Atualizado em 17/06/2010 00:00:00
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O homem às vezes perde tempo procurando aquilo que já está nele
De uma explosão inicial, chamada Big Bang, o Universo surgiu há 13,7 bilhões de anos e continua a se expandir em velocidade constante.
Há 10 bilhões de anos uma estrela chamada Supernova deu origem ao nosso sistema solar. Um pedaço dela resfriou, e hoje é conhecido como planeta Terra.
Sutis combinações ambientais se somaram para permitir, na Terra, o surgimento da vida, há 3,5 bilhões de anos. Em seu processo evolutivo, o pai-universo, que gerou a ninhada de filhos conhecida como Sistema Solar, e no qual se destaca a filha Terra, viu irromper, no seio de nosso planeta, o fenômeno vida que gerou um ser dotado de inteligência e sede de transcendência conhecido como humano.
Milênios após o aparecimento do homem e da mulher, apareceu no Oriente Médio um pregador ambulante que nos revela que Deus é amor e habita os nossos corpos. Muitos não prestaram atenção nas palavras de Jesus. Continuaram a procurar a semente fora da árvore.
Somos como a velha que abaixou a cabeça para procurar algo no chão. Outros passaram a imitá-la. Até que um jovem indagou: O que a senhora procura? Uma agulha. Ora, aqui no mercado há milhões de agulhas à venda.
Muitos já desistiam da busca quando ela acrescentou: Uma agulha de ouro. Então voltaram a procurar o precioso objeto. O rapaz fez outra pergunta: A senhora não sabe onde a perdeu? Perdi-a em casa. Em casa? E nos faz de bobos procurando-a aqui no mercado?
A velha, então, responde: Sim, procuro aqui o que perdi dentro de casa, assim como todos vocês procuram fora a felicidade e o amor que está dentro de vocês.
Colaborador: Rafael Ramos
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