Atualizado em 12/08/2010 00:00:00
Os Estados Unidos têm uma previsão orçamentária de 1 trilhão de dólares para ser consumido com a guerra. Na verdade, a história revela que aquele país, para ostentar o seu grande poderio econômico e bélico, nunca esteve em paz. Quando não está nos ‘campos de batalha’ está se precavendo internamente, pois o ‘Tio Sam’ também coleciona o título de maior rejeição mundial e, por conseguinte, é detentor de uma imensa ‘energia de ódio’. É um preço bastante caro, mas pago por semear miséria e fome. Os EUA, na verdade, progridem com as desigualdades alheias principalmente em acordos unilaterais onde sugam o que podem através da ‘maquiagem’ humanitária que insistem em perpetuar mundo afora. Aqui na America de Sul, a Colômbia paga um alto preço por ter aceitado ajuda americana no combate às drogas, por exemplo. Teve que americanizar suas fronteiras. Assim, também é na Coréia do Sul, onde o clima de guerra contra Coréia do Norte insiste em permanecer por uma série de fatores complexos, porém, com um ‘dedo’ americano. Foi assim na África, quando através de experimentos desencadeou o vírus ‘ebóla e a AIDS’ só para enumerar algumas pestes. Esse trilhão de dólares deveria ser usado visando a estancar as desigualdades existentes no mundo, o racismo que é latente na América, como forma de reparação por tantos danos causados ao planeta. Assim, talvez, nessa atitude sublime, esta potência conseguiria habilmente mudar o quadro de rejeição ora orquestrado por eles próprios. Não se preocupam em serem ‘simpáticos’ com o mundo numa ação social em que sejam promovidas mudanças para o bem estar de todos. Pelo contrário, usam, e muito bem, a dificuldade alheia, além de impor verdadeiramente uma espécie de terror que só aumenta a crença e a torcida de muitos para que a ‘moeda’ mude de lado. Se formos analisar de forma mais ampla percebemos que os problemas no mundo poderiam ser minimizados sem a presença americana. Talvez os países seriam bem mais respeitados e respeitadores. Sem força de maniqueísmo de nossa parte, mas, a ‘fábrica do mal’ que sempre recaiu sobre a imagem dos países árabes, já há bastante tempo, mudou de nome e endereço. É possível fazer acontecer!
Colaborador: Guilherme Barcellos
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