Região dos Lagos e Norte Fluminense

Jornal primeira hora Jornal primeira hora
Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Homem de palavra

    Recentemente uma liderança regional de oposição confidenciou à coluna que os vereadores Uriel da Costa Azevedo e Evandro Oliveira da Costa são duas lideranças de palavra. São confiáveis sobre aquilo que assumem. Talvez por isso também não desceram do barco, mesmo com água já pelo pescoço.

    Entretanto, mais acima do homem de palavra é o homem palavra, aquele que corporifica a palavra.

    26-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Perdido como cachorro em mudança

    Humberto Alves parece perdido como ‘cusco’ em mudança. Depois de ter trabalhado sob as asas do trino Octavinho, lançou-se em campanha para apontar o vereador Alexandre Martins, como o autor de males, na especulação imobiliária, ainda que saiba muito bem que o seu chefe foi autor e autoridade que aprovou muitas intervenções, como condomínios que podem ser classificados como verdadeiros pombais.

    Esteve no tablóide semanal do governo para dizer que o ‘Lake Garden’ fora acerto do vereador. Terá que engolir, quando a coluna trouxer às claras todas as informações, inclusive o ‘off’. O ‘Lake Garden’ é um germinado condomínio da Pinheiro Pereira (nome de cristãos novos em Portugalinho), sendo estruturado para o ‘camping’ de Geribá.

    Alexandre quer saber em que processos o arquiteto Humberto Alves trabalhou e de que lado do balcão ele estava.

    26-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Valmir Vai-e-Vem

    O incomparável frasista, Flávio Machado, na sua última exposição na Tribuna da Câmara descascou um seriado de notável criatividade.

    Cobrado pelo ex-, ex-, Valmir Conceição pela não aprovação dos cargos de confiança para nova escola na Rasa, Flávio Machado recomendou que o mesmo sugerisse ao prefeito colocar a mulher dele, Valmir, a trabalhar, a trabalhar na escola. Assim, apareceria das sombras, sugerindo que se tratava de um fantasma.

    Durante os seus comentários sobre o ex-, ex- Valmir Conceição, ainda acrescentou outros apelidos, como ‘Valmir Arrasa’, ‘Valmir Vai-e-Vem’ (ora aqui, ora acolá), ‘Valmir à procura de uma boquinha’.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Valmir Vai-e-Vem

    O incomparável frasista, Flávio Machado, na sua última exposição na Tribuna da Câmara descascou um seriado de notável criatividade.

    Cobrado pelo ex-, ex-, Valmir Conceição pela não aprovação dos cargos de confiança para nova escola na Rasa, Flávio Machado recomendou que o mesmo sugerisse ao prefeito colocar a mulher dele, Valmir, a trabalhar, a trabalhar na escola. Assim, apareceria das sombras, sugerindo que se tratava de um fantasma.

    Durante os seus comentários sobre o ex-, ex- Valmir Conceição, ainda acrescentou outros apelidos, como ‘Valmir Arrasa’, ‘Valmir Vai-e-Vem’ (ora aqui, ora acolá), ‘Valmir à procura de uma boquinha’.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Coincidências não existem

    É um pensamento recorrente. Há pouco tempo atrás, o governo de Búzios enviou à Câmara projeto de lei criando mais cargos de confiança. Desta vez, justificado para prover o quadro da nova escola.

    Os vereadores exigiram que o mesmo governo oferecesse a extinção de cargos de confiança - quase 700 -, para compensar o aumento de despesas, cujo limite há muito está estourado.

    Falou-se no dia, durante a sessão, que os quatro cargos de diretores atenderia a cota dos vereadores de situação - um para cada um; e quanto aos oito inspetores, dois para cada um deles.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • ‘20 milhões’ é um empréstimo da CEF

    Cuidar dos parâmetros financeiros será importante para que o Município de Búzios possa contratar o financiamento junto a Caixa Econômica Federal de R$ 20 milhões. É, sim, por que não se deve pensar que os recursos virão de mão beijada - a fundo perdido. Trata-se de uma operação de crédito a ser aprovada pela Câmara dos Vereadores, paralelo ao exame pelo Tesouro Nacional, pelo Senado, e a Caixa terá como garantia ou recurso do Fundo de Participação dos Municípios, ou receitas dos ‘royalties’. É bom que isso fique bem claro.

    Sendo, portanto, um empréstimo, Búzios deve bem aplicá-lo, para poder pagá-lo de volta.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • ‘Pra que dinheiro’, digo, pra que Secretaria Especial

    No projeto de Reestruturação Administrativa, há uma Secretaria para Projetos Especiais, sem que tenha bem definido o seu conteúdo. Será aquela, prometida ao hoje bino arquiteto/xerife Octavinho, que já sofre de nostalgia do poder? Pode ser. Da sua prestação de contas, somente fotos de idéias para novos projetos. Faltou o da rodoviária e dos Centros Sociais.

    O bino sonha voltar a ser trino. Não sei, se pela causa das rações aos seus cãezinhos.

    Aliás, o filme produzido pelo Thomas Sastre, na edição # 931 do PH põe na tela novamente essa ficção, formada por um seqüência de rabiscos.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Se arrependimento matasse...

     

    O secretário, aliás, ex-, de Finanças, o funcionário público federal Odair Franco, está de licença médica. Não se sabe o que lhe levou à licença. Mas certamente nada que lhe impeça de comer a boa pizza na Casa das Pizzas no Capão em Búzios. (licenças médicas são remuneradas. No caso ainda o Tesouro de Búzios reembolsa a União pelo salário pago por lá. O Henrique Gomes tem cópia dos empenhos).

    Já dizem por aí que, finda a licença, volta correndo. Não teria clima no Ministério do Trabalho, onde é lotado.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • O prefeito está fazendo exercícios de caligrafia

    Os vereadores de Búzios não entenderam ainda. Flavio Machado, ao apontar que as assinaturas do prefeito teriam sido falsificadas em documentos enviados à Câmara, ainda não se deu conta que o prefeito Toninho Branco está fazendo exercícios nos antigos cadernos de caligrafia. Afinal, cara nova, letra nova.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Octavinho sofreu um ‘down-grade’

    O ex-secretário, hoje bino xerife/arquiteto, reclama para si agora a condição de Moisés. Não mais disputa o lado direito do criador, como sempre fizera antes, pretendendo ser uma das entidades da Trindade.

    Hoje, ele quer ser apenas Moisés, proclamando para si a condição de o legislador, tal como o foi Moisés no monoteísmo judaico. Foi ele quem escreveu o Plano Diretor, o Código Ambiental, a Lei do Uso e do Solo, enfim a legislação aprovada pela Câmara, que teve a participação de tantos da comunidade.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Meu papai, papai

    A Presidência da República gastou em Santa Catarina, onde mora Lurian, filha de Lula, exatos R$ 135 mil - pagos com cartão corporativo - em supermercados, lojas de decoração, armarinhos, ferragens etc. A segurança explica que os gastos foram realizados em lojas de autopeças, materiais de construção e de ferragens, supermercados, livrarias, combustível e em uma casa de venda de munição. Os gastos foram feitos no cartão da Secretaria de Administração do Planalto cedido a ‘João Roberto F Jr’, identificado pelo CPF como João Roberto Fernandes Júnior.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Adiantamentos em Búzios são como cartão pré-pago

    No governo de Búzios existe um cartão pré-pago. São os adiantamentos concedidos a servidores e agentes políticos. O vereador Flávio Machado tem uma relação gigante des cartões coorporativos pré-pagos.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • A raposa e a uva, e o galinheiro I

    O presidente do TCE-SP tem sido comparado à raposa do conto. Denunciado pela mulher em processo de separação, que reclamava parte de uma conta não declara na Suíça, no valor de $ 15 milhões de dólares, recebidos pelas licitações de obras malufianas, contesta, alegando briga de marido e mulher, e afirma que não quer quebrar o sigilo do processo.
    O presidente do TCE-SP disse que não poderia falar sobre o caso para não quebrar o sigilo do processo judicial que move contra a ex-mulher, a quem atribuiu a origem das acusações, segundo ele, fantasiosas.

    Em novembro, a Folha de São Paulo revelou que Eduardo Bittencourt nomeou cinco filhos, sem concurso público. À época, via e-mail, o conselheiro disse que os cargos são ‘de livre provimento, previstos em lei’ e que todos ‘prestam os serviços que lhes são atribuídos, consoante organização e economia ‘interna corporis’ do gabinete. ‘Interna corporis’ é mais ou menos em família.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • A raposa e a uva, e o galinheiro II

    Ainda o mesmo presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Eduardo Bittencourt Carvalho, usou o órgão para pagar funcionários particulares. Um deles, ainda hoje vinculado ao TCE, cuidava do pai do conselheiro. Em 1995, o nutricionista Petrúcio Gomes da Silva, 55, foi nomeado como agente de segurança e fiscalização do Tribunal. O trabalho real, no entanto, era cuidar do pai do conselheiro, Waldemar Bittencourt de Carvalho, que morreu há cerca de cinco anos aos 91 anos de idade.
    Em entrevista gravada, Silva disse à Folha que, durante sete anos, ficou dia e noite ao lado de Waldemar, sem direito a descanso. ‘O nutricionista ainda recebe pelo Tribunal, mesmo sem trabalhar’ os seus R$ 1.800 líquidos por mês, que, segundo o próprio, ‘mal dá para me sustentar’. Ruy Imparato, 68, foi secretário particular de Bittencourt por pelo menos dez anos. Ele também foi pago pelo TCE. A nomeação como auxiliar de gabinete foi publicada no ‘Diário Oficial’ de 14 abril de 1991, que diz não ter exercido essas funções do cargo, e que ficava na casa do Eduardo,
    prestando serviço pessoal para ele e a família, pagava escola, dentista, médico, coisas assim’, confessou à Promotoria.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Hildezinha bem informada

    A colunista Hildegard Angel está sempre bem informada. Dia desses lascou na sua coluna o que todos sabem, se vierem a Búzios. A Cidade teria ido de volta ao passado de Araruama. Sim, aqueles tempos que somente se parava por lá para urinar. Veja abaixo como foi acurada a observação de Hildezinha.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Governo como INSS

     

    Flávio Machado foi mais preciso ao dizer que o conceito do ‘Valmir todas essas coisas’ a cerca de governo seria pensá-lo como se fora um ‘INSS’, para se encostar, porque de trabalho não teria experiência, somente de contratos’. Seria o ‘governo INSS’.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Uma obra aqui, mas a placa lá

     

    A obra em frente ao Fórum de Búzios iniciou sem placa de obra. Mais tarde, já tendo a coluna apontado para a falha, foi discretamente colocada lá adiante.

    É claro que não se precisa ser empolado na escrita para descrever o que se passou. É registro agora sobre algo que não havia. São uns verdadeiros comilões de placas.

    Resultado serão mais pagodes chineses na paisagem.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Poeta quer cartão para comprar tapioca

    O poeta popular Miguezim de Princesa, paraibano radicado em Brasília, também quer uma chance na farra dos cartões corporativos entregues à turma de Lula para gastar à vontade por cota do contribuinte. Miguezim também quer tapioca. Leia:

    Só falta o meu cartão

    Miguezim de Princesa

     

    Uns patufos de dinheiro

    Escondidos na cueca,

    Bilhões no exterior,

    Os empréstimos do Careca,

    O Mensalão terminou!

    Depois que o grande enricou,

    Vamos mexer na merreca.

     

    II

     

    Não há mais Ilhas Cayman

    Nem lavagem de dinheiro;

    Emendas parlamentares

    Servem para o povo inteiro;

    As verbas da Educação

    Vêm educando a Nação,

    Elevando o brasileiro.

     

    III

     

    Nunca antes no País

    Se viu tanta honestidade:

    Quem antes só tinha uma casa,

    Hoje tem uma cidade

    E o Brasil vai crescendo,

    Feliz, sorrindo e vivendo

    No caixão da caridade.

     

    IV

     

    O nosso PIB a subir,

    Os bancos empobrecendo,

    Tributo a diminuir,

    Tá todo mundo comendo:

    Na mansão ou na maloca,

    Cafezinho com tapioca

    Entra quente e sai fervendo.

     

    V

    Já cansamos de roubar!

    Agora eu quero um cartão

    Pra comprar chapéu de couro,

    Duas esporas e um gibão

    Para correr vaquejada

    E tomar Brahma gelada

    Nas pelejas do sertão.

    VI

    Eu quero um cartão azul

    Só para comer preá,

    Cuscuz com bode e pimenta,

    Feijão, carne de jabá

    E tomar umas beiçadas

    Nas bodegas mais safadas

    Do sertão do Ceará.

     

    VII

     

    Quando eu for lá em Princesa,

    Quero exibir meu cartão:

    Vou ter cartaz com prefeito,

    Delegado e capitão

    E também principalmente

    Com as moças mais carentes

    Que vivem no barracão.

     

    VIII

    Vou poder tomar um ônibus

    E visitar Caicó,

    Onde deixei uma morena

    Do cabelão de cocó

    Que me mata de paixão

    E faz o meu coração

    Virar um tijolo em pó.

     

    IX

    Eu quero tirar um som,

    Mesmo que três em um seja,

    Pra ouvir Adeus Ingrata

    Com pinga, mel e cerveja,

    Lembrando Maria da Paz

    Que me deixou para trás

    No oitão de uma igreja.

     

    X

     

    Para não ser acusado

    De estar fazendo fofoca,

    De ser oposicionista,

    Reacionário potoca,

    Digo ao chefe da Nação:

    Aceito até um cartão

    Só pra comer tapioca!

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Igualdade? Preconceito? Ou quebra de conduta?

     

    A ministra Matilde Ribeiro quis debitar ao preconceito e racismo, que de fato existe no País, a reação da opinião pública, ao seu desvio de conduta, ao usar sem regras o seu cartão coorporativo.

    O Brasil não será País da igualdade, enquanto apenas alguns mandarins da República, como a ex-ministra Matilde Ribeiro da Igualdade Racial, tiverem o direito a usar cartão corporativo de forma irregular.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais
  • Valmir Vai-e-Vem

    O incomparável frasista, Flávio Machado, na sua última exposição na Tribuna da Câmara descascou um seriado de notável criatividade.

    Cobrado pelo ex-, ex-, Valmir Conceição pela não aprovação dos cargos de confiança para nova escola na Rasa, Flávio Machado recomendou que o mesmo sugerisse ao prefeito colocar a mulher dele, Valmir, a trabalhar, a trabalhar na escola. Assim, apareceria das sombras, sugerindo que se tratava de um fantasma.

    Durante os seus comentários sobre o ex-, ex- Valmir Conceição, ainda acrescentou outros apelidos, como ‘Valmir Arrasa’, ‘Valmir Vai-e-Vem’ (ora aqui, ora acolá), ‘Valmir à procura de uma boquinha’.

    19-02-2008 00:00:00

    saiba mais

Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.