23-03-2007 00:00:00
saiba mais23-03-2007 00:00:00
saiba maisOitenta e quatro carros compõem a frota de táxis de Búzios, um número aparentemente grande para a cidade, mas que segundo a Associação dos Taxistas, seria perfeito se não existissem towners e kombis disputando o espaço de trabalho que é do táxi.
- Quando o Toninho Branco disse que ia acabar com as towners? Talvez no dia 31 de fevereiro, porque do jeito que está... Hoje além das towners que pegam passageiro em qualquer lugar e levam para qualquer lugar cobrando o preço que é combinado na hora, até as kombis da CooperGeribá e as empresas de turismo estão fazendo o trabalho que deveria ser somente dos taxistas revela Wellington Moreira, motorista conhecido como Ertinho.
Os taxistas afirmam que está praticamente impossível para a classe manter o pagamento em dia dos carros novos que foram adquiridos por exigência da prefeitura de Búzios: veículos quatro portas na cor prata. De acordo com os motoristas, deles é cobrado: ISS, Título de Eleitor do Município, Selo 2007 da prefeitura, e somente o proprietário do carro é quem tem a licença para dirigir, não vale motorista auxiliar.
- Nós cumprimos os itens que nos exigem, mas não vemos os outros cumprindo a parte deles. As towners são totalmente irregulares, circulam ilegalmente e nada acontece com eles, que nem imposto pagam e ainda colocam a população e os turistas em risco, circulando com veículos caindo aos pedaços, sem a mínima manutenção ou mesmo documento. Também não entendemos as kombis da CooperGeribá trabalhando na pista como se fossem táxis, fazendo ponto na Estrada da Usina em frente à Igreja Maranata, quando o ponto final deles é em Tucuns. Os cooperados chegam ao cúmulo de fazer ponto também aqui, perto do nosso ponto de táxi, em frente ao DPO do Centro, na nossa cara e dos policiais. Pegam turistas no grito e levam para onde eles pedirem mediante a cobrança de preços que passam longe do valor da tarifa a que têm direito. Cobram como se fossem um táxi acrescenta Ademilson Oliveira, que há quatro anos dirige táxi em Búzios.
Para provar o que dizem, os taxistas mostram fotos tiradas na última segunda-feira, quando pela primeira vez flagraram também, dois carros da CooperBúzios atuando irregularmente junto a towners e kombis da CooperGeribá. Não foi possível publicar as fotos nesta edição do Jornal Primeira Hora, mas elas estão na redação à disposição da secretaria Executiva e cooperativas de transporte alternativo.
Os taxistas também acusam as agências de turismo de invadir irregularmente seu território de trabalho. Pela lei, um veículo para carregar passageiro tem que ter a placa vermelha do município, mas em Búzios, carros das empresas de turismo fazem o transporte de turistas em carros com placa cinza, e segundo os motoristas, cobrando mais caro que um táxi.
- Nós cobramos R$ 50,00 a hora e levamos quatro pessoas no carro. Estes carros de agência que atuam de forma irregular cobram R$ 30,00 a hora por pessoa, preço individual e rodam com carros velhos. Quando o passageiro pergunta se tem serviço de táxi na cidade, eles dizem que não. Fazem transfer para o Rio e também cobram mais que a gente conta Almir Quintanilha de Souza, taxista.
Os motoristas dizem que a disputa piorou depois que a prefeitura autorizou diversas Doblôs a atuarem no transporte dos turistas que chegam de navio. Os novos veículos ganharam ponto especial em frente ao cais do final da praia da Armação e tem público garantido, enquanto os táxis permanecem parados à espera de algum passageiro.
- Recentemente o próprio Diogo, secretário de Esporte e filho do prefeito trouxe uma Doblô com placa de Cabo Frio para trabalhar aqui. Enquanto isso, quando a gente faz R$ 100,00 num dia é motivo de festa. Está muito difícil pagar a prestação do carro. E olha que a cidade está cheia de turistas. Movimento tem, mas não temos a mínima condição de trabalho. Ninguém garante o nosso lado, todo mundo quer tirar uma casquinha e funcionar como táxi sem pagar imposto pra isso. Pedimos a atenção da prefeitura para esse fato: precisamos que a lei seja aplicada, e esses carros que trabalham de forma irregular têm que sair das pistas imediatamente. Queremos condição de trabalho. Tem motorista que já está perdendo a cabeça, pois é chamado para pegar passageiro em hotel e ao chegar descobre que o passageiro acabou embarcando numa kombi ou towner cuja rota deveria passar longe do local. E enquanto o carro da CooperGeribá está levando turista onde não deve, os trabalhadores de Búzios estão largados na pista tentando voltar pra casa, sem encontrar transporte. As kombis têm até uma placa escrito: Centro-João Fernandes, que fixam no pára-brisa para chamar o turista. Que itinerário é esse? Quem autorizou isso? questiona Ertinho.
Búzios possui três pontos de táxi: Shopping Nº 1, Praça Santos Dumont (ponto 24horas) e em frente à Mil e Hum, na Estrada da Usina. Telefone do ponto 24 horas: (22) 2623 2160
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saiba mais23-03-2007 00:00:00
saiba maisAntentem, noite, por volta das 22h20, a Redação recebeu ligação, informando que uma ambulância tentara despejar um corpo, numa rua próxima ao Shopping Nr. 1.
- estávamos em casa, minha mulher e eu, quando ouvimos o movimento de ambulância em frente a nossa casa disse o empresário Helion de Freitas e resolvemos ir até à porta, pensando tratar-se de alguns dos nossos.
Para a surpresa do casal, os enfermeiros de uma ambulância de Búzios, cuidavam de depositar um corpo na calçada da rua.
Helion e sua mulher reagiram, para que não se fizesse isso. Os agentes de Saúde insistiam, no que surgiu Luiz Carlos Neneca, que também reagiu, pedindo respeito.
Diante da reação de indignação, a ambulância recebeu novamente o corpo, e saiu disparada.
Não se sabe qual foi o destino dado ao corpo ou paciente, já que nenhum deles puderam constatar, se estava vivo, ou morto. Neneca disse tratar-se de um gringo. (RBF)
23-03-2007 00:00:00
saiba maisFoi aprovado na sessão de ontem na Câmara Municipal de Búzios a lei que autorizava o Executivo a estruturar uma operação de antecipação das receitas dos royalties, que antes for a aprovada com o votos dos vereadores da então base do Executivo.
A antecipação se faria através de uma operação de securitização dos recebíveis [das futuras receitas dos royalties, e que seriam aplicados em projetos de infra-estrutura].
A iniciativa de revogar a lei dos royalties, como ficou conhecida, foi do vereador Henrique Gomes.
- Esta Casa está hoje, e vejo que será unânime, cassando o cheque em branco dado ao prefeito - disse Henrique Gomes, já no retorno à sessão ordinária, que fora interrompida para encaminhar a demanda os quiosqueiros.
Na verdade, no governo houve divergências sobre a aplicação dessa autorização, para antecipar esses recursos, e o próprio prefeito fizera consultas a pessoas fora do seu ambiente de trabalho. Por outro lado, fontes deram conta de que a disciplina que exigiria do Executivo, no que tange ao controle dos gastos públicos, e do compromisso com os investimentos, todos devendo ser realizados com absoluta transparência, já que a operação financeira seria de mercado, tudo isso fez com que o prefeito tivesse desistido de sacar contra essa antecipação. (RBF)
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saiba mais23-03-2007 00:00:00
saiba maisGeninho, presidente da CooperBúzios, contesta a entrevista do presidente da Auto Viação Salineira (publicada na edição de ontem do Jornal Primeira Hora), Francisco Geraldo, que afirmou ter retirado os ônibus em função da chegada das vans.
- Eu moro na Rasa há dez anos. Naquela época não tinha van e o transporte da Salineira era bastante ruim. Demorava mais que hoje. Outra coisa, não existe van fazendo a ligação com Santo Antônio, Botafogo, São Pedro da Aldeia e a Salineira não atende bem o passageiro que vai para esses locais, é terrível. E o que dizer dos moradores de Jardim Esperança? O Jardim fica em Cabo Frio, lugar onde van não entra, no entanto seus moradores não têm transporte adequado. A reportagem do Primeira Hora mostrou trabalhadores que moram lá e têm que vir de bicicleta para Búzios, porque não tem ônibus suficiente alfineta.
Geninho diz que participou da reunião realizada há cerca de uma semana com a prefeitura de Búzios, Salineira e cooperativas de transporte alternativo da cidade, onde foi apresentado um projeto de integração dos transportes, no qual os cooperados ficariam responsáveis pela ligação da via principal com os bairros. Ele diz que na próxima semana fará uma reunião com o seu grupo para passar a idéia do projeto.
- Ainda não tenho opinião formada a respeito do projeto e vou ouvir os cooperados. Eles é que decidem, eu sou só o porta voz. O prefeito pediu pra gente analisar a proposta e trazer a opinião dos motoristas numa próxima reunião. Toninho Branco quer que todos fiquem contentes com o resultado do projeto e afirmou que a nossa opinião será respeitada. O prefeito garantiu que quer regulamentar o transporte alternativo até julho. Disse que vai legalizar o setor e por isso o projeto que está em questão é importante diz.
Van que tombou tinha dezesseis passageiros e não oito conforme anunciado
De acordo com o Registro de Ocorrência da 127ª DP, dezesseis passageiros e não apenas oito (conforme anunciado na época), estavam na van que capotou na Marina no dia 09 de março. Passageiros relataram que a van corria muito e o motorista, Wilyam Quintanilha de Souza não reduziu ao chegar na curva. O pneu estourou e a van virou. Havia várias pessoas em pé. Geninho diz que após o acidente proibiu a viagem de passageiros em pé:
- O motorista que insistir será suspenso e multado. Nós ajudamos as vítimas, demos apoio, remédios, o que foi preciso. O número exato de passageiros eu também não sabia, porque algumas pessoas nem foram ao Hospital e a maioria não quis registrar queixa. Mas o importante é que estamos prontos a resolver qualquer problema e dar apoio ao nosso usuário conclui.
Denúncia: vans da CooperBúzios foram vistas fazendo o transporte particular de trabalhadores da Arqplan e atuando irregularmente como táxis
De acordo com o decreto municipal que autoriza o funcionamento da CooperBúzios, é proibida a utilização dos veículos da cooperativa para trabalhos particulares.
- As vans são para fazer a linha Rasa-João Fernandes. Fora disso é trabalho irregular e vamos punir com rigor quem faz isso. Soube das denúncias e estou apurando quais foram os carros para tomar as providências necessárias. E peço à população que nos mantenha informados caso veja alguma irregularidade com os nossos carros afirma.
Geninho prova que seu carro está regularizado
Acusado de possuir um veículo na linha da CooperBúzios com placa de outro município e documentação atrasada, Geninho fez questão de parar sua van em frente ao Jornal Primeira Hora para ser fotografada com a placa e os documentos corretos.
- Comprei este carro recentemente e realmente estava com a placa de outra cidade, mas era tudo questão de tempo para organizar os documentos. Agora está tudo certo e vim provar. Minha intenção é organizar a classe e começo por mim mesmo. Quero todo mundo certinho na cooperativa, porque é assim que devemos trabalhar. E a partir do dia primeiro de abril, o veículo que não tiver a autorização da prefeitura para 2007, não poderá circular. Quero todo mundo em dia. Isso não é perseguição ao cooperado, é um choque de ordem finaliza o presidente, que agradece à Divitran (Divisão de Transportes da secretaria Executiva) o trabalho de fiscalização que vem sendo realizado periodicamente na cidade: - Isso nos ajuda muito a organizar a cooperativa e disciplinar os motoristas mais rebeldes diz.
23-03-2007 00:00:00
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saiba maisOitenta e quatro carros compõem a frota de táxis de Búzios, um número aparentemente grande para a cidade, mas que segundo a Associação dos Taxistas, seria perfeito se não existissem towners e kombis disputando o espaço de trabalho que é do táxi.
- Quando o Toninho Branco disse que ia acabar com as towners? Talvez no dia 31 de fevereiro, porque do jeito que está... Hoje além das towners que pegam passageiro em qualquer lugar e levam para qualquer lugar cobrando o preço que é combinado na hora, até as kombis da CooperGeribá e as empresas de turismo estão fazendo o trabalho que deveria ser somente dos taxistas revela Wellington Moreira, motorista conhecido como Ertinho.
Os taxistas afirmam que está praticamente impossível para a classe manter o pagamento em dia dos carros novos que foram adquiridos por exigência da prefeitura de Búzios: veículos quatro portas na cor prata. De acordo com os motoristas, deles é cobrado: ISS, Título de Eleitor do Município, Selo 2007 da prefeitura, e somente o proprietário do carro é quem tem a licença para dirigir, não vale motorista auxiliar.
- Nós cumprimos os itens que nos exigem, mas não vemos os outros cumprindo a parte deles. As towners são totalmente irregulares, circulam ilegalmente e nada acontece com eles, que nem imposto pagam e ainda colocam a população e os turistas em risco, circulando com veículos caindo aos pedaços, sem a mínima manutenção ou mesmo documento. Também não entendemos as kombis da CooperGeribá trabalhando na pista como se fossem táxis, fazendo ponto na Estrada da Usina em frente à Igreja Maranata, quando o ponto final deles é em Tucuns. Os cooperados chegam ao cúmulo de fazer ponto também aqui, perto do nosso ponto de táxi, em frente ao DPO do Centro, na nossa cara e dos policiais. Pegam turistas no grito e levam para onde eles pedirem mediante a cobrança de preços que passam longe do valor da tarifa a que têm direito. Cobram como se fossem um táxi acrescenta Ademilson Oliveira, que há quatro anos dirige táxi em Búzios.
Para provar o que dizem, os taxistas mostram fotos tiradas na última segunda-feira, quando pela primeira vez flagraram também, dois carros da CooperBúzios atuando irregularmente junto a towners e kombis da CooperGeribá. Não foi possível publicar as fotos nesta edição do Jornal Primeira Hora, mas elas estão na redação à disposição da secretaria Executiva e cooperativas de transporte alternativo.
Os taxistas também acusam as agências de turismo de invadir irregularmente seu território de trabalho. Pela lei, um veículo para carregar passageiro tem que ter a placa vermelha do município, mas em Búzios, carros das empresas de turismo fazem o transporte de turistas em carros com placa cinza, e segundo os motoristas, cobrando mais caro que um táxi.
- Nós cobramos R$ 50,00 a hora e levamos quatro pessoas no carro. Estes carros de agência que atuam de forma irregular cobram R$ 30,00 a hora por pessoa, preço individual e rodam com carros velhos. Quando o passageiro pergunta se tem serviço de táxi na cidade, eles dizem que não. Fazem transfer para o Rio e também cobram mais que a gente conta Almir Quintanilha de Souza, taxista.
Os motoristas dizem que a disputa piorou depois que a prefeitura autorizou diversas Doblôs a atuarem no transporte dos turistas que chegam de navio. Os novos veículos ganharam ponto especial em frente ao cais do final da praia da Armação e tem público garantido, enquanto os táxis permanecem parados à espera de algum passageiro.
- Recentemente o próprio Diogo, secretário de Esporte e filho do prefeito trouxe uma Doblô com placa de Cabo Frio para trabalhar aqui. Enquanto isso, quando a gente faz R$ 100,00 num dia é motivo de festa. Está muito difícil pagar a prestação do carro. E olha que a cidade está cheia de turistas. Movimento tem, mas não temos a mínima condição de trabalho. Ninguém garante o nosso lado, todo mundo quer tirar uma casquinha e funcionar como táxi sem pagar imposto pra isso. Pedimos a atenção da prefeitura para esse fato: precisamos que a lei seja aplicada, e esses carros que trabalham de forma irregular têm que sair das pistas imediatamente. Queremos condição de trabalho. Tem motorista que já está perdendo a cabeça, pois é chamado para pegar passageiro em hotel e ao chegar descobre que o passageiro acabou embarcando numa kombi ou towner cuja rota deveria passar longe do local. E enquanto o carro da CooperGeribá está levando turista onde não deve, os trabalhadores de Búzios estão largados na pista tentando voltar pra casa, sem encontrar transporte. As kombis têm até uma placa escrito: Centro-João Fernandes, que fixam no pára-brisa para chamar o turista. Que itinerário é esse? Quem autorizou isso? questiona Ertinho.
Búzios possui três pontos de táxi: Shopping Nº 1, Praça Santos Dumont (ponto 24horas) e em frente à Mil e Hum, na Estrada da Usina. Telefone do ponto 24 horas: (22) 2623 2160
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- estávamos em casa, minha mulher e eu, quando ouvimos o movimento de ambulância em frente a nossa casa disse o empresário Helion de Freitas e resolvemos ir até à porta, pensando tratar-se de alguns dos nossos.
Para a surpresa do casal, os enfermeiros de uma ambulância de Búzios, cuidavam de depositar um corpo na calçada da rua.
Helion e sua mulher reagiram, para que não se fizesse isso. Os agentes de Saúde insistiam, no que surgiu Luiz Carlos Neneca, que também reagiu, pedindo respeito.
Diante da reação de indignação, a ambulância recebeu novamente o corpo, e saiu disparada.
Não se sabe qual foi o destino dado ao corpo ou paciente, já que nenhum deles puderam constatar, se estava vivo, ou morto. Neneca disse tratar-se de um gringo. (RBF)
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A antecipação se faria através de uma operação de securitização dos recebíveis [das futuras receitas dos royalties, e que seriam aplicados em projetos de infra-estrutura].
A iniciativa de revogar a lei dos royalties, como ficou conhecida, foi do vereador Henrique Gomes.
- Esta Casa está hoje, e vejo que será unânime, cassando o cheque em branco dado ao prefeito - disse Henrique Gomes, já no retorno à sessão ordinária, que fora interrompida para encaminhar a demanda os quiosqueiros.
Na verdade, no governo houve divergências sobre a aplicação dessa autorização, para antecipar esses recursos, e o próprio prefeito fizera consultas a pessoas fora do seu ambiente de trabalho. Por outro lado, fontes deram conta de que a disciplina que exigiria do Executivo, no que tange ao controle dos gastos públicos, e do compromisso com os investimentos, todos devendo ser realizados com absoluta transparência, já que a operação financeira seria de mercado, tudo isso fez com que o prefeito tivesse desistido de sacar contra essa antecipação. (RBF)
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saiba maisArmando Figueredo e Jailton Franco de Abreu representavam a comunidade de Vila Verde, responsável pela execução dos serviços, com a implantação de cerca de 150 metros de drenagem, que tem sido muito útil no bairro.
- Tivemos um apoio do João da Máquina - Isaias Jerônimo de Melo -, sem o que não teríamos condições de fazer o trabalho, que foi feio sob forma de mutirão, com a participação de muitos lá da comunidade do bairro - disse Jailton Franco de Abreu ao PH.
22-03-2007 00:00:00
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