Atualizado em 30/09/2010 00:00:00
Neste próximo domingo haverá eleição pela qual os brasileiros estarão autorizando seus representantes aos desafios político/administrativos de nossa Sociedade. É claro que o poder do voto somente será efetivo se em conjunto houver diálogo e a participação direta de todos os segmentos sociais. Além disso, a eleição precisa ser limpa e límpida.
Por um problema cultural, acredita-se que a eleição é um caminho para se chegar ao poder e esta acima dos outros, subtendendo como se houvesse uma ascensão social, como se um cargo eletivo pudesse elevar profissionalmente a vida de alguém. Durante esse período eleitoral toda e qualquer atitude que favoreça tal candidato pode se tornar regra que será seguida por todos aqueles que compartilham o mesmo código de ética. Mudar esse comportamento que é secular em nosso país, é o desafio que envolve a todos que desejam vivenciar uma eleição sem sujeiras e transparente.
O primeiro desafio está ligado ao poder político entranhado no controle da máquina pública. Isto é notório quando observamos candidatos que estão no poder detêm um número expressivo de votos sem que a população esteja usufruindo de boas condições dos serviços públicos. Esta contradição torna em evidência comprobatória da força que existe no aparelhamento da máquina pública e que submete cabos eleitorais que ao defender o indefensável, na verdade, querem o parcelamento da administração Pública para o benefício de grupos políticos em detrimento da população.
Outro grande desafio é a contenção do mau uso do poder do dinheiro que se apropria da miséria alheia e controla o comportamento das pessoas. O dinheiro compra as melhores propagandas que incutem ideias deturpadas na cabeça de muitos; o dinheiro compra os melhores churrascos onde multidões ficam alucinadas pela fartura; o dinheiro compra a “alma” de pessoas que influenciam outras pessoas honestas e assim o dinheiro compra o voto da esperança de uma sociedade melhor. Como diz Caetano Veloso, “o dinheiro constrói e destrói coisas belas”. Infelizmente, o mau uso do poder do dinheiro tem produzido uma Sociedade alienada, desigual e inerte. .
Num mundo onde as dificuldades de acesso aos bens materiais e aos básicos serviços públicos, onde a falta de condições básicas de sobrevivência, a falta de perspectiva, e o não compreensão da nossa existência tem produzido uma cultura de não-cidadania. Essa visão de mundo na qual pensamos sermos seres desligados da Sociedade e que desconhecemos e não exercemos nossos direitos, pelo fato de sermos impedidos historicamente de ocuparmos nosso espaço na Sociedade, cria um comportamento antidemocrático e sem nenhum compromisso com a coletividade. Construir uma nova Cidadania é um dos nossos grandes desafios.
A ASFAB luta por uma eleição limpa e límpida, ou seja, sem toda essa sujeira conforme e que seja transparente durante o seu decurso. Sabemos que o desafio é gigantesco, porém, acreditamos que as mudanças sociais são possíveis. Basta fazermos nossa parte, exercendo a cidadania que é nossa por direito, participando legitimamente das decisões.
AVISO
Assembleia Geral Extraordinária no dia 21 de Outubro de 2010 para criação da comissão de Estudo e elaboração do regimento interno da ASFAB, conforme deliberado em assembleia no dia 14/07/2010, e de acordo com o Estatuto da Entidade em seu Art. 32.
Aos associados interessados no Convênio da ASFAB com o Studio MP (a Academia de Danças Marcya Pires), favor se informar sobre os horários das aulas desejadas na própria academia e se ins
crever na sede da ASFAB.
Ainda temos disponíveis aos associados, modens do Convênio VIVO/ASFAB, com o plano de Internet 3G, no valor de R$ 80,90.
Os detentores das linhas telefônicas móvel do plano corporativo adotado pela ASFAB em outubro de 2008, deverão comparecer a sede da associação para tratativas sobre o contrato que ora se encerra em outubro/2010.
Colaborador: Asfab
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