A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.
São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.
A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.
04-10-2006 00:00:00
saiba maisMuito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.
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saiba maisA apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.
São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.
A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.
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saiba maisMuito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.
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saiba maisA apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.
São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.
A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.
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saiba maisMuito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.
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saiba maisA apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.
São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.
A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.
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saiba maisMuito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.
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saiba maisA apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.
São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.
A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.
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saiba mais03-10-2006 00:00:00
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saiba mais03-10-2006 00:00:00
saiba maisCorrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.
Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.
O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.
O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.
O traço comum em ambos é o poder
A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.
Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.
Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.
Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.
O Ovo da Serpente
No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.
Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.
30-09-2006 00:00:00
saiba maisCorrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.
Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.
O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.
O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.
O traço comum em ambos é o poder
A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.
Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.
Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.
Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.
O Ovo da Serpente
No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.
Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.
30-09-2006 00:00:00
saiba maisCorrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.
Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.
O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.
O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.
O traço comum em ambos é o poder
A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.
Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.
Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.
Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.
O Ovo da Serpente
No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.
Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.
30-09-2006 00:00:00
saiba maisCorrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.
Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.
O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.
O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.
O traço comum em ambos é o poder
A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.
Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.
Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.
Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.
O Ovo da Serpente
No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.
Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.
30-09-2006 00:00:00
saiba maisCorrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.
Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.
O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.
O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.
O traço comum em ambos é o poder
A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.
Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.
Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.
Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.
O Ovo da Serpente
No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.
Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.
30-09-2006 00:00:00
saiba mais29-09-2006 00:00:00
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