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Quarta-feira , 22 de Feb 2012

Atualizado em 20/08/2011 00:00:00

Segurança Vigiada

A coluna do jornalista Merval Pereira, publicada  na edição de quinta-feira de ‘O Globo’, faz uma rápida consideração sobre a segurança pública no Rio. Num trecho Merval afirma  (como é de conhecimento de alguns) que a  implantação das UPPs não tem por objetivo acabar com o tráfico de drogas, mas sim com o domínio que os bandidos exercem sobre os territórios ocupados por eles. Seguindo a lógica exposta recentemente pelo delegado Mario Lamblet, da 127ª Delegacia Legal / Búzios, de que a ‘migração de crime’ é responsável direta pelo recente aumento da criminalidade na capital, bem como em cidades do interior, Merval levanta a questão que até hoje muitos cidadãos de bem se fazem. Para onde foram os bandidos expulsos das favelas do Rio pelas UPPs?  Lamblet afirmou, em entrevista dada ao PH na edição do último final de semana, que não há crime ‘organizado’ na Cidade, nem áreas nas quais o poder público deixe de entrar em função da presença de marginais. Não foi dito, e isso faz parte de uma estratégia de combate a bandidagem, que não há bandido em Búzios.
Levantamentos recentes, feitos  por órgão de segurança, indicam que cerca de vinte delinquentes, muitos vindos das favelas ocupadas do Rio, estão por aqui misturados a bandidos locais. Pode-se dizer que a Cidade está segura? Até certo ponto sim, mas esta há de ser uma segurança vigiada. Não convém às autoridades nem a população e os turistas baixarem as guardas, pois os criminosos estão à espreita.
Embora  as polícias, Civil e Militar estejam trabalhando, todo cuidado é pouco.
                                             
Eduardo Borgerth Teixeira - diretor editor chefe
 

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Trinta anos de lama

É impressionante a cara de pau desta gente que se traveste de jornalistas, fotógrafos, donos de jornal e seja lá o que mais, essa gente que se esconde há três décadas atrás do tablóide Perú Molhado, disseminando uma realidade disforme e estranha aos moradores e visitantes de Búzios.
Os trinta anos de vida torta, pontilhada de achaques, mentiras, e depoimentos de ‘personalidades’ que não têm a menor noção do que na verdade representa essa turma, não lhes credencia a nada, não significa absolutamente nada além de um lapso de tempo vivido a adular patrocinadores e distribuir calúnias àqueles que não compactuassem com seus desvios de comportamento.
Estes malditos trinta anos são apenas a expressão de um período de tempo, ao longo dos quais práticas desprezíveis, mercenárias e covardes, vicejaram, porque ninguém teve coragem, até aqui, de dizer o que deveria ter sido dito há muito tempo. Bem fez o fundador e ex-editor chefe deste jornal, o jornalista e advogado Ruy Borba Filho, ao amplificar em recente discurso, aquilo que a Justiça e toda a população de bem desta Cidade já sabia há algum tempo, sobre as relações mantidas por membros do jornal Perú Molhado com pessoas ligadas ao esquema de tráfico de drogas local. O discurso de Borba foi um marco de coragem e um aviso: “hoje é o Juiz da Cidade que vilipendiam com suas mentiras, amanhã poderá ser qualquer um de nós”, disse Borba. Da mesma forma, é um marco de coragem o texto REAL produzido e assinado pelo prefeito Mirinho Braga, publicado na coluna ao lado, no qual afirma que ter o Perú Molhado contra ele é “uma condecoração moral”.
Há três semanas atrás fui contatado por um interlocutor a pedido do ‘pessoal do Perú’ para ver se era possível fazer uma ‘ponte’ entre eles e o governo local. A intenção da turma do Perú era pedir ao Mirinho, algo em torno de 30 ou 40 MIL REAIS por mês para que PARASSEM DE FALAR MAL DO PREFEITO e da CIDADE. Frente a minha negativa em transmitir a mensagem nada republicana, sugeri que o próprio Lartigue fizesse contato com o prefeito. Dito e feito. De acordo com Mirinho Braga, naquele final de semana, foram 18 ligações do Lartigue para ele. Deste total, apenas uma foi atendida e nela seu silêncio sepulcral serviu como resposta negativa a criminosa abordagem do editor picareta.               
Diante do texto atribuído ao prefeito desta Cidade (conforme imagem ao lado) e da total perda de limites do editor Marcelo Lartigue, dos sócios e patrocinadores do Jornal Perú Molhado, é hora de deixar de atirar dardos e processos inúteis contra esse marionete imbecil, que, simulando pobreza, construiu em poucos anos - GRAÇAS AS VERBAS DOS ROYALTIES QUE SERVIRAM PARA PAGAR MATÉRIAS FAVORAVEIS AO GOVERNO TONINHO BRANCO - uma suntuosa mansão em Tucuns, colocando-a no nome de sua namorada para fugir da Justiça e não ser objeto de inúmeros pedidos de indenização.
É hora de partir para responsabilizar os verdadeiros controladores desta excrescência chamada Perú Molhado. Figuras que se escondem, ora na Ponta da Sapata, ora nos escritórios da gráfica Ediouro, ora em escritórios de advocacia que representam interesses na praia Azeda.
Deve-se dar um basta, não à opinião contrária, nem ao título, mas sim a forma criminosa como reputações vêm sendo destruídas há anos por aqueles que estão no comando deste veículo de comunicação. Temos que dar fim à apologia de drogas feita através de um  instrumento de mídia; no caso um veículo que se alimenta de uma conduta anti-social, de mentiras criminosas, vilezas, baixezas e mau-caratismo de toda sorte, MENTIRAS que agridem grande fatia da sociedade. Não advogo pelo fim do Perú Molhado. Defendo que seus responsáveis, de fato e de direito, SEJAM APONTADOS PELA JUSTIÇA  para que possam responder, com seus bens e com suas liberdades, aos inúmeros crimes que vêm praticando há tanto tempo. Esses poderosos têm que ser arrancados da trás da figura patética e praticamente inimputável que é o Marcelo Lartigue, personagem que representa a ponta mais visível deste ninho de ratos chamado Jornal Perú Molhado.
 

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Balanço 2010

Amigos.
Desde que começamos a editar o Jornal Primeira Hora, em 2004, publicamos quase 1.400 edições, sendo distribuídos na Cidade cerca de 7 milhões de exemplares que representaram algo em torno de 84 milhões de páginas impressas no formato Standart. 
Com a aquisição da JPH Editora LTDA, em dezembro de 2008, imprimi uma série de mudanças ao  produto a fim de tornar o Jornal Primeira Hora, um veículo mais moderno, leve e informativo, sem perder o foco na viabilidade econômica do mesmo. Para isso reduzi a periodicidade, de cinco, para uma edição semanal, com meta de fazê-lo mais atraente aos anunciantes (principal fonte de receita) além de enxugar custos com pessoal e logística. Paralelamente, investi em melhor qualidade de papel, melhor nível de impressão em contrato firmado com a Gráfica MEC, tendo passado a trabalhar mais, não só na confecção, mas também na revisão e diagramação das matérias e fotos. A equipe também cresceu em responsabilidade e qualidade jornalística na medida em que se familiarizou com as atribuições dos diversos setores da administração pública, bem como aspectos peculiares ao dia-a-dia da nossa Cidade.
O balanço entre as receitas e as despesas dos últimos 12 meses, mostrou que em 2010 gastamos 17 % a menos e faturamos 27.7 % a mais em relação ao ano anterior; isso sem prejudicar a tiragem nem a distribuição.
Apesar do bom resultado percentual ainda não consegui fazer do PH um negócio lucrativo; longe disso. A diferença entre receita e despesa é grande e tem sido provida graças as reservas pessoais sobre as quais avancei de forma acelerada nestes últimos dois anos.
Contrariando o discurso maledicente dos concorrentes e daqueles cujos interesses escusos nunca foram patrocinados por nosso jornal, chegamos até aqui sem ajuda de verba municipal, trambiques ou chantagens contra pessoas ou anunciantes.  Apesar das dificuldades pelas quais estamos passando, em 2010 conquistamos importantes anunciantes e graças aos novos colunistas alcançamos espaços com leitores que representam importantes segmentos da nossa sociedade. Em 2011 continuarei com as mudanças, otimizando espaços e conteúdo editorial; alguns temas recorrentes deixarão de ser publicados na versão impressa para serem objeto de publicação apenas em nosso novo e moderno site.
Lembro aos críticos que, o Jornal Primeira Hora é distribuído gratuitamente e que não há obrigatoriedade em manter uma relação que privilegie o espaço editorial em detrimento do comercial. Esse equilíbrio é objeto de constante avaliação a fim de que o jornal não fique pobre de conteúdo editorial, tão pouco pobre de conteúdo comercial, o que dificultaria a obtenção dos recursos necessários para fazer frente as nossas obrigações semanais e mensais, que não são poucas.
Na reta final deste ano, gostaria de agradecer publicamente os empresários e amigos, Nelson Eduardo Xavier (Shopping Matriz); Fernando Policarpo (Soter); Fernando Pires (Península); Philippe Meeus e Emmanuelle Meeus de Clermont Tonnerre (Insólito); Otávio e Beatriz Martins (La Plage); Clemente Magalhães e Adriana Salituro (Porto da Barra); Eduardo e Márcia Duvivier  (Condomínio Jardim do Lago); Roberto Landau (Wrobel  / Breezes);  Ana Luiza Hara (Hara Spa); Brigitta  (Brigitta Guest House); Embaixador Sérgio Nogueira Lopes (autor do livro Opinião Giratória); Negruber (Point Búzios); Celso (Bazar Cajaíba); Osmane Simas (Asfab); Ricardo e EsterValdívia (Sparramar), por este ano de bem sucedida  parceria comercial.
Devo também um forte agradecimento ao setor das imobiliárias que anunciam em nossos classificados;  Aliança Imóveis, Celso Terra, Banbú, Estella, Búzios Brasil Imóveis e Claudio Rafael. Obrigado por sua confiança e trabalho.
Aos amigos que usam de nosso produto e logística de distribuição para encartar suas peças de publicidade, nossos agradecimentos, em especial ao pessoal do Supermercados Princesa,  do PJ Center e da Engeluz.
Este mês estamos fazendo três edições mais curtas  para recuperar o fôlego e preparar uma boa edição de final de ano.
Obrigado pela sua leitura 
e confiança no nosso trabalho.

Eduardo Borgerth Teixeira   
    
 

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