Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Crime na rede

    A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.

    São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.

    A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.

    04-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Caos à vista

    Muito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras – Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé – até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo – o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.

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    A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.

    São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.

    A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.

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  • Caos à vista

    Muito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras – Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé – até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo – o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.

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    A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.

    São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.

    A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.

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    A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.

    São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.

    A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.

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    Muito já se falou dos transatlânticos em nossa cidade. Uns são contra, outros a favor, enfim a discordância de sempre. Não conheço nenhuma cidade tão polemica como Búzios. Alguns afirmam que esta permanente discussão sobre tudo é fruto da colonização argentina. É, pode ser - mais uma contribuição que los hermanos deram para nossa aldeia. Eu mesmo já expus varias vezes minha opinião acerca deste tipo de turismo. Entretanto pelo que tenho escutado nas minhas andanças no eixo Toribe-Rua das Pedras – Orla Bardot, parece que os navios serão a salvação da lavoura, ou melhor, do verão. Veja a que ponto chegamos! Neste momento não vou discutir se estes turistas são bons ou ruins, se gastam muito ou pouco, se permanecem pouco tempo na cidade ou não, se deveriam desembarcar no cais do centro ou no cais do Kadu. Verdeiramente o único beneficio indiscutível que estes navios nos traz é poder fazer um merchandising ao vivo da nossa cidade e capitalizar o regresso no futuro deste turista para uma permanência maior em Búzios. Pois pasmem, pelo andar da carruagem vamos dar mais uma vez um tiro no pé – até parece que somos do PT, iremos mostrar a cidade de forma totalmente inadequada: o cais do centro está um verdadeiro lixo – o toldo está marrom (sua cor original é branca) e rasgado, o deck uma vergonha, uma escuridão total, enfim um caos. A Orla Bardot tem grande parte de suas pedras soltas, a placa de Brigitte sumiu, a sujeira impera. Os pacotes para Arraial do Cabo já estão sendo negociados com força total. Trocando em miúdos: o maior beneficio que poderia nos trazer estes turistas está sendo jogado pelo ralo por simples incompetência ou descaso. Muitas vezes me dá vontade de ficar calado e esperar acontecer o desastre, mas minha alma buziana não permite. Ainda dá tempo de consertar, depois não me venham dizer que a temporada de navios foi um sucesso e que o turista não repara pra essas coisas. Por favor, mediocridade não.

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    A apologia ao crime pela internet vem de longa data. Aliás, como a maior parte das coisas que acontecem no Brasil, foi dada liberdade demasiada e, agora, quando a situação tomou proporções drásticas as autoridades querem assumir o controle. É a velha história de querer colocar fechadura depois da casa arrombada.

    São muitos os tipos de crimes, desde o ladrão de galinha, geralmente esquecido nas prisões de todo o Brasil, aos colarinhos brancos e políticos em sua maioria absolvidos nas comissões de éticas. Agora, com o culto ao crime, em sites como Orkut, You Tube, entre outros, a preocupação é maior, pois o acesso, embora, em tese, seja reservado aos maiores de 18 anos é vulnerável e sem fiscalização. Crianças de todas as idades navegam livremente, ficando diante de páginas como Todo mundo fuma maconha, Sou treinado para matar, entre tantas outras de incentivo ao consumo de bebidas alcoólicas, gato de TV por assinatura etc.

    A proposta de um site de relacionamento, propiciando reencontro de colegas de infância e amigos de escola, tornou-se uma séria ameaça para a sociedade. Recentemente o Ministério Público conseguiu desativar algumas delas, mas outras centenas continuam com temas de pornografia e violência. A polêmica está no ar. Há quem defenda o livre arbítrio, pregando a democracia, o que parece um equívoco, afinal, a questão é bem mais complexa. Tudo tem limite, inclusive a própria democracia. Com tantas mudanças de valores ocorridas nas últimas décadas, a sociedade não precisa e nem merece mais um instrumento de desestabilização familiar e de fomento à violência. Muito menos de apologia ao crime. Precisamos de iniciativas que nos leve a educação e a paz.

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  • “Quem não vacilou em levar vantagem que atire o primeiro mouse”

    Tenho notado que cada vez que estou, em uma roda de amigos ou conhecidos sempre me fazem a mesma pergunta clássica. Para quem você se dirige quando escreve? É simples: quem escreve para jornal está escrevendo para toda gente.
    Já escrevi para outros jornais que circulavam e circulam no Município, mas o objetivo é o mesmo: o leitor.
    Procuro sempre mostrar o cotidiano, o comportamento da sociedade e da política. Sem dirigir mentalmente de uma maneira especial.
    As opiniões emitidas e publicadas são prolongamentos de uma conversa, uma atitude ruim ou boa. Um recado disfarçado ou um esclarecimento.
    Há algumas coisas que a gente gostaria de dizer, quando vemos tantas esterqueiras na sociedade diante de nós. Mas é preferível não dizer diretamente. Não como uma atitude de covarde, apenas para poupar o leitor de certas podridões óbvias.
    Há quem leia e não goste, se identifique com o texto e vista a carapuça. Outros que se comovem com aquilo que está se relatando. E alguns que achem que estão recebendo uma velada mensagem.
    Há sempre uma parte inconsciente na escrita, quando vem em mente as atitudes mundanas dos governantes, seu comportamento social e na esfera municipal, estadual ou federal. Principalmente quando estão gozando com sua desdita, ou nossa formação ética e moral.
    Veja as opiniões que se tem de alguns governos municipais, citados pela mídia de “Ornitorrincos”, que lutam pelo controle do dinheiro público, que mais se parecem a uma feira agropecuária de cangurus e tamanduás. Uma exposição de bichos covardes, caras de fuinhas e furões, que vivem atrapalhados nas cumbucas.
    Só sabem acusar os outros de corrupção e incompetência.
    Falam de mensalão esse nome proxenético, como uma menstruação de bens adquiridos, seus súbitos aumentos de patrimônios, declarações de rendas falsas, testas de ferro (laranjas), que desfilam pelas passarelas dos governos, carrões, barcos, mansões, quadrilhas lobistas que rondam os municípios. Os fins justificando os meios. Dirigentes criando dificuldades para lucrar com facilidade.
    Quando se tem um iletrado à frente de um governo, nunca aceitará ser esclarecido através de uma opinião. Apenas verá o fato como uma crítica de leitura mal digerida.
    Este é o preço que o dirigente paga, quando é rejeitado ou alertado, quando usa o governo, para acomodar amigos, antigos colegas filhos de assessores, cabos eleitorais.
    Um grande defeito do dirigente é de se cercar de bajuladores à sua sombra. Aduladores que ganham poder próprio e passam agir em conivência.
    Sempre um só objetivo: Acumular mais poder.
    A história sempre nos mostrou que os bajuladores são os que fazem cair em desgraça os governantes (vejam Brasília e aqui em Búzios na Câmara).
    Mais eles não abrem mão de sua corte, almoçam juntos, governam juntos. A corte de bajuladores com seu poder paralelo arrotam esse falso poder. Muita gente acredita, e com isso conseguem tudo que querem.
    O gosto por bajuladores acaba virando uma armadilha para quem se submete.
    Com puxa-sacos não é preciso ouvir, ou ler verdades, às vezes dolorosas.
    E, por isso, quando se escreve uma opinião, o narrador não deve nunca se acovardar, principalmente quando está escrevendo uma verdade.
    Para relatar o cotidiano em todas as esferas, tem que haver credibilidade, não ter medo de ninguém e de nenhuma ameaça. O único medo é de nós mesmos pelo que poderíamos esclarecer ao leitor.
    “Quem escreve estes gênero sabe que é o mais precário que existe, depende de tudo, até de moda”, diz o escritor Rubem Braga, e acrescenta: “Quem emite uma opinião ou uma crônica gasta-se seu meio literário apressado”.
    Assim é este ofício: tem suas tristezas, suas alegrias, decepções, seus tédios, mais também seu consolo: seus leitores.

    03-10-2006 00:00:00

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  • “Quem não vacilou em levar vantagem que atire o primeiro mouse”

    Tenho notado que cada vez que estou, em uma roda de amigos ou conhecidos sempre me fazem a mesma pergunta clássica. Para quem você se dirige quando escreve? É simples: quem escreve para jornal está escrevendo para toda gente.
    Já escrevi para outros jornais que circulavam e circulam no Município, mas o objetivo é o mesmo: o leitor.
    Procuro sempre mostrar o cotidiano, o comportamento da sociedade e da política. Sem dirigir mentalmente de uma maneira especial.
    As opiniões emitidas e publicadas são prolongamentos de uma conversa, uma atitude ruim ou boa. Um recado disfarçado ou um esclarecimento.
    Há algumas coisas que a gente gostaria de dizer, quando vemos tantas esterqueiras na sociedade diante de nós. Mas é preferível não dizer diretamente. Não como uma atitude de covarde, apenas para poupar o leitor de certas podridões óbvias.
    Há quem leia e não goste, se identifique com o texto e vista a carapuça. Outros que se comovem com aquilo que está se relatando. E alguns que achem que estão recebendo uma velada mensagem.
    Há sempre uma parte inconsciente na escrita, quando vem em mente as atitudes mundanas dos governantes, seu comportamento social e na esfera municipal, estadual ou federal. Principalmente quando estão gozando com sua desdita, ou nossa formação ética e moral.
    Veja as opiniões que se tem de alguns governos municipais, citados pela mídia de “Ornitorrincos”, que lutam pelo controle do dinheiro público, que mais se parecem a uma feira agropecuária de cangurus e tamanduás. Uma exposição de bichos covardes, caras de fuinhas e furões, que vivem atrapalhados nas cumbucas.
    Só sabem acusar os outros de corrupção e incompetência.
    Falam de mensalão esse nome proxenético, como uma menstruação de bens adquiridos, seus súbitos aumentos de patrimônios, declarações de rendas falsas, testas de ferro (laranjas), que desfilam pelas passarelas dos governos, carrões, barcos, mansões, quadrilhas lobistas que rondam os municípios. Os fins justificando os meios. Dirigentes criando dificuldades para lucrar com facilidade.
    Quando se tem um iletrado à frente de um governo, nunca aceitará ser esclarecido através de uma opinião. Apenas verá o fato como uma crítica de leitura mal digerida.
    Este é o preço que o dirigente paga, quando é rejeitado ou alertado, quando usa o governo, para acomodar amigos, antigos colegas filhos de assessores, cabos eleitorais.
    Um grande defeito do dirigente é de se cercar de bajuladores à sua sombra. Aduladores que ganham poder próprio e passam agir em conivência.
    Sempre um só objetivo: Acumular mais poder.
    A história sempre nos mostrou que os bajuladores são os que fazem cair em desgraça os governantes (vejam Brasília e aqui em Búzios na Câmara).
    Mais eles não abrem mão de sua corte, almoçam juntos, governam juntos. A corte de bajuladores com seu poder paralelo arrotam esse falso poder. Muita gente acredita, e com isso conseguem tudo que querem.
    O gosto por bajuladores acaba virando uma armadilha para quem se submete.
    Com puxa-sacos não é preciso ouvir, ou ler verdades, às vezes dolorosas.
    E, por isso, quando se escreve uma opinião, o narrador não deve nunca se acovardar, principalmente quando está escrevendo uma verdade.
    Para relatar o cotidiano em todas as esferas, tem que haver credibilidade, não ter medo de ninguém e de nenhuma ameaça. O único medo é de nós mesmos pelo que poderíamos esclarecer ao leitor.
    “Quem escreve estes gênero sabe que é o mais precário que existe, depende de tudo, até de moda”, diz o escritor Rubem Braga, e acrescenta: “Quem emite uma opinião ou uma crônica gasta-se seu meio literário apressado”.
    Assim é este ofício: tem suas tristezas, suas alegrias, decepções, seus tédios, mais também seu consolo: seus leitores.

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  • “Quem não vacilou em levar vantagem que atire o primeiro mouse”

    Tenho notado que cada vez que estou, em uma roda de amigos ou conhecidos sempre me fazem a mesma pergunta clássica. Para quem você se dirige quando escreve? É simples: quem escreve para jornal está escrevendo para toda gente.
    Já escrevi para outros jornais que circulavam e circulam no Município, mas o objetivo é o mesmo: o leitor.
    Procuro sempre mostrar o cotidiano, o comportamento da sociedade e da política. Sem dirigir mentalmente de uma maneira especial.
    As opiniões emitidas e publicadas são prolongamentos de uma conversa, uma atitude ruim ou boa. Um recado disfarçado ou um esclarecimento.
    Há algumas coisas que a gente gostaria de dizer, quando vemos tantas esterqueiras na sociedade diante de nós. Mas é preferível não dizer diretamente. Não como uma atitude de covarde, apenas para poupar o leitor de certas podridões óbvias.
    Há quem leia e não goste, se identifique com o texto e vista a carapuça. Outros que se comovem com aquilo que está se relatando. E alguns que achem que estão recebendo uma velada mensagem.
    Há sempre uma parte inconsciente na escrita, quando vem em mente as atitudes mundanas dos governantes, seu comportamento social e na esfera municipal, estadual ou federal. Principalmente quando estão gozando com sua desdita, ou nossa formação ética e moral.
    Veja as opiniões que se tem de alguns governos municipais, citados pela mídia de “Ornitorrincos”, que lutam pelo controle do dinheiro público, que mais se parecem a uma feira agropecuária de cangurus e tamanduás. Uma exposição de bichos covardes, caras de fuinhas e furões, que vivem atrapalhados nas cumbucas.
    Só sabem acusar os outros de corrupção e incompetência.
    Falam de mensalão esse nome proxenético, como uma menstruação de bens adquiridos, seus súbitos aumentos de patrimônios, declarações de rendas falsas, testas de ferro (laranjas), que desfilam pelas passarelas dos governos, carrões, barcos, mansões, quadrilhas lobistas que rondam os municípios. Os fins justificando os meios. Dirigentes criando dificuldades para lucrar com facilidade.
    Quando se tem um iletrado à frente de um governo, nunca aceitará ser esclarecido através de uma opinião. Apenas verá o fato como uma crítica de leitura mal digerida.
    Este é o preço que o dirigente paga, quando é rejeitado ou alertado, quando usa o governo, para acomodar amigos, antigos colegas filhos de assessores, cabos eleitorais.
    Um grande defeito do dirigente é de se cercar de bajuladores à sua sombra. Aduladores que ganham poder próprio e passam agir em conivência.
    Sempre um só objetivo: Acumular mais poder.
    A história sempre nos mostrou que os bajuladores são os que fazem cair em desgraça os governantes (vejam Brasília e aqui em Búzios na Câmara).
    Mais eles não abrem mão de sua corte, almoçam juntos, governam juntos. A corte de bajuladores com seu poder paralelo arrotam esse falso poder. Muita gente acredita, e com isso conseguem tudo que querem.
    O gosto por bajuladores acaba virando uma armadilha para quem se submete.
    Com puxa-sacos não é preciso ouvir, ou ler verdades, às vezes dolorosas.
    E, por isso, quando se escreve uma opinião, o narrador não deve nunca se acovardar, principalmente quando está escrevendo uma verdade.
    Para relatar o cotidiano em todas as esferas, tem que haver credibilidade, não ter medo de ninguém e de nenhuma ameaça. O único medo é de nós mesmos pelo que poderíamos esclarecer ao leitor.
    “Quem escreve estes gênero sabe que é o mais precário que existe, depende de tudo, até de moda”, diz o escritor Rubem Braga, e acrescenta: “Quem emite uma opinião ou uma crônica gasta-se seu meio literário apressado”.
    Assim é este ofício: tem suas tristezas, suas alegrias, decepções, seus tédios, mais também seu consolo: seus leitores.

    03-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • “Quem não vacilou em levar vantagem que atire o primeiro mouse”

    Tenho notado que cada vez que estou, em uma roda de amigos ou conhecidos sempre me fazem a mesma pergunta clássica. Para quem você se dirige quando escreve? É simples: quem escreve para jornal está escrevendo para toda gente.
    Já escrevi para outros jornais que circulavam e circulam no Município, mas o objetivo é o mesmo: o leitor.
    Procuro sempre mostrar o cotidiano, o comportamento da sociedade e da política. Sem dirigir mentalmente de uma maneira especial.
    As opiniões emitidas e publicadas são prolongamentos de uma conversa, uma atitude ruim ou boa. Um recado disfarçado ou um esclarecimento.
    Há algumas coisas que a gente gostaria de dizer, quando vemos tantas esterqueiras na sociedade diante de nós. Mas é preferível não dizer diretamente. Não como uma atitude de covarde, apenas para poupar o leitor de certas podridões óbvias.
    Há quem leia e não goste, se identifique com o texto e vista a carapuça. Outros que se comovem com aquilo que está se relatando. E alguns que achem que estão recebendo uma velada mensagem.
    Há sempre uma parte inconsciente na escrita, quando vem em mente as atitudes mundanas dos governantes, seu comportamento social e na esfera municipal, estadual ou federal. Principalmente quando estão gozando com sua desdita, ou nossa formação ética e moral.
    Veja as opiniões que se tem de alguns governos municipais, citados pela mídia de “Ornitorrincos”, que lutam pelo controle do dinheiro público, que mais se parecem a uma feira agropecuária de cangurus e tamanduás. Uma exposição de bichos covardes, caras de fuinhas e furões, que vivem atrapalhados nas cumbucas.
    Só sabem acusar os outros de corrupção e incompetência.
    Falam de mensalão esse nome proxenético, como uma menstruação de bens adquiridos, seus súbitos aumentos de patrimônios, declarações de rendas falsas, testas de ferro (laranjas), que desfilam pelas passarelas dos governos, carrões, barcos, mansões, quadrilhas lobistas que rondam os municípios. Os fins justificando os meios. Dirigentes criando dificuldades para lucrar com facilidade.
    Quando se tem um iletrado à frente de um governo, nunca aceitará ser esclarecido através de uma opinião. Apenas verá o fato como uma crítica de leitura mal digerida.
    Este é o preço que o dirigente paga, quando é rejeitado ou alertado, quando usa o governo, para acomodar amigos, antigos colegas filhos de assessores, cabos eleitorais.
    Um grande defeito do dirigente é de se cercar de bajuladores à sua sombra. Aduladores que ganham poder próprio e passam agir em conivência.
    Sempre um só objetivo: Acumular mais poder.
    A história sempre nos mostrou que os bajuladores são os que fazem cair em desgraça os governantes (vejam Brasília e aqui em Búzios na Câmara).
    Mais eles não abrem mão de sua corte, almoçam juntos, governam juntos. A corte de bajuladores com seu poder paralelo arrotam esse falso poder. Muita gente acredita, e com isso conseguem tudo que querem.
    O gosto por bajuladores acaba virando uma armadilha para quem se submete.
    Com puxa-sacos não é preciso ouvir, ou ler verdades, às vezes dolorosas.
    E, por isso, quando se escreve uma opinião, o narrador não deve nunca se acovardar, principalmente quando está escrevendo uma verdade.
    Para relatar o cotidiano em todas as esferas, tem que haver credibilidade, não ter medo de ninguém e de nenhuma ameaça. O único medo é de nós mesmos pelo que poderíamos esclarecer ao leitor.
    “Quem escreve estes gênero sabe que é o mais precário que existe, depende de tudo, até de moda”, diz o escritor Rubem Braga, e acrescenta: “Quem emite uma opinião ou uma crônica gasta-se seu meio literário apressado”.
    Assim é este ofício: tem suas tristezas, suas alegrias, decepções, seus tédios, mais também seu consolo: seus leitores.

    03-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • “Quem não vacilou em levar vantagem que atire o primeiro mouse”

    Tenho notado que cada vez que estou, em uma roda de amigos ou conhecidos sempre me fazem a mesma pergunta clássica. Para quem você se dirige quando escreve? É simples: quem escreve para jornal está escrevendo para toda gente.
    Já escrevi para outros jornais que circulavam e circulam no Município, mas o objetivo é o mesmo: o leitor.
    Procuro sempre mostrar o cotidiano, o comportamento da sociedade e da política. Sem dirigir mentalmente de uma maneira especial.
    As opiniões emitidas e publicadas são prolongamentos de uma conversa, uma atitude ruim ou boa. Um recado disfarçado ou um esclarecimento.
    Há algumas coisas que a gente gostaria de dizer, quando vemos tantas esterqueiras na sociedade diante de nós. Mas é preferível não dizer diretamente. Não como uma atitude de covarde, apenas para poupar o leitor de certas podridões óbvias.
    Há quem leia e não goste, se identifique com o texto e vista a carapuça. Outros que se comovem com aquilo que está se relatando. E alguns que achem que estão recebendo uma velada mensagem.
    Há sempre uma parte inconsciente na escrita, quando vem em mente as atitudes mundanas dos governantes, seu comportamento social e na esfera municipal, estadual ou federal. Principalmente quando estão gozando com sua desdita, ou nossa formação ética e moral.
    Veja as opiniões que se tem de alguns governos municipais, citados pela mídia de “Ornitorrincos”, que lutam pelo controle do dinheiro público, que mais se parecem a uma feira agropecuária de cangurus e tamanduás. Uma exposição de bichos covardes, caras de fuinhas e furões, que vivem atrapalhados nas cumbucas.
    Só sabem acusar os outros de corrupção e incompetência.
    Falam de mensalão esse nome proxenético, como uma menstruação de bens adquiridos, seus súbitos aumentos de patrimônios, declarações de rendas falsas, testas de ferro (laranjas), que desfilam pelas passarelas dos governos, carrões, barcos, mansões, quadrilhas lobistas que rondam os municípios. Os fins justificando os meios. Dirigentes criando dificuldades para lucrar com facilidade.
    Quando se tem um iletrado à frente de um governo, nunca aceitará ser esclarecido através de uma opinião. Apenas verá o fato como uma crítica de leitura mal digerida.
    Este é o preço que o dirigente paga, quando é rejeitado ou alertado, quando usa o governo, para acomodar amigos, antigos colegas filhos de assessores, cabos eleitorais.
    Um grande defeito do dirigente é de se cercar de bajuladores à sua sombra. Aduladores que ganham poder próprio e passam agir em conivência.
    Sempre um só objetivo: Acumular mais poder.
    A história sempre nos mostrou que os bajuladores são os que fazem cair em desgraça os governantes (vejam Brasília e aqui em Búzios na Câmara).
    Mais eles não abrem mão de sua corte, almoçam juntos, governam juntos. A corte de bajuladores com seu poder paralelo arrotam esse falso poder. Muita gente acredita, e com isso conseguem tudo que querem.
    O gosto por bajuladores acaba virando uma armadilha para quem se submete.
    Com puxa-sacos não é preciso ouvir, ou ler verdades, às vezes dolorosas.
    E, por isso, quando se escreve uma opinião, o narrador não deve nunca se acovardar, principalmente quando está escrevendo uma verdade.
    Para relatar o cotidiano em todas as esferas, tem que haver credibilidade, não ter medo de ninguém e de nenhuma ameaça. O único medo é de nós mesmos pelo que poderíamos esclarecer ao leitor.
    “Quem escreve estes gênero sabe que é o mais precário que existe, depende de tudo, até de moda”, diz o escritor Rubem Braga, e acrescenta: “Quem emite uma opinião ou uma crônica gasta-se seu meio literário apressado”.
    Assim é este ofício: tem suas tristezas, suas alegrias, decepções, seus tédios, mais também seu consolo: seus leitores.

    03-10-2006 00:00:00

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  • Corrupção e Paranóia

    Corrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.

    Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.

    O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.

    O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.

    O traço comum em ambos é o poder

    A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.

    Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.

    Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.

    Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.

    O Ovo da Serpente

    No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.

    Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.

    30-09-2006 00:00:00

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  • Corrupção e Paranóia

    Corrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.

    Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.

    O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.

    O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.

    O traço comum em ambos é o poder

    A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.

    Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.

    Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.

    Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.

    O Ovo da Serpente

    No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.

    Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.

    30-09-2006 00:00:00

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  • Corrupção e Paranóia

    Corrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.

    Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.

    O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.

    O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.

    O traço comum em ambos é o poder

    A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.

    Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.

    Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.

    Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.

    O Ovo da Serpente

    No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.

    Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.

    30-09-2006 00:00:00

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  • Corrupção e Paranóia

    Corrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.

    Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.

    O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.

    O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.

    O traço comum em ambos é o poder

    A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.

    Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.

    Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.

    Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.

    O Ovo da Serpente

    No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.

    Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.

    30-09-2006 00:00:00

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  • Corrupção e Paranóia

    Corrupção é uma degenerescência, um abastardamento do indivíduo, e está sempre associado ao poder.

    Já se escreveu aqui que o estudo sobre o perfil de Hitler, de Stalin, e de muitos contemporâneos, e que estão, muitas vezes ao nosso lado, podemos, com muita firmeza, afirmar que corrupção e paranóia se cruzam demoradamente, enquanto ambas sofrem do mesmo mal, da doença do poder. Esta doença do poder implica numa vontade patológica de sobrevivência exclusiva, de parte do corrupto e do paranóico, mesmo que resulte no final num impulso de sacrificar o resto do mundo, mesmo que, ao final o corrupto, ou o paranóico esteja só em meio a um campo de cadáveres.

    O corrupto, aquele que desvia recursos da saúde por exemplo, vive em meio a um vazio moral, estimulado por uma volúpia do poder, não lhe importando, se o resultado do seu comportamento venha matar vidas.

    O paranóico, que vive em delírio persecutório, no fundo, deseja, e a sua vontade é patológico, sobreviver, mesmo que à custa da sobrevivência do resto do mundo.

    O traço comum em ambos é o poder

    A sobrevivência, ainda que solitária, é o traço comum entre o corrupto e o paranóico. Sofrem da mesma doença do poder. Corrupto e paranóico, quando ameaçados, sentem um desejo mórbido de que todos estejam mortos, porque não mais podem ser controlados pela razão.

    Poucos se aperceberam dos elos entre o campo privado dos distúrbios psicológicos e o campo público das forças e das realidades ideológicas e políticas. Tanto num campo, quanto no outro ocorre não só uma ausência angustiante dos valores morais.

    Contudo, o tratamento é diferente. O paranóico deve ser tratado por um médico especializado, e deve sofrer, conforme o caso, a segregação da sociedade, enquanto perdurar os sintomas da doença. O outro, o corrupto, é corrigido pela aplicação da Lei, desde que a sociedade não se resigne como a figura do abade no Processo de J. Kafka, e não se aceite tudo como necessário, porque isso pode transformar a verdade em mentira, e que, por isso, também deve ser segregado do convívio social com muito barulho.

    Punir o corrupto é a garantia da própria Lei de não deixar-se apodrecer. A punição do corrupto, pela aplicação firme da Lei, evitará os acentuados antagonismos sociais, que podem, então, liberar a vontade de poder, o podre, que há na Lei, que é a urgência ou a exceção, caminhos muito rápidos para os regimes totalitários.

    O Ovo da Serpente

    No País de hoje, estamos diante do mais abissal esquema de corrupção, montado na nossa história republicana. Nos idos de 1990, uma Ovo da Serpente foi colocado no aparato do Estado, quando foi aberto a CUT um lugar, para se fazer representar no Conselho Gestor do Fundo de Amparo ao Trabalhador-FAT, quando se viu a possibilidade de um partido, o PT, apropriar-se do Estado por meio de um bem montado aparelhamento. De lá para cá, o dinheiro foi o poder, que dissolveu todas as instituições, de todos os ideais. O Pior em tudo isso é que tudo foi patrocinado pelo partido, que sempre reclamou para si ser a reserva moral.

    Não há outra saída, para controlar o vôo cego, em que foi colocada a Nação inteira, senão apurar. Apurado, punir. E que não se queira blindar o corrupto por conta da governabilidade.

    30-09-2006 00:00:00

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  • C A R T A À P O P U L A Ç Ã O D E B Ú Z I O S

    (Esclarecimentos referente o resultado da 1ª Assembléia – tema: VIA AZUL)

    29-09-2006 00:00:00

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