Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • A Opinião que Falta

    A extradição de Cesare Battisti transformou-se em mais uma daquelas comédias macunaímicas tão brasileiras. Para quem não acompanhou, um resumo

    05-02-2009 00:00:00

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  • A Opinião que Falta

    A extradição de Cesare Battisti transformou-se em mais uma daquelas comédias macunaímicas tão brasileiras. Para quem não acompanhou, um resumo

    05-02-2009 00:00:00

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  • Austeridade e Solidariedade

    O volume de chuvas dos últimos três meses teve um efeito devastador sobre o estado do Rio de Janeiro. É impossível não se comover com os relatos de milhares de pessoas que perderam suas casas, móveis, roupas, famílias. Temos que analisar estes estragos e pensar em soluções para que eles não se repitam. Masum elemento de urgência nestes episódios que demanda ações imediatas. Nessas horas, é essencial agir.  

     

    No último dia 23 de janeiro, estive em Itaperuna com o governador em exercício Luiz Fernando Pezão, o secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro, e os deputados Altineu Cortes, João Peixoto e Wilson Cabral. Conversamos com os prefeitos das regiões norte e noroeste atingidas pelas chuvas. Vimos de perto o apelo dos governantes por uma solução que permitisse ao menos vislumbrar uma luz no fim do túnel.

     

    O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que quem tem fome tem pressa. E diante de tantos estragos, a velocidade das ações é determinante para diminuir o sofrimento e retomar a rotina. Como representantes do povo, não podemos ficar de braços cruzados.

     

    Por isso, levei aos meus pares na Alerj a sugestão de doar recursos do orçamento de 2009 para ajudar essas cidades a se recuperarem emergencialmente naquilo que necessitam de mais básico, minimizando o sofrimento daqueles que perderam tudo ou quase tudo.

     

    Serão 20 as cidades beneficiadas com R$ 1 milhão cada uma, sendo 16 do Norte e Noroeste fluminenses, além de Tanguá, Rio Bonito, Paraty e Silva Jardim, que também sofreram o efeito das chuvas. Para fazer isso, a Alerj vai deixar de gastar R$ 20 milhões do seu orçamento, o que demandará de nós manter o caminho da austeridade e da responsabilidade com o dinheiro público.

     

    No ano passado, a Alerj economizou R$ 61 milhões de seu orçamento. Executamos em 2008 o menor orçamento da história do Parlamento Fluminense. Desses R$ 61 milhões, R$ 25 milhões foram devolvidos ao Poder Executivo e R$ 36 milhões  redistribuídos para as três universidades estaduais. (Uerj, Uezo e Uenf) e ao Centro de Ensino Superior à Distancia (Cecierj), além de Ministério Público e Defensoria Pública.

     

    Gastar bem cada real do orçamento tem sido, portanto, uma tarefa coletiva de toda a Assembléia Legislativa. Esta nova redução é mais uma demonstração de que austeridade é palavra de ordem na Alerj, que agoratambém um exemplo de Solidariedade 

    03-02-2009 00:00:00

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  • Nossa opinião

    Muito que fazer em Búzios

    03-02-2009 00:00:00

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  • Austeridade e Solidariedade

    O volume de chuvas dos últimos três meses teve um efeito devastador sobre o estado do Rio de Janeiro. É impossível não se comover com os relatos de milhares de pessoas que perderam suas casas, móveis, roupas, famílias. Temos que analisar estes estragos e pensar em soluções para que eles não se repitam. Masum elemento de urgência nestes episódios que demanda ações imediatas. Nessas horas, é essencial agir.  

     

    No último dia 23 de janeiro, estive em Itaperuna com o governador em exercício Luiz Fernando Pezão, o secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro, e os deputados Altineu Cortes, João Peixoto e Wilson Cabral. Conversamos com os prefeitos das regiões norte e noroeste atingidas pelas chuvas. Vimos de perto o apelo dos governantes por uma solução que permitisse ao menos vislumbrar uma luz no fim do túnel.

     

    O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que quem tem fome tem pressa. E diante de tantos estragos, a velocidade das ações é determinante para diminuir o sofrimento e retomar a rotina. Como representantes do povo, não podemos ficar de braços cruzados.

     

    Por isso, levei aos meus pares na Alerj a sugestão de doar recursos do orçamento de 2009 para ajudar essas cidades a se recuperarem emergencialmente naquilo que necessitam de mais básico, minimizando o sofrimento daqueles que perderam tudo ou quase tudo.

     

    Serão 20 as cidades beneficiadas com R$ 1 milhão cada uma, sendo 16 do Norte e Noroeste fluminenses, além de Tanguá, Rio Bonito, Paraty e Silva Jardim, que também sofreram o efeito das chuvas. Para fazer isso, a Alerj vai deixar de gastar R$ 20 milhões do seu orçamento, o que demandará de nós manter o caminho da austeridade e da responsabilidade com o dinheiro público.

     

    No ano passado, a Alerj economizou R$ 61 milhões de seu orçamento. Executamos em 2008 o menor orçamento da história do Parlamento Fluminense. Desses R$ 61 milhões, R$ 25 milhões foram devolvidos ao Poder Executivo e R$ 36 milhões  redistribuídos para as três universidades estaduais. (Uerj, Uezo e Uenf) e ao Centro de Ensino Superior à Distancia (Cecierj), além de Ministério Público e Defensoria Pública.

     

    Gastar bem cada real do orçamento tem sido, portanto, uma tarefa coletiva de toda a Assembléia Legislativa. Esta nova redução é mais uma demonstração de que austeridade é palavra de ordem na Alerj, que agoratambém um exemplo de Solidariedade 

    03-02-2009 00:00:00

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  • Nossa opinião

    Muito que fazer em Búzios

    03-02-2009 00:00:00

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  • Austeridade e Solidariedade

    O volume de chuvas dos últimos três meses teve um efeito devastador sobre o estado do Rio de Janeiro. É impossível não se comover com os relatos de milhares de pessoas que perderam suas casas, móveis, roupas, famílias. Temos que analisar estes estragos e pensar em soluções para que eles não se repitam. Masum elemento de urgência nestes episódios que demanda ações imediatas. Nessas horas, é essencial agir.  

     

    No último dia 23 de janeiro, estive em Itaperuna com o governador em exercício Luiz Fernando Pezão, o secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro, e os deputados Altineu Cortes, João Peixoto e Wilson Cabral. Conversamos com os prefeitos das regiões norte e noroeste atingidas pelas chuvas. Vimos de perto o apelo dos governantes por uma solução que permitisse ao menos vislumbrar uma luz no fim do túnel.

     

    O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que quem tem fome tem pressa. E diante de tantos estragos, a velocidade das ações é determinante para diminuir o sofrimento e retomar a rotina. Como representantes do povo, não podemos ficar de braços cruzados.

     

    Por isso, levei aos meus pares na Alerj a sugestão de doar recursos do orçamento de 2009 para ajudar essas cidades a se recuperarem emergencialmente naquilo que necessitam de mais básico, minimizando o sofrimento daqueles que perderam tudo ou quase tudo.

     

    Serão 20 as cidades beneficiadas com R$ 1 milhão cada uma, sendo 16 do Norte e Noroeste fluminenses, além de Tanguá, Rio Bonito, Paraty e Silva Jardim, que também sofreram o efeito das chuvas. Para fazer isso, a Alerj vai deixar de gastar R$ 20 milhões do seu orçamento, o que demandará de nós manter o caminho da austeridade e da responsabilidade com o dinheiro público.

     

    No ano passado, a Alerj economizou R$ 61 milhões de seu orçamento. Executamos em 2008 o menor orçamento da história do Parlamento Fluminense. Desses R$ 61 milhões, R$ 25 milhões foram devolvidos ao Poder Executivo e R$ 36 milhões  redistribuídos para as três universidades estaduais. (Uerj, Uezo e Uenf) e ao Centro de Ensino Superior à Distancia (Cecierj), além de Ministério Público e Defensoria Pública.

     

    Gastar bem cada real do orçamento tem sido, portanto, uma tarefa coletiva de toda a Assembléia Legislativa. Esta nova redução é mais uma demonstração de que austeridade é palavra de ordem na Alerj, que agoratambém um exemplo de Solidariedade 

    03-02-2009 00:00:00

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  • Nossa opinião

    Muito que fazer em Búzios

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    O volume de chuvas dos últimos três meses teve um efeito devastador sobre o estado do Rio de Janeiro. É impossível não se comover com os relatos de milhares de pessoas que perderam suas casas, móveis, roupas, famílias. Temos que analisar estes estragos e pensar em soluções para que eles não se repitam. Masum elemento de urgência nestes episódios que demanda ações imediatas. Nessas horas, é essencial agir.  

     

    No último dia 23 de janeiro, estive em Itaperuna com o governador em exercício Luiz Fernando Pezão, o secretário estadual de Habitação, Leonardo Picciani, o presidente do DER-RJ, Henrique Ribeiro, e os deputados Altineu Cortes, João Peixoto e Wilson Cabral. Conversamos com os prefeitos das regiões norte e noroeste atingidas pelas chuvas. Vimos de perto o apelo dos governantes por uma solução que permitisse ao menos vislumbrar uma luz no fim do túnel.

     

    O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que quem tem fome tem pressa. E diante de tantos estragos, a velocidade das ações é determinante para diminuir o sofrimento e retomar a rotina. Como representantes do povo, não podemos ficar de braços cruzados.

     

    Por isso, levei aos meus pares na Alerj a sugestão de doar recursos do orçamento de 2009 para ajudar essas cidades a se recuperarem emergencialmente naquilo que necessitam de mais básico, minimizando o sofrimento daqueles que perderam tudo ou quase tudo.

     

    Serão 20 as cidades beneficiadas com R$ 1 milhão cada uma, sendo 16 do Norte e Noroeste fluminenses, além de Tanguá, Rio Bonito, Paraty e Silva Jardim, que também sofreram o efeito das chuvas. Para fazer isso, a Alerj vai deixar de gastar R$ 20 milhões do seu orçamento, o que demandará de nós manter o caminho da austeridade e da responsabilidade com o dinheiro público.

     

    No ano passado, a Alerj economizou R$ 61 milhões de seu orçamento. Executamos em 2008 o menor orçamento da história do Parlamento Fluminense. Desses R$ 61 milhões, R$ 25 milhões foram devolvidos ao Poder Executivo e R$ 36 milhões  redistribuídos para as três universidades estaduais. (Uerj, Uezo e Uenf) e ao Centro de Ensino Superior à Distancia (Cecierj), além de Ministério Público e Defensoria Pública.

     

    Gastar bem cada real do orçamento tem sido, portanto, uma tarefa coletiva de toda a Assembléia Legislativa. Esta nova redução é mais uma demonstração de que austeridade é palavra de ordem na Alerj, que agoratambém um exemplo de Solidariedade 

    03-02-2009 00:00:00

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  • Nossa opinião

    Muito que fazer em Búzios

    03-02-2009 00:00:00

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  • A laguna de Araruama desfigurada e ameaçada: responsabilidade de quem?

    Dos governos municipais, estadual, federal ou da Prolagos ou seria da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA)?

    30-01-2009 00:00:00

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  • A laguna de Araruama desfigurada e ameaçada: responsabilidade de quem?

    Dos governos municipais, estadual, federal ou da Prolagos ou seria da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA)?

    30-01-2009 00:00:00

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  • A laguna de Araruama desfigurada e ameaçada: responsabilidade de quem?

    Dos governos municipais, estadual, federal ou da Prolagos ou seria da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA)?

    30-01-2009 00:00:00

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  • A laguna de Araruama desfigurada e ameaçada: responsabilidade de quem?

    Dos governos municipais, estadual, federal ou da Prolagos ou seria da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (AGENERSA)?

    30-01-2009 00:00:00

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  • Valorizemos as soluções

    O ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
    O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.

    Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
    Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
    Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
    Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.

    29-01-2009 00:00:00

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  • Faroeste no mar de Búzios

    Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.

    Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.

    Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.

    Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.

    Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.

     A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.

    Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.

    A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.

    A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..

    Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).

    Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.

     Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.

    Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.

    São necessárias medidas urgentes de preservação como:

    A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.

    O incentivo ao “pesque e solte” para os pescadores amadores através da proibição de captura e comercialização de certas espécies de valor esportivo (projeto SOS Robalo).

     A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).          

     A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.

    A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)

    E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...

    Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.

    Espero que nossas autoridades tenham a determinação de colocar em pratica tais medidas, sabendo que o principal atrativo de Búzios é o seu litoral, e que hoje em dia, a vida marinha vale muito mais viva do que morta.

     

     

     

     

    29-01-2009 00:00:00

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  • Valorizemos as soluções

    O ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
    O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.

    Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
    Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
    Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
    Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.

    29-01-2009 00:00:00

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  • Faroeste no mar de Búzios

    Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.

    Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.

    Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.

    Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.

    Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.

     A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.

    Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.

    A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.

    A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..

    Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).

    Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.

     Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.

    Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.

    São necessárias medidas urgentes de preservação como:

    A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.

    O incentivo ao “pesque e solte” para os pescadores amadores através da proibição de captura e comercialização de certas espécies de valor esportivo (projeto SOS Robalo).

     A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).          

     A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.

    A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)

    E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...

    Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.

    Espero que nossas autoridades tenham a determinação de colocar em pratica tais medidas, sabendo que o principal atrativo de Búzios é o seu litoral, e que hoje em dia, a vida marinha vale muito mais viva do que morta.

     

     

     

     

    29-01-2009 00:00:00

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  • Valorizemos as soluções

    O ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
    O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.

    Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
    Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
    Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
    Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.

    29-01-2009 00:00:00

    saiba mais
  • Faroeste no mar de Búzios

    Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.

    Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.

    Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.

    Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.

    Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.

     A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.

    Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.

    A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.

    A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..

    Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).

    Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.

     Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.

    Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.

    São necessárias medidas urgentes de preservação como:

    A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.

    O incentivo ao “pesque e solte” para os pescadores amadores através da proibição de captura e comercialização de certas espécies de valor esportivo (projeto SOS Robalo).

     A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).          

     A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.

    A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)

    E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...

    Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.

    Espero que nossas autoridades tenham a determinação de colocar em pratica tais medidas, sabendo que o principal atrativo de Búzios é o seu litoral, e que hoje em dia, a vida marinha vale muito mais viva do que morta.

     

     

     

     

    29-01-2009 00:00:00

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