O Rio de Janeiro ficará eternamente marcado com os grandes acontecimentos esportivos conquistados nos últimos anos. Após os Jogos Pan Americanos de 2007, a cidade carioca conquistou ontem (2) o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, vencendo Tóquio, Chicago e Madri. A cidade Americana foi primeira a ser eliminada da disputa com apenas 18 votos, contra os 28 votos de Madri, 26 votos do Rio de Janeiro e 22 votos de Tóquio.
Na segunda fase, a cidade eliminada foi Tóquio, que levou 20 votos contra 46 para o Rio de Janeiro e 29 para cidade espanhola. Na disputa final com uma enorme vantagem o Rio ganhou com 66 votos, enquanto Madri levou apenas 32.
Duas grandes festas aconteceram simultaneamente no momento da abertura do envelope, onde continha o nome do Rio como cidade vitoriosa, em Copacabana, onde uma multidão estava reunida torcendo pela vitória e em Copenhague, na Dinamarca, onde o anúncio foi feito, lá estavam juntos, autoridades políticas e grandes nomes do esporte.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava acompanhado de uma grande comitiva brasileira, entre eles estava o governador Sérgio Cabral, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes e dos atletas Pelé, Cesar Cielo, Guga e Torben Grael.
Com a realização das Olimpíadas no Rio, será a primeira vez a realização dos Jogos Olímpicos na América do Sul.
03-10-2009 00:00:00
saiba maisO governador Sérgio Cabral anunciou o reajuste salarial para policiais civis, militares e servidores do corpo de bombeiros. Em outubro, eles receberão um reajuste de 5% e a partir de dezembro, todos terão direito a uma gratificação de R$ 350 durante seis meses. No caso da PM, os policiais deverão passar por um curso de qualificação para receber o benefício.
01-10-2009 00:00:00
saiba maisO governador Sérgio Cabral anunciou o reajuste salarial para policiais civis, militares e servidores do corpo de bombeiros. Em outubro, eles receberão um reajuste de 5% e a partir de dezembro, todos terão direito a uma gratificação de R$ 350 durante seis meses. No caso da PM, os policiais deverão passar por um curso de qualificação para receber o benefício.
01-10-2009 00:00:00
saiba maisJá muito atrasadas, as obras no Rio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão, agora, travadas por causa de uma espécie rara de perereca, ainda sem nome popular, mas conhecida nos meios acadêmicos como Physalaemus soaresi, com tamanho não superior a dois centímetros. O governo espera um ralatório do Instituto Chico Mendes, que dirá sobre a melhor maneira de preservar a perereca no seu habitat.
Trabalhos do Arco Metropolitano, a maior obra pública em andamento no Rio de Janeiro 77 quilômetros de pistas ligando Itaboraí ao Porto de Itaguai, orçados em R$ 1 bi, estão interrompidos para preservar espécie que vive em Seropédica.
A perereca rara está ameaçada de extinção, vive numa área de 4,9 milhões de metros quadrados da Floresta Nacional Mário Xavier (Flonamax), em Seropédica, entre a Rodovia Presidente Dutra e a antiga Rio-São Paulo.
Desde sua identificação em 1965 naquela área, jamais foi localizada em outro lugar do planeta. O arco vai passar no meio da floresta, por uma área que já perdeu a vegetação original ocupando 80 mil metros quadrados, ou apenas 1,6% do total da metragem total.
A fase de reprodução, quando bicho não pode ser removido, salva a sobrevivência da espécie
A Secretaria estadual de Obras, responsável pelo arco, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, do governo federal, foi informada sobre a espécie pelos administradores da Flonamax e aceitaram interromper a obra.
Técnicos da Secretaria estudavam retirar a perereca e adaptá-la a outro local, mas um estudo mostrou que o animal está na fase de reprodução, num período chamado canto nupcial.
Essa fase vai até fevereiro. Era o prazo inicial para o encerramento das obras. Mas, de acordo com o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, até agora apenas 6% do cronograma foi cumprido.
Desde o anúncio da construção do arco, em novembro de 2006, vários problemas o atrasaram. Segundo Vicente Loureiro, subsecretário de Obras, as licenças ambientais foram dadas com várias restrições e compensações que vão custar pelo menos R$ 30 milhões. Mesmo após as licenças, os entraves persistiram. Foram encontrados 23 sítios arqueológicos e, em cada um deles, era necessário interromper a construção. Na Flonamax, já tinha havido um problema.
Após ser concedida a licença para cortar as árvores nos pontos por onde passará a pista, o trabalho foi paralisado, isso porque a lei manda que seja medida a espessura de cada árvore. As de até 15 centímetros de diâmetro são cortadas de uma forma; as maiores, de outro.
Para evitar que a obra continue interrompida, a Secretaria proporá um isolamento, com placas de ferro, da área da obra.
Um animal resistente - Anfíbio sobreviveu a mudanças no habitat
Apesar de pequena, a soaresi é uma heroína da resistência. Ela foi identificada pelo biólogo Eugênio Izelksohn. O professor de 77 anos, 52 deles dedicados aos anfíbios, explica que ela é uma espécie da Mata Atlântica e não era tão rara até o progresso chegar a seu habitat, a bacia do Rio Guandu.
A região foi rota de passagem do ouro. Depois, serviu à agricultura e também à fabricação de seda. Mas o maior golpe contra a soaresi foram as alterações no Rio Guandu para a construção de usinas hidrelétricas e a captação de água.
O principal risco atual é a passagem de máquinas e pessoas pela área florestal. Para se reproduzir, o macho e a fêmea da espécie se encontram perto de um alagado.
O macho pressiona a barriga da fêmea e fecunda os ovos na água. De acordo com o professor, juntamente com o ovo fica um líquido que os dois chacoalham com as pernas, virando uma espuma que se transforma num casulo para proteger os ovos.
- O muro não sei se vai ajudar, mas será menos mal - afirmou o professor.
Mas para o biólogo Celso Sanches, que coordena os estudos no local, a opção de passar com a estrada no meio da floresta deve ser mudada para salvar o habitat da soaresi e outras espécies:
- É uma biblioteca viva, não estudada, que pode ter informações que servirão para a indústria farmacêutica e cosmética, e corre o risco de desaparecer do planeta.
29-09-2009 00:00:00
saiba maisJá muito atrasadas, as obras no Rio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estão, agora, travadas por causa de uma espécie rara de perereca, ainda sem nome popular, mas conhecida nos meios acadêmicos como Physalaemus soaresi, com tamanho não superior a dois centímetros. O governo espera um ralatório do Instituto Chico Mendes, que dirá sobre a melhor maneira de preservar a perereca no seu habitat.
Trabalhos do Arco Metropolitano, a maior obra pública em andamento no Rio de Janeiro 77 quilômetros de pistas ligando Itaboraí ao Porto de Itaguai, orçados em R$ 1 bi, estão interrompidos para preservar espécie que vive em Seropédica.
A perereca rara está ameaçada de extinção, vive numa área de 4,9 milhões de metros quadrados da Floresta Nacional Mário Xavier (Flonamax), em Seropédica, entre a Rodovia Presidente Dutra e a antiga Rio-São Paulo.
Desde sua identificação em 1965 naquela área, jamais foi localizada em outro lugar do planeta. O arco vai passar no meio da floresta, por uma área que já perdeu a vegetação original ocupando 80 mil metros quadrados, ou apenas 1,6% do total da metragem total.
A fase de reprodução, quando bicho não pode ser removido, salva a sobrevivência da espécie
A Secretaria estadual de Obras, responsável pelo arco, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento, do governo federal, foi informada sobre a espécie pelos administradores da Flonamax e aceitaram interromper a obra.
Técnicos da Secretaria estudavam retirar a perereca e adaptá-la a outro local, mas um estudo mostrou que o animal está na fase de reprodução, num período chamado canto nupcial.
Essa fase vai até fevereiro. Era o prazo inicial para o encerramento das obras. Mas, de acordo com o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, até agora apenas 6% do cronograma foi cumprido.
Desde o anúncio da construção do arco, em novembro de 2006, vários problemas o atrasaram. Segundo Vicente Loureiro, subsecretário de Obras, as licenças ambientais foram dadas com várias restrições e compensações que vão custar pelo menos R$ 30 milhões. Mesmo após as licenças, os entraves persistiram. Foram encontrados 23 sítios arqueológicos e, em cada um deles, era necessário interromper a construção. Na Flonamax, já tinha havido um problema.
Após ser concedida a licença para cortar as árvores nos pontos por onde passará a pista, o trabalho foi paralisado, isso porque a lei manda que seja medida a espessura de cada árvore. As de até 15 centímetros de diâmetro são cortadas de uma forma; as maiores, de outro.
Para evitar que a obra continue interrompida, a Secretaria proporá um isolamento, com placas de ferro, da área da obra.
Um animal resistente - Anfíbio sobreviveu a mudanças no habitat
Apesar de pequena, a soaresi é uma heroína da resistência. Ela foi identificada pelo biólogo Eugênio Izelksohn. O professor de 77 anos, 52 deles dedicados aos anfíbios, explica que ela é uma espécie da Mata Atlântica e não era tão rara até o progresso chegar a seu habitat, a bacia do Rio Guandu.
A região foi rota de passagem do ouro. Depois, serviu à agricultura e também à fabricação de seda. Mas o maior golpe contra a soaresi foram as alterações no Rio Guandu para a construção de usinas hidrelétricas e a captação de água.
O principal risco atual é a passagem de máquinas e pessoas pela área florestal. Para se reproduzir, o macho e a fêmea da espécie se encontram perto de um alagado.
O macho pressiona a barriga da fêmea e fecunda os ovos na água. De acordo com o professor, juntamente com o ovo fica um líquido que os dois chacoalham com as pernas, virando uma espuma que se transforma num casulo para proteger os ovos.
- O muro não sei se vai ajudar, mas será menos mal - afirmou o professor.
Mas para o biólogo Celso Sanches, que coordena os estudos no local, a opção de passar com a estrada no meio da floresta deve ser mudada para salvar o habitat da soaresi e outras espécies:
- É uma biblioteca viva, não estudada, que pode ter informações que servirão para a indústria farmacêutica e cosmética, e corre o risco de desaparecer do planeta.
29-09-2009 00:00:00
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saiba mais11-09-2009 00:00:00
saiba maisO Ministério Público obteve junto ao Tribunal de Justiça (TJ) uma decisão inédita no Estado do Rio de Janeiro: a Prefeita reeleita de Magé, Núbia Cozzolino, foi afastada cautelarmente do cargo e responderá ao processo por formação de quadrilha e peculato sem estar à frente da municipalidade.
Por oito votos a um, desembargadores da Seção Criminal do TJ decidiram pelo afastamento, atendendo ao pedido do MP, que alegou que a permanência de Núbia poderia representar a continuidade dos crimes pelos quais ela estava sendo acusada, além da possibilidade de uso do poder para perturbar a instrução do processo. O relator Motta Moraes, presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro e Desembargador do TJ votou favoravelmente à medida cautelar, sendo seguido por outros sete desembargadores.
O Subprocurador Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial, Antonio José Campos Moreira, responsável pela investigação e acusação junto à Seção Criminal, destacou o empenho do Ministério Público para que Núbia respondesse ao processo afastada do cargo de Prefeita, assim como a importância do caráter pedagógico da decisão tomada pelo Tribunal.
11-09-2009 00:00:00
saiba mais11-09-2009 00:00:00
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