Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Dia Internacional do Turismo

    No último dia 27 de setembro comemoramos o “Dia Internacional do Turismo”. Quando pensamos em Búzios e falamos sobre o Turismo, porque imediatamente entendemos que o assunto é o nosso principal produto. Isto é fato. A nossa grande responsabilidade é de caminharmos para uma convergência de interesse público e particular, onde cada um sabe o seu verdadeiro papel, ou seja, as belezas naturais de Búzios são a nossa grande riqueza, a qual devemos explorar com muita consciência e respeito, pois estamos falando sobre qualidade de vida, também para futuras gerações.
    O dever do Poder Público envolve a legislação, fiscalização em geral, coleta de lixo, segurança, saúde, saneamento básico, transporte, divulgação, limpeza, etc. Despesas estas que são custeadas pelos impostos e taxas, arrecadados principalmente do trade turístico, que também tem a grande responsabilidade de receber os nossos valiosos turistas, com profissionalismo, carinho, hospitalidade e respeito, sempre com objetivo de trazê-lo de volta e de preferência sendo um bom divulgador de nossa cidade.
    “O Turismo é uma Universidade em que o aluno nunca se gradua, é um Templo, onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração. É uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros.”  Lord Curson, governador geral da Índia (1859-1925)

    15-10-2005 00:00:00

    saiba mais
  • O que é fazer política?

    Quando se quer que a política sirva de escada para facilitar negócios privados ou sirva à promoção pessoal; à promoção de amigos, correligionários, financiadores de campanhas eleitorais, parentes e parceiros, o que, na verdade, se busca é a politicagem; é a esperteza indecente em substituição à sabedoria. É o “levar vantagem em tudo”, no lugar de uma preocupação social; de uma preocupação coletiva. E não precisamos buscar nos livros ou nas formulações acadêmicas os resultados da opção pela politicagem no lugar da opção pela política. Os resultados disso estão diante dos nossos olhos, todos os dias, nas ruas, nos noticiários e nas estatísticas menos e mais elaboradas.
    O que é fazer política? É agir na direção do bem coletivo, porque, a partir do bem coletivo sobrevive o bem individual. Quando se tem ensino pra poucos, se tem criminalidade pra todos; quando se tem atendimento médico pra poucos, se tem doença pra todos; quando se tem transportes pra poucos, se tem violência pra todos. Fazer política é administrar de maneira pacífica os conflitos sociais em benefício de todos, porque em benefício de cada um. Fazer política é transformar expectativas em programas e também recrutar para a vida pública quem deseje cumprir missões sociais. E, recrutar para a vida pública é a razão do nosso encontro de hoje.
    Atendi a um apelo da equipe que comigo diretamente trabalha e a um apelo do meu partido para me reunir com vocês hoje. Atendi a um apelo do coração para fazer a vocês um convite para insistirmos, mais do que nunca, na realização de um projeto político que seja capaz de fazer diferença num meio onde se faz da política politicagem e se tem feito da vida pública motivo de vergonha. E, com quem poderei contar a não ser com vocês que me trouxeram até aqui? Com quem poderei ir a não ser com os iguais a mim; com os que são iguais a nós todos?
    Ficar na vida pública para fazer o que essa gente faz, não vale a pena. Ficar na vida pública para não fazer diferença na vida da população, não tem sentido.
    É o momento de todas as pessoas de bem buscarem os partidos políticos; neles ingressarem e a partir deles, como manda a legislação e a norma democrática, fazer a transformação. A metamorfose, que fará de uma lagarta uma bela borboleta. Que imporá a política em substituição ao jogo sujo da politicagem.

    15-10-2005 00:00:00

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  • Dia Internacional do Turismo

    No último dia 27 de setembro comemoramos o “Dia Internacional do Turismo”. Quando pensamos em Búzios e falamos sobre o Turismo, porque imediatamente entendemos que o assunto é o nosso principal produto. Isto é fato. A nossa grande responsabilidade é de caminharmos para uma convergência de interesse público e particular, onde cada um sabe o seu verdadeiro papel, ou seja, as belezas naturais de Búzios são a nossa grande riqueza, a qual devemos explorar com muita consciência e respeito, pois estamos falando sobre qualidade de vida, também para futuras gerações.
    O dever do Poder Público envolve a legislação, fiscalização em geral, coleta de lixo, segurança, saúde, saneamento básico, transporte, divulgação, limpeza, etc. Despesas estas que são custeadas pelos impostos e taxas, arrecadados principalmente do trade turístico, que também tem a grande responsabilidade de receber os nossos valiosos turistas, com profissionalismo, carinho, hospitalidade e respeito, sempre com objetivo de trazê-lo de volta e de preferência sendo um bom divulgador de nossa cidade.
    “O Turismo é uma Universidade em que o aluno nunca se gradua, é um Templo, onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração. É uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros.”  Lord Curson, governador geral da Índia (1859-1925)

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  • O que é fazer política?

    Quando se quer que a política sirva de escada para facilitar negócios privados ou sirva à promoção pessoal; à promoção de amigos, correligionários, financiadores de campanhas eleitorais, parentes e parceiros, o que, na verdade, se busca é a politicagem; é a esperteza indecente em substituição à sabedoria. É o “levar vantagem em tudo”, no lugar de uma preocupação social; de uma preocupação coletiva. E não precisamos buscar nos livros ou nas formulações acadêmicas os resultados da opção pela politicagem no lugar da opção pela política. Os resultados disso estão diante dos nossos olhos, todos os dias, nas ruas, nos noticiários e nas estatísticas menos e mais elaboradas.
    O que é fazer política? É agir na direção do bem coletivo, porque, a partir do bem coletivo sobrevive o bem individual. Quando se tem ensino pra poucos, se tem criminalidade pra todos; quando se tem atendimento médico pra poucos, se tem doença pra todos; quando se tem transportes pra poucos, se tem violência pra todos. Fazer política é administrar de maneira pacífica os conflitos sociais em benefício de todos, porque em benefício de cada um. Fazer política é transformar expectativas em programas e também recrutar para a vida pública quem deseje cumprir missões sociais. E, recrutar para a vida pública é a razão do nosso encontro de hoje.
    Atendi a um apelo da equipe que comigo diretamente trabalha e a um apelo do meu partido para me reunir com vocês hoje. Atendi a um apelo do coração para fazer a vocês um convite para insistirmos, mais do que nunca, na realização de um projeto político que seja capaz de fazer diferença num meio onde se faz da política politicagem e se tem feito da vida pública motivo de vergonha. E, com quem poderei contar a não ser com vocês que me trouxeram até aqui? Com quem poderei ir a não ser com os iguais a mim; com os que são iguais a nós todos?
    Ficar na vida pública para fazer o que essa gente faz, não vale a pena. Ficar na vida pública para não fazer diferença na vida da população, não tem sentido.
    É o momento de todas as pessoas de bem buscarem os partidos políticos; neles ingressarem e a partir deles, como manda a legislação e a norma democrática, fazer a transformação. A metamorfose, que fará de uma lagarta uma bela borboleta. Que imporá a política em substituição ao jogo sujo da politicagem.

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  • Dia Internacional do Turismo

    No último dia 27 de setembro comemoramos o “Dia Internacional do Turismo”. Quando pensamos em Búzios e falamos sobre o Turismo, porque imediatamente entendemos que o assunto é o nosso principal produto. Isto é fato. A nossa grande responsabilidade é de caminharmos para uma convergência de interesse público e particular, onde cada um sabe o seu verdadeiro papel, ou seja, as belezas naturais de Búzios são a nossa grande riqueza, a qual devemos explorar com muita consciência e respeito, pois estamos falando sobre qualidade de vida, também para futuras gerações.
    O dever do Poder Público envolve a legislação, fiscalização em geral, coleta de lixo, segurança, saúde, saneamento básico, transporte, divulgação, limpeza, etc. Despesas estas que são custeadas pelos impostos e taxas, arrecadados principalmente do trade turístico, que também tem a grande responsabilidade de receber os nossos valiosos turistas, com profissionalismo, carinho, hospitalidade e respeito, sempre com objetivo de trazê-lo de volta e de preferência sendo um bom divulgador de nossa cidade.
    “O Turismo é uma Universidade em que o aluno nunca se gradua, é um Templo, onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração. É uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros.”  Lord Curson, governador geral da Índia (1859-1925)

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  • O que é fazer política?

    Quando se quer que a política sirva de escada para facilitar negócios privados ou sirva à promoção pessoal; à promoção de amigos, correligionários, financiadores de campanhas eleitorais, parentes e parceiros, o que, na verdade, se busca é a politicagem; é a esperteza indecente em substituição à sabedoria. É o “levar vantagem em tudo”, no lugar de uma preocupação social; de uma preocupação coletiva. E não precisamos buscar nos livros ou nas formulações acadêmicas os resultados da opção pela politicagem no lugar da opção pela política. Os resultados disso estão diante dos nossos olhos, todos os dias, nas ruas, nos noticiários e nas estatísticas menos e mais elaboradas.
    O que é fazer política? É agir na direção do bem coletivo, porque, a partir do bem coletivo sobrevive o bem individual. Quando se tem ensino pra poucos, se tem criminalidade pra todos; quando se tem atendimento médico pra poucos, se tem doença pra todos; quando se tem transportes pra poucos, se tem violência pra todos. Fazer política é administrar de maneira pacífica os conflitos sociais em benefício de todos, porque em benefício de cada um. Fazer política é transformar expectativas em programas e também recrutar para a vida pública quem deseje cumprir missões sociais. E, recrutar para a vida pública é a razão do nosso encontro de hoje.
    Atendi a um apelo da equipe que comigo diretamente trabalha e a um apelo do meu partido para me reunir com vocês hoje. Atendi a um apelo do coração para fazer a vocês um convite para insistirmos, mais do que nunca, na realização de um projeto político que seja capaz de fazer diferença num meio onde se faz da política politicagem e se tem feito da vida pública motivo de vergonha. E, com quem poderei contar a não ser com vocês que me trouxeram até aqui? Com quem poderei ir a não ser com os iguais a mim; com os que são iguais a nós todos?
    Ficar na vida pública para fazer o que essa gente faz, não vale a pena. Ficar na vida pública para não fazer diferença na vida da população, não tem sentido.
    É o momento de todas as pessoas de bem buscarem os partidos políticos; neles ingressarem e a partir deles, como manda a legislação e a norma democrática, fazer a transformação. A metamorfose, que fará de uma lagarta uma bela borboleta. Que imporá a política em substituição ao jogo sujo da politicagem.

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  • Dia Internacional do Turismo

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    O dever do Poder Público envolve a legislação, fiscalização em geral, coleta de lixo, segurança, saúde, saneamento básico, transporte, divulgação, limpeza, etc. Despesas estas que são custeadas pelos impostos e taxas, arrecadados principalmente do trade turístico, que também tem a grande responsabilidade de receber os nossos valiosos turistas, com profissionalismo, carinho, hospitalidade e respeito, sempre com objetivo de trazê-lo de volta e de preferência sendo um bom divulgador de nossa cidade.
    “O Turismo é uma Universidade em que o aluno nunca se gradua, é um Templo, onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração. É uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros.”  Lord Curson, governador geral da Índia (1859-1925)

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    Quando se quer que a política sirva de escada para facilitar negócios privados ou sirva à promoção pessoal; à promoção de amigos, correligionários, financiadores de campanhas eleitorais, parentes e parceiros, o que, na verdade, se busca é a politicagem; é a esperteza indecente em substituição à sabedoria. É o “levar vantagem em tudo”, no lugar de uma preocupação social; de uma preocupação coletiva. E não precisamos buscar nos livros ou nas formulações acadêmicas os resultados da opção pela politicagem no lugar da opção pela política. Os resultados disso estão diante dos nossos olhos, todos os dias, nas ruas, nos noticiários e nas estatísticas menos e mais elaboradas.
    O que é fazer política? É agir na direção do bem coletivo, porque, a partir do bem coletivo sobrevive o bem individual. Quando se tem ensino pra poucos, se tem criminalidade pra todos; quando se tem atendimento médico pra poucos, se tem doença pra todos; quando se tem transportes pra poucos, se tem violência pra todos. Fazer política é administrar de maneira pacífica os conflitos sociais em benefício de todos, porque em benefício de cada um. Fazer política é transformar expectativas em programas e também recrutar para a vida pública quem deseje cumprir missões sociais. E, recrutar para a vida pública é a razão do nosso encontro de hoje.
    Atendi a um apelo da equipe que comigo diretamente trabalha e a um apelo do meu partido para me reunir com vocês hoje. Atendi a um apelo do coração para fazer a vocês um convite para insistirmos, mais do que nunca, na realização de um projeto político que seja capaz de fazer diferença num meio onde se faz da política politicagem e se tem feito da vida pública motivo de vergonha. E, com quem poderei contar a não ser com vocês que me trouxeram até aqui? Com quem poderei ir a não ser com os iguais a mim; com os que são iguais a nós todos?
    Ficar na vida pública para fazer o que essa gente faz, não vale a pena. Ficar na vida pública para não fazer diferença na vida da população, não tem sentido.
    É o momento de todas as pessoas de bem buscarem os partidos políticos; neles ingressarem e a partir deles, como manda a legislação e a norma democrática, fazer a transformação. A metamorfose, que fará de uma lagarta uma bela borboleta. Que imporá a política em substituição ao jogo sujo da politicagem.

    15-10-2005 00:00:00

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  • Dia Internacional do Turismo

    No último dia 27 de setembro comemoramos o “Dia Internacional do Turismo”. Quando pensamos em Búzios e falamos sobre o Turismo, porque imediatamente entendemos que o assunto é o nosso principal produto. Isto é fato. A nossa grande responsabilidade é de caminharmos para uma convergência de interesse público e particular, onde cada um sabe o seu verdadeiro papel, ou seja, as belezas naturais de Búzios são a nossa grande riqueza, a qual devemos explorar com muita consciência e respeito, pois estamos falando sobre qualidade de vida, também para futuras gerações.
    O dever do Poder Público envolve a legislação, fiscalização em geral, coleta de lixo, segurança, saúde, saneamento básico, transporte, divulgação, limpeza, etc. Despesas estas que são custeadas pelos impostos e taxas, arrecadados principalmente do trade turístico, que também tem a grande responsabilidade de receber os nossos valiosos turistas, com profissionalismo, carinho, hospitalidade e respeito, sempre com objetivo de trazê-lo de volta e de preferência sendo um bom divulgador de nossa cidade.
    “O Turismo é uma Universidade em que o aluno nunca se gradua, é um Templo, onde o suplicante cultua, mas nunca vislumbra a imagem de sua veneração. É uma viagem com destino sempre à frente, mas jamais atingido. Haverá sempre discípulos, sempre contempladores, sempre errantes aventureiros.”  Lord Curson, governador geral da Índia (1859-1925)

    15-10-2005 00:00:00

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  • Os afrodescendentes pedem passagem

    ‘Tenaz é o preconceito, perigoso socialmente’ Norberto Bobbio em Elogio da Serenidade e outros escritos morais

    14-10-2005 00:00:00

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  • Os afrodescendentes pedem passagem

    ‘Tenaz é o preconceito, perigoso socialmente’ Norberto Bobbio em Elogio da Serenidade e outros escritos morais

    14-10-2005 00:00:00

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    ‘Tenaz é o preconceito, perigoso socialmente’ Norberto Bobbio em Elogio da Serenidade e outros escritos morais

    14-10-2005 00:00:00

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    ‘Tenaz é o preconceito, perigoso socialmente’ Norberto Bobbio em Elogio da Serenidade e outros escritos morais

    14-10-2005 00:00:00

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  • Os afrodescendentes pedem passagem

    ‘Tenaz é o preconceito, perigoso socialmente’ Norberto Bobbio em Elogio da Serenidade e outros escritos morais

    14-10-2005 00:00:00

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  • O Capital

    O liberalismo econômico foi uma tese concebida por Adam Smith, professor de lógica e filosofia, na Escócia feudal de 1776. Imaginava ele que se cada homem cuidasse dos seus interesses, coletivamente guiados pela “mão invisível” do mercado, encontraríamos o progresso social. Logo após, em 1789, a Revolução Francesa permitiria o aparecimento do estado constitucional moderno, da república democrática e da liberdade individual no chamado mundo ocidental.
    No oriente, entretanto, os conceitos de democracia política e liberdade econômica iriam demorar um pouco mais para serem absorvidos. Ainda hoje, se compararmos a vida dos povos árabes, dos indianos e dos chineses, entre outros orientais, veremos diferenças marcantes.
    Em 1848, Karl Marx aparece para dizer que o livre mercado aumentaria, cada vez mais, a diferença econômica entre os homens, e que permitiria a exploração do capital sobre o trabalho: a mais valia.
    Em 1917, Vladimir Ulianov, dito Lênin, conseguiu implantar a teoria marxista, tornando coletiva a propriedade e os meios de produção, para tentar construir a “nova” sociedade. Seus seguidores, entre eles, Stalin, Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Perón, Castro, Mao e Tito, cada um a seu modo, imaginou um sistema político sem exploração do homem pelo homem. Nenhum deles obteve êxito.
    Para ser justo, talvez tenha sido Fidel Castro, o único ainda vivo, quem tenha visto uma comunidade organizada aproximar-se da igualdade econômica. Porém, seus críticos, afirmam que Cuba está atrasada em relação ao mundo.
    Atrasada no que? Na formação educacional, no sistema de saúde, na geração de empregos, na poluição ambiental, na segurança do cidadão, no padrão de consumo material per capta, nos atentados terroristas, no consumo de drogas, no contrabando de armas, na produção artística, na prática esportiva? Enfim, aquela ilha tem suas vantagens e, certamente, desvantagens. Entre elas a falta de liberdade política.
    O fato é que com a queda do muro de Berlim, o comunismo ruiu e o capitalismo se consolidou como regime econômico global.
    Os capitalistas, empreendedores naturais e necessários, construíam a riqueza em bases sólidas e fixas para poderem ver, admirar e prosperar suas obras. E como homens, embutiam seus sentimentos em suas ações. Um dos grandes prazeres do capitalista era contratar pessoas. Gerar oportunidades e fazer negócios. Todos queriam a expansão empresarial.

    O caroço ficou maior que o abacate

    Contudo, a tecnologia e a especialização avançaram de tal forma que muitos ficaram excluídos do processo produtivo. Numa linguagem simples: o caroço ficou maior do que o abacate.
    O capitalismo atual iniciou um processo de contração e fusão tão grande que já não se sabe de quanto tempo será a vida de uma empresa, quanto tempo durará tal emprego ou determinada função. Tudo pode acabar amanhã.
    Um exemplo claro disto é a sede de um dos grandes aglomerados financeiros mundiais, o HSBC, recentemente construído em Hong Kong. Ela é tão “volátil” que sua estrutura metálica e envidraçada pode ser desmontada e remontada em qualquer outro lugar do planeta. É a síntese do capitalismo do século XXI.
    As empresas, cada vez mais, são gerenciadas por “executivos” treinados para alcançarem metas pré-definidas por acionistas que só querem conhecer os números finais. Se não atingem a meta perdem a posição. E assim colaboram para a antropofagia, em escala global.
    Dentro de pouco tempo já não saberemos mais a quem nos dirigir. O capitalista é um ser em extinção. E o capitalismo perdeu o controle sobre o capital.

    11-10-2005 00:00:00

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  • O Capital

    O liberalismo econômico foi uma tese concebida por Adam Smith, professor de lógica e filosofia, na Escócia feudal de 1776. Imaginava ele que se cada homem cuidasse dos seus interesses, coletivamente guiados pela “mão invisível” do mercado, encontraríamos o progresso social. Logo após, em 1789, a Revolução Francesa permitiria o aparecimento do estado constitucional moderno, da república democrática e da liberdade individual no chamado mundo ocidental.
    No oriente, entretanto, os conceitos de democracia política e liberdade econômica iriam demorar um pouco mais para serem absorvidos. Ainda hoje, se compararmos a vida dos povos árabes, dos indianos e dos chineses, entre outros orientais, veremos diferenças marcantes.
    Em 1848, Karl Marx aparece para dizer que o livre mercado aumentaria, cada vez mais, a diferença econômica entre os homens, e que permitiria a exploração do capital sobre o trabalho: a mais valia.
    Em 1917, Vladimir Ulianov, dito Lênin, conseguiu implantar a teoria marxista, tornando coletiva a propriedade e os meios de produção, para tentar construir a “nova” sociedade. Seus seguidores, entre eles, Stalin, Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Perón, Castro, Mao e Tito, cada um a seu modo, imaginou um sistema político sem exploração do homem pelo homem. Nenhum deles obteve êxito.
    Para ser justo, talvez tenha sido Fidel Castro, o único ainda vivo, quem tenha visto uma comunidade organizada aproximar-se da igualdade econômica. Porém, seus críticos, afirmam que Cuba está atrasada em relação ao mundo.
    Atrasada no que? Na formação educacional, no sistema de saúde, na geração de empregos, na poluição ambiental, na segurança do cidadão, no padrão de consumo material per capta, nos atentados terroristas, no consumo de drogas, no contrabando de armas, na produção artística, na prática esportiva? Enfim, aquela ilha tem suas vantagens e, certamente, desvantagens. Entre elas a falta de liberdade política.
    O fato é que com a queda do muro de Berlim, o comunismo ruiu e o capitalismo se consolidou como regime econômico global.
    Os capitalistas, empreendedores naturais e necessários, construíam a riqueza em bases sólidas e fixas para poderem ver, admirar e prosperar suas obras. E como homens, embutiam seus sentimentos em suas ações. Um dos grandes prazeres do capitalista era contratar pessoas. Gerar oportunidades e fazer negócios. Todos queriam a expansão empresarial.

    O caroço ficou maior que o abacate

    Contudo, a tecnologia e a especialização avançaram de tal forma que muitos ficaram excluídos do processo produtivo. Numa linguagem simples: o caroço ficou maior do que o abacate.
    O capitalismo atual iniciou um processo de contração e fusão tão grande que já não se sabe de quanto tempo será a vida de uma empresa, quanto tempo durará tal emprego ou determinada função. Tudo pode acabar amanhã.
    Um exemplo claro disto é a sede de um dos grandes aglomerados financeiros mundiais, o HSBC, recentemente construído em Hong Kong. Ela é tão “volátil” que sua estrutura metálica e envidraçada pode ser desmontada e remontada em qualquer outro lugar do planeta. É a síntese do capitalismo do século XXI.
    As empresas, cada vez mais, são gerenciadas por “executivos” treinados para alcançarem metas pré-definidas por acionistas que só querem conhecer os números finais. Se não atingem a meta perdem a posição. E assim colaboram para a antropofagia, em escala global.
    Dentro de pouco tempo já não saberemos mais a quem nos dirigir. O capitalista é um ser em extinção. E o capitalismo perdeu o controle sobre o capital.

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    O liberalismo econômico foi uma tese concebida por Adam Smith, professor de lógica e filosofia, na Escócia feudal de 1776. Imaginava ele que se cada homem cuidasse dos seus interesses, coletivamente guiados pela “mão invisível” do mercado, encontraríamos o progresso social. Logo após, em 1789, a Revolução Francesa permitiria o aparecimento do estado constitucional moderno, da república democrática e da liberdade individual no chamado mundo ocidental.
    No oriente, entretanto, os conceitos de democracia política e liberdade econômica iriam demorar um pouco mais para serem absorvidos. Ainda hoje, se compararmos a vida dos povos árabes, dos indianos e dos chineses, entre outros orientais, veremos diferenças marcantes.
    Em 1848, Karl Marx aparece para dizer que o livre mercado aumentaria, cada vez mais, a diferença econômica entre os homens, e que permitiria a exploração do capital sobre o trabalho: a mais valia.
    Em 1917, Vladimir Ulianov, dito Lênin, conseguiu implantar a teoria marxista, tornando coletiva a propriedade e os meios de produção, para tentar construir a “nova” sociedade. Seus seguidores, entre eles, Stalin, Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Perón, Castro, Mao e Tito, cada um a seu modo, imaginou um sistema político sem exploração do homem pelo homem. Nenhum deles obteve êxito.
    Para ser justo, talvez tenha sido Fidel Castro, o único ainda vivo, quem tenha visto uma comunidade organizada aproximar-se da igualdade econômica. Porém, seus críticos, afirmam que Cuba está atrasada em relação ao mundo.
    Atrasada no que? Na formação educacional, no sistema de saúde, na geração de empregos, na poluição ambiental, na segurança do cidadão, no padrão de consumo material per capta, nos atentados terroristas, no consumo de drogas, no contrabando de armas, na produção artística, na prática esportiva? Enfim, aquela ilha tem suas vantagens e, certamente, desvantagens. Entre elas a falta de liberdade política.
    O fato é que com a queda do muro de Berlim, o comunismo ruiu e o capitalismo se consolidou como regime econômico global.
    Os capitalistas, empreendedores naturais e necessários, construíam a riqueza em bases sólidas e fixas para poderem ver, admirar e prosperar suas obras. E como homens, embutiam seus sentimentos em suas ações. Um dos grandes prazeres do capitalista era contratar pessoas. Gerar oportunidades e fazer negócios. Todos queriam a expansão empresarial.

    O caroço ficou maior que o abacate

    Contudo, a tecnologia e a especialização avançaram de tal forma que muitos ficaram excluídos do processo produtivo. Numa linguagem simples: o caroço ficou maior do que o abacate.
    O capitalismo atual iniciou um processo de contração e fusão tão grande que já não se sabe de quanto tempo será a vida de uma empresa, quanto tempo durará tal emprego ou determinada função. Tudo pode acabar amanhã.
    Um exemplo claro disto é a sede de um dos grandes aglomerados financeiros mundiais, o HSBC, recentemente construído em Hong Kong. Ela é tão “volátil” que sua estrutura metálica e envidraçada pode ser desmontada e remontada em qualquer outro lugar do planeta. É a síntese do capitalismo do século XXI.
    As empresas, cada vez mais, são gerenciadas por “executivos” treinados para alcançarem metas pré-definidas por acionistas que só querem conhecer os números finais. Se não atingem a meta perdem a posição. E assim colaboram para a antropofagia, em escala global.
    Dentro de pouco tempo já não saberemos mais a quem nos dirigir. O capitalista é um ser em extinção. E o capitalismo perdeu o controle sobre o capital.

    11-10-2005 00:00:00

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    O liberalismo econômico foi uma tese concebida por Adam Smith, professor de lógica e filosofia, na Escócia feudal de 1776. Imaginava ele que se cada homem cuidasse dos seus interesses, coletivamente guiados pela “mão invisível” do mercado, encontraríamos o progresso social. Logo após, em 1789, a Revolução Francesa permitiria o aparecimento do estado constitucional moderno, da república democrática e da liberdade individual no chamado mundo ocidental.
    No oriente, entretanto, os conceitos de democracia política e liberdade econômica iriam demorar um pouco mais para serem absorvidos. Ainda hoje, se compararmos a vida dos povos árabes, dos indianos e dos chineses, entre outros orientais, veremos diferenças marcantes.
    Em 1848, Karl Marx aparece para dizer que o livre mercado aumentaria, cada vez mais, a diferença econômica entre os homens, e que permitiria a exploração do capital sobre o trabalho: a mais valia.
    Em 1917, Vladimir Ulianov, dito Lênin, conseguiu implantar a teoria marxista, tornando coletiva a propriedade e os meios de produção, para tentar construir a “nova” sociedade. Seus seguidores, entre eles, Stalin, Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Perón, Castro, Mao e Tito, cada um a seu modo, imaginou um sistema político sem exploração do homem pelo homem. Nenhum deles obteve êxito.
    Para ser justo, talvez tenha sido Fidel Castro, o único ainda vivo, quem tenha visto uma comunidade organizada aproximar-se da igualdade econômica. Porém, seus críticos, afirmam que Cuba está atrasada em relação ao mundo.
    Atrasada no que? Na formação educacional, no sistema de saúde, na geração de empregos, na poluição ambiental, na segurança do cidadão, no padrão de consumo material per capta, nos atentados terroristas, no consumo de drogas, no contrabando de armas, na produção artística, na prática esportiva? Enfim, aquela ilha tem suas vantagens e, certamente, desvantagens. Entre elas a falta de liberdade política.
    O fato é que com a queda do muro de Berlim, o comunismo ruiu e o capitalismo se consolidou como regime econômico global.
    Os capitalistas, empreendedores naturais e necessários, construíam a riqueza em bases sólidas e fixas para poderem ver, admirar e prosperar suas obras. E como homens, embutiam seus sentimentos em suas ações. Um dos grandes prazeres do capitalista era contratar pessoas. Gerar oportunidades e fazer negócios. Todos queriam a expansão empresarial.

    O caroço ficou maior que o abacate

    Contudo, a tecnologia e a especialização avançaram de tal forma que muitos ficaram excluídos do processo produtivo. Numa linguagem simples: o caroço ficou maior do que o abacate.
    O capitalismo atual iniciou um processo de contração e fusão tão grande que já não se sabe de quanto tempo será a vida de uma empresa, quanto tempo durará tal emprego ou determinada função. Tudo pode acabar amanhã.
    Um exemplo claro disto é a sede de um dos grandes aglomerados financeiros mundiais, o HSBC, recentemente construído em Hong Kong. Ela é tão “volátil” que sua estrutura metálica e envidraçada pode ser desmontada e remontada em qualquer outro lugar do planeta. É a síntese do capitalismo do século XXI.
    As empresas, cada vez mais, são gerenciadas por “executivos” treinados para alcançarem metas pré-definidas por acionistas que só querem conhecer os números finais. Se não atingem a meta perdem a posição. E assim colaboram para a antropofagia, em escala global.
    Dentro de pouco tempo já não saberemos mais a quem nos dirigir. O capitalista é um ser em extinção. E o capitalismo perdeu o controle sobre o capital.

    11-10-2005 00:00:00

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  • O Capital

    O liberalismo econômico foi uma tese concebida por Adam Smith, professor de lógica e filosofia, na Escócia feudal de 1776. Imaginava ele que se cada homem cuidasse dos seus interesses, coletivamente guiados pela “mão invisível” do mercado, encontraríamos o progresso social. Logo após, em 1789, a Revolução Francesa permitiria o aparecimento do estado constitucional moderno, da república democrática e da liberdade individual no chamado mundo ocidental.
    No oriente, entretanto, os conceitos de democracia política e liberdade econômica iriam demorar um pouco mais para serem absorvidos. Ainda hoje, se compararmos a vida dos povos árabes, dos indianos e dos chineses, entre outros orientais, veremos diferenças marcantes.
    Em 1848, Karl Marx aparece para dizer que o livre mercado aumentaria, cada vez mais, a diferença econômica entre os homens, e que permitiria a exploração do capital sobre o trabalho: a mais valia.
    Em 1917, Vladimir Ulianov, dito Lênin, conseguiu implantar a teoria marxista, tornando coletiva a propriedade e os meios de produção, para tentar construir a “nova” sociedade. Seus seguidores, entre eles, Stalin, Mussolini, Hitler, Franco, Salazar, Perón, Castro, Mao e Tito, cada um a seu modo, imaginou um sistema político sem exploração do homem pelo homem. Nenhum deles obteve êxito.
    Para ser justo, talvez tenha sido Fidel Castro, o único ainda vivo, quem tenha visto uma comunidade organizada aproximar-se da igualdade econômica. Porém, seus críticos, afirmam que Cuba está atrasada em relação ao mundo.
    Atrasada no que? Na formação educacional, no sistema de saúde, na geração de empregos, na poluição ambiental, na segurança do cidadão, no padrão de consumo material per capta, nos atentados terroristas, no consumo de drogas, no contrabando de armas, na produção artística, na prática esportiva? Enfim, aquela ilha tem suas vantagens e, certamente, desvantagens. Entre elas a falta de liberdade política.
    O fato é que com a queda do muro de Berlim, o comunismo ruiu e o capitalismo se consolidou como regime econômico global.
    Os capitalistas, empreendedores naturais e necessários, construíam a riqueza em bases sólidas e fixas para poderem ver, admirar e prosperar suas obras. E como homens, embutiam seus sentimentos em suas ações. Um dos grandes prazeres do capitalista era contratar pessoas. Gerar oportunidades e fazer negócios. Todos queriam a expansão empresarial.

    O caroço ficou maior que o abacate

    Contudo, a tecnologia e a especialização avançaram de tal forma que muitos ficaram excluídos do processo produtivo. Numa linguagem simples: o caroço ficou maior do que o abacate.
    O capitalismo atual iniciou um processo de contração e fusão tão grande que já não se sabe de quanto tempo será a vida de uma empresa, quanto tempo durará tal emprego ou determinada função. Tudo pode acabar amanhã.
    Um exemplo claro disto é a sede de um dos grandes aglomerados financeiros mundiais, o HSBC, recentemente construído em Hong Kong. Ela é tão “volátil” que sua estrutura metálica e envidraçada pode ser desmontada e remontada em qualquer outro lugar do planeta. É a síntese do capitalismo do século XXI.
    As empresas, cada vez mais, são gerenciadas por “executivos” treinados para alcançarem metas pré-definidas por acionistas que só querem conhecer os números finais. Se não atingem a meta perdem a posição. E assim colaboram para a antropofagia, em escala global.
    Dentro de pouco tempo já não saberemos mais a quem nos dirigir. O capitalista é um ser em extinção. E o capitalismo perdeu o controle sobre o capital.

    11-10-2005 00:00:00

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  • A Importância do COMTUR no desenvolvimento do Turismo

    Na esfera pública existem as presenças dos chamados “Conselhos Municipais”. Estes órgãos são criados pela Câmara Municipal e nomeados por decretos do Chefe do Executivo. O objetivo é oferecer à sociedade civil um espaço oficial de debates e deliberações (quando a Lei assim permite) nas mais diversas áreas de interesse coletivo. Dentre eles, destaco o COMTUR / Conselho Municipal do Turismo.
    O COMTUR possui, assim, dentre suas finalidades, o incentivo ao turismo sustentável a partir de ações que possibilitem o incremento do produto turístico local. Leva-se em consideração para o planejamento almejado a participação dos principais segmentos sociais organizados do setor, ou seja, associações hoteleiras, comerciais, de artesãos,...
    A partir de um diálogo alicerçado em vivências cotidianas se deve elaborar projetos técnicos com o envolvimento de profissionais da área. Neste ponto é relevante mencionar que as diretrizes encaminhadas precisam amparar-se na Política Nacional de Turismo que descreve os seguintes pontos: proteção ao patrimônio histórico; divulgação e promoção dos valores culturais; incentivo ao turismo interno; e estímulo à captação de turistas estrangeiros. Com estas metas estabelecidas são criados mecanismos para a inclusão social, especialmente a partir da capacitação da mão de obra local.
    O funcionamento do Conselho Municipal do Turismo necessita acontecer de maneira regular com o envolvimento voluntário de seus componentes, uma vez que tratam de trabalhos de relevância pública, onde não são previstos salários. Portanto, fazer parte do COMTUR é ter a responsabilidade social de compor um quadro administrativo voltado ao interesse coletivo do turismo. Ao mesmo tempo, a regularidade de encontros, seminários, debates, reuniões públicas e palestras informativas, que procurem envolver, formar e informar a comunidade local é essencial.
    Fica claro que o COMTUR só cumpre de fato com os seus objetivos quando amparado por um plano de trabalho eficiente, cabendo ao Executivo Municipal um diálogo freqüente e objetivo, para que através de suas Secretarias Municipais aconteça a prática das ações previstas.
    Portanto, os trabalhos oriundos destes conselhos municipais existentes em municípios turísticos brasileiros são primordiais para o desenvolvimento do setor. Algumas cidades já se destacam como Bonito - MT.
    Nas articulações da atual administração municipal de Armação dos Búzios está na pauta a implementação e funcionamento do COMTUR - Búzios. Esperamos que ele possa vir a se tornar um marco no desenvolvimento sustentável do turismo deste promissor destino internacional.

    07-10-2005 00:00:00

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