Região dos Lagos e Norte Fluminense

Jornal primeira hora Jornal primeira hora
Sexta-feira , 18 de May 2012
  • A área de Manguinhos tem sido vítima seriada de crime ambiental

    Estuário do canal encontra ponto extravasor da Prolagos

    29-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Fita reúne parceiros e destaca turismo na Amazônia

    Feira chega à terceira edição e busca firmar a região Norte no calendário de eventos do setor

    15-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Fita reúne parceiros e destaca turismo na Amazônia

    Feira chega à terceira edição e busca firmar a região Norte no calendário de eventos do setor

    15-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Inepac ‘aprova’ projeto da Via Azul, mas sob condições: apresentação das licenças ambientais

    Órgão faz a observação de que, no interior do sítio tombado, “as águas pluviais deverão ser conduzidas em canais impermeabilizados”

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Mirinho esclarece vereador

    Na última sessão da Câmara, o vereador Uriel da Costa Pereira (PCdB), fazendo uso da Tribuna, provocou o vereador Henrique Gomes (PP), relatando que se esse governo (referindo-se ao atual Toninho Branco) não prestara apoio algum a Fundação Bem Te Vi, que ‘vem fazendo notável serviço no bairro da Rasa’, o anterior, de Mirinho Braga, também não o fizera.
    - Lamento que um vereador da minha base de governo não tenha tido a melhor informação. Durante o meu último mandato tive, sim, a oportunidade de dar apoio ao projeto da Bem Te Vi. Não como gostaria, mas apoiei - disse o ex-prefeito. O Co-gestor da Bem Te Vi, Kauê Alessy Torres, procurado, confirmou que a Fundação ‘recebera do governo anterior um valor de R$ 40 mil reais, sobre os quais prestou contas, e duas vezes, já que o atual prefeito resolveu pedir que a prestação de contas fosse suportada pelos originais de todos os recibos e notas fiscais, que já estavam em poder da contabilidade e da auditoria independente’.
    - Em relação a recursos humanos, a Diva (Diva Nunes Chaves), servidora pública do Município, prestou sempre serviços à Fundação, desde o início de suas atividades, mas que foi demitida pela Prefeitura atual - completou Kauê Torres, fazendo questão de enfatizar os serviços que a entidade tem prestado à comunidade e ao próprio Município, tendo neste último final de semana recebido turmas da Escola Maria Rita, que estiveram usando o complexo esportivo da Bem Te Vi.

    Abaixo carta * do ex-prefeito Mirinho Braga ao PH
    Ao Jornal Primeira Hora
    Armação dos Búzios, 10 de junho de 2006.
    Prezado Editor-chefe Ruy Borba,
    Refiro-me à notícia, veiculada nesse Jornal, sobre declaração do vereador Uriel da Costa Pereira, afirmando que o Município de Búzios não teria prestado qualquer apoio à Fundação Bem Te Vi. Cabe-me na condição de ex-prefeito esclarecer, o que aliás é de seu conhecimento, porque Vossa Senhoria é também Curador daquela entidade, que durante o meu último mandato firmamos um convênio, para desenvolver um trabalho conjunto na Rasa e áreas adjacentes.
    Por esse convênio o Município transferiu à Fundação Bem Te Vi, R$ 40.000,00 (quarenta mil reais). A par disso, mantive sempre à disposição daquela Fundação uma servidora, a senhora Diva Nunes Chaves, às custas do Tesouro Municipal, e, mais tarde, cheguei a disponibilizar, também com ônus para o Município, o senhor Murilo Lemos, também servidor público.
    Portanto, apesar de não ter sido o apoio que desejaria ter prestado, na minha administração, a Fundação contou com algum apoio, sem contar com o suporte institucional, que não lhe foi negado nunca.
    Feito o esclarecimento, solicito de Vossa Senhoria que dê ciência aquele vereador.
    Atenciosamente, Mirinho Braga
    * entregue na Redação

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Ibama ‘imbromando’ pescadores em Búzios

    Os pescadores de Búzios, depois de terem ouvidos as promessas do então candidato a prefeito Toninho Branco, comprometendo-se a criar uma Secretaria de Pesca, e, depois, já alçado ao cargo, jurando fazer ‘a melhor Secretaria de Pesca do Brasil’, eles continuam órfãos, e largados à sua própria sorte.
    No sábado passado, o Ibama ficara de se reunir com os pescadores da Colônia Z-23, para tratar de uma questão vital no cotidiano de vida deles - pesca predatória. - Nada é feito. As condições de pesca, e de sobrevivência nossa tem desaparecido, em razão de uma atividade pesqueira feita predatoriamente no nosso litoral, contrariando a Lei em diversos aspectos - esclareceu Pedro Jorge Lopes Luparelli, o Duca, desde cedo esperando a equipe do Ibama, na sede da ACEB, que, no final, não apareceu.
    Segundo Duca, não há mais sardinha, nem manjubinha. Logo não existem os peixes maiores, como a garoupa. Isso tudo por causa da pesca predatória, que tem sido permitida nas ‘águas territoriais de Búzios’, não se respeitando sequer o período de defeso, que , ainda, explica que as distâncias (300 metros) da costa, e as profundidades (75 metros) não são levadas em conta por ‘atuneiros’, que navegam livremente na costa, deixando um rastro sem vida, reclamando também da falta de fiscalização.
    - Os mergulhadores não pegam mais peixes grandes, como a garoupa, porque a cadeia de reprodução está quebrada. Os barcos que pescam polvo, por exemplo - alimento de peixes grandes - estão bem próximos, jogam os seus espinhéis, com uma rede de potes plásticos, para onde são atraídos os polvos, capturando-os, rompendo mais uma vezes a cadeia alimentar.
    Segundo os pescadores, que foram chegando, entre eles, Luiz Carlos ‘Neneca’ Silva de Carvalho e Luciano Silva, a situação é do ‘conhecimento das autoridades municipais, especialmente do prefeito, que se apresenta como pescador, quando lhe convém’, mas nada acontece, e as águas vão tendo cada vez menos peixes.
    - Lembro até mesmo uma indicação feita pelo secretário Salviano Leite, no início do governo, ao responder pedido dos pescadores, para receberem parte das receitas dos navios atracados, quando ele sugeriu que R$ 0,50 de cada carro estacionado no Centro pudesse estar afetado em favor da Colônia. Até agora nada. O próprio Birinha (Ubiraci, presidente da Associação dos Pescadores de Manguinhos), como lembrou o Duca aqui teria aberto mão de sua parcela em favor da Colônia - falou Neneca, acrescentando que o ‘pescador precisa de ferramenta para trabalhar, e nada de medidas de esmoler, aproveitando, também, para falar da perigosa aproximação dos navios na costa, trazendo mais impacto negativo sobre o fundo do mar. O posto existente - o do Porto Veleiro - está interditado. Duca, ainda, mencionou a pendência de uma posto de abastecimento de óleo no mar. Até agora o Ibama não liberou licença para a instalação de um posto no litoral de Búzios, o que obriga os pescadores a carregar grandes pesos, para o abastecimento de seus barcos.
    O secretário Octávio Raja Gabaglia, que não estava presente ao encontro na ACEB, informou ao PH que na sua Secretaria há um plano bem desenhado, de autoria do senhor Cupeo Dias, afundamentos de navios, que poderia bloquear a pesca predatória na costa buziana, mas que procedimentos burocráticos retardam a execução, independente de outras prioridades estarem sendo executadas.

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Inepac ‘aprova’ projeto da Via Azul, mas sob condições: apresentação das licenças ambientais

    Órgão faz a observação de que, no interior do sítio tombado, “as águas pluviais deverão ser conduzidas em canais impermeabilizados”

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Mirinho esclarece vereador

    Na última sessão da Câmara, o vereador Uriel da Costa Pereira (PCdB), fazendo uso da Tribuna, provocou o vereador Henrique Gomes (PP), relatando que se esse governo (referindo-se ao atual Toninho Branco) não prestara apoio algum a Fundação Bem Te Vi, que ‘vem fazendo notável serviço no bairro da Rasa’, o anterior, de Mirinho Braga, também não o fizera.
    - Lamento que um vereador da minha base de governo não tenha tido a melhor informação. Durante o meu último mandato tive, sim, a oportunidade de dar apoio ao projeto da Bem Te Vi. Não como gostaria, mas apoiei - disse o ex-prefeito. O Co-gestor da Bem Te Vi, Kauê Alessy Torres, procurado, confirmou que a Fundação ‘recebera do governo anterior um valor de R$ 40 mil reais, sobre os quais prestou contas, e duas vezes, já que o atual prefeito resolveu pedir que a prestação de contas fosse suportada pelos originais de todos os recibos e notas fiscais, que já estavam em poder da contabilidade e da auditoria independente’.
    - Em relação a recursos humanos, a Diva (Diva Nunes Chaves), servidora pública do Município, prestou sempre serviços à Fundação, desde o início de suas atividades, mas que foi demitida pela Prefeitura atual - completou Kauê Torres, fazendo questão de enfatizar os serviços que a entidade tem prestado à comunidade e ao próprio Município, tendo neste último final de semana recebido turmas da Escola Maria Rita, que estiveram usando o complexo esportivo da Bem Te Vi.

    Abaixo carta * do ex-prefeito Mirinho Braga ao PH
    Ao Jornal Primeira Hora
    Armação dos Búzios, 10 de junho de 2006.
    Prezado Editor-chefe Ruy Borba,
    Refiro-me à notícia, veiculada nesse Jornal, sobre declaração do vereador Uriel da Costa Pereira, afirmando que o Município de Búzios não teria prestado qualquer apoio à Fundação Bem Te Vi. Cabe-me na condição de ex-prefeito esclarecer, o que aliás é de seu conhecimento, porque Vossa Senhoria é também Curador daquela entidade, que durante o meu último mandato firmamos um convênio, para desenvolver um trabalho conjunto na Rasa e áreas adjacentes.
    Por esse convênio o Município transferiu à Fundação Bem Te Vi, R$ 40.000,00 (quarenta mil reais). A par disso, mantive sempre à disposição daquela Fundação uma servidora, a senhora Diva Nunes Chaves, às custas do Tesouro Municipal, e, mais tarde, cheguei a disponibilizar, também com ônus para o Município, o senhor Murilo Lemos, também servidor público.
    Portanto, apesar de não ter sido o apoio que desejaria ter prestado, na minha administração, a Fundação contou com algum apoio, sem contar com o suporte institucional, que não lhe foi negado nunca.
    Feito o esclarecimento, solicito de Vossa Senhoria que dê ciência aquele vereador.
    Atenciosamente, Mirinho Braga
    * entregue na Redação

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Ibama ‘imbromando’ pescadores em Búzios

    Os pescadores de Búzios, depois de terem ouvidos as promessas do então candidato a prefeito Toninho Branco, comprometendo-se a criar uma Secretaria de Pesca, e, depois, já alçado ao cargo, jurando fazer ‘a melhor Secretaria de Pesca do Brasil’, eles continuam órfãos, e largados à sua própria sorte.
    No sábado passado, o Ibama ficara de se reunir com os pescadores da Colônia Z-23, para tratar de uma questão vital no cotidiano de vida deles - pesca predatória. - Nada é feito. As condições de pesca, e de sobrevivência nossa tem desaparecido, em razão de uma atividade pesqueira feita predatoriamente no nosso litoral, contrariando a Lei em diversos aspectos - esclareceu Pedro Jorge Lopes Luparelli, o Duca, desde cedo esperando a equipe do Ibama, na sede da ACEB, que, no final, não apareceu.
    Segundo Duca, não há mais sardinha, nem manjubinha. Logo não existem os peixes maiores, como a garoupa. Isso tudo por causa da pesca predatória, que tem sido permitida nas ‘águas territoriais de Búzios’, não se respeitando sequer o período de defeso, que , ainda, explica que as distâncias (300 metros) da costa, e as profundidades (75 metros) não são levadas em conta por ‘atuneiros’, que navegam livremente na costa, deixando um rastro sem vida, reclamando também da falta de fiscalização.
    - Os mergulhadores não pegam mais peixes grandes, como a garoupa, porque a cadeia de reprodução está quebrada. Os barcos que pescam polvo, por exemplo - alimento de peixes grandes - estão bem próximos, jogam os seus espinhéis, com uma rede de potes plásticos, para onde são atraídos os polvos, capturando-os, rompendo mais uma vezes a cadeia alimentar.
    Segundo os pescadores, que foram chegando, entre eles, Luiz Carlos ‘Neneca’ Silva de Carvalho e Luciano Silva, a situação é do ‘conhecimento das autoridades municipais, especialmente do prefeito, que se apresenta como pescador, quando lhe convém’, mas nada acontece, e as águas vão tendo cada vez menos peixes.
    - Lembro até mesmo uma indicação feita pelo secretário Salviano Leite, no início do governo, ao responder pedido dos pescadores, para receberem parte das receitas dos navios atracados, quando ele sugeriu que R$ 0,50 de cada carro estacionado no Centro pudesse estar afetado em favor da Colônia. Até agora nada. O próprio Birinha (Ubiraci, presidente da Associação dos Pescadores de Manguinhos), como lembrou o Duca aqui teria aberto mão de sua parcela em favor da Colônia - falou Neneca, acrescentando que o ‘pescador precisa de ferramenta para trabalhar, e nada de medidas de esmoler, aproveitando, também, para falar da perigosa aproximação dos navios na costa, trazendo mais impacto negativo sobre o fundo do mar. O posto existente - o do Porto Veleiro - está interditado. Duca, ainda, mencionou a pendência de uma posto de abastecimento de óleo no mar. Até agora o Ibama não liberou licença para a instalação de um posto no litoral de Búzios, o que obriga os pescadores a carregar grandes pesos, para o abastecimento de seus barcos.
    O secretário Octávio Raja Gabaglia, que não estava presente ao encontro na ACEB, informou ao PH que na sua Secretaria há um plano bem desenhado, de autoria do senhor Cupeo Dias, afundamentos de navios, que poderia bloquear a pesca predatória na costa buziana, mas que procedimentos burocráticos retardam a execução, independente de outras prioridades estarem sendo executadas.

    13-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Meio Ambiente como reserva existencial de Búzios - parte II

    Depois da estrutura, a musculatura e as articulações para fazer da Cidade referência em meio ambiente

    10-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Meio Ambiente como reserva existencial de Búzios - parte II

    Depois da estrutura, a musculatura e as articulações para fazer da Cidade referência em meio ambiente

    10-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Preservar o meio ambiente é a meta do restaurante

    Fernando Tomaz quer mais qualidade de vida para a população de Búzios

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Semana do Meio Ambiente com atividades em Cabo Frio

    A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio realizará, a partir da próxima segunda-feira, dia 5, uma série de atividades para comemorar a Semana do Meio Ambiente. Na programação, palestras, lançamentos de livro, audiência pública e discussões sobre a interferência do homem no espaço em que vive.
    Na segunda-feira, dia 5, às
    10h00, na sede da sub-prefeitura de Tamoios, está marcada a solenidade de assinatura do decreto de regulamentação do Parque Municipal Ecológico “Mico Leão Dourado”.
    Às 17h30, será lançado o livro “O Tesouro da Boca da Pedra” de Ricardo Rodrigues, no auditório da Ferlagos, próximo a Rodoviária de Cabo Frio. Em seguida, às 19h, o professor do departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, José Augusto Pádua, fará uma palestra sob o tema “História Ecológica do Brasil: repensar o passado para transformar o futuro.
    Para o secretário de Meio Ambiente de Cabo Frio, Juarez Marques Lopes, o foco da programação é discutir com a sociedade o momento atual de nosso ecossistema e como podemos programar ações para evitar a degradação do meio ambiente.
    - Precisamos criar uma cultura de preservação, e isso só vai acontecer com constantes reflexões sobre o meio em que vivemos. Não adianta atitudes isoladas - diz o secretário.
    Na quarta-feira, dia 07, às 18h30, no auditório da Prefeitura, a Secretaria preparou uma Audiência Pública sobre a concepção para a coleta e tratamento de esgotos da margem esquerda do Canal do Itajuru. A participação é aberta aos interessados.
    Juarez Marques lembra ainda que está programada uma ampla discussão com professores da rede municipal para que sejam multiplicadores das ações do meio ambiente.
    A programação fecha na quinta-feira às 16h30 com o lançamento da pedra fundamental da sede do Parque Municipal Ecológico”Dormitório das Garças”. O evento será realizado no próprio local aproveitando do pôr-do-sol, momento em que as aves começam a retornar ao dormitório.

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Dia para refletir as ações humanas na natureza

    Nesta segunda-feira, 5 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data costuma ser lembrada com denúncias de diversos ataques contra a natureza e com alertas de riscos iminentes para a vida na Terra.
    Comemorado de inúmeras formas (caminhadas ecológicas, lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades e de preservação) esse dia é importante em todo o mundo, pois chama a atenção para os problemas que o meio ambiente vem sofrendo.
    Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1972, para marcar a abertura da primeira Conferência Mundial de Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia.

    Aprender a consumir para conservar

    Cada cidadão pode fazer a sua parte para a preservação da natureza aprendendo a consumir menos os recursos naturais renováveis ou não. Quanto aos recursos não renováveis, como a água, por exemplo, cumpre usá-la com sabedoria para reproveitá-la ao máximo (reciclagem) e a rigor, nesse caso, quanto menos poluí-la mais fácil será purificá-la para sucessivas utilizações. Conservar os recursos naturais implica em usá-los de forma econômica e racional para que, os renováveis não se extingam por mau uso e os não renováveis não se extingam rapidamente. O Dia Mundial do Meio Ambiente é o momento para uma reflexão das ações humanas em relação à vida e ao super “uso e abuso” de todos os recursos naturais da Terra. E também para lembrar dos trabalhos realizados por milhões de voluntários no mundo inteiro, com objetivo de melhorar as condições de sobrevivência num planeta cada vez mais devastado.

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Projeto Pólen de Educação Ambiental realiza o Ciclo de Palestras

    Palestras serão seguidas de debates sobre questões atuais em Educação Ambiental, que possibilitarão a análise de resultados

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Preservar o meio ambiente é a meta do restaurante

    Fernando Tomaz quer mais qualidade de vida para a população de Búzios

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Semana do Meio Ambiente com atividades em Cabo Frio

    A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio realizará, a partir da próxima segunda-feira, dia 5, uma série de atividades para comemorar a Semana do Meio Ambiente. Na programação, palestras, lançamentos de livro, audiência pública e discussões sobre a interferência do homem no espaço em que vive.
    Na segunda-feira, dia 5, às
    10h00, na sede da sub-prefeitura de Tamoios, está marcada a solenidade de assinatura do decreto de regulamentação do Parque Municipal Ecológico “Mico Leão Dourado”.
    Às 17h30, será lançado o livro “O Tesouro da Boca da Pedra” de Ricardo Rodrigues, no auditório da Ferlagos, próximo a Rodoviária de Cabo Frio. Em seguida, às 19h, o professor do departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, José Augusto Pádua, fará uma palestra sob o tema “História Ecológica do Brasil: repensar o passado para transformar o futuro.
    Para o secretário de Meio Ambiente de Cabo Frio, Juarez Marques Lopes, o foco da programação é discutir com a sociedade o momento atual de nosso ecossistema e como podemos programar ações para evitar a degradação do meio ambiente.
    - Precisamos criar uma cultura de preservação, e isso só vai acontecer com constantes reflexões sobre o meio em que vivemos. Não adianta atitudes isoladas - diz o secretário.
    Na quarta-feira, dia 07, às 18h30, no auditório da Prefeitura, a Secretaria preparou uma Audiência Pública sobre a concepção para a coleta e tratamento de esgotos da margem esquerda do Canal do Itajuru. A participação é aberta aos interessados.
    Juarez Marques lembra ainda que está programada uma ampla discussão com professores da rede municipal para que sejam multiplicadores das ações do meio ambiente.
    A programação fecha na quinta-feira às 16h30 com o lançamento da pedra fundamental da sede do Parque Municipal Ecológico”Dormitório das Garças”. O evento será realizado no próprio local aproveitando do pôr-do-sol, momento em que as aves começam a retornar ao dormitório.

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Dia para refletir as ações humanas na natureza

    Nesta segunda-feira, 5 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data costuma ser lembrada com denúncias de diversos ataques contra a natureza e com alertas de riscos iminentes para a vida na Terra.
    Comemorado de inúmeras formas (caminhadas ecológicas, lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades e de preservação) esse dia é importante em todo o mundo, pois chama a atenção para os problemas que o meio ambiente vem sofrendo.
    Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1972, para marcar a abertura da primeira Conferência Mundial de Meio Ambiente, em Estocolmo, na Suécia.

    Aprender a consumir para conservar

    Cada cidadão pode fazer a sua parte para a preservação da natureza aprendendo a consumir menos os recursos naturais renováveis ou não. Quanto aos recursos não renováveis, como a água, por exemplo, cumpre usá-la com sabedoria para reproveitá-la ao máximo (reciclagem) e a rigor, nesse caso, quanto menos poluí-la mais fácil será purificá-la para sucessivas utilizações. Conservar os recursos naturais implica em usá-los de forma econômica e racional para que, os renováveis não se extingam por mau uso e os não renováveis não se extingam rapidamente. O Dia Mundial do Meio Ambiente é o momento para uma reflexão das ações humanas em relação à vida e ao super “uso e abuso” de todos os recursos naturais da Terra. E também para lembrar dos trabalhos realizados por milhões de voluntários no mundo inteiro, com objetivo de melhorar as condições de sobrevivência num planeta cada vez mais devastado.

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Projeto Pólen de Educação Ambiental realiza o Ciclo de Palestras

    Palestras serão seguidas de debates sobre questões atuais em Educação Ambiental, que possibilitarão a análise de resultados

    03-06-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Parques Naturais e Parques Urbanos

    * Denise Morand

    O arquiteto Marcelo Moraes fala pouco, mas sabe tudo. Numa das últimas reuniões do FECAB, disse que precisamos “clarear” os cenários do nosso futuro.
    Este é o exercício a ser feito para elaboração do Plano Diretor.
    Aceitando o desafio, que tal fazermos uma comparação entre os Parques Naturais e os Parques Urbanos para saber o que será mais conveniente para nossa cidade?
    A vida na cidade é complicada e apresenta diversos conflitos e problemas graves que afetam a qualidade de vida de seus habitantes. Esses problemas foram o resultado do processo que fez da cidade um espaço importante para a expansão do capitalismo. Os espaços verdes urbanos surgiram para diminuir as tensões da vida na cidade. Essas áreas são o resultado de um imaginário burguês que buscava amenizar os problemas sociais e ambientais urbanos que haviam se tornado extremamente graves.
    A imagem de “Natureza” é indescritivelmente complexa e traçar todos os fatos e fenômenos que causaram uma mudança de concepção de “Natureza” necessitaria de um árduo trabalho histórico. Mas, é importante frisar que a percepção de natureza predominante na sociedade industrial, científica e capitalista determinou sua relação com ela. É no seio dessa sociedade que surge uma nova percepção, denominada natureza poética, originada na população urbana intelectual. Essa classe passa a questionar os prejuízos causados pelas alterações crescentes no mundo natural, surgindo, assim, novas relações da sociedade com a natureza.
    Tais mudanças eram apenas aspectos de uma modificação mais ampla que ocorreria na sociedade industrial emergente. Faziam parte de todo um complexo de mudanças nos fins do século XVII. Naquele tempo, a ciência possuía algum domínio sobre a natureza que de ameaçadora passou a ser fascinante. Isso porque, vários estudos sobre a fauna e a flora começam a ser desenvolvidos na sociedade intelectual Européia, surgindo daí o movimento de volta à natureza.
    Cidade ou Campo? Este foi um dos dilemas humanos que apareceram na sociedade pós-industrial. A cidade era o berço da poluição do ar, da poluição sonora e dos maus costumes e o campo, um local desejado, uma vez que possuía ar fresco e tranqüilidade. Desta forma, surge a valorização do campo e a criação dos Parques Urbanos.
    A fonte de inspiração do parque urbano foi o modelo paisagístico dos jardins ingleses do século XVIII, que tiveram origem nas idéias românticas de volta à natureza, sendo que dois fatos marcaram a criação dos primeiros parques: um foi à abertura dos jardins dos palácios ingleses ao público; outro se deve aos empreendimentos imobiliários promovidos pela iniciativa pública e privada, que viram na criação dos parques, bons empreendimentos.

    Parques como símbolos da natureza

    A partir do século XVI, os jardins e os parques públicos são o resultado da transformação no imaginário, de natureza hostil para natureza dominada, planejada - o paisagismo. Em especial, os parques passam a serem fragmentos da natureza no meio urbano, nos quais os homens atenderão suas necessidades instintivas vindas de nossos ancestrais primatas. Os animais humanos enclausurados, podem “emergir das cavernas de suas salas” para passeios ao ar livre. Essa é uma visão romântica, que se estabeleceu a partir de uma mudança da mentalidade ocidental sobre a importância da conservação, que vê nos grandes espaços naturais o alívio dos problemas da cidade. Tais espaços livres, refletem a natureza como um espetáculo, como espaço para devaneios, que vai servir para cultuar a paisagem mediante uma visão artística.
    O parque paisagístico vai ao encontro dos padrões estéticos que a burguesia passa a valorizar para o seu usufruto, essa visão é predominante nos séculos XVII e XIX.
    O papel principal, representado pelos parques urbanos, foi o de grandes espaços que poderiam aliviar os problemas da cidade e romper a situação de estresse . De fato, os parques implantados na Europa e nos EUA tiveram esse papel. Além disso, os parques tinham como função principal a socialização da vida cotidiana. As pessoas poderiam caminhar, se encontrar, se conhecer e se relacionar. Era, também espaço de descanso que compensaria as horas de excessivo trabalho, com horas de lazer... os parques poderiam assim ajudar a melhorar o trabalho semanal ! Aumentar o lucro !
    As cidades são criadas pelo surgimento do pensamento capitalista. A formação do capitalismo e a transformação da terra em mercadoria, são fenômenos que fizeram com que surgissem os grandes aglomerados urbanos. A lógica capitalista tem como fundamento principal o lucro máximo e a cidade se forma com essa tarefa: aumentar o lucro.
    A ocupação desordenada do espaço urbano provocou vários problemas ambientais e sociais. Os parques urbanos surgiram como possibilidade de amenizar esses problemas, apesar de nem todos concordarem que isso fosse bom. Por exemplo, o Central Park e outros parques americanos quase foram inviabilizados por interesses de madeireiros e grandes construtoras, assim certas considerações econômicas e políticas podem ocasionar a mudança de destinação de área dos parques.

    Parques Naturais
    Unidades de Conservação da Natureza

    Com a evolução dos acontecimentos e a colossal depredação da natureza, reforçada pela consciência de que vivemos numa aldeia global e que os recursos naturais podem acabar um dia, a percepção de natureza se expandiu.
    Hoje sabemos que a natureza intacta, original ou pouco modificada, é considerada um tesouro verde. Ela abriga segredos da vida e da morte. Pode produzir remédios, venenos e gerar dinheiro. Não se resume à paisagem, que conforta, mas pode salvar os seres humanos do futuro, nossos netos, garantindo-lhes o ar e a água.
    Assim surge a concepção de Parque Natural. Manchas de natureza que ainda sobrevivem cobrindo o planeta, que devemos guardar e utilizar como campo de pesquisa científica. Por este motivo são áreas públicas por definição. Um patrimônio de todos nós. As crianças, estudantes e turistas poderão visitá-lo e esta atividade além de gerar respeito e admiração também pode gerar renda.
    O Parque Natural tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.
    O Parque Nacional é de posse e domínio públicos, sendo que as áreas particulares incluídas em seus limites serão desapropriadas, de acordo com o que dispõe a lei. A visitação pública está sujeita às normas e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua administração, e àquelas previstas em regulamento. A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão responsável pela administração da unidade e está sujeita às condições e restrições por este estabelecidas em regulamento.
    O Plano Diretor de Búzios, prevê a implantação de Parques Naturais e Urbanos na nossa cidade, nos próximos 10 anos.
    Veja o que diz o Artigo 83 - O Poder Público, por meio dos instrumentos previstos neste Plano Diretor, envidará esforços para implantação como parques urbanos ou outras formas que propiciem sua conservação, preservação, ou uso comum da população, das seguintes áreas:
    I - Lagoa de Geribá, no Bairro de Geribá;
    II - da Lagoinha, no Bairro da Ferradura;
    III - Ponta do Criminoso, entre as Praias Brava e João Fernandes;
    IV - Boca da Barra, no Bairro da Ferradura;
    V - Ponta das Poças, no Bairro da Ferradura;
    VI - Lagoa da Ferradura, no Bairro da Ferradura;
    VII - Ponta do Marisco, entre as Praias de Geribá e de Tucuns;
    VIII - Lagoa do Canto, na Praia do Canto;
    IX - Ponta do Pai Vitório e Praia da Gorda, nos Bairros Arpoador e Rasa;
    X - Das Dunas, na Praia de Tucuns;
    XI - Ponta das Emerências, na Serra das Emerências;
    XII - Praia de José Gonçalves;
    XIII - São José, na entrada do Bairro de Tucuns;
    Quais desses seriam urbanos ? Quais seriam os Parques Naturais?
    O que vocês acham ?
    Não esquecemos nenhuma área ?

    * É arquiteta, efetiva, da Prefeitura de Búzios e vice-presidente da Asfab

    31-05-2006 00:00:00

    saiba mais

Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.