Atualizado em 05/02/2011 00:00:00
A reunião da Comissão Paritária entre Governo e ASFAB que aconteceu neste dia 31 de janeiro, ainda que tenha tido algum resultado, precisa ser mais dinâmica. A ASFAB apontou a necessidade de se colocar em prática os assuntos discutidos para que não se percam como palavras soltas ao vento. A ação é tão importante quanto as palavras e compromissos.
Conversamos sobre o reajuste salarial para este ano e os representantes do Governo comprometeram-se a conversar com o Prefeito para informar sobre o percentual que será aplicado aos salários dos Servidores na data base, bem como o reajuste de 1% (hum por cento) que o Governo ficou de conceder em outubro do ano passado. Quanto à recomposição (que são as perdas salariais ao longo do tempo de serviço) o Governo afirmou que fará um estudo para, através de um escalonamento, repor aquele devido valor ao salário de cada Servidor prejudicado. Foi também negociado um novo valor para o Auxílio-Alimentação que passará dos atuais R$7,00 (seis Reais) para R$9,00 (nove Reais) e que fará um estudo de impacto orçamentário para alcançar outros setores do funcionalismo. Ainda solicitamos ao Governo uma reunião específica com os secretários de Saúde, Educação e Ordem Pública para que se faça um planejamento para atender aos pedidos de Licença-Prêmio, a fim de que os Servidores gozem de seus direitos. Pedimos também providências para dar prosseguimento ao processo administrativo para a criação do Conselho de política de administração e remuneração de pessoal. Em relação ao Plano Geral de Cargos, Carreiras e Vencimentos, o Governo afirmou que nesse mesmo dia iria fazer algumas mudanças na minuta do Plano e enviaria para a ASFAB para então darmos continuidade às discussões.
De todos os compromissos do Governo nesta reunião, há um que precisa ser avaliado que é o estudo para a recomposição salarial, pois a ASFAB vem por muito tempo solicitando esta definição e até mesmo já entregou um levantamento para ser analisado pelo Governo. Esperamos que o Executivo tenha a sensibilidade para agilizar este estudo tão importante para os Servidores Públicos.
De tudo que foi falado, analisado, revisto, negociado, há que se atentar para uma situação de suma importância: resposta prática. Esta foi a tese defendida pela ASFAB nesta reunião.
No próximo dia 31 de janeiro, haverá uma reunião da Comissão Paritária entre a ASFAB e o Governo. Estamos cientes de que há necessidade de acelerarmos as demandas dos Servidores Públicos e colocar em prática os anseios dos trabalhadores.
Há duas particularidades quanto às reivindicações dos Servidores Públicos, que, portanto, é defendido pela ASFAB. Existem direitos adquiridos que precisam ser respeitados pela Administração a fim de que o trabalhador seja respeitado, tais como o 13º salarial de alguns setores do funcionalismo público; também é preciso observar a referência da insalubridade; é preciso realizar o enquadramento do pessoal da Educação, o comprometimento quanto a reposição salarial de 1% (hum por cento) do ano passado e o escalonamento das perdas dos anos anteriores, dentre outras questões administrativas. Há também direitos que precisam ser adquiridos, tais como a regulamentação de outros itens do Estatuto dos Servidores, a criação do Plano de Cargos e Carreiras e o Conselho de Administração de Pessoal. A economia na implantação do Regime Próprio de Previdência Social precisa ser revertida para a valorização do servidor, uma vez que é dele que esta sendo retirado. A Democracia favorece o diálogo entre a Sociedade Organizada e Governo, porém, não podemos ficar inertes diante dos desafios que precisam ser enfrentados, pois todos, Sociedade Organizada e Governo, sabem que estas questões da Administração Pública são problemas antigos. Além disso, a muito a ASFAB tem divulgado sobre as causas e conseqüências do caos provocado por uma ausência de um Quadro Administrativo ocupado por Servidores de Carreira.
AVISO: Reunião do Conselho Municipal de Educação dia 02/02/2011 às 14hs.
Carlos Pereira da Silva - Diretor Assistencial
Milton P. Filho - Vice-Presidente
Osmane Simas - Presidente
As Leis que amparam os trabalhadores da exploração do trabalho foram conquistadas com muita luta e esforço por aqueles que trabalham por seu sustento de cada dia. No entanto, há uma contínua e intensa atuação de forças que atuam para retirar direitos trabalhistas ou manipular a Legislação do Trabalho, a fim de prejudicar a vida dos trabalhadores. A ASFAB tem-se posicionado a defender os trabalhadores dessas injustiças. Queremos falar sobre as mudanças ocorridas com o 13º salário dos trabalhadores da Prefeitura, visto que uma boa parte dos Servidores Públicos o recebeu não estando de acordo com a Lei Trabalhista, portanto, é preciso cumprir o que a Lei diz.
Há diversos Servidores, principalmente da Saúde, da Guarda Municipal e outros que foram prejudicados e por isso são defendidos pela ASFAB que, inclusive, elaborou um Parecer Técnico fundamentando a situação deste direito adquirido pelos trabalhadores.
A ASFAB, ciente de que há uma solução para este conflito jurídico,
esteve nesta quarta-feira, dia 12/1/2011, na Prefeitura Municipal, para tratar desse assunto. No entanto, por motivo do Secretário Rafael Martins Mika, não poder estar presente, a reunião foi remarcada.
A ASFAB entende que a conquista de direitos trabalhistas é uma luta contínua, o que exige não apenas da Diretoria, mas também de todos os Servidores, uma participação ativa e coletiva na busca pela manutenção e conquista de seus direitos.
Aviso - Aos interessados na ajuda de custo universitária, as inscrições vão do dia 17 a 21 de Janeiro. Maiores informações www.buzios.rj.gov.br
Carlos Pereira da Silva - Diretor Assistencial
Milton P. Filho - Vice-Presidente
Osmane Simas - Presidente
Bem diferente dos anos anteriores, os servidores públicos de Armação dos Búzios não receberam o 13o. salário com base na média do total de vencimentos, como determina a lei. Essa informação foi dada à ASFAB em reunião realizada no dia 23 de novembro com Rafael Mika, Chefe de Gabinete do Prefeito, que faz parte do cronograma da Comissão Paritária criada com integrantes do Executivo e da ASFAB para dar mais agilidade às questões referentes aos servidores públicos municipais.
Segundo Mika, que estava acompanhado dos assistentes jurídicos, Dr. José Simão e Dra. Flora Santos, a gratificação natalina é dada em cima do salário base e que esta gratificação não pode ser concedida em cima da média, por se tratar de uma lei voltada para os Celetistas (CLT), e não para os Estatuários.
Osmane Simas, Presidente da ASFAB, concordou em relação a regra que é o mesmo de dezembro como referência, disposto no artigo 54 do Estatuto dos Servidores, mas comentou sobre as exceções que devem ser dadas. “A lei federal 4090/62, que foi recepcionada pela Constituição Federal, sendo infraconstitucional, institui a gratificação de Natal para todos os trabalhadores. Foi expedido nova regulamentação dessa lei e o decreto 57155/65 no artigo 54, que é bem didático e diz claramente como fazer os cálculos”, explicou Osmane, que informou aos presentes sobre a habitualidade que os servidores teriam direito, mas não recebem, como horas extras, adicional, insalubridade e as gratificações.
Eliel Simas, Tesoureiro da ASFAB que também estava presente na reunião, lembrou que o 13o salário deveria ser igual ao salário que os servidores recebem mensalmente. “O trabalhador deve ganhar em cima dessas variáveis, como a hora extra, a insalubridade, o adicional e as gratificações”, comentou Eliel, que disse que a Procuradoria do Município quer tirar essas variáveis dos servidores, como os Guardas Municipais, Professores e Enfermeiros, algumas das categorias que poderiam ser afetadas com esta decisão do Executivo.
“Essa confusão se dá porque a Procuradoria alega que essa é lei da CLT, e não se aplica aos servidores que são Estatutários. Porém temos a lei federal, que se aplica a todos os trabalhadores”, afirmou o Presidente da ASFAB. Cabe a entidade, como sindicato dos trabalhadores, alertar sobre a lei 7855/1989, que determina uma multa a ser paga no valor de aproximadamente R$250,00 por trabalhador prejudicado, no caso de descumprimento da lei.
A entidade não está de acordo com a postura do Executivo e vai fiscalizar as próximas decisões em relação ao assunto, tendo inclusive aberto o processo nº 13874/2010 com parecer jurídico da ASFAB sobre a matéria (que pode ser conferido no site da entidade), fundamentado em Legislações em vigor.
A V I S O S
A Asfab convida os servidores e toda sociedade para a Sessão extraordinária no dia 28 de Dezembro de 2010 ás 10:00hs, na Câmara Municipal . Assunto: Votação do Orçamento de 2011.
Comunicamos aos Servidores que o parecer jurídico da ASFAB em relação ao 13º encontra-se no site da ASFAB www.asfab.com.br e no www.jornalprimeira hora.com.br
Feliz Natal e um próspero ano Novo, para todos!
São os votos da ASFAB.
Carlos Pereira da Silva - Diretor Assistencial
Milton P. Filho - Vice-Presidente
Osmane Simas - Presidente
Como já foi falado na última “Coluna”, na quarta-feira dia 01/12/2010 houve uma Audiência Pública na Câmara de Vereadores para falar sobre o futuro previdenciário dos Servidores Públicos do Município.No entanto, esse assunto, de caráter público, precisa ser aprofundado e divulgado para a Sociedade.
O Executivo decidiu criar um Regime Próprio de Previdência Social para administrar os recursos das contribuições tanto patronais(Município) quanto dos trabalhadores(Servidores Públicos).
Há alguns questionamentos que precisam ser feitos: Como serão formados os conselhos? Qual seria o real percentual de contribuição de cada uma das partes para o equilíbrio financeiro e atuarial do Regime?Por que será que a maioria dos Municípios está seguindo essa mesma “cartilha”? Mais uma vez será o trabalhador que pagará uma dívida que não lhe pertence?Quem será o beneficiado com a redução dos repasses por parte de Município?
A Audiência Pública tem a sua importância porque permitiu o início de um debate.No entanto, há a necessidade de se discutir ainda o assunto, devido a sua complexidade, tão importante para a vida futura dos Servidores Públicos. Defender a diminuição dos repasses do Poder Público de 22% para 13% e penalizar trabalhadores aumentando a contribuição de 8% para 11% não tem a intenção de se abrir espaço para criação de cargos e novas contratações?
Defendemos o desenvolvimento social porque entendemos que somente assim se acaba com a desigualdade tão grande em nossa Sociedade.Continuar o debate sobre a Previdência dos Servidores Públicos é necessário para podermos construir um futuro com dignidade e respeito aos trabalhadores.
Carlos Pereira da Silva - Diretor Assistencial
Milton P. Filho - Vice-Presidente
Osmane Simas - Presidente
A V I S O S - Aos associados interessados no Convênio da ASFAB com o Studio MP (a Academia de Danças Marcya Pires), favor se informar sobre os horários das aulas desejadas na própria academia e se inscrever na sede da ASFAB. Ou ligar para (22) 2623-2109
A ASFAB convidatodos a participar da Campanha de doação de sangue que acontecerá dia 14/12/2010 na sede da Hemolagos em Cabo Frio os interessados deverão colocar seus nomes na lista, pois o transporte saíra da sede da ASFAB por volta de 8hs:30min.
Nesta quarta-feira, na Câmara Municipal de Armação dos Búzios realizou uma audiência pública sobre o Regime Previdenciário dos Servidores Públicos. A necessidade de se realizar um debate sobre esse tema justifica-se por permitir a todos, Poder Público, e servidores efetivos, tomar decisões fundamentadas na democracia.
Gostaríamos de ressaltar um ponto central desse debate. Quais são as vantagens e desvantagens para o município e qual proveito para os servidores estarem inscritos no Regime Geral de Previdência Social, regido pelo INSS, ou no Regime Próprio de Previdência Social Municipal? Se há vantagem financeira para o Município em algum aspecto, quais são as contrapartidas para os servidores? Uma outra questão: já observou que há uma intenção dos Governos, tanto nacionais, estaduais, municipais e até mesmo estrangeiro, em mexer no sistema previdenciário dos trabalhadores?
Um dos graves problemas que o nosso país vem passando é a falta de respeito para com a aposentadoria dos idosos, obrigando-os a passar por dificuldades econômicas. O recente Censo do IBGE comprova que houve um crescimento de idosos no Brasil. O discurso usado para defender uma mudança no sistema previdenciário baseia-se nas mudanças ocorridas no Brasil com relação ao comportamento demográfico, demonstrando que a população brasileira está envelhecendo, ou seja, nascem menos pessoas e há cada vez mais idosos, o que há a necessidade de se reformular o sistema previdenciário.
No Brasil já tivemos uma mudança no sistema previdenciário pelo qual a população brasileira teve que trabalhar e contribuir financeiramente por um maior período de tempo e, por isso, aposentar-se com mais idade, o que se deduz que estas pessoas usufruirão por menos tempo de aposentadoria. É importante dizer que aqueles políticos que aprovaram esta reforma previdenciária aposentaram-se com privilégios e a maioria da população que é explorada pelo trabalho recebe muito mal uma aposentadoria de um salário mínimo.
Observa-se que há uma proliferação pelos municípios do Estado do Rio de Janeiro dos Fundos Previdenciários para os trabalhadores dos Municípios e fundamentam-se a existência desses Fundos as suas eficiências administrativas em contraposição às falhas do INSS. Mas será mesmo?
A ASFAB luta para que este debate sobre o Regime de Previdência dos servidores públicos tenha resultados satisfatórios, para que no futuro os servidores deste município venham a ter uma aposentadoria justa e digna.
A v i s o s
Aos associados interessados no Convênio da ASFAB com o Studio MP (a Academia de Danças Marcya Pires), favor se informar sobre os horários das aulas desejadas na própria academia e se inscrever na sede da ASFAB. Ou ligar para (22) 2623-2109
A ASFAB convida todos a participar da Campanha de doação de sangue que acontecerá dia 14/12/2010 na sede da Hemolagos em Cabo Frio os interessados deverão colocar seus nomes na lista, pois o transporte saíra da sede da ASFAB por volta de 8hs:30min.
Maiores informações 22 2623-8084 (ASFAB) ou pelo contato@asfab.com.br
Há muito, a ASFAB vem pleiteando diversos direitos dos Servidores que hoje estão passando por um momento pelo qual a sua situação previdenciária está prestes a ter seu regime alterado e isso trará um impacto a sua vida futura, por isso, há que se promover um momento de diálogo entre as partes envolvidas nesse processo.
O Poder Executivo tem autonomia (poder discricionário) de decidir qual o melhor regime previdenciário para a Administração Pública, no entanto, há que se considerar que trata-se de uma regulamentação da qual é o Servidor a peça chave na discussão deste processo porque é o principal contribuinte e também beneficiário desse projeto. Todos os Servidores Públicos contribuem financeiramente para a Previdência, e, de igual modo, esperam ter uma aposentadoria que lhes dê dignidade e qualidade de vida.
Diante desse fato, a ASFAB criou uma comissão especial para discutir assuntos de relevância previdenciária e construir junto com os Servidores formas eficientes para as suas futuras aposentadorias. Os Servidores diretamente envolvidos nesse assunto tem feito reuniões em busca de solucionar pendências relativas a Previdência dos Servidores Públicos, mas cada Servidor tem o dever e está apto a contribuir com suas ideias devidamente fundamentadas afim de que tenhamos um conjunto de informações para essa discussão.
Além disso, a ASFAB, ciente da grande responsabilidade e de tamanha complexidade de tal documento, solicitou ao Legislativo uma Audiência Pública, marcada para o próximo dia 1º de dezembro, para que os Servidores possam conhecer e discutir com profundidade o futuro fundo previdenciário dos trabalhadores da Administração Pública.
Os Servidores estão preocupados com suas aposentadorias, e, preocupar-se neste momento é estar ocupado antecipadamente para evitar problemas futuros
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