30-01-2007 00:00:00
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saiba maisHá duas coisas infinitas: O universo, e o oportunismo humano. Do universo, não se tem tanta certeza. Simples palavras do cientista Einstein para resumir o comportamento social.
Antigamente se falava em Búzios: Somos poucos mas nos conhecemos muito. Hoje se diz: Quem não se conhece chega de perto para ver quem é, e quem já se conhece fica longe.
O comportamento político social não passa de uma camuflagem, já dizia o poeta Dicepolos em 1930. Hoje em dia tudo é farsa disfarçado de verdade. Uma escala de mentiras vem invadindo a Cidade. Aquele que ontem andava de ônibus e a pé, hoje dirige carro novo e não sabe ele porque. Tudo não passa de uma camuflagem, aparências enganosas que não deixam ver as coisas como elas são na realidade. Artimanhas mentirosas que ao nascer, já nascem mortas porque elas são logo descobertas pela luz da verdade.
Apesar da gravidade da infra-estrutura do Município, uma das graves falhas é a falta de afinidade com a verdade.
As brigas de cabos eleitorais com jornalistas não levou a lugar nenhum. Búzios, lugar criativo para artimanhas criou uma nova profissão: Cabos eleitorais imparciais.
O que representa isto? Lamentavelmente é a trágica realidade do Município, onde o oportunismo e a mentira, como um bastão de corrida de revezamento vem sendo passada por políticos de geração em geração.
A raiz de todos estes conflitos está na formação moral do cidadão. Vem se renovando num ciclo de violência, muitas vezes insana - Que mais se pode oferecer a não ser pão e circo!
Estas gerações vem sendo marcadas pelo peso das derrotas sucessivas no ambiente político e pela falta de oportunidade.
Búzios se encontra numa situação paradoxal, o poder atual está no auge. Todos querem participar, mas ninguém quer pagar. Os que participam cada dia estão mais prósperos, mas a influência política é baixíssima, totalmente desacreditada. A grande mágica vai ser como escapar dessa situação.
Cabeças pensantes buscam na mídia eletrônica uma participação do prefeito em algum folhetim novelesco. Como a Justiça é um pouco lenta, a participação no programa linha direta pode demorar, e não há como esperar.
Em sua relação com a comunidade o prefeito e seu grupo de «notáveis» precisam buscar legitimidade, e não apenas controle.
Tem que colaborar com as associações, ouvi-las, respeitá-las, em vez de tentar submetê-las sempre. Tem que usar um poder suave, um «soft power» inglês. A final de contas, é muito mais fácil induzir os outros, a querer o que você quer, do que coagi-los a fazer o que você deseja.
Essa é uma lição que nós como sociedade temos que aprender.
É uma lição importante para o âmbito da diplomacia do governo, e mais ainda para o âmbito do relacionamento entre sociedade e as instituições: sejam elas associações, ONGs ou Imprensa.
Búzios precisa urgentemente de um planejamento sério para mudar o retrato em que aparece.
O retrato da paralisia do governo em que se encontra, que não consegue sair de sua apatia em relação as crises existentes, cada dia que passa, se torna mais desanimador. Não há forma de arrancar a administração da paralisia em que ficou petrificada.
Falam em criar mais cargos públicos. Chega a ser quase cômico. Uma amostra do grau de imaturidade desse governo.
«O que se planejou até hoje?» é a pergunta na boca do povo.
O que este governo planejou para a Cidade até hoje foi: Um reino de prepotência, delírios, ganâncias, ignorância e injustiça.
Para não ser tão pessimista, uma grande qualidade se destaca: é muito fácil comprar a alma das pessoas, cada um tem seu preço. Como o dinheiro não tem ideologia, ele invalida qualquer argumento, ou seja, não existe coisa mais corruptora que o dinheiro.
Daí que vem: o agente corruptor, e o corrupto, o criador e criatura, o povo e o povinho.
* Da série Efemerides: O poeta e compositor de tango Dicepolos de origem argentina conhecido mundialmente pela letra do tango Cambalache. Gravado por Caetano Veloso em 1969
27-01-2007 00:00:00
saiba maisHá duas coisas infinitas: O universo, e o oportunismo humano. Do universo, não se tem tanta certeza. Simples palavras do cientista Einstein para resumir o comportamento social.
Antigamente se falava em Búzios: Somos poucos mas nos conhecemos muito. Hoje se diz: Quem não se conhece chega de perto para ver quem é, e quem já se conhece fica longe.
O comportamento político social não passa de uma camuflagem, já dizia o poeta Dicepolos em 1930. Hoje em dia tudo é farsa disfarçado de verdade. Uma escala de mentiras vem invadindo a Cidade. Aquele que ontem andava de ônibus e a pé, hoje dirige carro novo e não sabe ele porque. Tudo não passa de uma camuflagem, aparências enganosas que não deixam ver as coisas como elas são na realidade. Artimanhas mentirosas que ao nascer, já nascem mortas porque elas são logo descobertas pela luz da verdade.
Apesar da gravidade da infra-estrutura do Município, uma das graves falhas é a falta de afinidade com a verdade.
As brigas de cabos eleitorais com jornalistas não levou a lugar nenhum. Búzios, lugar criativo para artimanhas criou uma nova profissão: Cabos eleitorais imparciais.
O que representa isto? Lamentavelmente é a trágica realidade do Município, onde o oportunismo e a mentira, como um bastão de corrida de revezamento vem sendo passada por políticos de geração em geração.
A raiz de todos estes conflitos está na formação moral do cidadão. Vem se renovando num ciclo de violência, muitas vezes insana - Que mais se pode oferecer a não ser pão e circo!
Estas gerações vem sendo marcadas pelo peso das derrotas sucessivas no ambiente político e pela falta de oportunidade.
Búzios se encontra numa situação paradoxal, o poder atual está no auge. Todos querem participar, mas ninguém quer pagar. Os que participam cada dia estão mais prósperos, mas a influência política é baixíssima, totalmente desacreditada. A grande mágica vai ser como escapar dessa situação.
Cabeças pensantes buscam na mídia eletrônica uma participação do prefeito em algum folhetim novelesco. Como a Justiça é um pouco lenta, a participação no programa linha direta pode demorar, e não há como esperar.
Em sua relação com a comunidade o prefeito e seu grupo de «notáveis» precisam buscar legitimidade, e não apenas controle.
Tem que colaborar com as associações, ouvi-las, respeitá-las, em vez de tentar submetê-las sempre. Tem que usar um poder suave, um «soft power» inglês. A final de contas, é muito mais fácil induzir os outros, a querer o que você quer, do que coagi-los a fazer o que você deseja.
Essa é uma lição que nós como sociedade temos que aprender.
É uma lição importante para o âmbito da diplomacia do governo, e mais ainda para o âmbito do relacionamento entre sociedade e as instituições: sejam elas associações, ONGs ou Imprensa.
Búzios precisa urgentemente de um planejamento sério para mudar o retrato em que aparece.
O retrato da paralisia do governo em que se encontra, que não consegue sair de sua apatia em relação as crises existentes, cada dia que passa, se torna mais desanimador. Não há forma de arrancar a administração da paralisia em que ficou petrificada.
Falam em criar mais cargos públicos. Chega a ser quase cômico. Uma amostra do grau de imaturidade desse governo.
«O que se planejou até hoje?» é a pergunta na boca do povo.
O que este governo planejou para a Cidade até hoje foi: Um reino de prepotência, delírios, ganâncias, ignorância e injustiça.
Para não ser tão pessimista, uma grande qualidade se destaca: é muito fácil comprar a alma das pessoas, cada um tem seu preço. Como o dinheiro não tem ideologia, ele invalida qualquer argumento, ou seja, não existe coisa mais corruptora que o dinheiro.
Daí que vem: o agente corruptor, e o corrupto, o criador e criatura, o povo e o povinho.
* Da série Efemerides: O poeta e compositor de tango Dicepolos de origem argentina conhecido mundialmente pela letra do tango Cambalache. Gravado por Caetano Veloso em 1969
27-01-2007 00:00:00
saiba maisHá duas coisas infinitas: O universo, e o oportunismo humano. Do universo, não se tem tanta certeza. Simples palavras do cientista Einstein para resumir o comportamento social.
Antigamente se falava em Búzios: Somos poucos mas nos conhecemos muito. Hoje se diz: Quem não se conhece chega de perto para ver quem é, e quem já se conhece fica longe.
O comportamento político social não passa de uma camuflagem, já dizia o poeta Dicepolos em 1930. Hoje em dia tudo é farsa disfarçado de verdade. Uma escala de mentiras vem invadindo a Cidade. Aquele que ontem andava de ônibus e a pé, hoje dirige carro novo e não sabe ele porque. Tudo não passa de uma camuflagem, aparências enganosas que não deixam ver as coisas como elas são na realidade. Artimanhas mentirosas que ao nascer, já nascem mortas porque elas são logo descobertas pela luz da verdade.
Apesar da gravidade da infra-estrutura do Município, uma das graves falhas é a falta de afinidade com a verdade.
As brigas de cabos eleitorais com jornalistas não levou a lugar nenhum. Búzios, lugar criativo para artimanhas criou uma nova profissão: Cabos eleitorais imparciais.
O que representa isto? Lamentavelmente é a trágica realidade do Município, onde o oportunismo e a mentira, como um bastão de corrida de revezamento vem sendo passada por políticos de geração em geração.
A raiz de todos estes conflitos está na formação moral do cidadão. Vem se renovando num ciclo de violência, muitas vezes insana - Que mais se pode oferecer a não ser pão e circo!
Estas gerações vem sendo marcadas pelo peso das derrotas sucessivas no ambiente político e pela falta de oportunidade.
Búzios se encontra numa situação paradoxal, o poder atual está no auge. Todos querem participar, mas ninguém quer pagar. Os que participam cada dia estão mais prósperos, mas a influência política é baixíssima, totalmente desacreditada. A grande mágica vai ser como escapar dessa situação.
Cabeças pensantes buscam na mídia eletrônica uma participação do prefeito em algum folhetim novelesco. Como a Justiça é um pouco lenta, a participação no programa linha direta pode demorar, e não há como esperar.
Em sua relação com a comunidade o prefeito e seu grupo de «notáveis» precisam buscar legitimidade, e não apenas controle.
Tem que colaborar com as associações, ouvi-las, respeitá-las, em vez de tentar submetê-las sempre. Tem que usar um poder suave, um «soft power» inglês. A final de contas, é muito mais fácil induzir os outros, a querer o que você quer, do que coagi-los a fazer o que você deseja.
Essa é uma lição que nós como sociedade temos que aprender.
É uma lição importante para o âmbito da diplomacia do governo, e mais ainda para o âmbito do relacionamento entre sociedade e as instituições: sejam elas associações, ONGs ou Imprensa.
Búzios precisa urgentemente de um planejamento sério para mudar o retrato em que aparece.
O retrato da paralisia do governo em que se encontra, que não consegue sair de sua apatia em relação as crises existentes, cada dia que passa, se torna mais desanimador. Não há forma de arrancar a administração da paralisia em que ficou petrificada.
Falam em criar mais cargos públicos. Chega a ser quase cômico. Uma amostra do grau de imaturidade desse governo.
«O que se planejou até hoje?» é a pergunta na boca do povo.
O que este governo planejou para a Cidade até hoje foi: Um reino de prepotência, delírios, ganâncias, ignorância e injustiça.
Para não ser tão pessimista, uma grande qualidade se destaca: é muito fácil comprar a alma das pessoas, cada um tem seu preço. Como o dinheiro não tem ideologia, ele invalida qualquer argumento, ou seja, não existe coisa mais corruptora que o dinheiro.
Daí que vem: o agente corruptor, e o corrupto, o criador e criatura, o povo e o povinho.
* Da série Efemerides: O poeta e compositor de tango Dicepolos de origem argentina conhecido mundialmente pela letra do tango Cambalache. Gravado por Caetano Veloso em 1969
27-01-2007 00:00:00
saiba maisHá duas coisas infinitas: O universo, e o oportunismo humano. Do universo, não se tem tanta certeza. Simples palavras do cientista Einstein para resumir o comportamento social.
Antigamente se falava em Búzios: Somos poucos mas nos conhecemos muito. Hoje se diz: Quem não se conhece chega de perto para ver quem é, e quem já se conhece fica longe.
O comportamento político social não passa de uma camuflagem, já dizia o poeta Dicepolos em 1930. Hoje em dia tudo é farsa disfarçado de verdade. Uma escala de mentiras vem invadindo a Cidade. Aquele que ontem andava de ônibus e a pé, hoje dirige carro novo e não sabe ele porque. Tudo não passa de uma camuflagem, aparências enganosas que não deixam ver as coisas como elas são na realidade. Artimanhas mentirosas que ao nascer, já nascem mortas porque elas são logo descobertas pela luz da verdade.
Apesar da gravidade da infra-estrutura do Município, uma das graves falhas é a falta de afinidade com a verdade.
As brigas de cabos eleitorais com jornalistas não levou a lugar nenhum. Búzios, lugar criativo para artimanhas criou uma nova profissão: Cabos eleitorais imparciais.
O que representa isto? Lamentavelmente é a trágica realidade do Município, onde o oportunismo e a mentira, como um bastão de corrida de revezamento vem sendo passada por políticos de geração em geração.
A raiz de todos estes conflitos está na formação moral do cidadão. Vem se renovando num ciclo de violência, muitas vezes insana - Que mais se pode oferecer a não ser pão e circo!
Estas gerações vem sendo marcadas pelo peso das derrotas sucessivas no ambiente político e pela falta de oportunidade.
Búzios se encontra numa situação paradoxal, o poder atual está no auge. Todos querem participar, mas ninguém quer pagar. Os que participam cada dia estão mais prósperos, mas a influência política é baixíssima, totalmente desacreditada. A grande mágica vai ser como escapar dessa situação.
Cabeças pensantes buscam na mídia eletrônica uma participação do prefeito em algum folhetim novelesco. Como a Justiça é um pouco lenta, a participação no programa linha direta pode demorar, e não há como esperar.
Em sua relação com a comunidade o prefeito e seu grupo de «notáveis» precisam buscar legitimidade, e não apenas controle.
Tem que colaborar com as associações, ouvi-las, respeitá-las, em vez de tentar submetê-las sempre. Tem que usar um poder suave, um «soft power» inglês. A final de contas, é muito mais fácil induzir os outros, a querer o que você quer, do que coagi-los a fazer o que você deseja.
Essa é uma lição que nós como sociedade temos que aprender.
É uma lição importante para o âmbito da diplomacia do governo, e mais ainda para o âmbito do relacionamento entre sociedade e as instituições: sejam elas associações, ONGs ou Imprensa.
Búzios precisa urgentemente de um planejamento sério para mudar o retrato em que aparece.
O retrato da paralisia do governo em que se encontra, que não consegue sair de sua apatia em relação as crises existentes, cada dia que passa, se torna mais desanimador. Não há forma de arrancar a administração da paralisia em que ficou petrificada.
Falam em criar mais cargos públicos. Chega a ser quase cômico. Uma amostra do grau de imaturidade desse governo.
«O que se planejou até hoje?» é a pergunta na boca do povo.
O que este governo planejou para a Cidade até hoje foi: Um reino de prepotência, delírios, ganâncias, ignorância e injustiça.
Para não ser tão pessimista, uma grande qualidade se destaca: é muito fácil comprar a alma das pessoas, cada um tem seu preço. Como o dinheiro não tem ideologia, ele invalida qualquer argumento, ou seja, não existe coisa mais corruptora que o dinheiro.
Daí que vem: o agente corruptor, e o corrupto, o criador e criatura, o povo e o povinho.
* Da série Efemerides: O poeta e compositor de tango Dicepolos de origem argentina conhecido mundialmente pela letra do tango Cambalache. Gravado por Caetano Veloso em 1969
27-01-2007 00:00:00
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Antigamente se falava em Búzios: Somos poucos mas nos conhecemos muito. Hoje se diz: Quem não se conhece chega de perto para ver quem é, e quem já se conhece fica longe.
O comportamento político social não passa de uma camuflagem, já dizia o poeta Dicepolos em 1930. Hoje em dia tudo é farsa disfarçado de verdade. Uma escala de mentiras vem invadindo a Cidade. Aquele que ontem andava de ônibus e a pé, hoje dirige carro novo e não sabe ele porque. Tudo não passa de uma camuflagem, aparências enganosas que não deixam ver as coisas como elas são na realidade. Artimanhas mentirosas que ao nascer, já nascem mortas porque elas são logo descobertas pela luz da verdade.
Apesar da gravidade da infra-estrutura do Município, uma das graves falhas é a falta de afinidade com a verdade.
As brigas de cabos eleitorais com jornalistas não levou a lugar nenhum. Búzios, lugar criativo para artimanhas criou uma nova profissão: Cabos eleitorais imparciais.
O que representa isto? Lamentavelmente é a trágica realidade do Município, onde o oportunismo e a mentira, como um bastão de corrida de revezamento vem sendo passada por políticos de geração em geração.
A raiz de todos estes conflitos está na formação moral do cidadão. Vem se renovando num ciclo de violência, muitas vezes insana - Que mais se pode oferecer a não ser pão e circo!
Estas gerações vem sendo marcadas pelo peso das derrotas sucessivas no ambiente político e pela falta de oportunidade.
Búzios se encontra numa situação paradoxal, o poder atual está no auge. Todos querem participar, mas ninguém quer pagar. Os que participam cada dia estão mais prósperos, mas a influência política é baixíssima, totalmente desacreditada. A grande mágica vai ser como escapar dessa situação.
Cabeças pensantes buscam na mídia eletrônica uma participação do prefeito em algum folhetim novelesco. Como a Justiça é um pouco lenta, a participação no programa linha direta pode demorar, e não há como esperar.
Em sua relação com a comunidade o prefeito e seu grupo de «notáveis» precisam buscar legitimidade, e não apenas controle.
Tem que colaborar com as associações, ouvi-las, respeitá-las, em vez de tentar submetê-las sempre. Tem que usar um poder suave, um «soft power» inglês. A final de contas, é muito mais fácil induzir os outros, a querer o que você quer, do que coagi-los a fazer o que você deseja.
Essa é uma lição que nós como sociedade temos que aprender.
É uma lição importante para o âmbito da diplomacia do governo, e mais ainda para o âmbito do relacionamento entre sociedade e as instituições: sejam elas associações, ONGs ou Imprensa.
Búzios precisa urgentemente de um planejamento sério para mudar o retrato em que aparece.
O retrato da paralisia do governo em que se encontra, que não consegue sair de sua apatia em relação as crises existentes, cada dia que passa, se torna mais desanimador. Não há forma de arrancar a administração da paralisia em que ficou petrificada.
Falam em criar mais cargos públicos. Chega a ser quase cômico. Uma amostra do grau de imaturidade desse governo.
«O que se planejou até hoje?» é a pergunta na boca do povo.
O que este governo planejou para a Cidade até hoje foi: Um reino de prepotência, delírios, ganâncias, ignorância e injustiça.
Para não ser tão pessimista, uma grande qualidade se destaca: é muito fácil comprar a alma das pessoas, cada um tem seu preço. Como o dinheiro não tem ideologia, ele invalida qualquer argumento, ou seja, não existe coisa mais corruptora que o dinheiro.
Daí que vem: o agente corruptor, e o corrupto, o criador e criatura, o povo e o povinho.
* Da série Efemerides: O poeta e compositor de tango Dicepolos de origem argentina conhecido mundialmente pela letra do tango Cambalache. Gravado por Caetano Veloso em 1969
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saiba mais26-01-2007 00:00:00
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saiba mais26-01-2007 00:00:00
saiba maisComo a pirataria está muito em moda em certos setores da vida pública e no cotidiano das pessoas, porque não homenagear um dos maiores piratas conhecidos?
O Corsário, pirata que com a «patente» do governo corso passa a ter licença para matar e saquear no mar e na terra, nos quatro cantos do planeta, e cria sua própria lenda. Conhecido como terror dos mares o corsário Barbanegra morreu em dia 14 de janeiro de 1718.
Nasceu na Jamaica em finais do século XVII. Seu verdadeiro nome era Edward Teach e sua família pertencia à classe média baixa. Na Guerra da Espanha (1700 a 1713) recebe a «patente» de corsário. A serviço do governo inglês se alista como pirata e recebe a «Ordem dos Flibusteiros», concedida aos contrabandistas e saqueadores. Em 1716, o Rei George da Inglaterra propôs uma anistia a todos os piratas, que se submetessem a sua autoridade legal, mas Barbanegra não se interessou. Construiu seu próprio barco com ajuda de políticos desclassificados, e batizou como «A vingança da Rainha Ana».
Alguns o descrevem como um homem imenso de olhos brilhantes, seu rosto corado enquadrado numa barba negra que caia sobre seu peito e subia até seus olhos. Vestia um casaco vermelho, calças azuis e usava uma enorme espada e uma fila de pistolas sobre seu peito.
Quando em ação, vociferava, rugia, gritava, ria e lançava injúrias aos seus adversários, fazendo com que muitos logo se entregassem a ele e ficassem submissos. Fez correr a lenda de que fizera um pacto com o diabo, vendendo sua alma para converter-se em um demônio do mar e da terra.
Dentre suas proezas, conta-se que afundou mais de quarenta barcos. Em algumas de suas empreitadas era secundado pelo major Stede Bonnet, seu tesoureiro e cúmplice a quem alguns descreviam como desequilibrado mental, que se deleitava jogando suas vítimas depenadas ao mar e assistindo serem comidos por tubarões.
Em 1718 se dedica exclusivamente a saquear, extorquir e tomar as terras dos plantadores de algodão com ajuda dos políticos corruptos locais, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
O povo cansado, e vendo que as autoridades locais não tomavam qualquer atitude, colocam sua cabeça a prêmio.
O tenente Robert Maynard da Royal Navy o persegue com dois barcos, de 22 de dezembro até encontrá-lo em alto mar no dia 14 de janeiro. Enfrentam-se em uma luta corpo a corpo sobre o convés e depois de uma feroz luta, Maynard consegue abater aquele considerado um dos mais temíveis piratas da história dos mares.
Durante a luta, aplicou-lhe vinte e cinco cortes com o sabre e quatro disparos de pistola e cortou-lhe a cabeça. Regressou ao Estado da Virgínia, entregou o corpo ao povo e recebeu a recompensa. Morreu com 38 anos de idade. Sua calça azul e seu casaco vermelho serviram para vestir o espantalho das plantações de algodão.
Seu cúmplice, o tesoureiro Stede Bonnet, com medo de ter o mesmo destino se entregou às autoridades, delatou todas as falcatruas e parcerias com os políticos coniventes, a ponto de o governador da Virgínia decretar intervenção na administração costeira.
Apesar disso, no Caribe, se festeja todo mês de janeiro a morte de Barbanegra como um episódio folclórico.
* Da série Efemérides
25-01-2007 00:00:00
saiba maisComo a pirataria está muito em moda em certos setores da vida pública e no cotidiano das pessoas, porque não homenagear um dos maiores piratas conhecidos?
O Corsário, pirata que com a «patente» do governo corso passa a ter licença para matar e saquear no mar e na terra, nos quatro cantos do planeta, e cria sua própria lenda. Conhecido como terror dos mares o corsário Barbanegra morreu em dia 14 de janeiro de 1718.
Nasceu na Jamaica em finais do século XVII. Seu verdadeiro nome era Edward Teach e sua família pertencia à classe média baixa. Na Guerra da Espanha (1700 a 1713) recebe a «patente» de corsário. A serviço do governo inglês se alista como pirata e recebe a «Ordem dos Flibusteiros», concedida aos contrabandistas e saqueadores. Em 1716, o Rei George da Inglaterra propôs uma anistia a todos os piratas, que se submetessem a sua autoridade legal, mas Barbanegra não se interessou. Construiu seu próprio barco com ajuda de políticos desclassificados, e batizou como «A vingança da Rainha Ana».
Alguns o descrevem como um homem imenso de olhos brilhantes, seu rosto corado enquadrado numa barba negra que caia sobre seu peito e subia até seus olhos. Vestia um casaco vermelho, calças azuis e usava uma enorme espada e uma fila de pistolas sobre seu peito.
Quando em ação, vociferava, rugia, gritava, ria e lançava injúrias aos seus adversários, fazendo com que muitos logo se entregassem a ele e ficassem submissos. Fez correr a lenda de que fizera um pacto com o diabo, vendendo sua alma para converter-se em um demônio do mar e da terra.
Dentre suas proezas, conta-se que afundou mais de quarenta barcos. Em algumas de suas empreitadas era secundado pelo major Stede Bonnet, seu tesoureiro e cúmplice a quem alguns descreviam como desequilibrado mental, que se deleitava jogando suas vítimas depenadas ao mar e assistindo serem comidos por tubarões.
Em 1718 se dedica exclusivamente a saquear, extorquir e tomar as terras dos plantadores de algodão com ajuda dos políticos corruptos locais, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
O povo cansado, e vendo que as autoridades locais não tomavam qualquer atitude, colocam sua cabeça a prêmio.
O tenente Robert Maynard da Royal Navy o persegue com dois barcos, de 22 de dezembro até encontrá-lo em alto mar no dia 14 de janeiro. Enfrentam-se em uma luta corpo a corpo sobre o convés e depois de uma feroz luta, Maynard consegue abater aquele considerado um dos mais temíveis piratas da história dos mares.
Durante a luta, aplicou-lhe vinte e cinco cortes com o sabre e quatro disparos de pistola e cortou-lhe a cabeça. Regressou ao Estado da Virgínia, entregou o corpo ao povo e recebeu a recompensa. Morreu com 38 anos de idade. Sua calça azul e seu casaco vermelho serviram para vestir o espantalho das plantações de algodão.
Seu cúmplice, o tesoureiro Stede Bonnet, com medo de ter o mesmo destino se entregou às autoridades, delatou todas as falcatruas e parcerias com os políticos coniventes, a ponto de o governador da Virgínia decretar intervenção na administração costeira.
Apesar disso, no Caribe, se festeja todo mês de janeiro a morte de Barbanegra como um episódio folclórico.
* Da série Efemérides
25-01-2007 00:00:00
saiba maisComo a pirataria está muito em moda em certos setores da vida pública e no cotidiano das pessoas, porque não homenagear um dos maiores piratas conhecidos?
O Corsário, pirata que com a «patente» do governo corso passa a ter licença para matar e saquear no mar e na terra, nos quatro cantos do planeta, e cria sua própria lenda. Conhecido como terror dos mares o corsário Barbanegra morreu em dia 14 de janeiro de 1718.
Nasceu na Jamaica em finais do século XVII. Seu verdadeiro nome era Edward Teach e sua família pertencia à classe média baixa. Na Guerra da Espanha (1700 a 1713) recebe a «patente» de corsário. A serviço do governo inglês se alista como pirata e recebe a «Ordem dos Flibusteiros», concedida aos contrabandistas e saqueadores. Em 1716, o Rei George da Inglaterra propôs uma anistia a todos os piratas, que se submetessem a sua autoridade legal, mas Barbanegra não se interessou. Construiu seu próprio barco com ajuda de políticos desclassificados, e batizou como «A vingança da Rainha Ana».
Alguns o descrevem como um homem imenso de olhos brilhantes, seu rosto corado enquadrado numa barba negra que caia sobre seu peito e subia até seus olhos. Vestia um casaco vermelho, calças azuis e usava uma enorme espada e uma fila de pistolas sobre seu peito.
Quando em ação, vociferava, rugia, gritava, ria e lançava injúrias aos seus adversários, fazendo com que muitos logo se entregassem a ele e ficassem submissos. Fez correr a lenda de que fizera um pacto com o diabo, vendendo sua alma para converter-se em um demônio do mar e da terra.
Dentre suas proezas, conta-se que afundou mais de quarenta barcos. Em algumas de suas empreitadas era secundado pelo major Stede Bonnet, seu tesoureiro e cúmplice a quem alguns descreviam como desequilibrado mental, que se deleitava jogando suas vítimas depenadas ao mar e assistindo serem comidos por tubarões.
Em 1718 se dedica exclusivamente a saquear, extorquir e tomar as terras dos plantadores de algodão com ajuda dos políticos corruptos locais, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
O povo cansado, e vendo que as autoridades locais não tomavam qualquer atitude, colocam sua cabeça a prêmio.
O tenente Robert Maynard da Royal Navy o persegue com dois barcos, de 22 de dezembro até encontrá-lo em alto mar no dia 14 de janeiro. Enfrentam-se em uma luta corpo a corpo sobre o convés e depois de uma feroz luta, Maynard consegue abater aquele considerado um dos mais temíveis piratas da história dos mares.
Durante a luta, aplicou-lhe vinte e cinco cortes com o sabre e quatro disparos de pistola e cortou-lhe a cabeça. Regressou ao Estado da Virgínia, entregou o corpo ao povo e recebeu a recompensa. Morreu com 38 anos de idade. Sua calça azul e seu casaco vermelho serviram para vestir o espantalho das plantações de algodão.
Seu cúmplice, o tesoureiro Stede Bonnet, com medo de ter o mesmo destino se entregou às autoridades, delatou todas as falcatruas e parcerias com os políticos coniventes, a ponto de o governador da Virgínia decretar intervenção na administração costeira.
Apesar disso, no Caribe, se festeja todo mês de janeiro a morte de Barbanegra como um episódio folclórico.
* Da série Efemérides
25-01-2007 00:00:00
saiba maisComo a pirataria está muito em moda em certos setores da vida pública e no cotidiano das pessoas, porque não homenagear um dos maiores piratas conhecidos?
O Corsário, pirata que com a «patente» do governo corso passa a ter licença para matar e saquear no mar e na terra, nos quatro cantos do planeta, e cria sua própria lenda. Conhecido como terror dos mares o corsário Barbanegra morreu em dia 14 de janeiro de 1718.
Nasceu na Jamaica em finais do século XVII. Seu verdadeiro nome era Edward Teach e sua família pertencia à classe média baixa. Na Guerra da Espanha (1700 a 1713) recebe a «patente» de corsário. A serviço do governo inglês se alista como pirata e recebe a «Ordem dos Flibusteiros», concedida aos contrabandistas e saqueadores. Em 1716, o Rei George da Inglaterra propôs uma anistia a todos os piratas, que se submetessem a sua autoridade legal, mas Barbanegra não se interessou. Construiu seu próprio barco com ajuda de políticos desclassificados, e batizou como «A vingança da Rainha Ana».
Alguns o descrevem como um homem imenso de olhos brilhantes, seu rosto corado enquadrado numa barba negra que caia sobre seu peito e subia até seus olhos. Vestia um casaco vermelho, calças azuis e usava uma enorme espada e uma fila de pistolas sobre seu peito.
Quando em ação, vociferava, rugia, gritava, ria e lançava injúrias aos seus adversários, fazendo com que muitos logo se entregassem a ele e ficassem submissos. Fez correr a lenda de que fizera um pacto com o diabo, vendendo sua alma para converter-se em um demônio do mar e da terra.
Dentre suas proezas, conta-se que afundou mais de quarenta barcos. Em algumas de suas empreitadas era secundado pelo major Stede Bonnet, seu tesoureiro e cúmplice a quem alguns descreviam como desequilibrado mental, que se deleitava jogando suas vítimas depenadas ao mar e assistindo serem comidos por tubarões.
Em 1718 se dedica exclusivamente a saquear, extorquir e tomar as terras dos plantadores de algodão com ajuda dos políticos corruptos locais, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
O povo cansado, e vendo que as autoridades locais não tomavam qualquer atitude, colocam sua cabeça a prêmio.
O tenente Robert Maynard da Royal Navy o persegue com dois barcos, de 22 de dezembro até encontrá-lo em alto mar no dia 14 de janeiro. Enfrentam-se em uma luta corpo a corpo sobre o convés e depois de uma feroz luta, Maynard consegue abater aquele considerado um dos mais temíveis piratas da história dos mares.
Durante a luta, aplicou-lhe vinte e cinco cortes com o sabre e quatro disparos de pistola e cortou-lhe a cabeça. Regressou ao Estado da Virgínia, entregou o corpo ao povo e recebeu a recompensa. Morreu com 38 anos de idade. Sua calça azul e seu casaco vermelho serviram para vestir o espantalho das plantações de algodão.
Seu cúmplice, o tesoureiro Stede Bonnet, com medo de ter o mesmo destino se entregou às autoridades, delatou todas as falcatruas e parcerias com os políticos coniventes, a ponto de o governador da Virgínia decretar intervenção na administração costeira.
Apesar disso, no Caribe, se festeja todo mês de janeiro a morte de Barbanegra como um episódio folclórico.
* Da série Efemérides
25-01-2007 00:00:00
saiba maisComo a pirataria está muito em moda em certos setores da vida pública e no cotidiano das pessoas, porque não homenagear um dos maiores piratas conhecidos?
O Corsário, pirata que com a «patente» do governo corso passa a ter licença para matar e saquear no mar e na terra, nos quatro cantos do planeta, e cria sua própria lenda. Conhecido como terror dos mares o corsário Barbanegra morreu em dia 14 de janeiro de 1718.
Nasceu na Jamaica em finais do século XVII. Seu verdadeiro nome era Edward Teach e sua família pertencia à classe média baixa. Na Guerra da Espanha (1700 a 1713) recebe a «patente» de corsário. A serviço do governo inglês se alista como pirata e recebe a «Ordem dos Flibusteiros», concedida aos contrabandistas e saqueadores. Em 1716, o Rei George da Inglaterra propôs uma anistia a todos os piratas, que se submetessem a sua autoridade legal, mas Barbanegra não se interessou. Construiu seu próprio barco com ajuda de políticos desclassificados, e batizou como «A vingança da Rainha Ana».
Alguns o descrevem como um homem imenso de olhos brilhantes, seu rosto corado enquadrado numa barba negra que caia sobre seu peito e subia até seus olhos. Vestia um casaco vermelho, calças azuis e usava uma enorme espada e uma fila de pistolas sobre seu peito.
Quando em ação, vociferava, rugia, gritava, ria e lançava injúrias aos seus adversários, fazendo com que muitos logo se entregassem a ele e ficassem submissos. Fez correr a lenda de que fizera um pacto com o diabo, vendendo sua alma para converter-se em um demônio do mar e da terra.
Dentre suas proezas, conta-se que afundou mais de quarenta barcos. Em algumas de suas empreitadas era secundado pelo major Stede Bonnet, seu tesoureiro e cúmplice a quem alguns descreviam como desequilibrado mental, que se deleitava jogando suas vítimas depenadas ao mar e assistindo serem comidos por tubarões.
Em 1718 se dedica exclusivamente a saquear, extorquir e tomar as terras dos plantadores de algodão com ajuda dos políticos corruptos locais, no Estado da Virgínia, Estados Unidos.
O povo cansado, e vendo que as autoridades locais não tomavam qualquer atitude, colocam sua cabeça a prêmio.
O tenente Robert Maynard da Royal Navy o persegue com dois barcos, de 22 de dezembro até encontrá-lo em alto mar no dia 14 de janeiro. Enfrentam-se em uma luta corpo a corpo sobre o convés e depois de uma feroz luta, Maynard consegue abater aquele considerado um dos mais temíveis piratas da história dos mares.
Durante a luta, aplicou-lhe vinte e cinco cortes com o sabre e quatro disparos de pistola e cortou-lhe a cabeça. Regressou ao Estado da Virgínia, entregou o corpo ao povo e recebeu a recompensa. Morreu com 38 anos de idade. Sua calça azul e seu casaco vermelho serviram para vestir o espantalho das plantações de algodão.
Seu cúmplice, o tesoureiro Stede Bonnet, com medo de ter o mesmo destino se entregou às autoridades, delatou todas as falcatruas e parcerias com os políticos coniventes, a ponto de o governador da Virgínia decretar intervenção na administração costeira.
Apesar disso, no Caribe, se festeja todo mês de janeiro a morte de Barbanegra como um episódio folclórico.
* Da série Efemérides
25-01-2007 00:00:00
saiba maisPromessas não cumpridas, atos em desacordo com o interesse coletivo, declarações públicas falsas, afirmando que tudo está sob controle, que a Cidade está linda, bem cuidada e será uma das melhores do País. Políticos sem escrúpulos que pensam somente em seus clãs e em suas comissões, direcionando licitações e contratos aos compadres e sócios ocultos, povoam nossa cultura tupiniquim. Ressuscitando o Cardeal Mazarin - habilidoso político do século XVII - que ensinou durante mais de 300 anos, como se portar politicamente, e administradores contemporâneos continuam aplicando seus ensinamentos e iludindo os povos menos esclarecidos por todo o mundo.
Mazarin ensinava táticas do tipo: Fale sempre com um ar de sinceridade. Faça crer que cada frase saída de sua boca vem diretamente do coração e que a tua única preocupação é com o bem comum e Mantenha sempre uma perpétua amenidade, um sorriso de aeromoça, mesmo diante de um cenário de turbulências. Qualquer semelhança é mera coincidência.
Boa parte dos administradores bem sucedidos tiveram que implantar políticas duras, cortando gastos, demitindo pessoal, priorizando investimentos e especializando mão de obra. E mesmo assim, poucos conseguiram manter índices de crescimento estáveis e gerar empregos para a população.
Em recente matéria de primeira página deste Jornal, conhecemos um pouco a realidade de um município vizinho ao nosso - o de Arraial do Cabo -, onde o prefeito alegava que bom administrador é aquele que consegue gerir uma Prefeitura com poucos recursos. Pura verdade. E o que dizer daqueles que arrecadam fortunas e não conseguem administrar satisfatoriamente?
Arraial do Cabo tem 5 mil e 500 alunos matriculados na rede pública municipal e gastou no início de 2006, 150 mil reais para construir uma escola com mais de 800 estudantes. Aqui em Búzios, segundo a matéria do PH e conforme os balancetes da Prefeitura, foram gastos 450 mil reais somente com o muro da Escola de José Gonçalves. Isso em 2005.
Se formos comparar o que cada Prefeitura gasta com a coleta de lixo, podemos ver a gritante diferença: Arraial, que tem hoje 30 mil habitantes, prevê gastar em 2007, 1 milhão e 200 mil reais com a varrição, limpeza dos bueiros e coleta de lixo em toda a Cidade, que tem um território bem maior que Búzios.
A Prefeitura buziana prevê gastar em 2007, 20 milhões de reais para fazer o mesmo trabalho. Búzios tem 25 mil habitantes e um território bem menor que Arraial.
Ainda na contramão, o governo buziano quer acabar com os celetistas (funcionários regidos pelas normas da CLT) e transformar todos em estatutários. Exatamente o contrário do que pretende o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, que quer acabar com o regime estatutário, transformando todos os funcionários públicos estaduais em celetistas.
A Câmara de Vereadores de Búzios, já começou a demonstrar que está atualizada com as modernas técnicas de gestão. Demitiu funcionários, reduziu salários e já está economizando cerca de 10 mil reais por mês. Diferente da Prefeitura, que sinaliza com o envio de proposta para criação de novos cargos para o Executivo, já neste primeiro mês de 2007.
Pois é meu amigo cidadão e eleitor, a cada dia que passa o Cardeal Mazarin faz mais seguidores, e nós, povo, continuamos sendo iludidos! Por quanto tempo mais?
24-01-2007 00:00:00
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