Atualizado em 29/07/2010 00:00:00
O voto foi e sempre será a ‘arma’ do cidadão, basta saber usar no momento oportuno!
Vários aspectos têm corroborado para que o processo eleitoral esteja cada vez mais distante do eleitor. Não existe entusiasmo por parte deste.
As eleições são uma das faces da democracia, mas devido à prática de alguns políticos, diversas notícias têm sido reproduzidas na mídia que em muito têm desestimulado os eleitores. Tudo de negativo tem se tornado bandeira de alguns políticos, preocupados somente com o próprio ‘bolso’.
Talvez você não se interesse absolutamente por política e ache realmente um saco todos estes programas eleitorais, desde propaganda política (que é um saco mesmo) até as mesas redondas e os debates.
Talvez você esteja tão de saco cheio dessa cambada de dirigentes idiotas e corruptos (salvo raras exceções), que pense, sinceramente, em jogar seu voto no lixo com o primeiro número que passar pela cabeça na frente da urna.
Talvez você tenha resolvido votar no mais simpático, porque, no final das contas, quando chegam aos seus postos, todos eles acabam sendo a mesma porcaria.
Talvez você nunca tenha visto uma urna na sua frente e resolveu que seu primeiro voto é mais um ato experimental do que importante responsabilidade democrática.
Talvez você não entenda nada de política e resolva pedir um nome emprestado ao seu amigo ou parente para votar de acordo com alguma coisa próxima ao seu mundo pessoal.
Talvez você realmente esteja se lixando para as eleições e escolha qualquer nome na última hora porque, afinal de contas, você vai ter que ir até lá de qualquer jeito.
Se você se enquadra em algum destes casos ou em algum quadro parecido, tudo bem. É o seu direito. Todo mundo tem o direito de não querer, não saber, não gostar, não acreditar ou, simplesmente, não se interessar.
Mas temos que ter o entendimento que nos tornando apolíticos, estaremos concordando com tudo o que está ai. Não podendo reclamar, participar e muito menos emitir qualquer comentário a respeito do processo político, pois quem não participa, não pode se manifestar.
Mas se para você tanto faz realmente, ou que ainda acredita que algo ainda pode mudar, a atenção deve ser redobrada. Não precisa ir muito longe, basta fazer uma reciclagem mental do que esses candidatos construíram na esfera social e politicamente correto em sua trajetória, seja ele iniciante ou não ou ir mais além. Entre no Google.
Antes de votar, pelo menos digite o nome dos caras no Google e veja o que sai sobre eles. Você não vai saber de tudo, mas pelo menos vai descobrir em quem não votar.
Caso você tenha um tempinho a mais, você também pode dar uma olhadinha no site Transparência Brasil. Clique no quadradinho ‘excelências’ e digite o nome dos ‘elementos’ no box de busca. Você vai descobrir muitas coisas interessantes.
Sabendo em quem não votar, você já vai estar ajudando bastante.
É possível fazer acontecer!
Colaborador: Guilherme Barcellos
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