O secretário da Infra-estrutura, Salviano Leite, confidenciou à coluna que antes de Marcelo Haddad ninguém falava em topo de morro, a não se para ocupar.
O anterior secretário do Meio Ambiente, o trino de então, arquiteto/xerife/secretário Octavinho (por isso é meio do ambiente) desenvolveu uma escala de produção, para ocupar topos de morro, pela relação de suas obras nos topos. Os seus projetos estão ao lado de outros, que seguem na mesma escola.
Aliás, o atual secretário, ainda do meio Ambiente, João Eustáquio, não deu seguimento ao que estabelece no Decreto Executivo 511/2007, que determinava uma avaliação e revisão das licenças, emitidas para construção em APPs - Áreas de Proteção Permanente. Ou será que o decreto foi apenas para livrar a cara do prefeito Toninho Branco da responsabilidade objetiva de ter praticado infração penal, juntamente com o seu secretário Octavinho, que tem entre esses projetos alguns da sua cunha de um lado do balcão, e do outro, a sua aprovação.
03-06-2008 00:00:00
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03-06-2008 00:00:00
saiba maisExiste um mundo no subterrâneo da CooperBúzios, segundo denúncia feita pelo Marcos Antônio dos Santos. Muitos registros têm este Jornal sobre um cotidiano inusual, que só ocorre porque faltam regras, para regulamentar de fato, e com o Direito, o transporte alternativo. Aliás, jaz na Câmara um projeto de lei sobre o Transporte Público, sendo cozinhado na Comissão de Serviços Públicos, esperado que o sub-mundo suba de vez ao mundo. Nem se sabe a quem compete controle dessa atividade na Prefeitura. O projeto somente foi encaminhado ao Legislativo, por ordem judicial.
Em Búzios, há ganhos com a ilegalidade. Daí, ninguém ter interesse em legalizar os transportes públicos.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisO pré-candidato Duda Tedesco reuniu companheiros e amigos no sábado (30), às 20h00, para debater sobre os sem-rumos da Cidade, já que fazia um diagnóstico, e daí traçar alguns saídos - rumos - para essa crise, a que foi jogada a população buziana inteira. Em termos de freqüência a coluna pôde atestar que disputou audiência com a Vênus Platinada, que mostrava o último capítulo da disputada novela Duas Caras.
A coluna confirma que o debate político na Cidade vai ser enriquecido, se o nível for este no debate eleitoral.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisA questão pode ser mais bem respondida para quem pôde ler O Mundo pós-Americano (The Post-American World *), do jornalista e escritor Fareed Zakaria, saído recentemente em New York, e que já está entre os mais lidos.
Logo na abertura do livro, Zakaria recorre ao historiador Arnold Toynbee, que diz que as nações enfrentam desafios, que geram crescimento, mas que não se reflete num processo indefinidamente.
O Brasil é muito citado, logo no início, e junto com a China, Índia e África do Sul. E nas suas primeiras linhas o autor adverte que não se trata de falar do declínio do Império Americano, mas sobre o crescimento dos outros, sem sugerir que se esteja entrando um mundo antiamericano, mas pós-americano. Como potência militar, os Estados Unidos continuam único superpoder, distribuindo poder entre outros, quando se tratarem das dimensões industrial, financeira, educacional, social e cultural, essas fugindo do domínio americano.
· Editado pela W.W. Norton & Company, New York London 259 páginas
03-06-2008 00:00:00
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· Quando pequena, a vaca foi abandonada na porta da fazenda com seis dias de vida. Nove anos depois, ela cresce, e como, e segundo os criadores deve bater o recorde como a maior vaca da Inglaterra. Naomi Clarke, dona do santuário, onde o animal vive, disse que conforme Chilli crescia ela percebia que era maior que as demais, desbancando cavalos e com o peso semelhante ao de um pequeno elefante. O animal não tem nenhum tipo de alimentação, para estimular o crescimento. Come apenas grama e ração. Nada de bifinho. Não se trata de uma das vacas japonesas, alimentadas a cerveja e massageadas, para produzir o macio kobebeef
03-06-2008 00:00:00
saiba maisYosuke Nakamura, um papagaio cinza africano que desaparecera por duas semanas em Nagareyama, no Japão, conseguiu voltar para casa cumprindo os ensinamentos dados pelo dono: repetiu, insistentemente, seu nome e seu endereço, inclusive com o número da residência, aos policiais e veterinários que o resgataram.
De fato, checadas as informações, a família Nakamura morava lá, segundo relatou o policial Shinjiro Uemura.
A família contou que vinha ensinando o papagaio a falar seu nome e seu endereço há pelo menos dois anos. As autoridades policiais recolheram a ave e a levaram para uma clínica veterinária. No começo, Yosuke Nakamura ficou quieto, mas logo começou a conversar com um veterinário e entreter a todos com sua cantoria.
Papagaio Alex, que revolucionou estudo da linguagem, morre aos 31
O papagaio cinza africano Alex, provavelmente a ave mais famosa do mundo científico, acaba de deixar um grupo de etólogos órfãos. Destaque de programas de TV e de artigos científicos por saber reconhecer cores, falar mais de cem palavras e contar até seis (incluindo o zero), Alex morreu, de causa ainda desconhecida. O papagaio, de 31 anos, estava com a psicóloga Irene Pepperberg, pesquisadora das universidades Brandeis e Harvard, havia três décadas. As pesquisas dela com ele renderam avanços científicos significativos sobre cognição das aves e evolução da linguagem no cérebro.
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AP |
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Alex, papagaio que ajudou a revolucionar estudo da linguagem, morreu aos 31 anos |
Foi a partir desses estudos que se descobriu que papagaios não apenas repetem sons, mas são capazes entender conceitos. Em 1977, quando Pepperberg, então aluna de doutorado em química, comprou Alex em uma loja de animais, cientistas tinham poucas expectativas de que uma ave pudesse aprender a se comunicar com seres humanos. Usando novos métodos de ensino, Pepperberg estimulou Alex a aprender grupos de palavras, que ele podia colocar em categorias, e a contar pequenas quantidades, além de fazer o reconhecimento de cores e de formas. Alex chegou a chamar uma maçã de banereja, porque a fruta é vermelha por fora (como a cereja) e branca por dentro (como a banana).
O trabalho foi revolucionário. Mudou a forma como pensávamos o cérebro das aves, disse Diana Reiss, do Hunter College, que trabalha com golfinhos. Outros alertaram para que não se humanizassem suas habilidades. Ele aprendeu e se comunicar em expressões básicas, mas não mostrava o tipo de lógica e capacidade de generalização de uma criança. No entanto, há relatos de que Alex instruía outros papagaios no laboratório a falarem melhor quando eles gaguejavam. E de vez em quando mostrava frustração com exercícios repetitivos. Pepperberg diz que Alex ainda não tinha atingindo sua capacidade máxima. Sua última conversa com ele foi na quinta-feira, quando se despediu dizendo: Comporte-se. Vejo você amanhã. Te amo. Alex respondeu: Você estará aqui amanhã.
Chipanzé pode ser reconhecido como pessoa
O caso inusitado está na Corte Européia de Direitos Humanos. Ativistas dos direitos de animais da Áustria pediram que a Corte analise um pedido para que o chimpanzé Matthew Pan - que tem até apelido: Hiasl - seja reconhecido como pessoa.
Hiasl, de 26 anos, vive em um abrigo para animais em Viena que está à beira da falência. Só que um benfeitor ofereceu uma doação financeira com a condição de que o chimpanzé tivesse um guardião legal que decidisse sobre o dinheiro, a ser usado para atender às necessidades do símio. Só que, pelas leis da Áustria, apenas uma pessoa tem direito a um guardião legal.
Hiasl vivia em Serra Leoa, país muito pobre da África, quando foi seqüestrado em 1982 por traficantes de animais. Ele, juntamente com outros 11 chimpanzés, seria vendido a um laboratório farmacêutico, para participar como cobaia de pesquisas. Hiasl foi salvo em uma operação do aeroporto de Viena.
Os argumentos dos defensores do novo status do chimpanzé:
- Tudo bem, Hiasl não fala, mas ele cresceu em meio a humanos e socializa com humanos.
- Os chimpanzés e humanos dividem 99,4% dos genes, fazendo parte da família biológica dos homos.
Este caso é sobre uma questão fundamental: o que é uma pessoa para a Carta de Direitos Humanos da União Européia?, disse Eberhart Theuer, assessora jurídica do grupo de ativistas.
Os ativistas, liderados pela britânica Paula Stibbe, temem que, caso o abrigo seja fechado, Hiasl possa ser morto. No cativeiro, um chimpanzé vive até 60 anos.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisPara quem pôde ouvir a despedida do José Wilson da Presidência, digo da cadeira de presidente, da ACEB, fazendo uma distinção especial ao Armando (Eherenfreund), ao Salviano (Leite) e ao Nani (Mancini), três agentes políticos do governo municipal, pagando também um especial tributo à generosidade deles, a que temos chamado de generosidade branca, ao desafetar área pública, para porterior cessão ao Memorial Brigite Bardot, Ong da qual José Wilson é presidente. Foi constrangedor assistir uma atitude de acolitagem, prestando reconhecimento e honrarias no crepúsculo final da sua Presidência.
Esta coluna tem apontado a uso do mandato de delegado na ACEB, para obtenção de vantagens particulares, e isso ficou muito evidente no epitáfio da Presidência do José Wilson.
Antes, tivesse escrito, como Robespierre: não chores a minha morte, porque se não tivesse morrido, estarias morto. Robespierre, o incorruptível, permaneceu incorruptível até a sua morte.
· Um epitáfio (do grego antigo ἐπιτάφιος epitáfios escrito usado sobre a tumbas
03-06-2008 00:00:00
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Isso representa carência de representatividade, antes disso, de credibilidade. É lamentável que a ACEB tivesse chegado a esse ponto. E não tem nada a ver com inadimplência. Essa decorre da falta de credibilidade e de representatividade.
O senhor Gerson Cabral, novo presidente, promete que não jogará a última pá de terra, e nem encomendará o corpo da Associação.
Vamos esperar, e torcer. Mas vamos ficar de olho. Porque no ritmo que vai a ACEB vai poder se reunir dentro de um pequeno elevador. Foi difícil até mesmo para formar uma chapa única.
03-06-2008 00:00:00
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O secretário não se limitou a falar da sua Pasta. Fez incursões em outras áreas, como a Saúde.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisNão fosse ser noite chuvosa, como poucos expectadores, o titular da coluna poderia pensar que o secretário já está em campanha. Na sexta-feira (30), o PH deixou de fotografar o secretário, em plena Via Azul, aliás, como a mesma roupa do debate no PH no AR, limpando os bueiros entupidos, com as próprias mãos. Isso, e o fato de estar usando ônibus e transporte coletivo, lembrou a coluna a campanha do ex-governador de São Paulo, Laudo Natel.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisPH no AR pode ter feito o primeiro debate para majoritárias, quando recebeu nos estúdios de Búzios da Rádio 1530 AM, na sexta-feira (30/05) o vereador Alexandre Martins e o secretário de Infra-estrutura Salviano Leite. Ambos tinham pinta, e discursos de candidatos a candidatos a majoritárias. Não se pôde bem saber, se para prefeito ou vice. Tudo havido com muita competência e civilitude. Comme il faut.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisHavia sido planejado um encontro entre o vereador Alexandre Martins e um grupo, constituído pelo empresário Clemente Magalhães, arquiteto Octávio Gabaglia Penna e o prefeito Toninho Branco, para o último domingo (01/06). Ouvido Alexandre, Martins declarou que nesses tempos haverá muito boato e rumor, e que se esqueceram de falar com ele.
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03-06-2008 00:00:00
saiba maisMinc chamou-a de nossa Iemanjá, por ser grande defensora das águas. Novos projetos só serão aceitos se forem brilhantes.
A secretária do Ambiente do Rio de Janeiro, a ex-presidente da Superintendência de Rios e Lagoas - Serla, Marilene Ramos, garantiu que novas iniciativas na secretaria só serão aceitas se forem muito brilhantes. Portanto, segue o receituário do anterior secretário, e sem compadrio, como alguns andaram apregoando.
Segundo ela, a prioridade é dar continuidade aos projetos traçados por Minc, dentro do rigor necessário para defender o meio ambiente.
Entre os projetos que terão prosseguimento durante sua gestão, ela destacou o de caça aos grandes poluidores industriais do estado. Com base em levantamento feito pela Secretaria, técnicos da Serla e da Fundação Estadual do Meio Ambiente - Feema vão fazer vistorias nas grandes indústrias para saber se elas estão cumprindo as medidas ambientais.
03-06-2008 00:00:00
saiba maisMinc chamou-a de nossa Iemanjá, por ser grande defensora das águas. Novos projetos só serão aceitos se forem brilhantes.
A secretária do Ambiente do Rio de Janeiro, a ex-presidente da Superintendência de Rios e Lagoas - Serla, Marilene Ramos, garantiu que novas iniciativas na secretaria só serão aceitas se forem muito brilhantes. Portanto, segue o receituário do anterior secretário, e sem compadrio, como alguns andaram apregoando.
Segundo ela, a prioridade é dar continuidade aos projetos traçados por Minc, dentro do rigor necessário para defender o meio ambiente.
Entre os projetos que terão prosseguimento durante sua gestão, ela destacou o de caça aos grandes poluidores industriais do estado. Com base em levantamento feito pela Secretaria, técnicos da Serla e da Fundação Estadual do Meio Ambiente - Feema vão fazer vistorias nas grandes indústrias para saber se elas estão cumprindo as medidas ambientais.
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saiba maisO secretário da Infra-estrutura, Salviano Leite, confidenciou à coluna que antes de Marcelo Haddad ninguém falava em topo de morro, a não se para ocupar.
O anterior secretário do Meio Ambiente, o trino de então, arquiteto/xerife/secretário Octavinho (por isso é meio do ambiente) desenvolveu uma escala de produção, para ocupar topos de morro, pela relação de suas obras nos topos. Os seus projetos estão ao lado de outros, que seguem na mesma escola.
Aliás, o atual secretário, ainda do meio Ambiente, João Eustáquio, não deu seguimento ao que estabelece no Decreto Executivo 511/2007, que determinava uma avaliação e revisão das licenças, emitidas para construção em APPs - Áreas de Proteção Permanente. Ou será que o decreto foi apenas para livrar a cara do prefeito Toninho Branco da responsabilidade objetiva de ter praticado infração penal, juntamente com o seu secretário Octavinho, que tem entre esses projetos alguns da sua cunha de um lado do balcão, e do outro, a sua aprovação.
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saiba maisExiste um mundo no subterrâneo da CooperBúzios, segundo denúncia feita pelo Marcos Antônio dos Santos. Muitos registros têm este Jornal sobre um cotidiano inusual, que só ocorre porque faltam regras, para regulamentar de fato, e com o Direito, o transporte alternativo. Aliás, jaz na Câmara um projeto de lei sobre o Transporte Público, sendo cozinhado na Comissão de Serviços Públicos, esperado que o sub-mundo suba de vez ao mundo. Nem se sabe a quem compete controle dessa atividade na Prefeitura. O projeto somente foi encaminhado ao Legislativo, por ordem judicial.
Em Búzios, há ganhos com a ilegalidade. Daí, ninguém ter interesse em legalizar os transportes públicos.
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