Região dos Lagos e Norte Fluminense
Sexta-feira , 18 de May 2012
» Arquivos > Eduardo Borgerth Teixeira
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53% dos eleitores de Búzios têm até o terceiro ano primário. Os outros conseguiram avançar mais nos estudos.
Isso não tem a ver com alfabetização, ou analfabetismo funcional. Há, entre mais escolados, os analfabetos funcionais, os que entendem mas não compreendem, e os mais escolados, que se apropriam dos recursos públicos. O PH já escreveu vários editoriais sobre o conceito de alfabetização. Dado importante é que, do universo dos eleitores, 35% lêem jornais (o paradigma é 10%, o que enaltece a comunidade buziana). Desses, 93% são leitores do Primeira Hora, o que impõe cada vez mais, mais responsabilidade ao PH sobre o serviço de utilidade pública do Jornal, que não se deixa alugar e nem arma maquete de noticia.
14-03-2006 00:00:00
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A Imprensa deve relatar fatos, prospectá-los. Não fazer deles cortina de fumaça, como conseqüência da síndrome de final de semana * . A Imprensa deve alargar o seu escopo ao máximo, e procurar o que está ao lado, atrás da informação transformada em notícia, e evitar o que se chama de maquete de notícia ou notícia em maquete.
* Síndrome de final de semana são as reações manifestadas durante um final de semana, corrigidas na segunda-feira, ao cair-se na real.
14-03-2006 00:00:00
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Na maior cidade de País, onde 100% da água é tratada e 78% das residências têm coleta de esgoto, faltam banheiros públicos, principalmente na área central. Trechos de ruas e praças acabam sendo usados como latrinas a céu aberto e o cheiro de urina e fezes é insuportável. Basta andar pela região, para constatar o problema. Bem na frente do Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, uma passagem subterrânea desativada que leva ao outro lado da Rua Xavier de Toledo, exala odor fedorento dia e noite. Na Praça da Sé, o cheiro de urina se mistura a fezes. Nas escadarias de viadutos, como o do Chá e o Nove de Julho, é quase impossível passar por causa do mau cheiro.
Poderiam ser de Búzios essas cenas, embora o odor da urina seja ultrapassado pelo odor do esgoto jogado nas galerias de águas pluviais e a céu aberto.
Quanto à necessidade de urinar, esta depende de compaixão dos comerciantes do Centro, e a oportunidade de um terreno baldio.
14-03-2006 00:00:00
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Dan Brown, escritor e autor do livro O Código Da Vinci , voltou a depor, em processo acusado de plágio.
Baigent e Richard Leigh, que escreveram o sucesso de 1982 The Holy Blood, and the Holy Grail, estão processando sua própria editora, a Random House, por violação nos direitos autorais, dizendo que o romancista norte-americano roubou a arquitetura* inteira do livro deles.
Durante a inquirição, a conversa girou em torno dos Templários, da Ordem de Sião e da restauração dos descendentes de Jesus aos tronos da Europa.
O advogado da Editora Random tentou enfraquecer o argumento de Baigent de que Dan Brown tinha roubado o tema central de seu livro, destacando diferenças com o esboço de The Holy Blood, escrito por Baigent e Leigh em 1978, e enviado aos editores. A editora diz que a idéia que os historiadores estão tentando proteger é ampla demais, e que Brown usou várias fontes em sua pesquisa, incluindo o livro dos historiadores.
Na verdade, o nome de um dos principais personagens de O Código Da Vinci, Sir Leigh Teabing, é um anagrama de Leigh e Baigent. Teabing faz referência direta ao trabalho dos historiadores na narrativa.
O Código Da Vinci é um ficcionismo misturado a um historicismo mutilado
* O caso gira em torno da idéia de que Jesus se casou com Maria Madalena, tiveram filhos que sobreviveram e se casaram formando uma linha de reis franceses. A linhagem continuaria até hoje, em uma sociedade secreta baseada na França, que pretende voltar aos tronos da Europa.
14-03-2006 00:00:00
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A Justiça de São Paulo quer saber como um delegado de Polícia, que recebe menos de R$ 5 mil de salário por mês, pode ser dono de um hotel avaliado em mais de R$ 12 milhões.
O hotel Louisville *, que fica na região metropolitana de São Paulo, fica no meio da Mata Atlântica, tem 61 apartamentos e uma estrutura completa de lazer, com seis piscinas e quadras de esportes. O empreendimento está em nome do delegado Luiz Ozilak Nunes da Silva, da Polícia Civil de São Paulo.
Ozilak diz que o hotel é fruto de 29 anos de serviços prestados à Polícia, mas para a Justiça, representa indício veemente de que foi construído com dinheiro de atividades criminosas.
Relatório do conselho de controle de atividades financeiras, o Coaf, identifica Ozilak como um felizardo ganhador de loterias federais. Sobre a sorte do delegado, o juiz Fábio Soares afirmou que ganhos em loterias é prática utilizada por aqueles que necessitam justificar sua evolução patrimonial decorrente de práticas criminosas. Em uma conversa que foi gravada sem o conhecimento de Luiz Ozilak, o policial diz que ganhou mesmo na loteria.
* O hotel Louisville vai ficar sob custódia de um administrador nomeado pela Justiça e a promotoria quer o leilão da propriedade.
14-03-2006 00:00:00
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O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, tem uma recomendação aos italianos que tentam sair da pobreza: façam como eu e ganhem mais dinheiro, ou tentem ganhar mais dinheiro.
No passado, atribuída a rainha Maria Antonieta, a frase resposta à fome dos franceses, que reclamavam por pão à mesa, e ela teria recomendado que comessem brioches , a mesma perdeu literalmente a cabeça, na guilhotina da Revolução Francesa.
Berlusconi revelou que com uma câmera de fotografia (que perigo uma câmera na mão trêmula) iniciou a trabalhar, fotografando festas, mas principalmente em funerárias e cemitérios, e vendendo papel velho de rua.
14-03-2006 00:00:00
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Comédia sobre Hitler rompe tabus alemães.Uma cena alarmante em Berlim: a praça Lustgarten, no Centro da cidade, transformada em um palco de manifestação nazista, que incluía enormes faixas com suásticas e um Führer ensandecido. É o primeiro filme de comédia alemão sobre Hitler, e pretende romper tabus.
O Observador lembra que as comédias podem iniciar um processo de
humanização e resgate dessa figura deletéria, que foi Hitler.
O Observador lembra de uma infidência da ministra Ellen Grace, quando questionada sobre o seu voto magnífico sobre um livro de um nazista do interior do Rio Grande, se a sua manifestação no Supremo não estaria ferindo a liberdade de expressão: esses desvios sociais começam por aí, com roupagens de direitos, para se transformarem em monstruosidades depois.
Mein Führer: The Truly Truest Truth About Adolf Hitler , do diretor suíço
Dany Levy, que é judeu, é uma história irônica dos últimos dias de Hitler e uma paródia tanto do ditador quanto de recente obras sobre ele, tais como o filme de 2004, aclamado pela crítica, Der Untergang (A Queda), que representou também uma quebra de tabu, ao procurar mostrar o lado humano do líder nazista. Levy afirmou desejar que o seu trabalho venha a ser um sinal contrário
para os filmes que ele acredita que alçaram Hitler demasiadamente a um pedestal. Hitler vive e conta a história daquilo que ele realmente foi - uma criatura fraca, que só chegou ao topo com a ajuda do judeu Grünbaum.
Choque da Suástica em Berlim, a visão do símbolo nazista parece não ter gerado muita controvérsia. O presidente do Conselho Central de Judeus na Alemanha, Paul Spiegel, disse ao jornal: Helge Schneider e Dani Levy têm a capacidade de abordar este trabalho com a sensibilidade que se faz necessária.
Não sei. Sempre começa mexendo com a sensibilidade, para depois cortar a carne.
* O filme conta com uma verba pública de 450 mil euros da empresa de desenvolvimento cinematográfico Medienboard Berlin-Brandenburg.
14-03-2006 00:00:00
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Nesse período eleitoral, a Imprensa deve estar vacinada contra o triunfalismo, que as assessorias procuram passar nos seus releases. Há alguns, que podem ser enquadrados na Legislação Eleitoral como propaganda extemporânea. Os releases são colaterais de institucionais, ou matérias travestidas como jornalísticas.
O presidente Lula da Silva tem extrapolado, e na coluna passada o Observador pôde informar sobre uma manifestação do ministro do STF Marco Aurélio de Mello, presidente do TSE sobre as confissões do presidente Lula.
Mas o povo não é bobo, e responde na medida da leitura do veículo.
14-03-2006 00:00:00
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Ontem, voltou a Câmara Municipal de Búzios a cuidar do Plano Diretor, que está no forno. Apesar do Observador não ficar de olho, como o O Pescador, ele estará atento, e usará este espaço, para denunciar toda a tentativa de acolitagem, nefasta aos interesses e ao futuro da Cidade.
Pena alugada *
É confortável poder trabalhar em jornal, que não tenha outro compromisso senão aqueles do interesse coletivo. Coitados são os que, alugadas as suas penas *, têm que maquiar a coerência.
O PH esteve junto à vanguarda dos movimentos comunitários, participou deles como observador privilegiado. Continuará a fazê-lo, sem precisar alugar a pena. O PH não recicla a sua pena * em permutas não republicanas. Não recicla a sua linha editorial.
* caneta a soldo
07-03-2006 00:00:00
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Oportuna a Dona Olga (vide o folheto abaixo). Nesses dias, é uma alternativa que pode restar aos buzianos, caso nada se altere na proposta do Plano Diretor em curso, sobretudo porque a Olga chama atenção, no final, para que se mantenha a Cidade limpa. O Observador pergunta: limpa no sentido amplo, ou restrito?
Não importa, ambos os sentidos darão muito trabalho.
07-03-2006 00:00:00
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O PIB (Produto Interno Bruto) é um dos principais indicadores de uma economia. Ele revela o valor de toda a riqueza gerada no País.
O cálculo do PIB, no entanto, não é tão simples. Imagine que o IBGE queira calcular a riqueza gerada por um artesão. Ele cobra, por uma escultura, de madeira, R$ 30. No entanto, não é esta a contribuição dele para o PIB.
Para fazer a escultura, ele usou madeira e tinta. Não é o artesão, no entanto, que produz esses produtos. Ele teve que adquiri-los da indústria. O preço de R$ 30 traz embutido os custos para adquirir as matérias-primas para seu trabalho.
Assim, se a madeira e a tinta custaram R$ 20, a contribuição do artesão para o PIB foi de R$ 10, não de R$ 30. Os R$ 10 foram a riqueza gerada por ele ao transformar um pedaço de madeira e um pouco de tinta em uma escultura.
O IBGE precisa fazer esses cálculos para toda a cadeia produtiva brasileira. Ou seja, ele precisa excluir da produção total de cada setor as matérias-primas que ele adquiriu de outros setores.
Depois de fazer esses cálculos, o instituto soma a riqueza gerada por cada setor, chegando à contribuição de cada um para a geração de riqueza e, portanto, para o crescimento econômico.
07-03-2006 00:00:00
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Na Audiência Pública, de ontem, sobre o Plano Diretor, mais uma vez demonstrou o vereador Messias de Carvalho (na foto ao lado) a sua vocação - um moderador nato. Conduziu com equilíbrio, colocando situações no seu equilíbrio. Ganha a sociedade, que ainda engatinha nesse longo processo de gestão participativa.
07-03-2006 00:00:00
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Boas novas com a frota nova da Prefeitura Municipal de Búzios. Flanando, sim. Mas não correndo, nem mesmo para fiscalizar o trânsito. O Observador tem visto alguns dos novos, correndo, como se estivessem em disputa num autorama. Havendo a próxima vez, fará veicular nesta coluna a foto dos corredores.
07-03-2006 00:00:00
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Golpe sofrem os coronéis da política, que gostam da promiscuidade. O TSE confirmou que para as eleições de 2006 a verticalização é a regra vigente. Com isso, a sarabanda partidária será adiada. Forçará os coronéis a pelo menos lerem os programas dos seus partidos.
Com isso, valem menos os partidos estepes, ou de barriga de aluguel.
07-03-2006 00:00:00
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O ministro Marco Aurélio Mello (foto), que estará na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) durante a campanha eleitoral deste ano, acha que Lula pode ter ultrapassado a fronteira que separa a gestão pública da campanha eleitoral no discurso que fez em Parnaíba (PI), na última quarta-feira. A levar a sério o que ele disse, que faz campanha 365 dias no ano, é uma confissão (....). A sinceridade é elogiável, mas ela tem limites. Dá impressão aos leigos de que ele tudo pode. Não é assim. A lei submete a todos. A lei é categórica: propaganda eleitoral somente após o dia 05 de julho. No caso, poderá dar em multas murmurou o ministro.
07-03-2006 00:00:00
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A Prefeitura de Araruama no dia 22 próximo entregará o Museu Arqueológico, que funcionará 24 horas. O foco será a historia indígena Tupinambá.
Fará parte do complexo Educacional e Cultural da Cidade à margem da Via Lagos, tendo como eixo o prédio do século XIX restaurado, da antiga fazenda Aurora. Será parada obrigatória.
07-03-2006 00:00:00
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A divulgação do índice de crescimento econômico do Brasil em 2005 (2,3% do PIB), feita nas vésperas do Carnaval pelo IBGE, já provocou o primeiro efeito no governo. Lula (agora com óculos na foto) teria feito uma infidência a um de seus assessores que pretenderia colocar a equipe econômica em rédea curta.
O presidente não admitiria que o superávit primário ultrapasse um centavo além da meta de 4,25% do PIB. Já teria repassado a determinação ao ministro Antonio Palocci, da fazenda. Em 2005, a economia feita pelo governo para o pagamento dos juros de sua dívida alçou à casa dos 4,84% do Produto Interno Bruto.
O superávit somou R$ 93,505 bilhões, um valor que excedeu a meta do governo em R$ 10,755 bilhões. Algo que, segundo Lula, não pode se repetir neste ano, o ano da eleição.
Outro ponto que o presidente deixou claro na conversa desta manhã: os juros terão de baixar de modo consistente. Lula pareceu ao interlocutor aborrecido. Disse que qualquer taxa de crescimento abaixo de 5% do PIB em 2006 será inadmissível.
A decisão do presidente é uma derrota para a equipe de Palocci que alega não conseguir amortizar nem os juros da dívida, muito menos o principal, caso se reduza o esforço fiscal.
Foi o que aconteceu, aliás, em 2005. Embora o superávit tenha ficado acima da meta, os R$ 93,505 bilhões que o governo conseguiu economizar não foram suficientes para liquidar a totalidade dos juros da dívida, que somaram R$ 157,145 bilhões. Produziu-se um déficit nominal (receitas menos despesas, incluindo gastos com juros) de R$ 63,641 bilhões. Na opinião da equipe de Palocci, a disposição de Lula tende a agravar o problema.
07-03-2006 00:00:00
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A economia brasileira cresceu 2,3% em 2005, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado mostra desaceleração em relação a 2004, quando o PIB (Produto Interno Bruto), soma dos bens e serviços produzidos no País, havia registrado expansão de 4,9%. Apenas no quarto trimestre, a economia cresceu 0,8% sobre o terceiro.
Com base nas previsões da Cepa (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe), verifica-se que a expansão da economia brasileira ficou aquém da média da América Latina. O órgão previa crescimento de 4,3% para a região. Em termos percentuais, o Brasil teve o segundo menor crescimento da América Latina, à frente apenas da previsão para o Haiti.
Para Sandra Utsumi, economista-chefe do BES Investimento, o Brasil não conseguiu tirar proveito da conjuntura econômica global favorável devido aos juros altos e à crise política.
Apesar da desaceleração no terceiro trimestre, a indústria desponta como o principal destaque na análise do PIB sob a ótica da oferta. O PIB industrial cresceu 2,5%. O setor agropecuário teve alta de 0,8%, a menor taxa desde 1997. Já o setor de serviços cresceu 2% no ano passado.
Segundo Guilherme Maia, economista da consultoria Tendências, o crescimento da economia teria sido superior caso não tivesse ocorrido a desaceleração da indústria no terceiro trimestre, em razão do movimento de acúmulo de estoques. Isso ocorreu porque antes disso houve um descompasso entre o crescimento da produção industrial e a expansão da demanda, o que afetou o ritmo de expansão da economia.
O aumento dos juros prejudicou enormemente a economia brasileira, principalmente o setor industrial, com a preocupação exagerada do Banco Central com a inflação. Em 2005, a taxa de juros chegou a alcançar o patamar de 19,75% ao ano e só começou a ser reduzida em setembro.
Estimativas da Cepal para América Latina
América Latina 4,3%
Venezuela 9,0% (confirmado 9%)
Argentina 8,6% (confirmado 9,1%)
República Dominicana 7,0%
Uruguai 6,0%
Peru 6,0%
Panamá 6,0%
Chile 6,0%
Colômbia 4,3%
Costa Rica 4,2%
Honduras 4,2%
Nicarágua 4,0%
Bolívia 3,8%
Guatemala 3,2%
Equador 3,0%
Paraguai 3,0%
México 3,0% (confirmado 3%)
Brasil 2,5% (confirmado 2,3%)
El Salvador 2,5%
Haiti 1,5%
Fonte: Austin Rating, com dados da Cepal
07-03-2006 00:00:00
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O Juiz João Carlos Corrêa, titular da Vara Única de Búzios, e agora acumulando a Direção do 11º NURC, durante hora de recreio, em Tucuns, flagrou um casal cercando a área de praia. Ouvindo o toc-toc dos martelos, tomou satisfação, mesmo em trajes de banho, acompanhado de sua senhora, deputada estadual Alice Tamborindeguy.
Feito o juízo, o Magistrado determinou a imediata desmontagem da ocupação, sob pena de prisão. Neste episódio, teve sorte a natureza. O Juiz estava in loco, para impedir a loucura do casal.
A propósito, muita obra teve início nos embalos de Carnaval. Esperava-se que o rufo dos tambores guardasse o barulho das máquinas. O Juiz (na foto) com sua mulher, deputada estadual Alice Tamborindeguy, em visita à Fundação Bem Te Vi na Rasa.
07-03-2006 00:00:00
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Com medo de errar, eleitor brasileiro não decide seu voto agora. Quer deixar para mais tarde. É a opinião do Ibope, que encontra esse mesmo eleitor mais maduro e consciente.
Parece que o eleitor se decidirá na reta final, na expectativa de surgir alguma denúncia, deslize, se o candidato se sai bem em debate, ou se demonstra conhecer o que fará, se eleito.
Esse mesmo eleitor, segundo o Instituto, não quer ouvir difamação, mas respostas às controvérsias da educação, da saúde, da segurança pública, dos serviços públicos essenciais.
Denuncismo vazio, difamatório, linguagem de palanque, vozeirão, isso tudo já era. O eleitor quer boa gerência com probidade. Muito conteúdo, e menos gestuálica.
07-03-2006 00:00:00
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