Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Vende o Sofá!

    Não acredito na coragem do administrador público e caso algo não seja feito, a história se repetirá, por farsa e tragédia, prende-se apreende-se, imobiliza-se, julga-se, condena-se e, no final, chupa-se o dedo

    05-05-2012 00:00:00

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  • Coluna especial do Michelângelo em homenagem ao Chico

    Ainda não era sua hora...

    31-03-2012 00:00:00

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  • "A história é escrita a partir de fatos não de versões fantasiosas, ou de práticas chantagistas" - Ruy Borba

    Novamente, me vejo atacado por um tablóide, agora de certa forma terceirizado, pela caneta de oportunidade de um senhor, Carlos Terra, que faz uma resenha de uma carta, supostamente escrita pelo Marcelo, ex-companheiro da radialista Beth Prata. Desta forma, eles vão formando um grupo, todos por mim processados. Quanto ao Senhor Terra, já distribui contra ele mais de cinco ações criminais e cíveis. Com essa matéria o ex-casal deve colecionar mais ações também, embora não possa me esquecer que sal grosso, no Rio Grande do Sul, só é jogado em carne boa. A Justiça de Búzios andou feito um ‘pato-manco’. De lá não se esperava nada mesmo. Ma agora, com a chegada de uma juíza nova, os trabalhos devem andar.
    Me causa estranheza o fato de trazerem ao cenário político o ex-companheiro da radialista Elizabeth Prata, Marcelo Oliveira, tido por mim como um rapaz ‘passivo, pacato’.
    As versões sobre a fundação do Jornal Primeira Hora que estão sendo propaladas pela dupla são todas mentirosas. A dupla não tinha recursos, aliás, repito, nunca vira na época uma conta bancária sua movimentada por ela - a Beth Prata. Hoje, me parece claro que somente tinham os cabelos longos, porque as idéias eram curtas. As primeiras reuniões sobre o projeto do jornal foram feitas na minha casa do Rio, onde, aliás, a dupla se refestelou por mais de um mês, usufruindo de todo o conforto e facilidades, que eram bem do gosto deles, quando o filho mais velho esteve bastante doente. Sobre e relação dos dois, era público. Nem mesmo ela fazia segredo. Me lembro a última vez que falamos - eles hospedados num apartamento de minha propriedade no Leblon (porque não mais os queria na minha casa da Lagoa) -, quando ela se referiu ao ‘marido’ de uma forma torpe. E tanto é fato que o próprio ‘marido’ a grampeou com autorização da Polícia, podendo ouvir novamente a maneira torpe pela qual foi tratado pela ex-mulher. Fiquei indignado por ela ter exposto ele, ao afirmar que o ‘marido’ somente funcionava quando  enfiando-lhe o dedo no...’ Tendo ouvido isso, restou-me sair do encontro com a Beth, compadecido do ‘marido’, e ir-me embora. Nunca mais a vi, e nem quis revelar essa conversa doméstica, mas ela acabou repetindo isso para o próprio.
    Sobre a insinuação que faz a abuso de menores, me espanta ainda mais, porque o próprio Marcelo foi objeto de uma acusação feita por uma empregada doméstica deles, que afirmou que ele abusara da sua filhinha, criança ainda. A própria Beth o ameaçou mais recentemente de desenterrar essa história. Nunca levei isso a sério. Mas como uma vez os vi chorando por causa deste assunto, me custa crer que ele, tendo sido vítima de uma calúnia dessas, pudesse fazer alguma insinuação nessa linha.
    Quanto às demais colocações, me encarreguei de repassá-las aos advogados, para trabalharem, e proporem as ações cabíveis.
    Sobre o articulista, Carlos Terra, parece tratar-se de um leitor de generalidades, destes que colecionam exemplares de enciclopédias e revistas editadas pela ‘Seleções’.  Poucos o conhecem, inclusive eu. O que sei é que o mesmo já coleciona algumas ações e terá que enfrentar mais outras.
     

    03-03-2012 00:00:00

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  • A Cleptocracia

     Quando um Estado caracteriza-se por uma corrupção ativa e descontrolada, podemos chamá-lo de uma Cleptocracia, cujo significado é ‘sermos governados por ladrões’. Há vários tipos de corrupção: o fisiologismo, o nepotismo, o clientelismo, o peculato, o suborno e a extorsão. E, há dois tipos de agentes que praticam a corrupção: os agentes da corrupção ativa, que oferecem e/ou dão dinheiro e os agentes de corrupção passiva, que pedem e/ou recebem dinheiro ou vantagens.
    Os agentes de corrupção ativa são os agentes privados corruptores: os empresários ou gestores de empresas, os líderes de grupos religiosos e os chefes de certos grupos de interesse econômico, buscando aumentar o seu poder político e financeiro, em relação ao poder político dos seus concorrentes, que são o resto da sociedade. Os agentes da corrupção passiva são os agentes públicos corrompidos: os governantes, ou funcionários públicos, que utilizam o poder do Estado para atender às demandas especiais dos agentes corruptores. Estes governantes são funcionários públicos temporários, eleitos democraticamente; ou são os funcionários públicos concursados, contratados e comissio nados, colocados em cargos de confiança pelos que foram eleitos. Para cada corrupto passivo no governo, existe um corrupto ativo no setor privado.
    Nos países em que a corrupção é praticada extensivamente, são os próprios detentores de cargos públicos que, direta ou indiretamente, tomam a iniciativa de se aproximar dos agentes econômicos, propondo-lhes a concessão dos contratos mediante o pagamento de ‘comissão’, através de depósitos bancários ou daqueles pagamentos feitos em espécie. Esta ‘sociedade’ é formada por um reduzido grupo de empresários e detentores de cargos públicos. Mas, a corrupção é um crime que deixa muitas vítimas... Pois, quando ela se torna endêmica, os recursos públicos deixam de ser investidos em projetos de infra-estrutura que são realmente necessários para melhorar a alimentação, habitaçã o, transporte, saúde, a educação e o bem estar social da população. As empresas que não são beneficiadas, perdem participação no mercado e comprometem seu crescimento. Todos os cidadãos sofrem com a degradação da sua qualidade de vida. Enfim, toda esta sociedade fica mais pobre, quando o desenvolvimento econômico já não vai mais ao encontro das necessidades da população, mas passa a atender somente aos atos ilícitos dos agentes políticos, em conluio com oportunistas que praticam estes ‘malfeitos’, geralmente através dos contratos para a realização de obras públicas e a prestação de serviços públicos, ‘negociados’ junto a seletos grupos de aproveitadores.
    Os processos de corrupção iniciam-se nos escritórios destes agentes políticos e nas reuniões dos seus partidos políticos, nos escritórios de pequenas e grandes empresas, nas agencias e nas empresas governamentais, mas podem também ter início nas reuniões sociais domésticas, nos bares e restaurantes e, pior ainda, em conversas saudosistas entre velhos companheiros de escola, ou até mesmo nos acordos pactuados entre parentes e amigos de infância... Como resultado destas ações, nós temos um Estado que é uma cleptocracia praticada a nível federal, estadual, municipal e distrital. Encontramos exemplos disto na leitura diária dos jornais e revistas de grande circula ção no país e no exterior.
    As denúncias de corrupção no poder público não param de surgir. Segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2010, tramitavam nos tribunais federais, 2804 ações de crimes de corrupção, improbidade administrativa e de lavagem de dinheiro, enquanto nos tribunais estaduais, outras 10104 ações. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a corrupção no ano passado teria causado, aproximadamente, uma perda de recursos entre R$ 50 e 84 bilhões. Se consideramos só o valor mínimo, ele seria o suficiente para a compra de 160 milhões de cestas básicas, ou a construção de 918 mil casas, ou ainda, a edificação de 57 mil escolas.  
    Não se trata mais de ver a corrupção como um tema da oposição, é preciso transformá-la numa causa nacional. Assim como foi feito no século XIX, com a campanha para a abolição da escravatura no Brasil. Mas, não podemos nos esquecer que fomos o último país do mundo a abolir a escravidão. O que serve de alerta para que o oportunismo de importantes setores da sociedade e suas lideranças políticas, não transformem este assunto em mero adereço das próximas campanhas eleitorais. Um movimento anticorrupção deverá ser deflagrado como uma estratégia de sobrevivência da jovem  democracia brasileira. Enquanto o mundo acompanha com muita aflição, a terrível crise econômica que destrói a ec onomia internacional, na qual todos repetem à exaustão, que o Brasil está hoje incluído como uma das maiores economias do mundo, nós continuamos a conviver com esta maldita corrupção, deixando de aproveitar já a nossa melhor chance de transformar uma mentalidade que corrói o nosso desenvolvimento. Se a cleptocracia for extinta, nós todos seremos reais beneficiários deste crescimento.
     
    José Carlos Alcântara é consultor de empresas
     

    17-02-2012 00:00:00

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  • A Miopia dos Gestores e a Saúde do Sistema Público

    Marcelo Paiva Paes de Oliveira ? é médico

    03-02-2012 00:00:01

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  • Darth Vaders de toga

    Nelson Motta

    03-02-2012 00:00:00

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  • Desmoralizamos Isaac Newton

    "É triste que depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito tenham confundido independência com gastança irresponsável de recursos públicos e autonomia com prepotência"

    30-12-2011 00:00:00

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  • O Líder Louco

    Nos indivíduos, a loucura é algo raro - mas nos grupos, nos partidos, nos povos, nas épocas, é regra - Friedrich Nietzsche (1844-1900)

    12-11-2011 00:00:00

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  • Turismo de mosca é no lixo

    Nelson Mota é jornalista e escreve semanalmente no jornal "O Estado de São Paulo" e no jornal "o Globo"

    20-08-2011 00:00:00

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  • "Não no meu quintal, mas nos dos outros o rigor da Lei"

    Secretário de Planejamento conta que "não é raro os projetos aprovados virarem outros durante a construção, e que Aceite de Obras é transformado, via de regra, em irregularidades"

    20-08-2011 00:00:00

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  • TRIBUNA DA IMPRENSA

    Informação e Opinião

    04-12-2010 00:00:00

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  • Pesquisa mostra que cachorros são mais inteligentes que gatos

    Uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford acaba de comprovar o que todos os donos de cães já suspeitavam. O melhor amigo do homem é, de fato, bem mais inteligente que os gatos. O estudo, publicado na revista especializada 'Proceedings of the National Academy of Sciences' desta semana, avaliou a evolução cerebral de diversos mamíferos ao longo de 60 milhões de anos.

    Os pesquisadores descobriram que a inteligência animal está diretamente relacionada a dois fatores. O primeiro é o grau de sociabilidade dos animais.

    Bichos que preferem viver em bando são mais espertos que os mamíferos solitários. O outro é o tamanho do cérebro em relação ao corpo.

    - Os cachorros sempre foram considerados mais sociáveis que os gatos. Descobrimos que esta interação maior entre alguns animais, como os cães, estimula o desenvolvimento cerebral - explica a pesquisadora Susanne Shultz, coordenadora do estudo.

    Segundo ela, a pesquisa comprova que a sociabilidade ajudou a aumentar as

    conexões cerebrais dos cães ao longo dos anos.

    - Espécies com um maior grau de sociabilidade evoluíram muito mais rápido que as solitárias.

    De acordo com Susanne, o estudo comprovou também que os cães, ao contrário dos gatos, têm boa capacidade de resolver problemas.

    26-11-2010 00:00:00

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  • Cartinha para Paulo Coelho

    "Cem milhões de imbecis + 1"

    26-08-2010 00:00:00

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