Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Terça-feira , 22 de May 2012

Atualizado em 17/11/2010 00:00:00

Energéticos e risco de alcoolismo

Uma nova pesquisa, feita nos Estados Unidos, verificou uma importante associação entre o consumo de bebidas energéticas e o risco de desenvolver alcoolismo.
O estudo, que será publicado na edição de fevereiro da revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research, avaliou dados de mais de 1 mil estudantes universitários, dos quais 10,1% disseram ingerir energéticos pelo menos uma vez por semana.
Segundo o trabalho, aqueles com elevado consumo de energéticos (52 vezes ou mais por ano) apresentaram risco significativamente maior de desenvolver dependência de bebidas alcóolicas e se embebedavam mais e mais cedo (com relação à idade) do que os demais.
O estudo destaca que os energéticos contêm bastante cafeína e podem levar ao desenvolvimento de outros problemas, além da perda de sono. Segundo o trabalho, uma importante preocupação é que a mistura de energéticos com bebidas alcóolicas pode levar a um estado de “embriaguez desperta”, na qual a cafeína mascara a sensação de embriaguez sem reduzir os prejuízos causados pelo estado.
O resultado é que o usuário se sente menos bêbado do que realmente está, o que pode levar a consumir quantidades ainda maiores de bebida. “Os resultados reforçam a necessidade de maiores investigações a respeito dos possíveis efeitos negativos para a saúde das bebidas energéticas e dos riscos de seu consumo misturado com o álcool”, destacaram os autores.
“A cafeína não se opõe ou cancela os prejuízos associados com a embriaguez, ela apenas disfarça os marcadores mais óbvios desse estado. O fato de que não há regulação a respeito da quantidade de cafeína nas bebidas energéticas é desconcertante”, disse Amelia Arria, da Universidade de Maryland, um dos autores da pesquisa.
O artigo Energy drink consumption and increased risk for alcohol dependence  pode ser lido em www.interscience.wiley.com/jpages/0145-6008
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Tentativas desta terça-feira de retirar baleia jubarte encalhada em Geribá são frustradas

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Grupo teatral expõe bullying com peça e debate nas escolas

Depressão, traumas, comportamento anti-social, mortes por suicídio ou homicídio. Estas, infelizmente, são realidades que acometem pessoas que sofrem ou sofreram o bullying (palavra inglesa que significa violência física ou psicológica). A Cia Atores de Mar’, de Jacarepaguá, há seis anos viaja pelo Brasil, combatendo o problema, levando a peça ‘Bullying’ às escolas, empresas e igrejas. Encerrando a turnê pela Região dos Lagos, o grupo chegou em Búzios na última sexta-feira (22), tendo como palco o pátio da Escola Municipal Ciléa Maria Barreto, na Rasa, onde mais de 700 alunos assistiram e se reconheceram nas cenas do dia a dia escolar interpretadas por Patrick Moraes, Juliana Behla, Junior Beéfierri e Vanessa Palazzi, atores da peça.

Entre as sessões (três, uma em cada turno), o grupo encontrou tempo para conversar com o Primeira Hora. Patrick Moraes, único ator que integra o projeto desde o início, falou sobre a dinâmica das apresentações:

- Atualmente, trabalhamos com um espetáculo de 30 minutos, que são quatro esquetes. Na primeira, fazemos uma abordagem sobre o que é bullying, tipos, classificação, percentual de pessoas que praticam e que sofrem, e nas outras três são cenas que mostram apelido, discriminação, agressão física, mostrando o problema e, no final, a solução. Preferimos trabalhar ao ar livre, porque no palco fica uma coisa muito glamourosa, distante. A gente quer trabalhar no chão, com eles nos rodeando, pra olhar no olho deles.  

Faz parte do trabalho, também, que, após cada apresentação, o assunto seja consolidado através de um bate-papo com os alunos, conduzido pelo diretor e roteirista Mar’ Junior. Ele declara:

- A ideia do tema surgiu quando um aluno, na Alemanha, entrou na escola e matou algumas crianças e professores. Aquilo alertou a gente. Bullying não é só violência escolar, ele acontece em casa (aliás, é onde começa), no trabalho, na igreja, mas nós resolvemos direcionar para a parte educacional. Antes do espetáculo ter esse nome, teve outros dois. Isso porque as escolas não reconheciam esse problema. Em 2008, dei o nome que eu sempre quis, e aí é que as escolas não contratavam mesmo. Mas esse ano, depois que a mídia começou a falar mais sobre isso, a gente começou a trabalhar direto.

Mar’ Junior, que assina os textos do espetáculo ao lado do jornalista Tiago Ferreira, conta que já sofreu na pele o bullying, tanto recebendo quanto praticando. Foi por isso que buscou as artes marciais, tornando-se faixa preta. Seu prazer era derramar sangue. Hoje, com 50 anos, é um vencedor apontando o caminho para a vitória.

- O bullying é caracterizado de uma única maneira, que é a falta de amor. A solução está nos pais saberem dar amor e carinho aos filhos, para que a criança possa ter a segurança de saber que ela tem uma família.

Educador, aconselha que as instituições estimulem o serviço voluntário, que é capaz de mexer com os sentimentos e emoções de cada pessoa. Em seu discurso para o atento público do ‘Ciléa Barreto’, afirmou:

- Não estamos aqui para dar lição de moral, nem pra chamar atenção de ninguém, e sim porque queremos que o mundo seja diferente e vocês é que vão fazer esse mundo mudar.

Ao perguntar quem sofre e quem pratica o bullying, o diretor não mais se surpreende com as fortes manifestações da plateia. Mas, se depender de Walace, 15 anos, o mundo já está mudando:

- Gosto de jogar bola, e alguns amigos, às vezes, treinam mal e eu brinco. Mas sei como é ser zoado, eu não gosto. Hoje, aprendi que não se deve zoar. Na verdade, eu já sabia, mas não levava a sério. Agora, vou parar, vou brincar só até quando eles quiserem – revela o jovem, que cursa a sétima série.

Para a atriz Vanessa Palazzi, são desfechos como esse que fazem o trabalho ser ainda mais gratificante:

- Em um colégio no Rio de Janeiro, durante a conversa com o Mar’, uma menina levantou e foi pedir desculpa a outra, que ela perseguia botando apelido. Elas se abraçaram, foi muito bonito.    

 

Alguns trechos do roteiro

‘Os agressores costumam ter em média 13 a 14 anos, capacidade de liderança e gostam de mostrar poder. Na maioria dos casos são mimados pelos pais, que exercem pouca ou nenhuma supervisão pelas suas atividades (...). As testemunhas, a maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam pelo medo de se tornarem as próximas vítimas’.

‘Um detalhe curioso nisso tudo, é que frequentemente a vítima passa a ser agressora’.

‘Qual o papel da escola nesse processo? Conscientizar; monitorar recreios, pátios, banheiros freqüentados pelos alunos, permanentemente; ensinar aos alunos a conviver e a respeitar as diferenças’.

 

A Casa do Professor

O projeto só pôde chegar à cidade graças a iniciativa da arte-educadora Ana Paula Correa. Idealizadora da Casa do Professor (um lugar que abriga professores que moram longe e tem que vir à Região dos Lagos trabalhar), em Barra de São João, ela patrocinou a turnê. Além de Búzios, a Cia Atores de Mar’ esteve em Macaé e Barra de São João. Pra quem quiser contratar o espetáculo, o contato é ciaatoresdemar@gmail.com. Já o telefone da Casa do Professor é (22) 9894-1141.  

Depressão, traumas, comportamento anti-social, mortes por suicídio ou homicídio. Estas, infelizmente, são realidades que acometem pessoas que sofrem ou sofreram o bullying (palavra inglesa que significa violência física ou psicológica). A Cia Atores de Mar’, de Jacarepaguá, há seis anos viaja pelo Brasil, combatendo o problema, levando a peça ‘Bullying’ às escolas, empresas e igrejas. Encerrando a turnê pela Região dos Lagos, o grupo chegou em Búzios na última sexta-feira (22), tendo como palco o pátio da Escola Municipal Ciléa Maria Barreto, na Rasa, onde mais de 700 alunos assistiram e se reconheceram nas cenas do dia a dia escolar interpretadas por Patrick Moraes, Juliana Behla, Junior Beéfierri e Vanessa Palazzi, atores da peça.

Entre as sessões (três, uma em cada turno), o grupo encontrou tempo para conversar com o Primeira Hora. Patrick Moraes, único ator que integra o projeto desde o início, falou sobre a dinâmica das apresentações:

- Atualmente, trabalhamos com um espetáculo de 30 minutos, que são quatro esquetes. Na primeira, fazemos uma abordagem sobre o que é bullying, tipos, classificação, percentual de pessoas que praticam e que sofrem, e nas outras três são cenas que mostram apelido, discriminação, agressão física, mostrando o problema e, no final, a solução. Preferimos trabalhar ao ar livre, porque no palco fica uma coisa muito glamourosa, distante. A gente quer trabalhar no chão, com eles nos rodeando, pra olhar no olho deles.  

Faz parte do trabalho, também, que, após cada apresentação, o assunto seja consolidado através de um bate-papo com os alunos, conduzido pelo diretor e roteirista Mar’ Junior. Ele declara:

- A ideia do tema surgiu quando um aluno, na Alemanha, entrou na escola e matou algumas crianças e professores. Aquilo alertou a gente. Bullying não é só violência escolar, ele acontece em casa (aliás, é onde começa), no trabalho, na igreja, mas nós resolvemos direcionar para a parte educacional. Antes do espetáculo ter esse nome, teve outros dois. Isso porque as escolas não reconheciam esse problema. Em 2008, dei o nome que eu sempre quis, e aí é que as escolas não contratavam mesmo. Mas esse ano, depois que a mídia começou a falar mais sobre isso, a gente começou a trabalhar direto.

Mar’ Junior, que assina os textos do espetáculo ao lado do jornalista Tiago Ferreira, conta que já sofreu na pele o bullying, tanto recebendo quanto praticando. Foi por isso que buscou as artes marciais, tornando-se faixa preta. Seu prazer era derramar sangue. Hoje, com 50 anos, é um vencedor apontando o caminho para a vitória.

- O bullying é caracterizado de uma única maneira, que é a falta de amor. A solução está nos pais saberem dar amor e carinho aos filhos, para que a criança possa ter a segurança de saber que ela tem uma família.

Educador, aconselha que as instituições estimulem o serviço voluntário, que é capaz de mexer com os sentimentos e emoções de cada pessoa. Em seu discurso para o atento público do ‘Ciléa Barreto’, afirmou:

- Não estamos aqui para dar lição de moral, nem pra chamar atenção de ninguém, e sim porque queremos que o mundo seja diferente e vocês é que vão fazer esse mundo mudar.

Ao perguntar quem sofre e quem pratica o bullying, o diretor não mais se surpreende com as fortes manifestações da plateia. Mas, se depender de Walace, 15 anos, o mundo já está mudando:

- Gosto de jogar bola, e alguns amigos, às vezes, treinam mal e eu brinco. Mas sei como é ser zoado, eu não gosto. Hoje, aprendi que não se deve zoar. Na verdade, eu já sabia, mas não levava a sério. Agora, vou parar, vou brincar só até quando eles quiserem – revela o jovem, que cursa a sétima série.

Para a atriz Vanessa Palazzi, são desfechos como esse que fazem o trabalho ser ainda mais gratificante:

- Em um colégio no Rio de Janeiro, durante a conversa com o Mar’, uma menina levantou e foi pedir desculpa a outra, que ela perseguia botando apelido. Elas se abraçaram, foi muito bonito.    

 

Alguns trechos do roteiro

‘Os agressores costumam ter em média 13 a 14 anos, capacidade de liderança e gostam de mostrar poder. Na maioria dos casos são mimados pelos pais, que exercem pouca ou nenhuma supervisão pelas suas atividades (...). As testemunhas, a maioria dos alunos, convivem com a violência e se calam pelo medo de se tornarem as próximas vítimas’.

‘Um detalhe curioso nisso tudo, é que frequentemente a vítima passa a ser agressora’.

‘Qual o papel da escola nesse processo? Conscientizar; monitorar recreios, pátios, banheiros freqüentados pelos alunos, permanentemente; ensinar aos alunos a conviver e a respeitar as diferenças’.

 

A Casa do Professor

O projeto só pôde chegar à cidade graças a iniciativa da arte-educadora Ana Paula Correa. Idealizadora da Casa do Professor (um lugar que abriga professores que moram longe e tem que vir à Região dos Lagos trabalhar), em Barra de São João, ela patrocinou a turnê. Além de Búzios, a Cia Atores de Mar’ esteve em Macaé e Barra de São João. Pra quem quiser contratar o espetáculo, o contato é ciaatoresdemar@gmail.com. Já o telefone da Casa do Professor é (22) 9894-1141.  

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Bombeiros mirins recebem uniforme

Foi um sucesso o Projeto Bombeiro Mirim, realizado na Fundação Bem Te Vi para alunos da rede pública de ensino dos bairros da Rasa e Vila Verde. Durante cinco semanas, 150 estudantes entre de 12 e 17 anos, assistiram às aulas com ensinamentos diversos de primeiros socorros, combate a incêndio, ordem unida, entre outros. Nesta terça feira (19), foi realizada a solenidade de entrega de uniformes, com a presença do Coronel comandante do 18º G.B.M de Cabo Frio, Santos Pinheiro, capitão comandante do grupamento de Búzios, Marcos Vidal, da secretária de Educação Carolina Rodrigues e professores. O sargento Álvaro e o Cabo Fernando foram os instrutores do grupo. Na solenidade de entrega dos uniformes os alunos cantaram o hino nacional e o grupo foi convidado pela secretária a desfilar na festividade de aniversário da Cidade, mês que vem.

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'Empreendedor Individual' começa com bom público em Búzios

Teve início nesta terça-feira (19) e vai até quinta-feira (21), o cadastro para o programa Empreendedor Individual, do Sebrae, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Trabalho e Renda de Búzios. O objetivo é legalizar trabalhadores individuais e autônomos que trabalham na Cidade. No primeiro dia de atendimento, a procura pelas tendas instaladas na Praça Santos Dumont foi prova de que muitas pessoas querem sair da informalidade.

- Este é o caminho para a legalização – disse o comerciante Marcos Antonio da Costa.

- Estou aqui para tirar o alvará para meu estabelecimento comercial no bairro de Cem Braças – disse Marcos Ricardo Luiz S. de Moraes que ficou desempregado recentemente.

- Fiquei desempregado e estava no seguro desemprego, agora estou buscando a economia informal através da venda de sanduíches para o comércio – completou.

Roselane Beatriz, que trabalha com venda de cartão telefônico, também estava na expectativa.

- Quero saber o que é preciso para desenvolver minha  atividade com tranquilidade e estar legalizada - falou a ambulante.

 

Quem pode se tornar um Empreendedor Individual?

Qualquer profissional autônomo que fature até R$ 36 mil por ano, não participe de outra empresa como sócio ou titular, trabalhe sozinho ou, no máximo, tenha um único empregado.

 

Quais as vantagens de se tornar um Empreendedor Individual?

Ter o número do CNPJ, que permitirá o empreendedor negociar em condições de igualdade com outras empresas e com o governo, conquistando assim novos clientes, ter nota fiscal e alvará. A legalização é gratuita e simplificada, redução de custo para contratação de funcionário, abrir conta bancária, ter acesso a benefícios previdenciários, auxilio doença, salário maternidade, segurança jurídica e outros.

 

Que documentos são exigidos para a legalização do Empreendedor Individual?

Levar documento de identidade, endereço. Se for ambulante ou camelô precisará da autorização da prefeitura para exercer sua atividade nas ruas, praias, praças, etc.

 

Que impostos um Empreendedor Individual tem que pagar? E quanto custa por mês?

O Empreendedor Individual será optante pelo Simples Nacional e pagará no máximo por mês R$ 62,10 por mês, sendo a maior parte para sua própria previdência.

 

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Congresso Fluminense de Cardiologia reúne grandes especialistas em Búzios

De 21 a 23 de outubro, a Cidade receberá a 8ª edição do principal evento médico do interior do Rio de Janeiro. A Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj) realizará naquela data o evento que é considerado o maior encontro médico do interior do Estado, no qual cerca de 800 congressistas e 200 acadêmicos irão participar.  Segundo o Dr. Roberto Esporcatte, presidente da Socerj, o Congresso surgiu a partir do crescimento e melhoria da assistência no interior - com avanços tecnológicos e científicos - e da importância da integração das Regionais da Socerj com as instituições da cidade do Rio de Janeiro. - Nosso objetivo central é incentivar o bom exercício das atribuições médicas cotidianas e fortalecer a área de Cardiologia no interior do Estado, disse o Dr. Marco Antônio Teixeira, presidente do Congresso Fluminense de Cardiologia. Durante o evento, também ocorrerá a IV Jornada Integração e quatro simpósios satélites. O encontro ocorre no Hotel Atlântico. Para mais informações sobre a programação, acesse www.congressofluminense.com.br

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APAE realiza grande festa na sexta-feira

A APAE de Búzios realiza nesta sexta-feira (22) uma grande festa em comemoração ao Dia da Criança. Haverá apresentação da Trupe do Palhaço Careta;
Grupo de Dança da APAE e Show Infantil com Glorinha e Renato. O convite terá direito a pipoca, algodão doce, cachorro quente, refrigerante e bolo de chocolate. A festa começa às 13h00 e o ingresso custa R$ 5.

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