Atualizado em 04/02/2012 00:00:00
O tema que hoje abordo, mesmo sendo inerente ao tabagismo, tem o foco de outro ângulo. Abordo a urgente necessidade de maior rigor antitabagista nas fronteiras vigiadas pelo Exercito e pela Policia Federal Brasileira. Pode ser estranho ou polêmico, porque alguns de nossos leitores, pouco entenderam porque de uma cidade como Armação dos Búzios, tão longe das fronteiras, que o Brasil tem com vários outros países aqui da America do Sul, devemos nos preocupar com elas.
Em minhas ultimas matérias, contra o tabagismo, abordei novas Leis, aumento de impostos, os novos valores, enfim, tudo que pode diminuir e inibir o consumo de velhos tabagista e tornar pouco atrativo á crianças e jovens, que em outros países pelo mundo a fora, também atraem até crianças de oito anos de idade a esta maldita dependência. Mesmo estando satisfeitos com a medida, que começou com a edição da Medida Provisória 540, dentro do plano Brasil Maior, que basicamente, como redundantemente temos aqui nesta coluna afirmado e vamos continuar repetindo, é boa porque prevê o aumento de carga tributária do cigarro. É indiscutivelmente mais um avanço. Todas as medidas que aqui reportamos caro leitor, reportam argumentos bem fundamentados das pesquisas que semanalmente fazemos da literatura disponível, sendo em nossa ótica, importante também porque está associada diretamente com o que mais focamos, à saúde pública. São pesquisas que revelam que estudos sérios, feitos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que mostram e provam com números de recentes estatísticas que o aumento do preço e dos impostos sobre os cigarros é uma das medidas mais eficazes para a redução do consumo e um poderoso desestímulo à iniciação dos jovens. Isso porque, explico, o alto preço acaba não só atingindo o consumidor, que pode reduzir o consumo ou pensar em parar de fumar, mas principalmente os jovens, que deixam de ter acesso a mais um nocivo, produto fácil e barato. Entendam, com o produto barato, eles, crianças e jovens, têm mais facilidade em começar do que se o produto não for tão acessível economicamente. É, pois o motivo maior que nos leva a apoiar esta medida provisória 540. Na certeza que tendo dado certo em outros países também dará em nosso país se Deus quiser e a fiscalização atuar, digo autuar os infratores.
A esta altura da matéria o leitor pergunta. E sobre o titulo da matéria, o que mais tem a informar? Eu simplesmente conto, que foi vendo por acaso a matéria feita pelo repórter global César Tralli, denunciando como acontece o contrabando de cigarros do Paraguai para o Brasil. Ele descobriu, e não os nossos órgãos de inteligência pasmem! De onde saem os maços que abastecem o mercado clandestino no país a preços competitivos e bem baratinhos: Paraguai. Eles entram no Brasil por fronteiras desprotegidas. A reportagem mostrou o centro de Campinas, próximo interior da capital de São Paulo, um camelódromo com centenas e centenas de barracas vendendo maços de cigarro contrabandeados; nestes casos os preços destes produtos, sobre os quais não incidem imposto algum, são muito mais em conta; a quantidade de marcas é outra coisa que também chamou nossa atenção. O que é muito estranho é nossas autoridades aparentemente não saberem de nada. A matéria foi construída de forma a revelar uma pratica até aquele momento desconhecida do poder público.
Consideramos o contrabando de cigarros como grave ilicitude. Marginais estão, neste exato momento, cometendo crimes que poderiam ser comparados a delitos mais sérios como é o tráfico de armas, e de outros tipos de drogas.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem administração própria e independente. Matérias antigas desta coluna podem ser encontradas no site www.jornalprimeirahora.com.br. Neste início de 2012, recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, doe o objeto velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool e das demais drogas. O SOS CRER-VIP transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687 e 9224-1475). Visite nosso site-domínio: www.crervip.org.br
Terceira parte:
Quando a nova Lei antitabagista entrar em vigor e pegar mesmo, já nestes primeiros meses de 2012 como anunciei na matéria da Edição 1448 do nosso JPH, até a exposição dos malvistos cigarros ficarão proibidas se no local permitido a sua exposição, não existir advertências sanitárias, bem como da tabela, com o reajuste do imposto e o estabelecimento de um preço mínimo já programado.
Com estas medidas, certamente o preço do cigarro subirá cerca de 20%, em 2012, chegando a 55% até 2015. Os fabricantes também ficaram obrigados a incluir mensagens sobre os malefícios do fumo em 30% da área frontal dos maços de cigarros, mas isto, (não se sabe por que), só acontecerá a partir de 1º de janeiro de 2016.
A combinação do aumento do tributo com a regra de um valor mínimo ataca as duas frentes para a redução do consumo: preço de um lado doendo no bolso do consumidor e combate à pirataria do outro, já por muitas vezes prometidas pelo governo federal. Medidas como essas reforçam a liderança do País no enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis e atendem às determinações previstas na Convenção - Quadro para o Controle do Tabaco – Para quem não sabe a Convenção – Quadro é uma convenção que existe sobre o tratado internacional do qual o Brasil é signatário. Meu amigo Aroldo é leitor de carteirinha do JPH, via internet em São Paulo, e via e-mail me mandou a informação que o diretor geral do INCA, Luiz Antonio Santini, que já citei em outra matéria, comentou em um Jornal Paulista que, a sanção desta nova Lei, é um grande marco para o controle do tabaco no Brasil, visto que diversas iniciativas para a redução do tabagismo recomendadas na Convenção-Quadro foram atendida em uma única medida governamental. Declarou ainda que na mesma data 17/12/2011, o Governo criou um grupo para fiscalizar a aplicação da lei e principalmente para detalhar a sua aplicação que até baniu os fumódromos e restringiu com novas exigências a propaganda nos pontos de venda de cigarro no País.
O importante é que este grupo, interministerial, também vai discutir a criação de uma campanha de conscientização da lei antifumo. Há perspectiva de que também haverá um decreto que indique os valores de penalidade e defina quem vai aplicar e fiscalizar a lei. A regulamentação deve ser publicada no mês de março deste ano. Outro ponto da pauta do encontro, que ele ressaltou, foi a proposta de uma mobilização nacional e que sirva para a população em geral se informar sobre a Lei e os avanços para melhorarmos a saúde pública, que vai de mal a pior e que o próprio Paulo Solmucci, Presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, disse acreditar que os fumódromos clássicos vão ser desativados, mas que há outras dúvidas. “Enquanto não for regulamentada, não se sabe exatamente o que é cumprir a lei. Varanda é lugar fechado? “Em nosso entendimento, não, declarou ele; mas na nova Lei sim. As restrições ao tabaco da nova Lei proíbem o fumo em locais fechados em todo o país, públicos ou privados. O texto também prevê aumento na carga tributária dos cigarros, para aumentar o preço mínimo de venda do produto no varejo, como no inicio da matéria citei e ainda ficou estabelecida em 300%, a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro. As propostas de restrição ao tabaco serão regulamentadas por decreto do governo federal. Não há previsão de data. Por isto esperamos que o ano de 2012, possa ser um marco na luta contra o tabagismo no Brasil.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem administração própria e independente. Matérias antigas desta coluna podem ser encontradas no site www.jornalprimeirahora.com.br. Neste início de 2012, recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, doe o objeto velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool e das demais drogas. O SOS CRER-VIP transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687 e 9224-1475). Visite nosso site-domínio: www.crervip.org.br
Segunda parte
Com esta matéria pretendo complementar algumas das informações, que reportei na anterior, que ao contrario anunciou estar aumentando o numero de pessoas que se libertaram do tabagismo. Explico o fato de literalmente estar diminuindo o numero de dependentes do tabaco, entre os mais inteligentes e ou educados que mais estudaram, não é o prenuncio que os “inocentes” fumantes passivos estão a salvo. Ao contrario eles continuam abandonados pela falta de uma política publica de claro esclarecimento, que de imediato produziria relevantes resultados a saúde com os naturais benefícios da prevenção do fumo passivo. Será que os pais já sabem que os filhos de pais e mães que não fumam terão maior probabilidade de não serem fumantes; que os empresários já observaram o aumento de produtividade em ambientes de trabalho onde rigorosamente não é permitido fumar; que a instrução mais elementar que todo o corpo de bombeiros esclarece é que em ambientes onde não é permitido fumar têm menor risco de incêndio e outros acidentes; que todas as pessoas que por felicidade frequentam ambientes onde não é permitido fumar têm menor custo na manutenção para com a saúde deles; que na verdade as restrições atuais para fumar em qualquer ambiente publico, estimulam em todo o nosso país os tabagistas em todos os níveis a diminuírem o número de cigarros consumidos e que por muita das vezes se transformam em fator fundamental para muitos pararem de fumar.
A pergunta, no entanto que sempre recebo é: O que e como devemos fazer para evitar riscos e diminuir substancialmente o fumo passivo nos ambientes já eleitos como não sendo locais permitidos ao uso de qualquer tipo de tabaco? Recomendo colocar em locais bem visíveis e em destaque todas as leis de restrição de fumar em ambientes públicos fechados, escolas, hospitais, bibliotecas, ônibus, restaurantes etc.. Que procurem por todos os meios o maior numero possível de informação e múltiplos aconselhamentos sobre fumo passivo. Argumente esclarecendo as consequências do fumo passivo em crianças inocentes expostas diariamente à fumaça do cigarro e como consequência têm maior risco de apresentarem doenças infecciosas do trato respiratório, tais como bronquite, gripe e pneumonia, asma, doenças cardiovasculares, distúrbios de comportamento, o natural desenvolvimento neurológico e até serem tomado por um câncer, principalmente pulmonar. Todos estes efeitos são muito semelhantes aos descritos em adultos, mas as crianças são mais suscetíveis à toxicidade da fumaça do cigarro por serem imaturos em sua constituição. A verdade maior é que filhos de fumantes parecem ter dificuldade de aprendizado, atraso no desenvolvimento da linguagem e maior numero de problemas de comportamento, como hiperatividade, distúrbios de conduta e desatenção. O pior é que além de todos estes malefícios, anunciados em toda a literatura disponível, as crianças que são fumantes passivas têm mais chances de tornarem-se fumantes no futuro. Aqui vale lembrar também as conseqüências que o fumo passivo provoca em adultos. Vejamos: As principais manifestações clínicas em fumantes passivos adultos são: Sintomas respiratórios em pacientes sadios e exacerbação de efeitos irritativos em pacientes alérgicos. Substancial aumento da taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares e com índice que variam de 25 a 35%, de câncer de pulmão, desenvolvimento em grande percentual de câncer do colo do útero, boca, garganta, laringe, bexiga esôfago, rim, pâncreas, tireóide, mama e cérebro. Asmáticos expostos à fumaça do cigarro têm maior risco de dispnéia ou a chamada, falta de ar. Podem observar sem erro, as principais queixas físicas apresentadas pelos fumantes passivos são: Ardência ou queimação das mucosas com irritação ocular e da garganta, náuseas, cefaléia, espirros, congestão nasal, rinite e tosse. Conclusão se no ambiente que você vive existe um tabagista, o oriente sobre os seus direitos e lembre os deveres dele.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem administração própria e independente. Matérias antigas desta coluna podem ser encontradas no site www.jornalprimeirahora.com.br. Neste início de 2012, recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, doe o objeto velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool e das demais drogas. O SOS CRER-VIP transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687 e 9224-1475). Visite nosso site-domínio: www.crervip.org.br
Primeira parte:
É muito bom poder, desta pequena trincheira de luta sem trégua contra todo o tipo de dependência química, poder anunciar substanciais vitorias sobre os índices de tabagistas no mundo e principalmente no Brasil. Vitoria obtida graças à mobilização de vários seguimentos que em todo o nosso país, comprometidos em salvar pessoas de mortes e doenças evitáveis, que a mais de 10 anos começaram a se interagirem.
Em 1987 uma publicação da OMS, expressivo órgão das Nações Unidas, fez revelações estarrecedoras, exclusiva sobre o numero de mortes que o tabagismo estava provocando em todo o mundo. No Brasil esta publicação, com maior ênfase deu inicio a inúmeras medidas e ações antitabaco de ONGs e inclusive de imediato, produzindo uma saraivada de critica ao engessamento que se encontrava a politica publica antitabagista do governo federal. Tanto que também de imediato, que pese o esquisito nome da pesquisa, iniciou o governo já em 1988 uma outra Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição, que foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cujo resultado anunciado em 1989, apontava que em 1988 havia 34,8% de adultos fumantes no Brasil. Em 2010 uma outra pesquisa revelou noticias animadoras, mas que pouco foi divulgada. Nesta, considerando o mesmo universo de brasileiros, 15,1% da população adulta estaria atingida pelo tabagismo, uma redução expressiva em relação a pesquisa de 1988. Alguns acham que já somos vitoriosos. Ledo engano há muito ainda o que fazer, pois se os dados do IBGE já revelaram que no ultimo censo (2010) nossa população atingira 190,7 milhões de habitantes e que segundo outros dados obtidos neste mesmo censo as estimativas, indicam que em 2025, a população deverá atingir 228 milhões, imagine a quantidade de tabagistas ativos ainda existirão e multiplique pelo número de fumantes passivos (não contabilizados nas estatísticas). O resultado será uma soma espantosa de pessoas expostas a risco de morte, sujeitas a vários tipos de doenças ligadas diretamente a dependência do cigarro.
Ainda de acordo com pesquisas, nos últimos cinco anos, a queda mais consistente nos índices de tabagismo sobre a população, foi observada nos homens, principalmente com nível de escolaridade maior. Os homens em geral fumam mais do que as mulheres. Outro indicativo positivo é que número de fumantes passivos (muitas deles, crianças inocentes expostas ao vício dos pais) também diminuiu no último ano. Esse indicador começou a ser avaliado a partir de 2009, quando a pesquisa apontou que 13,3% dos brasileiros não fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa. Em 2010, o índice baixou para 11,7%. Outro viés muito importante na análise dos dados de tabagismo no Brasil diz respeito à escolaridade. Quanto menor o tempo de estudo, maior a chance de estas pessoas serem fumantes. Queremos também ressaltar: Anima-nos mais divulgar que a presidente Dilma sancionou mais uma lei que proíbe o fumo em locais fechados em todo o País, sejam eles públicos ou privados e de fato, podemos nos alegrar, pois houve uma mudança na legislação que foi publicada dia 15 de dezembro de 2011 no Diário Oficial da União. A sanção da lei agora proíbe até os fumódromos e em seu novo texto também prevê aumento na carga tributária dos cigarros, além de fixar preço mínimo de venda do produto no varejo. Fica estabelecida em 300% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro. O aumento no preço do produto estava previsto para o início de 2012.
Com o reajuste do imposto e o estabelecimento de um preço mínimo, o cigarro subirá cerca de 20% em 2012, chegando a 55% até 2015. Tudo em nosso entender representa um avanço, uma vez que tais medidas devem contribuir para frear o consumo de cigarros no Brasil. Para o atual ministro da Saúde, ‘a luta contra o tabaco tem que ser incansável por aqueles comprometidos com a saúde pública do nosso país’. Ele ressaltou que a meta estipulada pelo Ministério da Saúde é reduzir o número de fumantes em diferentes grupos, principalmente a iniciação de adolescentes e adultos. ‘A expectativa é chegar a 2022 tendo reduzido a prevalência de fumantes de 15% para 9% na população adulta’. A abordagem sobre esta nova Lei e seus benefícios em prol da qualidade de nossas vidas, continuará na próxima edição.
Em tempo: Meus agradecimentos ao Fernando Naxcimento, meu interino substituto na edição anterior, competente artista plástico, escritor e membro do Conselho Editorial do nosso JPH.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem administração própria e independente. Matérias antigas desta coluna podem ser encontradas no site www.jornalprimeirahora.com.br. Neste início de 2012, recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, doe o objeto velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool e das demais drogas. O SOS CRER-VIP transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687 e 9224-1475). Visite nosso site-domínio: www.crervip.org.br
Fernando Naxcimento, interino
Caros leitores da coluna AS DROGAS MATAM, recebi do nosso prezado José Gonzaga a incumbência de substituí-lo nesse espaço, logo no primeiro número de 2012 do nosso Jornal Primeira Hora. Fundador e Titular dessa coluna há sete anos, Gonzaga está impossibilitado de se comunicar com o Jornal. Coluna pronta para inaugurar o ano de 2012 e brindar, mais uma vez, aos seus inúmeros leitores com outro texto de alerta e ensinamento, e que certamente versaria contra algum tipo de droga, entre todos os tipos de drogas que assolam sobretudo a nossa infância e adolescência, José Gonzaga foi vencido, pela primeira vez, por uma falha de comunicação! No lugar onde se encontra, com sua esposa, em pleno alto mar, no gozo de merecidas férias depois de um ano de 2011 repleto de realizações e de ações proativas, os deuses das comunicações se juntaram para obstaculizar todas as suas tentativas de fazer chegar à redação desse Jornal sua primeira crônica de 2012, nessa sua verdadeira cruzada sem tréguas contra as drogas.
Enfim, caros leitores, a principal finalidade desse texto é fazer com que os leitores do AS DROGAS MATAM não deixem de ser atendidos nesse espaço tão tradicional do Jornal Primeira Hora. Mas fiquem tranqüilos: por telefone, Gonzaga me assegurou que, já no próximo número do JPH, seus leitores poderão novamente contar com seu texto claro, seu entusiasmo e seu profundo conhecimento de causa sobre as drogas.
Então, nada melhor do que oferecer novamente aos leitores uma das primeiras lições do José Gonzaga nesse Jornal: o texto ‘As Drogas e a sociedade’, escrito para o JPH num longínquo 4 de outubro de 2005. Por uma questão de espaço, caro Gonzaga, tomei a liberdade de editar teu belo texto. Aproveito essa oportunidade para desejar um FELIZ ANO NOVO para todos os buzianos, e que Deus ilumine a nossa península e nos ajude a avançar em nossas aspirações e desejos, com muito trabalho, saúde e amor!
Além das Drogas Lícitas que, a meu ver, sem receita rigorosamente médica devem ser evitadas (já que nos tempos modernos existem drogas para todos os fins... para engordar, emagrecer, dormir, ficar acordado, excitar-se ou ficar calmo, etc.), as Drogas Ilícitas também nunca estiveram tão na moda, e esta sociedade nunca esteve tão familiarizada com sua linguagem, bem como com as ações e desfechos destrutivos das drogas nas pessoas. Os tristes exemplos também nos chegam de pessoas simples que, ao descobrirem que alguém de sua família está envolvida com drogas ou é portadora do vírus da AIDS, compram a briga e posicionaram-se contra. Muitos passam a participar de ONGs, como o CRER-VIP, que aglutinam filhos e pais na luta para conter o avanço das drogas. A maioria destas entidades não-governamentais se dedica à assistência de pessoas que necessitam de todo tipo de apoio, demonstrando assim que a discriminação e o preconceito não levam a nada.
O importante é que todos se unam na busca do
maior numero de informações possíveis. O Brasil, tido como a nação da esperança, tem que preparar novas e sadias lideranças nas escolas em todos os níveis, pois o país do futuro tem que acreditar na força e na paixão dos seus jovens; além disso, deve formar os seus campeões sem que precisem usar nenhum tipo de anabolizante ou droga... Lamentavelmente, enquanto muitas pessoas batalham pela conquista da paz, setores desta sociedade, alguns cheios de drogas e que se dizem conhecedores da questão, acham-se no direito de se sentirem os donos da verdade, únicos do assunto, dividindo e atrapalhando a união de nosso trabalho. Vivem nos ameaçando e semeando discórdias. Não valem nada, pois reportam um discurso diferente daquilo que praticam, distorcendo tudo à moda de sua própria incompreensão, na tentativa de destruir a seriedade e o respeito que esse trabalho tão importante exige. Como sociedade organizada, necessitamos, com urgência, de uma reflexão mais corajosa para nos livrarmos de nossas próprias defecções. Assim podermos, futuramente, dar nosso próprio exemplo de trabalho diante de uma questão tão séria como a das Drogas. Isso tudo depende de um mínimo de competência, para que não nos atolemos em questões inúteis, na retórica e no confortável papel de apenas fazermos parte de uma Sociedade meramente expectadora.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem administração própria e independente. Matérias antigas desta coluna podem ser encontradas no site www.jornalprimeirahora.com.br. Neste início de 2012, recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, doe o objeto velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool e das demais drogas. O SOS CRER-VIP transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687 e 9224-1475). Visite nosso site-domínio: www.crervip.org.br
O bem da verdade quero neste meu ultimo artigo deste proveitoso 2011, agradecer a todos os nossos leitores por terem compreendidos os nossos verdadeiros e sinceros propósitos. O de ocupar e dar o maior proveito possível a este importante espaço que o JPH, dedica em cada edição aos seus leitores, contribuindo para que todos tenham algumas respostas diante de um problema tão sério e presente em todas as tragédias da sociedade ‘moderna’ como são as drogas ilícitas.
Esta coluna não é contra ninguém, mesmo aqueles omissos diante da violência que a droga no contexto sociedade atual, busca capturar tantas pessoas que amamos. Neste ultimo artigo queremos reafirmar com clareza e esclarecer porque a família é tão importante para o tratamento de seus dependentes e porque a solidariedade de todos pode em muito ajudar de forma incontestável a todos os dependentes que queiram se recuperar. Mas sem nunca nos esquecermos de que o suporte maior deve vir da família. Pois é natural que será na família que eles encontrarão as maiores chances de sucesso do tratamento e que visivelmente pioram e muito, quando a família deles se afasta.
Veja porque a família é tão importante: Imaginarmos que tudo se resolverá com uma simples internação, após algumas consultas médicas ou seções psicológicas é sermos ingênuos demais, visto que a dependência química é um problema que se estruturou aos poucos na vida da pessoa, tal qual a diabete que se descuidarmos, pode se instalar em qualquer um de nós. Muitas vezes, esta duas e outras levam anos para aparecer. Cada doença tem a sua respectiva forma de se manifestar, mas a dependência química quando é descoberta constamos que muitas coisas em seus usuários já foram afetadas, tais quais o desempenho escolar, a eficiência profissional no trabalho, a qualidade dos relacionamentos, o apoio que deixa de dar a família, a confiança já não tem dos dirigentes da empresa onde trabalha e o abandono dos cuidados necessários, até para com o corpo dele. Quem decide começar um tratamento merece o apoio de todos nós, pois irão se deparar com a violência dos sintomas do desconforto da abstinência e a incerteza se terão forças para reconquistar tudo que perderam ao longo da sua história de dependência. Quando saem da abstinência o indivíduo se depara com o ultimo e mais penoso e desconhecido obstáculo. O de verem, e terem mais claramente a noção, da gravidade do seu estado. Aí por mais que deseje o tratamento, acha que as coisas serão mais fáceis do que imagina e por conta disso, se expõe a situações de risco que podem levá-lo de volta ao consumo. É dai que extrai o apelo desta ultima matéria do ano. ‘Que sejamos solidários na recuperação das vitimas do álcool e das drogas em 2012’. Pois é na volta da sua plena lucidez que todos nós deveremos ser seu próximo amigo, pois o ex-dependente sentirá a necessidade de se testar, expondo-se a situações de risco para ver se seu esforço está valendo a pena. Ele terá de ser dependente de novas e esquecidas regras que ajudem a afastá-lo da recaída. A família e os amigos deve ajudar o dependente a se afastar e evitar que ele frequente esses locais. Isso não deve ser feito como um velado policiamento ou ato fiscalizador e sim da parte de todos nós como um ato cívico, cristão, sincero e de amor. Para todos uma feliz passagem de ano e um maravilhoso 2012.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando: Cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Neste natal e fim de ano recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, dê o velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. O SOS CRER-VIP, transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687) (9224-1475: www.crervip.org.br
Boa parte de nossos leitores já sabem com toda a certeza, que é na maioria das vezes a alegria presente, mas aparente destas festas regada a algum tipo de drogas ou bebida alcoólica, indiscutivelmente o nascedouro de pequenas e grandes tragédias.
Essa infeliz tradição aos modos que são realizadas não foram criadas e mantidas por nós brasileiros, está presente com certeza na maioria dos países do mundo, porém, sempre pode ter consequências pouco agradáveis, quando as pessoas não respeitam seus próprios limites, principalmente quando usam drogas ou bebem antes de dirigir. O uso nocivo de álcool tem exercido papel cada vez mais criminoso e preponderante no agravamento das estatísticas, que por diversas vezes, não com o objetivo de aterrorizar, mas sim com o espírito de cristão e atitude cívica da parte de todos nós do JPH, a elas reportamos. Reportamos acima de tudo com o norte de orientar, prevenir e salvar vidas preciosas.
Sempre alertamos que são nestas épocas das festividades, que qualquer dependência química provoca diversos efeitos nas pessoas, tais como a desinibição social e o perigosíssimo relaxamento que acontece até com doses baixíssimas como a sonolência, a fala pastosa e se as doses tomadas forem mais elevadas também leva seus consumidores, por vezes ao coma. Os que têm juízo devem procurar entender que, apesar da severidade dos efeitos aumentarem em relação direta com o aumento do consumo de álcool ou de qualquer droga, pode haver perda de reflexos e prejuízos no julgamento crítico a partir da ingestão das primeiras doses, já que a tolerância as drogas ou ao álcool, varia de indivíduo para indivíduo. Aí acontece o que já esta cientificamente provada, ser quase meia fatalidade quando existe o perigo, separadamente ou da mistura destes fatais ingredientes.
Senhores pais fiquem atentos, as festas de final de ano são ocasiões de facilitação da oferta de drogas e uso da bebida
A ingestão seja de qualquer tipo de droga ou de bebida alcoólica, mesmo que em uso moderado, tal como, até três doses diárias para homens e duas doses para mulheres, está associada, ao ato de dirigir em velocidade excessiva e ocorrência de acidentes fatais de trânsito. O que aqui não devo deixar de lamentar é que as festas de Natal e do próximo fim e inicio de Ano, que deveriam significar apenas momentos de alegria e descontração, acabam também influenciando o consumo abusivo de drogas e bebidas alcoólicas, conseqüentemente acabam por expor a todos nós e aos seus contumazes e descontrolados consumidores, aos seus desdobramentos naturais; entre os quais, o uso da violência, repito, acidentes de trânsito, afogamentos, entre outros problemas graves.
Fica aqui então, redundantemente “repetidamente” o nosso alerta a população da Região dos Lagos para os riscos ocasionados pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas e de drogas durante as festas de fim de ano. Senhores pais fiquem atentos, as festas de final de ano são ocasiões de facilitação da oferta de drogas e uso da bebida, muitas vezes inconsciente por parte dos pais. Saibam, “o uso exagerado das bebidas nessas comemorações dá as nossas crianças, a falsa idéia de que o uso de drogas traz alegria e felicidade”. Afirmo com a experiência de milhares de entrevista feitas com crianças de até 06 anos de idade e adolescentes, reconhecendo que, na livre sociedade ocidental as festas de final de ano ocupam muitas vezes os ritos de passagem de uma fase para outra, como ocorriam antigamente com as festas de debutantes onde as meninas pensavam que era assim que se tornavam mulheres. Estes feriados de Natal e Ano Novo serão os primeiros após a implantação da lei seca e há de nossa parte, do JPH que temos responsabilidade cívica e cristã, que fizemos sem custo financeiro para a sociedade em que vivemos, matérias serias e recheadas tão somente de boas intenções, anunciando a existência desta nova Lei, que o álcool usado sem critério e as drogas sem receita medica matam e que ao reportar os nossos gritos de alerta, estávamos também exercitando a solidariedade ao próximo. Desejamos, pois, que aja com a participação de todos nos, redatores e leitores, uma expectativa geral de que a nova legislação provoque reflexos positivos nas estatísticas de um bom natal e fim de ano, auxiliando notadamente na redução das taxas de violência, homicídios e acidentes de trânsito associados ao consumo abusivo de álcool e das drogas.
*é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Neste natal e fim de ano recomendamos: Deixe de ser um cristão teórico. Ao comprar algo novo para o seu lar, dê o velho para ajudar a recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. O SOS CRER-VIP, transforma seu lixo em luxo (22-2620-0687) (9224-1475: Visite nosso site-domínio. www.crervip.org.br
Últimas Notícias
José Gonzaga
Viva as emoções sem drogas
Margareth Ferreira
Afrobúzios
Eduardo Almeida
Artigo Livre
Lúcia Elena Simas
Mundo Pet
NOTÍCIAS
JORNAL PRIMEIRA HORA
Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.