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Sábado , 04 de Feb 2012

Atualizado em 03/02/2012 00:00:00

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Um outro mundo em construção

José Dirceu, 65, é advogado, ex-ministro da Casa Civil e membro do Diretório Nacional do PT
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Europa: por quem os sinos dobram?

Guilherme Lacerda (foto) é doutor em economia - Unicamp e ex-presidente da - Fundação dos Economiários Federais (Funcef). Colaborou no texto; Jorge Arbache que é professor de economia da UNB e assessor da presidência do BNDES
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O Fim da Oposição

José Carlos Alcântara é consultor empresarial
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O Haiti é aqui

Confirmando o que já conhecíamos historicamente, o colunista Fernando Molica, do jornal O Dia, trouxe à tona a situação dos Haitianos que estão migrando para o Brasil, sendo contratados em sua maioria para trabalhar na construção civil.
Sabemos que não é simples receber toda essa gente, mas, pior seria não acolher estas pessoas que passaram por um dos maiores desastres naturais da história em seu país; seria desumano.
Reações contrárias já estão surgindo por parte de algumas pessoas, ai não podemos afirmar se é uma situação com viés racista, e se seriamos mais receptivos se os Haitianos fossem louros (as) de olhos verdes ou azuis, como comentou Fernando. Esquecemos também que muitos dos nossos compatriotas, em alguns casos parentes próximos, foram tentar a vida em outros países, sofreram e sofrem discriminação. Vemos ainda hoje na mídia, casos de preconceito contra brasileiros em várias partes do mundo. No final de 2011 o governo estimou em três milhões de brasileiros (as) que foram em busca de uma vida melhor.
Fernando ressaltou também que ‘parece que estamos vivendo uma história que aconteceu por volta de 1929, quando um importante jornal brasileiro da época estampou em suas páginas frases como: ’Não é desejável a contribuição de pretos americanos para o caldeamento de raças no Brasil, segundo o editorial ‘ um contingente preto’, em relação aos negros americanos que eram trazidos ao Pará pela indústria automobilística, neste caso a Ford.
Como diz um provérbio popular antigo: ‘ o povo tem memória curta’. Esquecemos que basicamente nosso país foi formado pela imigração, forçada ou voluntária. Os Haitianos são meramente pessoas que por ter um país destruído não têm opção a não ser buscar a sobrevivência em outros lugares. Trata-se de uma questão humanitária, eles não estão aqui em busca de uma vida melhor, ou ocupar espaço de quem quer que seja, pois os empregos na construção civil estão sobrando e não temos pessoas para ocupar estas vagas, estão aqui por uma necessidade, para sobreviverem. Não adianta o país se transformar na sexta economia do mundo, apesar das desigualdades ainda existentes, se o nosso pensamento não evoluir junto com o desenvolvimento. Caetano Veloso e Gilberto Gil compuseram a música ‘Haiti’ e tem um texto que diz que:
‘Pense no Haiti, reze pelo Haiti, o Haiti é aqui’. Como essa música mostra o momento atual.
 

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O corrupto que se LIMPE

A política tem a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano. Voltaire  
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A little different view of Buzios

As many Europeans that look for a place to spend the cold months in a warmer place we have chosen Búzios, as it its wonderful place for many reasons. But what really disturbs the eyes and nose when entering Búzios is the dirt and the carelessness of some visitors and people who live and own a property in this unique paradise. It is very difficult to understand this ignorance and the attitude concerning their own rubbish.

Especially during the holiday season it is an big challenge to deal with the enormous quantity of garbage. Many seem to believe the Prefeitura will take care of it and that they pay taxes and the rest in not their problem nor their responsibility. Just yesterday (December the 31th) we saw how young people throw their beer cans out of the car into the nature. Owners who construct their houses leave the constructions rubbish in front of their walls near green areas and they seriously believe the prefeitura will take care of this. No closed garbage container are there, so hungry creatures and abandon domestic animals tear the rubbish bags and the wind blows the garbage in all directions.

People dispose their waste on private and public plots and sometimes burry it. Out of sight out of mind. Isn’t it a very short-sighted and sad attitude?

In Búzios you are punished if you cut trees in order to protect the nature, but you are not penalized to pollute the environment. It would be so important to separate the garbage. This would not only create jobs, but would also help the nature, the tourism and the reputation and the image of Búzios. It would be so important everyone takes care of it’s own rubbish and to educate everyone about the consequences of littering the earth.

In France there is a tradition to clean the property end of the year to welcome the New Year. If every property owner and tenant would just clean a few meters around where they live and feel responsible, Búzios could be a much nicer place. One should not wait for a miracle to happen, just do it yourself. Happy New Year.

 

Regards, Rachel Haeni - Hauptmann

 

visual reflection atelier für werbung,

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rachel haeni-hauptmann

weinberghöhe 36a ch - 6340 baar/zug

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2011 ? Um ano proveitoso para Búzios

Guilherme Barcellos é professor e escreve na Coluna Afro Búzios do PH
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