05-02-2009 00:00:00
saiba mais05-02-2009 00:00:00
saiba maisO
No
O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava
No
03-02-2009 00:00:00
saiba mais03-02-2009 00:00:00
saiba maisO
No
O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava
No
03-02-2009 00:00:00
saiba mais03-02-2009 00:00:00
saiba maisO
No
O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava
No
03-02-2009 00:00:00
saiba mais03-02-2009 00:00:00
saiba maisO
No
O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava
No
03-02-2009 00:00:00
saiba mais03-02-2009 00:00:00
saiba mais30-01-2009 00:00:00
saiba mais30-01-2009 00:00:00
saiba mais30-01-2009 00:00:00
saiba mais30-01-2009 00:00:00
saiba maisO ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.
Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.
29-01-2009 00:00:00
saiba mais
Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.
Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.
Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.
Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.
Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.
A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.
Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.
A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.
A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..
Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).
Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.
Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.
Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.
São necessárias medidas urgentes de preservação como:
A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.
O
A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).
A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.
A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)
E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...
Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.
Espero
29-01-2009 00:00:00
saiba maisO ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.
Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.
29-01-2009 00:00:00
saiba mais
Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.
Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.
Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.
Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.
Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.
A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.
Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.
A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.
A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..
Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).
Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.
Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.
Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.
São necessárias medidas urgentes de preservação como:
A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.
O
A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).
A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.
A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)
E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...
Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.
Espero
29-01-2009 00:00:00
saiba maisO ANO DE 2009 começou e quero crer que não será tão ruim como dizem. Dificuldades teremos, mas serão tantas e tão terríveis como anunciam as manchetes?
O governo está tentando fazer a sua parte e deu um bom exemplo ao reduzir impostos sobre a produção industrial, no caso, o IPI dos automóveis.
Liberou recursos para estimular as exportações; adicionou mais dinheiro ao crédito rural, e a Caixa Econômica Federal acaba de disponibilizar R$ 3 bilhões para financiamento habitacional. Mas o consumo continua caindo, as demissões prosseguem e muitas fábricas estão parando.
Ocorre que, desde fins de setembro do ano passado, o brasileiro se vê bombardeado, de forma incessante, por más notícias sobre a economia. A imprensa tem fustigado os cidadãos com uma visão amarga do estado de coisas aqui e no exterior. Sei avaliar o tamanho do problema, mas não deixa de ser um caso clássico de profecia que se autocumpre: assustadas com rumores de quebradeira, desemprego e outros males, as pessoas param de investir e de comprar, preparando-se para o pior. Sem crescer e sem vender, as empresas -aí sim- correm o risco de falir. Como reagem? Demitem, para cortar custos, o que por sua vez deprime ainda mais o consumo. O círculo da recessão se instala.
Por culpa do noticiário? É óbvio que não. Mas o mundo não vai acabar. A situação é grave? Sem dúvida. Mas estamos preparados para vencer mais este momento difícil. Por outro lado, se o país continua funcionando e as empresas produzindo -embora menos- é porque alguém está conseguindo transformar os problemas em oportunidades -reinventando seus negócios, investindo em reengenharia, racionalizando processos, reduzindo o desperdício, enfim, usando a criatividade para sobreviver, agora, e crescer em seguida.
Isso significa que há entre nós empresários, educadores, governantes, trabalhadores com idéias inovadoras para compartilhar. Mas não os vemos. Não estaria a imprensa brasileira perdendo a chance de revelar não apenas os problemas, mas também as soluções que fazem diferença em momentos como este? Porque elas existem. É preciso valorizá-las. Não se está aqui pedindo à imprensa para que deixe de cumprir seu papel de informar. A saúde de nossa democracia depende da liberdade que meios de comunicação precisam ter para reportar os fatos, sob todos os aspectos. O que se espera é que também pelo relato dos bons exemplos motivem, estimulem, induzam quem acredita no Brasil a buscar os caminhos que levem ao futuro que desejamos.
29-01-2009 00:00:00
saiba mais
Como morador, pescador esportivo e completo apaixonado pelo mar de Búzios, tenho a obrigação de externar minha enorme preocupação com a maneira, melhor dizendo, com o descaso que o mar territorial de Búzios vem sendo tratado.
Comecei a pescar em Búzios quando criança, e a exuberância que era o mar de Búzios, poucos tiveram a oportunidade de ver, a diversidade de espécies e a quantidade de peixes era impressionante, um verdadeiro aquário natural.
Hoje, o mar de Búzios virou um deserto.
Peixes sem valor econômico como Cocóroca, Salema, Budião, Lanceta, Sargento, Frade, Borboleta e uma infinidade de peixes coloridos,sumiram,foram completamente dizimados.
Peixes nobres como o Badejo, Garoupa, Robalo, Xarel, Bijupira, Cação, etc.. foram caçados e vendidos sem o menor controle.
A Sardinha e o Camarão que são a principal alimentação de varias espécies marinhas, e que antes eram abundantes, também sumiram da região.
Precisamos de uma mudança radical de pensamento em relação à exploração dos recursos marinhos desta cidade.
A começar pelas redes, não sei de onde saiu essa idéia de que redes são instrumentos de pescaria artesanal.
A pesca com redes, de todos os tipos, é comprovadamente pesca predatória, as redes não discriminam espécie, tamanho ou quantidade, tudo que bater na rede morre. Peixes sem valor, tartarugas, aves marinhas, pingüins golfinhos etc..
Redes de arrasto, tanto de praia como de Camarão, revolvem o fundo e retiram a camada superficial de lama, que é a moradia dos organismos que iniciam a cadeia alimentar nos oceanos (vermes, moluscos, pequenos crustáceos, etc..).
Redes são um perigo a navegação, se enroscando em barcos desavisados e causando enormes prejuízos a seus proprietários.
Hoje em dia, em Búzios, qualquer pessoa coloca uma rede onde bem entender, desrespeitando a legislação vigente que autoriza somente o pescador profissional, pertencente a uma colônia de pesca, e que tem como única atividade, a pesca, a se utilizar de tal instrumento.
Búzios esta uma terra (digo mar) sem lei, onde turistas sem consciência, matam tudo que encontram pela frente, onde pescadores, ditos profissionais, desrespeitam as leis criadas para a proteção da sua profissão e das espécies marinhas, onde as atividades náuticas são uma completa bagunça em que iates, lanchas, táxis,escunas, jet-ski e navios transitam onde querem, colocando em risco pessoas, pequenas embarcações a remo ou vela e principalmente os vários ambientes marinhos que temos na península.
São necessárias medidas urgentes de preservação como:
A demarcação de uma área, na qual as atividades predatórias como, pesca com redes, pesca de mergulho com compressor, pesca com artefatos explosivos, etc.. sejam terminantemente proibidas.
O
A fiscalização de profissionais e amadores quanto às normas vigentes para a atividade da pesca, como, o respeito ao tamanho mínimo para a captura de espécies marinhas (IBAMA portaria n°53/05).
A obrigatoriedade da licença de pesca (PNDPA), pois essa regulamenta não só o tamanho, mas a quantidade de peixes que um pescador amador pode retirar do mar.
A proteção da região costeira, com a criação de faixas (demarcadas através de bóias) onde embarcações motorizadas seriam proibidas de trafegar, preservando desta maneira um espaço seguro para atividades positivas como o pesque e solte, mergulho de observação, natação, remo, vela etc.. (200mts segundo a capitania dos portos)
E o mais importante, um estudo serio em relação à capacidade pesqueira de Búzios e de como viabilizar economicamente a pesca profissional na região, incentivando os pescadores a utilizarem técnicas não predatórias de pesca, como a pesca com linha, espinhel, tarrafa, etc...
Como só apontar os problemas é muito fácil, deixo aqui varias sugestões de como salvar o mar de Búzios, e preservar todas as atividades e segmentos que dele dependem.
Espero
29-01-2009 00:00:00
saiba mais
Últimas Notícias
José Gonzaga
Viva as emoções sem drogas
Bruno Wallace de Souza
Cristo Vive
Sergio Nogueira Lopes
Tribuna da Imprensa
Eduardo Almeida
Artigo Livre
NOTÍCIAS
JORNAL PRIMEIRA HORA
Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.