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Quarta-feira , 23 de May 2012

Atualizado em 22/10/2011 00:00:00

Por que as escolas têm o público alvo das drogas?

Este ano já escrevi praticamente 10 materias, aqui no JPH sobre a presença das drogas em todas as escolas do Brasil, sejam elas particulares ou pertencentes a rede publica. Tudo isto meu caro leitor por que as escolas, têm um papel fundamental na construção da cidadania de crianças e dos adolescentes, enfim, de todos os jovens brasileiros que por elas passam. Isto visualizado nos permite afirmar ser o local ideal para nós tambem da turma do bem, politicos ou não, aplicarmos uma ação concreta que vise a busca de soluções para erradicar ou minimizar o fenômeno da violência provocada pelas drogas, neste atual mundo globalizado.
Creio que foi tambem com este nobre e saudável beneficio que a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) promoveu a algum tempo atras um proveitoso e inteligente  curso de formação continuada de educadores para atuar na defesa dos direitos de crianças e adolescentes em situações de violência física e psicológica, negligência, abandono, abuso sexual, exploração do trabalho infantil, exploração sexual, comercial, uso e tráfico de drogas, em uma perspectiva exclusivamente preventiva. O curso realizado pela SECAD, teve 7000 vagas ofertadas para educadores das escolas da rede pública de ensino, integradas ao Projeto Escola Aberta, Conselheiros Tutelares de Educação e dos Direitos da Criança e do Adolescente, e, ainda, integrantes do Programa de Ações Integradas e Referenciais de Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-juvenil em todo e para o Território Brasileiro (PAIR).
O programa utilizou os seguintes recursos didático-pedagógicos: material impresso, teleconferências, vídeo-aula. Tudo em um autêntico ambiente virtual, site na internet, com valiosas quatro seções de videoconferências e ainda com apurado sistema de apoio. Infelizmente não pude assistir todas as aulas, mas com mais certeza, com as poucas que vi aprendi e sei agora a importância destas aula antidrogas.
Foram nelas que me baseie para escrever sobre este problema que nitidamente, já bateu às portas por diversas vezes a cúpula da educação pública no Brasil, mas que com tudo, parece até no momento não ter sido ouvida. Salvo é claro por algumas escolas modelos existente no Brasil. Duas delas, localizadas em Juiz de Fora, que por questão de segurança não posso revelar o nome e que no dia 17 de setembro passado, teve quatro de seus educadores capacitados entre centenas de outros também professores de todo o país que nesta data, encerraram um curso de capacitação à distância para lidar com o assunto. A única coisa surpreendente é que esta ação foi empreendida em uma parceria inédita, entre o Ministério da Educação (MEC), a Universidade de Brasília (UnB) e a SENAD, que parece estar agora investindo mais em bons cursos e menos em desnecessários panfletos antidrogas em sofisticado papel couché.

*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente.  Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. SOS: CRER-VIP (22-2620-0687) 8833-2181: Visite nosso site-domínio. www.crervip.org.br
 

Colaborador: José Gonzaga

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