Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Opinião - A crise Darcy Ribeiro na Educação de Búzios

    Neste episódio , ninguém se engane saindo do ringue como vencedores e vencidos. Saíram, sim, ganhando as futuras gerações que freqüentam as salas de aulas e a Sociedade Buziana, esta última então, que precisa muito ainda apreender a apurar seu sentido de visão, sobre as coisas da Cidade. A imprensa, neste caso específico, representada pelo Jornal Primeira Hora, cumpriu o seu dever, provocando o desconforto ao Governo local, com as suas doses certas e proporcionais de levantamento do tom de suas reportagens, à medida que operação de ocultação da verdade tomava corpo nos demais veículos da mídia comprometidos e á serviço. Ou seja; o que se chamou de “sensacionalismo” , correspondeu na medida certa do que se chama de ocultação do cadáver, com rastro de sangue ou escondido com rabo de fora, como dizia minha vovó Maria. Na verdade, o Governo saiu ganhando um naco da fatia de benefício nesta crise, não pelo tamanho desse naco, mas pela qualidade moral, quando reconhece e ganha de bônus , o status diante da Sociedade Buziana, mais uma vez, quem sabe a última , a oportunidade de uma reforma nos seus quadros político-administrativo e ajuste na condução do seu rumo de gerente deste grande condomínio municipal que se chama Armação dos Búzios.
    Ao escancarar a situação da Educação em Búzios, o Prefeito atirou no que não quis e acertou no que nunca quis ver.
    Ganhou com isso a chave da liberdade que o aprisiona do compromisso de campanha.Não me refiro do compromisso de campanha com a população, mas com seus financistas de campanha, podendo doravante, a partir de hoje, exibir sem medo de errar que o péssimo desempenho do seu Governo se dá pelo despreparo de sua máquina governamental movida pelo nepotismo e indicação política nos cargos e posições, refletindo na qualidade dos recursos humanos por pessoas contratadas profissionalmente “sem cacoetes inerentes à função”, imagine, então, se este item de seleção fosse a habilitação e experiência na função. É um desperdício gerencial, não dialogar mais com a Sociedade Buziana , associações de classe e de moradores, recolhendo toda sorte de contribuição ao Governo, num pacto de parceria.
    Não estamos, hoje, falando de demissão em massa, terrorismo ao funcionário de baixo escalão, mas estamos falando também deles, os despreparados nas suas funções. A cozinheira tem que saber cozinhar, o motorista tem que saber dirigir, o fiscal tem saber o assunto às vezes multidisciplinar que vai fiscalizar, a Secretaria de Governo tem que ter autoridade para saber integrar ações políticas e projetos, gerir o espaço político vazio entre as tendências “aparentemente divergente para o povo ver”, entre Prefeito e Vice Prefeito, mas que no fundo acabam, somando votos de ambos os lados para o mesmo candidato para governador e partido, como mais uma vez dizia minha vovó Maria, ambas as farinhas vão para o mesmo saco.
    Nesta crise de mar revolto, fazendo água por todos lados dos porões da nau Governamental, os buracos na Educação, no Planejamento de Uso do Solo, Licenciamento e a complexa equação construir e preservar, Habitação Fundiária, Infra-estrutura de saneamento básico e a título de pequeno exemplo: o gerenciamento mínimo de medidas de funcionamento do cotidiano da Cidade, com fiscalização do cumprimento (a custo zero para Prefeitura, porque gente tem e de sobra, pode não ter qualificação), junto à concessionária de telefones, para levantar e denunciar àquela empresa e a ANATEL, quanto ã inoperacionabilidade da maioria dos telefones públicos da Cidade que quer manter a vocação do turismo. A qualidade da água e da energia elétrica com simples monitoramento da qualidade dos serviços é um gerenciamento municipal sem custo ao erário municipal.
    O Governo Municipal, em quem votei, ainda tentou remendar a avaria da nau nesta crise, saindo chamuscado pelo desmentido. Contando com uma tripulação improvisada e despreparada de assessoria de informação estratégica que tem sido um desastre no desempenho de Governo, o resultado era previsto. Houve tempo durante as férias para reparar as salas de aulas e de sobra reparar o telhado do alojamento da 5ª Cia/25º BPM.
    A estrutura de Coordenação do Governo, hoje superposta e na duplicidade de função, da Secretaria Executiva e de Governo ambas existem para quê e porquê ? Faz-me lembrar da trigonometria em que a soma do quadrado do seno e co-seno, por serem ambos de valores absolutos tão pequenos, têm que ser elevados ao quadrado para dar um. Ambas Secretarias deveriam estar numa só Secretaria, mas com gestores profissionais (político ou não), para atender ao modelo de operacionalidade, conforme está fartamente disponível nos livros mais elementares de administração, ao contrário da Secretaria de Meio Ambiente e de Planejamento, um monstro siamês da administração de Búzios, que diante das características peculiares da complexa equação preservação e ocupação, devem ser separadas organicamente e, ao mesmo tempo, reunidas num projeto intersecretaria através de uma inédita matriz de desenvolvimento, urgentemente repensada, porque cópia e importação dessa matriz, não servem para o caso Búzios. A criatividade deverá brotar das propostas da sociedade, com todos os cuidados para identificar diante mão , os oportunistas de plantão, os interesses espúrios e o real interesse em benefício da maioria.

    Uma operação suicida foi montada
    O meu Chefe do Executivo no entanto, no momento da Crise Darcy Ribeiro na Educação, não teve muleta e em quem se apoiar “técnica e profissionalmente”, pelo contrário teve a eficiência de seus auxiliares em montar uma operação suicida de convocação da imprensa para um desmentido fajuto do óbvio, que depois veio à tona na verdade dos fatos. A boa muleta como bom assessor, é aquele que sempre antenado, não deixa o chefe sair do Gabinete para se suicidar, sai até na porrada para impedi-lo de cometer atos de loucura e por fim se não for ouvido pelo seu chefe de fato e de direito, ele (o assessor) convicto do seu correto posicionamento , não espera a demissão, mas se demite. Não compactua com suicídios políticos do seu chefe,ao contrario se revitaliza com os grandes gestos perante , primeiramente seus familiares ,seguido dos seus amigos e seus correligionários.Isso diz os bons costumes (atualmente em desuso), que é de praxe.
    Finalmente, a Sociedade Buzina teve indigestão de informações dedutivas para saber quais os jornais que pela necessidade financeira tiveram que “alugar a pena e a máquina digital fotográfica” , outros por que diante dos fatos não haviam argumentos “desplugaram” o teclado e apontaram o visor de suas câmaras noutras direções, para não contrariar os interesses de seus clientes anunciantes ou doadores de campanhas políticas. É compreendido a mecânica dessas atitudes na mídia, mundialmente conhecida como a eterna maldição da imprensa. Quem tem jornal sabe muito bem o que é a maldição. Ela vem em forma de papagaio nos bancos, para pagar a impressão, os seus funcionários e ainda tirar leite das pedras, embora não seja moralmente correto e aceito pela quase extinta tribo da mídia ética.
    Encerrando este tedioso artigo, tenho a certeza absoluta de que alguns políticos colocarão a cara de fora, uns mais outros menos, para dizer que o Poder Executivo já fora advertido com discurso típico de oposição, outros aconselharam , avisaram e informaram com discurso típico de governo, mas ambos deveriam provar ao contrário do discurso , a efetiva ação reparadora e exibir agora, ao vivo e a cores, uma cópia da denuncia feita ao Ministério Público ou ao Conselho Estadual e Federal de Educação sobre a situação da Educação em Búzios, uma vez que não foram atendidos pelo Prefeito em tempo hábil. Isto sim, é prova cabal de suas efetivas atuações constitucionais de fiscalizar os atos do Executivo na Educação.

    08-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A crise Darcy Ribeiro na Educação de Búzios

    Neste episódio , ninguém se engane saindo do ringue como vencedores e vencidos. Saíram, sim, ganhando as futuras gerações que freqüentam as salas de aulas e a Sociedade Buziana, esta última então, que precisa muito ainda apreender a apurar seu sentido de visão, sobre as coisas da Cidade. A imprensa, neste caso específico, representada pelo Jornal Primeira Hora, cumpriu o seu dever, provocando o desconforto ao Governo local, com as suas doses certas e proporcionais de levantamento do tom de suas reportagens, à medida que operação de ocultação da verdade tomava corpo nos demais veículos da mídia comprometidos e á serviço. Ou seja; o que se chamou de “sensacionalismo” , correspondeu na medida certa do que se chama de ocultação do cadáver, com rastro de sangue ou escondido com rabo de fora, como dizia minha vovó Maria. Na verdade, o Governo saiu ganhando um naco da fatia de benefício nesta crise, não pelo tamanho desse naco, mas pela qualidade moral, quando reconhece e ganha de bônus , o status diante da Sociedade Buziana, mais uma vez, quem sabe a última , a oportunidade de uma reforma nos seus quadros político-administrativo e ajuste na condução do seu rumo de gerente deste grande condomínio municipal que se chama Armação dos Búzios.
    Ao escancarar a situação da Educação em Búzios, o Prefeito atirou no que não quis e acertou no que nunca quis ver.
    Ganhou com isso a chave da liberdade que o aprisiona do compromisso de campanha.Não me refiro do compromisso de campanha com a população, mas com seus financistas de campanha, podendo doravante, a partir de hoje, exibir sem medo de errar que o péssimo desempenho do seu Governo se dá pelo despreparo de sua máquina governamental movida pelo nepotismo e indicação política nos cargos e posições, refletindo na qualidade dos recursos humanos por pessoas contratadas profissionalmente “sem cacoetes inerentes à função”, imagine, então, se este item de seleção fosse a habilitação e experiência na função. É um desperdício gerencial, não dialogar mais com a Sociedade Buziana , associações de classe e de moradores, recolhendo toda sorte de contribuição ao Governo, num pacto de parceria.
    Não estamos, hoje, falando de demissão em massa, terrorismo ao funcionário de baixo escalão, mas estamos falando também deles, os despreparados nas suas funções. A cozinheira tem que saber cozinhar, o motorista tem que saber dirigir, o fiscal tem saber o assunto às vezes multidisciplinar que vai fiscalizar, a Secretaria de Governo tem que ter autoridade para saber integrar ações políticas e projetos, gerir o espaço político vazio entre as tendências “aparentemente divergente para o povo ver”, entre Prefeito e Vice Prefeito, mas que no fundo acabam, somando votos de ambos os lados para o mesmo candidato para governador e partido, como mais uma vez dizia minha vovó Maria, ambas as farinhas vão para o mesmo saco.
    Nesta crise de mar revolto, fazendo água por todos lados dos porões da nau Governamental, os buracos na Educação, no Planejamento de Uso do Solo, Licenciamento e a complexa equação construir e preservar, Habitação Fundiária, Infra-estrutura de saneamento básico e a título de pequeno exemplo: o gerenciamento mínimo de medidas de funcionamento do cotidiano da Cidade, com fiscalização do cumprimento (a custo zero para Prefeitura, porque gente tem e de sobra, pode não ter qualificação), junto à concessionária de telefones, para levantar e denunciar àquela empresa e a ANATEL, quanto ã inoperacionabilidade da maioria dos telefones públicos da Cidade que quer manter a vocação do turismo. A qualidade da água e da energia elétrica com simples monitoramento da qualidade dos serviços é um gerenciamento municipal sem custo ao erário municipal.
    O Governo Municipal, em quem votei, ainda tentou remendar a avaria da nau nesta crise, saindo chamuscado pelo desmentido. Contando com uma tripulação improvisada e despreparada de assessoria de informação estratégica que tem sido um desastre no desempenho de Governo, o resultado era previsto. Houve tempo durante as férias para reparar as salas de aulas e de sobra reparar o telhado do alojamento da 5ª Cia/25º BPM.
    A estrutura de Coordenação do Governo, hoje superposta e na duplicidade de função, da Secretaria Executiva e de Governo ambas existem para quê e porquê ? Faz-me lembrar da trigonometria em que a soma do quadrado do seno e co-seno, por serem ambos de valores absolutos tão pequenos, têm que ser elevados ao quadrado para dar um. Ambas Secretarias deveriam estar numa só Secretaria, mas com gestores profissionais (político ou não), para atender ao modelo de operacionalidade, conforme está fartamente disponível nos livros mais elementares de administração, ao contrário da Secretaria de Meio Ambiente e de Planejamento, um monstro siamês da administração de Búzios, que diante das características peculiares da complexa equação preservação e ocupação, devem ser separadas organicamente e, ao mesmo tempo, reunidas num projeto intersecretaria através de uma inédita matriz de desenvolvimento, urgentemente repensada, porque cópia e importação dessa matriz, não servem para o caso Búzios. A criatividade deverá brotar das propostas da sociedade, com todos os cuidados para identificar diante mão , os oportunistas de plantão, os interesses espúrios e o real interesse em benefício da maioria.

    Uma operação suicida foi montada
    O meu Chefe do Executivo no entanto, no momento da Crise Darcy Ribeiro na Educação, não teve muleta e em quem se apoiar “técnica e profissionalmente”, pelo contrário teve a eficiência de seus auxiliares em montar uma operação suicida de convocação da imprensa para um desmentido fajuto do óbvio, que depois veio à tona na verdade dos fatos. A boa muleta como bom assessor, é aquele que sempre antenado, não deixa o chefe sair do Gabinete para se suicidar, sai até na porrada para impedi-lo de cometer atos de loucura e por fim se não for ouvido pelo seu chefe de fato e de direito, ele (o assessor) convicto do seu correto posicionamento , não espera a demissão, mas se demite. Não compactua com suicídios políticos do seu chefe,ao contrario se revitaliza com os grandes gestos perante , primeiramente seus familiares ,seguido dos seus amigos e seus correligionários.Isso diz os bons costumes (atualmente em desuso), que é de praxe.
    Finalmente, a Sociedade Buzina teve indigestão de informações dedutivas para saber quais os jornais que pela necessidade financeira tiveram que “alugar a pena e a máquina digital fotográfica” , outros por que diante dos fatos não haviam argumentos “desplugaram” o teclado e apontaram o visor de suas câmaras noutras direções, para não contrariar os interesses de seus clientes anunciantes ou doadores de campanhas políticas. É compreendido a mecânica dessas atitudes na mídia, mundialmente conhecida como a eterna maldição da imprensa. Quem tem jornal sabe muito bem o que é a maldição. Ela vem em forma de papagaio nos bancos, para pagar a impressão, os seus funcionários e ainda tirar leite das pedras, embora não seja moralmente correto e aceito pela quase extinta tribo da mídia ética.
    Encerrando este tedioso artigo, tenho a certeza absoluta de que alguns políticos colocarão a cara de fora, uns mais outros menos, para dizer que o Poder Executivo já fora advertido com discurso típico de oposição, outros aconselharam , avisaram e informaram com discurso típico de governo, mas ambos deveriam provar ao contrário do discurso , a efetiva ação reparadora e exibir agora, ao vivo e a cores, uma cópia da denuncia feita ao Ministério Público ou ao Conselho Estadual e Federal de Educação sobre a situação da Educação em Búzios, uma vez que não foram atendidos pelo Prefeito em tempo hábil. Isto sim, é prova cabal de suas efetivas atuações constitucionais de fiscalizar os atos do Executivo na Educação.

    08-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A crise Darcy Ribeiro na Educação de Búzios

    Neste episódio , ninguém se engane saindo do ringue como vencedores e vencidos. Saíram, sim, ganhando as futuras gerações que freqüentam as salas de aulas e a Sociedade Buziana, esta última então, que precisa muito ainda apreender a apurar seu sentido de visão, sobre as coisas da Cidade. A imprensa, neste caso específico, representada pelo Jornal Primeira Hora, cumpriu o seu dever, provocando o desconforto ao Governo local, com as suas doses certas e proporcionais de levantamento do tom de suas reportagens, à medida que operação de ocultação da verdade tomava corpo nos demais veículos da mídia comprometidos e á serviço. Ou seja; o que se chamou de “sensacionalismo” , correspondeu na medida certa do que se chama de ocultação do cadáver, com rastro de sangue ou escondido com rabo de fora, como dizia minha vovó Maria. Na verdade, o Governo saiu ganhando um naco da fatia de benefício nesta crise, não pelo tamanho desse naco, mas pela qualidade moral, quando reconhece e ganha de bônus , o status diante da Sociedade Buziana, mais uma vez, quem sabe a última , a oportunidade de uma reforma nos seus quadros político-administrativo e ajuste na condução do seu rumo de gerente deste grande condomínio municipal que se chama Armação dos Búzios.
    Ao escancarar a situação da Educação em Búzios, o Prefeito atirou no que não quis e acertou no que nunca quis ver.
    Ganhou com isso a chave da liberdade que o aprisiona do compromisso de campanha.Não me refiro do compromisso de campanha com a população, mas com seus financistas de campanha, podendo doravante, a partir de hoje, exibir sem medo de errar que o péssimo desempenho do seu Governo se dá pelo despreparo de sua máquina governamental movida pelo nepotismo e indicação política nos cargos e posições, refletindo na qualidade dos recursos humanos por pessoas contratadas profissionalmente “sem cacoetes inerentes à função”, imagine, então, se este item de seleção fosse a habilitação e experiência na função. É um desperdício gerencial, não dialogar mais com a Sociedade Buziana , associações de classe e de moradores, recolhendo toda sorte de contribuição ao Governo, num pacto de parceria.
    Não estamos, hoje, falando de demissão em massa, terrorismo ao funcionário de baixo escalão, mas estamos falando também deles, os despreparados nas suas funções. A cozinheira tem que saber cozinhar, o motorista tem que saber dirigir, o fiscal tem saber o assunto às vezes multidisciplinar que vai fiscalizar, a Secretaria de Governo tem que ter autoridade para saber integrar ações políticas e projetos, gerir o espaço político vazio entre as tendências “aparentemente divergente para o povo ver”, entre Prefeito e Vice Prefeito, mas que no fundo acabam, somando votos de ambos os lados para o mesmo candidato para governador e partido, como mais uma vez dizia minha vovó Maria, ambas as farinhas vão para o mesmo saco.
    Nesta crise de mar revolto, fazendo água por todos lados dos porões da nau Governamental, os buracos na Educação, no Planejamento de Uso do Solo, Licenciamento e a complexa equação construir e preservar, Habitação Fundiária, Infra-estrutura de saneamento básico e a título de pequeno exemplo: o gerenciamento mínimo de medidas de funcionamento do cotidiano da Cidade, com fiscalização do cumprimento (a custo zero para Prefeitura, porque gente tem e de sobra, pode não ter qualificação), junto à concessionária de telefones, para levantar e denunciar àquela empresa e a ANATEL, quanto ã inoperacionabilidade da maioria dos telefones públicos da Cidade que quer manter a vocação do turismo. A qualidade da água e da energia elétrica com simples monitoramento da qualidade dos serviços é um gerenciamento municipal sem custo ao erário municipal.
    O Governo Municipal, em quem votei, ainda tentou remendar a avaria da nau nesta crise, saindo chamuscado pelo desmentido. Contando com uma tripulação improvisada e despreparada de assessoria de informação estratégica que tem sido um desastre no desempenho de Governo, o resultado era previsto. Houve tempo durante as férias para reparar as salas de aulas e de sobra reparar o telhado do alojamento da 5ª Cia/25º BPM.
    A estrutura de Coordenação do Governo, hoje superposta e na duplicidade de função, da Secretaria Executiva e de Governo ambas existem para quê e porquê ? Faz-me lembrar da trigonometria em que a soma do quadrado do seno e co-seno, por serem ambos de valores absolutos tão pequenos, têm que ser elevados ao quadrado para dar um. Ambas Secretarias deveriam estar numa só Secretaria, mas com gestores profissionais (político ou não), para atender ao modelo de operacionalidade, conforme está fartamente disponível nos livros mais elementares de administração, ao contrário da Secretaria de Meio Ambiente e de Planejamento, um monstro siamês da administração de Búzios, que diante das características peculiares da complexa equação preservação e ocupação, devem ser separadas organicamente e, ao mesmo tempo, reunidas num projeto intersecretaria através de uma inédita matriz de desenvolvimento, urgentemente repensada, porque cópia e importação dessa matriz, não servem para o caso Búzios. A criatividade deverá brotar das propostas da sociedade, com todos os cuidados para identificar diante mão , os oportunistas de plantão, os interesses espúrios e o real interesse em benefício da maioria.

    Uma operação suicida foi montada
    O meu Chefe do Executivo no entanto, no momento da Crise Darcy Ribeiro na Educação, não teve muleta e em quem se apoiar “técnica e profissionalmente”, pelo contrário teve a eficiência de seus auxiliares em montar uma operação suicida de convocação da imprensa para um desmentido fajuto do óbvio, que depois veio à tona na verdade dos fatos. A boa muleta como bom assessor, é aquele que sempre antenado, não deixa o chefe sair do Gabinete para se suicidar, sai até na porrada para impedi-lo de cometer atos de loucura e por fim se não for ouvido pelo seu chefe de fato e de direito, ele (o assessor) convicto do seu correto posicionamento , não espera a demissão, mas se demite. Não compactua com suicídios políticos do seu chefe,ao contrario se revitaliza com os grandes gestos perante , primeiramente seus familiares ,seguido dos seus amigos e seus correligionários.Isso diz os bons costumes (atualmente em desuso), que é de praxe.
    Finalmente, a Sociedade Buzina teve indigestão de informações dedutivas para saber quais os jornais que pela necessidade financeira tiveram que “alugar a pena e a máquina digital fotográfica” , outros por que diante dos fatos não haviam argumentos “desplugaram” o teclado e apontaram o visor de suas câmaras noutras direções, para não contrariar os interesses de seus clientes anunciantes ou doadores de campanhas políticas. É compreendido a mecânica dessas atitudes na mídia, mundialmente conhecida como a eterna maldição da imprensa. Quem tem jornal sabe muito bem o que é a maldição. Ela vem em forma de papagaio nos bancos, para pagar a impressão, os seus funcionários e ainda tirar leite das pedras, embora não seja moralmente correto e aceito pela quase extinta tribo da mídia ética.
    Encerrando este tedioso artigo, tenho a certeza absoluta de que alguns políticos colocarão a cara de fora, uns mais outros menos, para dizer que o Poder Executivo já fora advertido com discurso típico de oposição, outros aconselharam , avisaram e informaram com discurso típico de governo, mas ambos deveriam provar ao contrário do discurso , a efetiva ação reparadora e exibir agora, ao vivo e a cores, uma cópia da denuncia feita ao Ministério Público ou ao Conselho Estadual e Federal de Educação sobre a situação da Educação em Búzios, uma vez que não foram atendidos pelo Prefeito em tempo hábil. Isto sim, é prova cabal de suas efetivas atuações constitucionais de fiscalizar os atos do Executivo na Educação.

    08-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A crise Darcy Ribeiro na Educação de Búzios

    Neste episódio , ninguém se engane saindo do ringue como vencedores e vencidos. Saíram, sim, ganhando as futuras gerações que freqüentam as salas de aulas e a Sociedade Buziana, esta última então, que precisa muito ainda apreender a apurar seu sentido de visão, sobre as coisas da Cidade. A imprensa, neste caso específico, representada pelo Jornal Primeira Hora, cumpriu o seu dever, provocando o desconforto ao Governo local, com as suas doses certas e proporcionais de levantamento do tom de suas reportagens, à medida que operação de ocultação da verdade tomava corpo nos demais veículos da mídia comprometidos e á serviço. Ou seja; o que se chamou de “sensacionalismo” , correspondeu na medida certa do que se chama de ocultação do cadáver, com rastro de sangue ou escondido com rabo de fora, como dizia minha vovó Maria. Na verdade, o Governo saiu ganhando um naco da fatia de benefício nesta crise, não pelo tamanho desse naco, mas pela qualidade moral, quando reconhece e ganha de bônus , o status diante da Sociedade Buziana, mais uma vez, quem sabe a última , a oportunidade de uma reforma nos seus quadros político-administrativo e ajuste na condução do seu rumo de gerente deste grande condomínio municipal que se chama Armação dos Búzios.
    Ao escancarar a situação da Educação em Búzios, o Prefeito atirou no que não quis e acertou no que nunca quis ver.
    Ganhou com isso a chave da liberdade que o aprisiona do compromisso de campanha.Não me refiro do compromisso de campanha com a população, mas com seus financistas de campanha, podendo doravante, a partir de hoje, exibir sem medo de errar que o péssimo desempenho do seu Governo se dá pelo despreparo de sua máquina governamental movida pelo nepotismo e indicação política nos cargos e posições, refletindo na qualidade dos recursos humanos por pessoas contratadas profissionalmente “sem cacoetes inerentes à função”, imagine, então, se este item de seleção fosse a habilitação e experiência na função. É um desperdício gerencial, não dialogar mais com a Sociedade Buziana , associações de classe e de moradores, recolhendo toda sorte de contribuição ao Governo, num pacto de parceria.
    Não estamos, hoje, falando de demissão em massa, terrorismo ao funcionário de baixo escalão, mas estamos falando também deles, os despreparados nas suas funções. A cozinheira tem que saber cozinhar, o motorista tem que saber dirigir, o fiscal tem saber o assunto às vezes multidisciplinar que vai fiscalizar, a Secretaria de Governo tem que ter autoridade para saber integrar ações políticas e projetos, gerir o espaço político vazio entre as tendências “aparentemente divergente para o povo ver”, entre Prefeito e Vice Prefeito, mas que no fundo acabam, somando votos de ambos os lados para o mesmo candidato para governador e partido, como mais uma vez dizia minha vovó Maria, ambas as farinhas vão para o mesmo saco.
    Nesta crise de mar revolto, fazendo água por todos lados dos porões da nau Governamental, os buracos na Educação, no Planejamento de Uso do Solo, Licenciamento e a complexa equação construir e preservar, Habitação Fundiária, Infra-estrutura de saneamento básico e a título de pequeno exemplo: o gerenciamento mínimo de medidas de funcionamento do cotidiano da Cidade, com fiscalização do cumprimento (a custo zero para Prefeitura, porque gente tem e de sobra, pode não ter qualificação), junto à concessionária de telefones, para levantar e denunciar àquela empresa e a ANATEL, quanto ã inoperacionabilidade da maioria dos telefones públicos da Cidade que quer manter a vocação do turismo. A qualidade da água e da energia elétrica com simples monitoramento da qualidade dos serviços é um gerenciamento municipal sem custo ao erário municipal.
    O Governo Municipal, em quem votei, ainda tentou remendar a avaria da nau nesta crise, saindo chamuscado pelo desmentido. Contando com uma tripulação improvisada e despreparada de assessoria de informação estratégica que tem sido um desastre no desempenho de Governo, o resultado era previsto. Houve tempo durante as férias para reparar as salas de aulas e de sobra reparar o telhado do alojamento da 5ª Cia/25º BPM.
    A estrutura de Coordenação do Governo, hoje superposta e na duplicidade de função, da Secretaria Executiva e de Governo ambas existem para quê e porquê ? Faz-me lembrar da trigonometria em que a soma do quadrado do seno e co-seno, por serem ambos de valores absolutos tão pequenos, têm que ser elevados ao quadrado para dar um. Ambas Secretarias deveriam estar numa só Secretaria, mas com gestores profissionais (político ou não), para atender ao modelo de operacionalidade, conforme está fartamente disponível nos livros mais elementares de administração, ao contrário da Secretaria de Meio Ambiente e de Planejamento, um monstro siamês da administração de Búzios, que diante das características peculiares da complexa equação preservação e ocupação, devem ser separadas organicamente e, ao mesmo tempo, reunidas num projeto intersecretaria através de uma inédita matriz de desenvolvimento, urgentemente repensada, porque cópia e importação dessa matriz, não servem para o caso Búzios. A criatividade deverá brotar das propostas da sociedade, com todos os cuidados para identificar diante mão , os oportunistas de plantão, os interesses espúrios e o real interesse em benefício da maioria.

    Uma operação suicida foi montada
    O meu Chefe do Executivo no entanto, no momento da Crise Darcy Ribeiro na Educação, não teve muleta e em quem se apoiar “técnica e profissionalmente”, pelo contrário teve a eficiência de seus auxiliares em montar uma operação suicida de convocação da imprensa para um desmentido fajuto do óbvio, que depois veio à tona na verdade dos fatos. A boa muleta como bom assessor, é aquele que sempre antenado, não deixa o chefe sair do Gabinete para se suicidar, sai até na porrada para impedi-lo de cometer atos de loucura e por fim se não for ouvido pelo seu chefe de fato e de direito, ele (o assessor) convicto do seu correto posicionamento , não espera a demissão, mas se demite. Não compactua com suicídios políticos do seu chefe,ao contrario se revitaliza com os grandes gestos perante , primeiramente seus familiares ,seguido dos seus amigos e seus correligionários.Isso diz os bons costumes (atualmente em desuso), que é de praxe.
    Finalmente, a Sociedade Buzina teve indigestão de informações dedutivas para saber quais os jornais que pela necessidade financeira tiveram que “alugar a pena e a máquina digital fotográfica” , outros por que diante dos fatos não haviam argumentos “desplugaram” o teclado e apontaram o visor de suas câmaras noutras direções, para não contrariar os interesses de seus clientes anunciantes ou doadores de campanhas políticas. É compreendido a mecânica dessas atitudes na mídia, mundialmente conhecida como a eterna maldição da imprensa. Quem tem jornal sabe muito bem o que é a maldição. Ela vem em forma de papagaio nos bancos, para pagar a impressão, os seus funcionários e ainda tirar leite das pedras, embora não seja moralmente correto e aceito pela quase extinta tribo da mídia ética.
    Encerrando este tedioso artigo, tenho a certeza absoluta de que alguns políticos colocarão a cara de fora, uns mais outros menos, para dizer que o Poder Executivo já fora advertido com discurso típico de oposição, outros aconselharam , avisaram e informaram com discurso típico de governo, mas ambos deveriam provar ao contrário do discurso , a efetiva ação reparadora e exibir agora, ao vivo e a cores, uma cópia da denuncia feita ao Ministério Público ou ao Conselho Estadual e Federal de Educação sobre a situação da Educação em Búzios, uma vez que não foram atendidos pelo Prefeito em tempo hábil. Isto sim, é prova cabal de suas efetivas atuações constitucionais de fiscalizar os atos do Executivo na Educação.

    08-08-2006 00:00:00

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  • Equilíbrio e retomada do crescimento

    Nos últimos três anos, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um conjunto de 31 leis que transformaram o Rio de Janeiro num dos estados mais agressivos em termos de legislação tributária. Por meio de programas como o RioTêxtil, o RioInvest e o RioPortos, estimulamos o desenvolvimento do interior, aproveitando as vocações naturais de cada uma das regiões deste estado e promovendo a retomada do crescimento econômico.
    Este conjunto de leis foi aprovado por mais de 75% dos deputados da Casa, que contribuíram com modificações importantes, e entenderam, sobretudo, a importância desta legislação para a revitalização do estado.
    Este ambiente de diálogo saudável entre os partidos que compõem o Parlamento Fluminense foi alcançado pela prática democrática que busco imprimir em minha gestão como presidente da Alerj. Desde o início, fortaleci o Colégio de Líderes partidários. Não há mensagem do Governo que, antes de ir a plenário, não seja discutida por todos os líderes. Apesar de a governadora ter ampla maioria na Casa, a oposição apresenta sugestões, oferece emendas e, muitas vezes, tem seus pleitos aprovados. E é esse o nosso papel: respeitar e entender que a diversidade que caracteriza o Parlamento é que permite o exercício da democracia.  
    Em 2005, durante o recesso parlamentar, corremos o interior do estado para realizar uma ampla prestação de contas do nosso trabalho na Alerj. Nosso objetivo era aproximar os parlamentares da população, ouvir suas demandas e divulgar as iniciativas tomadas para tornar o Legislativo Fluminense mais ágil e transparente. Nestes eventos, que reuniram prefeitos, vereadores, empresários, entidades de classe, líderes comunitários e a sociedade em geral, mostramos que estamos afinados e podemos trabalhar juntos na busca pelo crescimento econômico e a geração de empregos e renda para a população.
    É nosso dever divulgar, e direito do povo saber, que as sucessivas gestões da Alerj nos últimos dez anos levaram a uma economia de cerca de R$ 200 milhões/ano para os cofres públicos - dinheiro que passou a ser aplicado naquilo que interessa: Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura e Geração de Empregos.
    Buscamos, ainda, tornar a instituição mais transparente. Numa atitude pioneira no Brasil, através de emenda de minha autoria, diminuímos o recesso parlamentar de 90 para 60 dias. Acabamos com os supersalários; cortamos o pagamento de jetons; enxugamos a máquina administrativa, tornando-a mais ágil através da informatização. Criamos um site na Internet que disponibiliza as listas de presença e de viagens dos deputados. Inauguramos a TV Alerj e criamos o Conselho e o Código de Ética, instrumentos importantes de fiscalização da sociedade sobre o Parlamento. Recentemente, abolimos a contratação de parentes nas três esferas de poder do Estado.
    Todas essas conquistas só foram possíveis graças à harmonia existente, hoje, entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que tem permitido o crescimento da participação do interior na economia fluminense. Antes, a capital representava 70% do Produto Interno Bruto fluminense. Hoje, a participação do interior subiu para 50%.
    Mas, precisamos ir além. O contato com os poderes locais, propiciado pelos nossos encontros, mostra a necessidade de aprofundar a relação com os prefeitos do interior, trazendo para o Parlamento sugestões que podem aperfeiçoar nossa legislação e estabelecer um equilíbrio maior entre os municípios. Só conseguiremos alcançar o desenvolvimento econômico do Rio restabelecendo o equilíbrio econômico entre os municípios. Este é o caminho do emprego e do crescimento: aproveitar as nossas potencialidades rumo ao desenvolvimento sustentável.

    05-08-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Equilíbrio e retomada do crescimento

    Nos últimos três anos, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um conjunto de 31 leis que transformaram o Rio de Janeiro num dos estados mais agressivos em termos de legislação tributária. Por meio de programas como o RioTêxtil, o RioInvest e o RioPortos, estimulamos o desenvolvimento do interior, aproveitando as vocações naturais de cada uma das regiões deste estado e promovendo a retomada do crescimento econômico.
    Este conjunto de leis foi aprovado por mais de 75% dos deputados da Casa, que contribuíram com modificações importantes, e entenderam, sobretudo, a importância desta legislação para a revitalização do estado.
    Este ambiente de diálogo saudável entre os partidos que compõem o Parlamento Fluminense foi alcançado pela prática democrática que busco imprimir em minha gestão como presidente da Alerj. Desde o início, fortaleci o Colégio de Líderes partidários. Não há mensagem do Governo que, antes de ir a plenário, não seja discutida por todos os líderes. Apesar de a governadora ter ampla maioria na Casa, a oposição apresenta sugestões, oferece emendas e, muitas vezes, tem seus pleitos aprovados. E é esse o nosso papel: respeitar e entender que a diversidade que caracteriza o Parlamento é que permite o exercício da democracia.  
    Em 2005, durante o recesso parlamentar, corremos o interior do estado para realizar uma ampla prestação de contas do nosso trabalho na Alerj. Nosso objetivo era aproximar os parlamentares da população, ouvir suas demandas e divulgar as iniciativas tomadas para tornar o Legislativo Fluminense mais ágil e transparente. Nestes eventos, que reuniram prefeitos, vereadores, empresários, entidades de classe, líderes comunitários e a sociedade em geral, mostramos que estamos afinados e podemos trabalhar juntos na busca pelo crescimento econômico e a geração de empregos e renda para a população.
    É nosso dever divulgar, e direito do povo saber, que as sucessivas gestões da Alerj nos últimos dez anos levaram a uma economia de cerca de R$ 200 milhões/ano para os cofres públicos - dinheiro que passou a ser aplicado naquilo que interessa: Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura e Geração de Empregos.
    Buscamos, ainda, tornar a instituição mais transparente. Numa atitude pioneira no Brasil, através de emenda de minha autoria, diminuímos o recesso parlamentar de 90 para 60 dias. Acabamos com os supersalários; cortamos o pagamento de jetons; enxugamos a máquina administrativa, tornando-a mais ágil através da informatização. Criamos um site na Internet que disponibiliza as listas de presença e de viagens dos deputados. Inauguramos a TV Alerj e criamos o Conselho e o Código de Ética, instrumentos importantes de fiscalização da sociedade sobre o Parlamento. Recentemente, abolimos a contratação de parentes nas três esferas de poder do Estado.
    Todas essas conquistas só foram possíveis graças à harmonia existente, hoje, entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que tem permitido o crescimento da participação do interior na economia fluminense. Antes, a capital representava 70% do Produto Interno Bruto fluminense. Hoje, a participação do interior subiu para 50%.
    Mas, precisamos ir além. O contato com os poderes locais, propiciado pelos nossos encontros, mostra a necessidade de aprofundar a relação com os prefeitos do interior, trazendo para o Parlamento sugestões que podem aperfeiçoar nossa legislação e estabelecer um equilíbrio maior entre os municípios. Só conseguiremos alcançar o desenvolvimento econômico do Rio restabelecendo o equilíbrio econômico entre os municípios. Este é o caminho do emprego e do crescimento: aproveitar as nossas potencialidades rumo ao desenvolvimento sustentável.

    05-08-2006 00:00:00

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    Nos últimos três anos, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um conjunto de 31 leis que transformaram o Rio de Janeiro num dos estados mais agressivos em termos de legislação tributária. Por meio de programas como o RioTêxtil, o RioInvest e o RioPortos, estimulamos o desenvolvimento do interior, aproveitando as vocações naturais de cada uma das regiões deste estado e promovendo a retomada do crescimento econômico.
    Este conjunto de leis foi aprovado por mais de 75% dos deputados da Casa, que contribuíram com modificações importantes, e entenderam, sobretudo, a importância desta legislação para a revitalização do estado.
    Este ambiente de diálogo saudável entre os partidos que compõem o Parlamento Fluminense foi alcançado pela prática democrática que busco imprimir em minha gestão como presidente da Alerj. Desde o início, fortaleci o Colégio de Líderes partidários. Não há mensagem do Governo que, antes de ir a plenário, não seja discutida por todos os líderes. Apesar de a governadora ter ampla maioria na Casa, a oposição apresenta sugestões, oferece emendas e, muitas vezes, tem seus pleitos aprovados. E é esse o nosso papel: respeitar e entender que a diversidade que caracteriza o Parlamento é que permite o exercício da democracia.  
    Em 2005, durante o recesso parlamentar, corremos o interior do estado para realizar uma ampla prestação de contas do nosso trabalho na Alerj. Nosso objetivo era aproximar os parlamentares da população, ouvir suas demandas e divulgar as iniciativas tomadas para tornar o Legislativo Fluminense mais ágil e transparente. Nestes eventos, que reuniram prefeitos, vereadores, empresários, entidades de classe, líderes comunitários e a sociedade em geral, mostramos que estamos afinados e podemos trabalhar juntos na busca pelo crescimento econômico e a geração de empregos e renda para a população.
    É nosso dever divulgar, e direito do povo saber, que as sucessivas gestões da Alerj nos últimos dez anos levaram a uma economia de cerca de R$ 200 milhões/ano para os cofres públicos - dinheiro que passou a ser aplicado naquilo que interessa: Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura e Geração de Empregos.
    Buscamos, ainda, tornar a instituição mais transparente. Numa atitude pioneira no Brasil, através de emenda de minha autoria, diminuímos o recesso parlamentar de 90 para 60 dias. Acabamos com os supersalários; cortamos o pagamento de jetons; enxugamos a máquina administrativa, tornando-a mais ágil através da informatização. Criamos um site na Internet que disponibiliza as listas de presença e de viagens dos deputados. Inauguramos a TV Alerj e criamos o Conselho e o Código de Ética, instrumentos importantes de fiscalização da sociedade sobre o Parlamento. Recentemente, abolimos a contratação de parentes nas três esferas de poder do Estado.
    Todas essas conquistas só foram possíveis graças à harmonia existente, hoje, entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que tem permitido o crescimento da participação do interior na economia fluminense. Antes, a capital representava 70% do Produto Interno Bruto fluminense. Hoje, a participação do interior subiu para 50%.
    Mas, precisamos ir além. O contato com os poderes locais, propiciado pelos nossos encontros, mostra a necessidade de aprofundar a relação com os prefeitos do interior, trazendo para o Parlamento sugestões que podem aperfeiçoar nossa legislação e estabelecer um equilíbrio maior entre os municípios. Só conseguiremos alcançar o desenvolvimento econômico do Rio restabelecendo o equilíbrio econômico entre os municípios. Este é o caminho do emprego e do crescimento: aproveitar as nossas potencialidades rumo ao desenvolvimento sustentável.

    05-08-2006 00:00:00

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    Nos últimos três anos, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um conjunto de 31 leis que transformaram o Rio de Janeiro num dos estados mais agressivos em termos de legislação tributária. Por meio de programas como o RioTêxtil, o RioInvest e o RioPortos, estimulamos o desenvolvimento do interior, aproveitando as vocações naturais de cada uma das regiões deste estado e promovendo a retomada do crescimento econômico.
    Este conjunto de leis foi aprovado por mais de 75% dos deputados da Casa, que contribuíram com modificações importantes, e entenderam, sobretudo, a importância desta legislação para a revitalização do estado.
    Este ambiente de diálogo saudável entre os partidos que compõem o Parlamento Fluminense foi alcançado pela prática democrática que busco imprimir em minha gestão como presidente da Alerj. Desde o início, fortaleci o Colégio de Líderes partidários. Não há mensagem do Governo que, antes de ir a plenário, não seja discutida por todos os líderes. Apesar de a governadora ter ampla maioria na Casa, a oposição apresenta sugestões, oferece emendas e, muitas vezes, tem seus pleitos aprovados. E é esse o nosso papel: respeitar e entender que a diversidade que caracteriza o Parlamento é que permite o exercício da democracia.  
    Em 2005, durante o recesso parlamentar, corremos o interior do estado para realizar uma ampla prestação de contas do nosso trabalho na Alerj. Nosso objetivo era aproximar os parlamentares da população, ouvir suas demandas e divulgar as iniciativas tomadas para tornar o Legislativo Fluminense mais ágil e transparente. Nestes eventos, que reuniram prefeitos, vereadores, empresários, entidades de classe, líderes comunitários e a sociedade em geral, mostramos que estamos afinados e podemos trabalhar juntos na busca pelo crescimento econômico e a geração de empregos e renda para a população.
    É nosso dever divulgar, e direito do povo saber, que as sucessivas gestões da Alerj nos últimos dez anos levaram a uma economia de cerca de R$ 200 milhões/ano para os cofres públicos - dinheiro que passou a ser aplicado naquilo que interessa: Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura e Geração de Empregos.
    Buscamos, ainda, tornar a instituição mais transparente. Numa atitude pioneira no Brasil, através de emenda de minha autoria, diminuímos o recesso parlamentar de 90 para 60 dias. Acabamos com os supersalários; cortamos o pagamento de jetons; enxugamos a máquina administrativa, tornando-a mais ágil através da informatização. Criamos um site na Internet que disponibiliza as listas de presença e de viagens dos deputados. Inauguramos a TV Alerj e criamos o Conselho e o Código de Ética, instrumentos importantes de fiscalização da sociedade sobre o Parlamento. Recentemente, abolimos a contratação de parentes nas três esferas de poder do Estado.
    Todas essas conquistas só foram possíveis graças à harmonia existente, hoje, entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que tem permitido o crescimento da participação do interior na economia fluminense. Antes, a capital representava 70% do Produto Interno Bruto fluminense. Hoje, a participação do interior subiu para 50%.
    Mas, precisamos ir além. O contato com os poderes locais, propiciado pelos nossos encontros, mostra a necessidade de aprofundar a relação com os prefeitos do interior, trazendo para o Parlamento sugestões que podem aperfeiçoar nossa legislação e estabelecer um equilíbrio maior entre os municípios. Só conseguiremos alcançar o desenvolvimento econômico do Rio restabelecendo o equilíbrio econômico entre os municípios. Este é o caminho do emprego e do crescimento: aproveitar as nossas potencialidades rumo ao desenvolvimento sustentável.

    05-08-2006 00:00:00

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    Nos últimos três anos, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou um conjunto de 31 leis que transformaram o Rio de Janeiro num dos estados mais agressivos em termos de legislação tributária. Por meio de programas como o RioTêxtil, o RioInvest e o RioPortos, estimulamos o desenvolvimento do interior, aproveitando as vocações naturais de cada uma das regiões deste estado e promovendo a retomada do crescimento econômico.
    Este conjunto de leis foi aprovado por mais de 75% dos deputados da Casa, que contribuíram com modificações importantes, e entenderam, sobretudo, a importância desta legislação para a revitalização do estado.
    Este ambiente de diálogo saudável entre os partidos que compõem o Parlamento Fluminense foi alcançado pela prática democrática que busco imprimir em minha gestão como presidente da Alerj. Desde o início, fortaleci o Colégio de Líderes partidários. Não há mensagem do Governo que, antes de ir a plenário, não seja discutida por todos os líderes. Apesar de a governadora ter ampla maioria na Casa, a oposição apresenta sugestões, oferece emendas e, muitas vezes, tem seus pleitos aprovados. E é esse o nosso papel: respeitar e entender que a diversidade que caracteriza o Parlamento é que permite o exercício da democracia.  
    Em 2005, durante o recesso parlamentar, corremos o interior do estado para realizar uma ampla prestação de contas do nosso trabalho na Alerj. Nosso objetivo era aproximar os parlamentares da população, ouvir suas demandas e divulgar as iniciativas tomadas para tornar o Legislativo Fluminense mais ágil e transparente. Nestes eventos, que reuniram prefeitos, vereadores, empresários, entidades de classe, líderes comunitários e a sociedade em geral, mostramos que estamos afinados e podemos trabalhar juntos na busca pelo crescimento econômico e a geração de empregos e renda para a população.
    É nosso dever divulgar, e direito do povo saber, que as sucessivas gestões da Alerj nos últimos dez anos levaram a uma economia de cerca de R$ 200 milhões/ano para os cofres públicos - dinheiro que passou a ser aplicado naquilo que interessa: Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura e Geração de Empregos.
    Buscamos, ainda, tornar a instituição mais transparente. Numa atitude pioneira no Brasil, através de emenda de minha autoria, diminuímos o recesso parlamentar de 90 para 60 dias. Acabamos com os supersalários; cortamos o pagamento de jetons; enxugamos a máquina administrativa, tornando-a mais ágil através da informatização. Criamos um site na Internet que disponibiliza as listas de presença e de viagens dos deputados. Inauguramos a TV Alerj e criamos o Conselho e o Código de Ética, instrumentos importantes de fiscalização da sociedade sobre o Parlamento. Recentemente, abolimos a contratação de parentes nas três esferas de poder do Estado.
    Todas essas conquistas só foram possíveis graças à harmonia existente, hoje, entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, o que tem permitido o crescimento da participação do interior na economia fluminense. Antes, a capital representava 70% do Produto Interno Bruto fluminense. Hoje, a participação do interior subiu para 50%.
    Mas, precisamos ir além. O contato com os poderes locais, propiciado pelos nossos encontros, mostra a necessidade de aprofundar a relação com os prefeitos do interior, trazendo para o Parlamento sugestões que podem aperfeiçoar nossa legislação e estabelecer um equilíbrio maior entre os municípios. Só conseguiremos alcançar o desenvolvimento econômico do Rio restabelecendo o equilíbrio econômico entre os municípios. Este é o caminho do emprego e do crescimento: aproveitar as nossas potencialidades rumo ao desenvolvimento sustentável.

    05-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - O Turismo e a Cidade

    “Para construir são necessários anos de lento e laborioso trabalho. Para destruir, basta o ato impensado de um único momento.”
    Winston Churchill

    As cidades tem uma dinâmica própria, o eletricista compra pão, o padeiro consulta o medico, que leva a esposa para jantar no restaurante que chama o eletricista para consertar a rede elétrica...... mas esta dinâmica não é um jogo de soma zero, uma parte importante do dinheiro que circula na cidade vai para fora dela para adquirir as coisas e serviços que não são produzidas localmente. Assim, para que exista progresso, sempre serão necessárias atividades que permitam à cidade exportar bens e ou serviços que, por sua vez, tragam receitas que ultrapassem as saídas de dinheiro, indispensáveis à sua sobrevivência.
    Ora no caso de Búzios esta atividade que gera receita existe; o turismo de qualidade. Búzios não tem outra vocação, de território pequeno mas agraciado pelo criador com uma paisagem magnífica, deve ao turismo seu passado de crescimento acelerado e tem no turismo de qualidade a sua opção primordial para o futuro.
    Tenho uma filha morando na França. Aproveitei o dollar barato e as passagens idem para visitá-la e curtir uns dias inesquecíveis, viajando pelo país em sua companhia. A França é o pais do mundo que mais atrai turistas, por ano, o numero de viajantes estrangeiros é maior do que a população do país. Três coisas bastante simples chamaram minha atenção; 1º, o alto grau de profissionalismo no atendimento aos visitantes, nos hotéis, lojas, restaurantes, locação de serviços, monumentos públicos, etc. Sempre éramos muito bem recebidos, nota-se que alem do treinamento, as pessoas tinham perfeita noção da importância de uma boa recepção aos turistas. Que falta fazem em Búzios muitos e muitos cursos profissionalizantes! 2º a infra-estrutura bonita e bem cuidada. Todas as cidades, pequenas ou medias estavam impecáveis, não se vê ruas sem calçadas, os jardins grandes ou pequenos, cuidados e floridos, sujeira, nem pensar. Enfim intervenções urbanas baratas, que utilizam para sua manutenção mão de obra igualmente barata, e que se traduzem em um ambiente agradável e convidativo. 3º um grande respeito ao turismo que se utiliza de automóveis. As estradas vicinais que dão acesso a um sem numero de destinos turísticos, não são largas e de varias pistas, mas não tem um buraco, a sinalização perfeita, quebra molas! Nem podem imaginar o que é isso, a vista sempre preservada, nada de outdoors estapafúrdios. Enfim lugares super agradáveis para circular, apesar do transito bastante intenso.
    Em cada cidade apesar das ruas estreitas, nota-se uma preocupação em facilitar ao máximo, com bom senso, a circulação dos veículos, nada de obras caras, as ruas são estreitas mas impecáveis, sem buracos e bem sinalizadas, com placas com informações precisas. E assim vão continuar, nada de duplicação de ruas. Sempre que possível e em todos os lugares, pequenos ou grandes criam-se estacionamentos, existe a consciência de que o progresso e o bem estar da cidade vem do turista que usa o automóvel.
    Os nossos arquitetos e urbanistas tem uma relação ambígua com relação aos carros, ora são contra, dificultando ao máximo os estacionamentos, ora são a favor investindo em caras e inúteis duplicações de avenidas. Uma pequena cidade como Búzios não pode ter a ridícula pretensão de querer modificar os hábitos de uma população de turistas, que usa o automóvel como meio prioritário de deslocamento. Acresce ainda, e não se deve perder o foco, estes turistas são a principal fonte de renda da cidade.
    O exemplo da França é eloqüente, obras baratas que tragam o máximo de conforto possível, ruas limpas e bem cuidadas, sem quebra molas e taxões invasivos, com o máximo possível de locais para estacionar perto das atrações turísticas.
    Não adianta projetar para os picos de turismo, nessas datas sempre teremos que coexistir com engarrafamentos Também é idiotice gastar muito dinheiro em duplicar avenidas e depois instalar quebra molas porque irresponsáveis excedem a velocidade permitida. Mas é muito compensador, em termos de receita e de qualidade de vida, mostrar uma cidade aprazível e acolhedora a maior parte do ano.

    04-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - O Turismo e a Cidade

    “Para construir são necessários anos de lento e laborioso trabalho. Para destruir, basta o ato impensado de um único momento.”
    Winston Churchill

    As cidades tem uma dinâmica própria, o eletricista compra pão, o padeiro consulta o medico, que leva a esposa para jantar no restaurante que chama o eletricista para consertar a rede elétrica...... mas esta dinâmica não é um jogo de soma zero, uma parte importante do dinheiro que circula na cidade vai para fora dela para adquirir as coisas e serviços que não são produzidas localmente. Assim, para que exista progresso, sempre serão necessárias atividades que permitam à cidade exportar bens e ou serviços que, por sua vez, tragam receitas que ultrapassem as saídas de dinheiro, indispensáveis à sua sobrevivência.
    Ora no caso de Búzios esta atividade que gera receita existe; o turismo de qualidade. Búzios não tem outra vocação, de território pequeno mas agraciado pelo criador com uma paisagem magnífica, deve ao turismo seu passado de crescimento acelerado e tem no turismo de qualidade a sua opção primordial para o futuro.
    Tenho uma filha morando na França. Aproveitei o dollar barato e as passagens idem para visitá-la e curtir uns dias inesquecíveis, viajando pelo país em sua companhia. A França é o pais do mundo que mais atrai turistas, por ano, o numero de viajantes estrangeiros é maior do que a população do país. Três coisas bastante simples chamaram minha atenção; 1º, o alto grau de profissionalismo no atendimento aos visitantes, nos hotéis, lojas, restaurantes, locação de serviços, monumentos públicos, etc. Sempre éramos muito bem recebidos, nota-se que alem do treinamento, as pessoas tinham perfeita noção da importância de uma boa recepção aos turistas. Que falta fazem em Búzios muitos e muitos cursos profissionalizantes! 2º a infra-estrutura bonita e bem cuidada. Todas as cidades, pequenas ou medias estavam impecáveis, não se vê ruas sem calçadas, os jardins grandes ou pequenos, cuidados e floridos, sujeira, nem pensar. Enfim intervenções urbanas baratas, que utilizam para sua manutenção mão de obra igualmente barata, e que se traduzem em um ambiente agradável e convidativo. 3º um grande respeito ao turismo que se utiliza de automóveis. As estradas vicinais que dão acesso a um sem numero de destinos turísticos, não são largas e de varias pistas, mas não tem um buraco, a sinalização perfeita, quebra molas! Nem podem imaginar o que é isso, a vista sempre preservada, nada de outdoors estapafúrdios. Enfim lugares super agradáveis para circular, apesar do transito bastante intenso.
    Em cada cidade apesar das ruas estreitas, nota-se uma preocupação em facilitar ao máximo, com bom senso, a circulação dos veículos, nada de obras caras, as ruas são estreitas mas impecáveis, sem buracos e bem sinalizadas, com placas com informações precisas. E assim vão continuar, nada de duplicação de ruas. Sempre que possível e em todos os lugares, pequenos ou grandes criam-se estacionamentos, existe a consciência de que o progresso e o bem estar da cidade vem do turista que usa o automóvel.
    Os nossos arquitetos e urbanistas tem uma relação ambígua com relação aos carros, ora são contra, dificultando ao máximo os estacionamentos, ora são a favor investindo em caras e inúteis duplicações de avenidas. Uma pequena cidade como Búzios não pode ter a ridícula pretensão de querer modificar os hábitos de uma população de turistas, que usa o automóvel como meio prioritário de deslocamento. Acresce ainda, e não se deve perder o foco, estes turistas são a principal fonte de renda da cidade.
    O exemplo da França é eloqüente, obras baratas que tragam o máximo de conforto possível, ruas limpas e bem cuidadas, sem quebra molas e taxões invasivos, com o máximo possível de locais para estacionar perto das atrações turísticas.
    Não adianta projetar para os picos de turismo, nessas datas sempre teremos que coexistir com engarrafamentos Também é idiotice gastar muito dinheiro em duplicar avenidas e depois instalar quebra molas porque irresponsáveis excedem a velocidade permitida. Mas é muito compensador, em termos de receita e de qualidade de vida, mostrar uma cidade aprazível e acolhedora a maior parte do ano.

    04-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - O Turismo e a Cidade

    “Para construir são necessários anos de lento e laborioso trabalho. Para destruir, basta o ato impensado de um único momento.”
    Winston Churchill

    As cidades tem uma dinâmica própria, o eletricista compra pão, o padeiro consulta o medico, que leva a esposa para jantar no restaurante que chama o eletricista para consertar a rede elétrica...... mas esta dinâmica não é um jogo de soma zero, uma parte importante do dinheiro que circula na cidade vai para fora dela para adquirir as coisas e serviços que não são produzidas localmente. Assim, para que exista progresso, sempre serão necessárias atividades que permitam à cidade exportar bens e ou serviços que, por sua vez, tragam receitas que ultrapassem as saídas de dinheiro, indispensáveis à sua sobrevivência.
    Ora no caso de Búzios esta atividade que gera receita existe; o turismo de qualidade. Búzios não tem outra vocação, de território pequeno mas agraciado pelo criador com uma paisagem magnífica, deve ao turismo seu passado de crescimento acelerado e tem no turismo de qualidade a sua opção primordial para o futuro.
    Tenho uma filha morando na França. Aproveitei o dollar barato e as passagens idem para visitá-la e curtir uns dias inesquecíveis, viajando pelo país em sua companhia. A França é o pais do mundo que mais atrai turistas, por ano, o numero de viajantes estrangeiros é maior do que a população do país. Três coisas bastante simples chamaram minha atenção; 1º, o alto grau de profissionalismo no atendimento aos visitantes, nos hotéis, lojas, restaurantes, locação de serviços, monumentos públicos, etc. Sempre éramos muito bem recebidos, nota-se que alem do treinamento, as pessoas tinham perfeita noção da importância de uma boa recepção aos turistas. Que falta fazem em Búzios muitos e muitos cursos profissionalizantes! 2º a infra-estrutura bonita e bem cuidada. Todas as cidades, pequenas ou medias estavam impecáveis, não se vê ruas sem calçadas, os jardins grandes ou pequenos, cuidados e floridos, sujeira, nem pensar. Enfim intervenções urbanas baratas, que utilizam para sua manutenção mão de obra igualmente barata, e que se traduzem em um ambiente agradável e convidativo. 3º um grande respeito ao turismo que se utiliza de automóveis. As estradas vicinais que dão acesso a um sem numero de destinos turísticos, não são largas e de varias pistas, mas não tem um buraco, a sinalização perfeita, quebra molas! Nem podem imaginar o que é isso, a vista sempre preservada, nada de outdoors estapafúrdios. Enfim lugares super agradáveis para circular, apesar do transito bastante intenso.
    Em cada cidade apesar das ruas estreitas, nota-se uma preocupação em facilitar ao máximo, com bom senso, a circulação dos veículos, nada de obras caras, as ruas são estreitas mas impecáveis, sem buracos e bem sinalizadas, com placas com informações precisas. E assim vão continuar, nada de duplicação de ruas. Sempre que possível e em todos os lugares, pequenos ou grandes criam-se estacionamentos, existe a consciência de que o progresso e o bem estar da cidade vem do turista que usa o automóvel.
    Os nossos arquitetos e urbanistas tem uma relação ambígua com relação aos carros, ora são contra, dificultando ao máximo os estacionamentos, ora são a favor investindo em caras e inúteis duplicações de avenidas. Uma pequena cidade como Búzios não pode ter a ridícula pretensão de querer modificar os hábitos de uma população de turistas, que usa o automóvel como meio prioritário de deslocamento. Acresce ainda, e não se deve perder o foco, estes turistas são a principal fonte de renda da cidade.
    O exemplo da França é eloqüente, obras baratas que tragam o máximo de conforto possível, ruas limpas e bem cuidadas, sem quebra molas e taxões invasivos, com o máximo possível de locais para estacionar perto das atrações turísticas.
    Não adianta projetar para os picos de turismo, nessas datas sempre teremos que coexistir com engarrafamentos Também é idiotice gastar muito dinheiro em duplicar avenidas e depois instalar quebra molas porque irresponsáveis excedem a velocidade permitida. Mas é muito compensador, em termos de receita e de qualidade de vida, mostrar uma cidade aprazível e acolhedora a maior parte do ano.

    04-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - O Turismo e a Cidade

    “Para construir são necessários anos de lento e laborioso trabalho. Para destruir, basta o ato impensado de um único momento.”
    Winston Churchill

    As cidades tem uma dinâmica própria, o eletricista compra pão, o padeiro consulta o medico, que leva a esposa para jantar no restaurante que chama o eletricista para consertar a rede elétrica...... mas esta dinâmica não é um jogo de soma zero, uma parte importante do dinheiro que circula na cidade vai para fora dela para adquirir as coisas e serviços que não são produzidas localmente. Assim, para que exista progresso, sempre serão necessárias atividades que permitam à cidade exportar bens e ou serviços que, por sua vez, tragam receitas que ultrapassem as saídas de dinheiro, indispensáveis à sua sobrevivência.
    Ora no caso de Búzios esta atividade que gera receita existe; o turismo de qualidade. Búzios não tem outra vocação, de território pequeno mas agraciado pelo criador com uma paisagem magnífica, deve ao turismo seu passado de crescimento acelerado e tem no turismo de qualidade a sua opção primordial para o futuro.
    Tenho uma filha morando na França. Aproveitei o dollar barato e as passagens idem para visitá-la e curtir uns dias inesquecíveis, viajando pelo país em sua companhia. A França é o pais do mundo que mais atrai turistas, por ano, o numero de viajantes estrangeiros é maior do que a população do país. Três coisas bastante simples chamaram minha atenção; 1º, o alto grau de profissionalismo no atendimento aos visitantes, nos hotéis, lojas, restaurantes, locação de serviços, monumentos públicos, etc. Sempre éramos muito bem recebidos, nota-se que alem do treinamento, as pessoas tinham perfeita noção da importância de uma boa recepção aos turistas. Que falta fazem em Búzios muitos e muitos cursos profissionalizantes! 2º a infra-estrutura bonita e bem cuidada. Todas as cidades, pequenas ou medias estavam impecáveis, não se vê ruas sem calçadas, os jardins grandes ou pequenos, cuidados e floridos, sujeira, nem pensar. Enfim intervenções urbanas baratas, que utilizam para sua manutenção mão de obra igualmente barata, e que se traduzem em um ambiente agradável e convidativo. 3º um grande respeito ao turismo que se utiliza de automóveis. As estradas vicinais que dão acesso a um sem numero de destinos turísticos, não são largas e de varias pistas, mas não tem um buraco, a sinalização perfeita, quebra molas! Nem podem imaginar o que é isso, a vista sempre preservada, nada de outdoors estapafúrdios. Enfim lugares super agradáveis para circular, apesar do transito bastante intenso.
    Em cada cidade apesar das ruas estreitas, nota-se uma preocupação em facilitar ao máximo, com bom senso, a circulação dos veículos, nada de obras caras, as ruas são estreitas mas impecáveis, sem buracos e bem sinalizadas, com placas com informações precisas. E assim vão continuar, nada de duplicação de ruas. Sempre que possível e em todos os lugares, pequenos ou grandes criam-se estacionamentos, existe a consciência de que o progresso e o bem estar da cidade vem do turista que usa o automóvel.
    Os nossos arquitetos e urbanistas tem uma relação ambígua com relação aos carros, ora são contra, dificultando ao máximo os estacionamentos, ora são a favor investindo em caras e inúteis duplicações de avenidas. Uma pequena cidade como Búzios não pode ter a ridícula pretensão de querer modificar os hábitos de uma população de turistas, que usa o automóvel como meio prioritário de deslocamento. Acresce ainda, e não se deve perder o foco, estes turistas são a principal fonte de renda da cidade.
    O exemplo da França é eloqüente, obras baratas que tragam o máximo de conforto possível, ruas limpas e bem cuidadas, sem quebra molas e taxões invasivos, com o máximo possível de locais para estacionar perto das atrações turísticas.
    Não adianta projetar para os picos de turismo, nessas datas sempre teremos que coexistir com engarrafamentos Também é idiotice gastar muito dinheiro em duplicar avenidas e depois instalar quebra molas porque irresponsáveis excedem a velocidade permitida. Mas é muito compensador, em termos de receita e de qualidade de vida, mostrar uma cidade aprazível e acolhedora a maior parte do ano.

    04-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - O Turismo e a Cidade

    “Para construir são necessários anos de lento e laborioso trabalho. Para destruir, basta o ato impensado de um único momento.”
    Winston Churchill

    As cidades tem uma dinâmica própria, o eletricista compra pão, o padeiro consulta o medico, que leva a esposa para jantar no restaurante que chama o eletricista para consertar a rede elétrica...... mas esta dinâmica não é um jogo de soma zero, uma parte importante do dinheiro que circula na cidade vai para fora dela para adquirir as coisas e serviços que não são produzidas localmente. Assim, para que exista progresso, sempre serão necessárias atividades que permitam à cidade exportar bens e ou serviços que, por sua vez, tragam receitas que ultrapassem as saídas de dinheiro, indispensáveis à sua sobrevivência.
    Ora no caso de Búzios esta atividade que gera receita existe; o turismo de qualidade. Búzios não tem outra vocação, de território pequeno mas agraciado pelo criador com uma paisagem magnífica, deve ao turismo seu passado de crescimento acelerado e tem no turismo de qualidade a sua opção primordial para o futuro.
    Tenho uma filha morando na França. Aproveitei o dollar barato e as passagens idem para visitá-la e curtir uns dias inesquecíveis, viajando pelo país em sua companhia. A França é o pais do mundo que mais atrai turistas, por ano, o numero de viajantes estrangeiros é maior do que a população do país. Três coisas bastante simples chamaram minha atenção; 1º, o alto grau de profissionalismo no atendimento aos visitantes, nos hotéis, lojas, restaurantes, locação de serviços, monumentos públicos, etc. Sempre éramos muito bem recebidos, nota-se que alem do treinamento, as pessoas tinham perfeita noção da importância de uma boa recepção aos turistas. Que falta fazem em Búzios muitos e muitos cursos profissionalizantes! 2º a infra-estrutura bonita e bem cuidada. Todas as cidades, pequenas ou medias estavam impecáveis, não se vê ruas sem calçadas, os jardins grandes ou pequenos, cuidados e floridos, sujeira, nem pensar. Enfim intervenções urbanas baratas, que utilizam para sua manutenção mão de obra igualmente barata, e que se traduzem em um ambiente agradável e convidativo. 3º um grande respeito ao turismo que se utiliza de automóveis. As estradas vicinais que dão acesso a um sem numero de destinos turísticos, não são largas e de varias pistas, mas não tem um buraco, a sinalização perfeita, quebra molas! Nem podem imaginar o que é isso, a vista sempre preservada, nada de outdoors estapafúrdios. Enfim lugares super agradáveis para circular, apesar do transito bastante intenso.
    Em cada cidade apesar das ruas estreitas, nota-se uma preocupação em facilitar ao máximo, com bom senso, a circulação dos veículos, nada de obras caras, as ruas são estreitas mas impecáveis, sem buracos e bem sinalizadas, com placas com informações precisas. E assim vão continuar, nada de duplicação de ruas. Sempre que possível e em todos os lugares, pequenos ou grandes criam-se estacionamentos, existe a consciência de que o progresso e o bem estar da cidade vem do turista que usa o automóvel.
    Os nossos arquitetos e urbanistas tem uma relação ambígua com relação aos carros, ora são contra, dificultando ao máximo os estacionamentos, ora são a favor investindo em caras e inúteis duplicações de avenidas. Uma pequena cidade como Búzios não pode ter a ridícula pretensão de querer modificar os hábitos de uma população de turistas, que usa o automóvel como meio prioritário de deslocamento. Acresce ainda, e não se deve perder o foco, estes turistas são a principal fonte de renda da cidade.
    O exemplo da França é eloqüente, obras baratas que tragam o máximo de conforto possível, ruas limpas e bem cuidadas, sem quebra molas e taxões invasivos, com o máximo possível de locais para estacionar perto das atrações turísticas.
    Não adianta projetar para os picos de turismo, nessas datas sempre teremos que coexistir com engarrafamentos Também é idiotice gastar muito dinheiro em duplicar avenidas e depois instalar quebra molas porque irresponsáveis excedem a velocidade permitida. Mas é muito compensador, em termos de receita e de qualidade de vida, mostrar uma cidade aprazível e acolhedora a maior parte do ano.

    04-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A Educação

    Pela primeira vez neste país a educação é tema de freqüentes debates dos mais votados até, entre empresários, estudiosos e por último, a classe política reacionária, que secularmente cultiva currais de ignorância para fins eleitoreiros.
    O Brasil, na contramão da maioria das nações desenvolvidas e emergentes, registrou um crescimento do PIB dos mais pífios da história econômica deste país, graças a uma política de juros altos, alta carga tributária e reduzidos investimentos públicos, sendo que o segmento da educação, foi dos mais atingidos, em proveito de políticas públicas sociais que episodicamente beneficiam estratos da população carente, mas, que não geram empregos. Se a par destas políticas públicas, o governo encorajasse o ensino básico e profissional em escala nacional, disponibilizando vagas para todas as crianças em idade escolar e programas de alfabetização de adultos e inclusão profissional, teríamos a comemorar, pelo menos, melhores Índices de Desenvolvimento Humano - IDH, que qualificam a mão-de-obra demandada pelo mercado de trabalho e estimulam a iniciativa privada, com o conseqüente aumento da oferta de bens e serviços. O investimento na educação, trará benefícios de toda ordem e a curto e médio prazo, teremos uma quantidade menor de filas nos hospitais e nas agências do INSS, diminuição nas estatísticas criminais, menos acidentes do trabalho e nas estradas, uma convivência familiar mais harmoniosa com um declínio na violência doméstica contra a mulher, uma taxa de natalidade mais comportada, cidades mais limpas e ordeiras, mais desenvolvimento econômico e social, além de uma melhoria na auto-estima das pessoas e no amor pátrio e o que é melhor: eleitores mais conscientes e politizados. Essa empreitada teria projeção nacional e o gestor mais influente seria o poder público central, embora, a participação dos estados e municípios seria mais incisiva. O programa educacional dos CIEP na opinião dos especialistas, é uma idéia que vale a pena ser revitalizada e implantada em todos os estados da união, embora, para isso será necessário investimentos em pessoal treinado e reforma das unidades, muitas delas hoje em estado de abandono total. Fazer chegar as salas de aula aos alunos é o grande desafio que a educação hoje terá que enfrentar, porquanto, muitos estudantes têm dificuldades de transporte devido às grandes distâncias e as estradas ruins. As prefeituras terão que tirar partido do recém criado mecanismo de Parcerias Público Privadas – PPP para utilização de ônibus para o transporte escolar ou solicitar a logística das forças armadas e auxiliares para esse fim. A questão da merenda escolar, à semelhança da solução dada ao transporte, poderá ser resolvida com as PPP. E quanto ao pessoal docente? Para um projeto educacional com essa magnitude, serão necessários milhares de servidores a serem recrutados ou remanejados de outros serviços públicos ou então reciclar aposentados com cursos superiores para lecionar disciplinas afins com suas profissões. Será extraordinário esse projeto nacional de educação que vai revolucionar o país como um todo e os demais segmentos da economia, também, serão estimulados a crescer para fazer frente a esse grande desafio. Se levado a efeito, terá mérito igual ou maior até que a mudança da capital para Brasília. Será preciso audácia e muita cumplicidade com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada que deverão adotar uma postura abnegada, muito acima de interesses individuais. Essa é a hora de políticos legítimos abraçarem esta causa e mudarem a cara deste país.

    03-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A Educação

    Pela primeira vez neste país a educação é tema de freqüentes debates dos mais votados até, entre empresários, estudiosos e por último, a classe política reacionária, que secularmente cultiva currais de ignorância para fins eleitoreiros.
    O Brasil, na contramão da maioria das nações desenvolvidas e emergentes, registrou um crescimento do PIB dos mais pífios da história econômica deste país, graças a uma política de juros altos, alta carga tributária e reduzidos investimentos públicos, sendo que o segmento da educação, foi dos mais atingidos, em proveito de políticas públicas sociais que episodicamente beneficiam estratos da população carente, mas, que não geram empregos. Se a par destas políticas públicas, o governo encorajasse o ensino básico e profissional em escala nacional, disponibilizando vagas para todas as crianças em idade escolar e programas de alfabetização de adultos e inclusão profissional, teríamos a comemorar, pelo menos, melhores Índices de Desenvolvimento Humano - IDH, que qualificam a mão-de-obra demandada pelo mercado de trabalho e estimulam a iniciativa privada, com o conseqüente aumento da oferta de bens e serviços. O investimento na educação, trará benefícios de toda ordem e a curto e médio prazo, teremos uma quantidade menor de filas nos hospitais e nas agências do INSS, diminuição nas estatísticas criminais, menos acidentes do trabalho e nas estradas, uma convivência familiar mais harmoniosa com um declínio na violência doméstica contra a mulher, uma taxa de natalidade mais comportada, cidades mais limpas e ordeiras, mais desenvolvimento econômico e social, além de uma melhoria na auto-estima das pessoas e no amor pátrio e o que é melhor: eleitores mais conscientes e politizados. Essa empreitada teria projeção nacional e o gestor mais influente seria o poder público central, embora, a participação dos estados e municípios seria mais incisiva. O programa educacional dos CIEP na opinião dos especialistas, é uma idéia que vale a pena ser revitalizada e implantada em todos os estados da união, embora, para isso será necessário investimentos em pessoal treinado e reforma das unidades, muitas delas hoje em estado de abandono total. Fazer chegar as salas de aula aos alunos é o grande desafio que a educação hoje terá que enfrentar, porquanto, muitos estudantes têm dificuldades de transporte devido às grandes distâncias e as estradas ruins. As prefeituras terão que tirar partido do recém criado mecanismo de Parcerias Público Privadas – PPP para utilização de ônibus para o transporte escolar ou solicitar a logística das forças armadas e auxiliares para esse fim. A questão da merenda escolar, à semelhança da solução dada ao transporte, poderá ser resolvida com as PPP. E quanto ao pessoal docente? Para um projeto educacional com essa magnitude, serão necessários milhares de servidores a serem recrutados ou remanejados de outros serviços públicos ou então reciclar aposentados com cursos superiores para lecionar disciplinas afins com suas profissões. Será extraordinário esse projeto nacional de educação que vai revolucionar o país como um todo e os demais segmentos da economia, também, serão estimulados a crescer para fazer frente a esse grande desafio. Se levado a efeito, terá mérito igual ou maior até que a mudança da capital para Brasília. Será preciso audácia e muita cumplicidade com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada que deverão adotar uma postura abnegada, muito acima de interesses individuais. Essa é a hora de políticos legítimos abraçarem esta causa e mudarem a cara deste país.

    03-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A Educação

    Pela primeira vez neste país a educação é tema de freqüentes debates dos mais votados até, entre empresários, estudiosos e por último, a classe política reacionária, que secularmente cultiva currais de ignorância para fins eleitoreiros.
    O Brasil, na contramão da maioria das nações desenvolvidas e emergentes, registrou um crescimento do PIB dos mais pífios da história econômica deste país, graças a uma política de juros altos, alta carga tributária e reduzidos investimentos públicos, sendo que o segmento da educação, foi dos mais atingidos, em proveito de políticas públicas sociais que episodicamente beneficiam estratos da população carente, mas, que não geram empregos. Se a par destas políticas públicas, o governo encorajasse o ensino básico e profissional em escala nacional, disponibilizando vagas para todas as crianças em idade escolar e programas de alfabetização de adultos e inclusão profissional, teríamos a comemorar, pelo menos, melhores Índices de Desenvolvimento Humano - IDH, que qualificam a mão-de-obra demandada pelo mercado de trabalho e estimulam a iniciativa privada, com o conseqüente aumento da oferta de bens e serviços. O investimento na educação, trará benefícios de toda ordem e a curto e médio prazo, teremos uma quantidade menor de filas nos hospitais e nas agências do INSS, diminuição nas estatísticas criminais, menos acidentes do trabalho e nas estradas, uma convivência familiar mais harmoniosa com um declínio na violência doméstica contra a mulher, uma taxa de natalidade mais comportada, cidades mais limpas e ordeiras, mais desenvolvimento econômico e social, além de uma melhoria na auto-estima das pessoas e no amor pátrio e o que é melhor: eleitores mais conscientes e politizados. Essa empreitada teria projeção nacional e o gestor mais influente seria o poder público central, embora, a participação dos estados e municípios seria mais incisiva. O programa educacional dos CIEP na opinião dos especialistas, é uma idéia que vale a pena ser revitalizada e implantada em todos os estados da união, embora, para isso será necessário investimentos em pessoal treinado e reforma das unidades, muitas delas hoje em estado de abandono total. Fazer chegar as salas de aula aos alunos é o grande desafio que a educação hoje terá que enfrentar, porquanto, muitos estudantes têm dificuldades de transporte devido às grandes distâncias e as estradas ruins. As prefeituras terão que tirar partido do recém criado mecanismo de Parcerias Público Privadas – PPP para utilização de ônibus para o transporte escolar ou solicitar a logística das forças armadas e auxiliares para esse fim. A questão da merenda escolar, à semelhança da solução dada ao transporte, poderá ser resolvida com as PPP. E quanto ao pessoal docente? Para um projeto educacional com essa magnitude, serão necessários milhares de servidores a serem recrutados ou remanejados de outros serviços públicos ou então reciclar aposentados com cursos superiores para lecionar disciplinas afins com suas profissões. Será extraordinário esse projeto nacional de educação que vai revolucionar o país como um todo e os demais segmentos da economia, também, serão estimulados a crescer para fazer frente a esse grande desafio. Se levado a efeito, terá mérito igual ou maior até que a mudança da capital para Brasília. Será preciso audácia e muita cumplicidade com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada que deverão adotar uma postura abnegada, muito acima de interesses individuais. Essa é a hora de políticos legítimos abraçarem esta causa e mudarem a cara deste país.

    03-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A Educação

    Pela primeira vez neste país a educação é tema de freqüentes debates dos mais votados até, entre empresários, estudiosos e por último, a classe política reacionária, que secularmente cultiva currais de ignorância para fins eleitoreiros.
    O Brasil, na contramão da maioria das nações desenvolvidas e emergentes, registrou um crescimento do PIB dos mais pífios da história econômica deste país, graças a uma política de juros altos, alta carga tributária e reduzidos investimentos públicos, sendo que o segmento da educação, foi dos mais atingidos, em proveito de políticas públicas sociais que episodicamente beneficiam estratos da população carente, mas, que não geram empregos. Se a par destas políticas públicas, o governo encorajasse o ensino básico e profissional em escala nacional, disponibilizando vagas para todas as crianças em idade escolar e programas de alfabetização de adultos e inclusão profissional, teríamos a comemorar, pelo menos, melhores Índices de Desenvolvimento Humano - IDH, que qualificam a mão-de-obra demandada pelo mercado de trabalho e estimulam a iniciativa privada, com o conseqüente aumento da oferta de bens e serviços. O investimento na educação, trará benefícios de toda ordem e a curto e médio prazo, teremos uma quantidade menor de filas nos hospitais e nas agências do INSS, diminuição nas estatísticas criminais, menos acidentes do trabalho e nas estradas, uma convivência familiar mais harmoniosa com um declínio na violência doméstica contra a mulher, uma taxa de natalidade mais comportada, cidades mais limpas e ordeiras, mais desenvolvimento econômico e social, além de uma melhoria na auto-estima das pessoas e no amor pátrio e o que é melhor: eleitores mais conscientes e politizados. Essa empreitada teria projeção nacional e o gestor mais influente seria o poder público central, embora, a participação dos estados e municípios seria mais incisiva. O programa educacional dos CIEP na opinião dos especialistas, é uma idéia que vale a pena ser revitalizada e implantada em todos os estados da união, embora, para isso será necessário investimentos em pessoal treinado e reforma das unidades, muitas delas hoje em estado de abandono total. Fazer chegar as salas de aula aos alunos é o grande desafio que a educação hoje terá que enfrentar, porquanto, muitos estudantes têm dificuldades de transporte devido às grandes distâncias e as estradas ruins. As prefeituras terão que tirar partido do recém criado mecanismo de Parcerias Público Privadas – PPP para utilização de ônibus para o transporte escolar ou solicitar a logística das forças armadas e auxiliares para esse fim. A questão da merenda escolar, à semelhança da solução dada ao transporte, poderá ser resolvida com as PPP. E quanto ao pessoal docente? Para um projeto educacional com essa magnitude, serão necessários milhares de servidores a serem recrutados ou remanejados de outros serviços públicos ou então reciclar aposentados com cursos superiores para lecionar disciplinas afins com suas profissões. Será extraordinário esse projeto nacional de educação que vai revolucionar o país como um todo e os demais segmentos da economia, também, serão estimulados a crescer para fazer frente a esse grande desafio. Se levado a efeito, terá mérito igual ou maior até que a mudança da capital para Brasília. Será preciso audácia e muita cumplicidade com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada que deverão adotar uma postura abnegada, muito acima de interesses individuais. Essa é a hora de políticos legítimos abraçarem esta causa e mudarem a cara deste país.

    03-08-2006 00:00:00

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  • Opinião - A Educação

    Pela primeira vez neste país a educação é tema de freqüentes debates dos mais votados até, entre empresários, estudiosos e por último, a classe política reacionária, que secularmente cultiva currais de ignorância para fins eleitoreiros.
    O Brasil, na contramão da maioria das nações desenvolvidas e emergentes, registrou um crescimento do PIB dos mais pífios da história econômica deste país, graças a uma política de juros altos, alta carga tributária e reduzidos investimentos públicos, sendo que o segmento da educação, foi dos mais atingidos, em proveito de políticas públicas sociais que episodicamente beneficiam estratos da população carente, mas, que não geram empregos. Se a par destas políticas públicas, o governo encorajasse o ensino básico e profissional em escala nacional, disponibilizando vagas para todas as crianças em idade escolar e programas de alfabetização de adultos e inclusão profissional, teríamos a comemorar, pelo menos, melhores Índices de Desenvolvimento Humano - IDH, que qualificam a mão-de-obra demandada pelo mercado de trabalho e estimulam a iniciativa privada, com o conseqüente aumento da oferta de bens e serviços. O investimento na educação, trará benefícios de toda ordem e a curto e médio prazo, teremos uma quantidade menor de filas nos hospitais e nas agências do INSS, diminuição nas estatísticas criminais, menos acidentes do trabalho e nas estradas, uma convivência familiar mais harmoniosa com um declínio na violência doméstica contra a mulher, uma taxa de natalidade mais comportada, cidades mais limpas e ordeiras, mais desenvolvimento econômico e social, além de uma melhoria na auto-estima das pessoas e no amor pátrio e o que é melhor: eleitores mais conscientes e politizados. Essa empreitada teria projeção nacional e o gestor mais influente seria o poder público central, embora, a participação dos estados e municípios seria mais incisiva. O programa educacional dos CIEP na opinião dos especialistas, é uma idéia que vale a pena ser revitalizada e implantada em todos os estados da união, embora, para isso será necessário investimentos em pessoal treinado e reforma das unidades, muitas delas hoje em estado de abandono total. Fazer chegar as salas de aula aos alunos é o grande desafio que a educação hoje terá que enfrentar, porquanto, muitos estudantes têm dificuldades de transporte devido às grandes distâncias e as estradas ruins. As prefeituras terão que tirar partido do recém criado mecanismo de Parcerias Público Privadas – PPP para utilização de ônibus para o transporte escolar ou solicitar a logística das forças armadas e auxiliares para esse fim. A questão da merenda escolar, à semelhança da solução dada ao transporte, poderá ser resolvida com as PPP. E quanto ao pessoal docente? Para um projeto educacional com essa magnitude, serão necessários milhares de servidores a serem recrutados ou remanejados de outros serviços públicos ou então reciclar aposentados com cursos superiores para lecionar disciplinas afins com suas profissões. Será extraordinário esse projeto nacional de educação que vai revolucionar o país como um todo e os demais segmentos da economia, também, serão estimulados a crescer para fazer frente a esse grande desafio. Se levado a efeito, terá mérito igual ou maior até que a mudança da capital para Brasília. Será preciso audácia e muita cumplicidade com os governos estaduais, municipais e a iniciativa privada que deverão adotar uma postura abnegada, muito acima de interesses individuais. Essa é a hora de políticos legítimos abraçarem esta causa e mudarem a cara deste país.

    03-08-2006 00:00:00

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  • Opinião- O Blues & Jazz de Armação dos Búzios

    Pode, sim, ser um Festival

    02-08-2006 00:00:00

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