Foi só por 24 horas, mas já serviu para mostrar a diferença entre a ausência e a presença do poder público no bairro. Durante todo o dia de ontem, máquinas da Prefeitura de Cabo Frio trabalharam na recuperação das principais ruas da Maria Joaquina, Segundo Distrito de Cabo Frio, numa ação emergencial para permitir a reabertura ao tráfego, já que a maioria das vias se encontrava interditada por muita lama e buracos, impedindo a circulação de ônibus e vans na localidade.
Uma patrol, dois caminhões e duas retroescavadeiras da secretaria de Agricultura, que prestavam serviço na Fazenda Campos Novos, foram deslocados para a Maria Joaquina e desde as primeiras horas da manhã já rompiam as vias do bairro. Orientados pelo próprio secretário de Agricultura, Alfredo Barreto, funcionários da Prefeitura iniciaram o trabalho com a ajuda da comunidade, que cedeu saibro e barro para a ação.
De acordo com o secretário, o trabalho de recuperação está sendo feito de forma emergencial neste primeiro momento, a pedido do prefeito de Cabo Frio Marquinhos Mendes.
- Minha função é trabalhar junto às áreas rurais e temos muitas no Segundo Distrito de Tamoios. Mas aqui não é o caso. A Maria Joaquina não é um núcleo tipicamente rural, está mais próxima de um adensamento urbano, pois está crescendo rapidamente. Já estive pesquisando por aqui se existem produtores rurais e não encontrei nenhum. Portanto estou aqui a pedido do prefeito para ajudar neste momento de emergência em que o bairro precisa recuperar estas ruas que estão praticamente interditadas pela lama, o que impede a passagem de veículos. Vim para 24 horas de trabalho. Tive que deslocar estas máquinas da Fazenda Campos Novos e tenho que retornar, mas estou conversando com o Marquinhos Mendes para iniciarmos um mutirão de limpeza e conserto da Maria Joaquina. Dei uma volta pela localidade com o Gil Oliveira, administrador do bairro, e vi muita coisa errada. Lixo nas ruas, mato, calçadas quebradas, vias esburacadas, problemas de drenagem e por aí vai. No momento estamos realizando um mutirão de limpeza em Tamoios e assim que terminarmos lá, penso em começar aqui. Já falei com o prefeito sobre isso. Temos que chamar diversos setores do governo para atuarem juntos aqui, mas ainda não tenho data para isso acontecer. Trabalharemos para que seja em breve. Essa é a nossa vontade e o bairro realmente necessita. Depois desse mutirão a coisa fica mais fácil, é só vir fazer a manutenção periódica explica o secretário.
Há meses comunidade vem denunciando problemas no bairro através da imprensa
Periodicamente ao longo dos últimos meses, o Jornal Primeira Hora tem divulgado as mazelas da comunidade de Maria Joaquina. Somente esta semana, foram duas matérias nas edições de nº 926 e 927, que denunciavam o abandono do bairro e o descaso da Prefeitura de Cabo Frio com a localidade. Um forte trabalho da Associação de Moradores (AMMJO), através de seu presidente Sandro Henrique e colaboradores como Chico e Edson, começa agora a gerar resultados e a chamar a atenção das autoridades competentes. Muitos são os problemas e suas formas de solução. A atuação da comunidade através da AMMJO, demonstra o quanto os moradores estão atentos, querendo uma mudança, a melhora do bairro onde vivem. Cabe agora ao poder público fazer a sua parte.
15-02-2008 00:00:00
saiba maisEncontrei este animal no meio da rua.
Literalmente, deambulando no meio da estrada Cabo Frio-Búzios, já trocando as pernas, de tanta fraqueza. O cachorro demonstrava ter desistido da vida, afinal, estava cansado de sofrer. A morte, naquele caso, seria, para ele, um descanso.
Eu voltava do Condomínio Nina, onde atendo alguns animais, e fiquei bastante nervosa quando vi os automóveis, à toda velocidade, desviando do cachorro, que parecia que nem os estava vendo. Parei o carro, e pensei : Como vou fazer? Não posso abrir a caçamba da Fiorino, pois está ocupada. Não tenho uma coleira ou mordaça, revistei o carro e não encontrei. Observei que ele estava com uma das orelhas estraçalhada por uma bicheira que subia pela cabeça. Pronto. Agora que não saio daqui sem o cachorro. Mas, como pegá-lo?
Mas, como Deus não me poria ali por acaso, chamei e o animal veio. E, deixou que o tocasse. E, por milagre, achei uma coleira velha embaixo do banco do carro.
O animal exalava um terrível mau cheiro. E, estava quase morto. Pude perceber que há dias vagava sem rumo. Cachorros com bicheira se protegem das moscas andando, para que elas não pousem, por isso estava tão cansado. Pobre animal. Como deve ter sofrido!
Chegando na clínica, servi-lhe um prato de comida, dei-lhe um remédio para matar-lhe os bichos, e deixei-o descansar. Dormiu profundamente por 2 dias, somente acordando para comer e fazer suas necessidades. Depois disso, comecei a tratar de sua saúde. Demos-lhe o nome de Lourinho. Agora, após 10 dias está ativo, e a ferida está quase cicatrizada. Olho para ele e penso: Como ninguém o procurou ? Tão bonitinho, parece uma mistura de labrador com cocker, deve ter sido um lindo bebê. Quantas pessoas o viram ferido, mas não se importaram....um dia, ele teve um dono, mas este o deixou à própria sorte.
E agora, o que fazer com ele?
Mais uma vez, peço encarecidamente que alguém se sensibilize e adote este lindo e jovem cachorro, e que lhe dê o amor que lhe faltou até então, que não o deixe sofrer e que nunca mais o abandone. Ele não precisa de muito...apenas de um teto, comida e atenção. A parte médica eu assumo.
Em um mundo onde os amigos do peito estão cada vez mais raros, lembre-se de que um cachorro é sempre bem vindo, pois, seu amor é incondicional.
Pense bem, e se encontrar um lugar na sua vida, ele e muitos outros animais carentes esperam por alguém na Veterinária Sheepdog e nos abrigos, cada vez mais cheios, pois, o abandono não acaba nunca. Obrigada, e até breve.
15-02-2008 00:00:00
saiba maisO prefeito de Cabo Frio, Marquinho Mendes, recebeu em seu gabinete, na manhã de ontem (14), o diretor da unidade Cabo Frio do CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica), professor Cesar Luiz de Azevedo Dias. Durante a reunião, o diretor anunciou que já a partir do mês de março duas unidades móveis do CEFET estarão em Cabo Frio, realizando cursos em alguns bairros.
Em relação aos cursos de nível médio (hotelaria e eletromecânica), o diretor anunciou que está aguardando a liberação para a realização do concurso.
- Começaremos em breve a reforma do prédio do Centrinho, para adaptá-lo às nossas necessidades. Vamos iniciar também a construção de laboratórios e instalações administrativas - afirmou Dias.
O Prefeito Marquinho Mendes ressaltou a importância da instalação do CEFET em Cabo Frio.
- O CEFET Unidade Lagos é um marco na educação e, conseqüentemente, no crescimento pessoal e profissional dos jovens da nossa região, preparando-os para os grandes investimentos que têm sido anunciados para a Costa do Sol - disse Marquinho Mendes.
Para o secretário municipal de Educação, Paulo Massa, este é um momento muito importante para o Município e para toda a Região, pois o CEFET em Cabo Frio atenderá jovens de várias cidades, oferecendo oportunidades para capacitação profissional e geração de renda e trabalho.
- Estamos no caminho certo na condução das ações do governo municipal. Um governo preocupado verdadeiramente com o cidadão, que não mede esforços para oferecer o melhor à comunidade - afirmou o prefeito.
15-02-2008 00:00:00
saiba maisFoi só por 24 horas, mas já serviu para mostrar a diferença entre a ausência e a presença do poder público no bairro. Durante todo o dia de ontem, máquinas da Prefeitura de Cabo Frio trabalharam na recuperação das principais ruas da Maria Joaquina, Segundo Distrito de Cabo Frio, numa ação emergencial para permitir a reabertura ao tráfego, já que a maioria das vias se encontrava interditada por muita lama e buracos, impedindo a circulação de ônibus e vans na localidade.
Uma patrol, dois caminhões e duas retroescavadeiras da secretaria de Agricultura, que prestavam serviço na Fazenda Campos Novos, foram deslocados para a Maria Joaquina e desde as primeiras horas da manhã já rompiam as vias do bairro. Orientados pelo próprio secretário de Agricultura, Alfredo Barreto, funcionários da Prefeitura iniciaram o trabalho com a ajuda da comunidade, que cedeu saibro e barro para a ação.
De acordo com o secretário, o trabalho de recuperação está sendo feito de forma emergencial neste primeiro momento, a pedido do prefeito de Cabo Frio Marquinhos Mendes.
- Minha função é trabalhar junto às áreas rurais e temos muitas no Segundo Distrito de Tamoios. Mas aqui não é o caso. A Maria Joaquina não é um núcleo tipicamente rural, está mais próxima de um adensamento urbano, pois está crescendo rapidamente. Já estive pesquisando por aqui se existem produtores rurais e não encontrei nenhum. Portanto estou aqui a pedido do prefeito para ajudar neste momento de emergência em que o bairro precisa recuperar estas ruas que estão praticamente interditadas pela lama, o que impede a passagem de veículos. Vim para 24 horas de trabalho. Tive que deslocar estas máquinas da Fazenda Campos Novos e tenho que retornar, mas estou conversando com o Marquinhos Mendes para iniciarmos um mutirão de limpeza e conserto da Maria Joaquina. Dei uma volta pela localidade com o Gil Oliveira, administrador do bairro, e vi muita coisa errada. Lixo nas ruas, mato, calçadas quebradas, vias esburacadas, problemas de drenagem e por aí vai. No momento estamos realizando um mutirão de limpeza em Tamoios e assim que terminarmos lá, penso em começar aqui. Já falei com o prefeito sobre isso. Temos que chamar diversos setores do governo para atuarem juntos aqui, mas ainda não tenho data para isso acontecer. Trabalharemos para que seja em breve. Essa é a nossa vontade e o bairro realmente necessita. Depois desse mutirão a coisa fica mais fácil, é só vir fazer a manutenção periódica explica o secretário.
Há meses comunidade vem denunciando problemas no bairro através da imprensa
Periodicamente ao longo dos últimos meses, o Jornal Primeira Hora tem divulgado as mazelas da comunidade de Maria Joaquina. Somente esta semana, foram duas matérias nas edições de nº 926 e 927, que denunciavam o abandono do bairro e o descaso da Prefeitura de Cabo Frio com a localidade. Um forte trabalho da Associação de Moradores (AMMJO), através de seu presidente Sandro Henrique e colaboradores como Chico e Edson, começa agora a gerar resultados e a chamar a atenção das autoridades competentes. Muitos são os problemas e suas formas de solução. A atuação da comunidade através da AMMJO, demonstra o quanto os moradores estão atentos, querendo uma mudança, a melhora do bairro onde vivem. Cabe agora ao poder público fazer a sua parte.
15-02-2008 00:00:00
saiba maisEncontrei este animal no meio da rua.
Literalmente, deambulando no meio da estrada Cabo Frio-Búzios, já trocando as pernas, de tanta fraqueza. O cachorro demonstrava ter desistido da vida, afinal, estava cansado de sofrer. A morte, naquele caso, seria, para ele, um descanso.
Eu voltava do Condomínio Nina, onde atendo alguns animais, e fiquei bastante nervosa quando vi os automóveis, à toda velocidade, desviando do cachorro, que parecia que nem os estava vendo. Parei o carro, e pensei : Como vou fazer? Não posso abrir a caçamba da Fiorino, pois está ocupada. Não tenho uma coleira ou mordaça, revistei o carro e não encontrei. Observei que ele estava com uma das orelhas estraçalhada por uma bicheira que subia pela cabeça. Pronto. Agora que não saio daqui sem o cachorro. Mas, como pegá-lo?
Mas, como Deus não me poria ali por acaso, chamei e o animal veio. E, deixou que o tocasse. E, por milagre, achei uma coleira velha embaixo do banco do carro.
O animal exalava um terrível mau cheiro. E, estava quase morto. Pude perceber que há dias vagava sem rumo. Cachorros com bicheira se protegem das moscas andando, para que elas não pousem, por isso estava tão cansado. Pobre animal. Como deve ter sofrido!
Chegando na clínica, servi-lhe um prato de comida, dei-lhe um remédio para matar-lhe os bichos, e deixei-o descansar. Dormiu profundamente por 2 dias, somente acordando para comer e fazer suas necessidades. Depois disso, comecei a tratar de sua saúde. Demos-lhe o nome de Lourinho. Agora, após 10 dias está ativo, e a ferida está quase cicatrizada. Olho para ele e penso: Como ninguém o procurou ? Tão bonitinho, parece uma mistura de labrador com cocker, deve ter sido um lindo bebê. Quantas pessoas o viram ferido, mas não se importaram....um dia, ele teve um dono, mas este o deixou à própria sorte.
E agora, o que fazer com ele?
Mais uma vez, peço encarecidamente que alguém se sensibilize e adote este lindo e jovem cachorro, e que lhe dê o amor que lhe faltou até então, que não o deixe sofrer e que nunca mais o abandone. Ele não precisa de muito...apenas de um teto, comida e atenção. A parte médica eu assumo.
Em um mundo onde os amigos do peito estão cada vez mais raros, lembre-se de que um cachorro é sempre bem vindo, pois, seu amor é incondicional.
Pense bem, e se encontrar um lugar na sua vida, ele e muitos outros animais carentes esperam por alguém na Veterinária Sheepdog e nos abrigos, cada vez mais cheios, pois, o abandono não acaba nunca. Obrigada, e até breve.
15-02-2008 00:00:00
saiba maisA Secretaria Municipal de Saúde de Cabo Frio, a Guarda Marítima Ambiental de Cabo Frio e a Capitania dos Portos firmaram parceria para promover ações de combate aos mosquitos em áreas marginais ou de acesso restrito a embarcações, ao longo do Canal Itajuru.
O fumacê (ou Fog Manual, como é tecnicamente denominada a aplicação do termonebulizador) vai ser aplicado pelos agentes do Departamento de Vigilância Sanitária, usando embarcações que percorrerão duas rotas, nesta quinta-feira, dia 14, das 9h00 às 12h00, e na sexta-feira, dia 15, das 13h00 às 17h00 nas duas margens do canal.
Nesta quarta-feira, a Rota 1, das 9h00 às 12h00, vai compreender a margem esquerda do Canal do Itajuru (tendo com referência a entrada da Boca da Barra); o terminal de barcos próximo à Ponte Feliciano Sodré; embarcações do Terminal do Boulevard até a Moringuinha e o Terminal de Transatlânticos, seguindo até o Entreposto ao lado do Iate Clube do Rio de Janeiro.
Na quinta-feira, o fumacê será aplicado na margem direita, nas embarcações dos canais da Marina do Canal, na Gamboa; margem do Canal dos Lagartos; margens do Canal das Jamantas; margens da Lagoa das Lulas, entorno da Ilha do Japonês e Canal das Ostras.
14-02-2008 00:00:00
saiba maisO ano letivo em Cabo Frio começa nesta segunda-feira, dia 18 . O número total de alunos só será definido na próxima semana já que as matrículas continuam abertas, porém, cerca de 35.000 alunos já estão matriculados, de acordo com o secretário de Educação, Paulo Massa. Segundo ele, poderá ser matriculada toda criança em idade escolar, do ensino fundamental até seus 14 anos, se procurar a Secretaria de Educação. A rede municipal conta com 75 Escolas.
Kit Escolar - A Secretaria de Educação já realizou licitação para o fornecimento dos Kits
Os kits são diferenciados para a Educação Infantil, para o 1º segmento do Ensino Fundamental (1ª a 5ª) e para o 2º segmento do Ensino Fundamental (até a 9ª série). Para as crianças menores serão fornecidos cadernos de desenho, tesoura, massa, cola, estojo com lápis e mochila. O aluno do 1º seguimento recebe caderno, lápis, borracha, apontador, caneta hidrográfica, cola estojo e mochila. Já os alunos do 2º segmento recebem caderno para várias matérias, agenda, régua, esquadro, transferidor e compasso, ou seja os kits são segmentados de acordo com a necessidade do aluno.
14-02-2008 00:00:00
saiba maisA Secretaria Municipal de Saúde de Cabo Frio, a Guarda Marítima Ambiental de Cabo Frio e a Capitania dos Portos firmaram parceria para promover ações de combate aos mosquitos em áreas marginais ou de acesso restrito a embarcações, ao longo do Canal Itajuru.
O fumacê (ou Fog Manual, como é tecnicamente denominada a aplicação do termonebulizador) vai ser aplicado pelos agentes do Departamento de Vigilância Sanitária, usando embarcações que percorrerão duas rotas, nesta quinta-feira, dia 14, das 9h00 às 12h00, e na sexta-feira, dia 15, das 13h00 às 17h00 nas duas margens do canal.
Nesta quarta-feira, a Rota 1, das 9h00 às 12h00, vai compreender a margem esquerda do Canal do Itajuru (tendo com referência a entrada da Boca da Barra); o terminal de barcos próximo à Ponte Feliciano Sodré; embarcações do Terminal do Boulevard até a Moringuinha e o Terminal de Transatlânticos, seguindo até o Entreposto ao lado do Iate Clube do Rio de Janeiro.
Na quinta-feira, o fumacê será aplicado na margem direita, nas embarcações dos canais da Marina do Canal, na Gamboa; margem do Canal dos Lagartos; margens do Canal das Jamantas; margens da Lagoa das Lulas, entorno da Ilha do Japonês e Canal das Ostras.
14-02-2008 00:00:00
saiba maisO ano letivo em Cabo Frio começa nesta segunda-feira, dia 18 . O número total de alunos só será definido na próxima semana já que as matrículas continuam abertas, porém, cerca de 35.000 alunos já estão matriculados, de acordo com o secretário de Educação, Paulo Massa. Segundo ele, poderá ser matriculada toda criança em idade escolar, do ensino fundamental até seus 14 anos, se procurar a Secretaria de Educação. A rede municipal conta com 75 Escolas.
Kit Escolar - A Secretaria de Educação já realizou licitação para o fornecimento dos Kits
Os kits são diferenciados para a Educação Infantil, para o 1º segmento do Ensino Fundamental (1ª a 5ª) e para o 2º segmento do Ensino Fundamental (até a 9ª série). Para as crianças menores serão fornecidos cadernos de desenho, tesoura, massa, cola, estojo com lápis e mochila. O aluno do 1º seguimento recebe caderno, lápis, borracha, apontador, caneta hidrográfica, cola estojo e mochila. Já os alunos do 2º segmento recebem caderno para várias matérias, agenda, régua, esquadro, transferidor e compasso, ou seja os kits são segmentados de acordo com a necessidade do aluno.
14-02-2008 00:00:00
saiba maisMaria Fernanda Quintela
Na Idade Média, período da história da humanidade compreendido entre os séculos V e XV, as ruas eram de terra batida com direito a muita lama, buracos e sujeiras de todo tipo. Banheiros não existiam e as pessoas costumavam defecar e urinar nas ruas, tornando o ar fétido e o ambiente perfeito para a proliferação de doenças. Transporte público era coisa que não existia. Para se deslocar, a população tinha que possuir cavalo e carroça, ou andar à pé. Luz, só de lampião, e a água tinha que ser trazida em grandes tonéis ou carregada em baldes, geralmente abastecidos em córregos naturais ou bicas localizadas nas praças públicas. Hoje, em pleno século XXI, estes problemas ainda são comuns para a população do Segundo Distrito de Cabo Frio. Quem visita hoje o bairro da Maria Joaquina, tem a impressão de estar fazendo uma viagem no tempo, experimentando os árduos anos da Idade Média.
Nem é preciso procurar. Basta um passeio pelo local. Totalmente abandonados pelo poder público, os moradores enfrentam situações dignas dos séculos passados. Andar pelas ruas da Maria Joaquina é encarar caminhos de pura lama, água empoçada e cheiro de podre, aliado a esgoto in natura. Na rua ironicamente chamada de rua da Felicidade, adultos e crianças enrolam sacos plásticos nos pés para saírem de casa sem se sujar. Isso durante todo o ano. Quem mora próximo ao ponto final dos ônibus, costuma ficar sem transporte sendo obrigado a encarar a lama, já que vans e ônibus ficam impedidos de circular até lá.
- As ruas são apenas uma parte dos inúmeros problemas que temos aqui. Segunda-feira a população se revoltou com a falta dágua e fechou a Avenida Justiniano de Souza, principal via de acesso ao bairro. Com o protesto a água voltou e aí vemos que na verdade água tem bastante, mas o local é discriminado. A gente aqui só ganha no grito. A Prefeitura de Cabo Frio faz promessas e promessas e nada acontece. A última obra feita no bairro, o calçamento de parte da Justiniano de Souza, apenas um trecho de 600 metros, foi feito há mais de dois anos. Semana passada eu levei uma comissão de moradores para conversar com o Hélcio Simas de Azevedo, secretário de Integração Administrativa de Cabo Frio e ele prometeu que esta semana já estaria na Maria Joaquina consertando ruas. Mas até agora nada. Como sempre estamos esperando pela Prefeitura, e olha que ela arrecada um bocado de royalties com a nossa praia, Una. Deveria aplicar pelo menos parte desse dinheiro no bairro revela Sandro Henrique, presidente da Associação de Moradores (AMMJO).
Ausência total do poder público gera situações estranhas: endereços disparatados, invasões de terrenos, lixo nas ruas e transporte público deficiente
Uma carta publicada no Teclado do Leitor na edição de hoje do Jornal Primeira Hora, exemplifica bem a situação vivida pelos moradores do bairro em relação aos transportes. A passageira reclama que não há vagas suficientes para todos, o que obriga as pessoas a permanecerem horas nos pontos de ônibus lotados. A empresa de ônibus Salineira mantém apenas duas linhas no bairro e os veículos passam de hora em hora, quando passam, alertam os moradores. As vans que fazem o transporte alternativo também são insuficientes, mas a Prefeitura nunca tentou melhorar o setor.
Moradores também reclamam da falta de ordenamento dos endereços. Empresas como a Ampla e a Prolagos, praticamente inventam endereços para seus clientes, gerando muita confusão. Em diversas contas constam endereços onde aparecem nomes de bairros distantes como Aquarius, Marina, São Vicente etc. Mesmo vizinhos de casa têm endereços totalmente diferentes, o que dificulta na hora de tirar um documento como Título de Eleitor ou ser atendido no posto de saúde.
- Na minha conta da Ampla vem um endereço do bairro Aquarius e na minha conta da Prolagos vem um endereço de São Vicente. Com estas contas não consigo provar que moro na Maria Joaquina. Para trocar as empresas pedem o Registro do Imóvel, coisa que aqui também ninguém quase tem, é tudo documento de posse conta o morador Antônio José Silva. De acordo com o presidente da AMMJO, somente a Prefeitura de Cabo Frio pode organizar esta bagunça nos endereços, ordenando rua por rua, ajudando inclusive na questão do RGI.
Nesse ambiente de caos e ausência do poder público, são comuns invasões de terrenos e áreas de mata virgem. Hoje a Maria Joaquina sofre com vários pontos invadidos de forma danosa, o que contribui para a favelização do local com destruição de patrimônios incríveis como a Mata atlântica que cobre boa parte do bairro.
13-02-2008 00:00:00
saiba maisMaria Fernanda Quintela
Na Idade Média, período da história da humanidade compreendido entre os séculos V e XV, as ruas eram de terra batida com direito a muita lama, buracos e sujeiras de todo tipo. Banheiros não existiam e as pessoas costumavam defecar e urinar nas ruas, tornando o ar fétido e o ambiente perfeito para a proliferação de doenças. Transporte público era coisa que não existia. Para se deslocar, a população tinha que possuir cavalo e carroça, ou andar à pé. Luz, só de lampião, e a água tinha que ser trazida em grandes tonéis ou carregada em baldes, geralmente abastecidos em córregos naturais ou bicas localizadas nas praças públicas. Hoje, em pleno século XXI, estes problemas ainda são comuns para a população do Segundo Distrito de Cabo Frio. Quem visita hoje o bairro da Maria Joaquina, tem a impressão de estar fazendo uma viagem no tempo, experimentando os árduos anos da Idade Média.
Nem é preciso procurar. Basta um passeio pelo local. Totalmente abandonados pelo poder público, os moradores enfrentam situações dignas dos séculos passados. Andar pelas ruas da Maria Joaquina é encarar caminhos de pura lama, água empoçada e cheiro de podre, aliado a esgoto in natura. Na rua ironicamente chamada de rua da Felicidade, adultos e crianças enrolam sacos plásticos nos pés para saírem de casa sem se sujar. Isso durante todo o ano. Quem mora próximo ao ponto final dos ônibus, costuma ficar sem transporte sendo obrigado a encarar a lama, já que vans e ônibus ficam impedidos de circular até lá.
- As ruas são apenas uma parte dos inúmeros problemas que temos aqui. Segunda-feira a população se revoltou com a falta dágua e fechou a Avenida Justiniano de Souza, principal via de acesso ao bairro. Com o protesto a água voltou e aí vemos que na verdade água tem bastante, mas o local é discriminado. A gente aqui só ganha no grito. A Prefeitura de Cabo Frio faz promessas e promessas e nada acontece. A última obra feita no bairro, o calçamento de parte da Justiniano de Souza, apenas um trecho de 600 metros, foi feito há mais de dois anos. Semana passada eu levei uma comissão de moradores para conversar com o Hélcio Simas de Azevedo, secretário de Integração Administrativa de Cabo Frio e ele prometeu que esta semana já estaria na Maria Joaquina consertando ruas. Mas até agora nada. Como sempre estamos esperando pela Prefeitura, e olha que ela arrecada um bocado de royalties com a nossa praia, Una. Deveria aplicar pelo menos parte desse dinheiro no bairro revela Sandro Henrique, presidente da Associação de Moradores (AMMJO).
Ausência total do poder público gera situações estranhas: endereços disparatados, invasões de terrenos, lixo nas ruas e transporte público deficiente
Uma carta publicada no Teclado do Leitor na edição de hoje do Jornal Primeira Hora, exemplifica bem a situação vivida pelos moradores do bairro em relação aos transportes. A passageira reclama que não há vagas suficientes para todos, o que obriga as pessoas a permanecerem horas nos pontos de ônibus lotados. A empresa de ônibus Salineira mantém apenas duas linhas no bairro e os veículos passam de hora em hora, quando passam, alertam os moradores. As vans que fazem o transporte alternativo também são insuficientes, mas a Prefeitura nunca tentou melhorar o setor.
Moradores também reclamam da falta de ordenamento dos endereços. Empresas como a Ampla e a Prolagos, praticamente inventam endereços para seus clientes, gerando muita confusão. Em diversas contas constam endereços onde aparecem nomes de bairros distantes como Aquarius, Marina, São Vicente etc. Mesmo vizinhos de casa têm endereços totalmente diferentes, o que dificulta na hora de tirar um documento como Título de Eleitor ou ser atendido no posto de saúde.
- Na minha conta da Ampla vem um endereço do bairro Aquarius e na minha conta da Prolagos vem um endereço de São Vicente. Com estas contas não consigo provar que moro na Maria Joaquina. Para trocar as empresas pedem o Registro do Imóvel, coisa que aqui também ninguém quase tem, é tudo documento de posse conta o morador Antônio José Silva. De acordo com o presidente da AMMJO, somente a Prefeitura de Cabo Frio pode organizar esta bagunça nos endereços, ordenando rua por rua, ajudando inclusive na questão do RGI.
Nesse ambiente de caos e ausência do poder público, são comuns invasões de terrenos e áreas de mata virgem. Hoje a Maria Joaquina sofre com vários pontos invadidos de forma danosa, o que contribui para a favelização do local com destruição de patrimônios incríveis como a Mata atlântica que cobre boa parte do bairro.
13-02-2008 00:00:00
saiba maisCom os braços erguidos ostentando maços de contas pagas à Prolagos, e aos gritos: Um mês sem água, moradores da Maria Joaquina fecharam ontem pela manhã a Avenida Justiniano de Souza, principal via de acesso ao bairro. Há exatos 30 dias com as torneiras secas, os moradores alegam ter esgotado todas as tentativas junto à Prolagos para voltar a receber água da empresa e afirmam que a manifestação é para mostrar que não estão inadimplentes, conforme a concessionária costuma informar.
- A Prolagos adora dizer que todo mundo aqui na Maria Joaquina tem gato de água. Mas nós estamos hoje aqui para mostrar as nossas contas pagas e provar que temos hidrômetro e estamos regularizados sim, só não temos água diz a moradora Josinete Quintanilha.
Além da falta dágua, outro fato que gerou a manifestação foi um grande vazamento na rua da Felicidade, justamente um dos locais em que os moradores mais sofrem. De acordo com a comunidade, o vazamento permaneceu por mais de uma semana sem que a Prolagos tomasse nenhuma providência, embora a empresa tenha sido avisada diversas vezes.
- Parece que a Prolagos não ouve o morador. A gente reclama de falta dágua e eles não fazem nada. A gente reclama de vazamento e eles não fazem nada também. Ora, se tem vazamento é porque tem água passando por aqui. Por que esta água não chega em nossas casas? indaga Valéria Celiz da Ong Ativa Búzios.
A manifestação que fechou a Avenida Justiniano de Souza, em frente à esquina com a rua do Bambuzal, durou toda a manhã até o meio da tarde, obrigando motoristas a dar uma grande volta por dentro do bairro, passando por ruas enlameadas e muito esburacadas, o que contribuiu para levantar mais um debate: o descaso com que o Segundo Distrito de Cabo Frio é tratado pelo poder público.
- Nosso bairro está completamente abandonado. Nem Prefeitura, nem Prolagos. Aqui o morador tem lutar muito para ter direito a alguma coisa revela Sandro Henrique, presidente da Associação de Moradores da Maria Joaquina.
Durante manifestação, idoso cai em buraco inundado de água e lama e é salvo por mergulhador
Ainda no domingo, desesperados com a falta dágua, moradores tentaram mexer num antigo ponto de manobra da Prolagos, situado na entrada da rua do Bambuzal. Cavaram no local na esperança de conseguir desviar a água para dentro do bairro. Mas como o tal ponto já tinha sido desativado pela empresa, que concretou o local, a população tentou intervir em outro ponto mais adiante, onde existe um grande cano projetado pra fora do chão. Ao mexer nos parafusos desse cano, provocaram um vazamento: um forte jato dágua, como um chafariz, passou a escorrer ao longo da rua, indo se acumular justamente no buraco aberto pela população para mexer na manobra. Conclusão: o buraco ficou inundado de água e lama, escondendo o perigo, uma cratera de cerca de três metros de profundidade.
Durante a manifestação, um senhor idoso caiu neste buraco, sendo imediatamente resgatado por um morador, Sandro, que ironicamente trabalha como mergulhador. Após o resgate, Sandro ressaltou o perigo do buraco na esquina da rua principal da Maria Joaquina: - Agora estamos aqui, mas e se alguém cair sem que ninguém veja? Pode morrer gente. Aqui passa muita criança alerta o mergulhador.
Manifestação dá resultado: no meio da tarde de ontem a água voltou a jorrar na Maria Joaquina
A manifestação só foi encerrada com a chegada da água às casas, o que aconteceu por volta das três da tarde. Durante o protesto, uma equipe da Prolagos esteve no local para consertar os vazamentos e religar a água, deixando para os moradores a certeza de que apenas no grito é possível se entender com a empresa.
- A gente sabe que nas pousadas de Geribá e João Fernandes a água está jorrando até demais. Lá eles brincam que podem vender água para nós pipeiros. Mas se a água chega lá, deveria chegar aqui também, pois passa por aqui antes. A Prolagos é que não manobrava esta água para dentro da Maria Joaquina. A prova disso foi dada hoje. Foi só a gente gritar que eles viraram a água. Água tem, mas a Prolagos quer garantir os mais abonados. Nós da periferia só ganhamos no grito desabafa Wellington.
12-02-2008 00:00:00
saiba maisCom os braços erguidos ostentando maços de contas pagas à Prolagos, e aos gritos: Um mês sem água, moradores da Maria Joaquina fecharam ontem pela manhã a Avenida Justiniano de Souza, principal via de acesso ao bairro. Há exatos 30 dias com as torneiras secas, os moradores alegam ter esgotado todas as tentativas junto à Prolagos para voltar a receber água da empresa e afirmam que a manifestação é para mostrar que não estão inadimplentes, conforme a concessionária costuma informar.
- A Prolagos adora dizer que todo mundo aqui na Maria Joaquina tem gato de água. Mas nós estamos hoje aqui para mostrar as nossas contas pagas e provar que temos hidrômetro e estamos regularizados sim, só não temos água diz a moradora Josinete Quintanilha.
Além da falta dágua, outro fato que gerou a manifestação foi um grande vazamento na rua da Felicidade, justamente um dos locais em que os moradores mais sofrem. De acordo com a comunidade, o vazamento permaneceu por mais de uma semana sem que a Prolagos tomasse nenhuma providência, embora a empresa tenha sido avisada diversas vezes.
- Parece que a Prolagos não ouve o morador. A gente reclama de falta dágua e eles não fazem nada. A gente reclama de vazamento e eles não fazem nada também. Ora, se tem vazamento é porque tem água passando por aqui. Por que esta água não chega em nossas casas? indaga Valéria Celiz da Ong Ativa Búzios.
A manifestação que fechou a Avenida Justiniano de Souza, em frente à esquina com a rua do Bambuzal, durou toda a manhã até o meio da tarde, obrigando motoristas a dar uma grande volta por dentro do bairro, passando por ruas enlameadas e muito esburacadas, o que contribuiu para levantar mais um debate: o descaso com que o Segundo Distrito de Cabo Frio é tratado pelo poder público.
- Nosso bairro está completamente abandonado. Nem Prefeitura, nem Prolagos. Aqui o morador tem lutar muito para ter direito a alguma coisa revela Sandro Henrique, presidente da Associação de Moradores da Maria Joaquina.
Durante manifestação, idoso cai em buraco inundado de água e lama e é salvo por mergulhador
Ainda no domingo, desesperados com a falta dágua, moradores tentaram mexer num antigo ponto de manobra da Prolagos, situado na entrada da rua do Bambuzal. Cavaram no local na esperança de conseguir desviar a água para dentro do bairro. Mas como o tal ponto já tinha sido desativado pela empresa, que concretou o local, a população tentou intervir em outro ponto mais adiante, onde existe um grande cano projetado pra fora do chão. Ao mexer nos parafusos desse cano, provocaram um vazamento: um forte jato dágua, como um chafariz, passou a escorrer ao longo da rua, indo se acumular justamente no buraco aberto pela população para mexer na manobra. Conclusão: o buraco ficou inundado de água e lama, escondendo o perigo, uma cratera de cerca de três metros de profundidade.
Durante a manifestação, um senhor idoso caiu neste buraco, sendo imediatamente resgatado por um morador, Sandro, que ironicamente trabalha como mergulhador. Após o resgate, Sandro ressaltou o perigo do buraco na esquina da rua principal da Maria Joaquina: - Agora estamos aqui, mas e se alguém cair sem que ninguém veja? Pode morrer gente. Aqui passa muita criança alerta o mergulhador.
Manifestação dá resultado: no meio da tarde de ontem a água voltou a jorrar na Maria Joaquina
A manifestação só foi encerrada com a chegada da água às casas, o que aconteceu por volta das três da tarde. Durante o protesto, uma equipe da Prolagos esteve no local para consertar os vazamentos e religar a água, deixando para os moradores a certeza de que apenas no grito é possível se entender com a empresa.
- A gente sabe que nas pousadas de Geribá e João Fernandes a água está jorrando até demais. Lá eles brincam que podem vender água para nós pipeiros. Mas se a água chega lá, deveria chegar aqui também, pois passa por aqui antes. A Prolagos é que não manobrava esta água para dentro da Maria Joaquina. A prova disso foi dada hoje. Foi só a gente gritar que eles viraram a água. Água tem, mas a Prolagos quer garantir os mais abonados. Nós da periferia só ganhamos no grito desabafa Wellington.
12-02-2008 00:00:00
saiba maisTudo indica que o carnaval de Cabo Frio em 2008 foi mais tranqüilo, na área de saúde, do que o de 2007: a média de atendimentos no Hospital Central de Emergências HCE no primeiro distrito, foi cerca de 15% menor do que durante a folia no ano passado. De acordo com a chefe de Enfermagem do HCE, Enfermeira Sonia Sias, de sábado até quarta-feira o hospital fez 3007 atendimentos entre traumas, serviço de pronto-atendimento e pediatria enquanto que no carnaval de 2007 esse número chegou a 3.608 atendimentos.
Prevenção
Segundo a estatística, de sá-
bado a quarta-feira o HCE atendeu 309 casos de traumatismos, resultados de tombos domésticos, quedas em atividades esportivas e acidentes diversos; 2.068 atendimentos de emergência e 630 atendimentos pediátricos. O ponto alto no atendimento ocorreu na terça-feira, quando foram atendidas 86 pessoas com traumas, 452 casos de emergências diversas e 135 atendimentos pediátricos. As equipes dos principais hospitais do município HCE , São José Operário, Hospital de Tamoios e Hospital do Jardim Esperança receberam reforço de 15 a 20% no número de servidores, durante o carnaval, para fazer frente a um esperado aumento da demanda. A coordenadora de DST/AIDS, médica Lucy Helena Pires, informou que entre sexta e terça-feira, a tenda montada na Praia do Forte e equipes volantes que atuaram em diversos pontos em todo o município distribuíram cerca de 40 mil preservativos e uma quantidade ainda maior de folhetos explicativos sobre doenças sexualmente transmissíveis. As equipes atuaram também no segundo distrito, no Peró e em diversos blocos carnavalescos. Ao todo 50 pessoas 30 servidores e 20 voluntários trabalharam na prevenção de DST/Aids durante o carnaval.
09-02-2008 00:00:00
saiba maisA Prefeitura de Cabo Frio criou, em dezembro de 2006, a Comissão de Verão visando atender às necessidades do município durante o período de alta temporada em função do aumento do fluxo de turistas na cidade.
Segundo o coordenador da comissão, Ricardo Azevedo, também secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a prioridade foi manter a organização.
- Nossa preocupação foi com a limpeza da cidade, ordenamento do trânsito, segurança e também com os problemas que surgiram com as chuvas, principalmente em Tamoios. Conseguimos controlar os muitos ambulantes que circularam pela Cidade, demos uma atenção especial às crianças nas praias, juntamente com a Guarda Marítima, o que não permitiu que essas ficassem perdidas por mais de 1 hora.
A Comissão de Verão conta com os seguintes membros: Cláudio Moreira (Coordenador de Segurança Pública); Eduardo Leal Guimarães (Secretário de Serviços Públicos); Márcio Cury (Chefe da Fiscalização de Posturas); Carlos SantAnna (Secretário de Obras); Vicente Soffientini (Presidente da SECAF) e Carlos Augusto Gonçalves (Subsecretário de Transportes).
09-02-2008 00:00:00
saiba maisO Serviço de Desenvolvimento de Cabo Frio (SECAF) coletou cerca de 2735 toneladas de lixo em vários pontos da cidade durante o período de Carnaval, que foi de sexta-feira, dia 1º , a quarta-feira de cinzas, dia 6.
Segundo o presidente da autarquia, Vicente Soffientini, foram designadas equipes especiais de coleta de lixo nesse período. No Espaço de Eventos, onde aconteceram os desfiles das escolas de samba, foram coletadas 31 toneladas de lixo; Nas Praias do Peró e Conchas, a coleta foi de 140 toneladas; Em Tamoios, coletaram 144 toneladas de lixo; e na Praia do Forte, onde a SECAF atuou tanto na pista da Avenida do Contorno quanto na areia, foram coletadas 320 toneladas de lixo. Além disso, o esquema domiciliar de coleta funcionou
normalmente, sem alterações em suas rotas e horários, somando 2100 toneladas.
09-02-2008 00:00:00
saiba maisMesmo com as chuvas que atingiram boa parte do Brasil, e principalmente a região sudeste, o carnaval em Cabo Frio registrou bom número de pessoas que se dividiram entre atividades de lazer, blocos de arrastão e o comércio local. O número estimado pela secretaria de Turismo é de que 500 mil pessoas estiveram na cidade durante o período da folia.
De acordo com a presidente da Associação de Hotéis e Turismo de Cabo Frio, Rosângela Unsost, os estabelecimentos hoteleiros registraram ocupação de 80%. De acordo com ela, o número não chegou à ocupação total por razão das chuvas:
- O carnaval foi bom para a rede hoteleira de Cabo Frio. Registramos a desistência de 20% por motivo do tempo, mas isso só ocasionou uma média de dois quartos vazios por estabelecimento. O melhor é que ainda temos pessoas hospedadas na cidade até o final de semana disse.
O secretário de Turismo Gustavo Beranger destacou a tranqüilidade da cidade durante período de carnaval e a valorização da folia de blocos e principalmente das escolas de samba:
- Tirando a chuva, o carnaval foi muito bom, mesmo recebendo um número de pessoas abaixo do esperado diz o secretário, lembrando que a previsão inicial era de 800 mil pessoas. Ainda de acordo com ele, o grande destaque do carnaval foi a Morada do Samba, visitada por turistas de toda a região: Foi um gol de placa, destacou.
09-02-2008 00:00:00
saiba maisTudo indica que o carnaval de Cabo Frio em 2008 foi mais tranqüilo, na área de saúde, do que o de 2007: a média de atendimentos no Hospital Central de Emergências HCE no primeiro distrito, foi cerca de 15% menor do que durante a folia no ano passado. De acordo com a chefe de Enfermagem do HCE, Enfermeira Sonia Sias, de sábado até quarta-feira o hospital fez 3007 atendimentos entre traumas, serviço de pronto-atendimento e pediatria enquanto que no carnaval de 2007 esse número chegou a 3.608 atendimentos.
Prevenção
Segundo a estatística, de sá-
bado a quarta-feira o HCE atendeu 309 casos de traumatismos, resultados de tombos domésticos, quedas em atividades esportivas e acidentes diversos; 2.068 atendimentos de emergência e 630 atendimentos pediátricos. O ponto alto no atendimento ocorreu na terça-feira, quando foram atendidas 86 pessoas com traumas, 452 casos de emergências diversas e 135 atendimentos pediátricos. As equipes dos principais hospitais do município HCE , São José Operário, Hospital de Tamoios e Hospital do Jardim Esperança receberam reforço de 15 a 20% no número de servidores, durante o carnaval, para fazer frente a um esperado aumento da demanda. A coordenadora de DST/AIDS, médica Lucy Helena Pires, informou que entre sexta e terça-feira, a tenda montada na Praia do Forte e equipes volantes que atuaram em diversos pontos em todo o município distribuíram cerca de 40 mil preservativos e uma quantidade ainda maior de folhetos explicativos sobre doenças sexualmente transmissíveis. As equipes atuaram também no segundo distrito, no Peró e em diversos blocos carnavalescos. Ao todo 50 pessoas 30 servidores e 20 voluntários trabalharam na prevenção de DST/Aids durante o carnaval.
09-02-2008 00:00:00
saiba maisA Prefeitura de Cabo Frio criou, em dezembro de 2006, a Comissão de Verão visando atender às necessidades do município durante o período de alta temporada em função do aumento do fluxo de turistas na cidade.
Segundo o coordenador da comissão, Ricardo Azevedo, também secretário de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a prioridade foi manter a organização.
- Nossa preocupação foi com a limpeza da cidade, ordenamento do trânsito, segurança e também com os problemas que surgiram com as chuvas, principalmente em Tamoios. Conseguimos controlar os muitos ambulantes que circularam pela Cidade, demos uma atenção especial às crianças nas praias, juntamente com a Guarda Marítima, o que não permitiu que essas ficassem perdidas por mais de 1 hora.
A Comissão de Verão conta com os seguintes membros: Cláudio Moreira (Coordenador de Segurança Pública); Eduardo Leal Guimarães (Secretário de Serviços Públicos); Márcio Cury (Chefe da Fiscalização de Posturas); Carlos SantAnna (Secretário de Obras); Vicente Soffientini (Presidente da SECAF) e Carlos Augusto Gonçalves (Subsecretário de Transportes).
09-02-2008 00:00:00
saiba maisO Serviço de Desenvolvimento de Cabo Frio (SECAF) coletou cerca de 2735 toneladas de lixo em vários pontos da cidade durante o período de Carnaval, que foi de sexta-feira, dia 1º , a quarta-feira de cinzas, dia 6.
Segundo o presidente da autarquia, Vicente Soffientini, foram designadas equipes especiais de coleta de lixo nesse período. No Espaço de Eventos, onde aconteceram os desfiles das escolas de samba, foram coletadas 31 toneladas de lixo; Nas Praias do Peró e Conchas, a coleta foi de 140 toneladas; Em Tamoios, coletaram 144 toneladas de lixo; e na Praia do Forte, onde a SECAF atuou tanto na pista da Avenida do Contorno quanto na areia, foram coletadas 320 toneladas de lixo. Além disso, o esquema domiciliar de coleta funcionou
normalmente, sem alterações em suas rotas e horários, somando 2100 toneladas.
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