Reclamações de moradores de Búzios quanto às condições dos pontos de transporte público, principalmente em relação à falta de abrigos e calçadas apropriadas nesses locais. Em dias de chuva, por exemplo, usuários são obrigados a procurar locais cobertos para esperar a chegada do ônibus ou ficar no ponto, em meio à lama e sem proteção. Em dias de chuva, chego a perder o ônibus, pois tenho que procurar abrigo e acabo perdendo o transporte. Se fico próximo à rua, tomo chuva e fico suja de lama reclamou Sandra Leite da Silva, da Rasa.
Falta de iluminação, informações sobre horários, acentos e telefones públicos próximos são outras reclamações.
- Falta acostamento adequado e organizar os pontos, pois os transportes param em qualquer lugar, e isso em uma cidade turística e que arrecada tanto dinheiro. A Rua das Pedras está toda arrumada, enquanto a cidade está toda abandonada - declarou João Luiz, morador da Marina.
Os pontos existentes na Cidade com cobertura, a maioria com telhas quebradas. A falta de iluminação também deixa moradores vulneráveis à noite, por exemplo, no ponto de ônibus próximo à Policlínica em Manguinhos, onde não existe iluminação e a movimentação é grande.
Em Cabo Frio, uma parceria entre governo municipal e comércio local resolveu a questão de falta de ponto de ônibus e sua infraestrutura, financiando construção e manutenção deles e, ao mesmo tempo, divulgando suas marcas por meio de letreiros.
07-08-2009 00:00:00
saiba maisNos dias de hoje, mesmo com avanços em legislações trabalhistas por todo o mundo, greves e revoltas de colaboradores acontecem em larga escala. Não chega a causar estranheza a freqüência com que isso acontece. O fato é que em momentos em que a economia se desestabiliza, o cerco se fecha contra trabalhadores. E empresas que não são dotadas de estruturas horizontais para o estabelecimento de normas que melhorem as condições de vida dos trabalhadores, partem para a força. São liminares na justiça, processos buscando a inconstitucionalidade da paralisação. Quando apenas modelos gerenciais mais adequados seriam o suficiente para que se evitasse a hecatombe política e social que é causada por uma greve, como a ocorrida na França em fins de janeiro deste ano. Fato que foi o maior desafio político de Sarkozy desde o início de seu mandato no início de 2007. A atualidade traz a tona uma lição na velha máxima: vão os anéis, ficam os dedos. Se não por um compromisso ético com seus colaboradores, por uma questão de segurança e estabilidade política e social, além, obviamente, de se evitarem os prejuízos causados por uma paralisação, independente do volume de colaboradores que venham a aderir.
Entretanto, resguardemos a diferença, os colaboradores tendem a serem temerosos em relação às empresas que não dêem garantias, empresas que não tenham em seus programas a constante capacitação de colaboradores.
Resultado disso: os trabalhadores acabam sendo vendidos a ideais partidários, comprados por promessas paternalistas, invés de métodos que priorizem seu crescimento e de suas condições de trabalho. Ainda pior, se tornam partidário de políticos populistas, como no caso do Brasil. Causa-me pavor à cegueira de empresários das décadas de 1950 e 1960 que reagem contra posições tomadas por nosso presidente Lula, criticam sua baixa capacidade acadêmica nos moldes tradicionais. Ao que me parece é o mesmo que culpar a água por queimar a mão, quando na verdade foram eles mesmos quem a colocaram no fogo. Com modelos gerenciais opressores desse período, pouquíssimas preocupações com a qualidade de vida de colaboradores, eles é quem criaram o presidente Lula. Fomentaram entre os operários do ABC Paulista o espírito de revolta num estilo que pode ser semelhante ao que é expresso em Le jour de gloire est arrive, contre nous de la tyrannie, Letendard sanglant est leve do hino nacional mais lembrado de toda a história: La Marseillaise. Expressando um conjunto de ideais relativos à revolta característica desse cortejo de operários da época, temos nessa frase um exemplo daquilo que fosse talvez mais representativo do que havia entre essas pessoas: sentimento de revolta.
Não ponderarei aqui se tratavam de sentimentos de revolta ou senso de oportunidade, pois não nos cabe aqui expressar opinião política ou partidária, mas vale sim citar o fato de que essa luta por direitos civis e políticos do século XVIII deu origem mais tarde na luta por estabelecimento de direitos trabalhistas no Brasil e ainda: origem ao partido do nosso presidente.
Esse ideal lançado no século XVIII vem, 200 anos mais tarde servir de base para o processo de construção da imagem mercadológica de um presidente tão amplamente criticado no Brasil, cuja postura e determinação no momento em que se deve afirmar como conhecedor de todos os fatos que ocorrem no país e, inclusive, nos gabinetes ao lado, é criticável.
Infelizmente, ao que parece no Brasil de hoje, considerando os modelos gerenciais que são praticados em muitas das nossas empresas, sejam de pequeno, médio ou grande porte, somos hoje um celeiro de um conjunto de cópias do nosso atual presidente. Se ele é de fato tão ruim quanto muitos empresários afirmam, então porque continuam dando condições para que se criem outros como ele no futuro? Fica a pergunta.
07-08-2009 00:00:00
saiba maisReclamações de moradores de Búzios quanto às condições dos pontos de transporte público, principalmente em relação à falta de abrigos e calçadas apropriadas nesses locais. Em dias de chuva, por exemplo, usuários são obrigados a procurar locais cobertos para esperar a chegada do ônibus ou ficar no ponto, em meio à lama e sem proteção. Em dias de chuva, chego a perder o ônibus, pois tenho que procurar abrigo e acabo perdendo o transporte. Se fico próximo à rua, tomo chuva e fico suja de lama reclamou Sandra Leite da Silva, da Rasa.
Falta de iluminação, informações sobre horários, acentos e telefones públicos próximos são outras reclamações.
- Falta acostamento adequado e organizar os pontos, pois os transportes param em qualquer lugar, e isso em uma cidade turística e que arrecada tanto dinheiro. A Rua das Pedras está toda arrumada, enquanto a cidade está toda abandonada - declarou João Luiz, morador da Marina.
Os pontos existentes na Cidade com cobertura, a maioria com telhas quebradas. A falta de iluminação também deixa moradores vulneráveis à noite, por exemplo, no ponto de ônibus próximo à Policlínica em Manguinhos, onde não existe iluminação e a movimentação é grande.
Em Cabo Frio, uma parceria entre governo municipal e comércio local resolveu a questão de falta de ponto de ônibus e sua infraestrutura, financiando construção e manutenção deles e, ao mesmo tempo, divulgando suas marcas por meio de letreiros.
07-08-2009 00:00:00
saiba maisAO LONGO DOS meus mais de 40 anos de trabalho, tive a oportunidade de conviver com empresários e empresários.
Sim, podemos separá-los em grupos bem distintos. Dessa convivência, recolhi aprendizados que me permitem apontar algumas diferenças que os caracterizam. Há aqueles que jamais estão satisfeitos e os que se satisfazem com os resultados que já alcançaram.
Os que criam novos mercados e os que se limitam a aumentar a participação no mercado existente. Os que buscam surpreender os clientes com inovações e os que se contentam em satisfazer necessidades. Os que pensam no longo prazo, com visão de estadista, e os que são imediatistas e mercenários.
Os que tomam decisões intuitivas e os que são lógico-racionais.
Os que são criativos e fazem as coisas acontecer e os que esperam que as coisas aconteçam. Os que formulam e desenham o caminho para aonde querem ir e os que simplesmente reagem. Os que acertam mais do que erram -e, quando erram, viram a página e usam o erro como fonte de aprendizado, e os que preferem se lastimar pelos erros cometidos. Os que analisam o custo-benefício e os que se preocupam apenas com os custos.
Às características associadas aos que figuram no primeiro grupo acima, acrescento que um empresário autêntico:
- Prioriza a obtenção do lucro, mediante decisões com foco na satisfação dos clientes e no aumento crescente de produtividade;
- Busca sempre maiores lucros, mas os destina prioritariamente ao fortalecimento da empresa, visando seu crescimento qualitativo e quantitativo;
- Tem seu patrimônio pessoal e seu destino -planos de vida e carreira- casados com a empresa;
- Zela para a empresa se manter no rumo da sobrevivência, do crescimento e da perpetuidade;
- Tem consciência de que suceder e ser sucedido são responsabilidades que assume com as novas gerações, os clientes, os acionistas e o futuro da empresa;
- Sabe se autoavaliar, visando o próprio desenvolvimento e a identificação de equipes e parceiros que lhe sejam complementares;
- Reconhece os parceiros talentosos como agentes do desenvolvimento da empresa e sabe estimular, delegando responsabilidades maiores que a condição momentânea do indivíduo porque confia no potencial das pessoas;
- É um líder educador e pratica a pedagogia da presença, compartilhando tempo, presença, experiência e exemplos;
- Divide os acertos e assume os erros;
- É humanista e flexível, mas não é frágil;
- Tem consciência plena da responsabilidade social, cultural e ambiental da empresa que dirige.
06-08-2009 00:00:00
saiba maisAO LONGO DOS meus mais de 40 anos de trabalho, tive a oportunidade de conviver com empresários e empresários.
Sim, podemos separá-los em grupos bem distintos. Dessa convivência, recolhi aprendizados que me permitem apontar algumas diferenças que os caracterizam. Há aqueles que jamais estão satisfeitos e os que se satisfazem com os resultados que já alcançaram.
Os que criam novos mercados e os que se limitam a aumentar a participação no mercado existente. Os que buscam surpreender os clientes com inovações e os que se contentam em satisfazer necessidades. Os que pensam no longo prazo, com visão de estadista, e os que são imediatistas e mercenários.
Os que tomam decisões intuitivas e os que são lógico-racionais.
Os que são criativos e fazem as coisas acontecer e os que esperam que as coisas aconteçam. Os que formulam e desenham o caminho para aonde querem ir e os que simplesmente reagem. Os que acertam mais do que erram -e, quando erram, viram a página e usam o erro como fonte de aprendizado, e os que preferem se lastimar pelos erros cometidos. Os que analisam o custo-benefício e os que se preocupam apenas com os custos.
Às características associadas aos que figuram no primeiro grupo acima, acrescento que um empresário autêntico:
- Prioriza a obtenção do lucro, mediante decisões com foco na satisfação dos clientes e no aumento crescente de produtividade;
- Busca sempre maiores lucros, mas os destina prioritariamente ao fortalecimento da empresa, visando seu crescimento qualitativo e quantitativo;
- Tem seu patrimônio pessoal e seu destino -planos de vida e carreira- casados com a empresa;
- Zela para a empresa se manter no rumo da sobrevivência, do crescimento e da perpetuidade;
- Tem consciência de que suceder e ser sucedido são responsabilidades que assume com as novas gerações, os clientes, os acionistas e o futuro da empresa;
- Sabe se autoavaliar, visando o próprio desenvolvimento e a identificação de equipes e parceiros que lhe sejam complementares;
- Reconhece os parceiros talentosos como agentes do desenvolvimento da empresa e sabe estimular, delegando responsabilidades maiores que a condição momentânea do indivíduo porque confia no potencial das pessoas;
- É um líder educador e pratica a pedagogia da presença, compartilhando tempo, presença, experiência e exemplos;
- Divide os acertos e assume os erros;
- É humanista e flexível, mas não é frágil;
- Tem consciência plena da responsabilidade social, cultural e ambiental da empresa que dirige.
06-08-2009 00:00:00
saiba maisAO LONGO DOS meus mais de 40 anos de trabalho, tive a oportunidade de conviver com empresários e empresários.
Sim, podemos separá-los em grupos bem distintos. Dessa convivência, recolhi aprendizados que me permitem apontar algumas diferenças que os caracterizam. Há aqueles que jamais estão satisfeitos e os que se satisfazem com os resultados que já alcançaram.
Os que criam novos mercados e os que se limitam a aumentar a participação no mercado existente. Os que buscam surpreender os clientes com inovações e os que se contentam em satisfazer necessidades. Os que pensam no longo prazo, com visão de estadista, e os que são imediatistas e mercenários.
Os que tomam decisões intuitivas e os que são lógico-racionais.
Os que são criativos e fazem as coisas acontecer e os que esperam que as coisas aconteçam. Os que formulam e desenham o caminho para aonde querem ir e os que simplesmente reagem. Os que acertam mais do que erram -e, quando erram, viram a página e usam o erro como fonte de aprendizado, e os que preferem se lastimar pelos erros cometidos. Os que analisam o custo-benefício e os que se preocupam apenas com os custos.
Às características associadas aos que figuram no primeiro grupo acima, acrescento que um empresário autêntico:
- Prioriza a obtenção do lucro, mediante decisões com foco na satisfação dos clientes e no aumento crescente de produtividade;
- Busca sempre maiores lucros, mas os destina prioritariamente ao fortalecimento da empresa, visando seu crescimento qualitativo e quantitativo;
- Tem seu patrimônio pessoal e seu destino -planos de vida e carreira- casados com a empresa;
- Zela para a empresa se manter no rumo da sobrevivência, do crescimento e da perpetuidade;
- Tem consciência de que suceder e ser sucedido são responsabilidades que assume com as novas gerações, os clientes, os acionistas e o futuro da empresa;
- Sabe se autoavaliar, visando o próprio desenvolvimento e a identificação de equipes e parceiros que lhe sejam complementares;
- Reconhece os parceiros talentosos como agentes do desenvolvimento da empresa e sabe estimular, delegando responsabilidades maiores que a condição momentânea do indivíduo porque confia no potencial das pessoas;
- É um líder educador e pratica a pedagogia da presença, compartilhando tempo, presença, experiência e exemplos;
- Divide os acertos e assume os erros;
- É humanista e flexível, mas não é frágil;
- Tem consciência plena da responsabilidade social, cultural e ambiental da empresa que dirige.
06-08-2009 00:00:00
saiba mais05-08-2009 00:00:00
saiba mais05-08-2009 00:00:00
saiba mais05-08-2009 00:00:00
saiba maisO comandante Raúl Castro já avisou ao povo que a coisa está feia e que a crise mundial exige sacrifícios de todos. Não é novidade: é o que os cubanos já vêm fazendo nos últimos 50 anos. Os sábios do partido, os grandes planejadores, os faróis do socialismo, concluíram que a única solução será arrendar 40% das terras férteis do Estado, que estão ociosas, e mandar o povo plantar o que comer. Pátria o muerte!
Depois de 50 anos de reforma agrária, fazendas coletivas, cooperativas rurais, agricultura comunitária, todas as formas de coletivização agrícola socialista foram postas em pratica e resultaram em incontestável fracasso. Do contrario não haveria tanta terra ociosa, tanta gente desempregada e tanta escassez de alimentos na ilha, depois de 50 anos de povo no poder.
Os companheiros cubanos vão descobrir que uma agricultura produtiva não se faz com vontade política e patriotismo, mas com máquinas modernas e tecnologia, e é movida pelo empreendedorismo e pela busca de remuneração para seus trabalhadores e investidores. Mas o perfeito idiota latino-americano é fiel ao modelo fidelista. Socialismo o muerte!
O comentarista de economia da TV estatal cubana, Ariel Terrero, na prática um porta-voz do governo, falou claro:
O arrendamento de terras estatais a 80 mil pessoas, que afinal é colocar a propriedade estadual nas mãos dos produtores, poderia ser aplicado a outros setores, como os serviços alimentícios, o comércio varejista e outras áreas onde é realmente impossível, diante da diversidade e dos objetivos dos negócios, que o Estado administre diretamente. São necessárias fórmulas mais dinâmicas, mais inteligentes, de entender a propriedade, de administrar um serviço ou uma cafeteria.
Levaram 50 anos de sangue, suor, lágrimas e bravatas, sobre multidões de mortos, para chegar ao óbvio. Logo, vão descobrir que, como no Brasil, é o agronegócio bem- sucedido que multiplica e barateia os alimentos, cria empregos e gera divisas para o país importar os equipamentos de que precisa para se modernizar e crescer.
Se continuarem assim, os cubanos vão acabar caindo numa democracia.
01-08-2009 00:00:00
saiba maisO comandante Raúl Castro já avisou ao povo que a coisa está feia e que a crise mundial exige sacrifícios de todos. Não é novidade: é o que os cubanos já vêm fazendo nos últimos 50 anos. Os sábios do partido, os grandes planejadores, os faróis do socialismo, concluíram que a única solução será arrendar 40% das terras férteis do Estado, que estão ociosas, e mandar o povo plantar o que comer. Pátria o muerte!
Depois de 50 anos de reforma agrária, fazendas coletivas, cooperativas rurais, agricultura comunitária, todas as formas de coletivização agrícola socialista foram postas em pratica e resultaram em incontestável fracasso. Do contrario não haveria tanta terra ociosa, tanta gente desempregada e tanta escassez de alimentos na ilha, depois de 50 anos de povo no poder.
Os companheiros cubanos vão descobrir que uma agricultura produtiva não se faz com vontade política e patriotismo, mas com máquinas modernas e tecnologia, e é movida pelo empreendedorismo e pela busca de remuneração para seus trabalhadores e investidores. Mas o perfeito idiota latino-americano é fiel ao modelo fidelista. Socialismo o muerte!
O comentarista de economia da TV estatal cubana, Ariel Terrero, na prática um porta-voz do governo, falou claro:
O arrendamento de terras estatais a 80 mil pessoas, que afinal é colocar a propriedade estadual nas mãos dos produtores, poderia ser aplicado a outros setores, como os serviços alimentícios, o comércio varejista e outras áreas onde é realmente impossível, diante da diversidade e dos objetivos dos negócios, que o Estado administre diretamente. São necessárias fórmulas mais dinâmicas, mais inteligentes, de entender a propriedade, de administrar um serviço ou uma cafeteria.
Levaram 50 anos de sangue, suor, lágrimas e bravatas, sobre multidões de mortos, para chegar ao óbvio. Logo, vão descobrir que, como no Brasil, é o agronegócio bem- sucedido que multiplica e barateia os alimentos, cria empregos e gera divisas para o país importar os equipamentos de que precisa para se modernizar e crescer.
Se continuarem assim, os cubanos vão acabar caindo numa democracia.
01-08-2009 00:00:00
saiba maisO comandante Raúl Castro já avisou ao povo que a coisa está feia e que a crise mundial exige sacrifícios de todos. Não é novidade: é o que os cubanos já vêm fazendo nos últimos 50 anos. Os sábios do partido, os grandes planejadores, os faróis do socialismo, concluíram que a única solução será arrendar 40% das terras férteis do Estado, que estão ociosas, e mandar o povo plantar o que comer. Pátria o muerte!
Depois de 50 anos de reforma agrária, fazendas coletivas, cooperativas rurais, agricultura comunitária, todas as formas de coletivização agrícola socialista foram postas em pratica e resultaram em incontestável fracasso. Do contrario não haveria tanta terra ociosa, tanta gente desempregada e tanta escassez de alimentos na ilha, depois de 50 anos de povo no poder.
Os companheiros cubanos vão descobrir que uma agricultura produtiva não se faz com vontade política e patriotismo, mas com máquinas modernas e tecnologia, e é movida pelo empreendedorismo e pela busca de remuneração para seus trabalhadores e investidores. Mas o perfeito idiota latino-americano é fiel ao modelo fidelista. Socialismo o muerte!
O comentarista de economia da TV estatal cubana, Ariel Terrero, na prática um porta-voz do governo, falou claro:
O arrendamento de terras estatais a 80 mil pessoas, que afinal é colocar a propriedade estadual nas mãos dos produtores, poderia ser aplicado a outros setores, como os serviços alimentícios, o comércio varejista e outras áreas onde é realmente impossível, diante da diversidade e dos objetivos dos negócios, que o Estado administre diretamente. São necessárias fórmulas mais dinâmicas, mais inteligentes, de entender a propriedade, de administrar um serviço ou uma cafeteria.
Levaram 50 anos de sangue, suor, lágrimas e bravatas, sobre multidões de mortos, para chegar ao óbvio. Logo, vão descobrir que, como no Brasil, é o agronegócio bem- sucedido que multiplica e barateia os alimentos, cria empregos e gera divisas para o país importar os equipamentos de que precisa para se modernizar e crescer.
Se continuarem assim, os cubanos vão acabar caindo numa democracia.
01-08-2009 00:00:00
saiba mais31-07-2009 00:00:00
saiba mais31-07-2009 00:00:00
saiba mais31-07-2009 00:00:00
saiba maisÉ comum no meio empresarial percebermos que há certa repulsa à expressão de sentimentos pelo trabalho. Associamos o trabalho à noção de punição e mesmo na bíblia o trabalho surge com uma idéia pejorativa como em No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes á terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó, e em pó te tornarás (Gênesis 3 -19). Uma vez punido, não que Adão não trabalhasse no jardim do Édem, mas neste momento, sentenciado por Deus, começa de fato o esforço maior para que haja a sobrevivência. Obrigado cultura ocidental, por forçar as pessoas a crerem no fato de que o trabalho é sinônimo de sofrimento, punição, erro, luta entre outros adjetivos tão pejorativos quanto estes.
Mas ainda pior são as empresas que mantém essa mesma concepção traduzindo-a em situações e práticas de gestão de pessoas que não valorizam o esforço pessoal bem como os sentimentos dos colaboradores sobre a empresa. Um erro! Erro fatal! Meios técnicos, métodos mecânicos de trabalho, capacidades técnicas são compradas, sentimentos não. Um colaborador que de fato ame a empresa não se encontra em qualquer lugar e isso ainda depende da empresa fazer-se digna do amor do colaborador. Ou seja, qualquer elemento técnico que seja produzido pelo gênio humano pode ser copiado por um concorrente ou pode ser superado pelo mercado.
Entretanto as pessoas que estejam neste processo não. Cada ser humano por ser único, tem uma forma própria de reagir ao meio. Um colaborador que tenha com a empresa não um vínculo meramente trabalhista, mas um vínculo empreendedor não poderá ser substituído por outro. Ninguém é insubstituível, mas ninguém é, ao mesmo tempo, passível de ser copiado. Isto é, um posto na empresa pode ser trocado, mas a forma de reagir ao meio, ao mercado, aos colegas de trabalho será diferente.
O fomento a esta concepção antiga e (por que não?) antiquada é feita momentos de crise, de dificuldade de adaptação ao trabalho, momentos em que é de fundamental importância que o colaborador esteja à vontade e tranqüilo para o exercício de suas funções. A existência de programas de capacitação continuada nos dias de hoje é de fundamental importância para a lucratividade da empresa, mas este ainda não é o foco.
O ponto é: profissionais que recebem investimentos pessoais por parte da empresa tendem a se manter fiéis a ela. Tendem a adquirir responsabilidades e moralmente se tornam mais engajados nos projetos da empresa. O resultado disso é uma festa de sucessos. O sucesso da empresa no tocante à satisfação de seus fins mercadológicos e, acima de tudo, satisfação pessoal.
Colaboradores felizes por desempenharem funções para as quais foram preparados e por verem os frutos de seu trabalho. O colaborador é um só, um se que experimenta dúvidas, incertezas, frustrações em todos os campos de sua existência. Se o trabalho fizer parte desse inventário de catástrofes, o trabalho não terá resultado e a empresa ao invés de ser um local de realizações, será um local de dores e tristeza.
Tais recursos são tão fundamentais para uma empresa que em alguns países é criado um departamento apenas para planejar, coordenar e controlar tais processos. Separado dos departamentos de Recursos Humanos ou do Departamento Pessoal, com poderes para planejar as transformações humanas em equipes inteiras de colaboradores dos diversos setores. Tornar processos e tarefas mais dignas de um ser humano, para que este seja capaz de exercer a plenitude de suas atividades.Um setor dedicado a humanizar a empresa.
Enquanto esse tipo de preocupação não se torna pauta central da gestão empresarial em nossa região, seguimos vendo o trabalho mero meio de sustento e não de prazer, não como meio para realizações.
30-07-2009 00:00:00
saiba maisÉ comum no meio empresarial percebermos que há certa repulsa à expressão de sentimentos pelo trabalho. Associamos o trabalho à noção de punição e mesmo na bíblia o trabalho surge com uma idéia pejorativa como em No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes á terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó, e em pó te tornarás (Gênesis 3 -19). Uma vez punido, não que Adão não trabalhasse no jardim do Édem, mas neste momento, sentenciado por Deus, começa de fato o esforço maior para que haja a sobrevivência. Obrigado cultura ocidental, por forçar as pessoas a crerem no fato de que o trabalho é sinônimo de sofrimento, punição, erro, luta entre outros adjetivos tão pejorativos quanto estes.
Mas ainda pior são as empresas que mantém essa mesma concepção traduzindo-a em situações e práticas de gestão de pessoas que não valorizam o esforço pessoal bem como os sentimentos dos colaboradores sobre a empresa. Um erro! Erro fatal! Meios técnicos, métodos mecânicos de trabalho, capacidades técnicas são compradas, sentimentos não. Um colaborador que de fato ame a empresa não se encontra em qualquer lugar e isso ainda depende da empresa fazer-se digna do amor do colaborador. Ou seja, qualquer elemento técnico que seja produzido pelo gênio humano pode ser copiado por um concorrente ou pode ser superado pelo mercado.
Entretanto as pessoas que estejam neste processo não. Cada ser humano por ser único, tem uma forma própria de reagir ao meio. Um colaborador que tenha com a empresa não um vínculo meramente trabalhista, mas um vínculo empreendedor não poderá ser substituído por outro. Ninguém é insubstituível, mas ninguém é, ao mesmo tempo, passível de ser copiado. Isto é, um posto na empresa pode ser trocado, mas a forma de reagir ao meio, ao mercado, aos colegas de trabalho será diferente.
O fomento a esta concepção antiga e (por que não?) antiquada é feita momentos de crise, de dificuldade de adaptação ao trabalho, momentos em que é de fundamental importância que o colaborador esteja à vontade e tranqüilo para o exercício de suas funções. A existência de programas de capacitação continuada nos dias de hoje é de fundamental importância para a lucratividade da empresa, mas este ainda não é o foco.
O ponto é: profissionais que recebem investimentos pessoais por parte da empresa tendem a se manter fiéis a ela. Tendem a adquirir responsabilidades e moralmente se tornam mais engajados nos projetos da empresa. O resultado disso é uma festa de sucessos. O sucesso da empresa no tocante à satisfação de seus fins mercadológicos e, acima de tudo, satisfação pessoal.
Colaboradores felizes por desempenharem funções para as quais foram preparados e por verem os frutos de seu trabalho. O colaborador é um só, um se que experimenta dúvidas, incertezas, frustrações em todos os campos de sua existência. Se o trabalho fizer parte desse inventário de catástrofes, o trabalho não terá resultado e a empresa ao invés de ser um local de realizações, será um local de dores e tristeza.
Tais recursos são tão fundamentais para uma empresa que em alguns países é criado um departamento apenas para planejar, coordenar e controlar tais processos. Separado dos departamentos de Recursos Humanos ou do Departamento Pessoal, com poderes para planejar as transformações humanas em equipes inteiras de colaboradores dos diversos setores. Tornar processos e tarefas mais dignas de um ser humano, para que este seja capaz de exercer a plenitude de suas atividades.Um setor dedicado a humanizar a empresa.
Enquanto esse tipo de preocupação não se torna pauta central da gestão empresarial em nossa região, seguimos vendo o trabalho mero meio de sustento e não de prazer, não como meio para realizações.
30-07-2009 00:00:00
saiba maisÉ comum no meio empresarial percebermos que há certa repulsa à expressão de sentimentos pelo trabalho. Associamos o trabalho à noção de punição e mesmo na bíblia o trabalho surge com uma idéia pejorativa como em No suor do teu rosto, comerás o teu pão, até que te tornes á terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó, e em pó te tornarás (Gênesis 3 -19). Uma vez punido, não que Adão não trabalhasse no jardim do Édem, mas neste momento, sentenciado por Deus, começa de fato o esforço maior para que haja a sobrevivência. Obrigado cultura ocidental, por forçar as pessoas a crerem no fato de que o trabalho é sinônimo de sofrimento, punição, erro, luta entre outros adjetivos tão pejorativos quanto estes.
Mas ainda pior são as empresas que mantém essa mesma concepção traduzindo-a em situações e práticas de gestão de pessoas que não valorizam o esforço pessoal bem como os sentimentos dos colaboradores sobre a empresa. Um erro! Erro fatal! Meios técnicos, métodos mecânicos de trabalho, capacidades técnicas são compradas, sentimentos não. Um colaborador que de fato ame a empresa não se encontra em qualquer lugar e isso ainda depende da empresa fazer-se digna do amor do colaborador. Ou seja, qualquer elemento técnico que seja produzido pelo gênio humano pode ser copiado por um concorrente ou pode ser superado pelo mercado.
Entretanto as pessoas que estejam neste processo não. Cada ser humano por ser único, tem uma forma própria de reagir ao meio. Um colaborador que tenha com a empresa não um vínculo meramente trabalhista, mas um vínculo empreendedor não poderá ser substituído por outro. Ninguém é insubstituível, mas ninguém é, ao mesmo tempo, passível de ser copiado. Isto é, um posto na empresa pode ser trocado, mas a forma de reagir ao meio, ao mercado, aos colegas de trabalho será diferente.
O fomento a esta concepção antiga e (por que não?) antiquada é feita momentos de crise, de dificuldade de adaptação ao trabalho, momentos em que é de fundamental importância que o colaborador esteja à vontade e tranqüilo para o exercício de suas funções. A existência de programas de capacitação continuada nos dias de hoje é de fundamental importância para a lucratividade da empresa, mas este ainda não é o foco.
O ponto é: profissionais que recebem investimentos pessoais por parte da empresa tendem a se manter fiéis a ela. Tendem a adquirir responsabilidades e moralmente se tornam mais engajados nos projetos da empresa. O resultado disso é uma festa de sucessos. O sucesso da empresa no tocante à satisfação de seus fins mercadológicos e, acima de tudo, satisfação pessoal.
Colaboradores felizes por desempenharem funções para as quais foram preparados e por verem os frutos de seu trabalho. O colaborador é um só, um se que experimenta dúvidas, incertezas, frustrações em todos os campos de sua existência. Se o trabalho fizer parte desse inventário de catástrofes, o trabalho não terá resultado e a empresa ao invés de ser um local de realizações, será um local de dores e tristeza.
Tais recursos são tão fundamentais para uma empresa que em alguns países é criado um departamento apenas para planejar, coordenar e controlar tais processos. Separado dos departamentos de Recursos Humanos ou do Departamento Pessoal, com poderes para planejar as transformações humanas em equipes inteiras de colaboradores dos diversos setores. Tornar processos e tarefas mais dignas de um ser humano, para que este seja capaz de exercer a plenitude de suas atividades.Um setor dedicado a humanizar a empresa.
Enquanto esse tipo de preocupação não se torna pauta central da gestão empresarial em nossa região, seguimos vendo o trabalho mero meio de sustento e não de prazer, não como meio para realizações.
30-07-2009 00:00:00
saiba maisA caridade na verdade é o título da recente encíclica de Bento XVI. Nela o Papa enfatiza a dimensão social e política do amor: Querer o bem comum e trabalhar por ele é exigência de justiça e de caridade. Comprometer-se pelo bem comum é, por um lado, cuidar e, por outro, valer-se do conjunto de instituições que estruturam jurídica, civil, política e culturalmente a vida social, que deste modo toma a forma de cidade. Ama-se tanto mais eficazmente o próximo, quanto mais se trabalha em prol de um bem comum que dê resposta também às suas necessidade reais.
Bento XVI frisa que as situações de subdesenvolvimento não são fruto do acaso nem de uma necessidade histórica, mas dependem da responsabilidade humana. É por isso que os povos da fome se dirigem hoje, de modo dramático, aos povos da opulência.
Em seguida, critica o neoliberalismo: O objetivo exclusivo de lucro, quando mal produzido e sem ter como fim último o bem comum, arrisca-se a destruir riqueza e criar pobreza. (...) A crise obriga-nos a projetar de novo o nosso caminho, a impor-nos regras novas.
A encíclica denuncia que cresce a riqueza mundial em termos absolutos, mas aumentam as desigualdades. Nos países ricos, novas categorias sociais empobrecem e nascem novas pobrezas.
Infelizmente, a corrupção e a ilegalidade estão presentes tanto no comportamento de sujeitos econômicos e políticos dos países ricos, antigos e novos, como nos próprios países pobres. E há quem suponha que a Teologia da Libertação morreu... Não apenas continua viva, como hoje encontra abrigo até em documentos papais.
29-07-2009 00:00:00
saiba maisA caridade na verdade é o título da recente encíclica de Bento XVI. Nela o Papa enfatiza a dimensão social e política do amor: Querer o bem comum e trabalhar por ele é exigência de justiça e de caridade. Comprometer-se pelo bem comum é, por um lado, cuidar e, por outro, valer-se do conjunto de instituições que estruturam jurídica, civil, política e culturalmente a vida social, que deste modo toma a forma de cidade. Ama-se tanto mais eficazmente o próximo, quanto mais se trabalha em prol de um bem comum que dê resposta também às suas necessidade reais.
Bento XVI frisa que as situações de subdesenvolvimento não são fruto do acaso nem de uma necessidade histórica, mas dependem da responsabilidade humana. É por isso que os povos da fome se dirigem hoje, de modo dramático, aos povos da opulência.
Em seguida, critica o neoliberalismo: O objetivo exclusivo de lucro, quando mal produzido e sem ter como fim último o bem comum, arrisca-se a destruir riqueza e criar pobreza. (...) A crise obriga-nos a projetar de novo o nosso caminho, a impor-nos regras novas.
A encíclica denuncia que cresce a riqueza mundial em termos absolutos, mas aumentam as desigualdades. Nos países ricos, novas categorias sociais empobrecem e nascem novas pobrezas.
Infelizmente, a corrupção e a ilegalidade estão presentes tanto no comportamento de sujeitos econômicos e políticos dos países ricos, antigos e novos, como nos próprios países pobres. E há quem suponha que a Teologia da Libertação morreu... Não apenas continua viva, como hoje encontra abrigo até em documentos papais.
29-07-2009 00:00:00
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