Região dos Lagos e Norte Fluminense

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Sexta-feira , 18 de May 2012
  • Inscrições para a 6ª Corrida da Paz terminam no dia 27




    As inscrições para a 6ª Corrida da Paz, que será realizada no próximo dia 31  de agosto, em Rio das Ostras, termina no próximo dia 27.  Os atletas podem  se inscrever pelos sites * na Secretaria de Esporte e Lazer, localizada na avenida Elis Hermydio  Figueira 2027 - Jardim Campomar (ao lado do Fórum), na RD Artigos  Esportivos, na rua Senador Vergueiro, 238 - Flamengo, Rio de Janeiro ou  também na Barcellos Bike, na rua Joaquim Távora, 33 - loja 3, Icaraí -  Niterói. O valor da inscrição para os atletas de Rio das Ostras será de uma lata de leite em com a apresentação do título de eleitor ou comprovante de  residência nominal oficial - conta de água, luz ou telefone. Para os atletas  de outros municípios o custo é de R$ 30. A corrida terá o percurso de 10 quilômetros e englobará a Corrida do
    Servidor - com percurso de três quilômetros aberta a servidores municipais  de Rio das Ostras -  e a Corrida Infanto-Juvenil, com percurso dividido por  idades. A largada está marcada para às 9h30, na Lagoa de Iriry.

    A 6ª Corrida da Paz é uma realização da Prefeitura de Rio das Ostras e visa  proporcionar aos competidores de Rio das Ostras e região a oportunidade de  participar de uma prova de alto nível, além de disputar com atletas de  outras cidades e trocar experiências. A organização tem como objetivo  proporcionar aos atletas a troca de experiência e a confraternização com  atletas de outras cidades. * www.corridadapazriodasostras.com.br ou www.ativo.com.

    21-08-2008 00:00:00

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  • Festival de Esquetes entra em seu segundo dia

     

     

    O 6º Festival de Esquetes de Cabo Frio continua hoje com a apresentação de nove esquetes, que serão encenadas no Teatro Municipal, a partir das 20h00 por grupos do Rio de Janeiro, Volta Redonda, Petrópolis, Niterói e Cabo Frio. 

    Mas a programação do evento começa mais cedo, a partir das 8h, na Praça de Jardim Esperança, com o projeto Festival nos bairros, que vai levar para os moradores daquela comunidade atrações como oficinas de pintura, papel e modelagem, com os artistas Felipe Fessal, Soraya Costa e Ludmila Cruz, além da apresentação do espetáculo Não fui eu, com o grupo Andarilhos. 

    Após a apresentação dos esquetes, terá show no foyer do teatro com o cantor Ivo. Os ingressos para o festival custam R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível, ou R$ 10.

     

    Confira a programação desta quinta-feira:

    Proserpina em o primeiro feitiço - Cia de Articulação - Rio de Janeiro – RJ

    Penso, logo existo - Grupo Intervalo Cia Teatral - Volta Redonda – RJ

    A carta  - Cia de Teatro Sei , a gente inventa - Rio de Janeiro – RJ

    Nada a fazer – Grupo Ato e Desato – Rio de Janero - RJ

    Meu tom solitário - Grupo Os Intrusos - Cabo Frio – RJ

    Elis por Regina- Grupo Sekreta de Teatro - Petrópolis – RJ

    Síndrome do fracasso prévio- Casca de Nós Cia de Teatro - Rio de Janeiro – RJ

    O apocalipse de João - Grupo Atoscontínuos de Teatro - Rio de Janeiro – RJ

    Eu sempre tive a ilusão que um dia você ia me abraçar - Grupo Ateliê Voador Cia de Teatro - Niterói – RJ

     

    Mais informações: Renato Silveira pelo telefone (22) 9251-2393

     

    21-08-2008 00:00:00

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  • Gamboa vai receber Festival de Culinária da Pesca neste mês

     

    Nos dias 30 e 31 de agosto, o bairro da Gamboa vai receber mais um festival gastronômico em Cabo Frio: o Festival de Culinária da Pesca. O objetivo do evento é escoar a produção de derivados da pesca que vêm sendo elaborados pelos moradores do local através de um projeto que conta com a participação da Prefeitura de Cabo Frio e da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ).

     

    O projeto, que tem como prioridade a geração de emprego e renda aos moradores locais, teve início neste mês de julho com a realização de cursos de capacitação de beneficiamento de pescado direcionado aos alunos das Escolas Municipais Evaldo Salles e Nilo Batista, aos pescadores da Colônia Z-4 e à Associação de Pescadores e Amigos da Gamboa. O curso é ministrado pela FIPERJ.

     

    No curso, os participantes produzem, a partir da carne do peixe, lingüiças, empanados, almôndegas e quibe, assim como defumados e pastas de peixe defumado. A Brasfish, empresa de pesca da cidade, participa do projeto com o fornecimento de matéria-prima para a elaboração dos produtos.

     

    21-08-2008 00:00:00

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  • Carlos Augusto prestigia Encontro Evangélico

     

    Carlos Augusto participou no último domingo do Encontro Evangélico que contou com a participação do grupo musical Ministério Diante do Trono. O candidato a prefeito e sua esposa Márcia Almeida prestigiaram o evento que reuniu o público evangélico da cidade em um clima de festa e harmonia.

    A comunidade evangélica de Rio das Ostras demonstrou, através da receptividade carinhosa com o candidato, que está satisfeita com o governo de Carlos Augusto e principalmente com as ações que o prefeito promoveu . Dentre as principais realizações de Carlos Augusto para os evangélicos, estão a 1ª Marcha para Jesus; o 1º Congresso de Mulheres Evangélicas; o 1º Congresso Estadual de Gideões; o apoio ao Retiro Gospel que recebeu mais de mil jovens na última edição; o lançamento do 1º Festival de Coreografia Gospel e a ampliação da ExpoGospel.

    O show foi marcado por um repertório musical de sucesso e orações espontâneas feitas pela vocalista Ana Paula Valadão e também pelos Pastores da cidade que subiram ao palco a pedido da cantora.

    Para homenagear o aniversário da secretária de Bem Estar Social e esposa de Carlos Augusto, foi realizado na segunda-feira (18) um Culto de Ação de Graças no Templo da Igreja Batista Nova Jerusalém no bairro Liberdade. Cerca de 1.300 pessoas compareceram ao culto organizado pelo Conselho de Pastores de Rio das Ostras.

     

    21-08-2008 00:00:00

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  • Inscrições para a 6ª Corrida da Paz terminam no dia 27




    As inscrições para a 6ª Corrida da Paz, que será realizada no próximo dia 31  de agosto, em Rio das Ostras, termina no próximo dia 27.  Os atletas podem  se inscrever pelos sites * na Secretaria de Esporte e Lazer, localizada na avenida Elis Hermydio  Figueira 2027 - Jardim Campomar (ao lado do Fórum), na RD Artigos  Esportivos, na rua Senador Vergueiro, 238 - Flamengo, Rio de Janeiro ou  também na Barcellos Bike, na rua Joaquim Távora, 33 - loja 3, Icaraí -  Niterói. O valor da inscrição para os atletas de Rio das Ostras será de uma lata de leite em com a apresentação do título de eleitor ou comprovante de  residência nominal oficial - conta de água, luz ou telefone. Para os atletas  de outros municípios o custo é de R$ 30. A corrida terá o percurso de 10 quilômetros e englobará a Corrida do
    Servidor - com percurso de três quilômetros aberta a servidores municipais  de Rio das Ostras -  e a Corrida Infanto-Juvenil, com percurso dividido por  idades. A largada está marcada para às 9h30, na Lagoa de Iriry.

    A 6ª Corrida da Paz é uma realização da Prefeitura de Rio das Ostras e visa  proporcionar aos competidores de Rio das Ostras e região a oportunidade de  participar de uma prova de alto nível, além de disputar com atletas de  outras cidades e trocar experiências. A organização tem como objetivo  proporcionar aos atletas a troca de experiência e a confraternização com  atletas de outras cidades. * www.corridadapazriodasostras.com.br ou www.ativo.com.

    21-08-2008 00:00:00

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  • Festival de Esquetes entra em seu segundo dia

     

     

    O 6º Festival de Esquetes de Cabo Frio continua hoje com a apresentação de nove esquetes, que serão encenadas no Teatro Municipal, a partir das 20h00 por grupos do Rio de Janeiro, Volta Redonda, Petrópolis, Niterói e Cabo Frio. 

    Mas a programação do evento começa mais cedo, a partir das 8h, na Praça de Jardim Esperança, com o projeto Festival nos bairros, que vai levar para os moradores daquela comunidade atrações como oficinas de pintura, papel e modelagem, com os artistas Felipe Fessal, Soraya Costa e Ludmila Cruz, além da apresentação do espetáculo Não fui eu, com o grupo Andarilhos. 

    Após a apresentação dos esquetes, terá show no foyer do teatro com o cantor Ivo. Os ingressos para o festival custam R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível, ou R$ 10.

     

    Confira a programação desta quinta-feira:

    Proserpina em o primeiro feitiço - Cia de Articulação - Rio de Janeiro – RJ

    Penso, logo existo - Grupo Intervalo Cia Teatral - Volta Redonda – RJ

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    Nada a fazer – Grupo Ato e Desato – Rio de Janero - RJ

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    Elis por Regina- Grupo Sekreta de Teatro - Petrópolis – RJ

    Síndrome do fracasso prévio- Casca de Nós Cia de Teatro - Rio de Janeiro – RJ

    O apocalipse de João - Grupo Atoscontínuos de Teatro - Rio de Janeiro – RJ

    Eu sempre tive a ilusão que um dia você ia me abraçar - Grupo Ateliê Voador Cia de Teatro - Niterói – RJ

     

    Mais informações: Renato Silveira pelo telefone (22) 9251-2393

     

    21-08-2008 00:00:00

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  • Gamboa vai receber Festival de Culinária da Pesca neste mês

     

    Nos dias 30 e 31 de agosto, o bairro da Gamboa vai receber mais um festival gastronômico em Cabo Frio: o Festival de Culinária da Pesca. O objetivo do evento é escoar a produção de derivados da pesca que vêm sendo elaborados pelos moradores do local através de um projeto que conta com a participação da Prefeitura de Cabo Frio e da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ).

     

    O projeto, que tem como prioridade a geração de emprego e renda aos moradores locais, teve início neste mês de julho com a realização de cursos de capacitação de beneficiamento de pescado direcionado aos alunos das Escolas Municipais Evaldo Salles e Nilo Batista, aos pescadores da Colônia Z-4 e à Associação de Pescadores e Amigos da Gamboa. O curso é ministrado pela FIPERJ.

     

    No curso, os participantes produzem, a partir da carne do peixe, lingüiças, empanados, almôndegas e quibe, assim como defumados e pastas de peixe defumado. A Brasfish, empresa de pesca da cidade, participa do projeto com o fornecimento de matéria-prima para a elaboração dos produtos.

     

    21-08-2008 00:00:00

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  • Adolescente presa por tráfico de drogas

    Acusada portava quase 100 gramas de entorpecentes, quando foi abordada pela PM em ônibus

    19-08-2008 00:00:00

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  • Adolescente presa por tráfico de drogas

    Acusada portava quase 100 gramas de entorpecentes, quando foi abordada pela PM em ônibus

    19-08-2008 00:00:00

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  • Pesca da sardinha volta a ser permitida na Região Sudeste

    A Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio informa que a pesca da sardinha voltou a ser permitida em toda a região sudeste do país. A espécie sustenta uma importante cadeia produtiva, que consiste desde pescarias artesanal e industrial, até o processamento em indústrias de conservas e enlatados para consumo nacional. A pesca da sardinha é regulamentada pela Instrução Normativa 128 do IBAMA, que estabelece dois períodos de defeso anuais para proteção das épocas de reprodução e recrutamento da espécie. Nesse ano os defesos ocorreram entre 1º de janeiro e 24 de fevereiro, e entre 18 de junho e 6 de agosto.

    A oceanógrafa Francyne C. S. Vieira, coordenadora de Pesca Marítima da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro – FIPERJ, explica que o defeso é uma medida de tentar recuperar os estoques pesqueiros, que vêm declinando desde a década de 1980. É aplicado a outras espécies, por exemplo, os camarões rosa, sete barbas e branco, os caranguejos uca e guaimum, e o mexilhão.

     

    Mais informações: - Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio - Tel.: (22) 2645-3131 - FIPERJ - Tel. (21) 2625-6747

    16-08-2008 00:00:00

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  • Ficar de fora nesta luta não tem a menor graça, e pode sair muito caro para todos

    No início dos anos 70, na iminência de ver um prédio ser construído pela construtora Guararapes nos limites do que era o bairro da Praia de Itacoatiara legal naquela época, os proprietários de casas e terrenos de Itacoatira reuniram-se numa ‘sociedade’ na intenção de barrar a construção nos termos apresentados pelo projeto do empreendimento. neste primeiro embate a  Sociedade dos Amigos de Itacoatiara (SOAMI) logrou êxito em impedir a construção do prédio dentro das características originais do projeto, forçando o empreendedor a acatar algumas questões reivindicadas pelo grupo como a quantidade máxima de unidades, gabarito etc. Naquela época a fronteira que separava o bairro das localidades vizinhas era definida pela cancela e pelo Mata Burro, situados, logo na entrada. Tudo que estava além desta cancela era considerado Itaipu e Fonte.

    A SOAMI foi formada basicamente por proprietários da primeira e segunda leva de compradores dos lotes de Mathias Sandri, e contou imediatamente com a adesão da maioria dos moradores, unidos pelo firme propósito de manter o bairro dentro das características urbanísticas de sua origem.

     

     

    Inauguração da Ponte Rio Niterói em 1974 e fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro em 1975 modificou completamente o perfil de toda Região: Itacoatiara não seria exceção

     

     

    A inauguração da ponte Presidente Costa e Silva, em março de 1974, foi determinante para uma total modificação não do perfil de todo o Norte Fluminense, mas também da Cidade de Niterói e, conseqüentemente, de Itacoatiara.

    Com a Ponte, vieram os primeiros sinais de que o perfil dos freqüentadores da praia e do bairro, até então próximo ao dos proprietários originais do local, iria mudar radicalmente. O número de banhistas e de visitantes cresceu em proporções geométricas em pouco tempo, e mesmo antes do início dos anos 80 todos os espaços da praia e das áreas de estacionamento eram completamente ocupados nos finais de semana de sol. O bairro virara modismo e destino de uma enorme massa de visitantes.

    Não a Zona Sul de Niterói havia descoberto Itacoatiara, mas grupos de banhistas vindos do Rio de Janeiro, São Gonçalo e outros municípios próximos convergiam  para a cada feriado ou período de férias. A construção da Ponte, a criação do acesso Centro / Icaraí, a construção da via Litorânea no Gragoatá, a abertura do túnel São Francisco / Icaraí, a construção da Av. Ewerton Xavier, o alargamento e urbanização de alguns trechos da estrada Celso Peçanha (atual Francisco da Cruz Nunes) a reutilização e pavimentação da Estrada Velha de Itaipu, a pavimentação da RJ 100 que passou a fazer a ligação entre a Zona Norte a Região Oceânica, e a pavimentação da estrada que liga Niterói a Maricá via Itaipu - Itaipuaçu, adensou a circulação de pessoas no bairro e em toda a área.

    Este crescente fluxo de gente circulando, e se estabelecendo na Região, forçou a SOAMI a ter dirigentes mais atuantes e residentes no bairro. Nesta época, a idéia de se associar a uma entidade que iria representar os interesses dos proprietários frente ao ente público, executar alguns serviços como a varrição, e se ater sobre a conservação de alguns logradouros não era de todo bem assimilada, que era incomum  pessoas se agruparem nesse tipo ‘sociedade’, para receber os serviços que lhes seriam prestados obrigatoriamente num Estado Republicano e Democrático.

    Muitos proprietários não aderiram a SOAMI por pura convicção de que não lhes era obrigação fazer papel de ‘Estado’ onde o ‘Estado’ lhes faltava. Ainda não se tinha uma noção do papel de uma entidade não governamental, e a forma como poderia atuar, para afinar o sistema democrático. Fazer parte de uma associação de moradores nos tempos atuais é algo mais do que comum, ordinário até, e previsto na Constituição, mas naquele momento, soava pouco coerente.

    Assim foi que a SOAMI, graças aos esforços dos advogados, Paulo Borgerth Teixeira, Alexandre Baldaque, Alberto Lemos Monteiro e, mais tarde, Luiz Orlando Gurgel, entre outros, lutou muito para alcançar alguns de seus objetivos previstos nos atos constitutivos da entidade, tendo sempre como obstáculo uma receita pequena frente às inúmeras demandas existentes no bairro, e a quase ausência de serviços públicos, durante os governos de Ronaldo Fabrício 1975/ 77, Moreira Franco 77/83, e Waldenir de Bragança 83/88. Somado a isso, o imenso fluxo de pessoas interessadas apenas em desfrutar das belezas naturais da praia deixava um rastro de sujeira, bagunça e desconforto para os moradores. O bairro estava consolidado, como destino de um publico que buscava modismos, composto por todo tipo de pessoas com toda sorte de comportamento e opiniões.

     Deixadas para traz a iniciativa e visão daqueles pioneiros, a SOAMI mergulhou num período em que adquiriu cores políticas. O que era para ser uma agremiação de pessoas em prol de um objetivo comum passou a ser palco de inúmeras disputas pelo seu controle, além de trampolim para cargos públicos na administração municipal. Isso obviamente fez com que a entidade perdesse inúmeros associados que não viam representados seus interesses dentro da nova e pouco usual maneira de enxergar o papel da associação.

     

     

    Crescente ameaça de construção de prédios, e sinais de desordem urbana faz com que moradores voltem a se interessar por problemas do bairro

     

    Passado um longo período em que pouquíssimo se fez, e que as melhorias vieram por conta das inúmeras obras de infra-estrutura efetuadas pela Prefeitura em toda a Cidade, durante os governos de Jorge Roberto Silveira e João Sampaio, a SOAMI parece enfim acordar novamente para o seu papel original. 

     

     

     

    Novamente em função da pressão sofrida por pessoas emergindo de fora do bairro, e outras surgidas nas suas entranhas, os moradores  dão sinal de que estão dispostos a se unirem em prol do bem comum e manutenção das atuais características do bairro.

    O vácuo existente na legislação atual, que implica num desordenamento urbano, aliado aos inúmeros sinais de risco iminente de aprovação de construção de prédios da porteira para dentro, somados ao alto nível de degradação sofrida pela faixa de restinga ao longo dos anos, os abusos cometidos por comerciantes que não respeitam as características do bairro e nem o sossego dos moradores, a falta de manutenção, pavimentação, e equipamentos urbanos disponíveis aos moradores e visitantes, a falta de agentes de trânsito e o conseqüente desordenamento do enorme fluxo de carros nos feriados, afluência de visitantes, ambulantes, barraqueiros, e publico noturno que, movido pelo interesse e esperteza de dois ou três comerciantes, pretende transformar Itacoatiara num local de baladas, festas e barzinhos com som e música ao vivo, trouxe aos moradores de Itacoatiara uma nova urgência.

    Essa nova ‘pressão’ traz para o bairro não apenas a ameaça de edificações, e atividades não desejáveis, como também uma onda de interesses desalinhados com o perfil do local, agasalhando um público que não interessa nem aos moradores e nem a aqueles freqüentadores de perfil mais pacato, como as famílias e pessoas de meia idade em diante. A pressão atual traz, na visão dos moradores, degradação ambiental, ruído acima do tolerável, violência e insegurança.

    É contra esses riscos que a atual administração da SOAMI pretende lançar mão de toda colaboração e esforço pessoal por parte dos membros da diretoria e associados, e conclama aqueles que não são associados a fazê-lo o quanto antes. Ficar de fora nesta luta não tem a menor graça, e pode sair muito caro para todos. 

     

     

    Quiosqueiros, ambulantes, barraqueiros, futebol, frescobol e cachorros na areia são os principais problemas da praia de Itacoatiara

     

    A SOAMI destacou exclusivamente para o PH alguns tópicos para melhor definição dos pontos mais sensíveis e necessitados de intervenção dos órgãos públicos no bairro. Começando pela praia e as atividades comerciais relacionadas a ela. A SOAMI e seus associados cobram informações do Ministério Público Federal, quanto ao andamento da ação que recai sobre os quiosques instalados sobre a vegetação da Restinga de Itacoatiara, e o passeio público que, a exemplo do que aconteceu em Armação dos Búzios e Cabo Frio, estariam por ser removidos dos locais que ocupam.

    Cobram também da Prefeitura de Niterói através da Secretaria de Meio Ambiente na pessoa do secretário Jefferson Silveira Martins, e do Ministério Público Estadual na pessoa do promotor de Justiça Luciano Mattos o cumprimento, por parte dos permissionários de quiosques, do Termo de Ajustamento e Conduta (TAC), enquanto não sai decisão do Ministério Público Federal.

    A entidade destacou ao Jornal Primeira Hora em 12/08/08, exemplos de não cumprimento do TAC, e citou fatos como a construção de inúmeros ‘puxadinhos e decks’ feitos pelos quiosqueiros no entorno de seus quiosques, ocupação de toda a faixa da calçada, impedindo a passagem dos pedestres, compactação do solo com a colocação de tijolos ou madeira no piso, plantio de espécies não nativas da restinga,  poluição sonora, e execução de musica ao vivo acústica ou não a qualquer hora do dia ou da noite.

    No bojo das reivindicações, apresentadas ao Jornal Primeira Hora a SOAMI pede -  um controle rigoroso no cumprimento do TAC com a suspensão provisória ou até mesmo definitiva das atividades dos permissionários aplicando-lhes inclusive pesadas multas ao menor descumprimento dos termos acordados, é o que reclama a Sociedade dos Amigos de Itacoatiara.

    O efetivo controle do comércio na praia deve, no entender da SOAMI, - ser feito por fiscais de posturas como já existe em cidades como Búzios e Cabo Frio que percorrem a praia todos os dias, o dia todo, com a ajuda da polícia militar, se necessário, para fiscalizar e proibir o comércio clandestino, e aquele autorizado, que esteja irregular, recolhendo inclusive equipamentos e mercadoria fora do padrão estabelecido pela municipalidade. A prática do frescobol, futebol de praia, churrasco, e eventos com música, deverão ser fiscalizados por fiscais da secretária de Meio Ambiente ou até mesmo pelo IEF -, segundo a associação.

     

    Praça destruída, rua sem pavimento, sistema de drenagem deficiente, e transito sem ordenamento: um local outrora planejado, em estado de abandono

     

    - A Praça Gilson Ferro, outrora bem mantida e organizada está completamente abandonada. a situação é caótica - diz o presidente da SOAMI Eugênio Schitine, completando: - O local que deveria ser bastante aprazível transformou-se em banheiro público, local de drogados e motel. A iluminação é precária por causa da falta da poda das árvores.

    A necessidade de uma solução definitiva quanto a drenagem das águas de chuva é vital para a recuperação do local segundo constatou a Reportagem do PH e que pode ser confirmado nas fotos desta matéria.

     

    Drenagem e pavimentação das ruas é outro assunto recorrente na pauta das Assembléias Gerais Extraordinárias

     

    Por estar entre dois morros, o bairro sofre com o período das chuvas, com alagamentos, lamaceiros e buracos.

    - Com a drenagem e calçamento, os bueiros não serão mais entupidos com as areias que descem das ruas de chão, resolvendo de uma vez por todas este problema - acredita Eugênio.

    Quando o assunto é trânsito, Dayse Molinari diretora da SOAMI diz que é preciso o monitoramento constante feito pelos agentes de trânsito capacitados a ordenar e multar se for necessário, reduzindo assim os estacionamentos nas calçadas, praças, portas de garagem e até mesmo na restinga.

    - Outra medida importante seria a efetiva construção de ‘traffic calming’ (quebra molas no mesmo nível das calçadas e da largura de uma faixa de pedestre) em locais a serem definidos - diz Dayse.

    A Implantação de uma ciclovia no bairro, na extensão da Av. Beira Mar, passando pelas ruas: Orquídeas, Hortênsias saindo no DPO, desafogaria também as ruas segundo a ex-presidente Renata  

     

     

     

     

    Sistema de vigilância com monitoramento e diminuição de ocorrências policiais é o maior trunfo da atual administração

    Um dos orgulhos da atual administração, que faz questão de frisar que representa continuidade da passada, está na eficácia do serviço de monitoramento do bairro.  Criado há um ano e meio ao custo mensal de pouco mais de dez mil reais, o sistema impressiona o visitante e vem sendo uma ferramenta eficaz no combate a roubos, furtos, depredações e qualquer ato de violência no bairro.

    - O último registro de crimes contra o patrimônio deu-se em março quando o carro de um visitante foi roubado. Também em meados de junho foram pegos por nossa equipe de vigilantes, graças as imagens mostradas em tempo real pelas câmeras instaladas no bairro, pichadores no momento em que praticavam delito – disse  um dos agentes que faz parte da vigilância local. Com um total de 32 câmeras, seis monitoradores, um automóvel, e rádios de comunicação, conseguimos conter a violência que caminhava para o descontrole - asseverou Eugênio Schitini.

    Todavia essas medidas de segurança levadas a termo pela SOAMI não são suficientes. A maioria dos moradores do bairro manifesta desejo de um maior efetivo no DPO onde existem três policiais apenas. Quando dois saem para a ronda, o destacamento de policiamento ostensivo fica guarnecido por apenas um PM.

     

    Candidato a Prefeitura de Niterói pelo PDT, Jorge Roberto Silveira, participa de reunião com moradores na sede da SOAMI e assume compromisso de, se eleito, transformar local num ‘Bairro Modelo’

    Em recente reunião ocorrida na sede da SOAMI os moradores e amigos do bairro puderam ouvir do candidato Jorge Roberto Silveira,  que, eleito, transformará  Itacoatiara num bairro modelo durante sua administração. Jorge falou do enorme impacto que a instalação do Complexo Petroquímico de Itaboraí causará em todo Estado.

    - Niterói está estagnada há seis anos  - disse Jorge - Precisamos  preparar a Cidade para o enorme volume de recursos, pessoas e empresas  que chegarão ao Estado com a implantação do COMPERJ. Fazer de Niterói uma Cidade moderna, com capacidade, para receber parte desse imenso fluxo de pessoas e investimentos, oferecendo soluções que se apóiem no uso de tecnologia de ponta em todos os níveis é meu objetivo - continuou o candidato, acrescentando: - Não podemos ficar para traz. Precisamos dispor de um moderno sistema de transporte que desate o em que se transformou o trânsito no Centro, na Zona Sul, e na Região Oceânica. Temos que dar solução a falta de  estacionamentos para veículos, empenharmo-nos junto ao governo do Estado, para que o mesmo início a Linha 3 do Metrô, enfim oferecer novas possibilidades e tecnologias, para que o crescimento de Niterói se em benefício de toda a população. Quanto à Itacoatiara, posso dizer que durante meus governos encontrei uma sociedade que não ansiava por muita interferência do poder público dentro do bairro, temendo que alguma ação pudesse constituir em ameaça às características originais daqui. Falar em calçar as ruas, por exemplo, era impossível. Hoje recebo esta solicitação como uma demanda da maioria de vocês. Entendo que por fazer parte de nosso projeto de modernização de toda a Cidade, e por ter características bem próprias, Itacoatiara poderá ser usada como bairro modelo para implementação de uma série de modernizações da vida do bairro sem causar impacto na flora, fauna e aspectos de urbanismo e habitação local - esclareceu.

    16-08-2008 00:00:00

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  • Acreditando na impunidade e desrespeitando o Ministério Público, a Prefeitura de Niterói e Associação do Bairro de Itacoatiara, quiosques tiram a paz de moradores e promovem shows ao vivo

    Permissionário pede para vereador assinar ‘abaixo assinado’ pedindo liberação de shows de música ao vivo em bairro localizado na área de amortização do Parque estadual da Serra da Tiririca

    16-08-2008 00:00:00

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  • Candidatos de Duque de Caxias sofrem punição

    TRE-RJ multa o candidato a prefeito Washington Reis em R$ 50 mil

    16-08-2008 00:00:00

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  • Dr. Aluízio: “sou o candidato da mudança”

    Em entrevista exclusiva ao Jornal Primeira Hora, candidato do PV à prefeitura de Macaé rebate críticas e desmente boatos

    16-08-2008 00:00:00

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  • Pesca da sardinha volta a ser permitida na Região Sudeste

    A Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio informa que a pesca da sardinha voltou a ser permitida em toda a região sudeste do país. A espécie sustenta uma importante cadeia produtiva, que consiste desde pescarias artesanal e industrial, até o processamento em indústrias de conservas e enlatados para consumo nacional. A pesca da sardinha é regulamentada pela Instrução Normativa 128 do IBAMA, que estabelece dois períodos de defeso anuais para proteção das épocas de reprodução e recrutamento da espécie. Nesse ano os defesos ocorreram entre 1º de janeiro e 24 de fevereiro, e entre 18 de junho e 6 de agosto.

    A oceanógrafa Francyne C. S. Vieira, coordenadora de Pesca Marítima da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro – FIPERJ, explica que o defeso é uma medida de tentar recuperar os estoques pesqueiros, que vêm declinando desde a década de 1980. É aplicado a outras espécies, por exemplo, os camarões rosa, sete barbas e branco, os caranguejos uca e guaimum, e o mexilhão.

     

    Mais informações: - Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Cabo Frio - Tel.: (22) 2645-3131 - FIPERJ - Tel. (21) 2625-6747

    16-08-2008 00:00:00

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  • Ficar de fora nesta luta não tem a menor graça, e pode sair muito caro para todos

    No início dos anos 70, na iminência de ver um prédio ser construído pela construtora Guararapes nos limites do que era o bairro da Praia de Itacoatiara legal naquela época, os proprietários de casas e terrenos de Itacoatira reuniram-se numa ‘sociedade’ na intenção de barrar a construção nos termos apresentados pelo projeto do empreendimento. neste primeiro embate a  Sociedade dos Amigos de Itacoatiara (SOAMI) logrou êxito em impedir a construção do prédio dentro das características originais do projeto, forçando o empreendedor a acatar algumas questões reivindicadas pelo grupo como a quantidade máxima de unidades, gabarito etc. Naquela época a fronteira que separava o bairro das localidades vizinhas era definida pela cancela e pelo Mata Burro, situados, logo na entrada. Tudo que estava além desta cancela era considerado Itaipu e Fonte.

    A SOAMI foi formada basicamente por proprietários da primeira e segunda leva de compradores dos lotes de Mathias Sandri, e contou imediatamente com a adesão da maioria dos moradores, unidos pelo firme propósito de manter o bairro dentro das características urbanísticas de sua origem.

     

     

    Inauguração da Ponte Rio Niterói em 1974 e fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro em 1975 modificou completamente o perfil de toda Região: Itacoatiara não seria exceção

     

     

    A inauguração da ponte Presidente Costa e Silva, em março de 1974, foi determinante para uma total modificação não do perfil de todo o Norte Fluminense, mas também da Cidade de Niterói e, conseqüentemente, de Itacoatiara.

    Com a Ponte, vieram os primeiros sinais de que o perfil dos freqüentadores da praia e do bairro, até então próximo ao dos proprietários originais do local, iria mudar radicalmente. O número de banhistas e de visitantes cresceu em proporções geométricas em pouco tempo, e mesmo antes do início dos anos 80 todos os espaços da praia e das áreas de estacionamento eram completamente ocupados nos finais de semana de sol. O bairro virara modismo e destino de uma enorme massa de visitantes.

    Não a Zona Sul de Niterói havia descoberto Itacoatiara, mas grupos de banhistas vindos do Rio de Janeiro, São Gonçalo e outros municípios próximos convergiam  para a cada feriado ou período de férias. A construção da Ponte, a criação do acesso Centro / Icaraí, a construção da via Litorânea no Gragoatá, a abertura do túnel São Francisco / Icaraí, a construção da Av. Ewerton Xavier, o alargamento e urbanização de alguns trechos da estrada Celso Peçanha (atual Francisco da Cruz Nunes) a reutilização e pavimentação da Estrada Velha de Itaipu, a pavimentação da RJ 100 que passou a fazer a ligação entre a Zona Norte a Região Oceânica, e a pavimentação da estrada que liga Niterói a Maricá via Itaipu - Itaipuaçu, adensou a circulação de pessoas no bairro e em toda a área.

    Este crescente fluxo de gente circulando, e se estabelecendo na Região, forçou a SOAMI a ter dirigentes mais atuantes e residentes no bairro. Nesta época, a idéia de se associar a uma entidade que iria representar os interesses dos proprietários frente ao ente público, executar alguns serviços como a varrição, e se ater sobre a conservação de alguns logradouros não era de todo bem assimilada, que era incomum  pessoas se agruparem nesse tipo ‘sociedade’, para receber os serviços que lhes seriam prestados obrigatoriamente num Estado Republicano e Democrático.

    Muitos proprietários não aderiram a SOAMI por pura convicção de que não lhes era obrigação fazer papel de ‘Estado’ onde o ‘Estado’ lhes faltava. Ainda não se tinha uma noção do papel de uma entidade não governamental, e a forma como poderia atuar, para afinar o sistema democrático. Fazer parte de uma associação de moradores nos tempos atuais é algo mais do que comum, ordinário até, e previsto na Constituição, mas naquele momento, soava pouco coerente.

    Assim foi que a SOAMI, graças aos esforços dos advogados, Paulo Borgerth Teixeira, Alexandre Baldaque, Alberto Lemos Monteiro e, mais tarde, Luiz Orlando Gurgel, entre outros, lutou muito para alcançar alguns de seus objetivos previstos nos atos constitutivos da entidade, tendo sempre como obstáculo uma receita pequena frente às inúmeras demandas existentes no bairro, e a quase ausência de serviços públicos, durante os governos de Ronaldo Fabrício 1975/ 77, Moreira Franco 77/83, e Waldenir de Bragança 83/88. Somado a isso, o imenso fluxo de pessoas interessadas apenas em desfrutar das belezas naturais da praia deixava um rastro de sujeira, bagunça e desconforto para os moradores. O bairro estava consolidado, como destino de um publico que buscava modismos, composto por todo tipo de pessoas com toda sorte de comportamento e opiniões.

     Deixadas para traz a iniciativa e visão daqueles pioneiros, a SOAMI mergulhou num período em que adquiriu cores políticas. O que era para ser uma agremiação de pessoas em prol de um objetivo comum passou a ser palco de inúmeras disputas pelo seu controle, além de trampolim para cargos públicos na administração municipal. Isso obviamente fez com que a entidade perdesse inúmeros associados que não viam representados seus interesses dentro da nova e pouco usual maneira de enxergar o papel da associação.

     

     

    Crescente ameaça de construção de prédios, e sinais de desordem urbana faz com que moradores voltem a se interessar por problemas do bairro

     

    Passado um longo período em que pouquíssimo se fez, e que as melhorias vieram por conta das inúmeras obras de infra-estrutura efetuadas pela Prefeitura em toda a Cidade, durante os governos de Jorge Roberto Silveira e João Sampaio, a SOAMI parece enfim acordar novamente para o seu papel original. 

     

     

     

    Novamente em função da pressão sofrida por pessoas emergindo de fora do bairro, e outras surgidas nas suas entranhas, os moradores  dão sinal de que estão dispostos a se unirem em prol do bem comum e manutenção das atuais características do bairro.

    O vácuo existente na legislação atual, que implica num desordenamento urbano, aliado aos inúmeros sinais de risco iminente de aprovação de construção de prédios da porteira para dentro, somados ao alto nível de degradação sofrida pela faixa de restinga ao longo dos anos, os abusos cometidos por comerciantes que não respeitam as características do bairro e nem o sossego dos moradores, a falta de manutenção, pavimentação, e equipamentos urbanos disponíveis aos moradores e visitantes, a falta de agentes de trânsito e o conseqüente desordenamento do enorme fluxo de carros nos feriados, afluência de visitantes, ambulantes, barraqueiros, e publico noturno que, movido pelo interesse e esperteza de dois ou três comerciantes, pretende transformar Itacoatiara num local de baladas, festas e barzinhos com som e música ao vivo, trouxe aos moradores de Itacoatiara uma nova urgência.

    Essa nova ‘pressão’ traz para o bairro não apenas a ameaça de edificações, e atividades não desejáveis, como também uma onda de interesses desalinhados com o perfil do local, agasalhando um público que não interessa nem aos moradores e nem a aqueles freqüentadores de perfil mais pacato, como as famílias e pessoas de meia idade em diante. A pressão atual traz, na visão dos moradores, degradação ambiental, ruído acima do tolerável, violência e insegurança.

    É contra esses riscos que a atual administração da SOAMI pretende lançar mão de toda colaboração e esforço pessoal por parte dos membros da diretoria e associados, e conclama aqueles que não são associados a fazê-lo o quanto antes. Ficar de fora nesta luta não tem a menor graça, e pode sair muito caro para todos. 

     

     

    Quiosqueiros, ambulantes, barraqueiros, futebol, frescobol e cachorros na areia são os principais problemas da praia de Itacoatiara

     

    A SOAMI destacou exclusivamente para o PH alguns tópicos para melhor definição dos pontos mais sensíveis e necessitados de intervenção dos órgãos públicos no bairro. Começando pela praia e as atividades comerciais relacionadas a ela. A SOAMI e seus associados cobram informações do Ministério Público Federal, quanto ao andamento da ação que recai sobre os quiosques instalados sobre a vegetação da Restinga de Itacoatiara, e o passeio público que, a exemplo do que aconteceu em Armação dos Búzios e Cabo Frio, estariam por ser removidos dos locais que ocupam.

    Cobram também da Prefeitura de Niterói através da Secretaria de Meio Ambiente na pessoa do secretário Jefferson Silveira Martins, e do Ministério Público Estadual na pessoa do promotor de Justiça Luciano Mattos o cumprimento, por parte dos permissionários de quiosques, do Termo de Ajustamento e Conduta (TAC), enquanto não sai decisão do Ministério Público Federal.

    A entidade destacou ao Jornal Primeira Hora em 12/08/08, exemplos de não cumprimento do TAC, e citou fatos como a construção de inúmeros ‘puxadinhos e decks’ feitos pelos quiosqueiros no entorno de seus quiosques, ocupação de toda a faixa da calçada, impedindo a passagem dos pedestres, compactação do solo com a colocação de tijolos ou madeira no piso, plantio de espécies não nativas da restinga,  poluição sonora, e execução de musica ao vivo acústica ou não a qualquer hora do dia ou da noite.

    No bojo das reivindicações, apresentadas ao Jornal Primeira Hora a SOAMI pede -  um controle rigoroso no cumprimento do TAC com a suspensão provisória ou até mesmo definitiva das atividades dos permissionários aplicando-lhes inclusive pesadas multas ao menor descumprimento dos termos acordados, é o que reclama a Sociedade dos Amigos de Itacoatiara.

    O efetivo controle do comércio na praia deve, no entender da SOAMI, - ser feito por fiscais de posturas como já existe em cidades como Búzios e Cabo Frio que percorrem a praia todos os dias, o dia todo, com a ajuda da polícia militar, se necessário, para fiscalizar e proibir o comércio clandestino, e aquele autorizado, que esteja irregular, recolhendo inclusive equipamentos e mercadoria fora do padrão estabelecido pela municipalidade. A prática do frescobol, futebol de praia, churrasco, e eventos com música, deverão ser fiscalizados por fiscais da secretária de Meio Ambiente ou até mesmo pelo IEF -, segundo a associação.

     

    Praça destruída, rua sem pavimento, sistema de drenagem deficiente, e transito sem ordenamento: um local outrora planejado, em estado de abandono

     

    - A Praça Gilson Ferro, outrora bem mantida e organizada está completamente abandonada. a situação é caótica - diz o presidente da SOAMI Eugênio Schitine, completando: - O local que deveria ser bastante aprazível transformou-se em banheiro público, local de drogados e motel. A iluminação é precária por causa da falta da poda das árvores.

    A necessidade de uma solução definitiva quanto a drenagem das águas de chuva é vital para a recuperação do local segundo constatou a Reportagem do PH e que pode ser confirmado nas fotos desta matéria.

     

    Drenagem e pavimentação das ruas é outro assunto recorrente na pauta das Assembléias Gerais Extraordinárias

     

    Por estar entre dois morros, o bairro sofre com o período das chuvas, com alagamentos, lamaceiros e buracos.

    - Com a drenagem e calçamento, os bueiros não serão mais entupidos com as areias que descem das ruas de chão, resolvendo de uma vez por todas este problema - acredita Eugênio.

    Quando o assunto é trânsito, Dayse Molinari diretora da SOAMI diz que é preciso o monitoramento constante feito pelos agentes de trânsito capacitados a ordenar e multar se for necessário, reduzindo assim os estacionamentos nas calçadas, praças, portas de garagem e até mesmo na restinga.

    - Outra medida importante seria a efetiva construção de ‘traffic calming’ (quebra molas no mesmo nível das calçadas e da largura de uma faixa de pedestre) em locais a serem definidos - diz Dayse.

    A Implantação de uma ciclovia no bairro, na extensão da Av. Beira Mar, passando pelas ruas: Orquídeas, Hortênsias saindo no DPO, desafogaria também as ruas segundo a ex-presidente Renata  

     

     

     

     

    Sistema de vigilância com monitoramento e diminuição de ocorrências policiais é o maior trunfo da atual administração

    Um dos orgulhos da atual administração, que faz questão de frisar que representa continuidade da passada, está na eficácia do serviço de monitoramento do bairro.  Criado há um ano e meio ao custo mensal de pouco mais de dez mil reais, o sistema impressiona o visitante e vem sendo uma ferramenta eficaz no combate a roubos, furtos, depredações e qualquer ato de violência no bairro.

    - O último registro de crimes contra o patrimônio deu-se em março quando o carro de um visitante foi roubado. Também em meados de junho foram pegos por nossa equipe de vigilantes, graças as imagens mostradas em tempo real pelas câmeras instaladas no bairro, pichadores no momento em que praticavam delito – disse  um dos agentes que faz parte da vigilância local. Com um total de 32 câmeras, seis monitoradores, um automóvel, e rádios de comunicação, conseguimos conter a violência que caminhava para o descontrole - asseverou Eugênio Schitini.

    Todavia essas medidas de segurança levadas a termo pela SOAMI não são suficientes. A maioria dos moradores do bairro manifesta desejo de um maior efetivo no DPO onde existem três policiais apenas. Quando dois saem para a ronda, o destacamento de policiamento ostensivo fica guarnecido por apenas um PM.

     

    Candidato a Prefeitura de Niterói pelo PDT, Jorge Roberto Silveira, participa de reunião com moradores na sede da SOAMI e assume compromisso de, se eleito, transformar local num ‘Bairro Modelo’

    Em recente reunião ocorrida na sede da SOAMI os moradores e amigos do bairro puderam ouvir do candidato Jorge Roberto Silveira,  que, eleito, transformará  Itacoatiara num bairro modelo durante sua administração. Jorge falou do enorme impacto que a instalação do Complexo Petroquímico de Itaboraí causará em todo Estado.

    - Niterói está estagnada há seis anos  - disse Jorge - Precisamos  preparar a Cidade para o enorme volume de recursos, pessoas e empresas  que chegarão ao Estado com a implantação do COMPERJ. Fazer de Niterói uma Cidade moderna, com capacidade, para receber parte desse imenso fluxo de pessoas e investimentos, oferecendo soluções que se apóiem no uso de tecnologia de ponta em todos os níveis é meu objetivo - continuou o candidato, acrescentando: - Não podemos ficar para traz. Precisamos dispor de um moderno sistema de transporte que desate o em que se transformou o trânsito no Centro, na Zona Sul, e na Região Oceânica. Temos que dar solução a falta de  estacionamentos para veículos, empenharmo-nos junto ao governo do Estado, para que o mesmo início a Linha 3 do Metrô, enfim oferecer novas possibilidades e tecnologias, para que o crescimento de Niterói se em benefício de toda a população. Quanto à Itacoatiara, posso dizer que durante meus governos encontrei uma sociedade que não ansiava por muita interferência do poder público dentro do bairro, temendo que alguma ação pudesse constituir em ameaça às características originais daqui. Falar em calçar as ruas, por exemplo, era impossível. Hoje recebo esta solicitação como uma demanda da maioria de vocês. Entendo que por fazer parte de nosso projeto de modernização de toda a Cidade, e por ter características bem próprias, Itacoatiara poderá ser usada como bairro modelo para implementação de uma série de modernizações da vida do bairro sem causar impacto na flora, fauna e aspectos de urbanismo e habitação local - esclareceu.

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