Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Saindo da zona de conforto

    Uma das nossas necessidades mais essenciais é a segurança. Queremos segurança financeira, segurança para poder andar na rua sem levar um tiro, segurança nos relacionamentos, segurança no trabalho, segurança no trânsito, e por aí vai. É uma necessidade real e válida. Em nome da segurança construímos casas e moramos dentro delas, e nelas colocamos tudo aquilo que queremos proteger: nossa família, nosso relacionamento, nossas contas, nosso carro. Estabelecemos um comportamento que cria uma zona de conforto em nossa vida. Nesta zona de conforto nos sentimos a salvo das ameaças que o mundo oferece com uma frequência muito maior do que gostaríamos.
    Este comportamento vira uma rotina, e dentro dela nos movimentamos com desenvoltura. O problema começa quando a zona de conforto e a sua aliada, a rotina, assumem proporções grandiosas, ofuscando a nossa essência. Isso faz com que você se sinta esgotado, sem disposição mesmo para as mínimas atividades, mesmo aquelas que você gosta. É como se você estivesse vivendo um sonho que já não lhe traz realização, somente obrigação e peso. É chegada a hora de buscar novos sonhos!

    Engolidos pela rotina

    Nossas buscas mais essenciais, como viver um relacionamento com amor ou trabalhar dentro de nossas habilidades e vocação, podem ser mascaradas pela zona de conforto, causando um descontentamento constante, que envenena nossas vidas e pode nos tornar amargos, sem brilho nos olhos. Viver alijado de sentido torna opaco o olhar, o sorriso, e deixa o coração enevoado! Por isso, ame loucamente, trabalhe com excitação, encontre sentido nas suas ações, impeça que o dragão da rotina mastigue seus ossos e cuspa-os na sua cama à noite, para novamente mastigá-lo logo cedo no dia seguinte. Tudo isso sem precisar abrir mão da responsabilidade. Olhe para o mundo como se você não o conhecesse, mude a posição em que você senta no trabalho, mude de lado na sua cama, procure novos ângulos. Abra um espaço para o inesperado na sua vida, você vai se surpreender!


    LuizGurivitz – psicólogo. Rua das Pedras, 04 sobreloja – Búzios (22) 2623-1080
     

    22-10-2011 00:00:00

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  • O Dia da Criança

    O que falta às crianças hoje é presença e não presentes
    Pensemos no Dia das Crianças. Um dia, a princípio, de puro lazer dedicado aos pequenos.
    O que nos preocupa? O presente! A rotina de comprar o presente. Talvez os seus filhos já tenham até escolhido o brinquedo que querem ganhar, talvez você já esteja se descabelando para saber como vai colocar mais estes mimos no orçamento de outubro. Talvez passe pela sua cabeça que bons pais têm que satisfazer seus bons filhos realizando seus desejos de consumo em datas tão caracteristicamente consumistas.

    Compromisso com a educação
    Vamos deixar uma coisa bem clara: o que os pais têm que dar aos filhos é a educação. Educação no sentido de prepará-los para lidar com o mundo. E educar para a realidade é fundamental. Desde quando? Desde quando ele começa balbuciar no shopping: “eu quelo”.
    Educar para a realidade também diz respeito a ensinar critérios para
    consumir: querer, precisar e poder adquirir algo. Nem sempre precisamos do que queremos, nem sempre precisamos do que podemos ter, nem sem-
    pre podemos ter o que precisamos ou queremos.

    Ensinando limites
    Quando os pais podem lidar com essas limitações e podem fazer do consumo algo racional, eles não só estão defendendo uma certa economia familiar como também estão ensinando seus filhos a planejarem, a lidarem com a realidade, a serem criativos, a não se deixarem levar pela opinião alheia, a não serem valorizados pelos objetos que têm, mas pelo o que eles são, a respeitarem os pais e a não se deixarem levar por outras formas de consumismo danosas. O consumo de drogas, por exemplo, também está diretamente ligado ao tipo de sociedade em que vivemos aonde adquirir coisas é sinônimo de “ser alguém” e de ser feliz.

    Explorando a criatividade
    Tudo isso me faz lembrar alguns momentos da minha infância, quando acabava a luz de casa. Os adultos ficavam agitados, preocupados com geladeiras e afins, mas o divertido para nós crianças era brincar de teatro de sombras à luz de velas e contar histórias de medo. A quebra da rotina nos fazia mais íntimos e criativos. O que seria mais uma noite em frente da TV, passava a ser uma experiência nova e divertida em família.

    Quebrando a rotina
    A rotina atinge a nossa relação com nossos filhos e, às vezes, perdemos o prazer de estar com eles. Aliás, almejamos que eles entrem na rotina para que possamos ter mais tempo para nós. É justo, mas precisamos prestar atenção se nossos momentos de lazer também não estão se tornando pura rotina.

    Pais mais presentes
    Então, o que fazermos no Dia das Crianças? Comemoramos a tarefa de acompanhar o crescimento de outro ser humano a quem nos dispusemos a amar, orientar e proteger. Fazemos isso usando nossos corações e nossa criatividade, inventando brincadeiras e, se quisermos e pudermos, dando uma lembrancinha. Nenhum presente daria conta de expressar nosso amor por eles e, portanto, esse mimo não é medida de nada.
    O que falta às crianças hoje é presença e não presentes.

    LuizGurivitz - psicólogo
     

    08-10-2011 00:00:00

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  • A nova energia planetária

    Ainda que as coisas possam parecer assustadoras e desconfortáveis, parece que o mundo está se dissolvendo. Estamos nos “restabelecendo” e nos “re-equilibrando”, iniciando novamente, enquanto participamos da reestruturação massiva de um Planeta Terra muito novo. Deste modo, o velho deve cair, e está caindo. Como seres humanos, nós somos um microcosmo da Terra. Assim, seja o que for que aconteça a ela, nós sentiremos como se estivesse acontecendo dentro de nós. Podemos sentir que nós estamos desmoronando e nos desintegrando, mas nós somos um reflexo do planeta, enquanto incorporamos suas mudanças.
    A Terra está agora no processo de realinhamento com os reinos mais elevados, com as novas formas de vibração, de viver e de ser, o que envolve o resgate da unidade cósmica. Este processo está vibrando um rompimento e um novo re-agrupamento energético. Como uma divisão celular maciça, nós estamos deixando algumas pessoas e áreas, e nos conectando à nossa verdadeira e legítima essência. Nós estamos começando agora e continuaremos com este processo de nos unirmos em pequenos grupos afins, ressoando uns com os outros. O velho e o que não nos serve mais estão se desintegrando, estamos deixando para trás a velha realidade e este processo encorajará muitos a se unirem. Com o decorrer do tempo, esses novos grupos também apoiarão a reestruturação de outros, formando uma nova grande rede. Tudo isso acontecerá muito naturalmente para nós, se não resistirmos manter os antigos padrões e dermos nossos próximos passos de ação na nova direção.
    Quase diariamente nós estamos recebendo uma quantidade imensa de energia através de nossos chakras coronários, nos servindo para sustentar estes modos novos e mais elevados de viver e de ser. Esta energia está auxiliando intensamente a manter o espaço enquanto o planeta se ajusta, juntamente com todos os seus habitantes e continua, dia a dia, a chegar em interrupções – reinícios. Deste modo, podemos nos sentir entusiasmados e magníficos em um dia, e intensamente deprimidos no dia seguinte. O contraste entre a energia da nova realidade e o desânimo, a calmaria ou ausência de qualquer energia, é muito extrema. Nós podemos nos sentir muito conectados e seguros em um dia, e totalmente desorientados no seguinte. Estes são indicadores da nova realidade chegando, pouco a pouco. Os dias de grandes conexões estão ficando mais longos e há mais deles. As quedas estão ficando menores e há menos delas.
    Estamos podendo agora, em um novo espaço, sustentar e integrar as novas energias e essa nova realidade muito mais facilmente. Ao mesmo tempo, podemos nos sentir muito sonolentos ou cansados. Nossas habilidades criativas são profundas agora. Isto por que visualizarmos e nos focarmos no que verdadeiramente desejamos, na essência, de vital importância, pois nos serve para manter os nossos espíritos, assim como serve para formar a nova realidade de todos os modos, e manter este espaço também. Nossas novas conexões serão o tema agora por algum tempo. Estas conexões servirão não só para criar o novo mundo, mas também para nos sustentar, mantendo elevadas e equilibradas as energias planetárias através da conexão de nossas próprias energias pessoais, nos dando o apoio emocional que precisaremos em tempos próximos.
    Nós nos uniremos com os nossos grupos de alma e com aqueles com quem mais ressoamos!


    Coaching à Rua das Pedras, 04 sobreloja – Búzios. Tel. (22) 2623-1080
     

    01-10-2011 00:00:00

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  • Sete Leis Espirituais

    O dinheiro é energia, deve circular...
    Na coluna de hoje vamos fazer uma jornada por um terreno muito delicado em nossa vida, O Dinheiro.... O Sucesso...
    Vamos colocar as coisas no devido lugar, limpar sentimentos negativos que ligam o dinheiro a coisas impuras, afinal Dinheiro é tempo, é informação, é conhecimento, é energia, e deve circular sempre.

    Sete Leis Espirituais do Sucesso
    Deixe que elas penetrem em sua consciência, faça delas sua prática e transforme sua vida.

    Lei da Potencialidade Pura
    Entre em contato com essa lei reservando um momento do dia para ficar em silêncio para apenas ser, para comungar com a natureza e observar em silêncio a inteligência que há em todas as coisas vivas.
    Pratique o não julgamento, diga a si mesmo hoje não julgarei nada nem ninguém e lembre-se disto durante todo o dia.

    Lei da Doação
    Dê um presente em todo lugar que for a todos que encontrar; este presente pode ser um cumprimento, uma flor, uma oração; ofereça sempre alguma coisa às pessoas com quem entrar em contato, assim estará desencadeando o processo de circulação de energia, de alegria, de riqueza, de abundância, na sua vida e na de outras pessoas; agradeça as dádivas que a vida oferece, e esteja aberto para receber. Deseje em silêncio felicidade, e muita alegria toda vez que encontrar alguém.

    Lei do Carma e da Causa e Efeito
    Observe as escolhas que irá fazer a todo o momento; toda vez que fizer uma escolha pergunte a si mesmo: quais serão as conseqüências? Trará felicidade a mim e aos outros? Peça orientação ao seu coração, se sentir conforto siga em frente, se sentir desconforto observe, o coração é intuitivo e conhece a resposta certa.

    Lei do Mínimo Esforço
    Pratique a aceitação dizendo: hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, fatos, como eles se manifestarem. Não se volte contra o universo lutando contra o momento presente, aceitando as coisas como elas são, assuma responsabilidades pela sua situação, desista da necessidade de defender seus pontos de vista, de convencer ou persuadir os outros, permaneça aberto a todos os pontos de vista.

    Lei da Intenção e do Desejo
    Faça uma lista de todos os seus desejos, olhe para ela antes de entrar em silêncio, em meditação, antes de adormecer. Quando acordar, libere a lista de seus desejos no ventre da criação, CONFIE, esteja consciente do momento presente.

    Lei do Distanciamento
    Comprometa-se hoje com o distanciamento, com o desapego, não force solução de problemas. Transforme as incertezas em um ingrediente essencial da própria experiência. Através da sabedoria que a incerteza dá, você encontrará segurança. Experimente a aventura da vida com todo seu mistério, diversão e magia.

    Lei do Dharma e do Propósito de Vida
    Você deve nutrir com amor a divindade que vive em você no fundo da sua alma. Preste atenção em seu espírito que anima seu corpo e sua mente. Faça uma lista de seus talentos únicos e das coisas que adora fazer e diga a si mesmo: quando eu expresso meus talentos e os coloco a serviço da humanidade perco a noção do tempo e crio abundância na minha vida e na vida dos outros. Pergunte a si mesmo: Como posso servir? Como posso ajudar?.
    NAMASTÊ!


    Luiz Gurivitz - Coaching e aconselhamento à Rua das Pedras 04– sobreloja Búzios. Tels.: (22) 2623-1080 (22) 8114-0223
     

    17-09-2011 00:00:00

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  • EMPURRANDO COM A BARRIGA

    A  coisa é tão ruim que até o nome é feio: procrastinação. O "palavrão" designa a ofensa que a pessoa faz a si mesmo, sabendo que isso só a deixará mais vulnerável, sujeita a cometer mais erros, angustiada e exaurida. O impulso da procrastinação leva você a fazer qualquer coisa, mesmo sem graça, em vez daquilo que é mesmo necessário.

    ENROLAÇÃO
    Em levantamento inédito, 33% dos profissionais brasileiros afirmaram gastar duas horas da jornada sem fazer nada de efetivo e 52% admitiram deixar atividades necessárias para a última hora. Os índices da pesquisa feita por Christian Barbosa, especialista em gestão de tempo, são mais altos que os de pesquisas semelhantes nos EUA, no Reino Unido e na Austrália, onde enroladores crônicos são 20% da população economicamente ativa. Aqui, as pessoas se sentem poderosas deixando tudo para a última hora e não ficam culpadas por isso. Independentemente de aspectos culturais e morais, a procrastinação, além de não ajudar, atrapalha. E empurrar com a barriga não tira o problema da frente, só faz ele crescer nos pensamentos. A única coisa que se pode ganhar é culpa. A pessoa nem consegue fazer algo prazeroso em troca, porque não é uma escolha livre do uso do tempo. Na pesquisa, que incluiu 1.606 pessoas, as principais explicações para a enrolação foram faltas de tempo, medo do fracasso e complexidade da tarefa a ser feita.

    AUTOBOICOTE
    Um dos motivos é o que Freud chamou de "fracasso como êxito". É quando a pessoa, por motivos inconscientes, recua sempre que está perto de uma situação de sucesso. Os adiamentos crônicos são um autoboicote. Acontece também com os perfeccionistas. Para eles, o medo de não conseguir fazer algo impecável paralisa a ação, e o planejamento excessivo para cumprir metas muito idealizadas os leva a adiar o trabalho constantemente. A pessoa tem uma coisa importante para fazer, mas fica cavando mais buracos, descobrindo problemas para resolver antes e não faz o que deve ser feito.
    A maioria das pessoas é treinada na infância a deixar tudo para a última hora, porque os pais agiam assim. Culpa também do sistema educacional, pois o estudante daqui é viciado em provas feitas só com a memória. Se for para decorar, o mais fácil é só estudar na véspera.

    Até um prêmio Nobel de economia, o americano George Akerlof, tratou do assunto. Ele concluiu que as pessoas adiam porque os custos imediatos de fazer determinada tarefa parecem mais reais do que o preço de fazê-la no futuro. Você tem certeza de qual é o custo imediato, o desprazer do esforço, e tem certa miopia em relação aos benefícios futuros. Acredita que protelar é uma escolha racional, mas é um autoengano.

    SOB PRESSÃO
    Algumas pessoas tentam fazer do adiamento uma tática de ação, porque só conseguem se motivar no sufoco da última hora. Isso é um padrão mental adquirido por força do hábito. A pessoa treinou para produzir sob pressão. Se treinou, dá para destreinar e aprender um novo modelo de lidar com o tempo.


     

    03-09-2011 00:00:00

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  • Era da individualidade

    Ainda procurando a sua cara metade
    O amor romântico, idéia prática de sobrevivência pouco romântica, partia do princípio de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Com a tecnologia avançada, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o medo de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas se percebiam fração, mas hoje são mais inteiras, acabou a “cara metade”. As relações estão passando por grandes transformações e revolucionando o amor. A relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar, não tem mais lugar, pois o que se busca hoje é a individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto.  A idéia de uma pessoa ser solução para nossa felicidade está acabando.
    Um se adaptar ao projeto do Outro está morrendo. A busca agora é a parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.  Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso mais do Outro. O Outro, com o qual se estabelece uma ligação é somente um companheiro de viagem.
     Individualidade
    Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria, se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor tem nova cara e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguem se conectar com sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
    A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso, dá dignidade à pessoa.
    As novas relações afetivas são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do passado.
    Singularidade
    Não somos referencia para avaliar ninguém, somos seres singulares. O Outro pensa e age diferente de nós. Ao percebermos isso, nos tornamos menos críticos e mais compreensivos quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
    Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi reinventá-lo ao nosso gosto. Ficar sozinho de vez em quando é saudável para estabelecer um diálogo interno e descobrir nossa força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia, a energia vital e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro de si mesmo, e não a partir do outro. O amor de duas pessoas inteiras é bem mais criativo e abundante onde há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

    LuizGurivitz – psicólogo. Rua das Pedras, 04
    Sobreloja – Búzios. (22) 2623-1080
     

    27-08-2011 00:00:00

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  • Tentando mudar o outro

    A maioria das pessoas, quando num relacionamento amoroso (principalmente as mulheres), tenta “melhorar” seu parceiro de alguma forma, a relação só tende a piorar. É como se você tivesse comprado um produto básico para depois customizá-lo à sua vontade. O problema é que o outro não é um objeto e, obviamente, não irá querer que você o transforme em algo que ele não é ou que ainda não está preparado para ser.
    É natural querermos ser melhores a cada dia e esperarmos que nosso parceiro também o deseje. Porém, isso deve ser algo espontâneo, nascido da vontade própria de amadurecer e se desenvolver. Se, por outro lado, ficamos “em cima”, dando palpites sobre tudo, criticando, julgando, apontando falhas o tempo todo, estamos na verdade dizendo a quem amamos que ele não é bom o suficiente para nós. Ou seja, a pessoa nunca entenderá suas boas intenções. Verá apenas uma recusa em aceitá-lo e em amá-lo do jeito como se apresenta. Em outras palavras, ao invés de ajudar, você poderá simplesmente prejudicar a intimidade, a confiança e mesmo o amor que no começo os uniu. Enfim, com sugestões fora de hora, você tende a incentivar ainda mais o comportamento que tanto te irrita. Afinal, aquilo que resistimos é o que permanece, não é assim?
    Por isso, se você quer motivar a mudança no outro, deve fazê-lo de forma discreta, sempre realçando o que o outro já alcançou ou o que faz de melhor. É quando nos sentimos plenamente aceitos, que temos vontade de ir além de nossa própria capacidade. Por exemplo, se você estiver fazendo algo e alguém ficar lhe dizendo que era melhor fazer de outro, que seu jeito é errado, qual seria sua tendência? Acatar ou ficar ainda mais apegado à forma como age?

    Como estimular a mudança no seu par
    · Reconheça e incentive
    · Não dê referências pessoais
    · Dê exemplos de outras pessoas que você admira, discretamente
    · Dê boas idéias e estímulos de forma alegre e descompromissada
    · Faça da sua atitude um exemplo mais forte que qualquer palavra
    · Não use chantagem emocional para conseguir o que quer
    · Fortaleça seu caráter e autoestima
    · Aceite o outro e não crie expectativas
    Você tem dois caminhos: aceitar, esperar e receber com alegria cada pequena vitória do outro, porque o amor está lá. Ou pode se fortalecer e partir para outra, caso sua reclamação seja apenas um sintoma da falta de amor e uma tentativa de salvar algo que não vale mais à pena. Reflita sobre isso.

    LuizGurivitz – psicólogo. R. das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios. (22) 2623-1080
     

    20-08-2011 00:00:00

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  • Bullying, um mal necessário

    Crianças e adolescentes precisam aprender a se defender ou estarão enrascados

    13-08-2011 00:00:00

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  • Crise no casamento

    Parece que quando amamos, nos deixamos de lado e só vemos o ser amado. Fazemos de tudo para agradá-lo e ainda assim, parece que nunca conseguimos. A insatisfação no relacionamento pode ter várias causas, mas para identificá-las, é preciso muita coragem para olhar para aquilo que tem nos feito mal e que muitas vezes por medo do que pode ser identificado, fugimos como se nada estivesse acontecendo.
    Resultado: fugimos, seja trabalhando mais, comendo mais, nos envolvemos em relações passageiras para evitarmos o vínculo. Fazemos de tudo para evitarmos pensar e principalmente sentir. Assim, vamos nos machucando cada vez mais, acumulando mágoas e ressentimentos, sentindo como se não fôssemos dignos de sermos amados. Mas será que tem que ser sempre assim? A falta de diálogo com o companheiro (a) é uma das causas mais comuns de conflitos e o caminho mais certo para uma separação. Mas se você não deseja que isso aconteça, é possível reconstruir. Porém, se não consegue conversar nem consigo mesmo, como irá querer se comunicar com o outro? Algumas pessoas chegam ao máximo de não conversarem nem sobre suas dificuldades sexuais. Como podem fazer amor se não podem falar sobre o assunto? A falta de cuidado com o outro, com a relação, não conseguindo perceber as necessidades do outro, também é um fator de desgaste no relacionamento, que acaba sendo consumido pela rotina.
    Causas que podem interferir na relação. Procure identificá-las no seu relacionamento: medo, insegurança, carências afetivas, conflitos internos que refletem na relação; falta de romantismo, carinho, atenção, cuidado com o outro; falta de confiança, diálogo, comunicação; falta constante de demonstração de amor, falta de desejo, atração; desinteresse pelo que o outro diz, faz ou sente; brigas crônicas (repetitiva e sem gerar mudança), ciúme sem motivo e desproporcional, interferência familiar, agressividade, inveja, traição, desprezo, indiferença, rotina, mentira, egoísmo, crises financeiras, falta de amor!
    Com tudo isso claro em sua mente, procure seu companheiro (a) para uma conversa franca e redefinam pontos importantes, onde os dois possam ouvir e perceber as necessidades do outro, tanto como as suas próprias. É preciso investir sempre, fazendo algo que surpreenda e deixe o outro feliz. Isso só você mesmo poderá saber por onde começar!
    Lembre-se: “Há três possibilidades de mudança na relação: o eu, o outro, a relação. A única que depende exclusivamente de você é o eu! O outro depende dele. E a relação dos dois.”

    LuizGurivitz – psicólogo. R. das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios (22) 2623-1080
     

    06-08-2011 00:00:00

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  • Nomofobia: medo de ficar sem celular

    As novas tecnologias tornaram a comunicação entre indivíduos tão fácil quanto o aperto de um ou dois botões. A facilidade de entrar em contato com outras pessoas e, ao mesmo tempo, de estar ao alcance delas, traz inúmeras consequências, tanto positivas quanto negativas.
    Uma delas é a nomofobia, caracterizada pela angústia que um determinado indivíduo sente de estar impossibilitado de se comunicar através do telefone celular. A psicóloga Anna Lúcia Spear King, pesquisadora do Instituto de Psiquiatria (Ipub-UFRJ), determina quando esse receio passa de normal a preocupante. “Se a pessoa está longe de casa e volta somente para buscar o celular, ou se fica nervosa, com palpitações quando está sem o aparelho, há indícios de um transtorno de ansiedade que precisa ser observado”, afirma.
    A especialista lembra que esta fobia não é exclusiva para dependentes do uso de celular.
    “Quando surge uma nova tecnologia, ela afeta o comportamento das pessoas. Aquele aparelho provoca uma mudança e temos que nos adaptar”, alerta Anna Lúcia. O nome deste transtorno vem da abreviação de termos em inglês “No-mobile” (sem celular), mas está associado também ao medo de ficar sem notebooks ou outros aparelhos portáteis de comunicação. O receio de ficar incomunicável é explicado pelos pacientes.
    “A principal alegação dos pacientes que sofrem deste mal é que eles podem passar mal na rua e, sem contato, ficariam sem socorro”, diz a especialista.
    O tratamento da nomofobia é realizado através de sessões de terapia cognitiva comportamental.
    “Induzimos gradualmente sintomas que provocam pânico nos pacientes, demonstrando que são inofensivos”, explica Anna Lúcia, que complementa: “Assim, o paciente percebe que as situações que passa são normais e perde o medo”, conclui a psicóloga.

    LuizGurivitz – psicólogo. Rua das Pedras, 04 – sobreloja - Búzios – tel: 2623-1080
     

    23-07-2011 00:00:00

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  • FÉRIAS, CUIDADO REDOBRADO COM AS CRIANÇAS

    Em época de férias, os pais têm que redobrar os cuidados com os filhos que ficam o dia inteiro em casa. Certos cuidados podem ser tomados para evitar que a diversão termine antes do previsto. Dicas de segurança para que a criançada se sinta à vontade para curtir bem e sem perigos esse período de descanso:

    Piscina: Bom cobrir com uma lona, principalmente se a criança não souber nadar. Vale também o cuidado com a sucção de filtragem da piscina quando em funcionamento, evitando as brincadeiras perto do motor;

    Escada: Instalar uma portinhola para impedir o sobe e desce da criança. O melhor é que ela passe o dia inteiro na parte de baixo da casa sempre em companhia de um adulto, com todos os brinquedos necessários para a sua diversão;

    Varanda alta: Trancar a porta do acesso ou colocar uma tela de segurança;

    Cozinha: Fechar as saídas do gás e aquecedor. Não deixe jogos de faca amostra, as crianças são curiosas por natureza;

    Material de Limpeza: Tenha um armário com chave para esse tipo de material. O mesmo vale para o armário de remédios;

    Bocais de tomadas: O ideal é colocar um tapador de tomadas para que as crianças não coloquem o dedinho nas mesmas;

    Banheiro:
    Tenha um tapete antiderrapante e, de preferência, emborrachado dentro e fora da banheira ou do box.

    Quina de armário: Coloque os protetores de quina.

    E não se esqueça de manter a porta da rua sempre trancada. Com esses cuidados, seus filhos passam as férias sem perigo e você não terá preocupação com a segurança dos pimpolhos.

    Boas férias!

     

    09-07-2011 00:00:00

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  • Constelações Sistêmicas

    Novo e revolucionário método de cura

    02-07-2011 00:00:00

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  • Boas vibrações

    Júpiter em Touro rege o Festival Gastronômico de Búzios

    23-06-2011 00:00:00

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  • Passado em Branco

    Pode apostar: quem diz se lembrar de fatos ocorridos antes de seus quatro anos de vida, está confundindo histórias ouvidas com memória própria. Pesquisa mostra que esquecemos da nossa infância ainda crianças.
    A história começa com um tombo, uma viagem em família, uma briga na escola por volta dos quatro, cinco anos. Antes disso, nada. Desconhecemos e esquecemos muitos aspectos da nossa vida. É muito provável que você saiba pouco sobre si mesmo.
    E é justo a infância a época mais esquecida. Ironia biológica? Os especialistas chamam de amnésia infantil, e não tem nada a ver com lapsos de memória, mas com os quatro primeiros anos de vida que parecem ter sido apagados com borracha. Pode-se dizer que perdemos parte da nossa infância.
    Não há dúvida que crianças conseguem armazenar informações, elas sabem o que aconteceu ontem ou anteontem, mas são lembranças de curta duração.
    A neurociência não tem certeza de por que isso acontece. Uma das hipóteses é que o cérebro ainda não estaria pronto para gravar memórias à tinta. É como se as crianças escrevessem a lápis no disco rígido da memória.
    Estruturas cerebrais responsáveis por processar e arquivar informações não estão totalmente desenvolvidas aos dois anos ou três anos e, nessa idade, não dominamos totalmente a linguagem. As memórias de antes dos três anos são gravadas em códigos não linguísticos, que não fazem sentido depois que somos adultos. Não por acaso, lembranças mais claras coincidem com o início da alfabetização.                                                                                        

    Seleção Inconsciente
    Amnésia infantil não tem relação com o amadurecimento do cérebro. Para a psicanálise, parte da infância é esquecida porque as lembranças são conflitantes, dolorosas. Aquilo que traz conflito elimina-se da consciência e vai constituir o inconsciente.
    Nessa visão, o ser humano sofre os efeitos dessas memórias encobertas pelo resto da vida, mesmo sem conseguir lembrá-las. Daí viriam alguns medos e traumas. É comum estabelecermos a relação entre acontecimentos de infância e traumas futuros, mas não se pode reduzir a ideia de trauma a isso.
    A neurologia até concorda que memórias esquecidas podem, sim, interferir na formação de novas lembranças, mas tem uma visão diferente do que é o inconsciente. São memórias que não estão ativas o suficiente para serem lembradas.
    A influência do passado sobre o futuro esbarra em outro ponto: a competição entre acontecimentos. Não há como prever quais fatos serão lembrados a longo prazo. Depende do quanto prestamos atenção a eles, do excesso de informações e de fatores afetivos.
    Tombos, cortes e acidentes físicos são mais marcantes por motivos biológicos. Você se lembra de um acidente para ter condições de evitá-lo. Biologicamente, esse é o sentido da memória. Parece simples. Mas, cada vez que um fato é resgatado, acrescenta-se um aspecto.
    Depois de recordar algumas vezes acontecimentos distantes, é quase impossível separar a verdade do mito. Criamos falsas memórias, e não há nada de patológico nem de malvado nisso. É a mentira que não é mentira. Para a psicanálise, não importa. Tudo é interpretação. Toda memória é uma leitura sem contato direto com a realidade. Cada nova experiência resignifica a anterior. De certa forma, o futuro influencia o passado.                                   

    LuizGurivitz – psicólogo. Ruas das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios. (22) 2623-1080
     

    10-06-2011 00:00:00

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  • Nossa voz como expressão no mundo

    Como a maneira de falar pode influenciar na carreira

    A voz é nossa expressão para o mundo e responsável por boa parte da percepção que as pessoas têm da gente. Quando crianças, nós adquirimos uma série de valores que marcarão nossa forma de falar. Nessa fase fica mais definido se falamos muito ou pouco, alto ou baixo, de forma assertiva ou mais timidamente, por exemplo. Essa forma de expressão tem a ver, portanto, com nosso núcleo familiar e com o meio em que crescemos. O tom de voz também pode ser muito parecido com o de algum parente, apesar de muitas pessoas jamais perceberem isso. Na vida profissional, podemos ser vistos como arrogantes, receosos ou reticentes, de acordo com a nossa fala. É muito importante termos consciência da forma como estamos nos expressando.

    O que estamos expressando com nosso tom de voz?                         
                          
    Falar rápido demais ou muito lentamente pode fazer com que nos coloquem rótulos não favoráveis à nossa carreira. Quem é muito ansioso ou tem excesso de energia não canalizada para a ação pode usar a voz como válvula de escape, falando aceleradamente. A impressão que passa é de que a pessoa pensa rápido demais e não se preocupa muito com os colegas, simplesmente “atropelando” todos.                           
    Nesses casos, a simples consciência de que falamos em uma velocidade inadequada pode ser o primeiro passo para fazermos a correção. O ritmo lento demais, por outro lado, pode deixar a sensação de que a pessoa é vagarosa e demora a concluir suas tarefas, não colaborando para causar uma primeira impressão positiva, principalmente em entrevistas de emprego. Algumas pessoas têm um tom de voz excessivamente anasalado, o que causa desconforto para quem escuta. Nesses casos, um tratamento com fonoaudiólogo pode ajudar. Gagueira também é tratada por estes especialistas, com bastante sucesso. No entanto, muitas pessoas não conseguem “soltar a voz”, por muito medo de serem notadas e julgadas. Nessas situações, a pessoa vai precisar de estímulo e apoio contínuo para se comunicar de uma maneira nova e depois mantê-la no dia-a-dia. É aí que o treinamento para falar em público pode se tornar um grande aliado. Outra maneira de mudar o estilo de comunicação é assistir a filmes de grandes oradores e anotar o que mais gostou nas apresentações, procurando - à sua maneira - variar e melhorar sempre através dos melhores exemplos. Pedir dicas aos amigos de sua confiança também costuma surtir bom efeito.      
                                                                       
    Melhore sua imagem pública             
                                                                                        
    Os profissionais que imprimem um tom mais assertivo na sua fala, transmitem uma imagem arrojada. Uma boa dica para quem deseja seguir este caminho é fazer um treinamento gravado em vídeo, que pode ser revisado por um instrutor ou Coach capacitado, que orienta a pessoa sobre como melhorar sua imagem pública. O confronto com a própria imagem e voz gravadas costuma ser um excelente recurso para o desenvolvimento da expressão e melhora as apresentações profissionais. Muitas pessoas nunca se viram no vídeo e, quando o fazem pela primeira vez, sentem um grande desconforto, exclamando: “Mas eu não sabia que minha voz era assim!”. Outras imediatamente começam a se criticar: “Meu cabelo está horrível, estou gorda e mal vestida”. No entanto, esse é o momento chave para que ela analise e se conscientize sobre a impressão que causa nos outros e comece a fazer as mudanças necessárias que irão impactar sua carreira. Falar é vital, então não abra mão do seu direito de se expressar e tire o maior proveito disso!   

             
     Luiz Gurivitz – psicólogo. R. das Pedras, 04 – sobreloja – Búzios  (22) 2623-1080
     

    28-05-2011 00:00:00

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  • Obesidade mental

    Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Os nossos abusos no campo da informação e do conhecimento estão criando problemas tão ou mais sérios que a obesidade.
    A nossa sociedade está mais atulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.  Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
    Os cozinheiros desta “fast food” intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são as empadas da imaginação.
    O problema central está na família e na escola: qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma “alimentação intelectual” tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois ter uma vida saudável e equilibrada.
    O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. Há muito tempo a imprensa deixou de informar para apenas seduzir, agredir e manipular.
    Os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante para se centrarem apenas no lado polêmico e chocante.
    O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
    Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizada, o folclore entrou em queda, a arte tornou-se fútil, paradoxal ou doentia.
    Floresce a pornografia, a imitação, a ignorância e o egoísmo. Não se trata de uma decadência, da idade das trevas ou do fim da civilização como tantos apregoam.
    É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.  O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Ele precisa, sobretudo, de dieta mental, bom senso e ética.
    LuizGurivitz – psicólogo. Rua das Pedras, 04 – sobreloja – (22) 2623-1080
     

    14-05-2011 00:00:00

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  • Como reduzir o sofrimento

    Os brasileiros engordam cada vez mais. Em 13 anos estarão tão obesos quanto os americanos de hoje. Em pouco mais de uma década a paisagem humana de nossas cidades será a mesma que choca os turistas quando levam os filhos à Disneylândia.
    É paradoxal: de um lado, nunca fomos expostos a tanta informação de qualidade sobre a conveniência de adotar a assim chamada alimentação saudável, beber com moderação, praticar atividade física e não fumar; de outro, adotamos o estilo de vida oposto.
    O fenômeno é mundial, poupa apenas os países muito pobres em que há falta de comida e de acesso ao conforto que a tecnologia proporciona.
    Se toda a humanidade se comporta dessa maneira, sou forçado a questionar o papel da psicologia no mundo moderno.
    A questão da vida saudável transforma o psicólogo num defensor involuntário da moral e dos bons costumes e desvia a psicologia de sua função primordial: aliviar o sofrimento humano. Um paciente me procura porque bebe demais. O que posso fazer para ajudá-lo? Aconselhá-lo a beber com moderação? Explicar que a bebida faz mal? Ou encaminhá-lo para os Alcoólicos Anônimos?
    A experiência me ensinou a confiar mais nos Alcoólicos Anônimos, por uma razão simples: os resultados são melhores. Existe exemplo mais ilustrativo da incompetência do terapeuta de curar menos do que um grupo de autoajuda?
    Mulheres me imploram tratamento para largar da cocaína. Chegam desesperadas, cheias de dívidas que lhes ameaçam a integridade física. O que a psicologia tem para oferecer-lhes além de aconselhá-las a dizer não às drogas?
    De que armas o psicólogo dispõe para tratar as compulsões que infernizam aqueles que assaltam geladeiras na calada da noite, fumam, jogam, bebem, compram sem parar ou usam crack?
    Não é papel do psicólogo julgar comportamentos de acordo com seus critérios morais, nem é aceitável que a psicologia atribua ao doente a culpa moral por ser portador da enfermidade que o aflige.
    A ciência moderna deveria abandonar a ficção ridícula de transformar seres humanos preguiçosos, compulsivos, cheios de defeitos e vícios que prejudicam o organismo, em rebanhos de cidadãos bem comportados que passem a existência dedicados a cuidar da saúde acima de tudo, porque sempre haverá aqueles que acharão sem graça viver dessa maneira.
    O que nos falta são tratamentos eficazes e recursos técnicos para reduzir os danos da obesidade, do sedentarismo, da dependência química e das compulsões autodestrutivas que nos atormentam. Mas... eu não nunca, jamais, desistirei ...

    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico. Rua das Pedras, 04 sobreloja – Búzios (22) 2623-1080
     

    30-04-2011 08:00:00

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  • Nutricionista lista os 10 piores alimentos para a saúde

    Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.                        
    10º lugar: Sorvete - Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas - substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.                                       
    9º lugar: Salgadinho de milho - De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.                                                     
    8º lugar: Pizza - Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.                          
    7º lugar: Batata frita - Batatas fritas contêm não
    apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas
    6 lugar: Salgadinhos de batata - Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.                                        
    5º lugar: Bacon - Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar.    
    4º lugar: Cachorro-quente - Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.                                          
    3º lugar: Donuts (Rosquinhas) - Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.       
     2º lugar: Refrigerante - Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e cardiopatias.   
    1º lugar: Refrigerante Diet - “Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras, etc.
     

    21-04-2011 08:00:00

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  • Loucos e Santos

    Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
    Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
    A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
    Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
    Deles não quero resposta, quero meu avesso.
    Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o
    que há de pior em mim.
    Para isso, só sendo louco.
    Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
    Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
    Não quero só o ombro e o colo, quero também
    sua maior alegria.
    Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
    Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
    Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
    Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
    Não quero amigos adultos nem chatos.
    Quero-os metade infância e outra metade velhice!
    Crianças, para que não esqueçam o valor do vento
    no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
    Tenho amigos para saber quem eu sou.
    Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.
     
    Luiz Gurivitz – psicólogo sistêmico.
    R. das Pedras, 04 sobreloja. Tel.: 2623-1080
     

    02-04-2011 08:00:00

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  • Bipolares não recebem tratamento no Brasil

    Transtorno já atinge 2,4% da população mundial, indica mapeamento feito em 11 países, Brasil incluído. Problema mental é mais incapacitante que doença de Alzheimer e câncer, alertam os autores do trabalho

    26-03-2011 08:00:00

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