Região dos Lagos e Norte Fluminense

Jornal primeira hora Jornal primeira hora
Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Lula e evangélicos trocam canto por oração para driblar Justiça Eleitoral

    O temor de eventuais problemas com a Justiça Eleitoral era tanto no encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com evangélicos no Palácio da Alvorada que nem sequer um ‘Parabéns a Você’ os presentes puderam cantar ao senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que completava 49 anos anteontem. No final do ato, foi

    feita apenas uma oração.

    No encontro, Lula se colocou como o primeiro presidente a não ter vergonha de receber o apoio desse grupo. - Durante muito tempo, político adorava encontrar com pastor escondido para pedir voto. Mas tinha um medo muito grande de aparecer. Medo não sei do quê, da Igreja Católica. Eu e o Zé Alencar somos católicos, não temos que ter medo - disse Lula, que lembrou que ‘era o demônio’ em 1989 e 1994. - Quis Deus que fosse esse, que era chamado de demônio, que fosse lá sancionar o Código Civil que permite total liberdade de religião neste País - disse.

    Entre os presentes, estavam a ex-apresentadora infantil Mara Maravilha e os cantores Vanderley Cardoso e J. Carlos. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, convertida há 11 anos, elogiou Lula por ter oferecido ‘a outra face’ no debate de dimingo.

    Mara também falou e chamou o petista de ‘pessoa querida, e que como Cristo, bom, foi também perseguido’. O vice-presidente, José Alencar, se emocionou, dizendo: - Não tenho dúvida de que Deus está neste encontro.

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Governo federal quer agora CPMF permanente

    Na maior derrama fiscal, quando a carga tributária chegou a 42% do PIB, ministro do Planejamento pede que em 10 a 15 anos se pense em diminuir a alíquota

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Dossiê dos aloprados: PF pede quebra de sigilo de 500 linhas telefônicas

    Há indícios de que o dinheiro tenha vindo de banqueiros do bicho. Os dólares já teriam origem conhecida

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Bancários e banqueiros se reúnem para decidir sobre greve

    O movimento já se estende por sete dias, em algumas cidades, por quinze. Bancos apresentaram ontem pela manhã proposta de acordo

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Lula e evangélicos trocam canto por oração para driblar Justiça Eleitoral

    O temor de eventuais problemas com a Justiça Eleitoral era tanto no encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com evangélicos no Palácio da Alvorada que nem sequer um ‘Parabéns a Você’ os presentes puderam cantar ao senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que completava 49 anos anteontem. No final do ato, foi

    feita apenas uma oração.

    No encontro, Lula se colocou como o primeiro presidente a não ter vergonha de receber o apoio desse grupo. - Durante muito tempo, político adorava encontrar com pastor escondido para pedir voto. Mas tinha um medo muito grande de aparecer. Medo não sei do quê, da Igreja Católica. Eu e o Zé Alencar somos católicos, não temos que ter medo - disse Lula, que lembrou que ‘era o demônio’ em 1989 e 1994. - Quis Deus que fosse esse, que era chamado de demônio, que fosse lá sancionar o Código Civil que permite total liberdade de religião neste País - disse.

    Entre os presentes, estavam a ex-apresentadora infantil Mara Maravilha e os cantores Vanderley Cardoso e J. Carlos. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, convertida há 11 anos, elogiou Lula por ter oferecido ‘a outra face’ no debate de dimingo.

    Mara também falou e chamou o petista de ‘pessoa querida, e que como Cristo, bom, foi também perseguido’. O vice-presidente, José Alencar, se emocionou, dizendo: - Não tenho dúvida de que Deus está neste encontro.

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Governo federal quer agora CPMF permanente

    Na maior derrama fiscal, quando a carga tributária chegou a 42% do PIB, ministro do Planejamento pede que em 10 a 15 anos se pense em diminuir a alíquota

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Dossiê dos aloprados: PF pede quebra de sigilo de 500 linhas telefônicas

    Há indícios de que o dinheiro tenha vindo de banqueiros do bicho. Os dólares já teriam origem conhecida

    11-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Bancários não aceitam proposta de reajuste feita pelos banqueiros

    - A greve é uma resposta aos banqueiros, que estão com a nossa pauta de reivindicações desde 10 de agosto e não apresentaram uma proposta decente. Por isso, temos que construir uma greve forte em todo o Brasil. Só com pressão vamos conseguir aumento real de salários, PLR (participação nos lucros e resultados) mais justa e melhores condições de trabalho. Nossa experiência mostra que todas as conquistas da categoria sempre vieram com muita luta - afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, em comunicado divulgado pela entidade sindical.

    Até o momento, sete rodadas de negociações foram realizadas com a Fenaban, sendo que a última proposta apresentada pelos banqueiros prevê o reajuste salarial de 2,85%, mais participação nos lucros equivalente a 80% dos salários, acrescida de R$ 823,00.

    Bancários querem participar nos lucros colossais dos banqueiros

    - Não aceitaremos proposta que não traga aumento real de salário. Além disso é necessária uma PLR que dialogue com os lucros recordes que os bancos vêm obtendo - ressalta Vagner na nota.

    - Os banqueiros empurraram os bancários para a greve. Nossa data-base é 1º de setembro, já estamos em outubro e eles se recusam a aumentar os salários dos trabalhadores, disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, em comunicado.

    Os bancários reivindicam, além do aumento real de 7,05%, abono de um salário bruto acrescido de R$ 1.500, e participação de 5% no lucro dos bancos, excluídos fatores extraordinários.

    06-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Investidor não compraria Varig, se tivesse que assumir dívidas

    Lap Wai Chan, o administrador do Fundo [Matlin Patterson] investidor na Nova Varig disse que desistiria do investimento na empresa, adquirida durante o processo de recuperação judicial, caso fosse obrigado a assumir os seus passivos trabalhistas. A declaração foi feita na Comissão Parlamentar de Inquérito da Alerj, que investiga o negócio.

    Segundo o executivo, não seria possível administrar uma empresa tendo as contas bloqueadas diariamente por decisões judiciais, assegurando que a Nova Varig pretende contratar funcionários, mas que questões técnica precisariam ser resolvidas antes.

    Chan ainda criticou a Agência Nacional de Aviação Civil - Anac, dizendo que a agência detém o futuro da Varig nas mãos, quando, então, a Comissão anunciou que pretende convocar o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, para depor, em data a ser definida.

    Durante o depoimento, que durou duas horas, o presidente da comissão, deputado Paulo Ramos (PDT), quis saber, por quanto foi comprada a empresa e quanto já foi investido nela. Segundo Chan, já foram investidos US$ 96 milhões na empresa, sendo que do total, US$ 20 milhões foram depositados antes do segundo leilão, para garantir o funcionamento da empresa.

    - Não participamos do primei-

    ro leilão porque o edital não era interessante. No segundo, resolvemos participar - esclareceu. Ao ser indagado sobre o convite que um juiz teria feito para que o fundo participasse do leilão, ele disse não se lembrar que teria dito isso. Ramos pediu então para que fosse reproduzido um trecho de uma das reuniões entre Chan e os funcionários, onde ele afirma que um juiz é quem o tinha convidado.

    - Eu estava viajando de férias quando o Marco Antonio Audi - conselheiro e sócio da Volo do Brasil, empresa compradora da Varig - me ligou e pediu para que eu analisasse a possibilidade de comprar a Varig. Até então não conhecia o juiz - respondeu Chan, acrescentando que durante o processo conheceu todos as partes envolvidas, mas não teve qualquer informação privilegiada de que o seu grupo seria o único a participar deste leilão, tendo o seu Fundo analisado os riscos e oportunidades do negócio, e a oportunidade de que a Varig voltasse a ser uma empresa lucrativa novamente num mercado em expansão. O executivo se queixou da demora na liberação do Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo (Cheta) pela Anac.

    Estado do Rio foi o único a devolver ICMS cobrado irregularmente

    O secretário-chefe de gabinete da governadora Rosinha Garotinho, Fernando Peregrino, quis saber, se Chan conhecia os termos de um convênio firmado em 2004 entre o Governo do Estado e a Varig, onde a governadora, se antecipando a uma decisão judicial, devolveu à Varig R$ 103 milhões relativos ao recolhimento irregular de ICMS pelo Estado. Chan disse que não conhecia o acordo, mas que os sócios da Volo do Brasil já estavam em contato com o Governo para conhecê-lo. Ele garantiu também que a parte administrativa da Varig continuará no Rio de Janeiro. Peregrino se reunirá na próxima terça-feira com Audi, para formalizar este compromisso.

    - No acordo, o Governo, único no Brasil a devolver o ICMS, pediu como contrapartida à Varig que eles mantivessem os 4,5 mil empregos no Estado, que aumentassem sua área de controladoria e o número de vôos nacionais e internacionais a partir do Aeroporto do Galeão e que mantivessem sua sede no Rio - lembrou Peregrino, que tentou retirar de Chan o compromisso de cumprimento destas contrapartidas. Sobre a reclamação acerca da demora da Anac em liberar a autorização de funcionamento técnica, Peregrino se solidarizou com a empresa e disse que irá ouvir o presidente da Agência, para saber o porquê da demora e da burocracia.

    O próximo passo da CPI da Varig será convocar o presidente da Anac, Milton Zuanazzi. Segundo Lap Wai Chan, enquanto a empresa não possuir o Cheta, ela não poderá funcionar.

    - Estamos há 60 dias trabalhando neste processo e já cumprimos todas as exigências da agência - afirmou o empresário, acrescentando que sem esta autorização o plano de investimentos na empresa não começará. Sem estas autorizações não somos ainda uma empresa formal, o que nos impede de contratar funcionários imediatamente e de arrendar os aviões para voar - concluiu o executivo.

    A data de convocação de Zuanazzi será decidida na próxima reunião da CPI. Na próxima terça-feira (10/10), às 11h, serão interrogados o dono da VarigLog, João Luiz Bernas de Souza, e o gestor da Varig e representante dos funcionários, Miguel Dau. O deputado Paulo Ramos fez questão de sublinhar que o objetivo da comissão é desnudar o processo de compra da Varig e, principalmente, saber o que acontecerá com os funcionários da empresa, alguns deles, sem receber salário há cinco meses.

    06-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Bancários não aceitam proposta de reajuste feita pelos banqueiros

    - A greve é uma resposta aos banqueiros, que estão com a nossa pauta de reivindicações desde 10 de agosto e não apresentaram uma proposta decente. Por isso, temos que construir uma greve forte em todo o Brasil. Só com pressão vamos conseguir aumento real de salários, PLR (participação nos lucros e resultados) mais justa e melhores condições de trabalho. Nossa experiência mostra que todas as conquistas da categoria sempre vieram com muita luta - afirmou Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, em comunicado divulgado pela entidade sindical.

    Até o momento, sete rodadas de negociações foram realizadas com a Fenaban, sendo que a última proposta apresentada pelos banqueiros prevê o reajuste salarial de 2,85%, mais participação nos lucros equivalente a 80% dos salários, acrescida de R$ 823,00.

    Bancários querem participar nos lucros colossais dos banqueiros

    - Não aceitaremos proposta que não traga aumento real de salário. Além disso é necessária uma PLR que dialogue com os lucros recordes que os bancos vêm obtendo - ressalta Vagner na nota.

    - Os banqueiros empurraram os bancários para a greve. Nossa data-base é 1º de setembro, já estamos em outubro e eles se recusam a aumentar os salários dos trabalhadores, disse o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, em comunicado.

    Os bancários reivindicam, além do aumento real de 7,05%, abono de um salário bruto acrescido de R$ 1.500, e participação de 5% no lucro dos bancos, excluídos fatores extraordinários.

    06-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Investidor não compraria Varig, se tivesse que assumir dívidas

    Lap Wai Chan, o administrador do Fundo [Matlin Patterson] investidor na Nova Varig disse que desistiria do investimento na empresa, adquirida durante o processo de recuperação judicial, caso fosse obrigado a assumir os seus passivos trabalhistas. A declaração foi feita na Comissão Parlamentar de Inquérito da Alerj, que investiga o negócio.

    Segundo o executivo, não seria possível administrar uma empresa tendo as contas bloqueadas diariamente por decisões judiciais, assegurando que a Nova Varig pretende contratar funcionários, mas que questões técnica precisariam ser resolvidas antes.

    Chan ainda criticou a Agência Nacional de Aviação Civil - Anac, dizendo que a agência detém o futuro da Varig nas mãos, quando, então, a Comissão anunciou que pretende convocar o presidente da Anac, Milton Zuanazzi, para depor, em data a ser definida.

    Durante o depoimento, que durou duas horas, o presidente da comissão, deputado Paulo Ramos (PDT), quis saber, por quanto foi comprada a empresa e quanto já foi investido nela. Segundo Chan, já foram investidos US$ 96 milhões na empresa, sendo que do total, US$ 20 milhões foram depositados antes do segundo leilão, para garantir o funcionamento da empresa.

    - Não participamos do primei-

    ro leilão porque o edital não era interessante. No segundo, resolvemos participar - esclareceu. Ao ser indagado sobre o convite que um juiz teria feito para que o fundo participasse do leilão, ele disse não se lembrar que teria dito isso. Ramos pediu então para que fosse reproduzido um trecho de uma das reuniões entre Chan e os funcionários, onde ele afirma que um juiz é quem o tinha convidado.

    - Eu estava viajando de férias quando o Marco Antonio Audi - conselheiro e sócio da Volo do Brasil, empresa compradora da Varig - me ligou e pediu para que eu analisasse a possibilidade de comprar a Varig. Até então não conhecia o juiz - respondeu Chan, acrescentando que durante o processo conheceu todos as partes envolvidas, mas não teve qualquer informação privilegiada de que o seu grupo seria o único a participar deste leilão, tendo o seu Fundo analisado os riscos e oportunidades do negócio, e a oportunidade de que a Varig voltasse a ser uma empresa lucrativa novamente num mercado em expansão. O executivo se queixou da demora na liberação do Certificado de Homologação de Empresa de Táxi Aéreo (Cheta) pela Anac.

    Estado do Rio foi o único a devolver ICMS cobrado irregularmente

    O secretário-chefe de gabinete da governadora Rosinha Garotinho, Fernando Peregrino, quis saber, se Chan conhecia os termos de um convênio firmado em 2004 entre o Governo do Estado e a Varig, onde a governadora, se antecipando a uma decisão judicial, devolveu à Varig R$ 103 milhões relativos ao recolhimento irregular de ICMS pelo Estado. Chan disse que não conhecia o acordo, mas que os sócios da Volo do Brasil já estavam em contato com o Governo para conhecê-lo. Ele garantiu também que a parte administrativa da Varig continuará no Rio de Janeiro. Peregrino se reunirá na próxima terça-feira com Audi, para formalizar este compromisso.

    - No acordo, o Governo, único no Brasil a devolver o ICMS, pediu como contrapartida à Varig que eles mantivessem os 4,5 mil empregos no Estado, que aumentassem sua área de controladoria e o número de vôos nacionais e internacionais a partir do Aeroporto do Galeão e que mantivessem sua sede no Rio - lembrou Peregrino, que tentou retirar de Chan o compromisso de cumprimento destas contrapartidas. Sobre a reclamação acerca da demora da Anac em liberar a autorização de funcionamento técnica, Peregrino se solidarizou com a empresa e disse que irá ouvir o presidente da Agência, para saber o porquê da demora e da burocracia.

    O próximo passo da CPI da Varig será convocar o presidente da Anac, Milton Zuanazzi. Segundo Lap Wai Chan, enquanto a empresa não possuir o Cheta, ela não poderá funcionar.

    - Estamos há 60 dias trabalhando neste processo e já cumprimos todas as exigências da agência - afirmou o empresário, acrescentando que sem esta autorização o plano de investimentos na empresa não começará. Sem estas autorizações não somos ainda uma empresa formal, o que nos impede de contratar funcionários imediatamente e de arrendar os aviões para voar - concluiu o executivo.

    A data de convocação de Zuanazzi será decidida na próxima reunião da CPI. Na próxima terça-feira (10/10), às 11h, serão interrogados o dono da VarigLog, João Luiz Bernas de Souza, e o gestor da Varig e representante dos funcionários, Miguel Dau. O deputado Paulo Ramos fez questão de sublinhar que o objetivo da comissão é desnudar o processo de compra da Varig e, principalmente, saber o que acontecerá com os funcionários da empresa, alguns deles, sem receber salário há cinco meses.

    06-10-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Contracheques poderão ter informações sobre empréstimos

    A intenção do projeto é ajudar as pessoas de baixa escolaridade no controle das despesas

    27-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Mercado espera taxa de crescimento menor neste ano

    O mercado reduziu mais uma vez sua projeção para a taxa de crescimento da economia brasileira em 2006. Ao mesmo tempo passou a estimar um corte maior na taxa de juros com inflação menor. O governo, contudo, mantém um o discurso de que a economia deve deslanchar ao longo do segundo semestre. Analistas consultados pelo Banco Central estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 3,09% em 2006, abaixo, portanto dos 3,11% estimados na semana anterior. Esta revisão do mercado não leva em consideração a queda, que as commodities sofrerão no correr deste ano, e no ano que vem. Para 2007, o levantamento do BC mostra que os analistas continuam apostando que a economia do País crescerá 3,5%.

    Em relação à inflação, as instituições consultadas reduziram para 3,03% a estimativa para a variação que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve registrar este ano. Essa estimativa está abaixo dos 3,23% estimados no levantamento anterior, e bem inferior ao centro da meta de inflação fixada para o ano pelo governo, de 4,5%.

    Para os juros, o mercado passou a apostar num corte de 0,50 ponto percentual da meta da taxa Selic em outubro. Atualmente, o juro básico da economia brasileira está em 14,25%. Até o levantamento anterior, os analistas projetavam um corte de 0,25 ponto percentual. Agora, a pesquisa do BC mostra que os analistas estimam que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzirá a meta da Selic para 13,75%. Com isso, a estimativa para o patamar de fechamento do juro ao final do ano também foi alterada. A projeção agora é de que a Selic estará em 13,5% em dezembro, abaixo dos 13,75% estimados anteriormente. Para o fechamento de 2007, a estimativa foi mantida em 12,5% ao final daquele ano.

    Do lado comercial, os analistas continuam estimando um superávit da balança comercial de US$ 43 bilhões em 2006 e de US$ 36 bilhões em 2007. As transações correntes do País devem fechar o ano com um saldo superavitário de US$ 10 bilhões, o que deve ser reduzido para US$ 5 bilhões em 2007.

    Governo corta de R$ 1,6 bilhão em gastos com custeio e investimento em 2006

    O governo federal anunciou um corte de R$ 1,6 bilhão nos gastos previstos com custeio e investimentos da máquina pública neste ano. A medida vai em sentido contrário à prática do governo nos últimos anos - era comum até agora a liberação de recursos em fim de ano em vez de bloqueio de verbas.

    O corte consta do relatório bimestral sobre as contas públicas, elaborado pelo Ministério do Planejamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que o governo reavalie a cada dois meses despesas orçamentárias previstas à luz das receitas efetivas até o período.

    27-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Contracheques poderão ter informações sobre empréstimos

    A intenção do projeto é ajudar as pessoas de baixa escolaridade no controle das despesas

    27-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Mercado espera taxa de crescimento menor neste ano

    O mercado reduziu mais uma vez sua projeção para a taxa de crescimento da economia brasileira em 2006. Ao mesmo tempo passou a estimar um corte maior na taxa de juros com inflação menor. O governo, contudo, mantém um o discurso de que a economia deve deslanchar ao longo do segundo semestre. Analistas consultados pelo Banco Central estimam que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 3,09% em 2006, abaixo, portanto dos 3,11% estimados na semana anterior. Esta revisão do mercado não leva em consideração a queda, que as commodities sofrerão no correr deste ano, e no ano que vem. Para 2007, o levantamento do BC mostra que os analistas continuam apostando que a economia do País crescerá 3,5%.

    Em relação à inflação, as instituições consultadas reduziram para 3,03% a estimativa para a variação que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve registrar este ano. Essa estimativa está abaixo dos 3,23% estimados no levantamento anterior, e bem inferior ao centro da meta de inflação fixada para o ano pelo governo, de 4,5%.

    Para os juros, o mercado passou a apostar num corte de 0,50 ponto percentual da meta da taxa Selic em outubro. Atualmente, o juro básico da economia brasileira está em 14,25%. Até o levantamento anterior, os analistas projetavam um corte de 0,25 ponto percentual. Agora, a pesquisa do BC mostra que os analistas estimam que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzirá a meta da Selic para 13,75%. Com isso, a estimativa para o patamar de fechamento do juro ao final do ano também foi alterada. A projeção agora é de que a Selic estará em 13,5% em dezembro, abaixo dos 13,75% estimados anteriormente. Para o fechamento de 2007, a estimativa foi mantida em 12,5% ao final daquele ano.

    Do lado comercial, os analistas continuam estimando um superávit da balança comercial de US$ 43 bilhões em 2006 e de US$ 36 bilhões em 2007. As transações correntes do País devem fechar o ano com um saldo superavitário de US$ 10 bilhões, o que deve ser reduzido para US$ 5 bilhões em 2007.

    Governo corta de R$ 1,6 bilhão em gastos com custeio e investimento em 2006

    O governo federal anunciou um corte de R$ 1,6 bilhão nos gastos previstos com custeio e investimentos da máquina pública neste ano. A medida vai em sentido contrário à prática do governo nos últimos anos - era comum até agora a liberação de recursos em fim de ano em vez de bloqueio de verbas.

    O corte consta do relatório bimestral sobre as contas públicas, elaborado pelo Ministério do Planejamento. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) determina que o governo reavalie a cada dois meses despesas orçamentárias previstas à luz das receitas efetivas até o período.

    27-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • No meio do jogo, mudaram as regras

    A empresa boliviana se encarregará da comercialização no mercado interno e externo. Desde 1º de maio deste ano, o mercado de gás natural já estava nacionalizado, também causando prejuízos à Petrobras e outras empresas internacionais. A nova medida agora inclui o gás de cozinha (o GLP, gás liquefeito de petróleo) e outros combustíveis líquidos. A decisão consta da Resolução Ministerial 207/2006.

    Conforme o documento, a Petrobras e outras refinarias privadas, terão de entregar à estatal boliviana YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos) até terça-feira da próxima semana cópias de seus contratos com fornecedores e consumidores.

    Em 30 dias, a YPFB fará contratos para regularizar os serviços de transporte, refino e armazenagem de gás de cozinha, petróleo e derivados. Nesse período, será calculada a nova margem de lucro permitida para as refinarias.

    A Petrobras opera duas refinarias de petróleo, nacionalizadas pelo Governo socialista de Evo Morales em 1º de maio passado. A YPFB detém 51% das ações.

    Em 1999, a Petrobras pagou US$ 105 milhões pelas duas instalações, as maiores do país, nas cidades de Santa Cruz e Cochabamba.

    15-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • No meio do jogo, mudaram as regras

    A empresa boliviana se encarregará da comercialização no mercado interno e externo. Desde 1º de maio deste ano, o mercado de gás natural já estava nacionalizado, também causando prejuízos à Petrobras e outras empresas internacionais. A nova medida agora inclui o gás de cozinha (o GLP, gás liquefeito de petróleo) e outros combustíveis líquidos. A decisão consta da Resolução Ministerial 207/2006.

    Conforme o documento, a Petrobras e outras refinarias privadas, terão de entregar à estatal boliviana YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos) até terça-feira da próxima semana cópias de seus contratos com fornecedores e consumidores.

    Em 30 dias, a YPFB fará contratos para regularizar os serviços de transporte, refino e armazenagem de gás de cozinha, petróleo e derivados. Nesse período, será calculada a nova margem de lucro permitida para as refinarias.

    A Petrobras opera duas refinarias de petróleo, nacionalizadas pelo Governo socialista de Evo Morales em 1º de maio passado. A YPFB detém 51% das ações.

    Em 1999, a Petrobras pagou US$ 105 milhões pelas duas instalações, as maiores do país, nas cidades de Santa Cruz e Cochabamba.

    15-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Restrições do SOC e Serasa não podem prejudicar busca de emprego

    Empresas estão proibidas de excluir de seu processo de seleção os candidatos aprovados, inscritos nos cadastros de restrição de crédito do SPC, Serasa, Cadin ou qualquer outro semelhante. É o que determina o projeto de lei 3.325-A/06, do deputado Ricardo Abrão (PP), aprovado na quarta-feira (13). A proposta ainda define que a exclusão do candidato deverá ser considerada ‘desvio de finalidade das organizações’, sendo lesivo à cidadania. - Desta forma, criamos condições para que as pessoas possam retornar ao mercado de trabalho e tenham como cumprir com suas obrigações. Soubemos que algumas empresas estavam fazendo consultas e eliminando candidatos que, supostamente, tivessem dívidas e não achamos isto justo. Se isto se tornar padrão, quem tem dívida nunca terá como ficar em dia - argumentou o parlamentar. O projeto será enviado para a governadora Rosinha Matheus Garotinho, que tem 15 dias úteis, a partir do recebimento, para sancioná-lo.

    14-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Governo federal deve agora R$ 1,039 trilhões

    A dívida do governo federal em títulos (chamada de dívida pública federal interna) subiu R$ 26 bilhões só em agosto, uma alta de 2,47% em relação a julho. No total, a dívida acumula agora R$ 1,039 trilhão. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central (veja no site: www.bcb.gov.br)

    Em agosto, as emissões de títulos, a causa do aumento do endividamento, totalizaram R$ 36,8 bilhões, enquanto os resgates efetuados somaram R$

    24,6 bilhões. Apesar do aumento do endividamento total, o governo conseguiu melhorar as características da dívida. A estratégia é reduzir a dívida atrelada à Selic (taxa básica de juros) e aumentar a parcela que tem valores prefixados. Isso faz com que a dívida cresça menos, mesmo se houver alta nos juros.

    A parcela da dívida corrigida pela Selic, caiu de 46,95% em julho para 46,14% em agosto. Já a parte prefixada subiu de 30,36% para 31,49%.

    A dívida interna representa o total de títulos públicos que o governo federal vendeu aos investidores dentro do Brasil. Não inclui nem a dívida externa nem empréstimos feitos por Estados, municípios e empresas estatais.

    Para obter recursos, o governo vende títulos públicos, o que é uma espécie de empréstimo. O título é um papel e funciona como garantia de que o investidor receberá o dinheiro de volta depois de um período estabelecido em contrato. O dinheiro investido rende juros. A emissão de títulos também faz

    parte da política monetária do governo, já que numa emissão nova dá-se um enxugamento de moeda em circulação.

    As taxas utilizadas para remunerar os investidores variam de acordo com cada papel, assim como os prazos para o pagamento da dívida.

    Conforme os dados do Tesouro e do BC, as instituições estrangeiras adquiriram 12,2% dos papéis colocados nas ofertas públicas do mês passado. A participação das instituições nacionais foi expressiva em todos os grupos de títulos.

    14-09-2006 00:00:00

    saiba mais
  • Restrições do SOC e Serasa não podem prejudicar busca de emprego

    Empresas estão proibidas de excluir de seu processo de seleção os candidatos aprovados, inscritos nos cadastros de restrição de crédito do SPC, Serasa, Cadin ou qualquer outro semelhante. É o que determina o projeto de lei 3.325-A/06, do deputado Ricardo Abrão (PP), aprovado na quarta-feira (13). A proposta ainda define que a exclusão do candidato deverá ser considerada ‘desvio de finalidade das organizações’, sendo lesivo à cidadania. - Desta forma, criamos condições para que as pessoas possam retornar ao mercado de trabalho e tenham como cumprir com suas obrigações. Soubemos que algumas empresas estavam fazendo consultas e eliminando candidatos que, supostamente, tivessem dívidas e não achamos isto justo. Se isto se tornar padrão, quem tem dívida nunca terá como ficar em dia - argumentou o parlamentar. O projeto será enviado para a governadora Rosinha Matheus Garotinho, que tem 15 dias úteis, a partir do recebimento, para sancioná-lo.

    14-09-2006 00:00:00

    saiba mais

Copyright 1995-2010 Jornal Primeira Hora, Todos os direitos reservados.