Atualizado em 04/09/2010 00:00:00
A água é o elemento primordial
para qualquer ser vivo e a
qualidade da água que consumimos
é fundamental para nossa
saúde.
Após estudos fundamentados,
o Departamento Nacional
de Produção Mineral (DNPM),
órgão gestor do patrimônio mineral
brasileiro, no qual se inclui
a água mineral, recentemente
vigorou portaria que determina
que o prazo de validade dos
galões de 10L e 20L de água mineral
é de no máximo três anos.
Devido ao desgaste do constante
transporte nas trocas, condições
climáticas, de
armazenamento e qualidade da
água que é engarrafada.
A partir do dia 19 deste mês,
todos os galões plásticos
retornáveis deverão sair de circulação
em três anos, contudo,
até junho, diversos recipientes
destes foram tirados do mercado
com prazo de validade expirado,
e o Procon continua fazendo
esta fiscalização.
O DNPM afirma que os
garrafões retirados do mercado
vão para destinos próprios para
reciclagem, e não podem voltar
a ser reutilizados como recipiente
de águia mineral como determina
a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária. A responsabilidade
da retirada das embalagens
de circulação é das
engarrafadoras.
Qualidade da água
A água engarrafada tem validade
e o prazo de validade
dos galões é de três anos,
sendo que dependendo da
qualidade da água ela pode ser
ainda menor, haja visto que alguns
galões, que não chegam
a alcançar este prazo, visivelmente
mostram baixa qualidade
do produto, deixando
leve camada,
que aparenta lodo,
no fundo do recipiente.
Algumas empresas
deste seguimento
já se adiantaram
no tempo e através
de pesquisas conseguiram
alcançar um
produto ecologicamente
correto e o
principal, que proporcione
a melhor
qualidade possível
do produto para o
consumidor, como é
o caso da Lindoya.
Na Região dos Lagos
o Distribuidor
Exclusivo tem seu depósito em
Búzios, o empresário Rogério
Ribeiro ainda certifica que a
Lindoya tem evoluído não apenas
na variedade e hegemonia
de seus produtos, mas também
na qualidade e diversidade das
embalagens.
Um exemplo pode apontar o
dinamismo desta marca, a nova
embalagem de 20L, não contém
polietileno na composição do
garrafão, material este bastante
poluente, além de que é muito
mais resistente e higiênico,
já que no garrafão não é sentido
nenhum alto relevo, o que
pode ajudar a acumular impurezas
dependendo da qualidade
do liquido que ali se armazena.
O empresário Rogério Ribeiro,
muito conhecido na Cidade,
ainda lembra que o custo benefício
é comprovado, já que os
produtos da Lindoya que
comercializa são de alta qualidade,
tanto da matéria prima
quanto da embalagem. Para um
consumidor que costuma pagar
aproximadamente R$ 2,50 em
uma garrafa de 1,5L, também
pode pagar entre R$ 6,00 e R$
8,00 em um garrafão de 20L.
Rogério também apresenta
outra novidade nos produtos
Lindoya, recentemente patenteou
o garrafão de 20L com
alça, um diferencial que só a
Lindoya tem.
Brava Distribuidora de Água
Rua 08, s/n° - Lote 02
Quadra E - Manguinhos
(atrás da Escola Nicomedes)
Búzios - Telefone:
22 2623 4204
bravadistribuidora@yahoo.com.br
Psicanalista Gloria Portela,
O Senado Federal aprovou quina-feira (8), por 49 votos a favor, quatro contra e três abstenções, Proposta de Emenda à Constituição do Deputado Federal Antônio Carlos Biscaia (PT) que dá nova redação ao § 6º do artigo 226 da Constituição Federal, que dispõe sobre a dissolubilidade do casamento civil pelo divórcio (PEC 28/2009). A emenda põe fim à exigência de separação judicial prévia por mais de um ano ou de fato por mais de dois anos, acelerando e simplificando a dissolução jurídica do casamento. Pelas regras vigentes, um casal que decide desfazer a união precisa, primeiro, se separar para, depois de dois anos, estar apto a se divorciar. A PEC aprovada permite o divórcio direto, pois acaba com essa etapa de separação e faz com que o casal se divorcie em apenas um ato. O Senado convocou sessão conjunta do Congresso Nacional na próxima terça-feira (13) para promulgá-la.
O otimismo do lojista em relação à seleção brasileira na Copa do Mundo está gerando um prejuízo em torno de R$ 85 milhões. Esta é uma estimativa da Fundação Getúlio Vargas. Lojistas de todo o País estão com estoque de camisas, bandeiras, cornetas e outras dezenas de produtos verde-amarelos. O que ainda não foi para o depósito para ficar guardado até o próximo Mundial está em liquidação, na tentativa de conquistar alguns retardatários mais patriotas.
De acordo com o professor de marketing de varejo da FGV Daniel Plá, que também é diretor da Associação Comercial do Rio de Janeiro, os lojistas estavam esperando vender ainda muitos produtos verde-amarelos. Para o responsável pela estimativa, até a indústria de televisores deve ser afetada pela eliminação da seleção, uma vez que os lojistas esperavam que as vendas continuassem aquecidas até o encerramento do Mundial.
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