinha, entre o meu material, documentos, que suportam a minha assertiva, porque aquilo que mencionei como transtorno de obsessão compulsiva do Carrilho filho poderia ser por (a famíla Carrilho) atribuir a mim a perda desses contratos terceirizados, quando na verdade os perderam por questão de condições desfavoráveis de suas propostas, seja pelo preço, seja por documentação.
Encaminho cópia dos contratos Nrs. 016/09 de limpeza predial de escolas municipais de 13/03/2009 (R$ 439 mil por três meses) e 016/09 de 14/06/2009 (por mais três meses e igual valor), ambos com a Rio Norte Saneamento Ltda., assinados pela senhora Cláudia de Melo Carrilho e pelo próprio João Carrilho (pai). Portanto, é inverídica (ou mentirosa) a colocação do Carrilho Pai. Os contratos foram perdidos, quando se fez nova licitação, mais tarde, porque o preço da empresa vencedora no certame era 20% inferior. Contribuia também o fato da Rio Norte Saneamento ser alvo de penhoras trabalhistas pela Justiça do Espírito Santo, o que feria o seu conceito de empresa idônea.
Os negócios da família Carrilho também incluíam, entre outros, limpeza de praias (coisa em torno de mais de R$ 100 mil/mês), desde o governo passado, mantido no atual governo, sobre o que, a propósito, pedi fosse aberta sindicância na Procuradoria, em razão de ter sido o mesmo contrato prorrogado, quando ainda o processo estava sendo instruído na Secretaria.
Ruy Borba, filho, secretário Chefe do Gabinete de Planejamento e Orçamento; Por e-mail enviado em 29/10/11
 

Colaborador: Redação

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