Região dos Lagos e Norte Fluminense

Quarta-feira , 08 de Sep 2010

Atualizado em 04/09/2010 00:00:00

?Não? à comercialização de placas de candidatos. Não venda seu voto

Nunca dê a esses aproveitadores de plantão a oportunidade de tomarem ?posse? da sua dignidade e cidadania. Não faça leilão do seu voto
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A Educação nossa de cada dia

Por mais que se gaste na educação, ainda será pouco (Darci Ribeiro)
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O ?Império? da guerra progride com as desigualdades

A guerra, a princípio, é a esperança de que a gente vai se dar bem; em seguida, é a expectativa de que o outro vai se ferrar; depois, a satisfação de ver que o outro não se deu bem; e finalmente, a surpresa de ver que todo mundo se ferrou. (Karl Kraus)
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?Notas altas em avaliações educacionais não significam uma Educação melhor?

Professores devem ser testados quando ingressam na carreira, para o gestor saber se ele tem habilidades e conhecimento necessários (Diane Ravitch)
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Em quem não votar

O voto foi e sempre será a ‘arma’ do cidadão, basta saber usar no momento oportuno!

Vários aspectos têm corroborado para que o processo eleitoral esteja cada vez mais distante do eleitor. Não existe entusiasmo por parte deste.
 As eleições são uma das faces da democracia, mas devido à prática de alguns políticos,  diversas notícias têm sido reproduzidas na mídia que em muito têm desestimulado os eleitores. Tudo de negativo tem se tornado bandeira de alguns políticos, preocupados somente com o próprio ‘bolso’.
Talvez você não se interesse absolutamente por política e ache realmente um saco todos estes programas eleitorais, desde propaganda política (que é um saco mesmo) até as mesas redondas e os debates.
Talvez você esteja tão de saco cheio dessa cambada de dirigentes idiotas e corruptos (salvo raras exceções), que pense, sinceramente, em jogar seu voto no lixo com o primeiro número que passar pela cabeça na frente da urna.
Talvez você tenha resolvido votar no mais simpático, porque, no final das contas, quando chegam aos seus postos, todos eles acabam sendo a mesma porcaria.
Talvez você nunca tenha visto uma urna na sua frente e resolveu que seu primeiro voto é mais um ato experimental do que importante responsabilidade democrática.
Talvez você não entenda nada de política e resolva pedir um nome emprestado ao seu amigo ou parente para votar de acordo com alguma coisa próxima ao seu mundo pessoal.
Talvez você realmente esteja se lixando para as eleições e escolha qualquer nome na última hora porque, afinal de contas, você vai ter que ir até lá de qualquer jeito.
Se você se enquadra em algum destes casos ou em algum quadro parecido, tudo bem. É o seu direito. Todo mundo tem o direito de não querer, não saber, não gostar, não acreditar ou, simplesmente, não se interessar.
Mas temos que ter o entendimento que nos tornando apolíticos, estaremos concordando com tudo o que está ai. Não podendo reclamar, participar e muito menos emitir qualquer comentário a respeito do processo político, pois quem não participa, não pode se manifestar.
Mas se para você tanto faz realmente, ou que ainda acredita que algo ainda pode mudar, a atenção deve ser redobrada. Não precisa ir muito longe, basta fazer uma reciclagem mental do que esses candidatos construíram na esfera social e politicamente correto em sua trajetória, seja ele iniciante ou não ou ir mais além. Entre no Google.
Antes de votar, pelo menos digite o nome dos caras no Google e veja o que sai sobre eles. Você não vai saber de tudo, mas pelo menos vai descobrir em quem não votar.
Caso você tenha um tempinho a mais, você também pode dar uma olhadinha no site Transparência Brasil. Clique no quadradinho ‘excelências’ e digite o nome dos ‘elementos’ no box de busca. Você vai descobrir muitas coisas interessantes.
Sabendo em quem não votar, você já vai estar ajudando bastante.

É possível fazer acontecer!
 

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Haiti: ‘A escravidão que insiste em prosseguir com a sobra da sociedade infantil’

Como já comentamos aqui neste espaço logo no início da catástrofe no Haiti, a escravidão infantil tomou forma e ocupa imensos espaços.

Algumas famílias adotam crianças órfãs ou não, numa clara intenção de adquirir um ‘prestador de serviços’, aproveitando a miséria alheia deste país que, segundo a ONU, perdeu aproximadamente 250 mil pessoas e que tem mais de um milhão de desabrigados.

As crianças adotadas se tornam uma espécie de serviçal em tempo integral, e estes, os ‘novos escravocratas infantis’ se colocam numa posição de ‘salvadores’. Crianças seminuas circulam pelos acampamentos, e são conhecidos como rest’avec (fique com você), que ficam com os restos, e quando adotados, voltam à condição de escravos.

Tornou-se uma questão cultural, agora com um agravante, as sobras. Primeiro são alimentados os homens da casa, depois os filhos e mulheres e se sobrar come o rest’avec, que alimentado ou não, é responsável pela limpeza e afazeres domésticos. Limpam a casa, buscam água na bica, cuidam das outras crianças da casa e por ai vai. Crianças a partir de três a quatro anos são forçadas a trabalharem num país onde a mortandade infantil atingiu o índice de 58,7 para cada mil crianças nascidas. Centros sociais estão sendo criados na tentativa de conter situações como essa, numa triagem e observância mais longínqua da criança adotada, mas ainda é pouco. Para se ter uma ideia, no Brasil, o índice é de 21,86 para cada mil, e o governo tem trabalhado muito para estancar este número, considerado altíssimo.

Uma nova condição insiste em continuar no Haiti, arrasado pela miséria e fome, a ‘escravidão infantil’, fomentado também por aproveitadores que se escondem atrás de bandeiras e origens, mas que não se cansam da tarefa de estabelecer e aumentar seus domínios e dominados numa frenética disputa visando à ocupação de espaço e poder territorial, naquele país sofrido, onde mais uma vez o Imperialismo está de corpo inteiro.

Rota escravista

Brilhante a iniciativa do professor e vereador Felipe Lopes de oficializar nas atividades culturais, turísticas a ‘Rota Escravista’. Esta indicação visa a contribuir com a história de nossa Cidade, pois muitos chegam a este Município e vão embora sem conhecer a rota dos escravos, que integra parte importante da história, cultura e formação do nosso povo. Cabe, agora, prosseguir numa maior interação com a associação de quilombolas da Rasa, pois pode ser criada alguma ação local/pública, visando ao trabalho e à renda daquela comunidade. Em iniciativas como esta, conte conosco vereador, sugerimos, inclusive, que se transformado em lei, seja também estendida aos alunos da rede pública do nosso Município.

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