Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Cai a diferença entre Lula e Alckmin

    O presidente perde quatro pontos e rival subiu nove. Aliança PSDB/PFL acredita que as inserções na TV já dão resultados

    01-07-2006 00:00:00

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  • Varig continua a voar com o suporte da VarigLog

    O Juiz Paulo Roberto Fragoso, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, informou ontem que a proposta de compra da Varig pela VarigLog garante o cumprimento do programa de milhagens da empresa Smiles, assim como contempla um aporte de recursos no fundo de pensão Aerus.
    Além disso, o Juiz afirmou que a proposta da ex-subsidiária da companhia aérea pela denominada Varig Operacional mantém em operação a chamada Varig Comercial, permanecendo com os passivos da Varig, o que assegura a remuneração para os credores.
    - Vai ser montada uma estrutura para a Varig velha permanecer funcionando, para que ela fique viável, aguardando o aporte de dinheiro que vai vir - esclareceu Fragoso, referindo-se a créditos a receber do governo, como a ação do congelamento de tarifas e o ICMS devido por Estados, que montam R$ 4,5 bilhões somente do governo federal, enquanto os créditos de ICMS somam em torno de R$ 1,3 bilhão. Segundo o Juiz, tentou-se evitar restasse uma Varig boa e uma podre, que não tivesse como se manter.
    De acordo com ele, no início da próxima semana, será publicado um edital convocando para uma assembléia de credores, ‘provavelmente no dia 10 e o leilão no dia seguinte’.
    - A gente pretende fazer apenas um edital, chamando para a assembléia e para o leilão - completou.
    Fragoso disse ainda que o principal representante do fundo de investimentos norte-americano Matlin Patterson, senhor Lap Chan, esteve reunido por toda a manhã de ontem com os três juízes que acompanham a recuperação judicial da Varig - Fragoso, José Roberto Ayoub e Márcia Cunha -, esclarecendo alguns pontos da proposta.
    A partir de agora, a proposta será analisada pelo administrador judicial, a consultoria Delloite, que deverá dar seu parecer à Justiça até segunda-feira.
    Ontem, segundo Fragoso, o Ministério Público já opinou e aprovou a proposta da VarigLog, que tem participação do fundo de investimentos Matlin Patterson.
    O Juiz também esclareceu que, ao longo do final de semana, a Varig, a VarigLog, a consultoria Alvarez & Marsal e a Delloite irão elaborar o edital, enquanto o executivo Lap Chan se comprometeu a conversar com cada um dos credores antes da assembléia.

    01-07-2006 00:00:00

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  • Os 100 notáveis do Congresso Nacional

    Desta vez os “mensaleiros” foram rejeitados na lista dos parlamentares mais atuantes

    01-07-2006 00:00:00

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  • Ministros de Lula driblam proibições eleitorais

    Embora o TSE exija uma postura rígida do governo, nem todos cumprem. Ministro da Agricultura está fora. Pediu demissão

    29-06-2006 00:00:00

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  • Ministros de Lula driblam proibições eleitorais

    Embora o TSE exija uma postura rígida do governo, nem todos cumprem. Ministro da Agricultura está fora. Pediu demissão

    29-06-2006 00:00:00

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  • Dobradinha Lula e Alencar para Outubro

    Esforço do presidente foi em vão

    24-06-2006 00:00:00

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  • Dobradinha Lula e Alencar para Outubro

    Esforço do presidente foi em vão

    24-06-2006 00:00:00

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  • Denise Frossard quer mudanças no atual modelo político

    Há vários anos esse local é a sede da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro que, através de seu presidente, Eduardo König, fez o convite com a intenção de debater as questões que vêm afetando esses profissionais, que atuam no Estado e também nos municípios. Entre os pontos mais significativos que enfrentam atualmente, foi comentada a falta de valorização da categoria, levando-se em conta a responsabilidade que tem na formulação, execução e fiscalização de obras governamentais.
    - O sucateamento da nossa profissão vem ocorrendo há algum tempo. Porém nos últimos anos a coisa tomou uma dimensão tal, que temos que agir imediatamente para impedir o total e absoluto sucateamento dos 450 profissionais que atuam na área, para cobrir todas as necessidades dos governos. Não estão sendo realizados concursos públicos para reequipar o quadro. O mais novo concursado tem hoje em torno de 48 anos. Brevemente todos estarão aposentados e aí como é que fica? O último concurso foi realizado em 1965, à época do governador Carlos Lacerda, que era um jornalista e procurou se cercar de profissionais competentes em todas as áreas, principalmente de engenheiros e arquitetos, por isso fala-se tanto do legado de obras que ele deixou para a posteridade. Precisamos que o preenchimento das vagas seja feito segundo critérios de competência e não por jogadas políticas – comentou Eduardo König para apresentar o problema a Denise.
    Aproveitando o gancho deixado pelo presidente da SEAERJ, a deputada afirmou que essa e outras questões estavam sendo analisadas cuidadosamente por ela, pois ainda estava perplexa com tudo o que viu e ainda continuava descobrindo no material que recebeu da presidência do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
    - Saí do TCE pasma com o rombo financeiro do Estado e a dívida que será deixada para quem vier a ocupar o Executivo. Falta transparência em tudo. E isso me faz recordar do livro “Ação Humana”, do Ludwig von Mises, que apresenta dois requisitos essênciais para uma boa política de gestão pública: que se tenha a consciência que a situação é ruim e acreditar como se pode movimentar para melhorar essa situação. O processo de mudança passa por uma reforma estrutural ou de comportamento. De pouco adianta perceber a necessidade de mudar. O fundamental é acreditar que a mudança nos levará a uma situação melhor – comentou a deputada mostrando que o caso dos engenheiros e arquitetos está inserido no desequilíbrio governamental que garante existir atualmente no Estado do Rio de Janeiro.

    Mudanças de modelo político como meta
    E continuando a desenvolver o seu raciocínio, afirma que: - As mudanças exigem trabalho inteligente, diagnóstico correto, capacidade de coordenação e liderança. Não se planeja nada há muito tempo. É preciso ouvir a sociedade. É preciso traçar um mapa de metas e de decisões a serem tomadas. Depois devem ser avaliadas cuidadosamente. Os jovens têm que voltar a ocupar um espaço com a sua capacidade gerencial e a responsabilidade da gestão. Os jovens bem capacitados estão alijados de tudo, pois os cargos vêm sendo preenchidos por afilhados políticos sem nenhum preparo, sem nenhuma condição. Os atuais governantes do Estado perderam a autoridade moral, administrativa e política. Por isso mesmo, a mudança do modelo vigente é fundamental, é necessária, tem que vir para o interesse público. Esse modelo que aí está tem nome, sobrenome e herdeiros – enfatizou Denise Frossard, não escondendo que acredita muito na força da juventude para o seu projeto político.
    Ainda mostrando todo o seu espanto com os números que lhe foram apresentados no encontro que teve com a presidência do TCE, na companhia do deputado Eider Dantas (PFL), que foi confirmado como vice na sua chapa, e também dos companheiros filiados ao PPS, como o deputado André Correa e o vice-prefeito de Niterói, Comte Bittencourt, a candidata a governadora garantiu que antevê uma dívida de R$ 2 bilhões, acumulada nos últimos cinco anos, de restos a pagar, que ficará como herança.
    - A Cedae atualmente acumula um passivo de R$ 500 milhões. O RioPrevidência corroe os “royalties” originários da exploração de petróleo, por causa de acordos não muito claros, entre o governo federal e o estadual. Uma absoluta desordem fiscal. Um inquestionável clima de corrupção. Precisamos desamarrar o gargalo. O processo econômico precisa acontecer naturalmente. É inadmissível que vejamos 12 empresas do Rio de Janeiro em liquidação e a coisa amarrada por causa de interesses políticos menores. O sistema de compras e contratos precisa ser vigiado de perto. Temos que dar um basta a essa estrutura de total e absoluta imoralidade administrativa. Vamos traçar metas de desempenho, para que tudo esteja sob o controle do Estado. Temos que unir o gasto com a qualidade. Por isso mesmo, deixo claro que não aceitarei a ilegalidade e a corrupção – acentuou Denise Frossard, batendo sempre na tecla da moralidade e da repugnância pelos caminhos da corrupção.
    Sem medo, com lenço e documento
    A situação da segurança pública tem sido uma tônica em todos os seus encontros. E desta vez também não fugiu à regra. Aproveitou para comentar que foi criada uma situação pelos seus detratores com a finalidade de instabilizá-la com as comunidades carentes. Mas afirmou que sempre soube separar o joio do trigo, distinguindo as pessoas de bem daquelas que estão na marginalidade. Garantiu que a sua longa caminhada como juíza permitiu que soubesse muito bem como detectar onde estava a verdade ou não. Acrescentou que não precisa provar coisa alguma, pois a sua coragem está no seu currículo.
    - Em 1994 estive com o Rodolfo Giuliani, aquele promotor que atacou a questão da máfia nos Estados Unidos e acabou sendo chamado para colocar ordem em Manhattan. Conhecia tudo a respeito da legalidade, mas para as questões técnicas, onde não trilhava com a mesma competência, procurou se cercar de técnicos, de gente capaz. É isso que tem de ser feito. Sempre agi dessa maneira. Quando não sabia a respeito de algum tema que precisava julgar, procurava um perito e me aprofundava no assunto. Ele consertou New York e tenho certeza que os técnicos, as pessoas capazes irão me ajudar a colocar o Estado do Rio nos eixos. O Rio é o celeiro do pensamento político contemporâneo, da reserva e da memória da máquina pública. Não podemos aceitar esse desmantelamento a que foi relegado. Tenho força e coragem para lutar e seguir adiante. Já tentaram me matar por três vezes e não conseguiram. Ainda outro dia fui visitar o PM que tentou me atingir e que está preso. Fui obrigada a ouvir que ele era um profissional. Essa é a situação a que o cidadão de bem está relegado neste Estado, onde só existe uma meta: fisiologismo, clientelismo e corrupção – concluiu a deputada Denise Frossard, esperançosa de poder contribuir para um melhor futuro da população.

    22-06-2006 00:00:00

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  • Luiz Paulo da Rocha quer saber quem errou

    O deputado fluminense fala sobre a questão dos reajustes salariais para os servidores públicos que entrou na berlinda dos fatos

    22-06-2006 00:00:00

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  • Denise Frossard quer mudanças no atual modelo político

    Há vários anos esse local é a sede da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro que, através de seu presidente, Eduardo König, fez o convite com a intenção de debater as questões que vêm afetando esses profissionais, que atuam no Estado e também nos municípios. Entre os pontos mais significativos que enfrentam atualmente, foi comentada a falta de valorização da categoria, levando-se em conta a responsabilidade que tem na formulação, execução e fiscalização de obras governamentais.
    - O sucateamento da nossa profissão vem ocorrendo há algum tempo. Porém nos últimos anos a coisa tomou uma dimensão tal, que temos que agir imediatamente para impedir o total e absoluto sucateamento dos 450 profissionais que atuam na área, para cobrir todas as necessidades dos governos. Não estão sendo realizados concursos públicos para reequipar o quadro. O mais novo concursado tem hoje em torno de 48 anos. Brevemente todos estarão aposentados e aí como é que fica? O último concurso foi realizado em 1965, à época do governador Carlos Lacerda, que era um jornalista e procurou se cercar de profissionais competentes em todas as áreas, principalmente de engenheiros e arquitetos, por isso fala-se tanto do legado de obras que ele deixou para a posteridade. Precisamos que o preenchimento das vagas seja feito segundo critérios de competência e não por jogadas políticas – comentou Eduardo König para apresentar o problema a Denise.
    Aproveitando o gancho deixado pelo presidente da SEAERJ, a deputada afirmou que essa e outras questões estavam sendo analisadas cuidadosamente por ela, pois ainda estava perplexa com tudo o que viu e ainda continuava descobrindo no material que recebeu da presidência do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
    - Saí do TCE pasma com o rombo financeiro do Estado e a dívida que será deixada para quem vier a ocupar o Executivo. Falta transparência em tudo. E isso me faz recordar do livro “Ação Humana”, do Ludwig von Mises, que apresenta dois requisitos essênciais para uma boa política de gestão pública: que se tenha a consciência que a situação é ruim e acreditar como se pode movimentar para melhorar essa situação. O processo de mudança passa por uma reforma estrutural ou de comportamento. De pouco adianta perceber a necessidade de mudar. O fundamental é acreditar que a mudança nos levará a uma situação melhor – comentou a deputada mostrando que o caso dos engenheiros e arquitetos está inserido no desequilíbrio governamental que garante existir atualmente no Estado do Rio de Janeiro.

    Mudanças de modelo político como meta
    E continuando a desenvolver o seu raciocínio, afirma que: - As mudanças exigem trabalho inteligente, diagnóstico correto, capacidade de coordenação e liderança. Não se planeja nada há muito tempo. É preciso ouvir a sociedade. É preciso traçar um mapa de metas e de decisões a serem tomadas. Depois devem ser avaliadas cuidadosamente. Os jovens têm que voltar a ocupar um espaço com a sua capacidade gerencial e a responsabilidade da gestão. Os jovens bem capacitados estão alijados de tudo, pois os cargos vêm sendo preenchidos por afilhados políticos sem nenhum preparo, sem nenhuma condição. Os atuais governantes do Estado perderam a autoridade moral, administrativa e política. Por isso mesmo, a mudança do modelo vigente é fundamental, é necessária, tem que vir para o interesse público. Esse modelo que aí está tem nome, sobrenome e herdeiros – enfatizou Denise Frossard, não escondendo que acredita muito na força da juventude para o seu projeto político.
    Ainda mostrando todo o seu espanto com os números que lhe foram apresentados no encontro que teve com a presidência do TCE, na companhia do deputado Eider Dantas (PFL), que foi confirmado como vice na sua chapa, e também dos companheiros filiados ao PPS, como o deputado André Correa e o vice-prefeito de Niterói, Comte Bittencourt, a candidata a governadora garantiu que antevê uma dívida de R$ 2 bilhões, acumulada nos últimos cinco anos, de restos a pagar, que ficará como herança.
    - A Cedae atualmente acumula um passivo de R$ 500 milhões. O RioPrevidência corroe os “royalties” originários da exploração de petróleo, por causa de acordos não muito claros, entre o governo federal e o estadual. Uma absoluta desordem fiscal. Um inquestionável clima de corrupção. Precisamos desamarrar o gargalo. O processo econômico precisa acontecer naturalmente. É inadmissível que vejamos 12 empresas do Rio de Janeiro em liquidação e a coisa amarrada por causa de interesses políticos menores. O sistema de compras e contratos precisa ser vigiado de perto. Temos que dar um basta a essa estrutura de total e absoluta imoralidade administrativa. Vamos traçar metas de desempenho, para que tudo esteja sob o controle do Estado. Temos que unir o gasto com a qualidade. Por isso mesmo, deixo claro que não aceitarei a ilegalidade e a corrupção – acentuou Denise Frossard, batendo sempre na tecla da moralidade e da repugnância pelos caminhos da corrupção.
    Sem medo, com lenço e documento
    A situação da segurança pública tem sido uma tônica em todos os seus encontros. E desta vez também não fugiu à regra. Aproveitou para comentar que foi criada uma situação pelos seus detratores com a finalidade de instabilizá-la com as comunidades carentes. Mas afirmou que sempre soube separar o joio do trigo, distinguindo as pessoas de bem daquelas que estão na marginalidade. Garantiu que a sua longa caminhada como juíza permitiu que soubesse muito bem como detectar onde estava a verdade ou não. Acrescentou que não precisa provar coisa alguma, pois a sua coragem está no seu currículo.
    - Em 1994 estive com o Rodolfo Giuliani, aquele promotor que atacou a questão da máfia nos Estados Unidos e acabou sendo chamado para colocar ordem em Manhattan. Conhecia tudo a respeito da legalidade, mas para as questões técnicas, onde não trilhava com a mesma competência, procurou se cercar de técnicos, de gente capaz. É isso que tem de ser feito. Sempre agi dessa maneira. Quando não sabia a respeito de algum tema que precisava julgar, procurava um perito e me aprofundava no assunto. Ele consertou New York e tenho certeza que os técnicos, as pessoas capazes irão me ajudar a colocar o Estado do Rio nos eixos. O Rio é o celeiro do pensamento político contemporâneo, da reserva e da memória da máquina pública. Não podemos aceitar esse desmantelamento a que foi relegado. Tenho força e coragem para lutar e seguir adiante. Já tentaram me matar por três vezes e não conseguiram. Ainda outro dia fui visitar o PM que tentou me atingir e que está preso. Fui obrigada a ouvir que ele era um profissional. Essa é a situação a que o cidadão de bem está relegado neste Estado, onde só existe uma meta: fisiologismo, clientelismo e corrupção – concluiu a deputada Denise Frossard, esperançosa de poder contribuir para um melhor futuro da população.

    22-06-2006 00:00:00

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    22-06-2006 00:00:00

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  • PDT aposta em mudanças e no prestígio de seus “soldados”

    Cristovam Buarque e Carlos Lupi vão comandar militância ao pleito de outubro: candidatos a presidência e ao governo do estado respectivamente

    21-06-2006 00:00:00

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    Cristovam Buarque e Carlos Lupi vão comandar militância ao pleito de outubro: candidatos a presidência e ao governo do estado respectivamente

    21-06-2006 00:00:00

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  • Cristovam é o candidato à Presidência pelo PDT

    Ontem na convenção do partido ele se apresentou para unir o possível à esperança. Lupi disputa o governo do Rio

    20-06-2006 00:00:00

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    20-06-2006 00:00:00

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  • Congresso instala CPI das Sanguessugas

    O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), autorizou ontem o funcionamento da CPI dos Sanguessugas. O requerimento de criação foi lido em plenário. Renan definiu um prazo até a próxima terça-feira para que os partidos indiquem os seus representantes. Se não o fizerem, ele mesmo irá nomear os membros.
    - Eu faço ia indicação sem tremer. Nessa hora não tem que ter crise existencial – afirmou, aduzindo que esperava que as pessoas trabalhassem pela CPI e os líderes atuassem, para que houvesse quórum, senão o Congresso estaria exposto. A Comissão irá investigar as denúncias de que parlamentares recebiam propina, para apresentar emendas destinadas à compra de ambulâncias. A CPI será formada por 17 deputados e 17 senadores. O presidente da Comissão será um deputado e o relator um senador. As indicações para os dois cargos deverão ser feitas pelos maiores partidos: PT e PMDB. Os petistas trabalham nos bastidores, para assumirem a relatoria.
    Os parlamentarem terão 180 dias para concluir os trabalhos. O prazo é regimental. Um acordo, no entanto, definiu que as investigações serão concluídas em 30 dias, prorrogáveis por mais 30.
    - O importante é que o mais rápido possível haja a conclusão das investigações. Não pelo argumento de que esse é um ano atípico, por causa das eleições, mas, como todos os deputados e senadores estarão recebendo seus salários, a ninguém é dado o direito de não cumprir com suas obrigações - afirmou a senadora Heloísa Helena (PSOL-AL).
    O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que irá indicaria ainda ontem os representantes do partido. O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), disse que não terá dificuldades para anunciar os nomes do partido, já que no PT teria mais gente querendo do que número de vagas.

    15-06-2006 00:00:00

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  • Grana de Hugo Chávez num braço do PT

    Milhões de dólares da Venezuela foram parar numa empresa semi-falida que desde 2002 se encontra sob controle de seus funcionários

    15-06-2006 00:00:00

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    - Eu faço ia indicação sem tremer. Nessa hora não tem que ter crise existencial – afirmou, aduzindo que esperava que as pessoas trabalhassem pela CPI e os líderes atuassem, para que houvesse quórum, senão o Congresso estaria exposto. A Comissão irá investigar as denúncias de que parlamentares recebiam propina, para apresentar emendas destinadas à compra de ambulâncias. A CPI será formada por 17 deputados e 17 senadores. O presidente da Comissão será um deputado e o relator um senador. As indicações para os dois cargos deverão ser feitas pelos maiores partidos: PT e PMDB. Os petistas trabalham nos bastidores, para assumirem a relatoria.
    Os parlamentarem terão 180 dias para concluir os trabalhos. O prazo é regimental. Um acordo, no entanto, definiu que as investigações serão concluídas em 30 dias, prorrogáveis por mais 30.
    - O importante é que o mais rápido possível haja a conclusão das investigações. Não pelo argumento de que esse é um ano atípico, por causa das eleições, mas, como todos os deputados e senadores estarão recebendo seus salários, a ninguém é dado o direito de não cumprir com suas obrigações - afirmou a senadora Heloísa Helena (PSOL-AL).
    O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que irá indicaria ainda ontem os representantes do partido. O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), disse que não terá dificuldades para anunciar os nomes do partido, já que no PT teria mais gente querendo do que número de vagas.

    15-06-2006 00:00:00

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    15-06-2006 00:00:00

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  • Denise Frossard: Os adversários sem holofotes distorcem minhas afirmações

    A deputada e juíza aposentada mostra a indignação com o sentido político que deram às suas palavras

    14-06-2006 00:00:00

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