Atualizado em 24/03/2012 00:00:00
De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS), o prefeito Jorge Roberto Silveira (PDT) larga atrás na preferência dos niteroienses quando diferentes cenários são apresentados para a eleição municipal. De acordo com o instituto, se as eleições fossem agora, Jorge ficaria em segundo lugar com 14% dos votos, 16 pontos atrás do secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves (PT), que teria 30% dos votos. Colado a Jorge estaria o atual secretário de Trabalho e Renda, Sergio Zveiter (PSD), com 13%, e o ex-vereador Paulo Eduardo Gomes (PSOL), com 10%. Ainda de acordo com a pesquisa os votos brancos e nulos correspondem a 18% dos entrevistados, sendo que 16% estariam na faixa de indeciso ou daqueles que não quiseram respon-
der a pesquisa.
Neves larga na frente também no PT
A primeira disputa interna do PT para decidir quem irá disputar a vaga pela legenda deu larga vantagem ao grupo político de Neves, que elegeu 70% dos delegados que decidirão no final do mês quem será o cabeça de chave do partido. Caso Neves não seja o indicado e o deputado federal Chico D’Angelo (PT) tenha o aval do partido, Zveiter toma conta da liderança com 21% das intenções de votos, seguido por Jorge Roberto com 16%, e Paulo Eduardo, com 14% da intenção de voto; neste quadro D’Angelo aparece na rabeira, com 9%. Brancos e nulos chegam a 22% e não sabem ou não respondem, 20%.
Para o niteroiense os principais problemas de sua cidade são; trânsito, com 36% de citações e Saúde, com 20%. Saneamento aparece como principal problema para apenas 6% da população e transporte público5%. A pesquisa mostra que a tragédia de abril de 2010, referente ao deslizamento e mortes no morro do Bumba, é apontada por apenas 3% da população como o principal problema que teria afetado a cidade.
Jorge Roberto Silveira afirmou
em nota divulgada para a imprensa que é cedo para comentar pesquisas com caráter eleitoral. Para ele, o marco zero, para o início das discussões em torno das eleições, são as convenções partidárias. Jorge não esconde aos mais próximos, e disse isso em entrevista coletiva no ano passado, que o governo enfrentou até agora muitas dificuldades, mas acredita numa mudança de quadro para breve.
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