Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Concurso de Contos promovido pela ALAB e PMAB faz história na Cidade e emociona alunos, pais e professores

    Está provado que a desinformação é entre outros fatores um dos motivos que levam milhares de crianças, jovens e aparentes adultos ainda, repito, desinformados ao consumo de drogas. Diante de tal constatação, pareceu ser viável no entender da comissão organizadora, formado por Acadêmicos da ALAB - Academia de Letras e Artes Buziana e da SEC - Secretaria de Educação e Ciência da PMAB, escolher “As Drogas” como tema para a realização do “I CONCURSO DE CONTOS”. 
    Creio que acertamos no tema e na intenção, o importante será em 2012 aprimorarmos a forma. Acertamos também em realizarmos no Bairro da Rasa a “VII Caminhada Cívica Antidrogas pela Paz” e o mais importante, com a Filarmônica Rio Branco, pela primeira vez na história do Bairro, promovermos um concerto musical, visto que nas outras seis visitas da Filarmônica a Búzios, todas as atividades aconteceram no Centro da Cidade. Tudo muito lindo, mas não podemos perder o foco do título desta matéria, visto existir outros fatores tão grandes que fazem das drogas, esta praga tão popular e acessível a todos. Elas têm provedores organizados, pois movimenta nos dias atuais um grande e temível capital financeiro. Tão grande que chega deixar de ser uma questão, como a algum tempo passado achávamos, exclusivamente comportamental, de saúde e ou médica, para ser uma perigosa atividade econômica a mais nesta sociedade tão carente de valores e desorganizada como já reportei também em outras matérias, aqui no JPH.
    Ainda que possa nos servir de consolo, podermos informar que no mundo não existe um só lugar ou classe social, onde as drogas não tenham chegado, promovendo imensas tragédias e desgraças irreparáveis. Acreditamos que temos algumas respostas, mas fingimos não ter! Tais como: Por que as drogas são tão procuradas? Por que elas estão também tão relacionadas com o comportamento e a dor de todos os seres humanos que vão à busca de anestesiar com drogas lícitas suas dores diante as doenças e da conquista da auto-afirmação e do gosto do prazer imediato sem que seja dimensionada sua efemeridade, com as drogas ilícitas e evitáveis? Penso que as respostas devem ainda ser buscadas entre seus consumidores, técnicos e sábios, ou nas redações de revelações puras a serem garimpadas dentro que foi em ingênuos contos, focado pelos jovens participantes deste “I CONCURSO DE CONTOS”, que realizamos e que exatamente nesta ordem foram merecedores de certificados e prêmios;
    Letícia Martins Teixeira, em primeiro lugar, recebeu um LapTop com o conto “Dando a volta por cima”. Em segundo lugar; Samira Silveira de Oliveira recebeu um Netbook, com o conto “Diga não à droga”. No terceiro; Otávio Magno, recebeu um computador desk top, com o conto “Final infeliz”. No quarto lugar; Sulamita da Conceição Ribeiro de Oliveira, recebeu um celular, com o conto “As consequências não: Preciso de: Sou quem?”. Em quinto; Igor Luiz Meira recebeu um MP-10, com o conto “Drogas”. Foram premiados ainda; Celso Okada, com o conto “Drogas nunca mais”, Jocimara Rangel dos Santos, com o conto “A primeira vez”, Luciano M. M. Júnior, com o conto “O menino que se perdeu no mundo das drogas”, Fabrícia G. dos Santos, com o conto “Um caminho sem volta”, Liliane Nogueira de Almeida, com o conto “Uma adolescente infeliz”. Tivemos outras redações apontando outros motivos, um deles narra o motivo que levou um colega de classe a utilizar drogas. Foi à desinformação, afirma o aluno autor do texto, que desencadeou nele outros vários fatores.
    José Gonzaga é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. SOS: CRER-VIP (22-2620-0687) 8833-2181: Visite nosso site domínio. www.crervip.org.br
     

    16-07-2011 00:00:00

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  • VII Caminhada Cívica Antidrogas pela Paz

    Conforme foi votado e decidido na ultima reunião da ALAB, esta caminhada e o Concerto Musical, que sempre foi realizada no centro de Búzios, pelo CRER-VIP, este ano será no Bairro da Rasa, como propôs o Acadêmico Delmires o “Mirinho” uma homenagem, a todos moradores dos Bairros existentes fora do Centro da cidade. Como já sabe a população Buziana, atualmente funciona a todo vapor no Bairro da Rasa, o CEMEI, que esta transformando a região, praticamente em um pólo cultural da cidade, dentro da Fundação Bem Te Vi, local ideal onde também nesta mesma programação haverá entrega dos prêmios do CONCURSO DE CONTOS, que teve como tema central “As Drogas” e que esta sendo feito, a mais de um mês, tendo centenas de alunos, que aceitaram participar, pertencentes que são das escolas da Rede Publica Municipal de Búzios. Esta importante realização cultural esta sendo feita graças à estreita parceria, entre Secretaria de Educação e Ciência da PMAB, representada nesta festa cívica, por sua experiente Secretaria e Acadêmica, Carolina Maria Rodrigues Silva, com a ACADEMIA DE LETRAS E ARTES BUZIANA, representada em comissão, pelos Acadêmicos, Allan Vinicius, Amélio Abrantes, Carlos Robalo, Mauro Guedes e Miguel Ângelo.
    Com estas considerações convocamos a você, leitor do JPH, e toda sua família: venham participar neste próximo dia 14 de Julho, desta festa cívica, o horário e toda programação oficial, nosso Diretor e Editor Chefe deste jornal e também Acadêmico Eduardo Borgerth Teixeira, se comprometeu a publicar em destaque, na próxima edição. Tenham certeza, se manifestarmos as autoridades comprometidas com a atual realidade Brasileira, ainda existirá tempo para evitarmos mortes e salvar as vidas de pessoas que amamos.
    Leia, pois com atenção. Hoje temos um único recado: O de convocar o povo em geral, rico ou pobre, intelectual ou não, MAS TODOS DO BEM! Participe desta caminhada, a pé ou com o meio de transporte que tiver; Bicicleta, automóvel, motoca ou táxi, apoiando os estudantes da rede publica de ensino municipal que estarão presentes a esta ação cívica. 
    Que venham participar líderes comunitários, professores, políticos, religiosos, militares, estudantes, turistas, pescadores, aposentados e outros profissionais, antes que alguém que você ama, também seja vitima desta violência anunciada e presente em todos os lugares. Lembro que agora mais do que nunca irmos às ruas, para manifestar o nosso repudio as drogas e cobrarmos a presença da Paz. Não podemos nos esquecer que todos os oito ministros do Superior Tribunal Federal (STF) votaram neste ultimo 15 de junho a favor da realização da Marcha, no caso, a da Maconha, no julgamento que ocorreu, é claro, lá em Brasília. Com isso, os atos em favor da liberação do uso da maconha e por incrível que pareça, até para qualquer outra droga, cocaína, crack, oxi etc, não poderão mais ter suas passeatas contestadas ou proibidas, pois estão judicialmente protegidas.  É por este motivo que achamos muito importante a participação de todos. Mas para que tenhamos sucesso neste evento. Convoquem seus amigos, através de seus blogs, e-mail, etc., pois a presença de muitos, emprestando otimismo e prestigio pessoal reforçará, toda nossa luta ANTIDROGAS PELA PAZ, promovendo ainda uma constante política de prevenção à dependência química, nesta ameaçada Região dos Lagos.
    *é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289: Visite nosso site domínio. www.crervip.org.br
     

    02-07-2011 00:00:00

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  • E assim caminha a sociedade desorganizada - 2ª parte

    Paternidade e maternidade responsável é uma expressão que surgiu relativamente há pouco tempo, porém com força intensa no âmbito do Direito de Família, como temos tentado explicar em outras matérias de forma bem simples e entendível, também para todos os nossos leitores menos informados, aqui através desta coluna do JPH. A intenção de seus autores foi a de promover uma ampla mobilização dos pais a participarem cada vez mais das relações familiares, independentes de estarem casados ou descasados, com o objetivo de não ampliar e sim minimizar os traumas de serem filhos de pais separados. Foi categoricamente determinada na Lei também que tanto o pai como a mãe, independente de estarem unidos ou não, sejam juridicamente responsáveis por seus filhos. Porém, infelizmente as noticias da realidade nos mostra, com frequência diária, que um deles, sempre esta ignorando seus deveres. Graças então, aos meios de comunicação, foi-se o tempo em que filhos de pais separados somente pleiteavam a pensão alimentícia, apesar de em nossa opinião ser fundamental para as crianças a presença dos pais, nem sempre  tem sido possível quando litigiosamente estão separados. Às vezes eu me lembro que antigas propagandas e conceitos bem definidos, já pregavam que não basta ser pai biológico e que a todos da minha geração, que Pai melhor é aquele que ama e nutre intenso afeto por eles.  Tendo como obrigações principais amá-los, entre outras é claro, acompanhar o crescimento físico e até a mais importante, o emocional de seus filhos, que os blindará como prevenção segura contra a maioria dos males do mundo moderno, principalmente da dependência química. No entanto os tempos mudaram e não é mais o que acontece, neste novo cenário da sociedade “moderna” do salve quem puder. Parece que acabaram positivamente os tempos que muito de nós vivíamos, onde se sabia que da mesma forma como existem deveres, existem direitos dos pais em relação a seus filhos até uma determinada idade da juventude deles. Em minhas buscas, nas varas de família para produzir esta matéria, descobri que pesquisas mais recente indicam que em 92% dos casos de uma simples separação ou divórcio, amigáveis ou litigiosos, são as mães que ficam com a guarda dos filhos. O lamentável é que muitas destas consagradas mães, como as apresentei na primeira parte desta matéria, são as que mais promovem, por mágoas, serias rupturas entre o filho e o pai, falando com eles que apesar do cumprimento integral de suas obrigações financeiras, até deve ser processado por abandono afetivo. Por dever de orientador, não sei se bom ou mal devo lembrar aos leitores, que o pai que paga pontualmente uma pensão digna e assume todas as suas obrigações financeiras, pode causar danos irreparáveis a seus filhos se o abandonar emocional e psicologicamente. Lamento que neste pouco espaço não possamos discutir se um pai seja a rigor obrigado a amar seu filho, visto que alguma coisa pouco discutida pode gerar polêmica inesgotável. Porém, é preciso que entre em cena a maternidade responsável, da qual pouco ou nada se fala. Mães também podem agir de forma irresponsável em relação a eles, entretanto, pelo fato de a maternidade ser vista como algo até mesmo sagrado, como demonstrei na outra matéria, fica distante de nós a exigência da prática da maternidade responsável. A verdade é que da irresponsabilidade materna pode decorrer a desistência de alguns pais em relação a seus filhos.

    *é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Lembrando que cada Regional Internato CRER-VIP tem uma administração própria e independente. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289: Visite nosso site domínio. www.crervip.org.br
     

    23-06-2011 00:00:00

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  • "Oxi", a droga que mata em menos de um ano!

    Deixo de publicar nesta edição do JPH, como prometi a segunda parte da matéria anterior; ‘Assim caminha a sociedade desorganizada’, para anunciar que, a rapidez que o ‘OXI’ a droga que mata em um ano, já chegou a nossa Região dos Lagos e como tem que ser recebida e enfrentada, pelas forças do bem, em meu nome e a pedido do Diretor da Regional Internato CRER-VIP de Búzios; Sergio Naves faço um comunicado que é uma emergência, muito mais que uma prioridade. Atenção autoridades da Região dos Lagos! Pela primeira vez, na ultima semana deste mês de abril, recebemos o pedido que mais temíamos, sem também estarmos preparados, conseguir uma vaga para internar, em nossa Comunidade Internato aqui dos Lagos, um jovem de 18 anos, que voltou de Brasília, já no fundo do poço, dependente a cinco meses de Oxi. Uma droga que tem uma forte semelhança e é também um alucinógeno, como o crack. O oxi ou oxidado é uma mistura de pasta-base de cocaína, querosene, ácido sulfúrico e cal virgem, que o torna muito mais devastador do que o temível crack. Na confecção do crack acrescenta-se bicarbonato de sódio, acetona e amoníaco, mistura que passa ainda por estufas, onde as substâncias voláteis evaporam. “A diferença que credita ao oxi o titulo de ser mais nocivo é a sua grande quantidade de oxidantes, é daí que vem seu nome maldito” Este jovem, que nos assustou com sua procura, voltou buscando desesperadamente tratamento, colo, proteção dos braços frágeis de sua mãe, uma viúva, sofrida empregada domestica diarista, moradora de Cabo Frio. Confessou-nos que para conseguir mais droga e dar fim a sua “fissura”, já estava realizando pequenos roubos e à prostituição que o tornou mais vulnerável à AIDS e demais doenças sexualmente transmissíveis. Estava apavorado e amargando uma brutal síndrome de abstinência. Antes de escrever esta matéria, lembrei que há um ano perguntei a muitos amigos e pesquisadores de velhas drogas.   Vocês já sabem que droga é esta? E para maior ser minha surpresa, esta nova droga para muitos ainda é uma desconhecida. É uma droga que vicia no segundo consumo e mata em menos que um ano os nossos jovens. Do ‘Oxi’ só sabem que no primeiro trago o dependente químico, de crack ou cocaína por ela se apaixona, pois instantaneamente o leva a uma sensação de total euforia e ânimo. Mas depois traz o medo, a paranóia.
    Hoje já sabemos, é uma droga que só dá o ‘barato’ dela no momento em que está sendo consumida, sendo que cada pedra dura cerca de 10 a 15 minutos, mas podendo segundo ainda informação deste jovem usuário, ser turbinada com álcool o tal barato, ‘que custará sua vida’ e que com certeza, antes poderá levar de imediato, seu usuário também ao alcoolismo, pois para perpetuar o barato, o álcool serve de ponte e alívio entre uma dose e outra. Imaginem autoridades constituídas de nossa Região dos Lagos, enquanto as autoridades lá de Brasília em concorrida solenidade, convocados pela ‘Presidenta Dilma’ discutem ainda, a criação dos centros a serem instalados em universidades públicas, em 19 Estados brasileiros, com o objetivo de capacitar profissionais de saúde e de assistência social para lidar com usuários de crack, tanto em termos de tratamento quanto de prevenção, um jovem que lá nesta Brasília, desconectada da realidade brasileira, chegou a 08 meses, em busca de trabalho, de lá ironicamente já voltou vitimado por uma nova droga que ante a morosidade das intenções já o capturou. O pior é que a tal assistência social treinada que lá irão preparar para atender dependentes químicos, terá somente um expediente de 8 horas e nunca terão o fôlego de nossos voluntários religiosos ou pessoas de boa vontade para fazer face às drogas que ficam soltas e de plantão atuando às 24 horas de todos os dias.   Entidades que já existem de fato, não só como é o CRER-VIP, que não recebem nenhum apoio para se prepararem para os desafios que esta e outras drogas em breve nos desafiarão principalmente do Governo Federal, de quem só temos recebido agentes de sua fiscalização, que não sabendo o que é uma Comunidade Terapêutica, onde com ajuda de médicos, psicólogo, psiquiatras, voluntários, simplicidade, muito amor de cristãos práticos, realizam anualmente, positivas transformações em milhares de crianças e jovens dependentes, contabilizam lucro social. Destes despreparados agentes, que nos confundem como Clinicas Medicas Particulares e nos identificam com esta ótica torta sem contribuírem em nada para suprir as nossas carências e até nos multam por nossas naturais deficiências é que teremos como verdadeiros Quixotes, lutar contra o Oxi, se também com urgência não formos salvos para salvar vidas que em breve serão levados por mais este novo inimigo de nossa juventude.

    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem em quanto é tempo, recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289: Visite nosso site domínio. www.crervip.org.br               
     

    28-05-2011 00:00:00

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  • E assim caminha a sociedade desorganizada. Primeira parte

    Tenho com muita fé, tentado ainda que signifique uma vontade pretensiosa e saiba que sou apenas uma gota d’água no oceano, explicar para alguns leitores, o que é no meu ponto de vista uma sociedade desorganizada e se é possível organizá-la, tamanho é a complexidade de muitos de seus atores. Sejam eles, protagonista ou coadjuvante desta sociedade carente de valores. Li e guardei após recortar rasgando, “a noticia,” escrita em um jornal que encontrei, sobre o banco ao lado que ocupei em um rápido vôo Rio/São Paulo, há alguns anos atrás. Guardei para com calma, ler, reler e entender. Noticia pequena, aparentemente sem apelo, mas com uma historia assustadora que só revela a dimensão e existência real de uma maternidade irresponsável, neste caso, aja visto em muitas outras noticias muito mais de paternidade também irresponsável. Mas vejamos a tal noticia... “Ontem, por volta das 23h50, uma equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) se deslocou até uma residência na Vila Valderez, em Dourados. No local foram socorridas duas crianças, de nove e doze anos, que estavam embriagadas. Conforme a noticia as crianças foram embebedadas pela própria mãe, que estaria em um baile com seu novo namorado. O caso foi denunciado ao Conselho Tutelar, que explicou que não é a primeira vez que acontece o mesmo problema na respectiva residência. A notícia finaliza assim. “Por causa da falta de responsabilidade da mãe, as crianças estão sob responsabilidade da Conselheira Tutelar Maria de Fátima Medeiros”. A mãe, se é que ela pode carregar este nobre titulo; responderá pelo fato conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente. Foi relendo esta noticia que resolvi, sem deixarmos de fiscalizar a paternidade responsável, abordar e colocar em cena com urgência, a necessidade de promover mais a “maternidade responsável”, da qual pouco ou nada se fala.
    Mães também podem agir de forma irresponsável, como o caso que acima reportei, entretanto, pelo fato da maternidade ser tida como algo até mesmo sagrado, fica distante de nós, pobres mortais, a exigência obrigatória da prática da maternidade responsável. Mas como eu não desisto de procurar as origens que levam tantos jovens a buscar de novo suas vidas, perdidas no álcool e nas drogas em nossas CT, busco também respostas com meus leitores. Será que a maternidade irresponsável é fato e pode causar tantos prejuízos aos filhos quanto à paternidade irresponsável, ou por erro nosso essa concepção é afastada diante da imagem da mãe protetora, quase santificada.
    Mães podem sim, levar seus filhos a se tornarem dependentes químicos e causar prejuízos emocionais e psicológicos intensos a seus filhos. Pais que exercem a paternidade responsável, que arcam com todos os seus deveres e querem exercer plenamente o direito de amar seu filho, podem ser alvo do rancor e da inconsequência da mãe, que pratica a irresponsabilidade materna. É verdade sim que muitos pais não visitam seus filhos porque não querem, porque não têm interesse em manter os laços de amor, mantendo apenas os biológicos, impossíveis de serem desfeitos. Mas existem pais que vêem rompidos os laços de afeto por manobras da mãe, que usa como arma para agredi-los os seus próprios filhos. Constantemente testemunho historia com este enredo e me pergunto, se existem leis para compelir o pai ao pagamento da pensão alimentícia, porque ainda não existem leis que façam com que algumas mães não violentem psicológica e emocionalmente, às vezes de forma irreversível, seus filhos, sem ter uma pena real, não aquela sancionada pelo Lulinha paz e amor em setembro de 2010 denominada de Alienação Parental, onde a pena é ridículo; “Advertência; perda da guarda, perda dos direitos e deveres dos pais sobre os filhos”. Pena para um crime que desencadeia no jovem, sérios distúrbios, tem que ser duras, que possa inibir tais comportamento. Mães que impedem que seus filhos vejam o pai, que dizem (mesmo sabendo da verdade), às crianças que seu pai não foi buscá-las para passar com ele o final de semana por falta de interesse, quando na realidade o pai passou o final de semana realmente ocupado, doente ou se convalescendo de uma doença. Mulheres que dizem a seus filhos que o pai não lhes paga pensão alimentícia, que o pai não os ama. Bem caro leitor, como a matéria é longa e a felicidade de nossos filhos é importante... Continuarei buscando respostas na segunda parte desta matéria, se Deus quiser, na próxima edição.

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    14-05-2011 00:00:00

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  • Drogas oferecidas com selo de qualidade. Pode!

    Recebi duras criticas, quando abordei em matéria da edição 1405 de 26/03/2011 com o titulo, “Quando a sociedade desorganizada cria o crime organizado”, mas também, recebi aquilo que por falta de humildade às vezes me faz falta, elogios para enfrentar tantos desafios, para atender tantos pedidos e ainda ter que ver tanta soberba de gente idiota. Na verdade não me deixa feliz ter que registrar nesta coluna do nosso JPH, que o crime continua se organizando a mil por hora. Para tal basta lembrarmo-nos das noticias exaustivamente reportadas pelos meios de comunicação aqui do nosso Brasil. Noticias que nos trás, a constatação de fatos e de “lambuja” oferece aos futuros marginais, informações e a receita para praticarem crimes iguais; “Três pessoas foram presas em flagrante com cem quilos de maconha em um motel na estrada PR-445, em Londrina (PR). Chamou a atenção dos policiais uma espécie de selo de qualidade da droga, que tinha cheiro mais forte do que o usual. O fato aconteceu assim: Dois carros foram apreendidos. Um deles estava com a droga e o outro fazia o papel de batedor, averiguando se havia policiamento na estrada. A polícia estima que a droga tenha vindo de Foz do Iguaçu, cidade que fica na fronteira com o Paraguai, “patatí...patatá...” Desculpem leitores, mas não vou continuar dando a receita do crime e volto a comentar o tal controle de qualidade. Este controle de qualidade nada mais é que uma resposta da desorganização da nossa sociedade que textualmente define, por exemplo, neste caso como: “O CONTROLE DE QUALIDADE DAS DROGAS LICITAS FARMACOS”. A análise de medicamentos é realizada rotineiramente pelos laboratórios da indústria farmacêutica por ser crucial, garantir a qualidade do produto e para dar maior segurança aos seus usuários. A adulteração e falsificação de medicamentos têm crescido significativamente com o aumento do consumo e da rentabilidade na área. Esse problema atinge o mundo todo e uma das formas de combatê-lo é detectando os produtos que não atendam às especificações de qualidade, sejam de medicamentos com rótulo falso ou produtos de qualidade inferior.
    As adulterações em produtos farmacêuticos incluem a substituição do medicamento por placebos, que não contém nenhum princípio ativo ou adulteração da quantidade do princípio ativo, reduzindo, e às vezes até anulando, o efeito do medicamento. Pelas diferentes conotações técnicas podem-se caracterizar os medicamentos da seguinte maneira:
    1º - Medicamentos falsificados: é uma reprodução intencional de um medicamento original, não cumprindo as normas; difícil distinguir por sua aparência similar ao medicamento original;
    2º - Medicamentos adulterados: é a alteração do conteúdo de um medicamento original, anulando sua qualidade e tornando-o impuro, resultando em um produto de características não genuínas.
    3º - Medicamentos alterados que é a mudança na forma farmacêutica, apresentação e concentração de um medicamento. Controle de qualidade é, pois, digo era, pois, uma exigência da sociedade moderna na qual os bens de consumo são produzidos em escala industrial. Nesse controle de qualidade são determinados parâmetros que permitem checar a qualidade de cada produto. No caso em tela as drogas com qualidade agora ostentam injustamente, a figura heróica do Bob Marley, já falecido. Honraria equivocada, Bob Marley foi uma vitima de comandos religiosos, praticamente o Rei do Reggae, tinha músicas com cunho social e era um ferrenho defensor da maconha.

     * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos. Contaremos quando tivermos. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289:
     

    15-04-2011 08:00:00

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  • Os meios de comunicação apontando para a direção certa

    Para me indicar sobre o que escrever, tenho semanalmente um grupo de internautas amigos da melhor qualidade, sempre ligados para sugerem o que abordar. Elogiam, mas também fazem severas criticas. Mesmo não sendo o colunista que gostaria de ser, tento fazer matérias novas e atualizadas para reportar uma realidade útil, como fazem grandes jornalistas e ou colunistas em todo o nosso Brasil. Esta semana não posso deixar de comentar a atualizada, boa e corajosa matéria apresentada pelo Fantástico, mostrando a realidade 2011 em nossas estradas, povoada com a presença perigosa e aterrorizante do álcool, das drogas, unida a uma degradante exploração sexual e descaso das autoridades suas gestoras oficiais que deveriam fiscalizá-las com profissionalismo a favor de todos nós, o povo, seus mantenedores compulsórios. Aí sim, nas estradas milhares de vidas seriam poupadas de mortes desnecessárias e milhões de reais sobrariam para alavancar a saúde publica, porque também milhares de acidentados não ocuparia desnecessariamente outros milhares de leitos tão importante nos hospitais, da rede publica e ou particulares, contratados para suprir tais deficiências. A matéria seria completa se tivesse lembrado alguns dados estatísticos, entre outros fornecidos e presentes nos próprios dados oficiais da Policia Rodoviária Federal, que há anos tenho pesquisado, exatamente para compor as matérias que publico aqui no JPH. Remexendo tais dados encontrei em minhas anotações, sobre o primeiro levantamento, dos longos 66 mil quilômetros de estradas federais, uma realidade gravíssima; A existência de 1.820 pontos de exploração sexual de crianças, de adolescentes e “consequentemente de drogas”. Atenção, o ultimo grifo em negrito é meu, mas estes dados, são dados da própria PRF, como acima reportei; Revelados no relatório deles, edição 2009/2010, do Mapeamento de Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Federais. Pelo jeito estavam fazendo outra coisa: “Firulas”, por exemplo, pois neste mesmo relatório informaram que tais números de verdade não indicavam necessariamente que o problema tenha se agravado, porque de lá para cá só melhorou o método de identificação dos locais desse tipo de exploração.  De qualquer forma, o problema é mais grave do que indicam os números porque o levantamento não incluiu, imaginem! As rodovias estaduais. Onde a exploração sexual acompanhada das drogas ocorre mais nas áreas urbanas e nos pólos economicamente mais desenvolvidos. A maioria desses pontos se localiza na região Nordeste. Em seguida está o Sul, depois o Sudeste, o Centro-Oeste e o Norte. A rodovia BR-116, a maior do Brasil é a que concentra o maior número desse tipo de prostituição. Ela vai de Fortaleza “Ceará” ao extremo sul do Rio Grande do Sul. Naquele relatório a Polícia Rodoviária constatou, mais uma vez, que a exploração sexual de crianças e adolescentes estão associadas, na maioria dos casos, à prostituição de adultos, tráficos de seres humanos, venda e consumo de drogas, que produzem mortes e feridos. Só esperamos que este novo comando da PRF, abandone as “firulas” e ressuscite o brio de uma corporação tão importante para eles e para nós, as vitimas.
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    02-04-2011 08:00:00

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  • Quando a sociedade desorganizada cria o crime organizado

    Não é difícil imaginar porque o crime se organiza. Ele o crime se organiza quando a sociedade se torna desorganizada e no correr dos tempos passa a cometer os crimes da omissão. Na verdade somos nós, os que não matamos, não roubamos, não (nos) corrompemos, somos nós os “bonzinhos e “honestos” que, de alguma forma, colaboramos para que o mal se instale, a impunidade se instaure e o crime se organize. Não há nada de ruim que aconteça na sociedade do bem, que não seja com permissão dela e muitas das vezes pela omissão dela e até, com seu aval, representado pelos votos dela em candidatos notoriamente corruptos ou que por desatenção o imaginaram honestos. Temos que combater o crime elegendo políticos honestos e por que não “certinhos”, para ocupar por nós a parte do poder legitimo e promover a organização necessária dentro do bolo político, pois se assim não agirmos continuaremos a lá colocar os que só sabem lamber ou comer o sorvete financeiro. Quem não sabe que essa verdadeira pilhagem social, advém do banditismo político ou do politiquismo bandido que é repartida entre os parentes denominados de “cargas-tortas” que, auxiliados por uma rede de pessoas abençoada pela pratica do fisiologismo e por um tremendo cinismo cara-de-pau, vão atropelando tudo e todos que estão no caminho que os leva ao Poder e respectivamente ao poder de dispor como quiser do dinheiro publico. Enquanto isso nós aqui embaixo, orando na cartilha reportada nos evangélicos do “bom senso” que é, em verdade, omissão; da esperança que é, verdadeiramente, passividade; da fé que, ao final, é comodismo, ou seja, uma tremenda covardia disfarçada de virtude. Ficamos só confiando no Criador lá do Céu e nos encolhendo, quando, aqui na Terra, no mínimo deveríamos dividir a responsabilidade com Ele, o Criador. Vejamos outros exemplos de uma sociedade desorganizada: 1º) Émerson Paulino, 29 anos motorista que embriagado quebrou várias regras de trânsito ao dirigir embriagado, ultrapassar em local proibido, ziguezaguear na pista.  Preso e autuado em flagrante, em 22/02/2010, teve que pagar a fiança de R$ 4 mil reais. Para não ser levado preso para o Presídio do Monte Santo. Paraíba; 2º) Já neste 22/03/2011, como toda a mídia reportou um motorista mais que embriagado, provocou um acidente em São Paulo. Bateu em três carros, capotou, tentou fugir, Jonny de 37 anos, que dirigiu em alta velocidade, apesar de mal conseguir falar, foi preso. Mas já esta em liberdade, após pagar uma fiança, de R$ 300,00, bem diferente do cobrado há um ano passado, mesmo depois de dirigir assumindo o risco de matar inocentes; 3º) Quando farmácias vendem drogas, lícitas, mas sem receita medica é um crime e um desserviço a sociedade organizada; 4º) É sempre a ultima frase, que acompanha a homologação de quase todas as Leis que existem, seja na Constituição Brasileira, Código Civil etc.. “Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação... Menos a Lei eleitoral... Que para fazer muito mal a organização da sociedade do bem, só entra em vigor um ano depois, apos dar aos políticos corruptos, prazo para modificá-la ou destroçá-la. Montesquieu em uma de suas valorosas citações nos adverte “Inúmeras leis existem, não por serem justas, mas por serem leis” Quando vou a um país, não examino se há boas leis, mas se as que lá existem são executadas, pois boas leis há por toda a parte.” Hoje escrevi apenas uma parte de meu testemunho que prova que o crime esta organizado no Brasil, porque a sociedade do bem, esta desorganizada.

    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos. Contaremos quando tivermos. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289:
     

    26-03-2011 08:00:00

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  • A nossa Tsunami aconteceu novamente no carnaval

    Hoje faço considerações sobre as noticias, reportadas nesta coluna da edição 1403 sobres os acidentes provocados pelo álcool, as drogas e irresponsabilidades neste carnaval 2011. De um de nossos leitores atentos recebi o seguinte e-mail:  Na pagina 04, do OBSERVATORIO do JPH, com o titulo “Carnaval 2011, o mais violento”, li a informação... “O numero de mortos nas estradas federais foi de 213 pessoas o equivalentes a 47,9% de aumento em relação a 2010. No total, a PRF registrou...” Já na coluna do Senhor li que o numero até ontem, quase 240 pessoas haviam morrido. Qual esta certa? Caro leitor; Em primeiro lugar quero agradecer a atenção, a importância e o valor que pessoas como você dão à verdadeira noticia. Isto também só prova a correção e responsabilidade que temos para com os nossos leitores, não publicando em nossas paginas, mentiras, abobrinhas e bobagens, graças aos nossos também atentos Editores Chefes, antes Ruy Borba e atualmente Eduardo Borgerth. Tenho a informar: As duas estão corretas, vejamos, o titulo da primeira noticia, “Carnaval 2011 o mais violento”, se pesquisarmos apenas no site da PRF, verificaremos que os números estão corretos do dia 04 a 08.  Mas com a observação que aqueles números não eram conclusivos, pois faltava ainda a viagem de volta para suas casas, de milhares de pessoas. Atento que é você verificará que o titulo da minha matéria; “Álcool, drogas e motoristas irresponsáveis mataram quase 240 pessoas neste carnaval 2011”, no trecho que sito as estatísticas, escrevi: “Da sexta feira dia 04, até ontem, como o JPH, saiu dia 11 sexta feira, ontem foi o dia 10, da minha pesquisa quando falando diretamente com o Oficial Santos da assessoria da PRF... XX61- 312-3636. Ele me informou ter que incluir mais 16 mortos nas estradas, do dia 09 entre outros dados. E hoje dia 14, o inspetor Alvarez, coordenador geral de Operações da PRF, registra a necessidade de acrescentar  mais pessoas que morreram até o dia 13 domingo, o dia oficial que sendo o ultimo que os que viajaram para curtir de varias formas o período carnavalesco viajaram de volta para suas casas, sendo que mais 26 não mais chegarão em seus lares. Álvares  atribuiu o alto número de acidentes e mortes registradas nesse carnaval à falta de educação dos motoristas, mas se esqueceu por culpa do corporativismo de registrar a realidade de estatísticas que mostram  que 83% das mortes poderiam ser evitadas se a estradas fossem pelo menos duplicadas já que  a única solução, para diminuir mortes é estrada segura, pois eles os imprudentes  sempre vão existir. Esqueceu-se de admitir e registrar que vários projetos de rodovias federais estão parados a mais de 08 anos. A verdade é que nós também temos o nosso TSUNAMI que passa por aqui de forma recorrente e acontece, sem terremotos nos feriados e deixam milhares de mortes todos os anos nas estradas do país, sobretudo nas federais. Estima-se que 40% dos feriados graves morrem a caminho do hospital ou alguns dias depois e não aparecem em nenhuma estatística. A bem da verdade, não posso interpretar que período de carnaval, nos tempos atuais aqui no Brasil se limite há 04 dias. Até onde sei o Carnaval, lá na Bahia só terminou neste próximo domingo passado dia 13, com muita alegria dirá parte da mídia, mas nós registramos. Com muito álcool, droga samba, rock ’n’ roll e péssimas estradas para enfrentar no fim da festa.

    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos. Contaremos quando tivermos. SOS: CRER-VIP (22)2620-0505 - 9973-8289: www.crervip.org.br
     

    19-03-2011 00:00:00

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  • Álcool drogas e motoristas irresponsáveis mataram quase 240 pessoas neste carnaval 2011

    Em minha ultima matéria, com o titulo: ALEGRIAS E AMEAÇAS DO CARNAVAL fiz como todos os anos faço aqui através do JPH e também fazem “registro para fazer justiça”, em todo o Brasil, a Policia Rodoviária Federal, as Policias Militares de todos os Estados do Brasil e até muitas ONGs e ainda milhares de comunicadores responsáveis através da imprensa falada, escrita e televisada. São pois milhares e milhares de avisos e alertas sobre a importância de tomarmos muito cuidado para não nos tornarmos protagonista, seja como vitimas ou culpados de acidentes e mortes evitáveis nestes dias que nós temos poucos anjos para aconselhar e proteger em relação a muitos e muitos diabos que estão literalmente soltos, se ocupando tão somente de fornecer, maus conselhos, drogas e álcool para os desavisados e distraídos dependentes ou novos candidatos. Por dever de oficio acompanhei com tristeza os assustadores noticiários que vindo de todas as fontes do Brasil, só anunciava o que agora se apresenta como indesejáveis números alarmantes e oficiais, mas ainda não conclusivos quantitativamente somados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) que já na quarta-feira de “cinzas”, dia 09, anunciava estarmos atingindo os seguintes números, recorde, garantindo que o carnaval deste 2011, foi mais violento nas estradas do que os anos passados de 2010, 2009, 2008, 2007 e 2006. Da sexta-feira dia 04, até ontem, quase 240 pessoas já haviam morrido e outras 2.502 foram feridas nos 4.213 acidentes registrados nas rodovias de todo o país. Para comprovar este recorde distribui uma nota oficial com fundamentado dados, tomando por base 2010, onde os números oficiais foram de 143 mortes, 1.912 feridos em 3.233 desastres. Os policiais rodoviários federais também registraram aumento no número de motoristas flagrados alcoolizados ou com sintomas de estarem drogados. Dos 6.356 testes de bafômetro, 284 deram positivo e 96 pessoas acabaram presas por dirigirem dopadas ou embriagadas.

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    12-03-2011 00:00:00

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  • Alegrias e ameaças do Carnaval

    É muito importante que você leia este artigo com lembranças e conselhos simples, mas que podem salvar vidas. É durante estes dias, período de muita alegria, descontração e diversão, mas também de más experiências para milhares de adolescentes, que se registra o consumo exagerado, de álcool e drogas em todos os Estados do Brasil. Para que quarta-feira de cinzas não seja um dia de contabilizar, com culpas pessoais, tristezas e tragédias, em nome do melhor bom senso, elaboramos 05 itens, alguns um pouco diferentes dos costumeiros que todos já devem saber de cor, para você curtir o carnaval, tendo a consciência tranquila de ter alertado a todas as pessoas que ama as alegrias e as inquestionáveis ameaças do carnaval: 01- Cuidado com as experiências e o consumo excessivo de bebidas e drogas, responsáveis pela maioria dos acidentes e pelos altos níveis de violência que até matam no carnaval. Não passe da conta, proteja sua saúde e a integridade física de todos a sua volta, se beber não dirija; 02- Se estiver em nossa cidade mesmo que para uma rápida visita, ou vá visitar outra cidade, seja um turista consciente, procurando minimizar os impactos de risco físicos e ambientais de sua presença, sorria e respeite muito os costumes dos lugares visitados, prestigie a cultura e a economia local; 03- Prefira transportes com menor consumo de combustível fóssil, o principal responsável pelo aquecimento global. Entre o avião e o carro, prefira o carro. Entre o carro, a van e o ônibus, fiquem com os últimos. E aproveite os dias livres para andar de bicicleta e a pé; 04- Faça economia. Antes de viajar, não se esqueça de tirar os aparelhos elétricos e eletrônicos da tomada, tais como TV, DVD, microondas e carregador de bateria. O simples esquecimento modo (stand-by), que fica acionado quando o aparelho está desligado, mas conectado à rede elétrica pela tomada, é responsável, por incrível que pareça, por até 25% da energia consumida por esses equipamentos. Por favor, não desperdice água. O carnaval é a época em que muitas cidades, como a nossa Armação dos Búzios e outras aqui da Região dos Lagos, turísticas, enfrentam sérios problemas de abastecimento de água em função do aumento excessivo de consumo. Portanto, se você já é um consumidor consciente de água, redobre os cuidados e nos ajude neste carnaval. Evite as brincadeiras que implicam em desperdício, tome banhos mais curtos, desligue o chuveiro na hora de se ensaboar. 05- Durante o carnaval, se você presenciar casos de desrespeito aos preceitos que orientam essas dicas, não hesite em orientar as pessoas a sua volta. Sempre que tiver oportunidade, divulgue os princípios do viver e do consumo consciente. Contribua para que o carnaval seja cada vez mais uma época de alegria e paz e não da violência, onde todos perdem e ameaça a sociedade do bem.
    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos. SOS:CRER-VIP(22)2620-0505 - 9973-8289:www.crervip.org.br
     

    05-03-2011 00:00:00

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  • O que são drogas sintéticas

    Abordei na matéria anterior a existência de centenas de outras drogas, inventadas e feitas em laboratórios “legais”, graças ao disfarce de serem remedinhos para “curar” algumas doenças. Para os leitores de JPH, que pediram para mais explicar o que são drogas sintéticas, e já lamentando não ter espaço para apresentar todos os nomes das que já estão infestando os mercados europeus e em breve estarão aqui (até porque drogas são drogas, com efeitos e malefícios parecidos, todas elas!), me limito a lembrar de uma única delas, já bem conhecida aqui no Brasil. É o êxtase. Essa é uma droga sintética, fabricada em laboratório  pela primeira vez em 1914, para ser moderadora do apetite, indicada como “remédio para emagrecer”. Hoje em dia, as pessoas costumam fazer uso dessa droga para se animarem a sair à noite, em direção às chamadas “baladas”, para as chamadas “raves”, geralmente em locais abertos e afastados onde se toca música eletrônica, ou em boates e clubes onde a descontração é obrigatória e a falta de limites não é cobrada por ninguém. E como não é! O princípio ativo do êxtase é um verdadeiro palavrão (que, confesso, nunca consegui pronunciar): “metilenodioximetanfetamina”, que pode ser abreviado como “MDMA”. Trata-se de um tipo poderoso de anfetamina “estimulante”, que também tem efeitos parecidos com os alucinógenos. Geralmente a droga êxtase é vendida, como já reportei em outra matéria, em comprimidos, mas também em pó, para ser inalado. Como a maioria das drogas, os traficantes colocam outras substâncias impuras junto da droga, para render mais e terem mais lucro. Essas outras substâncias podem ser cafeína, cocaína, quetamina (anestésico usado em animais). Quase igual a todas as outras drogas sintéticas, repito. O MDMA atua no cérebro, controlando duas substâncias básicas: a dopamina, que interfere nas dores, e a serotonina, que está ligada às sensações de amor e efêmeras paixões. A combinação das duas substâncias deixa a pessoa muito mais eufórica, confiante, sociável, etc. Outros efeitos naturais desta droga são a Ansiedade e as Paranóias, e o Aumento dos Batimentos Cardíacos. O usuário passa a suar muito, podendo levar à completa desidratação. Ressalte-se ainda que sente Náuseas e Bruxismo (“ranger dos dentes”). Quando o indivíduo ingere grandes quantidades de êxtase (isto é, 3 ou mais comprimidos), ocorre secura na boca, alucinações e psicose (passa a ouvir vozes e a fazer coisas que não faria, se estivesse em estado normal). São frequentes as dores musculares; insônia, perda temporária de visão, etc. Na maioria das vezes, o uso constante desta droga causa a morte de células cerebrais, perturbações mentais, falta de memória, perda do autocontrole, síndrome do pânico, depressão e a instalação definitiva do vicio.
    Overdoses. É muito fácil sofrer overdose com o êxtase: um comprimido a mais do limite físico do usuário pode se manifestar como overdose, resultando em uma série de efeitos: dores de cabeça terríveis, dificuldades na fala, febre muito alta, vômitos, perda de controle dos músculos e morte (em decorrência das altas temperaturas do corpo). O êxtase foi e é apenas mais um exemplo  do surgimento das drogas sintéticas como “remedinho”, fruto da necessidade de propaganda (o design) e de inovações no mercado de drogas ilícitas exigidas para continuar enganando a todos nós.
    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna: www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem a recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool e das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs e Internatos. SOS CRER-VIP: (22)2620-0505/9973-8289 www.crervip..org.br
     

    19-02-2011 00:00:00

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  • Novas drogas na Europa

    Enquanto aqui ainda nem aprendemos a nos prevenir das drogas já existentes, lá na Europa, um relatório bem fundamentado, revela a existência de centenas de outras  novas Drogas. Resultado dos pesquisadores que atuam no Observatório Europeu da Droga e da Tóxica Dependência. Trata-se, segundo eles, do número mais elevado desde a criação da OEDT, em 1997, responsável por um rápido alerta, através do quais as autoridades policiais de diversos países do “primeiro mundo” monitorizam as tendências ao consumo de novas substâncias psicoativas. Para espanto de todos, inclusive deste colunista pesquisador, que apurou que só durante o ano passado foram detectadas mais 24 novas drogas lá na Europa. O número recorde de novas drogas se somou as detectadas em 2009 e corresponde a mais do dobro do ano anterior, quando foram identificados pela primeira vez 13 produtos estupefacientes. Sem exceção, todos os novos compostos são sintéticos, incluindo até duas substâncias com propriedades medicinais, que aqui no Brasil, nem eu tinha ouvido ou visto falar. Somos mesmos uns “retardados” como diria fazendo uma “gozação bem Brasileira”, o bem humorado e simpático, agora meu sobrinho sueco Hakan Wigren, que arrancaria gargalhadas de sua esposa Lucila, nossa sobrinha brasileira, e até da Louisa, que de tão inocente iria rir também.  Desde 1997, o OEDT notificou a existência de mais de 110 novas drogas. Muitas delas “aparentadas das anfetaminas”, diz o presidente do Instituto da Droga e da Tóxica dependência (IDT), João Goulão, um grande estudioso que tive oportunidade de rapidamente ser apresentado no intervalo de uma das concorridas palestras, quando ele anunciou tratar-se de produtos em que são introduzidas algumas “variantes moleculares para iludir o sistema de proibição” destas novas drogas criadas em laboratório para escapar à alçada das Leis de todo o mundo. Drogas identificadas pela primeira vez lá na Europa, em países, entre outros, como a poderosa Alemanha, Finlândia, Suécia, Dinamarca e que rapidamente chegam aos consumidores nos mais variados países europeus. Isto testemunhei! Vivemos num mundo globalizado em que as drogas também circulam com grande intensidade.  Na palestra que atentamente participei como aluno atento e como interessado colunista aqui do nosso JPH, anotei o que foi sublinhado pelo presidente do IDT: “As maiores preocupações das autoridades de todo o mundo continuam a incidir quase que exclusivamente nos consumos de heroína, cocaína, maconha e nós acrescentamos na América do Sul o crack e também como ele, recomendo soarmos um vigoroso e rápido alerta como prevenção e avaliação dos riscos das novas formas de ofertas que estão chegando como parte do custo de estarmos todos vivendo e fazendo parte do maravilhoso mundo globalizado. Que ninguém subestime o fato que o consumo de novas substâncias psicoativas, muitas vezes apresentadas como “legais” e sem aparentes efeitos secundários para a saúde, tem como alvos crianças e jovens, diariamente desafiados pelos traficantes a “experimentar novas experiências” e outros consumidores, sujeitos a análises de rotina para despiste destas novas drogas, incluindo a população prisional. “Estas drogas são tão novas que não estão integradas nos protocolos de análise nem da ANVISA e podem passar facilmente, como “remedinhos” nesse nosso desatualizado e ingênuo controle. Tenho dito! Estou de volta e agradeço aos e-mails que registraram a minha ausência.                                 

    * é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP e da ALAB. Matérias desta coluna www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vítimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos. SOS:CRER-VIP(22)2620-0505/9973-8289 www.crervip.org.br
     

    05-02-2011 00:00:00

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  • Crianças sendo fabricadas, nascendo e crescendo com dependência química

    Terceira Parte

    24-12-2010 00:00:00

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  • Importante amiga do Brasil, Ana Maria Braga

     Aos 71 anos de idade, sou Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP, que cuida de 400 ou mais crianças e jovem vitimas do álcool e das drogas em vários internatos, em Estados diferentes do Brasil, cuja seriedade pode ser constatada em nosso  Site wwwcrer-vip.org.br.  Sou também Presidente da ALAB - Academia de Letras e Artes de Armação dos Búzios, onde um de nossos Acadêmicos é o querido e talentoso, Milton Nascimento. Tenho, em um Jornal editado aqui em Búzios, O Jornal Primeira Hora, feito para toda a Região dos Lagos, uma coluna intitulada “As Drogas Matam a Falta de Solidariedade Também”. Assim credenciado, para justificar a seriedade do apelo e da informação, faço a você um veemente apelo. Solicite as autoridades com a força e audiência que tem o seu programa diário, interagirem também com todos os órgãos da imprensa, principalmente os jornais e as TVs, no sentido de divulgarem mais, a “cara” dos perigosos bandidos que estão sendo procurados e se possível com detalhes pessoal, cor, ou características físicas etc. Assim a população do bem, também poderá ajudar, denunciando, na captura deles. Principalmente aqui na Região dos Lagos, onde já tivemos noticias de tais indesejáveis presenças. Um de nossos internos nos comunicou, ter recebido telefonema de um deles ontem (7), pedindo informação, se não sabia de um local “seguro” para “passar uns dias”. Tenho certeza, a nossa população do bem e de todo o pais, também quer ajudar na localização daqueles bandidos que apareceram em fuga nos noticiário da semana passada e provavelmente de outros que estão soltos por aí, tentando ainda transformar nossos lares em permanentes cativeiros.

    Com os comprimentos e um respeitoso abraço de seu admirador; extensivo ao seu “filho” Louro, também José.

     

    11-12-2010 00:00:00

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  • Crianças sendo fabricadas, nascendo e crescendo com dependência química

    Depois de preparar o leitor para entender o resultado de minhas pesquisas e posteriormente ter abordado o resultado de crianças a caminho da adolescência nascida de uma paternidade irresponsável, hoje neste artigo, ancorado aos resultados do mesmo debate explicitarei sobre o que inevitavelmente existirá nas famílias, às que adotarem um modelo ‘moderninho’ de comportamento permissivo em relação ao consumo de substâncias químicas, tal como pais, tios e avós utilizando vários remédios como alternativa na solução imediata de suas dores e angústias.

    Que o leitor desta coluna entenda: a criança e mesmo o adolescente tem como única referência aqueles que diariamente convivem com eles; sejam seus pais ou quaisquer parentes.  Referência esta que segue com ela para enfrentar seus primeiros conflitos, seja na escola primária ou na adolescência, quando encontram novos parceiros que irão questioná-lo, apresentando outros modelos sociais de vida e comportamento. Quero ser ‘redundante’ e repetitivo... O remedinho, calmante ou o drinque social que os pais, ou aquelas outras pessoas adultas da casa tomam para espantar a enxaqueca, o stress e relaxarem seria este o ‘mal’ exemplo recebido na infância que o indivíduo, ‘criança ou adolescente’, estabelecerá para também usar como forma e jeito de lidar com o mundo, com as angústias e com todas as emoções, que por sua vez viverá.

    Em minhas pesquisas vi e revi exemplos horríveis. O pai que chega em casa estressado, toma um whisky ou com problemas sexuais, toma um Viagra. A mãe que usa um calmante; o Lexotan, como exemplo para relaxar e anuncia outro remédio que vai tomar para emagrecer, em vez de fazer dieta ou ginástica e adotar hábitos saudáveis. Isso resulta na cabeça de nossas crianças e ou adolescentes um modelo de solução rápida para qualquer problema, através de uma milagrosa substância química. O que acaba acontecendo é uma velada desinformação e a certeza de que em muitas famílias, infelizmente não há hábito de conversas que fomentem resolver os problemas. Alias, é bastante comum vermos pais ‘inocentes’, dependentes químicos, rigorosamente viciados em remédios, álcool, tabaco ou mesmo em trabalho, reclamarem ao saberem que seus filhos, crianças ou adolescentes já estão experimentando maconha ou alguns de seus remedinhos mágicos.

    Não são só nossas pesquisas, mas também centenas de outras informações técnicas, inclusive da OMS, que garantem que aqueles pais que se automedicam têm mais chances de verem seus filhos viciados em drogas, tanto lícitos quanto ilícitas. Que o nosso leitor não duvide destes fatos narrados e provados pela experiência que durante anos temos vivenciado nas historias que chegam a nossas CT e ou profissionais da área. Imaginem! Existem pais tão desinformados que dão e receitam que o melhor jeito de abrir o apetite de uma criança é o tradicional Biotômico Fontoura, xarope que promete abrir o apetite, sem saber que ele possui 9% de teor alcoólico, contra 4 ou 5% de concentração alcoólica das cervejas. ‘O uso diário às vezes mais de uma vez por dia  deste tipo de produto, administrado para crianças pequenas, inevitavelmente pode induzir ao alcoolismo’, esta é a única certeza que temos.                               

    *É Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP/PANBRAS e da ALAB. Outras matérias: www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs

    02-12-2010 00:00:00

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  • Crianças sendo fabricadas, nascendo e crescendo com dependência química

    No artigo anterior procurei preparar o leitor para entender o resultado de nossas pesquisas, na certeza de que estamos preocupados em transmitir - com exclusividade através do Jornal Primeira Hora e depois também no próprio Jornal Brasil sem Drogas, sob o domínio do site da CRER-VIP, www.crer-vip.org.br - o que realmente pode ser útil e de fácil entendimento dos pais e formadores de opiniões que semanalmente lêem a nossa coluna. Mas vamos à matéria de hoje que revela a visão do que acontece, quando um homem e uma mulher resolvem sobre qualquer pretexto fazer amor ou só sexo, como diz aqueles versos do Rei Roberto Carlos em Força Estranha ‘Eu vi a mulher preparando outra pessoa. O tempo parou pra eu olhar aquela barriga’, é isto que para mim quer dizer a partir da poesia ‘fabricar uma criança’. Primeiramente devemos entender a importância de uma paternidade responsável, porque se ela ou ele, em qualquer história, com ou sem amor, consome qualquer tipo de droga, mesmo lícita sem controle médico ou ilícita, seja crack, maconha, cocaína ou LSD, a droga pode se prender no espermatozóide, após a relação sexual e ir parar no ovário de sua mulher. Resultando: ‘crianças sendo fabricadas, nascendo e crescendo com dependencia química’, pois esta infeliz fecundação já irá gerar com elementos químicos na sua formação, inconsequentes problemas para este futuro bebê, principalmente se a mãe durante a gestação usar qualquer droga.
    Assim, começa a ser estabelecido um novo custo, até para os pais responsáveis que indiretamente tem os tributos que pagam compulsoriamente ao governo, desviados ‘socialmente’ para tratar essa infeliz criança contaminada, diferente daquelas que são ‘fabricadas’ com um amor criterioso. Esta criança ‘mal fabricada’ de nossa historia, terá que ter para sobreviver ainda na maternidade a participação de uma equipe interdisciplinar, com a presença imediata de um obstetra e para evitar a morte desta inocente criança há a obrigação de promoverem o planejamento de futuros tratamentos rigorosamente adequados para não gerar consequências que irão repercutir na infância e ou adolescência desta importante vida. Pode parecer, ou não, ao grande público, mas para médicos responsáveis, é de fundamental importância levar em conta que estatísticas da OMS garantem que a cada 100 mulheres, 5% ingerem algum tipo de droga ilícita, durante a gestação, e, 11% ingerem drogas lícitas, sem nenhuma assistência ou cuidados médicos.
    Por isso, o regulamento interno de todos os hospitais que são maternidade, exigem de sua equipe médica atenção e rigor na  observação, a todo momento, à oxigenação do cérebro da criança recém-nascida, bem como promover várias avaliações cardiovasculares e respiratória, bem como acompanhamento da arritmia cardíaca, hipertensão ou quaisquer tipo de convulsões, pois esses seriam os sinais da ‘crise de abstinência’ que recém nascidos, filhos de viciados, apresentam, contudo, outras conseqüências poderão estar presentes na infância e na juventude desses humanos, e isso contarei no próximo artigo.
    José Gonzaga é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP/PANBRAS e da ALAB. Outras matérias: www.jornalprimeirahora.com.br Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos; Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs
     

    20-11-2010 00:00:00

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  • Crianças sendo fabricadas, nascendo e crescendo em meio à dependência química

    Ontem apreciei inteligente crítica sobre o longa-metragem ‘Tropa de Elite’. Foi aí que me ocorreu de indagar nossos leitores e a mim mesmo. Para minimizar as drogas, não seria eficaz fazer como faz Coronel Nascimento, interpretado por Wagner Moura? Primeiro identificar o novo ambiente e respectivamente também os novos atores criminosos que ali estavam abrigados, para depois identificar os verdadeiros inimigos por traz do esquema do tráfico de drogas? Isto foi, a meu entender, uma proposta inteligente, pois creio no autor de Tropa de Elite, já que o combate a violência na maioria das vezes deixa à deriva a verdadeira inteligência dos crimes rigorosamente impunes, evidenciado estes fatos já no primeiro e no segundo longa-metragem. Nesta abordagem procuro refletir sobre a ineficiência do combate as drogas cuja pergunta indaga o modelo atual de controle e sua referida prevenção. Em matérias anteriores abordei o fato de que muitos dos dependentes químicos estabelecem suas primeiras relações com as drogas exatamente no lugar onde se suporia que estariam mais seguros, quer dizer, ‘o lugar mais seguro’ é dentro de casa. É em casa, em família, que as crianças aprendem como se relacionar com as substâncias químicas. A mesma opinião é defendida por psicólogos clínicos que em centenas de fóruns e encontros antidrogas já ouvimos e é claro, também nos ouviram para servir de balizamento desta e de outras matérias. ‘Será que, por infelicidade ou ignorância mesmo, alguns pais são o mal modelo de comportamento adulto dos filhos?’ Na verdade não há mais dúvidas de que as crianças e os adolescentes que iniciam o uso de remédios e drogas ilícitas vejam no exemplo das pessoas mais velhas uma atitude a ser imitada. O resto, contarei nas próximas matérias sobre o tema.

    José Gonzaga é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas CRER-VIP/PANBRAS e da ALAB. Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peçam por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos Governos Federal, Estadual ou dos municípios onde mantemos CTs.
     

    12-11-2010 00:00:00

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  • Fé e o amor: instrumentos de cura da dependência química

    Como prometi na matéria anterior, da edição 1.383 do nosso JPH, cá estou para revelar a importância da Fé e o Amor que possibilita a inteiração e o interagir, do nosso e outros modelos de tratamentos, com vários tipos de terapias, com ou sem a exclusiva abordagem clínica e ou médica, como quer alguns setores da ANVISA, dentro da maioria das Comunidades Terapêuticas, espalhadas pelo Brasil e pelo mundo. Até muito mais organizadas que o nosso Crer-Vip, que muito ainda tem que aprender nestes exatos 30 anos de existência, com seus erros e acertos em busca do melhor a se fazer. E por que se torna imperativo de vez, enxergarmos todos nós, a importância da espiritualidade e do amor para a recuperação dos dependentes químicos. Há alguns anos atrás li um estudo que para mim será sempre atual, divulgado pela Revista de Psiquiatria Clínica da USP (nº34,págs.73-81,2007) escrito pela pesquisadora Sanchez e a professora Nappo. Revela este artigo que a espiritualidade e a religiosidade são fatores muito importantes de proteção e prevenção do consumo de drogas. Revelam ainda que usuários que adotam alguma religião tendem há permanecer mais tempo sem recair no uso das drogas. Apontam também a metodologia dos (Alcoólicos e Narcóticos Anônimos) como ótimos programas para a recuperação dos dependentes químicos. Lembram-nos que os 12 passos envolvem um programa espiritual, ainda que não religioso, ajudando sobremaneira as pessoas a buscarem um Poder Superior da maneira que elas ‘O’ compreendam. Nossa experiência nos leva a informar com segurança aprendida, aí incluo até o Pr. Sergio Naves nestes 30 anos de existência do Crer-Vip, que as pessoas com envolvimento espiritual é menos propensa a envolver-se com dependência química. A explicação para isso tem sido colocada, não só por nós, mas por inúmeros pesquisadores. Os nomes que mais se destacam é o filósofo William James e o psiquiatra e psicólogo suíço Carl Jung. Já no começo do século 20, James dizia que ‘uma conversão religiosa’ poderia fazer um dependente químico parar de beber. Jung afirmou que a religiosidade é uma característica da natureza humana e que a falta dela causava neuroses e inúmeras outras doenças. Ele dizia que só um verdadeiro e decidido despertar espiritual, poderia trazer a saúde psíquica e livrar as pessoas dos vícios químicos e emocionais. Do ponto de vista psicológico, tenho certeza que minha ex-esposa, a Psicóloga Ester, concorda também que a espiritualidade ajuda a trazer um novo sentido para a vida das pessoas. Isto minha experiência pessoal, após a morte de meu filho William de 19 anos, pode avalizar. Não é uma mera questão psicológica, é, profundamente simbólica. A falta de um símbolo que conecte nossa vida à do Universo, ocasiona vários complexos capazes de dividir nossas vidas, fazendo-nos gastar energia vital em neuroses e padrões inautênticos. A pergunta que sempre nos fazem é a seguinte: por que em uma política pública, se o envolvimento espiritual é tão importante para a recuperação e até na prevenção, ela não é abertamente adotada? Creio que seja por simples preconceitos. Creio também que os nossos dirigentes de um modo geral não possuem uma mente aberta para encontrar dentro delas a resposta a essa pergunta: ‘quem fez tudo isso que nos cerca por todos os lados?’ Se fossem humildes e não tivessem preconceitos intelectuais para compreender que ninguém tem essa resposta, muito menos a nossa ciência, poderiam começar a perceber que existe uma Inteligência Criativa que fez tudo de uma maneira extraordinariamente perfeita. Se admitirem, que existe um Poder Superior lá em cima ou uma Inteligência Criativa poderíamos; Eureka! Começar a ter esperança de seguir um novo caminho para a prevenção, recuperação e o tratamento, aqui em baixo.

    José Gonzaga é Presidente Nacional das Comunidades Terapêuticas Crer-Vip/PANBRAS e da ALAB.  Ajudem recuperar crianças e adolescentes vitimas do álcool das drogas e peça por nós, pois até esta data, não tivemos uma verba sequer dos governos federal, estadual ou dos municípios onde mantemos CTs Internatos.  SOS: Crer-Vip (22) 2620-0505 / 99738289: www.crer-vip.org.br
     

    30-10-2010 00:00:00

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  • Aos heróicos professores brasileiros!

    Considerando o dia 15 de outubro, acreditamos que
    toda sociedade do bem, deveria ter tirado um minuto
    ao menos para dedicar um bom pensamento de
    solidariedade a estes importantes profissionais,
    desprotegidos e carentes de novas políticas públicas
    que os premiem com salários justos, sempre
    prometidos a cada eleição, e mais, a transformação
    de seus locais de trabalho em lugares seguros e
    com o mínimo de infraestrutura para melhor executar
    e aplicar os conhecimentos deste nobre ministério
    à beira da extinção. Na minha época a palavra
    Professor(a), mesmo quando não existia o consagrado
    dicionário Aurélio, era mais que um simples
    adjetivo gramatical, literalmente tinha como sinônimo
    ‘Da palavra Mestre - ser pessoa capacitada,
    perita e adestrada a nos ensinar qualquer arte ou
    ciência’. De todos nós, só mereciam respeito, pois
    eles foram nossos construtores morais e serão, se
    nós os salvarmos, de nossos filhos e netos. Nos
    dias atuais, o que assistimos frente as TVs, rádios
    e jornais de todo Brasil, como muitos artigos já publicados
    aqui no PH, são os mais descabidos atos
    de violência, contra estressados professores(as)
    dentro das escolas, promovidos por estudantes fantoches
    e do lado de fora por impunes ‘mulas’ laranjas
    do tráfico de drogas. Estava em Brasília e tive
    oportunidade de atentamente acompanhar uma das
    mais sérias entrevistas do Senador Cristóvão
    Buarque, realizada durante a audiência pública promovida
    pela Comissão de Educação do Senado,
    que ele presidia. O senador, entre outras denúncias,
    acrescentou que seriam necessários cerca de
    R$ 7 bilhões a mais em investimentos federais para
    melhorar a qualidade do ensino e, conseqüentemente,
    reduzir de fato a violência. Buarque reforçou
    ainda a necessidade urgente do ensino se tornar,
    o que a priori discordo, ‘responsabilidade do
    governo federal’ ao lembrar que se os investimentos
    aumentarem sem que a educação seja
    federalizada é grande a possibilidade de um desperdício
    de verbas, visto que muitos estados e
    municípios reconhecem, simplesmente colocam e
    gastam estes recursos em outras áreas que não estão
    ligadas aos problemas que envolvem as escolas
    municipais brasileiras. Em minha opinião, a principal
    violência é a falta de punição que existe contra
    os desviadores de verbas; é a violência do Estado,
    do País e do Governo, contra os diretos das escolas.
    Poucos brasileiros sabem da existência, entre
    outras coisas, de mais de 20 mil escolas sem água,
    sem luz e ao mais que notório; o fato de serem os
    salários atuais pagos aos professores de toda rede
    pública brasileira insuficientes, para proporcionar a
    dignidade merecida e devida aos professores. Que
    também é um ato, no meu entender de abandono e
    irresponsabilidade do poder público. Na verdade,
    tudo isso contribui para que nós tenhamos um ambiente
    escolar estressado e violento. A atenta pesquisadora
    Miriam Abramovay, que participou
    com intervenções brilhantes desta audiência pública,
    tão pouca divulgada, afirmou que: ‘Cada escola
    tem a sua particularidade, independentemente de ser
    pública ou particular, e que em cada uma, a violência
    é expressa de alguma forma entre alunos e professores’.
    Pesquisas mostram mesmo que quanto mais
    indisciplina e violência existem em uma escola, por
    falta de policiamento para garantir a parte patrimonial
    da escola e seus ameaçados professores, menor é a
    qualidade do ensino. Ela lembrou ainda que existe
    aquilo que por diversas vezes nesta coluna já denunciamos.
    A violência que vem de fora das escolas.
    O tráfico, livremente promovido pelas gangues
    e também aquele que ocorre dentro das escolas, somado
    as brigas, xingamentos e até mesmo a
    injustificada entrada de armas.
    A boa notícia que em próxima matéria darei, é que
    em breve os policiais que trabalham na busca e
    apreensão de drogas como cocaína e maconha,
    principalmente na porta de escolas, também poderão
    contar, no futuro, com um aparelho eletrônico
    que atua como cães farejadores na localização
    dos entorpecentes.

    * É presidente nacional das comunidades
    terapêuticas CRER-VIP e PAN-BRAS.
    www.crer-vip.org.br. Ajude a recuperar crianças
    e adolescentes, vítimas do álcool e das drogas.
    Em Búzios: SOS CRER-VIP (22)-9973-8289

    16-10-2010 00:00:00

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