Região dos Lagos e Norte Fluminense

Jornal primeira hora Jornal primeira hora
Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Um bicho em extinção

    Um bicho em extinção
    Animal ameaçado de extinção, a jaguatirica era encontrada em todo o Brasil. Seus habitats compreendem as florestas tropicais, a Caatinga, os Cerrados e o Pantanal.
    São os maiores gatos-do-mato do Brasil. Assim como a onça, o peso e o tamanho variam conforme o habitat, e o tipo e a quantidade de alimento disponível.
    Alimentam-se de pequenos mamíferos como filhotes de veados, pacas, cutias, preás, e pequenas aves. Na carência destes, também preda lagartos, pequenas serpentes, rãs e peixes. Esta dieta flexível é uma característica da jaguatirica. Caçam à noite e durante o dia, costumam dormir em ocos de árvores e grutas.
    Outra particularidade observada foi a adaptação deste felino a ambientes degradados, inclusive bem próximos às cidades, onde pode alimentar-se de carniça.
    Cada gestação pode variar de 70 a 85 dias (IUCN, 1996) e geralmente nasce apenas um filhote. Seu desmame ocorre entre 8 e 10 semanas e o crescimento é lento.

    26-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Falta alguma coisa na Lagoinha

    Guardas vidas Roy e Machado propõem plantar árvores na Lagoinha

    25-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Falta alguma coisa na Lagoinha

    Guardas vidas Roy e Machado propõem plantar árvores na Lagoinha

    25-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Técnicos federais examinam o problema da Lagoa de Geribá

    Eles se propõem a recuperar a lagoa

    21-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Técnicos federais examinam o problema da Lagoa de Geribá

    Eles se propõem a recuperar a lagoa

    21-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • No dia mundial da Limpeza a prioridade é despoluir rios e lagoas

    O Dia Mundial da Limpeza é marcado com limpeza de rios e praias em Rio das Ostras.
    A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município promove
    amanhã, dia 20, uma limpeza no litoral da cidade. A ação é desenvolvida em parceria com a Secretaria de Educação e a ONG internacional The Ocean Conservation.
    A campanha, realizada em todo o mundo, faz parte das comemorações do Dia
    Mundial de Limpeza de Rio e Praias, comemorado em setembro, mas que em Rio
    das Ostras teve sua comemoração adiada por causa das chuvas que estavam
    caindo na época.
    A trabalho será realizada em dois locais do município: da Praia do Abricó até a Praia da Tartaruga, e da Lagoa de Iriry até Itapebussus. Os pontos de encontro serão na Praia do Abricó e na Lagoa de Iriry, às 8h00.
    Devem participar da ação cerca de 60 pessoas, entre estudantes, integrantes
    de associações de moradores e outros voluntários. Quem quiser participar,
    basta ir até os pontos de encontro.
    Durante a ação, os voluntários mobilizados recolhem o lixo em sacolas e distribuem material informativo para a população com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação do meio ambiente.
    O lixo coletado durante a limpeza é selecionado e classificado. Os resultados do trabalho são encaminhados para a The Ocean Conservation, que faz um levantamento do material para definir os focos das próximas campanhas ambientais desenvolvidas pela entidade.
    Comunidade da Bem Te Vi e FioCruz
    As crianças e adolescentes da Bem te Vi já estiveram sob a orientação dos biólogos da Fiocruz, que compõem o grupo de monitoramento de mamíferos marinhos na Região dos Lagos, fazendo a limpeza na ponta do Pai Vitório/Praia da Gorda, local único em Búzios, por hospedar um dos poucos manguesais de pedra no País.
    Na Bem Te Vi, a comunidade conta com orientação sobre preservação de meio ambiente, com a orientação de professores cedidos por Cabo Frio, e com a supervisão dos biólogos da Fiocruz.
    O grupo da Fiocruz tem o suporte da Petrobras.

    19-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • No dia mundial da Limpeza a prioridade é despoluir rios e lagoas

    O Dia Mundial da Limpeza é marcado com limpeza de rios e praias em Rio das Ostras.
    A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do Município promove
    amanhã, dia 20, uma limpeza no litoral da cidade. A ação é desenvolvida em parceria com a Secretaria de Educação e a ONG internacional The Ocean Conservation.
    A campanha, realizada em todo o mundo, faz parte das comemorações do Dia
    Mundial de Limpeza de Rio e Praias, comemorado em setembro, mas que em Rio
    das Ostras teve sua comemoração adiada por causa das chuvas que estavam
    caindo na época.
    A trabalho será realizada em dois locais do município: da Praia do Abricó até a Praia da Tartaruga, e da Lagoa de Iriry até Itapebussus. Os pontos de encontro serão na Praia do Abricó e na Lagoa de Iriry, às 8h00.
    Devem participar da ação cerca de 60 pessoas, entre estudantes, integrantes
    de associações de moradores e outros voluntários. Quem quiser participar,
    basta ir até os pontos de encontro.
    Durante a ação, os voluntários mobilizados recolhem o lixo em sacolas e distribuem material informativo para a população com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação do meio ambiente.
    O lixo coletado durante a limpeza é selecionado e classificado. Os resultados do trabalho são encaminhados para a The Ocean Conservation, que faz um levantamento do material para definir os focos das próximas campanhas ambientais desenvolvidas pela entidade.
    Comunidade da Bem Te Vi e FioCruz
    As crianças e adolescentes da Bem te Vi já estiveram sob a orientação dos biólogos da Fiocruz, que compõem o grupo de monitoramento de mamíferos marinhos na Região dos Lagos, fazendo a limpeza na ponta do Pai Vitório/Praia da Gorda, local único em Búzios, por hospedar um dos poucos manguesais de pedra no País.
    Na Bem Te Vi, a comunidade conta com orientação sobre preservação de meio ambiente, com a orientação de professores cedidos por Cabo Frio, e com a supervisão dos biólogos da Fiocruz.
    O grupo da Fiocruz tem o suporte da Petrobras.

    19-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Baleias passeiam pelo nosso litoral

    Está voltando a época em que é possível se observar baleias passando pelo litoral da Região dos Lagos. Durante este e o próximo mês, elas regressam para o continente antártico após o nascimento dos filhotes nas águas quentes do nordeste e sudeste brasileiro.
    Segundo o biólogo Salvatore Siciliano do Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos (GEMM-Lagos), estamos em pleno período migratório. Este é o momento em que as baleias retornam à Antártida, passada a época de acasalamento e reprodução:
    - Agora que estamos perto do verão antártico, as baleias começam a retornar. Em meados de junho, quando começa a esfriar no hemisfério sul, as baleias iniciam uma grande viagem em busca das águas quentes do Brasil, onde pretendem parir seus filhotes. Em águas brasileiras elas também acasalam e já retornam grávidas para a Antártida, para novamente ano que vem, em meados de junho, fugirem do frio subindo o litoral do Brasil para darem a luz. A gestação de uma baleia é de aproximadamente um ano – nos conta o biólogo.
    O Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos iniciou suas atividades em julho de 1999, justamente para realizar pesquisas sobre a migração da baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae). Utilizando-se do método de observação em ponto fixo, pesquisadores se revezam na contagem de baleias em rota migratória ao largo de Arraial do Cabo. Este método é utilizado em várias outras localidades ao redor do mundo para estudos de estimativa de abundância de baleias. Algumas destas localidades incluem a costa da Califórnia, para estudos com a baleia-cinza (Eschrichtius robustus), além da África do Sul e da costa leste da Austrália, para estudos com a baleia-franca-do-sul (Eubalaena australis) e a baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae).
    O Pontal do Atalaia, uma península escarpada com cerca de 5 km de extensão em Arraial do Cabo, oferece uma excelente plataforma de observação de baleias e golfinhos de passagem. O GEMM – Lagos realiza suas atividades de pesquisa no Laboratório de Ecologia do Departamento de Endemias da Escola Nacional de Saúde Pública na Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ).
    Este projeto tem como objetivo monitorar as espécies de baleias e golfinhos que ocorrem na Região dos Lagos, desde a ponta de Itaúna (Saquarema) até o limite norte do município de Rio das Ostras. Desta forma, pretende-se analisar as ocorrências, padrões de nível de uso de habitat, interações com atividade pesqueira, interações com atividade turística, estudos etnobiológicos com a comunidade costeira, programas de capacitação e educação ambiental. Adicionalmente, realiza-se estudos de bioacústica (forma de comunicação entre as baleias), ocorrência de populações de baleias no entorno de atividades exploratórias na Bacia de Campos e estudos sobre encalhes de mamíferos marinhos.
    Em caso de encalhe de baleia na praia, deve-se chamar os pesquisadores
    O biólogo Salvatore Siciliano avisa que em caso de encalhe de baleia na praia, as pessoas devem chamar imediatamente os pesquisadores e o corpo de bombeiros. Ele também lembra que é proibido perseguir baleias em barcos ou mesmo se aproximar para observação.
    - Como o animal é muito grande, a aproximação é sempre perigosa. Qualquer movimento mais brusco da baleia, pode provocar um acidente – diz Salvatore.

    No tempo da caça
    No século XVIII, o óleo de baleia representava matéria prima para as construções e combustível essencial à iluminação pública das cidades. Desta forma são criadas ao longo do litoral do Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, diversas Armações de Baleias e já em 1728, nasce a Armação de Baleias da Ponta dos Búzios.
    Fundação da Igreja de Sant’Anna
    Em 1740, Brás de Pina, o 2º Contratador de Búzios, funda a Capela de Sant’Anna na praia dos Ossos. Construída em pedra e cal com argamassa de óleo de baleia, a Igreja abriga a imagem de Sant’Anna, que viria a se tornar a padroeira da cidade de Armação dos Búzios.
    A Igreja exercia papel fundamental na vida cotidiana da Armação. Seu sino de ferro avisava sobre festas, emergências, funerais e principalmente, o aparecimento de baleias. Ao primeiro sinal dado pelo vigia indicando a presença do mamífero, o padre tocava o sino e os baleeiros embarcavam içando as velas rumo à pesca. Todos os anos no dia 26 de julho após a Missa Solene da Festa de Sant’Anna, acontecia a abertura da Temporada Anual de Caça às Baleias. O padre pedia um bom período, fartura na pesca e abençoava lanchas, arpões e baleeiras, que a partir daquela data trabalhariam direto durante 3 meses.
    A Armação era tocada basicamente por escravos, responsáveis pela Fábrica de Beneficiamento do óleo de baleia e seu armazenamento em reservatórios de pedra (“Casa dos Tanques”, situada na atual Orla Bardot). Navios chegavam ao final da temporada de caça às baleias, trazendo mercadorias e levando o óleo para ser distribuído às Capitanias e exportado para Portugal.
    Durante 40 anos a pesca da baleia foi amplamente realizada, o que levou a uma expressiva diminuição e quase extinção deste mamífero, no litoral do estado do RJ.

    11-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Baleias passeiam pelo nosso litoral

    Está voltando a época em que é possível se observar baleias passando pelo litoral da Região dos Lagos. Durante este e o próximo mês, elas regressam para o continente antártico após o nascimento dos filhotes nas águas quentes do nordeste e sudeste brasileiro.
    Segundo o biólogo Salvatore Siciliano do Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos (GEMM-Lagos), estamos em pleno período migratório. Este é o momento em que as baleias retornam à Antártida, passada a época de acasalamento e reprodução:
    - Agora que estamos perto do verão antártico, as baleias começam a retornar. Em meados de junho, quando começa a esfriar no hemisfério sul, as baleias iniciam uma grande viagem em busca das águas quentes do Brasil, onde pretendem parir seus filhotes. Em águas brasileiras elas também acasalam e já retornam grávidas para a Antártida, para novamente ano que vem, em meados de junho, fugirem do frio subindo o litoral do Brasil para darem a luz. A gestação de uma baleia é de aproximadamente um ano – nos conta o biólogo.
    O Grupo de Estudos de Mamíferos Marinhos da Região dos Lagos iniciou suas atividades em julho de 1999, justamente para realizar pesquisas sobre a migração da baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae). Utilizando-se do método de observação em ponto fixo, pesquisadores se revezam na contagem de baleias em rota migratória ao largo de Arraial do Cabo. Este método é utilizado em várias outras localidades ao redor do mundo para estudos de estimativa de abundância de baleias. Algumas destas localidades incluem a costa da Califórnia, para estudos com a baleia-cinza (Eschrichtius robustus), além da África do Sul e da costa leste da Austrália, para estudos com a baleia-franca-do-sul (Eubalaena australis) e a baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae).
    O Pontal do Atalaia, uma península escarpada com cerca de 5 km de extensão em Arraial do Cabo, oferece uma excelente plataforma de observação de baleias e golfinhos de passagem. O GEMM – Lagos realiza suas atividades de pesquisa no Laboratório de Ecologia do Departamento de Endemias da Escola Nacional de Saúde Pública na Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ).
    Este projeto tem como objetivo monitorar as espécies de baleias e golfinhos que ocorrem na Região dos Lagos, desde a ponta de Itaúna (Saquarema) até o limite norte do município de Rio das Ostras. Desta forma, pretende-se analisar as ocorrências, padrões de nível de uso de habitat, interações com atividade pesqueira, interações com atividade turística, estudos etnobiológicos com a comunidade costeira, programas de capacitação e educação ambiental. Adicionalmente, realiza-se estudos de bioacústica (forma de comunicação entre as baleias), ocorrência de populações de baleias no entorno de atividades exploratórias na Bacia de Campos e estudos sobre encalhes de mamíferos marinhos.
    Em caso de encalhe de baleia na praia, deve-se chamar os pesquisadores
    O biólogo Salvatore Siciliano avisa que em caso de encalhe de baleia na praia, as pessoas devem chamar imediatamente os pesquisadores e o corpo de bombeiros. Ele também lembra que é proibido perseguir baleias em barcos ou mesmo se aproximar para observação.
    - Como o animal é muito grande, a aproximação é sempre perigosa. Qualquer movimento mais brusco da baleia, pode provocar um acidente – diz Salvatore.

    No tempo da caça
    No século XVIII, o óleo de baleia representava matéria prima para as construções e combustível essencial à iluminação pública das cidades. Desta forma são criadas ao longo do litoral do Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, diversas Armações de Baleias e já em 1728, nasce a Armação de Baleias da Ponta dos Búzios.
    Fundação da Igreja de Sant’Anna
    Em 1740, Brás de Pina, o 2º Contratador de Búzios, funda a Capela de Sant’Anna na praia dos Ossos. Construída em pedra e cal com argamassa de óleo de baleia, a Igreja abriga a imagem de Sant’Anna, que viria a se tornar a padroeira da cidade de Armação dos Búzios.
    A Igreja exercia papel fundamental na vida cotidiana da Armação. Seu sino de ferro avisava sobre festas, emergências, funerais e principalmente, o aparecimento de baleias. Ao primeiro sinal dado pelo vigia indicando a presença do mamífero, o padre tocava o sino e os baleeiros embarcavam içando as velas rumo à pesca. Todos os anos no dia 26 de julho após a Missa Solene da Festa de Sant’Anna, acontecia a abertura da Temporada Anual de Caça às Baleias. O padre pedia um bom período, fartura na pesca e abençoava lanchas, arpões e baleeiras, que a partir daquela data trabalhariam direto durante 3 meses.
    A Armação era tocada basicamente por escravos, responsáveis pela Fábrica de Beneficiamento do óleo de baleia e seu armazenamento em reservatórios de pedra (“Casa dos Tanques”, situada na atual Orla Bardot). Navios chegavam ao final da temporada de caça às baleias, trazendo mercadorias e levando o óleo para ser distribuído às Capitanias e exportado para Portugal.
    Durante 40 anos a pesca da baleia foi amplamente realizada, o que levou a uma expressiva diminuição e quase extinção deste mamífero, no litoral do estado do RJ.

    11-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Dragas da Serla chegam para recuperar lagoas

    Na próxima semana começam os trabalhos de desobstrução do Canal da Marina Porto Búzios. A seguir será feita a revitalização da Lagoa da Ferradura

    08-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Dragas da Serla chegam para recuperar lagoas

    Na próxima semana começam os trabalhos de desobstrução do Canal da Marina Porto Búzios. A seguir será feita a revitalização da Lagoa da Ferradura

    08-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Búzios: salva-vida até de tartaruga

    Jean e Odara faziam exercício na Praia Brava quando deram com a tartaruga emaranhada numa rede de pesca

    07-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Cientista alerta para os riscos com o fim da era do petróleo

    O engenheiro químico cearense Expedito Parente, professor da Universidade Federal do Ceará, ao registrar a primeira patente mundial de um processo de fabricação de biodiesel, não imaginava que estava colocando o país na vanguarda do setor

    07-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Búzios: salva-vida até de tartaruga

    Jean e Odara faziam exercício na Praia Brava quando deram com a tartaruga emaranhada numa rede de pesca

    07-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Cientista alerta para os riscos com o fim da era do petróleo

    O engenheiro químico cearense Expedito Parente, professor da Universidade Federal do Ceará, ao registrar a primeira patente mundial de um processo de fabricação de biodiesel, não imaginava que estava colocando o país na vanguarda do setor

    07-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Jogo de futebol ameaçado por passarinho

    Ontem, dia Nacional da Ave, um fato inusitado: um casal de Quero-quero fez seu ninho no meio do campo e ninguém sabe que atitude tomar

    06-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Jogo de futebol ameaçado por passarinho

    Ontem, dia Nacional da Ave, um fato inusitado: um casal de Quero-quero fez seu ninho no meio do campo e ninguém sabe que atitude tomar

    06-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Tartaruga se muda para a lagoa

    Um fato inusitado chamou a atenção de curiosos e pescadores do bairro Baleia, em São Pedro da Aldeia. Uma tartaruga marinha foi encontrada nas águas da Lagoa Araruama pelo pescador Reginaldo dos Santos, enquanto recolhia sua rede de pesca.
    A secretaria de Meio-Ambiente, Agricultura e Pesca de São Pedro da Aldeia foi acionada por moradores do bairro e o animal, que estava em ótimas condições, foi levado por fiscais da prefeitura para Cabo Frio e solto na Praia do Forte. Segundo o subsecretário de Meio-Ambiente, Flávio Antonio Gomes, a tartaruga não foi devolvida à lagoa, pois corria o risco de ficar presa em uma das redes de pesca, o que a levaria à morte.
    - Prefirimos levá-la a Cabo Frio e devolvê-la ao oceano pela praia. Lá também há redes de pesca, mas o risco da tartaruga ficar presa era menor – disse ele.
    Segundo o pescador Reginaldo, na semana passada, outra tartaruga também foi encontrada na Lagoa Araruama, mas morreu afogada por ter ficado emaranhada em uma das redes, não conseguindo subir até a superfície para respirar.
    A tartaruga encontrada não só teve mais sorte que a companheira que morreu afogada, como também foi salva de ir para a panela. A dona-de-casa Silvia Gomes de Oliveira conta que por muito pouco o almoço dos pescadores na quinta-feira não foi “uma bela sopa de tartaruga”.
    - Mas eu não deixei que eles fizessem isso. Na mesma hora em que soube que tinham encontrado a tartaruga, entrei em contato com a prefeitura – diz ela.
    Flávio Antonio Gomes, que também é biólogo, explicou ainda, que o aparecimento da tartaruga pode ter relação com as variações climáticas bruscas ocorridas nas últimas semanas. Essas variações podem ter feito com que a salinidade da água da lagoa tenha diminuído, se assemelhando com as condições da água oceânica, preferida pela tartaruga marinha.
    - Apesar da chance ser pequena, é possível que o aparecimento da tartaruga tenha a ver, também, com a melhora na qualidade da água da lagoa, em função da dragagem que vem sendo feita – destacou Flávio.
    Tartarugas Marinhas
    As tartarugas marinhas existem há mais de 150 milhões de anos e conseguiram sobreviver a todas as mudanças do planeta. Mas sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram, diferenciando-se de outros répteis. O número de suas vértebras diminuiu e as que restaram se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve. Perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas se transformaram em nadadeiras. Tudo para se adaptarem à vida no mar.
    Existem sete espécies de tartarugas marinhas, agrupadas em duas famílias - a das Dermochelyidae e a das Cheloniidae. Dessas, cinco são encontradas no Brasil.
    As tartarugas marinhas são solitárias e permanecem submersas durante muito tempo, o que dificulta extremamente o estudo do comportamento. As décadas de pesquisa, entretanto, produziram introspecções úteis em atividades diárias, como cópula e postura.
    Possuem visão, o olfato e a audição desenvolvidos, além de uma fantástica capacidade de orientação. Por isso, mesmo vivendo dispersas na imensidão dos mares, sabem o momento e o local de se reunirem para reprodução. Nessa época, realizam viagens transcontinentais para voltar às praias onde nasceram.
    Fora da época reprodutiva, as tartarugas marinhas podem migrar centenas ou milhares de quilômetros. Podem dormir na superfície quando estão em águas profundas ou no fundo do mar, sob rochas, em áreas próximas à costa. Os filhotes flutuam na superfície durante o sono e geralmente mantém as nadadeiras dianteiras encolhidas para trás sobre a parte traseira do corpo.
    A pesca incidental é atualmente a principal ameaça às tartarugas marinhas. Presas incidentalmente nas redes (ou outras artes de pesca, como currais, arrastos, anzóis) e portanto sem poder subir à superfície para respirar, as tartarugas acabam desmaiando ou mesmo morrendo afogadas.

    04-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • Tartaruga se muda para a lagoa

    Um fato inusitado chamou a atenção de curiosos e pescadores do bairro Baleia, em São Pedro da Aldeia. Uma tartaruga marinha foi encontrada nas águas da Lagoa Araruama pelo pescador Reginaldo dos Santos, enquanto recolhia sua rede de pesca.
    A secretaria de Meio-Ambiente, Agricultura e Pesca de São Pedro da Aldeia foi acionada por moradores do bairro e o animal, que estava em ótimas condições, foi levado por fiscais da prefeitura para Cabo Frio e solto na Praia do Forte. Segundo o subsecretário de Meio-Ambiente, Flávio Antonio Gomes, a tartaruga não foi devolvida à lagoa, pois corria o risco de ficar presa em uma das redes de pesca, o que a levaria à morte.
    - Prefirimos levá-la a Cabo Frio e devolvê-la ao oceano pela praia. Lá também há redes de pesca, mas o risco da tartaruga ficar presa era menor – disse ele.
    Segundo o pescador Reginaldo, na semana passada, outra tartaruga também foi encontrada na Lagoa Araruama, mas morreu afogada por ter ficado emaranhada em uma das redes, não conseguindo subir até a superfície para respirar.
    A tartaruga encontrada não só teve mais sorte que a companheira que morreu afogada, como também foi salva de ir para a panela. A dona-de-casa Silvia Gomes de Oliveira conta que por muito pouco o almoço dos pescadores na quinta-feira não foi “uma bela sopa de tartaruga”.
    - Mas eu não deixei que eles fizessem isso. Na mesma hora em que soube que tinham encontrado a tartaruga, entrei em contato com a prefeitura – diz ela.
    Flávio Antonio Gomes, que também é biólogo, explicou ainda, que o aparecimento da tartaruga pode ter relação com as variações climáticas bruscas ocorridas nas últimas semanas. Essas variações podem ter feito com que a salinidade da água da lagoa tenha diminuído, se assemelhando com as condições da água oceânica, preferida pela tartaruga marinha.
    - Apesar da chance ser pequena, é possível que o aparecimento da tartaruga tenha a ver, também, com a melhora na qualidade da água da lagoa, em função da dragagem que vem sendo feita – destacou Flávio.
    Tartarugas Marinhas
    As tartarugas marinhas existem há mais de 150 milhões de anos e conseguiram sobreviver a todas as mudanças do planeta. Mas sua origem foi na terra e, na sua aventura para o mar, evoluíram, diferenciando-se de outros répteis. O número de suas vértebras diminuiu e as que restaram se fundiram às costelas, formando uma carapaça resistente, embora leve. Perderam os dentes, ganharam uma espécie de bico e suas patas se transformaram em nadadeiras. Tudo para se adaptarem à vida no mar.
    Existem sete espécies de tartarugas marinhas, agrupadas em duas famílias - a das Dermochelyidae e a das Cheloniidae. Dessas, cinco são encontradas no Brasil.
    As tartarugas marinhas são solitárias e permanecem submersas durante muito tempo, o que dificulta extremamente o estudo do comportamento. As décadas de pesquisa, entretanto, produziram introspecções úteis em atividades diárias, como cópula e postura.
    Possuem visão, o olfato e a audição desenvolvidos, além de uma fantástica capacidade de orientação. Por isso, mesmo vivendo dispersas na imensidão dos mares, sabem o momento e o local de se reunirem para reprodução. Nessa época, realizam viagens transcontinentais para voltar às praias onde nasceram.
    Fora da época reprodutiva, as tartarugas marinhas podem migrar centenas ou milhares de quilômetros. Podem dormir na superfície quando estão em águas profundas ou no fundo do mar, sob rochas, em áreas próximas à costa. Os filhotes flutuam na superfície durante o sono e geralmente mantém as nadadeiras dianteiras encolhidas para trás sobre a parte traseira do corpo.
    A pesca incidental é atualmente a principal ameaça às tartarugas marinhas. Presas incidentalmente nas redes (ou outras artes de pesca, como currais, arrastos, anzóis) e portanto sem poder subir à superfície para respirar, as tartarugas acabam desmaiando ou mesmo morrendo afogadas.

    04-10-2005 00:00:00

    saiba mais
<< anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 [19] próximo >>

Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.