Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Busca infinita

    Estamos obcecados com “o melhor”. Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do “melhor”. Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.   Bom não basta. O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com “o melhor”.     
    Isso até que outro “melhor” apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer. Novas marcas surgem a todo instante. Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.       
    O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.                                    
    Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter. Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.         
    Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis. Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente. Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência? Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa? E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto? O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o “melhor chef”? Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro? O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo “melhor cabeleireiro”?                                                   
    Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o “bom” que já temos.                                                            
    A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria. A TV que está velha, mas nunca deu defeito. A mulher que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que as mulheres “perfeitas”. As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo... O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem. O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.     Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso? Ou será que isso já é o melhor e na busca do “melhor” a gente nem percebeu?

    LuizGurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 – Búzios. Tel.: 2623-1080
     

    19-03-2011 02:00:00

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  • Maconha Acelera Esquizofrenia Quem tem predisposição à doença é mais suscetível aos efeitos da droga

    Fumar maconha pode adiantar em quase três anos o aparecimento de esquizofrenia e de outros quadros psicóticos.
    A conclusão é de uma revisão de 83 estudos científicos já publicados sobre a relação entre o consumo da erva e o transtorno.
    Os resultados, divulgados no periódico médico “Archives of General Psychiatry”, dão mais munição a pesquisadores que se opõem à liberação da substância ilícita.
    Os pesquisadores das universidades de New South Wales, Austrália, e Emory, EUA, avaliaram dados de 22 mil portadores de distúrbios psicóticos - sendo 8.167 deles usuários da droga. A doença aparecia em média 3 anos antes entre quem consumia a erva do que nos membros do grupo-controle.
    “Acredito que essa relação seja de causa e consequência, e a maconha tem um papel importante em certas pessoas”, disse o psiquiatra australiano Matthew Large, um dos autores do estudo. Uma hipótese é que pessoas com predisposição genética para esquizofrenia são mais suscetíveis à influência da maconha. Nelas, os quadros psicóticos poderiam ser desencadeados pela alteração na concentração de neurotransmissores como dopamina e serotonina, causada pela droga, o que desregularia o funcionamento cerebral.
    “Pessoas com histórico familiar de esquizofrenia devem ser instruídas a jamais usar essa droga. Não dá pra arriscar”, diz Hélio Elkis, coordenador do Projeto Esquizofrenia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Segundo o psiquiatra, quanto mais cedo aparece a doença, pior o prognóstico. “Se surge na adolescência, o cérebro não teve tempo de se desenvolver completamente.” Isso piora o déficit cognitivo, próprio do transtorno.

    Ansiolítico
    Mas para Marcelo Niel, psiquiatra do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp, deve-se ter cuidado ao fazer a relação direta entre esquizofrenia e uso da canabis. “Em pacientes com vulnerabilidade, isso pode acontecer, mas há fatores que devem ser considerados”.
    Niel afirma que, como a esquizofrenia geralmente começa quando os indivíduos são adolescentes ou adultos jovens, pode ser que o consumo da substância esteja mais relacionado a um hábito do grupo social naquela idade do que a uma causalidade.
    “E muitos pacientes esquizofrênicos começam a fumar maconha para aliviar os sintomas do estágio inicial da doença, como ansiedade e depressão”, diz.
    Matthew Large, o autor do estudo, sugere: “Jovens deveriam evitar o uso de maconha ou, mais precisamente, deveriam se conscientizar sobre os seus riscos. Como informá-los disso já é outra história”, completa.
    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 – Búzios. (22) 2623-1080
     

    19-02-2011 00:00:00

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  • Quem é normal

    Fui convidado a dar uma palestra sobre saúde mental. Os que me convidaram supuseram que eu, na qualidade de psicólogo, deveria ser um especialista no assunto.
    E eu também pensei. Tanto que aceitei.  Mas foi só parar para pensar para me arrepender. Percebi que nada sabia. Comecei o meu pensamento fazendo uma lista das pessoas que, dentro do meu ponto de vista, tiveram uma vida mental rica e excitante, pessoas cujos livros e obras são alimento para a minha alma: Nietzsche, Fernando Pessoa, Van Gogh, Cecília Meireles, Maiakovski. E logo me assustei.  
    Nietzsche ficou louco. Fernando Pessoa era dado à bebida. Van Gogh suicidou-se. Cecília Meireles sofria de depressão crônica. Maiakovski suicidou-se.
    Essas eram pessoas lúcidas e profundas. Mas será que tinham saúde mental? Saúde mental, essa condição em que as idéias comportam-se bem, previsíveis, sempre iguais, sem surpresas, obedientes ao comando do dever, todas as coisas nos seus lugares, jamais permitindo que o corpo falte ao trabalho, que faça algo inesperado ou ter um amor proibido ou, mais perigoso que tudo isso, a coragem de pensar o que nunca pensou. Pensar é uma coisa muito perigosa...  Não, saúde mental elas não tinham.  Eram lúcidas demais para isso.  Elas sabiam que o mundo é controlado pelos loucos de gravata. Sendo donos do poder, os loucos passam a ser os protótipos da saúde mental.
    Claro que nenhum dos nomes que citei sobreviveria aos testes psicológicos a que teria de se submeter se fosse pedir emprego numa empresa.  Por outro lado, nunca ouvi falar de político que tivesse estresse ou depressão.  Andam sempre fortes em passarelas pelas ruas da cidade, distribuindo sorrisos e certezas.

    Ouvimos uma música e choramos. Lemos os poemas eróticos de Drummond e o corpo fica excitado. Imagine que a beleza é tão grande que o corpo não comporta e se arrebenta de emoção!   Pois foi isso que aconteceu com aquelas pessoas que citei: a música que ouviam era tão bonita que seu corpo não suportou.
    Estamos agora em condições de oferecer uma receita que garantirá, àqueles que a seguirem à risca, saúde mental até o fim dos seus dias.

    Opte por uma vida modesta.  Evite as coisas belas e comoventes.  A beleza é perigosa para o corpo.  Cuidado com a música.  Brahms e Mahler são especialmente contra-indicados.  Já o rock pode ser tomado à vontade. Quanto às leituras, evite aquelas que fazem pensar. Há uma vasta literatura especializada em impedir o pensamento. Se há livros do doutor Lair Ribeiro, por que se arriscar a ler Saramago? Os jornais têm o mesmo efeito. Devem ser lidos diariamente.  Como eles publicam diariamente sempre a mesma coisa com nomes e caras diferentes, fica garantido que o nosso cérebro pensará sempre coisas iguais. E, aos domingos, não se esqueça do Silvio Santos, do Faustão e do Gugu Liberato. Seguindo essa receita você terá uma vida tranqüila, embora banal.
    Mas como você cultivou a insensibilidade, você não perceberá o quão banal ela é.
    Em vez de ter o fim que tiveram as pessoas que mencionei você se aposentará para, só então, realizar os seus sonhos. Infelizmente, quando chegar tal momento, você já terá se esquecido de como eles eram.

     

    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 – Búzios. 2623-1080

     

    12-02-2011 00:00:00

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  • O sábio e o turista

    Conta-se que no século passado, um turista americano foi à Índia, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
    - Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
    E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
    - E onde estão os seus…?
    - Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
    - Mas estou aqui só de passagem!
    - Eu também… – concluiu o sábio.
     “A vida na Terra é somente uma passagem…
    No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente e esquecem-se de serem felizes.”
    “Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual. Somos seres espirituais passando por uma experiência humana.”

    * Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico
     

    05-02-2011 00:00:00

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  • A VANGUARDA DE ARIADNA E A RETAGUARDA DA GLOBO

    Gays e lésbicas sabem que na linha de frente sempre estão travestis e transexuais. São elas as primeiras a receber pedradas, xingamentos e desprezo. Tudo porque desafiam os limites do que é ser homem e do que é ser mulher e - como “Prometheus” (mito grego) contemporâneos - levam luz para questões de inadequações de corpo e gênero. Mas nem por isso merecem que a grande águia coma seus fígados, já tem urubus demais em volta perturbando sua vontade de unir ser e parecer.                                                           Desde que apareceu como uma das participantes do Big Brother Brasil 11, Ariadna Thalia virou o centro das atenções do programa. Em uma ação orquestrada pela Globo, com suas centrais de notícias, foram aparecendo primeiro fotos suas - ainda com pênis - anunciando programa de prostituição na Europa. Depois, vieram entrevistas com seus “amigos” falando que a sister era transexual, que viveu na Itália e fez a transgenitalização, também conhecida como operação de mudança de sexo, na Tailândia. E por fim, um vídeo que ela mostra sua “nova face” também é divulgado e “viralizado”. Tudo isso antes de começar o reality show.                                            

    Com tantos requintes de  “exotismo” para a grande massa, certa perversidade tomou conta dos corações. Qual vai ser o “bofe” que vai ficar com Ariadna? Quando um dos brothers souber que beijou uma transexual, será que ele irá dar pancada nela? Armado o circo, Boninho e sua trupe não poderiam ter melhores esperanças para o sucesso do programa, mas eles se esqueceram dos leões que eles alimentaram por tanto tempo fora da casa – uma boa parte do público.                                                                                      

    É muita ingenuidade acreditar que um reality é feito por elementos da chamada objetividade. Existe na verdade uma dissimulação do que o senso comum acredita ser o documentário, mas o alto grau de intervenção desde a edição aos ângulos das câmeras até as chamadas provas mostram algo muito bem controlado.                                        

    Faz quatro edições – se não estou enganado, desde que Boninho resolveu ter uma intervenção ainda mais direta no programa: os vencedores são jovens, brancos, héteros e homens. Alemão, Rafinha, Max e Dourado são exemplos do “macho adulto sempre no comando”. De alguma maneira, educou-se esse público para uma imagem do vencedor. De alguma forma, Ariadna representava perigo no “status quo” estabelecido por anos no programa. Se ela ficasse com um possível “macho alfa”, ela quebraria uma lógica vitoriosa até então. E novamente evocando “Prometheus”, ela traria luz para diversas questões perversas. Sabemos que quem gosta de travesti e transexual é hétero, mas essa verdade é muito difícil de ser revelada, até pelas próprias trans (vide Ronaldo fenômeno).                                                                                                                  

    Outra perversidade é negar às trans o sonho de fazer a passagem, de se tornar mulher. A todo instante joga-se na cara das bonecas que mesmo elas operando, elas nunca serão femininas, elas nunca alcançarão o que desejam: unir o ser com o parecer. Contra isso, Ariadna afirmou em alto e bom som no dia de sua eliminação: “Eu sou mulher”.       Ariadna que nasceu Thiago atravessou essa fronteira, mas foi metralhada por 49% dos votos que pediram para ela sair da casa, do reality e dos canais de notícia. Como guerreira, ela esteve na vanguarda, como se chama a linha de frente do exército e a Globo com seu BBB novamente volta para sua retaguarda tão segura e higienista.

    Parafraseando o velho ditado popular: Quem tem retaguarda tem medo!

    29-01-2011 00:00:00

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  • Monge Kelsang Drime faz palestra sobre felicidade

    Encontro será realizado em pousada na Marina no final deste mês
    No nosso dia a dia uma infinidade de acontecimentos e sentimentos vão dirigindo nossas vidas, sem nos darmos tempo para entender nossos próprios sentimentos; nos arrastamos num mar absoluto de confusão, ódio e apego. Este processo acaba afastando-nos da nossa essência que é a felicidade, dos verdadeiros valores morais, da união que é o amor. Desta forma, geramos cada vez mais infelicidades para nós mesmos e para os outros e o fazemos por pura ignorância. Ao alcance de todos está a felicidade!
    O Budismo Moderno beneficia todos os seres e enxerga que todos nós queremos ser felizes. De acordo com a filosofia, ao reconhecermos que felicidade é um estado mental, passa a ficar claro que nunca seremos felizes, satisfazendo apenas nossas necessidades materiais. Precisamos treinar a mente para gerar um estado de paz interior, fonte de felicidade, sempre - em meditação e nas atividades do dia a dia. Sobre estes e outros aspectos o Monge Kelsang Drime fará palestra sábado 29, e domingo 30 das 18h00 às 19h30 na Pousada Apoema, localizada no bairro Marina.
     

    Informações e inscrições (R$ 15,00 por aula)  pelo telefone: 22 2629-1377

    22-01-2011 00:00:00

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  • Declaro-me vivo!

    Saboreio cada momento.
    Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim.
    Então fazia o que os outros queriam, e a minha consciência me censurava.
    Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me difamava.
    Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
    Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.
    A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.
    Sou guerreiro: a minha espada é o amor, o meu escudo é o humor, o meu espaço é a coerência, o meu texto é a liberdade.
    Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável, mas não escolhi o bom senso comum.
    Prefiro a imaginação dos iluminados, que têm embutidas a inocência e a sabedoria.
    É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
    Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos, sem Amor corremos de novo o risco de estarmos caminhando de costas para a luz. Por esta razão é muito importante que apenas o Amor inspire as nossas ações.
    Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras; não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.
    A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
    A chegada não importa, o que importa é o caminho e a meta, que são a mesma coisa.
    Não precisamos correr para algum lugar, apenas dar cada passo com plena consciência.
    Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar.
    Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilíbrio está garantido.
    É possível que sejamos apenas água fluindo; o caminho terá que ser feito por nós.
    Porém, não permitas que o leito escravize o rio, ou então, em vez de
    um caminho, terás um cárcere.
    Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
    Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.
    As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade, que a sensação de felicidade lhes parece estranha.
    As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.
    A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.
    Peço-lhes perdão ….
    Estarei em retiro espiritual até meados de janeiro, pela dissolução das impurezas mentais, com a mente em equilibrio, plena de amor incondicional e compaixão. Que todos experimentem a verdade última, fundamental! Que todos se libertem do sofrimento. Que todos desfrutem a verdadeira paz, a verdadeira harmonia, a verdadeira felicidade. Ano Novo de Paz para o Mundo!!!


    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico
     

    30-12-2010 00:00:00

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  • Especial de Natal

    Quanta beleza e exuberância existem à nossa volta... Quanta perfeição e aprimoramento regem a sinfonia da vida; quanto amor está ao nosso alcance, bastando apenas entrar na sintonia correta e simplesmente incorporá-lo em nossa vida. Por que enfrentamos tanta dificuldade em capturar esses momentos mágicos que insistem em se oferecer, de graça, bastando somente um mínimo de vontade, de curiosidade, de simples observação? Sei, sei... isso não dá ibope, não merece a atenção de pessoas ocupadas demais, com pressa demais, com estresse demais. É muito mais prático olhar para os erros, as falhas e a sombra do que para o bem, para a Luz.  No entanto, despreocupado com o desastrado comportamento atual da maioria da raça humana, o que rege toda esta perfeição, que eu gosto de chamar de Universo, continua firme em seu incessante e primoroso movimento de evolução, de expansão, sempre aguardando que, neste pequeno planeta azul, os humanos finalmente consigam sair de sua perigosa atitude destrutiva e de retrocesso ético e moral.  Todos nós temos consciência de que a abertura das portas do paraíso -aqui mesmo- depende somente de nosso despertar para o Amor Incondicional. Só isso... e tudo isso... já percebemos que não se trata de tarefa simples. Mas, com um parceiro como o Cosmos creio seja realmente difícil -ou impossível- perder o jogo. E pelo visto, amigas e amigos de Alma, a mudança de rumo e valores não irá demorar muito mais, pois parece que o aliado está com pressa também, provavelmente, devido ao fato que os níveis de agressão à Natureza, bem como o descaso total com quase metade da população, esteja chegando a valores críticos, insuportáveis, quase irreversíveis. Os que já aprenderam a navegar suavemente na onda do amor, os seres indispensáveis que sustentam por aqui a energia da Luz, (e muitos estão lendo esta mensagem) que já se libertaram de condicionamentos, dependências e dogmas, sabem o quanto é compensador viver em harmonia com tudo e todos, e como é libertador conseguir acessar -no silêncio interior- todas as informações lá guardadas para entender o sentido profundo da vida, para perceber os propósitos da encarnação atual, para se doar sempre e sem querer nada em troca, experimentando a cada respiração a conexão divina, a verdadeira bem-aventurança que é o fruto da compaixão, da simplicidade, da humildade.  Os que alcançaram hoje a paz interior, que já passaram por luminosas experiências individuais, sabem a que me refiro: são técnicas e processos cada vez mais simples e disponíveis às pessoas que realmente querem assumir o comando de suas próprias vidas; isto é: de seu rumo, de sua saúde, de sua felicidade.  Aos que buscam o equilíbrio o importante é perceber que o alívio e a cura para as desarmonias poderão ser obtidos por inúmeros instrumentos não invasivos, sem contra-indicações, que permitem auto-aplicação e que irão solucionar os problemas em sua origem real e não simplesmente atacando seus sintomas.  Podemos implementar de forma ampla e preciosa a Arte da Cura, simples, com resultado rápido e definitivo, bastando para isso abrirmos de vez nossos corações e mentes. Estamos juntos!
    Desejo a todos os meus amigos e leitores um Natal de muita luz!
     

    24-12-2010 00:00:00

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  • ALCOOLISMO

            O Alcoolismo é uma doença crônica, progressiva e potencialmente fatal. Uma vez desenvolvida, a vítima perde controle de seus hábitos, com grande prejuízo da vida familiar e social. A causa do alcoolismo parece ser a interação entre uma possível pré-disposição hereditária, os efeitos do álcool etílico (o ingrediente básico nas bebidas alcoólicas) e o uso do álcool como um meio de suportar os problemas que a vida oferece. O alcoolismo é um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil. As bebidas alcoólicas são as drogas de uso abusivo mais constante no mundo. Os efeitos do álcool podem potencializar os efeitos de alguns medicamentos, como alguns xaropes, pílulas para dormir, anti-alérgicos, tranqüilizantes e relaxantes musculares. Como resultado, um drinque pode ter o efeito de vários, causando sonolência e bebedeira. Isto é perigoso e pode ser fatal. O álcool vicia e seu uso repetido freqüentemente resulta na necessidade de beber mais e mais para produzir intoxicação. O Abuso Alcoólico caracteriza-se por perda da sobriedade ou mistura do álcool com outras substâncias, sem existência de dependência química do álcool. Os sintomas do abuso incluem prejuízo da coordenação, atitudes agressivas, redução da coordenação motora e da clareza nas decisões, desorientação, perda da memória e desidratação. Quanto mais a embriaguez se torna habitual e começa a interferir com os padrões de vida habituais da pessoa, mais este indivíduo está cruzando a linha que divide o abuso do álcool do alcoolismo.                  Alcoolismo - Alcoolismo pode ser definido como a dependência química pelo álcool. Um dos principais sintomas do alcoolismo, e o que torna esta doença tão difícil de ser tratada, é a Negação. O dependente não admite para si ou para os outros a existência de qualquer problema com o álcool. O bebedor crônico provavelmente atribuirá os problemas relacionados ao álcool a alguma outra causa. Membros da família e amigos em geral também negam o problema, ignorando os comportamentos destrutivos do alcoolista. Esta negação leva a uma piora das condições físicas e mentais do dependente. A inflamação da mucosa do estômago (gastrite), os vômitos e a "ressaca" são quase inevitáveis. O álcool age como um depressor e reduz a auto-crítica e a ansiedade. No longo prazo, pode causar danos em nervos (neurite), fígado (cirrose), pâncreas (pancreatite) e músculo cardíaco (cardiomiopatia), deterioração mental (demência), hipertensão arterial, derrame cerebral, desnutrição e aumento do risco para câncer da cavidade oral, laringe, esôfago, estômago, intestino grosso, fígado e mama.                                                            Tratamento - No passado, uma das barreiras para o sucesso do tratamento dos alcoolistas era o estigma social associado à doença. As pessoas não apenas relutavam a admitir que possuíam um problema com álcool, mas também raramente arriscavam-se ao embaraço de procurar ajuda. Este estigma tem diminuído bastante, em grande parte devido à conscientização de que o alcoolismo é uma doença como tantas outras, atingindo todos os tipos de pessoas e todas as idades. Muitas técnicas inovadoras estão sendo utilizadas para controlar o alcoolismo e em geral aconselha-se supervisão médica para tratar doenças simultâneas.                                                                            Medidas de apoio - Os Alcoólicos Anônimos (AA) têm desempenhado um papel importante no tratamento do alcoolismo, acompanhando os dependentes no longo prazo, sendo vital na reabilitação destes indivíduos. Os AA são uma organização internacional de alcoolistas e ex-alcoolistas que mantém encontros regulares, apoiando seus membros e compartilhando experiências com o álcool. Medidas legais, como a idade mínima de 18 anos para ingerir bebida alcoólica e o reforço de leis contra embriaguez em condutores de veículos, também são iniciativas válidas para tentar limitar o acesso ao álcool.

    Luiz Gurivitz – psicólogo. R.das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios. (22)2623-1080

    18-12-2010 00:00:00

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  • OS PERIGOS DA WEB

    Os elefantes e a internet têm algo em comum: eles nunca esquecem.

    "As ferramentas da internet foram construídas para guardar toda informação que chega a elas", explica Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife.  Mas, ao contrário da web, "a natureza humana é baseada no esquecimento", diz. "Não nos lembramos dos detalhes após certo tempo."                  Isso, é claro, sem a forcinha da internet. Ele cita o vídeo de Daniela Cicarelli na praia, que, mesmo depois de deletado, ainda circula na internet. "As pessoas baixam e 'repostam'", explica.

    É esse tipo de questão que a geração “conta-tudo”, que cresceu com acesso à rede, nem sempre tem em mente.

    "Os 'nativos digitais' não têm maturidade emocional para avaliar o que pode ser exposto ou não", diz a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP.

    Essa imaturidade pode ter consequências. A pesquisa "Norton Online Family Report" aponta, por exemplo, que 79% dos brasileiros de oito a 17 anos já tiveram experiências negativas on-line. Segundo um estudo inédito da Safernet Brasil, os jovens divulgam na rede desde nome (57%) até celular (5%). "Eles se assustam quando se dão conta da repercussão que a web pode ter", diz Rosa.

    FORA DE CONTROLE

    Em ferramentas como o Twitter, uma informação pode viajar rápido e longe. Uma pesquisa feita pela equipe do site constatou que 50 milhões de "tweets" são publicados por dia: são 600 tuitadas por segundo.  E isso inclui os "RTs". Como os usuários repassam os "tweets", não adianta o autor tentar apagá-los mais tarde.

    Saber o que dizer e o que guardar para si foi a fórmula que Gustavo Jreige, 21, seguiu nos sete anos em que manteve um blog pessoal. Assim, o rapaz ganhou destaque e foi convidado para ser sócio de uma agência de publicidade voltada a mídias sociais. "A internet é uma representação do mundo real, e é cruel como ele".

    VIDA SEM SENHA

    O quanto compartilhar a vida na rede prejudicará os jovens depende de um futuro ainda incerto. Especialistas apostam no "perdão social": lá na frente, as pessoas vão relevar informações antigas que circulam na web.  Mas não é esse o cenário atual. "Vivemos em uma era sem capacidade para o arrependimento on-line", afirma Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em direito digital.

    "Aos 40 anos, alguém pode ser julgado pelo que fez aos 16", completa Félix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil. "Pode ser que haja tolerância, mas é melhor se precaver."

    De acordo com a pesquisa "Você Navega com Segurança?", 32% dos jovens nunca têm o acompanhamento dos pais quando estão on-line. Mesmo assim, 65% acham importante e não se incomodam quando os pais impõem regras.

    Nesse sentido, o estudo mostra também que 34% dos jovens declaram terem aprendido a usar a internet sozinhos, e que 22% apenas recorrem aos pais quando vivem situação de perigo na web. Dos adolescentes abordados, 69% têm amigos virtuais. Desses, 41% têm mais de dez. Os que já namoraram pela internet somam 22% - desses, 45% mais de uma vez.

    A pesquisa - realizada com 2.525 alunos das redes pública e particular dos Estados do Rio de Janeiro, da Paraíba, do Pará e de São Paulo - também mapeia situações vividas por eles na internet: 31,05% encontraram ou receberam pornografia e 12,1% admitem já ter publicado fotos íntimas na web.

    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. R. das Pedras, 04-sobreloja. Búzios. 2623-1080

    11-12-2010 00:00:00

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  • Sofrer por amor faz mal ao coração

    Síndrome do coração partido afeta quem vive períodos de tristeza

    02-12-2010 00:00:00

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  • É hora de discutir a relação (?)

    Reflita se a DR pode melhorar ou afetar negativamente a convivência

    26-11-2010 00:00:00

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  • Ser Chique Sempre

    Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
    Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
    O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
    Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
    Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio. Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
    Chique mesmo é parar na faixa de pedestre. É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
    Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
    É lembrar do aniversário dos amigos. Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
    Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É “desligar o radar” quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
    Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
    Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
    Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
    Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.
    Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour! Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!
    A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. R das Pedras, 04 – sobreloja, Búzios 2623-1080
     

    20-11-2010 00:00:00

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  • Estresse- 5 dicas que você precisa conhecer

    Considerado por muitos como sendo a doença da modernidade, o estresse causa sérios danos a nossa saúde física e mental. Mas ele pode ser combatido - e vencido - com o emprego de algumas regras básicas

    06-11-2010 00:00:00

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  • O fígado e as emoções

    Onde nasce o verdadeiro equilíbrio emocional

    30-10-2010 00:00:00

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  • Onde está a felicidade

    Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito
    A maioria das pessoas, quando são questionadas sobre o assunto, diz: ‘não existe infelicidade, existem apenas
    momentos infelizes’. Quando eu tinha 17 anos sofria de angústia, solidão, impasses e incertezas pra tudo
    quanto era lado, minimizados por uma festa de vez em quando, um campeonato de tênis, um feriadão em Búzios.
    Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer
    não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas
    de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda
    a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila.
    Felicidade, onde está você?
    Aqui, na casa dos 30 e em sua vizinhança. Está certo que surgem umas ruguinhas, umas mechas brancas
    e a barriguinha salienta-se, mas é um preço justo para o que se ganha em troca. Pense bem: depois dos 30,
    você paga do próprio bolso o que come e o que veste. Vira-se no inglês, no francês, no italiano, e ai de
    quem rir do seu sotaque. Não tenta mais o suicídio quando um amor não dá certo, enjoou do cheiro da
    maconha, apaixonou-se por literatura, trocou sua mochila por uma Samsonite e não precisa da autorização
    de ninguém para assistir ao canal da Playboy.
    Autoconhecimento
    Talvez não tenha se tornado o bam-bam-bam que sonhou um dia, mas reconhece o rosto que vê no espelho, sabe
    de quem se trata e simpatiza com o cara. Depois que cumprimos as missões impostas no berço - ter uma profissão,
    casar e procriar - passamos a ser livres, a escrever nossa própria história, a valorizar nossas qualidades e ter um
    certo carinho por nossos defeitos. Somos os titulares de nossas decisões. A juventude faz bem para a pele, mas
    nunca salvou ninguém de ser careta. A maturidade, sim, permite certa loucura. Depois dos 35 estamos mais aptos
    a dizer que infelicidade não existe, o que existe são momentos infelizes. Sai bem mais em conta.
    As quatro ilusões
    Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus.
    A primeira ilusão é instituir que todos têm de ter sucesso, como se o sucesso não tivesse significados
    individuais.
    A segunda ilusão é que você tem de estar feliz sempre, o tempo todo, todos os dias.
    A terceira é que temos que comprar tudo que pudermos resultando num consumismo louco.
    Por fim, a quarta ilusão é que temos de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe.
    Viva o momento presente
    Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não
    para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
    Quando recém-formado, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou
    dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Sempre diziam: ‘Doutor, não me
    deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz’. Eu sentia uma dor
    enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na
    hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter
    esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
    O ser humano perde a saúde para juntar dinheiro, depois perde dinheiro para recuperar a saúde. E por
    pensar ansiosamente no futuro, esquece do presente, de tal forma que acaba por não viver nem no
    presente nem no futuro. E vive como se nunca fosse morrer... e morre como se nunca tivesse vivido...
    Seja feliz agora, como você é e com o que já possui; somente isso já vale a pena!
    Rua das Pedras, 04 - sobreloja - Tel. 2623-1080
    Luiz Gurivitz - psicólogo sistêmico

    16-10-2010 00:00:00

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  • Te encontro na net

    Os jovens de 16 a 18 anos de hoje não vivem sem a web. Acessam diariamente a internet, amam computador, trocam incontáveis mensagens com amigos pelo MSN, são dependentes do Google, fissurados no Orkut, no Facebook ou no Youtube.
    Estes jovens estão dando os primeiros passos rumo à vida adulta, trilhando novos e distintos caminhos, dadas as condições financeiras, sociais e geográficas em que vivem, mas uma coisa eles têm em comum, desde a infância, freqüentam o mundo digital.
    Não importa a classe social, os jovens freqüentam, mais ou menos, os mesmos lugares da internet. É fácil perceber que existe uma zona de uso comum: Orkut, Youtube, Facebook, Google. Esses são os sites mais visitados por rapazes e moças de Norte a Sul deste Brasil, nas diferentes classes sociais, aproximando jovens da classe média alta aos da classe média baixa. Para ambos os grupos, a forma de comunicação na internet passa pouco pelo email. Tanto o Orkut como o MSN são as formas mais comuns de comunicação com os amigos.
    Para os jovens da classe A, a internet tem o significado da autoexpressão e do entretenimento. Para os da classe C, a rede significa crescimento pessoal, um passaporte para ampliar sua inserção social, como se eles pensassem: ‘A minha casa pode ser diferente, mas a minha página no Orkut não’.
    Hoje, se observa entre os jovens da classe média alta uma busca por novas redes sociais para se diferenciar. O Orkut ficou muito popular e eles o estão trocando pelo Facebook. Porém o uso da banda larga é comum em todas as classes, sendo o sudeste a região onde os jovens mais usam a rede todos os dias. Muitos vão à lanhouses fazer o que os pais não permitem fazer em casa.
    Eles fazem downloads de música, baixam jogos, fazem pesquisas para a escola, lêem blogs e têm assinaturas de periódicos. O mundo atual deles é melhor do que o dos pais, pois existe mais liberdade sexual e tecnologia de comunicação. Por outro lado, acreditam que a situação piorou quando se fala em violência, trafico de drogas, desemprego e a descrença com a política. Aliás, nestas eleições, muito presente na web.
    As grandes empresas estão pesquisando este público com o objetivo de entender seus hábitos e ter uma comunicação melhor e mais lucrativa com esses jovens. As empresas concluíram, que ao analisarem os sites mais acessados por essa turma, não entendem nada a cabeça desses jovens.
    As empresas fazem monólogo na internet, e as marcas que fazem maior sucesso na web, são as que desafiam os jovens. São os sites que oferecem mais do que informação, mas entretenimento, interação, experiências sensórias, não podendo ser careta quando se fala de marketing na web.
    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 - Búzios. Tel. 2623-1080

    09-10-2010 00:00:00

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  • Vote com consciência

    Ético e Sustentável - o compromisso com o bem comum
    Diferentes esferas de responsabilidades individuais e coletivas, intensa produção de conhecimento e tecnologia, crises sociais, econômicas e ambientais, regulamentação governamental, intensificação das relações internacionais, dificuldades com o mercado e o consumo, tudo isso está colocando em destaque novas questões éticas.
    As pessoas, organizações, sociedades e governos estão em busca de princípios que orientem seu comportamento no mundo. Isso não se encontra em nenhum fornecedor externo, porque esta é uma dimensão disponível somente na consciência das pessoas.
     
    Ética e Moral
    Ética não é sinônimo de lei, nem de moral. Lei é regra que vale pra todo mundo. Moral é um conjunto de costumes vigentes na época.
    Há quem acredite que seguindo regras, cumprindo leis, será ético. Mas nem sempre o legal é ético. Diante de leis injustas ou de regras descabidas, ser ético é justamente contrariar a lei, propor novas regras.
    Há também os que se acomodam na condição de que faço o que todo mundo faz. Nem é preciso dizer que um erro não justifica outro. Há ainda os que afirmam: ‘só faço o que é certo’. Certo na opinião de quem? Muitas vezes, ser ético é contrariar o status quo, os costumes e a moral vigente. É transformar inclusive o que se considera bom,
    seja sob a ótica individual ou coletiva.
    Ética não corresponde a um conjunto de regras, nem à adequação das ações a um contexto vigente, e sim ao diálogo da pessoa com a sua própria consciência, de onde ela retira sua contribuição para o bem comum.  

    O Bem e o Bom
    Só dialogar com a consciência não resolve. Não basta elencar um conjunto de boas intenções. Também não é suficiente executá-las da melhor forma e achar que a ação se concluiu, sem estar atento ao tipo de impacto provocado. Quantas vezes oferecemos o que há de melhor em nós, e provocamos o que há de pior nos outros?
    Existe um potencial ético nas pessoas. É possível desenvolvê-lo. Aprende-se a ser ético. Um passo importante é saber diferenciar entre o bom e o bem. Bom é aquilo de que eu gosto. Posso gostar de muita coisa que os outros não gostam. Portanto, nem sempre o que eu acho bom é o melhor para todos. O bom é particular. O bem é universal.
    Muitas vezes, fazer o bem é fazer o que eu não gosto, ou abrir mão do que eu gosto.

    Sustentabilidade
    Por isso, ser ético é transformador. Diante de uma ação ética nada fica do mesmo jeito. Tudo se reacomoda.
    Ser ético é ter a capacidade de dialogar com a própria consciência, sabendo praticar este conjunto de intenções com impactos benéficos. É ser competente em olhar para dentro e para fora, para o agora e para o futuro ao mesmo tempo. Não é difícil, mas é desafiador. Tão desafiador, que tornou-se o maior desafio em ser sustentável.
    Sustentabilidade nada mais é do que a noção de bem comum adaptada à linguagem do século XXI: o compromisso com resultados positivos e benéficos que não comprometam a vida na atualidade e no futuro. É o diálogo com a própria consciência que torna possível dar ênfase às iniciativas com foco no bem comum. Da mesma forma, é o foco no bem
    comum que impulsiona este diálogo interno para além de uma perspectiva individual, centrada nos próprios pontos de vista, e faz a ação ética ser percebida como universal: qualquer pessoa irá reconhecê-la como benéfica.
    Não há como ser sustentável sem ser ético, sem esta inspiração benéfica para nossas idéias, projetos e ações.
    Seremos uma humanidade sustentável quando houver uma massa crítica, com presidentes, governadores, deputados, prefeitos, vereadores e eleitores,  suficientemente competentes em realizar este contato com a própria consciência e traduzi-lo em ações com foco no bem comum. Pessoas que tenham interiorizado de forma ética as novas condições globais de vida em seu pensamento, em seus valores e em seu comportamento.
    Vote consciente, seja ético e sustentável com suas idéias, projetos e ações!
    Luiz Gurivitz - psicólogo sistêmico
    Coaching e aconselhamento à Rua das Pedras, 04 - sobreloja - Búzios
    Tel. (22) 2623-1080 begin_of_the_skype_highlighting - (22) 2623-1080     
     

    30-09-2010 00:00:00

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  • Feng Shui interior

    A bagunça é inimiga da prosperidade. Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades.
    De acordo com o Feng Shui Interior - uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes - bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, confunde, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos. Para evitar tudo
    isso fique atento às oito regras para domar a bagunça:
    1. Mande para reciclagem de papel o jornal de anteontem.
    2. Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
    3. Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
    4. Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que você utiliza mesmo.
    5. Toda sexta-feira é dia de mandar papel para reciclagem.
    6. Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, reciclagem, em dúvida, presentes, doação. Após enchê-las, distribua tudo.
    7. Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha
    um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida.
    8. Veja uma lista de atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas
    energias. Conheça cada uma dessas ações para evitar a ‘crise energética pessoal’:
    Maus hábitos e falta de cuidado com o corpo: Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano.  A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
    Pensamentos obsessivos: Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando inutilmente a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos.
    Sentimentos tóxicos: Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Os sentimentos positivos, ‘como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a autoestima, a alegria e o bom humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
    Fugir do presente: Os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
    Falta de perdão: Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado.
    Mentira pessoal: Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe controladora, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
    Bagunça e projetos inacabados: A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. 
    Afastamento da natureza: A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
    Quando todos colocarem essas regras em prática, o mundo será justo e mais belo. Coaching e aconselhamento à Rua das Pedras, 04 – Búzios. Tels: (22) 2623-1080
     

    18-09-2010 00:00:00

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  • A ciência por trás do filme ?A origem?

    “A Origem” é um filme desafiador. Assisti no feriadão no Gran Cine Bardot. Num mundo não muito distante do nosso, em que existe tecnologia para invadir sonhos é realidade, um espião altamente capacitado tem sua chance final de redenção condicionada à realização de uma missão impossível: implantar uma idéia estranha na mente de uma pessoa, capaz de levá-la a fazer algo que não quer. Na superfície, trata-se de um barulhento filme de ação típico de Hollywood, com tiros, perseguições de carros e muitas explosões. Na profundeza, é uma condensação vertiginosa de cem anos de psicanálise, neurobiologia, filosofia e cinema. Cientificamente, acerta um tanto e erra outro tanto. O filme é composto de cinco narrativas, uma dentro da outra, articuladas em diferentes velocidades temporais com uma clareza desconcertante. Além do protagonista, cinco personagens adentram o sonho da vítima do golpe, para ajudar na difícil tarefa de semear o germe de uma idéia indesejada.
    Indução — Voltando para o mundo real (real em termos, já que a ciência não tem como provar que não estamos sonhando), com a tecnologia atual é possível induzir uma pessoa ao sono. Fazer a mesma pessoa sonhar é mais difícil. Substâncias precursoras de dopamina e acetilcolina afetam o sonho. Cientificamente é possível sonhar que se está sonhando, como muitos de vocês já devem ter experimentado e como acontece no filme. Mas ninguém sabe ao certo quantas camadas um sonho pode ter. Talvez milhares, talvez apenas duas ou três. Também não há dados sólidos a respeito.
    Invasão — Em “A Origem”, tudo acontece como se a tecnologia para fazer o implante fosse algo já estabelecido. Fora das telas, nada disso existe. Para realizar a invasão de sonhos seria necessário decodificar o sonho a ser invadido e ser capaz de inserir conteúdo novo nele, não próprio do sonhador original. A primeira parte talvez seja possível em um futuro não muito distante, a segunda parece mais difícil. Enquanto no filme o equipamento necessário para entrar nos sonhos cabe em uma maleta, os aparelhos atualmente existentes que permitem ver um cérebro sonhando são aparelhos enormes, do tamanho de um carro cada, caríssimos.
    Ritmo acelerado — Uma vez dentro do sonho, o filme mostra que a cada camada o tempo passa mais devagar: um segundo no mundo dos acordados significa cinco minutos na primeira camada de sonho, duas horas na segunda, e assim por diante. Ponto para o filme. Existem algumas evidências em ratos de que a compressão temporal do processamento neuronal varia conforme as diferentes fases do sono. O resto é a imaginação de Christopher Nolan, o diretor do filme. Mas ele chega perto quando define a morte, dentro do sonho, como uma das formas para despertar.
    Chuva onírica — A perturbação do sonho através da interferência sensorial - como a cena em que chove porque o dono do sonho está com vontade de ir ao banheiro - tem base científica. Como notou Freud, estímulos externos entram no sonho e são ressignificados, de forma que “o sonho protege o sono”. Isso ocorre até certo ponto, além do qual a pessoa acorda.
    O mais interessante em “A Origem” é como o personagem principal enfrenta a impossibilidade de ter certeza sobre os limites da realidade. O desejo é motor do sonho, e o sonho não cessa. Repressão de memórias e loucura se entrelaçam, seguindo o fio condutor das idéias de Freud. Nada mal para um blockbuster!
     

    11-09-2010 00:00:00

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