Região dos Lagos e Norte Fluminense
Sexta-feira , 18 de May 2012
» Arquivos > Eduardo Borgerth Teixeira
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Tomara que os vereadores tenham circulado pela Cidade no final de semana último. A fedentina era geral. Em alguns lugares, chegava ao limite do insuportável.
Percorrer as ruas do Município faria bem para que andasse o Projeto de Lei dos vereadores Genilson Drumond e Fernando Gonçalves.
A tubulação, e o investimento nela, é bem menor, do que o exigido para o sistema de filtro/fossa/sumidouro. Além de menor, a rede, conectada à da Prolagos é mais eficiente.
10-01-2006 00:00:00
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O Jornal Primeira Hora quer flash. Não sobre as celebridades. Mas sobre fatos. A informação aqui vale, quando ela circula. Não quando ela é retida. Não se faria o bom jornalismo, se fizesse diferente. O pano de fundo no PH é mostrado sempre. Em alguns casos, é mais importante que os exibido em primeiro plano.
10-01-2006 00:00:00
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Tão recente a emancipação. Tão democrática a gestão orçamentária na cidade de Rio das Ostras.
A matéria do PH sobre a experiência de Rio das Ostras foi uma das mais comentada Online.
O PH tem focado experiências positivas. Dado destaque a elas, para sensibilizar mesmo o mais alienado.
10-01-2006 00:00:00
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O Brasil exibi a maior desigualdade, em quase tudo. Entretanto, os indicadores educacionais de 1992 a 2004 revelam que diminuiu a distância entre mulheres e homens, entre negros e brancos. As distâncias foram encurtadas entre os grupos.
Em relação às mulheres, o desempenho foi tamanho que a preocupação hoje é deter o distanciamento havido entre mulheres e homens, enquanto que em relação aos negros a marca é preocupante.
As mudanças são mais notadas e mais rápidas em idades de 7 a 14 anos. Em adultos, tudo ocorre mais lentamente.
10-01-2006 00:00:00
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O Papa Bento XVI, ao ministrar batismos, e gratuitos os sacramentos, aos presentes na Capela Sistina no Vaticano, falou da cultura da morte. Referia-se às drogas, que facilita a fuga da realidade, ao ingresso na ilusão, na falsa felicidade, na manifestação de uma sexualidade irresponsável.
Sugeriu o Papa que as pessoas estavam sendo coisificadas, objetos de comércio, e, pior, como objetos descartáveis.
O vereador Fernando Gonçalves falou à coluna da sua perplexidade sobre as hordas de menores, todos embriagados e drogados, vistos nesses dias no Centro da Cidade. Promete apresentar Projeto de Lei, penalizando os estabelecimentos com perda do Alvará, em caso de venda de bebidas alcoólicas a menores de idade.
O Juiz João Carlos Corrêa escandalizara a sociedade, quando resolveu baixar portaria sobre a questão. Cumpria a Lei, simplesmente.
10-01-2006 00:00:00
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Registros precários de jornalistas concedidos pelas DRTs em todo o País estão cancelados. O Ministério do Trabalho e Emprego atendeu à solicitação da FENAJ e determinou a anulação de todos os registros realizados com base na liminar concedida pela Juíza da 16ª Vara Federal de São Paulo, que aboliu a exigência de diploma para o exercício da profissão, em outubro de 2001. A liminar e seus efeitos foram revogados em decisão unânime da Quarta Turma do Tribunal Regional Federal - 3ª Região - em 26 de outubro do ano passado.
10-01-2006 00:00:00
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O hospital, como eixo, é a mais importante engrenagem do sistema de saúde, repetimos, certo ou errado, jaz sem as condições de operar (desde a sua primeira inauguração), como uma unidade hospitalar, se para tanto, houvesse de reunir os três pilares: emergência, pronto atendimento e unidade de internação, nisto incluído um centro cirúrgico e uma UTI). O Hospital Rodolph Perissé, reaberto no dia 15 de novembro de 2005, o Dia da República, não reúne, ainda, as condições básicas para funcionar como tal, logo está inoperante o eixo da saúde pública municipal.
Com uma cisterna e caixa dágua não certificada pela Feema, sem que haja sistema de teste da mesma água, utilizada na operação hospitalar, somado ao fato de que não há um centro radiológico, nem um equipamento de tomografia em ação, nem falar-se de ressonância (o que inviabiliza de início uma linha de atenção em traumatologia e ortopedia), não contando com um laboratório, nem de uma estruturada farmácia hospitalar com estoques bem administrados, para não falar da musculatura materializada por um regimento e regulamento, que disponha desde a manualização dos procedimentos e uso de equipamentos (por exemplo, da autoclave, que faz a esterilização) até o estabelecimento dos horários de visita, e para coroar, um Secretaria de Saúde, funcionando nos próprios de uma unidade hospitalar, é forçado demais, por isso tudo, acreditar que haja um hospital, ou apostar na crendice do povo de que haja chance de um bom atendimento.
Em saúde, não há tempo para fingir que existe saúde, porque a cura, não se confunde com alta, nem se brinca com o destino. Já basta que na educação se finge que se ensina.
A saúde não pode se prestar a ser tratada como fonte de financiamento para atividades, que não sejam de saúde, porque o impacto será sempre no índice de morbidade.
04-01-2006 00:00:00
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As defecções havidas no grupo político do ex-prefeito Delmires Braga decorreriam de divisão de delicados, ou favores nos anos dourados da aliança. Segundo fontes, o ex-prefeito não teria contemplado equanimente os comensais, que ainda estariam no papel do Lázaro * (segundo eles, os lazarentos), à espera que se estendessem as mãos, ocupadas com os manjares. Os Lázaros não aceitam a cara contrita do ex-prefeito, no papel de pobrezinho, a expressão é usada pelos lazarentos.
Vê-se que as ideologias, dos lazarentos, são estomacais. Nada de ideário.
* Lucas 16, 19-31
04-01-2006 00:00:00
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O remendo que o prefeito Toninho Branco costurou no seu governo indica a mesma prática política, clientelista, tutorial, praticada na Cidade, desde que emancipou-se. Talvez seja pela mesma leitura, em que ambos prefeitos se deleitaram. A prática é prima do mensalão.
Duas vezes esteve diante da promessa de realizar uma reestruturação administrativa, que a simplificasse, para produzir com melhores resultados, e com menores custos, preferiu tergiversar. Optou pelo caminho da acolitagem, mirando desconstruir um arco de alianças do seu opositor, o ex-prefeito Mirinho Braga, como se participasse de uma guerra de estilingues. Conta numa estrutura formal com o apoio do ex-vereador Valmir da Rasa (que falou, sim, longamente com o Editor-chefe do PH), que abonou a ficha do agora secretário Isaias da Silveira (ex-secretário, ex-vereador, ex-PDT, ex-presidente da Câmara, ex-Búzios Serviços) no PFL, hoje secretário dos Serviços Públicos, e com o grupo político de Manoel/Alice Gomes, pensando promover uma integração espacial (Rasa/Manguinhos/Centro), que lhe produza resultados eleitorais, e apostando, ao mesmo tempo, que o tecido, e o ânimo, dos eleitores permaneçam os mesmos. A ex-comunicóloga do ex-candidato à Prefeitura de Búzios, Ramison Lopes, que fora ex-correligionara de Toninho Branco, em prisca eleição, senhora Grace Anne, faz parte da blindagem eleitoral.
Já o prefeito Mirinho Braga prefere encurtar distâncias entre o povo eleitor e ele próprio.
* vale a leitura de Matheus 9, 16: ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho
04-01-2006 00:00:00
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Houvesse a discussão, com participação popular, com o envolvimento das comunidades, a decisão sobre o Orçamento não teria passado pelo banco. Pelo banco da ante-sala do Poder, onde poucos comensais se reúnem, aqueles que se apropriaram da máquina estatal, e que acabam por definir as políticas públicas, segundo os seus instintos, os seus interessesinhos.
04-01-2006 00:00:00
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O Legislativo demonstrou que os novos tempos podem ser para valer. Depois de titubeio, os vereadores, os da situação sobretudo, mantiveram os seus compromissos acima de fisiologismo, ou da cara feia. O Observador vai conferir no correr do ano de 2006. As subvenções às entidades foram moeda de troca para a margem de 50% de manejo do Executivo.
04-01-2006 00:00:00
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O velhinho irado, que tão bem representou o sentimento nacional sobre o ex-deputado José Dirceu, dando-lhe uma bengalada, na verdade era um fingidor, que deveras sentia, um ator. Contratado em Curitiba, possivelmente por assessor do senador Álvaro Dias (o bilhete aéreo foi comprado na Sidney Agência de Turismo, e debitado à conta corrente de Paulo Abbas, assessor do senador. A Imprensa foi avisada antes. Nada foi dito ao Zé Dirceu.
* Fristão é o grande adversário de Dom Quixote
04-01-2006 00:00:00
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A nota publicada nesta coluna sobre o adviser for public policies, Mr. Roger Wrigth, teve fonte. Duas, aliás. Embora haja proteção à fonte, o Observador vai relatar, para refrescar a memória do senhor Antônio Carlos Toninho Branco Pereira da Cunha. Foram Marcelo Haddad e o jornalista Aníbal Fernando, quando o segundo foi convidado pelo prefeito (e o foi), para assumir a Comunicação de Búzios, as fontes do Observatório.
Quanto à subvenção da Bem Te Vi, foi iniciativa dos vereadores, que ainda foram pressionados a não fazer qualquer previsão orçamentária em favor do Projeto Bem Te Ver
Aliás, o próprio prefeito, em pessoa, ouviu do senhor Ruy Borba, a consideração deste, posta muito claramente, sobre o tema, quando na sala da Presidência da Casa Legislativa . Tudo isso dito na mais absoluta sanidade pelo gestor da Bem Te Vi, presente o prefeito, que não emitiu som algum.
Para lembrar o fato, noticiado na coluna anterior: o prefeito Toninho Branco teria recebido estrita recomendação de Mr. Roger Wrigth, de não apoiar a Fundação Bem Te Vi em qualquer circunstância.
Já sobre o financiamento de campanha, o acréscimo, ou a ilação, ficou por conta do semanário do entretenimento. Certamente porque tem as suas fontes, para tratar do assunto. O Observador nunca falou de financiamento de campanha. Ainda não.
O senhor Borba, ainda, informou à coluna que, quando presidente do Banco Regional de Desenvolvimento - BRDE (RS-SC-PR), conheceu, em 1980, Mr. Wrigth, este, à época, como diretor financeiro da Lussinger-Madörin (Adubos Trevo), em Porto Alegre. Mais tarde, cruzou numa mesa de almoço em São Paulo, na sua casa, a do Borba, entre outros convidados.
O Observador não tem medo de cara feia, nem mesma protética, ainda que venha por jabazão.
04-01-2006 00:00:00
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O vereador Henrique Gomes reconhece o papel da Imprensa, propondo que a Câmara Municipal reserve um local à Imprensa. Indica o nome de Tim Lopes, jornalista do O Globo, para a sala. Justa homenagem, a Tim Lopes.
A Assembléia Francesa, logo após a Revolução, designou um lugar destacado à Imprensa da época. Já reconhecia a sua importância, para o equilíbrio social.
Agora, a Imprensa tem onde ficar, e trabalhar.
04-01-2006 00:00:00
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O hospital, como eixo, é a mais importante engrenagem do sistema de saúde, repetimos, certo ou errado, jaz sem as condições de operar (desde a sua primeira inauguração), como uma unidade hospitalar, se para tanto, houvesse de reunir os três pilares: emergência, pronto atendimento e unidade de internação, nisto incluído um centro cirúrgico e uma UTI). O Hospital Rodolph Perissé, reaberto no dia 15 de novembro de 2005, o Dia da República, não reúne, ainda, as condições básicas para funcionar como tal, logo está inoperante o eixo da saúde pública municipal.
Com uma cisterna e caixa dágua não certificada pela Feema, sem que haja sistema de teste da mesma água, utilizada na operação hospitalar, somado ao fato de que não há um centro radiológico, nem um equipamento de tomografia em ação, nem falar-se de ressonância (o que inviabiliza de início uma linha de atenção em traumatologia e ortopedia), não contando com um laboratório, nem de uma estruturada farmácia hospitalar com estoques bem administrados, para não falar da musculatura materializada por um regimento e regulamento, que disponha desde a manualização dos procedimentos e uso de equipamentos (por exemplo, da autoclave, que faz a esterilização) até o estabelecimento dos horários de visita, e para coroar, um Secretaria de Saúde, funcionando nos próprios de uma unidade hospitalar, é forçado demais, por isso tudo, acreditar que haja um hospital, ou apostar na crendice do povo de que haja chance de um bom atendimento.
Em saúde, não há tempo para fingir que existe saúde, porque a cura, não se confunde com alta, nem se brinca com o destino. Já basta que na educação se finge que se ensina.
A saúde não pode se prestar a ser tratada como fonte de financiamento para atividades, que não sejam de saúde, porque o impacto será sempre no índice de morbidade.
04-01-2006 00:00:00
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As defecções havidas no grupo político do ex-prefeito Delmires Braga decorreriam de divisão de delicados, ou favores nos anos dourados da aliança. Segundo fontes, o ex-prefeito não teria contemplado equanimente os comensais, que ainda estariam no papel do Lázaro * (segundo eles, os lazarentos), à espera que se estendessem as mãos, ocupadas com os manjares. Os Lázaros não aceitam a cara contrita do ex-prefeito, no papel de pobrezinho, a expressão é usada pelos lazarentos.
Vê-se que as ideologias, dos lazarentos, são estomacais. Nada de ideário.
* Lucas 16, 19-31
04-01-2006 00:00:00
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O remendo que o prefeito Toninho Branco costurou no seu governo indica a mesma prática política, clientelista, tutorial, praticada na Cidade, desde que emancipou-se. Talvez seja pela mesma leitura, em que ambos prefeitos se deleitaram. A prática é prima do mensalão.
Duas vezes esteve diante da promessa de realizar uma reestruturação administrativa, que a simplificasse, para produzir com melhores resultados, e com menores custos, preferiu tergiversar. Optou pelo caminho da acolitagem, mirando desconstruir um arco de alianças do seu opositor, o ex-prefeito Mirinho Braga, como se participasse de uma guerra de estilingues. Conta numa estrutura formal com o apoio do ex-vereador Valmir da Rasa (que falou, sim, longamente com o Editor-chefe do PH), que abonou a ficha do agora secretário Isaias da Silveira (ex-secretário, ex-vereador, ex-PDT, ex-presidente da Câmara, ex-Búzios Serviços) no PFL, hoje secretário dos Serviços Públicos, e com o grupo político de Manoel/Alice Gomes, pensando promover uma integração espacial (Rasa/Manguinhos/Centro), que lhe produza resultados eleitorais, e apostando, ao mesmo tempo, que o tecido, e o ânimo, dos eleitores permaneçam os mesmos. A ex-comunicóloga do ex-candidato à Prefeitura de Búzios, Ramison Lopes, que fora ex-correligionara de Toninho Branco, em prisca eleição, senhora Grace Anne, faz parte da blindagem eleitoral.
Já o prefeito Mirinho Braga prefere encurtar distâncias entre o povo eleitor e ele próprio.
* vale a leitura de Matheus 9, 16: ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho
04-01-2006 00:00:00
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Houvesse a discussão, com participação popular, com o envolvimento das comunidades, a decisão sobre o Orçamento não teria passado pelo banco. Pelo banco da ante-sala do Poder, onde poucos comensais se reúnem, aqueles que se apropriaram da máquina estatal, e que acabam por definir as políticas públicas, segundo os seus instintos, os seus interessesinhos.
04-01-2006 00:00:00
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O Legislativo demonstrou que os novos tempos podem ser para valer. Depois de titubeio, os vereadores, os da situação sobretudo, mantiveram os seus compromissos acima de fisiologismo, ou da cara feia. O Observador vai conferir no correr do ano de 2006. As subvenções às entidades foram moeda de troca para a margem de 50% de manejo do Executivo.
04-01-2006 00:00:00
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O velhinho irado, que tão bem representou o sentimento nacional sobre o ex-deputado José Dirceu, dando-lhe uma bengalada, na verdade era um fingidor, que deveras sentia, um ator. Contratado em Curitiba, possivelmente por assessor do senador Álvaro Dias (o bilhete aéreo foi comprado na Sidney Agência de Turismo, e debitado à conta corrente de Paulo Abbas, assessor do senador. A Imprensa foi avisada antes. Nada foi dito ao Zé Dirceu.
* Fristão é o grande adversário de Dom Quixote
04-01-2006 00:00:00
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