Atualizado em 04/09/2010 00:00:00
Estudo recente mostra que violência psicológica, negligência e agressões físicas contra crianças são muito mais frequentes do que o reportado pelos médicos em hospitais de emergência. Para falar sobre o delicado problema da violência na infância, a coluna desta semana recebe a autora da pesquisa, a pediatra Anna Tereza Soares de Moura, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).
Em entrevista a pediatra conta que a agressão psicológica se mostrou o tipo de violência mais comum na infância, situação que também é verificada por várias pesquisas em todo o mundo. Ela explica que essa é uma questão cultural e que gera graves problemas para a criança.
Para realizar a pesquisa, a pediatra entrevistou mães que procuraram hospitais de emergência com seus filhos. Ela fala sobre a abordagem usada, já que as mães são em geral as principais envolvidas na violência familiar contra a criança.
Moura destaca a importância do papel do médico e do serviço de saúde na identificação de casos de agressão psicológica, já que muitas vezes eles ocorrem simultaneamente à violência física e à negligência. Mas ela ressalta que o trabalho preventivo é mais importante do que o de identificação.
A pesquisadora cita ainda medidas para melhorar a situação da violência contra a criança no Brasil, entre elas, a notificação do caso ao Conselho Tutelar. Embora esta seja uma medida obrigatória, de modo geral menos de 1% de todas as agressões é reportado pelos médicos aos órgãos responsáveis.
Segundo Moura, uma das causas para esse silêncio é que a notificação ao Conselho Tutelar não é vista de forma positiva por profissionais de saúde e familiares e inicialmente é associada à repressão. Mas ela pondera: “A notificação é mais um instrumento para promover o que chamamos de bom-trato da criança.”
Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.
E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela.
Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo ‘treino’ pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseqüência, os sentimentos.
Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica. Depois me pediu para anotar:
Como manter-se jovem:
1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.
2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos! )
3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. ‘Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão’. E o nome do Alemão é Alzheimer!
4. Aprecie mais as pequenas coisas
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!
6. Quando as lágrimas aparecerem... Agüente, sofra e ultrapasse. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. VIVA enquanto estiver vivo.
7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.
8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda.
9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa
10. Diga às pessoas que ama, que as ama a cada oportunidade. E se puder pelo menos partilhe esta sabedoria com alguém!
Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico
Livre-se desta cola emocional Na língua portuguesa, a palavra apego tem até um sentido positivo. Ele é tão apegado à família..., se diz. Já o contrário, o desapego, é malvisto: ‘ele é completamente desapegado, não liga para nada...’ Mas o apego, na linguagem cristã e budista, tem outro significado. É algo opressivo, que nos asfixia e aprisiona. ‘Apego é o maior sinônimo de sofrimento e sua maior causa, sintetiza Buda’. Como perceber se estamos apegados a algo
Desapegar-se é soltar-se do laço que nos sufoca. Algo que traz alívio interno, paz de espírito, uma alegria que relaxa. O problema é que não percebemos que existe o laço. Pensamos que não podemos viver sem algo que na verdade é uma grande fonte de angústia. Apego é atribuir exagerada importância a um objeto, uma situação ou uma pessoa. Em outras palavras: apego não é uma manifestação de amor, mas de posse, um desejo incontrolável de conservar algo para sempre.
Tudo muda o tempo todo
Sofremos só de pensar em nos desapegar de algo, ficamos dependentes, vulneráveis. Nem percebemos que somos nós mesmos que atribuímos tantas qualidades e valores àquilo que nos prende, exagerando sua real importância. E fazemos isso, tanto com as pessoas a quem queremos como também com aquelas a quem odiamos. É mais fácil até nos apegarmos às emoções negativas do que às boas memórias. Podemos ficar anos remoendo algo que alguém disse e nos magoou.
As filosofias orientais reconhecem que somos uma coleção ambulante de apegos: aos nossos hábitos, às nossas pequenas manias, ao que consideramos certo e errado, ao que achamos que somos, ao ego. Simplesmente nos recusamos a mudar até que a vida dê um jeito de nos obrigar a fazer isso.
Cola emocional
Todo mundo já ouviu alguém dizer: ‘Sou tão desapegado, para mim nada tem valor...’ Nada mais falso. Desapego nada tem a ver com indiferença. É uma ilusão acreditar que o desapego é apenas uma renúncia aos bens materiais. O verdadeiro desapego é renunciar à cola que nos gruda a objetos, situações e pessoas. Podemos usufruir de tudo isso, mas sem se grudar ou se deixar aprisionar. Desapegar-se, portanto, não significa abdicar dos prazeres – ter uma casa nova, usar um belo vestido, saborear uma refeição deliciosa ou mesmo se apaixonar intensamente por alguém. Podemos ter o que quisermos, mas sabendo que também podemos abrir mão de tudo, se necessário.
Falso desapego
O falso desapego, aquele que nos faz desistir da vida e dos outros, pode esconder uma raiva profunda, um sentimento de impotência e injustiça. Nesse caso, o rótulo de desapego serve apenas como desculpa para encobrir dificuldades com o lado concreto da vida. O raciocínio é simples: já que não consigo ter os bens que desejo, renuncio a tê-los. Ou melhor, penso que desisto. Na verdade, o desejo continua existindo, só que reprimido, sufocado, gerando frustração. O falso desapego também pode ser usado como uma máscara para a arrogância. Nesse caso, as pessoas se vangloriam de sua própria condição espiritual: se julgam desapegadas, como se fossem mártires. Pode até se transformar num instrumento para manipular e influenciar os outros.
Oito passos para soltar as amarras do apego
1. Medite em que situações você se sente preso, asfixiado.
2. Reconheça seu apego. Essa consciência é vital para a mudança.
3. Procure experimentar pequenas ações de desapego. Doe objetos, desista de uma mania.
4. Participe de uma campanha de solidariedade, ajude quem está precisando.
5. Imagine-se livre de seu objeto de apego e sinta-se feliz por conquistar a liberdade.
6. Veja o que pode mudar em sua vida, sinta curiosidade por outras maneiras de viver.
7. Procure ajuda nos grupos espirituais ou de apoio psicológico, se necessário.
8. A meditação acalma a mente e essa tranquilidade é a base para livrar-se dos apegos.
O verdadeiro desapego é resultado da sabedoria, da compreensão do que é a vida. Aprendemos, por meio dos ensinamentos espirituais ou pelas nossas próprias experiências, que tudo nesse mundo é impermanente, que as coisas sempre mudam e se transformam.
Ficar grudado a situações, pessoas, sentimentos ou hábitos torna-se apenas fonte de dor, sofrimento e angústia. Compreender e aplicar esse princípio à vida nos liberta!
Luiz Gurivitz - Psicólogo sistêmico
Saiba MaisExistem cinco passos simples no caminho de Abundância que nos permitem receber Abundância e prosperidade que gostaríamos. São passos naturais de dar e receber que podemos usar em nosso cotidiano para criar e fazer circular o alegre fluxo de prosperidade e de Abundância em nossas vidas. Logo, logo, esses passos se tornarão nossa forma de viver, livre expressão de nossa alegria e prosperidade.
Como entrar no fluxo de Abundância para a sua vida:
1. Doação. O fluxo de Abundância já está em volta de você. Para entrar neste fluxo é fácil. Doe a alguém tudo aquilo que você gostaria de receber. Doe livremente, sem expectativa de receber, como se você já tivesse mais do que suficiente. Se você quer mais gentileza em sua vida, seja gentil; se você quer mais felicidade em sua vida, faça alguém feliz; se você quer mais dinheiro em sua vida, compartilhe um pouco do que você tem. Doe sem resistência, como se você já tivesse tudo de que precisa. Existe muito mais ainda que chegará para você, de onde já veio.
2. Confiança. O próximo passo é confiar e saber que você acabou de entrar no fluxo de Abundância e que agora você está alinhado com o que você deseja. Saiba que existe mais do que suficiente neste fluxo e que é muito fácil receber o que você deseja.
3. Ação. Participação é uma parte importante de Abundância. En-
quanto você está sabendo que está agora alinhado com o fluxo de Abundância do que você deseja, é também importante participar e ajudar fazer as coisas acontecerem. Continue a participar até que você esteja recebendo o que você deseja.
4. Gratidão. Gratidão é um passo vital para o fluxo de Abundância. É um poderoso magnetismo que nos mantém no fluxo e alinhados em receber todas as coisas maravilhosas que desejamos. Preencha-se todo o tempo com gratidão, até mesmo com as aparentemente simples e pequenas coisas de sua vida. Existe sempre alguma coisa pela qual podemos sentir gratidão. Quando você perceber um pouco daquilo que você deseja fluindo para você, tome um momento e agradeça pelo o que você está recebendo, mesmo que seja algo muito pequeno. Sinta-se grato, agradeça.
5. Retribua. Quando você receber uma pequena Abundância tome um momento e retribua um pouco do que recebeu; e ajude alguém a se sentir um pouco mais abundante. Quando você passar para alguém algo que você recebeu, faça livremente como se você já tivesse mais do que precisa, não esperando receber nada em troca. Quando você retribui desta forma, neste momento está reiniciando todo o processo novamente e uma vez mais e mais tomando o primeiro passo para ‘doar o que você deseja receber’. Desta forma o fluxo de Abundância continua e se desdobra mais e mais, a cada ciclo.
Você, algum dia, experimentou, ou fez, ou pensou, ou sentiu alguma coisa fora do Agora? Pensa que algum dia isso acontecerá? Acha que é possível que alguma coisa aconteça, ou seja, fora do Agora?
Nunca nada aconteceu no passado, acontece no Agora
Nunca nada acontecerá no futuro; acontece no Agora.
Aquilo que você considera o passado é uma memória, armazenada na mente, de um antigo Agora. Quando relembra o passado, você reativa uma memória - é o que você está fazendo agora. O futuro é um Agora imaginado, uma projeção da mente. Quando o futuro chega, chega como Agora. Quando pensa no futuro, você está pensando Agora. E óbvio que o passado e o futuro não possuem uma realidade que lhes seja própria.
A chave para a dimensão espiritual
Em situações de emergência, em que a vida é ameaçada, uma mudança na consciência do tempo para a presença acontece por vezes naturalmente. A personalidade, que possui um passado e um futuro, recua momentaneamente e é substituída por uma intensa presença consciente, muito serena, mas ao mesmo tempo muito vigilante. Seja qual for a resposta necessária, ela surgirá então desse estado de consciência.
No Agora não há tempo nem personalidade
A razão pela qual algumas pessoas gostam de se lançar em atividades perigosas, como por exemplo, montanhismo, corridas de automóveis ou outras parecidas é porque assim se sentem forçadas a entrar no Agora - esse estado intensamente vivo onde não há tempo, não há problemas, não há pensamento, não há o fardo da personalidade. Se esquecerem do momento presente, nem que seja por um segundo, poderão pôr em risco as suas vidas. Infelizmente, acabam por se tornar dependentes de uma determinada atividade para entrarem nesse estado. Mas você não precisa praticar esportes radicais, pode entrar nesse estado agora.
O Agora atemporal
Desde os tempos remotos que os mestres espirituais de todas as tradições apontam para o Agora como sendo a chave para a dimensão espiritual. Mas parece que isso ainda continua a ser um segredo. Não é ensinado nas igrejas nem nos templos. A profundidade e a natureza radical desses ensinamentos não são reconhecidas. Ninguém parece compreender que se destinam “a ser vividos” e a proporcionar assim uma transformação interior.
O sofrimento precisa do tempo, não pode sobreviver no Agora
Toda a essência do Zen consiste em caminhar ao longo do fio da navalha do Agora - estar tão absolutamente e tão completamente presente que nenhum problema, nenhum sofrimento, nada que não seja quem você é na sua essência possa sobreviver em si. No Agora, na ausência do tempo, todos os seus problemas se desfazem. O sofrimento precisa do tempo, não pode sobreviver no Agora. Muitas vezes, para afastar do tempo a atenção dos seus estudantes, o grande mestre Zen Rinzai costumava levantar um dedo e perguntar lentamente: ‘O que é que está faltando neste momento?’ Uma pergunta extraordinária que não exige uma resposta ao nível da mente. Destina-se a atrair fortemente a sua atenção para o Agora. Uma outra pergunta semelhante na tradição Zen é: ‘Se não agora, quando?’.
Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios. Tel. (22) 2623-1080
Os verdadeiros inimigos de nosso corpo são nossos pensamentos negativos. Creio que essa seja uma afirmação mais do que verdadeira e facilmente verificável.
Mens sana in corpore sano, já diziam os romanos. Ou seja, se a mente é saudável, o corpo também será saudável. Então, por que este conhecimento foi se perdendo? Por que continuamos achando que nossos inimigos estão fora de si? Acreditamos nos vírus, nas bactérias que causam infecções e febres... Será que não percebemos que somos nós que nos predispomos às doenças porque nosso corpo está em desarmonia funcional?
O ocidente afastou-se do pensamento holístico quando começou a examinar o homem em partes e não como um todo. Porém o homem vive de forma integrada com o meio ambiente e é dele que retira sua subsistência. No século passado demos um salto enorme rumo ao desenvolvimento industrial, porém criamos cidades caóticas que, apesar de aparentemente desenvolvidas, não nos transmitem serenidade, harmonia e equilíbrio!
O mundo material é um palco onde os pensamentos e as imagens do subconsciente tomam forma física. Se o mundo em que vivemos é caótico, teremos uma vida caótica e consequentemente adoecemos. Quando nossos pensamentos se tornam caóticos, negativos, desarmônicos, nosso cérebro secreta substâncias inerentes a esses pensamentos, que são chamados de neuropeptídeos. No entanto, esses neuropeptídeos também são produzidos pelo cérebro quando temos pensamentos positivos, quando sentimos felicidade, alegria. O que a ciência descobriu nas últimas décadas foi que na membrana de cada um dos linfócitos que defendem o corpo de bactérias, vírus, fungos, parasitas, câncer e de todas as enfermidades, existe um ponto concreto de carga que recebe os NEUROPEPTÍDEOS. A conclusão dessa descoberta é que:
‘O que importa ao sistema imunológico é aquilo que pensamos, pois os neuropeptídios transmitem as informações de nosso cérebro, não importando sua qualidade’. Outra afirmação importante é que o cérebro só cria a doença que conhece e nosso temor em ter uma doença é o precursor da criação dela.
Vocês repararam como funcionou o medo da gripe suína: quanto mais as pessoas eram vulneráveis às informações da mídia, (que informavam diariamente sobre a evolução da doença e sua mortandade), cada vez mais gente ia para os postos de saúde acreditando ter a doença! A mente humana é altamente influenciável! Devemos lembrar, portanto, que somos responsáveis pelos nossos pensamentos e sentimentos mais íntimos. As palavras - proferidas ou não - nos afetam mais do que armas. Uma ofensa pode nos matar, porque tudo isso deprime nosso sistema imunológico. Um pensamento negativo mata mais do que uma arma!
Já constatamos que o nosso sistema imunológico fica algum tempo escutando nossos monólogos internos (de raiva, mágoa, ofensas, desamor, falta de afeto, inveja, desanimo), gerados por nosso cérebro. Aos poucos os neuropeptídeos levam essas informações a cada célula, a cada órgão do nosso corpo que acabará respondendo com uma ação concreta a estas pragas danosas que irão minando seu bom funcionamento. Então surgirão dores e doenças.
No consultório costumo, porém, ir além da simples ‘supressão da dor’ porque eu acredito que se existe uma mensagem por trás da dor, então devemos compreender essa mensagem para não repetir o erro, não repetir o padrão. Caso contrário, nosso espírito não estará aprendendo nada e não evoluirá! O comportamento padrão é muitas vezes fruto de nosso sabotador interior. Existem frases, pensamentos, ditados, que ouvimos nossos pais falarem desde criança. Eles ficam impregnados de tal forma no nosso pensamento, que influenciam totalmente nossa maneira de ver o mundo. Todos nós temos uma série de bordões vindos de comerciais, músicas, assuntos da escola, que ficaram gravados em nossa mente desde a infância. Basta começar a música e você lembra logo da letra. Basta iniciar o bordão e você saberá completar. Tudo isso por causa da repetição. Grandes comunicadores e professores sabem utilizar bem essa ferramenta. Só que, normalmente, essas frases são negativas, cheias de ‘você não pode’, ‘você não é capaz’, ‘você será castigado’! Eu tive uma educação rígida em colégio religioso e minha mente vivia cheia desses ‘você não pode porque será castigado’! E a idéia do pecado, então, que tolhe nossa liberdade de escolha! Deus é amor e é somente amor, por isso a única verdade é que somente o amor cura! Amor por você mesmo, amor pelo seu próximo: este é o lema.
Conectar com seu Eu Interior através da meditação é uma opção válida, como é valido rezar, meditar, perdoar, usar terapias alternativas, fazer análise: cada um escolhe seu caminho. Eu mergulhei de cabeça na técnica das Constelações Sistêmicas e sou tomado a serviço do autoconhecimento, da não repetição de padrões e da transcendência.
Psicologia Sistêmica, atendimento à Rua das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios
Tel: (22) 2623-1080 e (22) 2623-9888
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