Em nossa cidade,
a criação artística e cultural pode ser resumida numa pergunta simples: Quem faz, e para quem é feito? A literatura, os espetáculos e o artesanato são, por vezes, obra de artistas locais, mas com maior freqüência são manifestações de fazedores de cultura que vieram de fora e por aqui aportam temporariamente. E a dificuldade é sempre a mesma: como fazer com que a população buziana seja beneficiada com a iniciativa desses atores culturais, e como esta iniciativa pode reforçar a identidade e a coesão social? São muitos os festivais e as manifestações artísticas em que a paisagem de Búzios não é mais do que um cenário para eventos destinados exclusivamente a um público externo; isto é, coisa para turista ver. Ou seja, manifestações culturais sem penetração e que se perderão para a maioria da população buziana. Certamente há lugar para eventos concebidos como simples acompanhamento para veranistas ociosos, desde que não se perca de vista a necessidade de uma dinâmica que acolha de maneira mais autêntica e permeável as carências culturais da nossa população e que, em última análise, resulte em benefício econômico para a população.Cultura, Economia e Turismo. O desenvolvimento cultural não deve mais ser considerado como um luxo sem o qual se pode passar, mas como um motor do desenvolvimento social (e também econômico) fundamental para a concretização da nossa identidade e conquista da cidadania. Contudo, a responsabilidade dos nossos administradores na escolha/planejamento/implementação dos programas conduz, ou deveria conduzí-los, a uma reflexão mais cuidadosa, objetivando a busca do equilíbrio entre a satisfação das necessidades culturais e econômicas da população. É verdade que, em nossa Aldeia, a simbiose entre cultura e economia passa muitas vezes pelo turismo, mas nada impede que os promotores de ações culturais conciliem a necessidade de atrair um público exterior o turista e a vontade de satisfazer as aspirações raramente atendidas do público local. Trata-se então de assumir uma atitude pragmática, sincera na autocrítica e exigente na avaliação. É preciso fazer um balanço quantitativo e qualitativo que servirá como base para dinamizar o processo cultural, e identificar as reais necessidades globais e pontuais da gente de Búzios. E nesse processo, o artista local é peça essencial.
Sem utopias. Com os pés firmemente plantados no chão da nossa realidade local, e sem utopias, uma proposta seria: dar início, de imediato, à tarefa de criar condições para que, num futuro próximo, passe a ser essencial a cada cidadão buziano respirar um clima de cultura e desenvolvimento que, no contexto proposto, são sinônimos praticamente idênticos. Essa tarefa pressupõe o esforço concertado e harmonioso da Administração Municipal, da Secretaria de Cultura e Turismo e da iniciativa privada, agentes culturais, artistas, escolas, ONGs, etc. O resultado desse esforço será múltiplo: um inevitável reflexo positivo nas demais atividades econômicas de Búzios, maior dignidade para indivíduos e comunidades, educação de melhor qualidade, geração de mais empregos, ingresso de divisas para o município, geração de renda pessoal, fuga da informalidade e melhor qualidade de vida para o povo buziano.
15-08-2009 00:00:00
saiba maisEm nossa cidade,
a criação artística e cultural pode ser resumida numa pergunta simples: Quem faz, e para quem é feito? A literatura, os espetáculos e o artesanato são, por vezes, obra de artistas locais, mas com maior freqüência são manifestações de fazedores de cultura que vieram de fora e por aqui aportam temporariamente. E a dificuldade é sempre a mesma: como fazer com que a população buziana seja beneficiada com a iniciativa desses atores culturais, e como esta iniciativa pode reforçar a identidade e a coesão social? São muitos os festivais e as manifestações artísticas em que a paisagem de Búzios não é mais do que um cenário para eventos destinados exclusivamente a um público externo; isto é, coisa para turista ver. Ou seja, manifestações culturais sem penetração e que se perderão para a maioria da população buziana. Certamente há lugar para eventos concebidos como simples acompanhamento para veranistas ociosos, desde que não se perca de vista a necessidade de uma dinâmica que acolha de maneira mais autêntica e permeável as carências culturais da nossa população e que, em última análise, resulte em benefício econômico para a população.Cultura, Economia e Turismo. O desenvolvimento cultural não deve mais ser considerado como um luxo sem o qual se pode passar, mas como um motor do desenvolvimento social (e também econômico) fundamental para a concretização da nossa identidade e conquista da cidadania. Contudo, a responsabilidade dos nossos administradores na escolha/planejamento/implementação dos programas conduz, ou deveria conduzí-los, a uma reflexão mais cuidadosa, objetivando a busca do equilíbrio entre a satisfação das necessidades culturais e econômicas da população. É verdade que, em nossa Aldeia, a simbiose entre cultura e economia passa muitas vezes pelo turismo, mas nada impede que os promotores de ações culturais conciliem a necessidade de atrair um público exterior o turista e a vontade de satisfazer as aspirações raramente atendidas do público local. Trata-se então de assumir uma atitude pragmática, sincera na autocrítica e exigente na avaliação. É preciso fazer um balanço quantitativo e qualitativo que servirá como base para dinamizar o processo cultural, e identificar as reais necessidades globais e pontuais da gente de Búzios. E nesse processo, o artista local é peça essencial.
Sem utopias. Com os pés firmemente plantados no chão da nossa realidade local, e sem utopias, uma proposta seria: dar início, de imediato, à tarefa de criar condições para que, num futuro próximo, passe a ser essencial a cada cidadão buziano respirar um clima de cultura e desenvolvimento que, no contexto proposto, são sinônimos praticamente idênticos. Essa tarefa pressupõe o esforço concertado e harmonioso da Administração Municipal, da Secretaria de Cultura e Turismo e da iniciativa privada, agentes culturais, artistas, escolas, ONGs, etc. O resultado desse esforço será múltiplo: um inevitável reflexo positivo nas demais atividades econômicas de Búzios, maior dignidade para indivíduos e comunidades, educação de melhor qualidade, geração de mais empregos, ingresso de divisas para o município, geração de renda pessoal, fuga da informalidade e melhor qualidade de vida para o povo buziano.
15-08-2009 00:00:00
saiba maisConjunto de políticas e práticas definidas de uma organização para orientar o comportamento humano e as relações interpessoais no ambiente de trabalho. Fisher e Fleury. Essa é a definição clássica daquilo que se tem como gestão de pessoas.
Muito se escreve no Brasil no campo da gestão de pessoas, são inumeros artigos e debates sobre o assunto, porém, versam tão somente de dois tipos de conduta - atividades da empresa que afetam o público externo e os atos dos funcionários que atingem a empresa. Entretantdo há uma via de relacionamento que não é tão popular assim - a conduta da empresa em relação aos seus colaboradores.
Como já tratado em nossos artigos anteriores, há que se cuidar principalmente dos colaboradores sendo da empresa a responsabilidade por fazer com que ele se sinta motivado, tenha interesse crescente no sucesso da empresa.
Ao caro colega do meio empresarial faço uma simples pergunta: onde seus colaboradores querem estar daqui a 5 anos?
Essa pergunta tão simples, famigerada em entrevistas de contratação, após o processo de seleção é esquecida. Pelo simples fato de ser moda perguntar acerca disso. Por vezes essa pergunta é feita, mas com que objetivo? Espero um dia presenciar a cena em que o empresário, ao fazer tão famigerada pergunta, seja arguido acerca do motivo para fazê-la. Pois hoje ela nada mais é que moda, praxe de qualquer processo de seleção, sem qualquer objetivo por trás. Planos de carreira são importantes, são fundamentais para o desenvolvimento profissional.
O valor dessa pergunta é verificar em que setor de sua empresa o candidato terá melhor adaptação e, consequentemente, maior sucesso.
Existe empresa que não queira boas vendas, bom faturamento e elevada lucratividade? Claro que não! O ponto é o como?. Qualquer organização que acredite em relações duradouras com seus clientes sabem que seu potencial ao sucesso está atrelado quase que de forma absoluta à qualidade do seu produto/serviço (considerando aqui o conceito de qualidade, no modo mais amplo, como sendo durabilidade do produto, prazos, pontualidade da entrega, atendimento às reclamações, assistência pós-venda e tudo mais que se refira ao desejo do cliente).
Mas, não adianta ter um produto muito bom se as pessoas que levam o produto ao público, aquelas que mostram a qualidade do produto não têm qualidade em sua vida emocional, sentem-se desmotivadas de estar dentro da empresa. Onde está o erro?
O erro foi cometido lá no íníco, em uma contratação mal feita, passando pela ausência da capacitação continuada e voltada para as individualidades de cada colaborador após a sua entrada na equipe, podendo ir até a falta de uma estratégia de médio e de longo prazo. Voltamos à pergunta: Onde você pretende estar daqui a 5 anos?
No momento da contratação, após feita essa pergunta, a empresa deve focar sua atenção na resposta deste colaborador tendo por objetivo ajudá-lo a alcançar esse sonho. Para que a realização aconteça, acontecendo isso para o colaborador, acontecerá para a empresa.
A carência de estratégias bem definidas e bem elaboradas pela empresa amputa de seus profissionais a capacidade de perceber sinais de segurança quanto aos seus futuros. A empresa se torna apenas um ganha pão. Pode ser exemplificado numa música do Zé Ramalho: Garoto de Aluguel, em que já no primeiro verso diz: Baby, dê-me seu dinheiro que eu quero viver. Ao entrar na empresa é comum a empolgação do colaborador, mas fatalmente vem a consideração, após inumeras frustrações e insatisfações no ambiente de trabalho: Minha profissão é suja e vulgar no exato ponto em que o colaborador, já desmotivado, se entrega.
Fica clara assim a enorme discrepância entre o desejo da organização e os desejos de cada um de seus colaboradores, na ausência da criação de uma estratégia de sustentabilidade. Essa situação é o que gera a divergência de objetivos em que vivem nossas empresas. E aí, o que fazer? Os empresarios que ainda vivem neste ambiente de busca desenfreada pela exploração de seus colaboradores têm duas opções: a primeira é esperar por um milagre, ou a segunda opção que parece a mais difícil: fazer a lição de casa!
14-08-2009 00:00:00
saiba maisConjunto de políticas e práticas definidas de uma organização para orientar o comportamento humano e as relações interpessoais no ambiente de trabalho. Fisher e Fleury. Essa é a definição clássica daquilo que se tem como gestão de pessoas.
Muito se escreve no Brasil no campo da gestão de pessoas, são inumeros artigos e debates sobre o assunto, porém, versam tão somente de dois tipos de conduta - atividades da empresa que afetam o público externo e os atos dos funcionários que atingem a empresa. Entretantdo há uma via de relacionamento que não é tão popular assim - a conduta da empresa em relação aos seus colaboradores.
Como já tratado em nossos artigos anteriores, há que se cuidar principalmente dos colaboradores sendo da empresa a responsabilidade por fazer com que ele se sinta motivado, tenha interesse crescente no sucesso da empresa.
Ao caro colega do meio empresarial faço uma simples pergunta: onde seus colaboradores querem estar daqui a 5 anos?
Essa pergunta tão simples, famigerada em entrevistas de contratação, após o processo de seleção é esquecida. Pelo simples fato de ser moda perguntar acerca disso. Por vezes essa pergunta é feita, mas com que objetivo? Espero um dia presenciar a cena em que o empresário, ao fazer tão famigerada pergunta, seja arguido acerca do motivo para fazê-la. Pois hoje ela nada mais é que moda, praxe de qualquer processo de seleção, sem qualquer objetivo por trás. Planos de carreira são importantes, são fundamentais para o desenvolvimento profissional.
O valor dessa pergunta é verificar em que setor de sua empresa o candidato terá melhor adaptação e, consequentemente, maior sucesso.
Existe empresa que não queira boas vendas, bom faturamento e elevada lucratividade? Claro que não! O ponto é o como?. Qualquer organização que acredite em relações duradouras com seus clientes sabem que seu potencial ao sucesso está atrelado quase que de forma absoluta à qualidade do seu produto/serviço (considerando aqui o conceito de qualidade, no modo mais amplo, como sendo durabilidade do produto, prazos, pontualidade da entrega, atendimento às reclamações, assistência pós-venda e tudo mais que se refira ao desejo do cliente).
Mas, não adianta ter um produto muito bom se as pessoas que levam o produto ao público, aquelas que mostram a qualidade do produto não têm qualidade em sua vida emocional, sentem-se desmotivadas de estar dentro da empresa. Onde está o erro?
O erro foi cometido lá no íníco, em uma contratação mal feita, passando pela ausência da capacitação continuada e voltada para as individualidades de cada colaborador após a sua entrada na equipe, podendo ir até a falta de uma estratégia de médio e de longo prazo. Voltamos à pergunta: Onde você pretende estar daqui a 5 anos?
No momento da contratação, após feita essa pergunta, a empresa deve focar sua atenção na resposta deste colaborador tendo por objetivo ajudá-lo a alcançar esse sonho. Para que a realização aconteça, acontecendo isso para o colaborador, acontecerá para a empresa.
A carência de estratégias bem definidas e bem elaboradas pela empresa amputa de seus profissionais a capacidade de perceber sinais de segurança quanto aos seus futuros. A empresa se torna apenas um ganha pão. Pode ser exemplificado numa música do Zé Ramalho: Garoto de Aluguel, em que já no primeiro verso diz: Baby, dê-me seu dinheiro que eu quero viver. Ao entrar na empresa é comum a empolgação do colaborador, mas fatalmente vem a consideração, após inumeras frustrações e insatisfações no ambiente de trabalho: Minha profissão é suja e vulgar no exato ponto em que o colaborador, já desmotivado, se entrega.
Fica clara assim a enorme discrepância entre o desejo da organização e os desejos de cada um de seus colaboradores, na ausência da criação de uma estratégia de sustentabilidade. Essa situação é o que gera a divergência de objetivos em que vivem nossas empresas. E aí, o que fazer? Os empresarios que ainda vivem neste ambiente de busca desenfreada pela exploração de seus colaboradores têm duas opções: a primeira é esperar por um milagre, ou a segunda opção que parece a mais difícil: fazer a lição de casa!
14-08-2009 00:00:00
saiba maisConjunto de políticas e práticas definidas de uma organização para orientar o comportamento humano e as relações interpessoais no ambiente de trabalho. Fisher e Fleury. Essa é a definição clássica daquilo que se tem como gestão de pessoas.
Muito se escreve no Brasil no campo da gestão de pessoas, são inumeros artigos e debates sobre o assunto, porém, versam tão somente de dois tipos de conduta - atividades da empresa que afetam o público externo e os atos dos funcionários que atingem a empresa. Entretantdo há uma via de relacionamento que não é tão popular assim - a conduta da empresa em relação aos seus colaboradores.
Como já tratado em nossos artigos anteriores, há que se cuidar principalmente dos colaboradores sendo da empresa a responsabilidade por fazer com que ele se sinta motivado, tenha interesse crescente no sucesso da empresa.
Ao caro colega do meio empresarial faço uma simples pergunta: onde seus colaboradores querem estar daqui a 5 anos?
Essa pergunta tão simples, famigerada em entrevistas de contratação, após o processo de seleção é esquecida. Pelo simples fato de ser moda perguntar acerca disso. Por vezes essa pergunta é feita, mas com que objetivo? Espero um dia presenciar a cena em que o empresário, ao fazer tão famigerada pergunta, seja arguido acerca do motivo para fazê-la. Pois hoje ela nada mais é que moda, praxe de qualquer processo de seleção, sem qualquer objetivo por trás. Planos de carreira são importantes, são fundamentais para o desenvolvimento profissional.
O valor dessa pergunta é verificar em que setor de sua empresa o candidato terá melhor adaptação e, consequentemente, maior sucesso.
Existe empresa que não queira boas vendas, bom faturamento e elevada lucratividade? Claro que não! O ponto é o como?. Qualquer organização que acredite em relações duradouras com seus clientes sabem que seu potencial ao sucesso está atrelado quase que de forma absoluta à qualidade do seu produto/serviço (considerando aqui o conceito de qualidade, no modo mais amplo, como sendo durabilidade do produto, prazos, pontualidade da entrega, atendimento às reclamações, assistência pós-venda e tudo mais que se refira ao desejo do cliente).
Mas, não adianta ter um produto muito bom se as pessoas que levam o produto ao público, aquelas que mostram a qualidade do produto não têm qualidade em sua vida emocional, sentem-se desmotivadas de estar dentro da empresa. Onde está o erro?
O erro foi cometido lá no íníco, em uma contratação mal feita, passando pela ausência da capacitação continuada e voltada para as individualidades de cada colaborador após a sua entrada na equipe, podendo ir até a falta de uma estratégia de médio e de longo prazo. Voltamos à pergunta: Onde você pretende estar daqui a 5 anos?
No momento da contratação, após feita essa pergunta, a empresa deve focar sua atenção na resposta deste colaborador tendo por objetivo ajudá-lo a alcançar esse sonho. Para que a realização aconteça, acontecendo isso para o colaborador, acontecerá para a empresa.
A carência de estratégias bem definidas e bem elaboradas pela empresa amputa de seus profissionais a capacidade de perceber sinais de segurança quanto aos seus futuros. A empresa se torna apenas um ganha pão. Pode ser exemplificado numa música do Zé Ramalho: Garoto de Aluguel, em que já no primeiro verso diz: Baby, dê-me seu dinheiro que eu quero viver. Ao entrar na empresa é comum a empolgação do colaborador, mas fatalmente vem a consideração, após inumeras frustrações e insatisfações no ambiente de trabalho: Minha profissão é suja e vulgar no exato ponto em que o colaborador, já desmotivado, se entrega.
Fica clara assim a enorme discrepância entre o desejo da organização e os desejos de cada um de seus colaboradores, na ausência da criação de uma estratégia de sustentabilidade. Essa situação é o que gera a divergência de objetivos em que vivem nossas empresas. E aí, o que fazer? Os empresarios que ainda vivem neste ambiente de busca desenfreada pela exploração de seus colaboradores têm duas opções: a primeira é esperar por um milagre, ou a segunda opção que parece a mais difícil: fazer a lição de casa!
14-08-2009 00:00:00
saiba maisTem sido queixa comum dos prefeitos municipais que assumiram neste ano de 2009, a situação financeira precária em que encontraram as prefeituras municipais. O alto grau de endividamento dessas municipalidades, aliado à escassez de recursos para o pagamento das dívidas herdadas, encontra dificuldade para manter em funcionamento os serviços públicos essenciais tais como, creches, escolas, postos de saúde, obras, esgotamento sanitário e a máquina administrativa.
Dada a limitação da capacidade de endividamento e uma vez que as transferências de recursos da União, principais fontes de recursos para os pequenos e médios municípios, dependem do desenvolvimento da economia do país e até da economia global, resta e esses municípios aumentar a arrecadação das receitas próprias, diminuindo a dependência dos repasses de tributos federais e estaduais, buscando localmente aumentar os recursos de que necessitam.
No entanto, as receitas próprias municipais têm sido fonte de recursos que as administrações municipais têm dificuldade de explorar de forma mais eficiente, em face, muitas das vezes, da fragilidade institucional da área de tributação e fiscalização que carece de pessoal para uma gestão fiscal tributária mais eficaz. Daí a necessidade de concurso público nessa área.
O aspecto político, em nível local, deve merecer especial atenção do prefeito municipal ao decidir pela implementação de melhoria da gestão tributária. Deve, para tanto, tomar medidas para garantir apoio político não só da câmara municipal, mas também incentivar a participação da comunidade na definição das medidas necessárias ao aumento da receita.
Esse apoio político é fundamental, porque a cobrança de impostos pode trazer desgaste político para o prefeito e para os vereadores, em função de a base tributária municipal ser formada por impostos diretos e indiretos, que incidem sobre a renda ou sobre o patrimônio dos indivíduos e das empresas (IR, IPTU, ITBI, ISS, Taxas e Contribuições), o que pode levar a um descontentamento geral caso a Administração decida aumentar a carga tributária.
Chamando a sociedade organizada a participar das decisões, certamente ela será favorável às medidas a serem tomadas, desde que receba em troca o atendimento das suas necessidades e possa fiscalizar as aplicações dos recursos decorrentes dos aumentos dos tributos.
Receitas Próprias de competência do Município:
ISS Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza.
IPTU Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.
ITBI Imposto Sobre a Transmissão de bens Imóveis.
Dívida Ativa.
Taxas.
Contribuições.
13-08-2009 00:00:00
saiba maisTem sido queixa comum dos prefeitos municipais que assumiram neste ano de 2009, a situação financeira precária em que encontraram as prefeituras municipais. O alto grau de endividamento dessas municipalidades, aliado à escassez de recursos para o pagamento das dívidas herdadas, encontra dificuldade para manter em funcionamento os serviços públicos essenciais tais como, creches, escolas, postos de saúde, obras, esgotamento sanitário e a máquina administrativa.
Dada a limitação da capacidade de endividamento e uma vez que as transferências de recursos da União, principais fontes de recursos para os pequenos e médios municípios, dependem do desenvolvimento da economia do país e até da economia global, resta e esses municípios aumentar a arrecadação das receitas próprias, diminuindo a dependência dos repasses de tributos federais e estaduais, buscando localmente aumentar os recursos de que necessitam.
No entanto, as receitas próprias municipais têm sido fonte de recursos que as administrações municipais têm dificuldade de explorar de forma mais eficiente, em face, muitas das vezes, da fragilidade institucional da área de tributação e fiscalização que carece de pessoal para uma gestão fiscal tributária mais eficaz. Daí a necessidade de concurso público nessa área.
O aspecto político, em nível local, deve merecer especial atenção do prefeito municipal ao decidir pela implementação de melhoria da gestão tributária. Deve, para tanto, tomar medidas para garantir apoio político não só da câmara municipal, mas também incentivar a participação da comunidade na definição das medidas necessárias ao aumento da receita.
Esse apoio político é fundamental, porque a cobrança de impostos pode trazer desgaste político para o prefeito e para os vereadores, em função de a base tributária municipal ser formada por impostos diretos e indiretos, que incidem sobre a renda ou sobre o patrimônio dos indivíduos e das empresas (IR, IPTU, ITBI, ISS, Taxas e Contribuições), o que pode levar a um descontentamento geral caso a Administração decida aumentar a carga tributária.
Chamando a sociedade organizada a participar das decisões, certamente ela será favorável às medidas a serem tomadas, desde que receba em troca o atendimento das suas necessidades e possa fiscalizar as aplicações dos recursos decorrentes dos aumentos dos tributos.
Receitas Próprias de competência do Município:
ISS Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza.
IPTU Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.
ITBI Imposto Sobre a Transmissão de bens Imóveis.
Dívida Ativa.
Taxas.
Contribuições.
13-08-2009 00:00:00
saiba maisTem sido queixa comum dos prefeitos municipais que assumiram neste ano de 2009, a situação financeira precária em que encontraram as prefeituras municipais. O alto grau de endividamento dessas municipalidades, aliado à escassez de recursos para o pagamento das dívidas herdadas, encontra dificuldade para manter em funcionamento os serviços públicos essenciais tais como, creches, escolas, postos de saúde, obras, esgotamento sanitário e a máquina administrativa.
Dada a limitação da capacidade de endividamento e uma vez que as transferências de recursos da União, principais fontes de recursos para os pequenos e médios municípios, dependem do desenvolvimento da economia do país e até da economia global, resta e esses municípios aumentar a arrecadação das receitas próprias, diminuindo a dependência dos repasses de tributos federais e estaduais, buscando localmente aumentar os recursos de que necessitam.
No entanto, as receitas próprias municipais têm sido fonte de recursos que as administrações municipais têm dificuldade de explorar de forma mais eficiente, em face, muitas das vezes, da fragilidade institucional da área de tributação e fiscalização que carece de pessoal para uma gestão fiscal tributária mais eficaz. Daí a necessidade de concurso público nessa área.
O aspecto político, em nível local, deve merecer especial atenção do prefeito municipal ao decidir pela implementação de melhoria da gestão tributária. Deve, para tanto, tomar medidas para garantir apoio político não só da câmara municipal, mas também incentivar a participação da comunidade na definição das medidas necessárias ao aumento da receita.
Esse apoio político é fundamental, porque a cobrança de impostos pode trazer desgaste político para o prefeito e para os vereadores, em função de a base tributária municipal ser formada por impostos diretos e indiretos, que incidem sobre a renda ou sobre o patrimônio dos indivíduos e das empresas (IR, IPTU, ITBI, ISS, Taxas e Contribuições), o que pode levar a um descontentamento geral caso a Administração decida aumentar a carga tributária.
Chamando a sociedade organizada a participar das decisões, certamente ela será favorável às medidas a serem tomadas, desde que receba em troca o atendimento das suas necessidades e possa fiscalizar as aplicações dos recursos decorrentes dos aumentos dos tributos.
Receitas Próprias de competência do Município:
ISS Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza.
IPTU Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.
ITBI Imposto Sobre a Transmissão de bens Imóveis.
Dívida Ativa.
Taxas.
Contribuições.
13-08-2009 00:00:00
saiba maisO desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal O Estado de S. Paulo de publicar reportagens que contenham informações da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. A medida judicial, que pôs o jornal sob censura, foi solicitada pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) - que está no epicentro da crise que fustiga o Congresso.
O desejo de Fernando Sarney foi satisfeito com a velocidade de uma corrida de Fórmula 1. O pedido entrou numa quinta-feira, no fim do dia. E na sexta-feira pela manhã a liminar havia sido concedida pelo magistrado. Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador Dácio Vieira, que concedeu a liminar a favor de Fernando Sarney e pôs o jornal sob censura, é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia. Sarney, o desembargador Dácio Vieira e Agaciel Maia, pivô do escândalo dos atos secretos, aparecem juntos em foto da festa do casamento de Mayanna, filha de Agaciel Maia. A fotografia foi publicada numa coluna social do Jornal de Brasília, três dias após o casamento. Ao lado deles, compondo a foto, estava o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Eis, caros leitores, os personagens que compõem um quadro de suspeição judicial clamorosa.
Ademais, a liminar foi uma agressão à liberdade de imprensa, valor expressamente garantido pelo artigo 220 Constituição. O legislador sublinhou inequivocamente que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social.
Além de inconstitucional, a censura à imprensa está na contramão do anseio de limpidez no comportamento dos homens públicos que domina a sociedade. A experiência demonstra, mais uma vez com o episódio dos atos secretos do Senado e seus escabrosos desdobramentos, que a escassez de informação tem
sido uma aliada da impunidade.
Mas não é só a família Sarney que promove o cerceamento da liberdade de imprensa. O governo Lula, aliado aberto do presidente do Senado e leniente com inúmeros casos de corrupção, manifesta notável simpatia pelo governo ditatorial da Venezuela. O recente ataque à TV Globovisión e o fechamento de 34 rádios na Venezuela receberam críticas de entidades como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e a Sociedade Interamericana de Imprensa e até de governantes pró-Chávez, como o paraguaio Fernando Lugo. Já o governo Lula, por meio do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, defendeu Chávez: Se acabou (a liberdade de imprensa), deve ter sido depois que eu saí. O que ouvi em programas de TV sendo dito sobre o presidente da Venezuela não está no gibi, disse Garcia, recém-chegado da democrática Venezuela.
Iludem-se os que imaginam que a impunidade será protegida pelo manto do silêncio. O que a opinião pública exige não é menos jornalismo, mas mais informação. O senador Pedro Simon foi certeiro ao se referir ao melancólico comportamento do senador José Sarney: O homem da transição democrática agora cometeu um ato de ditadura. Ele perdeu seu último argumento. O que se pretendeu com a censura ao jornal foi algemar a verdade e amordaçar os valores éticos que estão gritando nas gargantas de milhões de brasileiros decentes. Uma onda de podridão avança sobre o Senado e envergonha o Brasil. Acendese, mais uma vez, o forno para esquentar a pizza da iniquidade. O único punido foi um jornal.
A sociedade, ao contrário do que pensam os defensores do pragmatismo aético e da governabilidade sem princípios e sem decência, pode emergir desses escândalos num patamar superior.
Graças ao papel histórico da imprensa e à legítima pressão da opinião pública, o Brasil não será o mesmo. E o efeito cascata, assim espero, será irreversível.
Os brasileiros darão sua resposta nas eleições de 2010.
Publicado em O Globo e o Estado de SP em 10/08/09
12-08-2009 00:00:00
saiba maisO desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal O Estado de S. Paulo de publicar reportagens que contenham informações da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. A medida judicial, que pôs o jornal sob censura, foi solicitada pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) - que está no epicentro da crise que fustiga o Congresso.
O desejo de Fernando Sarney foi satisfeito com a velocidade de uma corrida de Fórmula 1. O pedido entrou numa quinta-feira, no fim do dia. E na sexta-feira pela manhã a liminar havia sido concedida pelo magistrado. Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador Dácio Vieira, que concedeu a liminar a favor de Fernando Sarney e pôs o jornal sob censura, é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia. Sarney, o desembargador Dácio Vieira e Agaciel Maia, pivô do escândalo dos atos secretos, aparecem juntos em foto da festa do casamento de Mayanna, filha de Agaciel Maia. A fotografia foi publicada numa coluna social do Jornal de Brasília, três dias após o casamento. Ao lado deles, compondo a foto, estava o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Eis, caros leitores, os personagens que compõem um quadro de suspeição judicial clamorosa.
Ademais, a liminar foi uma agressão à liberdade de imprensa, valor expressamente garantido pelo artigo 220 Constituição. O legislador sublinhou inequivocamente que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social.
Além de inconstitucional, a censura à imprensa está na contramão do anseio de limpidez no comportamento dos homens públicos que domina a sociedade. A experiência demonstra, mais uma vez com o episódio dos atos secretos do Senado e seus escabrosos desdobramentos, que a escassez de informação tem
sido uma aliada da impunidade.
Mas não é só a família Sarney que promove o cerceamento da liberdade de imprensa. O governo Lula, aliado aberto do presidente do Senado e leniente com inúmeros casos de corrupção, manifesta notável simpatia pelo governo ditatorial da Venezuela. O recente ataque à TV Globovisión e o fechamento de 34 rádios na Venezuela receberam críticas de entidades como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e a Sociedade Interamericana de Imprensa e até de governantes pró-Chávez, como o paraguaio Fernando Lugo. Já o governo Lula, por meio do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, defendeu Chávez: Se acabou (a liberdade de imprensa), deve ter sido depois que eu saí. O que ouvi em programas de TV sendo dito sobre o presidente da Venezuela não está no gibi, disse Garcia, recém-chegado da democrática Venezuela.
Iludem-se os que imaginam que a impunidade será protegida pelo manto do silêncio. O que a opinião pública exige não é menos jornalismo, mas mais informação. O senador Pedro Simon foi certeiro ao se referir ao melancólico comportamento do senador José Sarney: O homem da transição democrática agora cometeu um ato de ditadura. Ele perdeu seu último argumento. O que se pretendeu com a censura ao jornal foi algemar a verdade e amordaçar os valores éticos que estão gritando nas gargantas de milhões de brasileiros decentes. Uma onda de podridão avança sobre o Senado e envergonha o Brasil. Acendese, mais uma vez, o forno para esquentar a pizza da iniquidade. O único punido foi um jornal.
A sociedade, ao contrário do que pensam os defensores do pragmatismo aético e da governabilidade sem princípios e sem decência, pode emergir desses escândalos num patamar superior.
Graças ao papel histórico da imprensa e à legítima pressão da opinião pública, o Brasil não será o mesmo. E o efeito cascata, assim espero, será irreversível.
Os brasileiros darão sua resposta nas eleições de 2010.
Publicado em O Globo e o Estado de SP em 10/08/09
12-08-2009 00:00:00
saiba maisO desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal O Estado de S. Paulo de publicar reportagens que contenham informações da Operação Boi Barrica, da Polícia Federal. A medida judicial, que pôs o jornal sob censura, foi solicitada pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) - que está no epicentro da crise que fustiga o Congresso.
O desejo de Fernando Sarney foi satisfeito com a velocidade de uma corrida de Fórmula 1. O pedido entrou numa quinta-feira, no fim do dia. E na sexta-feira pela manhã a liminar havia sido concedida pelo magistrado. Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador Dácio Vieira, que concedeu a liminar a favor de Fernando Sarney e pôs o jornal sob censura, é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia. Sarney, o desembargador Dácio Vieira e Agaciel Maia, pivô do escândalo dos atos secretos, aparecem juntos em foto da festa do casamento de Mayanna, filha de Agaciel Maia. A fotografia foi publicada numa coluna social do Jornal de Brasília, três dias após o casamento. Ao lado deles, compondo a foto, estava o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
Eis, caros leitores, os personagens que compõem um quadro de suspeição judicial clamorosa.
Ademais, a liminar foi uma agressão à liberdade de imprensa, valor expressamente garantido pelo artigo 220 Constituição. O legislador sublinhou inequivocamente que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social.
Além de inconstitucional, a censura à imprensa está na contramão do anseio de limpidez no comportamento dos homens públicos que domina a sociedade. A experiência demonstra, mais uma vez com o episódio dos atos secretos do Senado e seus escabrosos desdobramentos, que a escassez de informação tem
sido uma aliada da impunidade.
Mas não é só a família Sarney que promove o cerceamento da liberdade de imprensa. O governo Lula, aliado aberto do presidente do Senado e leniente com inúmeros casos de corrupção, manifesta notável simpatia pelo governo ditatorial da Venezuela. O recente ataque à TV Globovisión e o fechamento de 34 rádios na Venezuela receberam críticas de entidades como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e a Sociedade Interamericana de Imprensa e até de governantes pró-Chávez, como o paraguaio Fernando Lugo. Já o governo Lula, por meio do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, defendeu Chávez: Se acabou (a liberdade de imprensa), deve ter sido depois que eu saí. O que ouvi em programas de TV sendo dito sobre o presidente da Venezuela não está no gibi, disse Garcia, recém-chegado da democrática Venezuela.
Iludem-se os que imaginam que a impunidade será protegida pelo manto do silêncio. O que a opinião pública exige não é menos jornalismo, mas mais informação. O senador Pedro Simon foi certeiro ao se referir ao melancólico comportamento do senador José Sarney: O homem da transição democrática agora cometeu um ato de ditadura. Ele perdeu seu último argumento. O que se pretendeu com a censura ao jornal foi algemar a verdade e amordaçar os valores éticos que estão gritando nas gargantas de milhões de brasileiros decentes. Uma onda de podridão avança sobre o Senado e envergonha o Brasil. Acendese, mais uma vez, o forno para esquentar a pizza da iniquidade. O único punido foi um jornal.
A sociedade, ao contrário do que pensam os defensores do pragmatismo aético e da governabilidade sem princípios e sem decência, pode emergir desses escândalos num patamar superior.
Graças ao papel histórico da imprensa e à legítima pressão da opinião pública, o Brasil não será o mesmo. E o efeito cascata, assim espero, será irreversível.
Os brasileiros darão sua resposta nas eleições de 2010.
Publicado em O Globo e o Estado de SP em 10/08/09
12-08-2009 00:00:00
saiba mais11-08-2009 00:00:00
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saiba maisEstamos passando, nos últimos dois anos e meio, por uma verdadeira revolução silenciosa no Rio de Janeiro: a revitalização da máquina pública do estado. Digo revolução porque a mudança que está se processando é irreversível e vai além dos limites das repartições. Silenciosa porque parece menor diante do resultado que provoca. Mas, na medida em que avança, vai transformando a vida dos cidadãos e, para freá-la, só realizando outra revolução.
Já escrevi outras vezes sobre as conseqüências positivas do alinhamento entre os poderes executivos federal, estadual e os municipais. Sem dúvida, isso nos tirou do isolamento e permitiu que projetos com mais de 30 anos de idade saíssem do papel. Sem a visão moderna do administrador e do comandante, o governador Sérgio Cabral, porém, não teríamos conseguido, em tão pouco tempo, resultados tão animadores.
Como em toda revolução, na medida em que avança, precisamos de pessoas. Até o fim do mês vai começar a ser formada uma equipe de gestores públicos para atuar nas secretarias de estado na formulação das políticas públicas e em formas medir sua eficiência. Já estamos no terceiro concurso para a contratação de fiscais de renda, e pela primeira vez em 20 anos, foi realizado concurso para a área ambiental do estado. Nos batalhões de polícia, o fim das indicações políticas e medidas como a terceirização da manutenção da frota, aliadas a investimentos maciços em inteligência, infra-estrutura e na formação de policiais, estão permitindo o desmonte do poder paralelo. É a gestão racional colaborando para que a atividade fim, que é garantir a segurança dos cidadãos, seja desempenhada da melhor maneira possível.
Isso, somado à reformulação dos processos administrativos em todas as áreas do estado, tem permitido maior agilidade e respeito às regras. Leis que garantem recursos para a educação, pesquisa e o meio ambiente, só para citar alguns exemplos, estão, pela primeira vez, sendo integralmente aplicadas. O Fundo de Conservação Ambiental (Fecam), criado há 20 anos, é usado na preservação das nossas florestas, rios e lagoas. Na Faperj, financiadora das pesquisas científicas em nosso estado, e na Educação, os percentuais garantidos por lei são respeitados e aplicados conforme determina a legislação, sem subterfúgios.
A tecnologia da informação, aplicada à gestão, está permitindo maior interatividade entre as secretarias. A transparência em relação aos gastos do Governo, presente na publicação de boletins periódicos pela Secretaria de Fazenda, e o estabelecimento de um cronograma de pagamento, com datas fixas para os fornecedores, dá racionalidade ao sistema. Com isso, estamos avançando em projetos importantes para garantir o crescimento nos próximos anos e gerando para os empresários um ambiente seguro para investimentos.
Ao Poder Legislativo, que vem aperfeiçoando a máquina administrativa há mais tempo, cabe continuar avançando e dar suporte a estas transformações com a agilidade exigida pelos novos tempos. Tenho certeza de que, no horizonte, nos aguardam os melhores ventos.
08-08-2009 00:00:00
saiba maisEstamos passando, nos últimos dois anos e meio, por uma verdadeira revolução silenciosa no Rio de Janeiro: a revitalização da máquina pública do estado. Digo revolução porque a mudança que está se processando é irreversível e vai além dos limites das repartições. Silenciosa porque parece menor diante do resultado que provoca. Mas, na medida em que avança, vai transformando a vida dos cidadãos e, para freá-la, só realizando outra revolução.
Já escrevi outras vezes sobre as conseqüências positivas do alinhamento entre os poderes executivos federal, estadual e os municipais. Sem dúvida, isso nos tirou do isolamento e permitiu que projetos com mais de 30 anos de idade saíssem do papel. Sem a visão moderna do administrador e do comandante, o governador Sérgio Cabral, porém, não teríamos conseguido, em tão pouco tempo, resultados tão animadores.
Como em toda revolução, na medida em que avança, precisamos de pessoas. Até o fim do mês vai começar a ser formada uma equipe de gestores públicos para atuar nas secretarias de estado na formulação das políticas públicas e em formas medir sua eficiência. Já estamos no terceiro concurso para a contratação de fiscais de renda, e pela primeira vez em 20 anos, foi realizado concurso para a área ambiental do estado. Nos batalhões de polícia, o fim das indicações políticas e medidas como a terceirização da manutenção da frota, aliadas a investimentos maciços em inteligência, infra-estrutura e na formação de policiais, estão permitindo o desmonte do poder paralelo. É a gestão racional colaborando para que a atividade fim, que é garantir a segurança dos cidadãos, seja desempenhada da melhor maneira possível.
Isso, somado à reformulação dos processos administrativos em todas as áreas do estado, tem permitido maior agilidade e respeito às regras. Leis que garantem recursos para a educação, pesquisa e o meio ambiente, só para citar alguns exemplos, estão, pela primeira vez, sendo integralmente aplicadas. O Fundo de Conservação Ambiental (Fecam), criado há 20 anos, é usado na preservação das nossas florestas, rios e lagoas. Na Faperj, financiadora das pesquisas científicas em nosso estado, e na Educação, os percentuais garantidos por lei são respeitados e aplicados conforme determina a legislação, sem subterfúgios.
A tecnologia da informação, aplicada à gestão, está permitindo maior interatividade entre as secretarias. A transparência em relação aos gastos do Governo, presente na publicação de boletins periódicos pela Secretaria de Fazenda, e o estabelecimento de um cronograma de pagamento, com datas fixas para os fornecedores, dá racionalidade ao sistema. Com isso, estamos avançando em projetos importantes para garantir o crescimento nos próximos anos e gerando para os empresários um ambiente seguro para investimentos.
Ao Poder Legislativo, que vem aperfeiçoando a máquina administrativa há mais tempo, cabe continuar avançando e dar suporte a estas transformações com a agilidade exigida pelos novos tempos. Tenho certeza de que, no horizonte, nos aguardam os melhores ventos.
08-08-2009 00:00:00
saiba maisEstamos passando, nos últimos dois anos e meio, por uma verdadeira revolução silenciosa no Rio de Janeiro: a revitalização da máquina pública do estado. Digo revolução porque a mudança que está se processando é irreversível e vai além dos limites das repartições. Silenciosa porque parece menor diante do resultado que provoca. Mas, na medida em que avança, vai transformando a vida dos cidadãos e, para freá-la, só realizando outra revolução.
Já escrevi outras vezes sobre as conseqüências positivas do alinhamento entre os poderes executivos federal, estadual e os municipais. Sem dúvida, isso nos tirou do isolamento e permitiu que projetos com mais de 30 anos de idade saíssem do papel. Sem a visão moderna do administrador e do comandante, o governador Sérgio Cabral, porém, não teríamos conseguido, em tão pouco tempo, resultados tão animadores.
Como em toda revolução, na medida em que avança, precisamos de pessoas. Até o fim do mês vai começar a ser formada uma equipe de gestores públicos para atuar nas secretarias de estado na formulação das políticas públicas e em formas medir sua eficiência. Já estamos no terceiro concurso para a contratação de fiscais de renda, e pela primeira vez em 20 anos, foi realizado concurso para a área ambiental do estado. Nos batalhões de polícia, o fim das indicações políticas e medidas como a terceirização da manutenção da frota, aliadas a investimentos maciços em inteligência, infra-estrutura e na formação de policiais, estão permitindo o desmonte do poder paralelo. É a gestão racional colaborando para que a atividade fim, que é garantir a segurança dos cidadãos, seja desempenhada da melhor maneira possível.
Isso, somado à reformulação dos processos administrativos em todas as áreas do estado, tem permitido maior agilidade e respeito às regras. Leis que garantem recursos para a educação, pesquisa e o meio ambiente, só para citar alguns exemplos, estão, pela primeira vez, sendo integralmente aplicadas. O Fundo de Conservação Ambiental (Fecam), criado há 20 anos, é usado na preservação das nossas florestas, rios e lagoas. Na Faperj, financiadora das pesquisas científicas em nosso estado, e na Educação, os percentuais garantidos por lei são respeitados e aplicados conforme determina a legislação, sem subterfúgios.
A tecnologia da informação, aplicada à gestão, está permitindo maior interatividade entre as secretarias. A transparência em relação aos gastos do Governo, presente na publicação de boletins periódicos pela Secretaria de Fazenda, e o estabelecimento de um cronograma de pagamento, com datas fixas para os fornecedores, dá racionalidade ao sistema. Com isso, estamos avançando em projetos importantes para garantir o crescimento nos próximos anos e gerando para os empresários um ambiente seguro para investimentos.
Ao Poder Legislativo, que vem aperfeiçoando a máquina administrativa há mais tempo, cabe continuar avançando e dar suporte a estas transformações com a agilidade exigida pelos novos tempos. Tenho certeza de que, no horizonte, nos aguardam os melhores ventos.
08-08-2009 00:00:00
saiba maisNos dias de hoje, mesmo com avanços em legislações trabalhistas por todo o mundo, greves e revoltas de colaboradores acontecem em larga escala. Não chega a causar estranheza a freqüência com que isso acontece. O fato é que em momentos em que a economia se desestabiliza, o cerco se fecha contra trabalhadores. E empresas que não são dotadas de estruturas horizontais para o estabelecimento de normas que melhorem as condições de vida dos trabalhadores, partem para a força. São liminares na justiça, processos buscando a inconstitucionalidade da paralisação. Quando apenas modelos gerenciais mais adequados seriam o suficiente para que se evitasse a hecatombe política e social que é causada por uma greve, como a ocorrida na França em fins de janeiro deste ano. Fato que foi o maior desafio político de Sarkozy desde o início de seu mandato no início de 2007. A atualidade traz a tona uma lição na velha máxima: vão os anéis, ficam os dedos. Se não por um compromisso ético com seus colaboradores, por uma questão de segurança e estabilidade política e social, além, obviamente, de se evitarem os prejuízos causados por uma paralisação, independente do volume de colaboradores que venham a aderir.
Entretanto, resguardemos a diferença, os colaboradores tendem a serem temerosos em relação às empresas que não dêem garantias, empresas que não tenham em seus programas a constante capacitação de colaboradores.
Resultado disso: os trabalhadores acabam sendo vendidos a ideais partidários, comprados por promessas paternalistas, invés de métodos que priorizem seu crescimento e de suas condições de trabalho. Ainda pior, se tornam partidário de políticos populistas, como no caso do Brasil. Causa-me pavor à cegueira de empresários das décadas de 1950 e 1960 que reagem contra posições tomadas por nosso presidente Lula, criticam sua baixa capacidade acadêmica nos moldes tradicionais. Ao que me parece é o mesmo que culpar a água por queimar a mão, quando na verdade foram eles mesmos quem a colocaram no fogo. Com modelos gerenciais opressores desse período, pouquíssimas preocupações com a qualidade de vida de colaboradores, eles é quem criaram o presidente Lula. Fomentaram entre os operários do ABC Paulista o espírito de revolta num estilo que pode ser semelhante ao que é expresso em Le jour de gloire est arrive, contre nous de la tyrannie, Letendard sanglant est leve do hino nacional mais lembrado de toda a história: La Marseillaise. Expressando um conjunto de ideais relativos à revolta característica desse cortejo de operários da época, temos nessa frase um exemplo daquilo que fosse talvez mais representativo do que havia entre essas pessoas: sentimento de revolta.
Não ponderarei aqui se tratavam de sentimentos de revolta ou senso de oportunidade, pois não nos cabe aqui expressar opinião política ou partidária, mas vale sim citar o fato de que essa luta por direitos civis e políticos do século XVIII deu origem mais tarde na luta por estabelecimento de direitos trabalhistas no Brasil e ainda: origem ao partido do nosso presidente.
Esse ideal lançado no século XVIII vem, 200 anos mais tarde servir de base para o processo de construção da imagem mercadológica de um presidente tão amplamente criticado no Brasil, cuja postura e determinação no momento em que se deve afirmar como conhecedor de todos os fatos que ocorrem no país e, inclusive, nos gabinetes ao lado, é criticável.
Infelizmente, ao que parece no Brasil de hoje, considerando os modelos gerenciais que são praticados em muitas das nossas empresas, sejam de pequeno, médio ou grande porte, somos hoje um celeiro de um conjunto de cópias do nosso atual presidente. Se ele é de fato tão ruim quanto muitos empresários afirmam, então porque continuam dando condições para que se criem outros como ele no futuro? Fica a pergunta.
07-08-2009 00:00:00
saiba maisReclamações de moradores de Búzios quanto às condições dos pontos de transporte público, principalmente em relação à falta de abrigos e calçadas apropriadas nesses locais. Em dias de chuva, por exemplo, usuários são obrigados a procurar locais cobertos para esperar a chegada do ônibus ou ficar no ponto, em meio à lama e sem proteção. Em dias de chuva, chego a perder o ônibus, pois tenho que procurar abrigo e acabo perdendo o transporte. Se fico próximo à rua, tomo chuva e fico suja de lama reclamou Sandra Leite da Silva, da Rasa.
Falta de iluminação, informações sobre horários, acentos e telefones públicos próximos são outras reclamações.
- Falta acostamento adequado e organizar os pontos, pois os transportes param em qualquer lugar, e isso em uma cidade turística e que arrecada tanto dinheiro. A Rua das Pedras está toda arrumada, enquanto a cidade está toda abandonada - declarou João Luiz, morador da Marina.
Os pontos existentes na Cidade com cobertura, a maioria com telhas quebradas. A falta de iluminação também deixa moradores vulneráveis à noite, por exemplo, no ponto de ônibus próximo à Policlínica em Manguinhos, onde não existe iluminação e a movimentação é grande.
Em Cabo Frio, uma parceria entre governo municipal e comércio local resolveu a questão de falta de ponto de ônibus e sua infraestrutura, financiando construção e manutenção deles e, ao mesmo tempo, divulgando suas marcas por meio de letreiros.
07-08-2009 00:00:00
saiba maisNos dias de hoje, mesmo com avanços em legislações trabalhistas por todo o mundo, greves e revoltas de colaboradores acontecem em larga escala. Não chega a causar estranheza a freqüência com que isso acontece. O fato é que em momentos em que a economia se desestabiliza, o cerco se fecha contra trabalhadores. E empresas que não são dotadas de estruturas horizontais para o estabelecimento de normas que melhorem as condições de vida dos trabalhadores, partem para a força. São liminares na justiça, processos buscando a inconstitucionalidade da paralisação. Quando apenas modelos gerenciais mais adequados seriam o suficiente para que se evitasse a hecatombe política e social que é causada por uma greve, como a ocorrida na França em fins de janeiro deste ano. Fato que foi o maior desafio político de Sarkozy desde o início de seu mandato no início de 2007. A atualidade traz a tona uma lição na velha máxima: vão os anéis, ficam os dedos. Se não por um compromisso ético com seus colaboradores, por uma questão de segurança e estabilidade política e social, além, obviamente, de se evitarem os prejuízos causados por uma paralisação, independente do volume de colaboradores que venham a aderir.
Entretanto, resguardemos a diferença, os colaboradores tendem a serem temerosos em relação às empresas que não dêem garantias, empresas que não tenham em seus programas a constante capacitação de colaboradores.
Resultado disso: os trabalhadores acabam sendo vendidos a ideais partidários, comprados por promessas paternalistas, invés de métodos que priorizem seu crescimento e de suas condições de trabalho. Ainda pior, se tornam partidário de políticos populistas, como no caso do Brasil. Causa-me pavor à cegueira de empresários das décadas de 1950 e 1960 que reagem contra posições tomadas por nosso presidente Lula, criticam sua baixa capacidade acadêmica nos moldes tradicionais. Ao que me parece é o mesmo que culpar a água por queimar a mão, quando na verdade foram eles mesmos quem a colocaram no fogo. Com modelos gerenciais opressores desse período, pouquíssimas preocupações com a qualidade de vida de colaboradores, eles é quem criaram o presidente Lula. Fomentaram entre os operários do ABC Paulista o espírito de revolta num estilo que pode ser semelhante ao que é expresso em Le jour de gloire est arrive, contre nous de la tyrannie, Letendard sanglant est leve do hino nacional mais lembrado de toda a história: La Marseillaise. Expressando um conjunto de ideais relativos à revolta característica desse cortejo de operários da época, temos nessa frase um exemplo daquilo que fosse talvez mais representativo do que havia entre essas pessoas: sentimento de revolta.
Não ponderarei aqui se tratavam de sentimentos de revolta ou senso de oportunidade, pois não nos cabe aqui expressar opinião política ou partidária, mas vale sim citar o fato de que essa luta por direitos civis e políticos do século XVIII deu origem mais tarde na luta por estabelecimento de direitos trabalhistas no Brasil e ainda: origem ao partido do nosso presidente.
Esse ideal lançado no século XVIII vem, 200 anos mais tarde servir de base para o processo de construção da imagem mercadológica de um presidente tão amplamente criticado no Brasil, cuja postura e determinação no momento em que se deve afirmar como conhecedor de todos os fatos que ocorrem no país e, inclusive, nos gabinetes ao lado, é criticável.
Infelizmente, ao que parece no Brasil de hoje, considerando os modelos gerenciais que são praticados em muitas das nossas empresas, sejam de pequeno, médio ou grande porte, somos hoje um celeiro de um conjunto de cópias do nosso atual presidente. Se ele é de fato tão ruim quanto muitos empresários afirmam, então porque continuam dando condições para que se criem outros como ele no futuro? Fica a pergunta.
07-08-2009 00:00:00
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