Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Batman e Robin de arrabalde em Búzios

    Os ex-secretários, que são réus na mesma Ação de Improbidade Administrativa, os então incríveis, Octavinho e Salviano, trabalham com muita exação para prolongar a vida do esquema. Com cópia do processo, em que é parte Mirinho Braga - prefeito eleito - saíram às ruas, como justiceiros de quintal - para criar alguma dificuldade. Procuram desesperadamente alguma Assessoria de Imprensa, para plantar notas desfavoráveis ao prefeito eleito, e criar um clima para impressionar a Justiça.

    São de arrabalde mesmo.

    O Octavinho tem um medo grande dos esquifes que virão, quando o Decreto Nr. 511/07 for de fato aplicado

    02-12-2008 00:00:00

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  • Búzios e o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio Jornalista Roberto Marinho

    Uma das etapas do Fórum será realizada em Búzios, em fevereiro de 2009. Os prefeitos da Região estarão presentes, para discutir formas de crescimento do Estado. O Fórum é presidido pelo deputado estadual Jorge Picciani, presidente da Alerj, e o Jornal Primeira Hora apóia o evento.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Investigação: quem faz?

    Tramita na Câmara projeto, ao mesmo tempo corre um julgamento de ‘habeas corpus’, no caso do assassinato de Celso Daniel (onde supostamente cardeais do PT estão envolvidos), matérias, de onde se podem obter respostas para isso. No Parlamento, um acordo político afastou o avanço de projeto, que impediria o MP de fazer apurações paralelas, independentemente da existência de inquérito policial. A decisão ocorrerá no julgamento de ‘habeas corpus’ da defesa de Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André.
    Na esfera política, o tema esquentou quando a Associação Nacional dos Procuradores da República manifestou ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), preocupação com a tramitação do Projeto de Lei 4.209/2001 na Câmara. A entidade criticou substitutivo do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), delegado da Polícia Federal licenciado, que vedava as investigações pelo MP. As críticas surtiram efeito: na semana passada, Itagiba apresentou novo substitutivo que não retira a possibilidade de o órgão investigar e denunciar sem inquérito policial, na medida em que a ‘ investigação criminal não é exclusividade da Polícia, porque o Código de Processo Penal, de 1941, prevê que o Ministério Público não precisa de inquérito policial para denunciar. Ao julgar um recurso extraordinário em outubro, a 2ª Turma do STF decidiu, por unanimidade, que a denúncia pode ser fundamentada em peças de informação obtidas pelo MP sem necessidade do prévio inquérito policial. No Judiciário, a palavra final virá no julgamento do caso Celso Daniel. Em 2004, a defesa do Sombra apresentou um ‘habeas corpus’ ao STF, pedindo o trancamento da ação penal contra o acusado. Um dos argumentos da defesa foi o de que a denúncia à Justiça foi feita com base em investigações do MP - o inquérito da Polícia concluiu que Silva não estava envolvido no crime. O plenário do STF iniciou o julgamento em 11 de junho de 2006, mas a sessão foi interrompida com um pedido de vistas do ministro Cezar Peluso.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Mantega: ‘Brasil está longe de recessão’

    Durante a terceira reunião ministerial do ano, o ministro Guido Mantega da Fazenda afirmou que a economia brasileira vai desacelerar em 2009, mas, ainda assim, o País está ‘longe de uma recessão’ e terá condições de crescer 4%. Mantega disse que a situação ‘está sob controle’ e que o governo vem adotando medidas anti-cíclicas que podem garantir uma expansão do Produto Interno Bruto evitando que os impactos da crise mundial interfiram drasticamente no crescimento brasileiro. o Banco Central projeta uma expansão de 3% para 2009 e 5,24% para este ano.

     

    02-12-2008 00:00:00

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  • Barril de petróleo em queda livre

    O preço do petróleo colocou a Petrobras no ‘clinch’. Se no primeiro semestre a empresa custou a repassar para a gasolina os seguidos recordes do petróleo, que atingiu US$ 147 em julho, agora estamos vendo o efeito contrário com a crise econômica. O barril despencou para a casa dos US$ 50, mas os preços da gasolina continuam na alta.

    Em novembro, segundo levantamento da RC Consultores, o preço de realização do litro da gasolina aquil no Brasil (preço vendido às distribuidoras, sem impostos) está 52% mais caro que a média do resto do mundoPara se ter uma idéia da mudança de panorama, em outubro essa diferença era de 9%. Enquanto por aqui os preços ficaram congelados em R$ 1,12, fora, com a prática dos preços livres, o litro da gasolina recuou 28% em novembro, situando-se em R$ 0,74.

    Com isso, os economistas começam a fazer as contas sobre uma possível redução do preço da gasolina aqui no Brasil. Lembrando que até maio, o litro custava R$ 1,02, mês em que a Petrobras decidiu pelo reajuste. Como o governo reduziu alíquota de impostos, o preço nas bombas não sofreu alterações. Em relação ao óleo diesel, o preço médio de realização do óleo diesel no mercado doméstico está 19% mais caro do que o preço praticado no mercado externo. os preços que a Petrobas sempre subiu, agora estão em queda. Na semana passada, a empresa anunciou que o preço de Querosene de Aviação (QAV) terá uma redução de 17,8% a partir de 1º de dezembro. A Petrobras reajusta mensalmente os preços do QAV, nafta e óleo combustível.

    Vejam no quadro abaixo, a diferença entre os preços da gasolina praticados aqui no Brasil, congelados, e os preços internacionais, livres.

     

    02-12-2008 00:00:00

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  • Petrobras não põe sal nas refinarias, e dá preferência às reservas

    Elevados investimentos, combinados à escassez de crédito no mundo, levaram estatal a recorrer à CEF para manter operações diárias

    02-12-2008 00:00:00

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  • ‘Tupy’, ou ‘not Tupy’: Pré-sal, como prioridade, sem medo da ferrugem

    O total de investimentos entre 2009 e 2020 na exploração do pré-sal pela Petrobras ficaria acima de US$ 320 bilhões. Assim, os projetos de exploração do pré-sal, considerado estratégico para desenvolvimento da estatal por conta de sua alta lucratividade são prioritários. Os investimentos ficam ainda mais pesados a partir de 2014, data anteriormente prevista para o início de uma produção em larga escala comercial do pré-sal. Em 2015, por exemplo, os desembolsos seriam de US$ 36,54 bilhões, atingindo o pico em 2018 (US$ 50,61 bilhões).
    Para manter os investimentos previstos no pré-sal intactos, contudo, a Petrobras fará um ‘alongamento’ no seu plano estratégico a ser divulgado até o fim do ano. A primeira vítima dessa revisão seriam duas refinarias ‘premium’ (para produzir gasolina de melhor qualidade para o mercado externo), no Ceará e no Maranhão, projetos que sofrerão alterações no prazo original de implantação.
    Pelo cronograma inicial de desenvolvimento do pré-sal, que o governo acredita ser possível manter, em março do próximo ano começa um teste de longa duração no campo de Tupi, com produção de 30 mil barris/dia. Em dezembro de 2010, entraria em operação um sistema-piloto de produção em Tupi, de 100 mil barris/dia.
    Dentro da Petrobras, porém, há quem defenda uma mudança nesses prazos para adequá-los à nova realidade da economia, que se refletiu na empresa por causa das dificuldades em obter financiamentos no mercado externo e tomada de empréstimos em bancos públicos brasileiros.


    02-12-2008 00:00:00

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  • Salgando a indústria naval

    A maior preocupação do Palácio do Planalto, no curto prazo, está na obtenção de financiamentos para desenvolver a indústria naval brasileira que dará suporte à exploração do pré-sal.
    Nessa primeira etapa, os investimentos na indústria naval serão bem superiores aos necessários para a exploração.
    Grosso modo, o cálculo é que de US$ 100 investidos no setor, US$ 70 serão para desenvolver a indústria e US$ 30 para a exploração nos primeiros anos. Depois, essa relação começa a se inverter.
    Pelos cálculos iniciais, por exemplo, a meta até 2010 é concluir seis plataformas de grande porte e encomendar outras sete, contratar 28 sondas de perfuração de águas profundas e 49 navios para petróleo e derivados e dois superpetroleiros.
    Nos planos do presidente Lula, boa parte desses equipamentos seria produzida com elevado conteúdo nacional para fortalecer a indústria naval brasileira. Para isso, contudo, terá de garantir crédito aos empresários do país diante da secura no mercado de crédito internacional.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Crise? Que crise?

    A crise financeira internacional está longe de ser a marolinha que o presidente Lula da Silva imaginou que seria. Ao que parece, ela chegou e vai demorar a ir embora. O incrível mesmo é a falta de oportunidade e de senso de responsabilidade daqueles que conduzem os destinos da Nação.
    E não é preciso ir muito longe para perceber isso. Basta observar pequenos detalhes, para logo percebermos como é fácil gastar o dinheiro público. Ou melhor, como diria nosso querido Ancelmo Góis, gastar o meu, o seu, o nosso suado dinheirinho, fruto do pagamento de um número cada vez maior de impostos.
    Fiquei estarrecida esta semana ao me deparar com mais uma obra patrocinada pelos cofres do Senado Federal, por mais que elas sejam quase uma rotina contínua na Casa.
    Isso porque, desta vez, alguém teve a brilhante idéia de cobrir com granito parte da calçada de acesso a uma das portarias da instituição. Nem mesmo é a principal. É uma lateral, virada para a Gráfica do Senado. Realmente, algo imprescindível para os freqüentadores do prédio e também decisivo para os parlamentares que votam as leis que regulam a nossa vida.
    Ao que tudo indica, está sobrando dinheiro no Senado. Cuidado presidente Garibaldi Alves para a instituição não entrar na mira da Petrobras, que para resolver problemas de caixa recorreu a empréstimos na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil.

     

    observatório@jornalprimeirahora.com.br

    Com a colaboração de Thiago Ferreira, Terezinha M. Santarosa e Joaquim Justo Veríssimo Jr.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Serviço e Poder

    Quem de forma muito clara distinguiu o serviço do poder, foi Frederico da Prússia. Absoluto chegou ao Poder, mas logo advertiu que era, ele mesmo, antes de tudo, um mero servidor - o 1º em responsabilidade. Esse comportamento foi importante para sistematizar a ‘burucracia weberiana’.

    Entretanto, tudo aos poucos foi sendo colocado em xeque, por meio de cheque. Grupos se apoderaram do Poder, para poder desenvolver os seus negócios. Mas o pior de tudo isso é lobistas, travestidos de cometaristas políticos, se lançarem em ilações. Acabam esses cometaristas, que no privado se exibem com a imponência dos cardeais e em público a eleqüência dos camelôs, desembestando em besteiras.

    Poder legítimo é aquele que serve. Nos textos bíblicos, Melquisede é um bom exemplo, prefigurando Cristo séculos antes.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Trabalho e poder

    Em Búzios, às vezes que a coluna tem ouvido o prefeito eleito Mirinho Braga (o fez na inauguração do Sparra Búzios na Marina), ele ressalta que é do trabalho. O poder, segundo se infere do contexto, é para o trabalho. Nada de jogadinha ou negocinho.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Batman e Robin de arrabalde em Búzios

    Os ex-secretários, que são réus na mesma Ação de Improbidade Administrativa, os então incríveis, Octavinho e Salviano, trabalham com muita exação para prolongar a vida do esquema. Com cópia do processo, em que é parte Mirinho Braga - prefeito eleito - saíram às ruas, como justiceiros de quintal - para criar alguma dificuldade. Procuram desesperadamente alguma Assessoria de Imprensa, para plantar notas desfavoráveis ao prefeito eleito, e criar um clima para impressionar a Justiça.

    São de arrabalde mesmo.

    O Octavinho tem um medo grande dos esquifes que virão, quando o Decreto Nr. 511/07 for de fato aplicado

    02-12-2008 00:00:00

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  • Búzios e o Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio Jornalista Roberto Marinho

    Uma das etapas do Fórum será realizada em Búzios, em fevereiro de 2009. Os prefeitos da Região estarão presentes, para discutir formas de crescimento do Estado. O Fórum é presidido pelo deputado estadual Jorge Picciani, presidente da Alerj, e o Jornal Primeira Hora apóia o evento.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Investigação: quem faz?

    Tramita na Câmara projeto, ao mesmo tempo corre um julgamento de ‘habeas corpus’, no caso do assassinato de Celso Daniel (onde supostamente cardeais do PT estão envolvidos), matérias, de onde se podem obter respostas para isso. No Parlamento, um acordo político afastou o avanço de projeto, que impediria o MP de fazer apurações paralelas, independentemente da existência de inquérito policial. A decisão ocorrerá no julgamento de ‘habeas corpus’ da defesa de Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, acusado de ser o mandante do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André.
    Na esfera política, o tema esquentou quando a Associação Nacional dos Procuradores da República manifestou ao presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), preocupação com a tramitação do Projeto de Lei 4.209/2001 na Câmara. A entidade criticou substitutivo do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), delegado da Polícia Federal licenciado, que vedava as investigações pelo MP. As críticas surtiram efeito: na semana passada, Itagiba apresentou novo substitutivo que não retira a possibilidade de o órgão investigar e denunciar sem inquérito policial, na medida em que a ‘ investigação criminal não é exclusividade da Polícia, porque o Código de Processo Penal, de 1941, prevê que o Ministério Público não precisa de inquérito policial para denunciar. Ao julgar um recurso extraordinário em outubro, a 2ª Turma do STF decidiu, por unanimidade, que a denúncia pode ser fundamentada em peças de informação obtidas pelo MP sem necessidade do prévio inquérito policial. No Judiciário, a palavra final virá no julgamento do caso Celso Daniel. Em 2004, a defesa do Sombra apresentou um ‘habeas corpus’ ao STF, pedindo o trancamento da ação penal contra o acusado. Um dos argumentos da defesa foi o de que a denúncia à Justiça foi feita com base em investigações do MP - o inquérito da Polícia concluiu que Silva não estava envolvido no crime. O plenário do STF iniciou o julgamento em 11 de junho de 2006, mas a sessão foi interrompida com um pedido de vistas do ministro Cezar Peluso.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Mantega: ‘Brasil está longe de recessão’

    Durante a terceira reunião ministerial do ano, o ministro Guido Mantega da Fazenda afirmou que a economia brasileira vai desacelerar em 2009, mas, ainda assim, o País está ‘longe de uma recessão’ e terá condições de crescer 4%. Mantega disse que a situação ‘está sob controle’ e que o governo vem adotando medidas anti-cíclicas que podem garantir uma expansão do Produto Interno Bruto evitando que os impactos da crise mundial interfiram drasticamente no crescimento brasileiro. o Banco Central projeta uma expansão de 3% para 2009 e 5,24% para este ano.

     

    02-12-2008 00:00:00

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  • Barril de petróleo em queda livre

    O preço do petróleo colocou a Petrobras no ‘clinch’. Se no primeiro semestre a empresa custou a repassar para a gasolina os seguidos recordes do petróleo, que atingiu US$ 147 em julho, agora estamos vendo o efeito contrário com a crise econômica. O barril despencou para a casa dos US$ 50, mas os preços da gasolina continuam na alta.

    Em novembro, segundo levantamento da RC Consultores, o preço de realização do litro da gasolina aquil no Brasil (preço vendido às distribuidoras, sem impostos) está 52% mais caro que a média do resto do mundoPara se ter uma idéia da mudança de panorama, em outubro essa diferença era de 9%. Enquanto por aqui os preços ficaram congelados em R$ 1,12, fora, com a prática dos preços livres, o litro da gasolina recuou 28% em novembro, situando-se em R$ 0,74.

    Com isso, os economistas começam a fazer as contas sobre uma possível redução do preço da gasolina aqui no Brasil. Lembrando que até maio, o litro custava R$ 1,02, mês em que a Petrobras decidiu pelo reajuste. Como o governo reduziu alíquota de impostos, o preço nas bombas não sofreu alterações. Em relação ao óleo diesel, o preço médio de realização do óleo diesel no mercado doméstico está 19% mais caro do que o preço praticado no mercado externo. os preços que a Petrobas sempre subiu, agora estão em queda. Na semana passada, a empresa anunciou que o preço de Querosene de Aviação (QAV) terá uma redução de 17,8% a partir de 1º de dezembro. A Petrobras reajusta mensalmente os preços do QAV, nafta e óleo combustível.

    Vejam no quadro abaixo, a diferença entre os preços da gasolina praticados aqui no Brasil, congelados, e os preços internacionais, livres.

     

    02-12-2008 00:00:00

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  • Petrobras não põe sal nas refinarias, e dá preferência às reservas

    Elevados investimentos, combinados à escassez de crédito no mundo, levaram estatal a recorrer à CEF para manter operações diárias

    02-12-2008 00:00:00

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  • ‘Tupy’, ou ‘not Tupy’: Pré-sal, como prioridade, sem medo da ferrugem

    O total de investimentos entre 2009 e 2020 na exploração do pré-sal pela Petrobras ficaria acima de US$ 320 bilhões. Assim, os projetos de exploração do pré-sal, considerado estratégico para desenvolvimento da estatal por conta de sua alta lucratividade são prioritários. Os investimentos ficam ainda mais pesados a partir de 2014, data anteriormente prevista para o início de uma produção em larga escala comercial do pré-sal. Em 2015, por exemplo, os desembolsos seriam de US$ 36,54 bilhões, atingindo o pico em 2018 (US$ 50,61 bilhões).
    Para manter os investimentos previstos no pré-sal intactos, contudo, a Petrobras fará um ‘alongamento’ no seu plano estratégico a ser divulgado até o fim do ano. A primeira vítima dessa revisão seriam duas refinarias ‘premium’ (para produzir gasolina de melhor qualidade para o mercado externo), no Ceará e no Maranhão, projetos que sofrerão alterações no prazo original de implantação.
    Pelo cronograma inicial de desenvolvimento do pré-sal, que o governo acredita ser possível manter, em março do próximo ano começa um teste de longa duração no campo de Tupi, com produção de 30 mil barris/dia. Em dezembro de 2010, entraria em operação um sistema-piloto de produção em Tupi, de 100 mil barris/dia.
    Dentro da Petrobras, porém, há quem defenda uma mudança nesses prazos para adequá-los à nova realidade da economia, que se refletiu na empresa por causa das dificuldades em obter financiamentos no mercado externo e tomada de empréstimos em bancos públicos brasileiros.


    02-12-2008 00:00:00

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  • Salgando a indústria naval

    A maior preocupação do Palácio do Planalto, no curto prazo, está na obtenção de financiamentos para desenvolver a indústria naval brasileira que dará suporte à exploração do pré-sal.
    Nessa primeira etapa, os investimentos na indústria naval serão bem superiores aos necessários para a exploração.
    Grosso modo, o cálculo é que de US$ 100 investidos no setor, US$ 70 serão para desenvolver a indústria e US$ 30 para a exploração nos primeiros anos. Depois, essa relação começa a se inverter.
    Pelos cálculos iniciais, por exemplo, a meta até 2010 é concluir seis plataformas de grande porte e encomendar outras sete, contratar 28 sondas de perfuração de águas profundas e 49 navios para petróleo e derivados e dois superpetroleiros.
    Nos planos do presidente Lula, boa parte desses equipamentos seria produzida com elevado conteúdo nacional para fortalecer a indústria naval brasileira. Para isso, contudo, terá de garantir crédito aos empresários do país diante da secura no mercado de crédito internacional.

    02-12-2008 00:00:00

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  • Crise? Que crise?

    A crise financeira internacional está longe de ser a marolinha que o presidente Lula da Silva imaginou que seria. Ao que parece, ela chegou e vai demorar a ir embora. O incrível mesmo é a falta de oportunidade e de senso de responsabilidade daqueles que conduzem os destinos da Nação.
    E não é preciso ir muito longe para perceber isso. Basta observar pequenos detalhes, para logo percebermos como é fácil gastar o dinheiro público. Ou melhor, como diria nosso querido Ancelmo Góis, gastar o meu, o seu, o nosso suado dinheirinho, fruto do pagamento de um número cada vez maior de impostos.
    Fiquei estarrecida esta semana ao me deparar com mais uma obra patrocinada pelos cofres do Senado Federal, por mais que elas sejam quase uma rotina contínua na Casa.
    Isso porque, desta vez, alguém teve a brilhante idéia de cobrir com granito parte da calçada de acesso a uma das portarias da instituição. Nem mesmo é a principal. É uma lateral, virada para a Gráfica do Senado. Realmente, algo imprescindível para os freqüentadores do prédio e também decisivo para os parlamentares que votam as leis que regulam a nossa vida.
    Ao que tudo indica, está sobrando dinheiro no Senado. Cuidado presidente Garibaldi Alves para a instituição não entrar na mira da Petrobras, que para resolver problemas de caixa recorreu a empréstimos na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil.

     

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