26-07-2007 00:00:00
saiba mais26-07-2007 00:00:00
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saiba maisQuem também mora em Jardim Mariléa, em Rio das Ostras, há 29 anos, e viu o bairro crescer é o eletricista Luiz de Sousa Filho, diretor da AMOMAR. Antes da caminhada, ele falou brevemente sobre a receptividade da comunidade do bairro, que hoje tem cerca de 2 mil casas. Falando em nome de veranistas e residentes de Mariléa, afirmou que estarem todos satisfeitos com a atenção que o governo vem dispensando àquela população, nos últimos dois anos. Frisando que embora algumas ruas do bairro já estivessem asfaltadas, ele lembrou que as obras de urbanização do Jardim Mariléa feitas no governo anterior ainda não contemplavam a implantação dos sistemas de coleta de esgoto e de distribuição de água.
- O governo anterior já tinha asfaltado algumas ruas, mas não havia instalado as redes de esgoto e água. Hoje é um dia muito importante para todos de Mariléa, pois estamos, na presença do prefeito, andando pelas ruas do bairro e vendo que, de fato, muita coisa mudou para melhor por aqui - disse.
Ao todo foram inaugurados 12 km de ruas no bairro, que receberam drenagem, pavimentação e redes de água e esgoto. As obras beneficiam, aproximadamente 13 mil pessoas, com água tratada, e 12 mil com redes coletoras de esgoto.
Morador diz que bairro precisa de mais segurança
Mas se por um lado a Prefeitura vem investindo na infra-estrutura do Jardim Mariléa, o mesmo não vem sendo feito com relação à Segurança. Reduto eleitoral do vereador Cemir Jóia, que também caminhou embaixo do sol forte pelas ruas do bairro, onde cresceu, Mariléa ainda sofre com ações de meliantes. Segundo Arnaldo Silva Nobre, associado da AMOMAR, a iluminação pública insuficiente em diversas ruas do bairro facilita o roubo de carros, o assalto e a prática de violência sexual contra as mulheres.
- No sábado passado um carro da Prefeitura foi roubado dentro do bairro, na rua Paraíba do Sul, às 23h45, e a filha de um amigo quase foi estuprada um dia desses - declarou, em tom de defesa aos moradores do bairro.
25-07-2007 00:00:00
saiba maisQuem também mora em Jardim Mariléa, em Rio das Ostras, há 29 anos, e viu o bairro crescer é o eletricista Luiz de Sousa Filho, diretor da AMOMAR. Antes da caminhada, ele falou brevemente sobre a receptividade da comunidade do bairro, que hoje tem cerca de 2 mil casas. Falando em nome de veranistas e residentes de Mariléa, afirmou que estarem todos satisfeitos com a atenção que o governo vem dispensando àquela população, nos últimos dois anos. Frisando que embora algumas ruas do bairro já estivessem asfaltadas, ele lembrou que as obras de urbanização do Jardim Mariléa feitas no governo anterior ainda não contemplavam a implantação dos sistemas de coleta de esgoto e de distribuição de água.
- O governo anterior já tinha asfaltado algumas ruas, mas não havia instalado as redes de esgoto e água. Hoje é um dia muito importante para todos de Mariléa, pois estamos, na presença do prefeito, andando pelas ruas do bairro e vendo que, de fato, muita coisa mudou para melhor por aqui - disse.
Ao todo foram inaugurados 12 km de ruas no bairro, que receberam drenagem, pavimentação e redes de água e esgoto. As obras beneficiam, aproximadamente 13 mil pessoas, com água tratada, e 12 mil com redes coletoras de esgoto.
Morador diz que bairro precisa de mais segurança
Mas se por um lado a Prefeitura vem investindo na infra-estrutura do Jardim Mariléa, o mesmo não vem sendo feito com relação à Segurança. Reduto eleitoral do vereador Cemir Jóia, que também caminhou embaixo do sol forte pelas ruas do bairro, onde cresceu, Mariléa ainda sofre com ações de meliantes. Segundo Arnaldo Silva Nobre, associado da AMOMAR, a iluminação pública insuficiente em diversas ruas do bairro facilita o roubo de carros, o assalto e a prática de violência sexual contra as mulheres.
- No sábado passado um carro da Prefeitura foi roubado dentro do bairro, na rua Paraíba do Sul, às 23h45, e a filha de um amigo quase foi estuprada um dia desses - declarou, em tom de defesa aos moradores do bairro.
25-07-2007 00:00:00
saiba maisA edição especial do Rio das Ostras Cidade Limpa envolve capina, roçada e limpeza de vias públicas não pavimentadas
Na segunda-feira (23), é dia dos bairros Jardim Mariléa (Chácara) e Village Rio das Ostras receberem o Projeto Rio das Ostras Cidade Limpa.
Nesta edição especial do projeto, a Prefeitura está realizando ação especial de capina, roçada, poda de árvores e limpeza de vias públicas, incluindo retirada de entulhos e pneus. Até o final da semana, 70 profissionais estarão trabalhando nesses locais. O projeto é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca e tem o objetivo de atender a demandas imediatas de limpeza e facilitar a manutenção. A Secretaria montou um cronograma de capina e roçada, do dia 25 de junho até o final de setembro, beneficiando 20 bairros, de acordo com a necessidade identificada. Duas equipes vão trabalhar ao mesmo tempo em dois bairros diferentes.
Durante as duas últimas semanas, as equipes estiveram em Praia Âncora e Verdes Mares. Serão também contemplados Jardim Campomar, Palmital, Cantinho do Mar, Jardim Patrícia, Maria Turri, Jardim Miramar, Cidade Beira Mar, Cidade Praiana, Serramar e Extensão Serramar, Cantagalo e Rocha Leão.
21-07-2007 00:00:00
saiba mais21-07-2007 00:00:00
saiba maisA edição especial do Rio das Ostras Cidade Limpa envolve capina, roçada e limpeza de vias públicas não pavimentadas
Na segunda-feira (23), é dia dos bairros Jardim Mariléa (Chácara) e Village Rio das Ostras receberem o Projeto Rio das Ostras Cidade Limpa.
Nesta edição especial do projeto, a Prefeitura está realizando ação especial de capina, roçada, poda de árvores e limpeza de vias públicas, incluindo retirada de entulhos e pneus. Até o final da semana, 70 profissionais estarão trabalhando nesses locais. O projeto é coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca e tem o objetivo de atender a demandas imediatas de limpeza e facilitar a manutenção. A Secretaria montou um cronograma de capina e roçada, do dia 25 de junho até o final de setembro, beneficiando 20 bairros, de acordo com a necessidade identificada. Duas equipes vão trabalhar ao mesmo tempo em dois bairros diferentes.
Durante as duas últimas semanas, as equipes estiveram em Praia Âncora e Verdes Mares. Serão também contemplados Jardim Campomar, Palmital, Cantinho do Mar, Jardim Patrícia, Maria Turri, Jardim Miramar, Cidade Beira Mar, Cidade Praiana, Serramar e Extensão Serramar, Cantagalo e Rocha Leão.
21-07-2007 00:00:00
saiba mais21-07-2007 00:00:00
saiba maisNão é de hoje que os moradores do conjunto habitacional Aristides Ribeiro da Conceição, em Cidade Praiana, lutam para ter uma sede para sua associação comunitária. Segundo a presidente da associação de moradores do conjunto habitacional, Márcia Cristina Soares Lopes, 33, o local ideal para o funcionamento da sede é um quiosque abandonado, localizado numa praça pública próxima as casas do conjunto habitacional, pertencente à prefeitura.
Depois de procurar por diversas vezes representantes do governo e até o prefeito Carlos Augusto, para conversar sobre a possibilidade de receber o espaço como uma doação à comunidade, ela e outros moradores engajados na liderança comunitária local aguardam retorno do ofício encaminhado nesta quarta-feira à Fiscalização de Postura do município, solicitando mais uma vez a doação do próprio público. Respaldada no argumento de que há dois anos o quiosque tem sido depredado por vândalos e servido de local para o encontro de casais, que namoram em seu interior, Márcia acredita que agora o pedido seja visto com mais atenção.
- Há mais ou menos dois anos que nós pedimos este quiosque à prefeitura para ser a sede de nossa associação de moradores. Já encontrei com o prefeito diversas vezes na rua e falei sobre o assunto. Ele diz que vai agendar um horário para receber os moradores, mas sempre que chega o dia do encontro, sua assessora telefona horas antes, desmarcando a reunião. Hoje a estrutura do quiosque está completamente destruída e ele simplesmente não serve para nada nem ninguém, disse Márcia, apontando para as telhas quebradas do quiosque e para sua cisterna, que virou lata de lixo depois de ser arrombada por seis vezes.
- Já coloquei seis cadeados para lacrar a caixa e evitar acidentes com as crianças que brincam aqui, mas a cisterna sempre é aberta à força, contou.
Ao lado da cisterna, um banco de concreto quebrado jogado no chão e as inúmeras pichações feitas na parede externa do quiosque servem como símbolo da depreciação do patrimônio público.
Segundo Márcia, a associação, que atualmente funciona em sua casa, realiza uma série de atividades sociais para a população do conjunto habitacional, mas não há espaço na residência para dar continuidade aos atendimentos.
- Fazemos um trabalho social dentro da comunidade e queremos ampliar essas atividades com aulas de alfabetização, cursos de artesanato, e já estamos negociando, inclusive, uma parceria para que tenhamos aulas de informática para nossas crianças e adolescentes, disse a presidente da associação, comprometendo-se a zelar pelo espaço, caso ele seja doado à comunidade.
- Temos que transformar esse espaço que hoje serve de encontro para vândalos, com um núcleo de atendimento social para a comunidade. Só assim, conseguiremos fazer com que esta praça e seu entorno sejam locais tranqüilos, onde as crianças possam brincar à vontade e a comunidade possa se encontrar de dia ou de noite, coisa que hoje não acontece mais, disse.
Paradoxalmente, ocupam espaço na mesma praça o quiosque abandonado e uma quadra de esportes onde meninos e adultos da comunidade jogam futebol sob a orientação do instrutor de esportes do conjunto habitacional Paulo César Rosa da Cunha. Para ele, é fundamental que haja uma revitalização do local para que os interessados por esporte possam freqüentar a quadra sem medo.
- De que adianta a quadra, se muitas crianças e jovens têm receio de vir à praça por causa desses vândalos que destroem o quiosque e ficam aqui fazendo bandalhas, questionou Paulo.
De acordo com a presidente da associação, não falta atenção à comunidade local no que diz respeito a saneamento, redes de distribuição de água, segurança e iluminação pública.
- Não temos reclamações graves com relação à segurança, mas estamos solicitando mais atenção neste sentido para o nosso bairro. Faço parte do Conselho Comunitário de Segurança Pública do município e nas últimas reuniões que fui, sugeri que fosse instalada uma cabine da guarda municipal aqui na pracinha, para que os moradores não precisem temer esses vândalos que vem para cá, observou Márcia.
O conjunto habitacional Aristides Ribeiro da Conceição foi construído durante o governo anterior ao de Carlos Augusto. Na época, foram dadas 135 casas para moradores de áreas de risco, deficientes físicos e famílias de baixa renda. No ano passado, mais 60 unidades foram entregues. Hoje, cerca de 600 pessoas vivem no local.
20-07-2007 00:00:00
saiba maisNão é de hoje que os moradores do conjunto habitacional Aristides Ribeiro da Conceição, em Cidade Praiana, lutam para ter uma sede para sua associação comunitária. Segundo a presidente da associação de moradores do conjunto habitacional, Márcia Cristina Soares Lopes, 33, o local ideal para o funcionamento da sede é um quiosque abandonado, localizado numa praça pública próxima as casas do conjunto habitacional, pertencente à prefeitura.
Depois de procurar por diversas vezes representantes do governo e até o prefeito Carlos Augusto, para conversar sobre a possibilidade de receber o espaço como uma doação à comunidade, ela e outros moradores engajados na liderança comunitária local aguardam retorno do ofício encaminhado nesta quarta-feira à Fiscalização de Postura do município, solicitando mais uma vez a doação do próprio público. Respaldada no argumento de que há dois anos o quiosque tem sido depredado por vândalos e servido de local para o encontro de casais, que namoram em seu interior, Márcia acredita que agora o pedido seja visto com mais atenção.
- Há mais ou menos dois anos que nós pedimos este quiosque à prefeitura para ser a sede de nossa associação de moradores. Já encontrei com o prefeito diversas vezes na rua e falei sobre o assunto. Ele diz que vai agendar um horário para receber os moradores, mas sempre que chega o dia do encontro, sua assessora telefona horas antes, desmarcando a reunião. Hoje a estrutura do quiosque está completamente destruída e ele simplesmente não serve para nada nem ninguém, disse Márcia, apontando para as telhas quebradas do quiosque e para sua cisterna, que virou lata de lixo depois de ser arrombada por seis vezes.
- Já coloquei seis cadeados para lacrar a caixa e evitar acidentes com as crianças que brincam aqui, mas a cisterna sempre é aberta à força, contou.
Ao lado da cisterna, um banco de concreto quebrado jogado no chão e as inúmeras pichações feitas na parede externa do quiosque servem como símbolo da depreciação do patrimônio público.
Segundo Márcia, a associação, que atualmente funciona em sua casa, realiza uma série de atividades sociais para a população do conjunto habitacional, mas não há espaço na residência para dar continuidade aos atendimentos.
- Fazemos um trabalho social dentro da comunidade e queremos ampliar essas atividades com aulas de alfabetização, cursos de artesanato, e já estamos negociando, inclusive, uma parceria para que tenhamos aulas de informática para nossas crianças e adolescentes, disse a presidente da associação, comprometendo-se a zelar pelo espaço, caso ele seja doado à comunidade.
- Temos que transformar esse espaço que hoje serve de encontro para vândalos, com um núcleo de atendimento social para a comunidade. Só assim, conseguiremos fazer com que esta praça e seu entorno sejam locais tranqüilos, onde as crianças possam brincar à vontade e a comunidade possa se encontrar de dia ou de noite, coisa que hoje não acontece mais, disse.
Paradoxalmente, ocupam espaço na mesma praça o quiosque abandonado e uma quadra de esportes onde meninos e adultos da comunidade jogam futebol sob a orientação do instrutor de esportes do conjunto habitacional Paulo César Rosa da Cunha. Para ele, é fundamental que haja uma revitalização do local para que os interessados por esporte possam freqüentar a quadra sem medo.
- De que adianta a quadra, se muitas crianças e jovens têm receio de vir à praça por causa desses vândalos que destroem o quiosque e ficam aqui fazendo bandalhas, questionou Paulo.
De acordo com a presidente da associação, não falta atenção à comunidade local no que diz respeito a saneamento, redes de distribuição de água, segurança e iluminação pública.
- Não temos reclamações graves com relação à segurança, mas estamos solicitando mais atenção neste sentido para o nosso bairro. Faço parte do Conselho Comunitário de Segurança Pública do município e nas últimas reuniões que fui, sugeri que fosse instalada uma cabine da guarda municipal aqui na pracinha, para que os moradores não precisem temer esses vândalos que vem para cá, observou Márcia.
O conjunto habitacional Aristides Ribeiro da Conceição foi construído durante o governo anterior ao de Carlos Augusto. Na época, foram dadas 135 casas para moradores de áreas de risco, deficientes físicos e famílias de baixa renda. No ano passado, mais 60 unidades foram entregues. Hoje, cerca de 600 pessoas vivem no local.
20-07-2007 00:00:00
saiba mais19-07-2007 00:00:00
saiba mais19-07-2007 00:00:00
saiba maisDepois de agredir verbal e moralmente a manicure Maria das Neves Braga de Leite, 41, moradora da rua das Orquídeas, no bairro Âncora, durante uma ação de reintegração de posse do terreno de sua casa, ali localizada, a Justiça descobriu que estava atrás de outro endereço e não do de Dona Maria. No dia 27 de junho, pela manhã, ela e seu marido, residentes há mais de 12 anos naquele endereço, foram friamente abordados pelo oficial de justiça conhecido em Rio das Ostras apenas como Sr. Gregório, que realizava um mandato de reintegração de posse referente à sua casa. Fortemente armada com fuzis e escopetas, a guarnição com quatro policiais militares que visitou o local junto com o oficial Gregório, chegou a amedrontrar um dos moradores da casa, o inquilino de Dona Maria, Mariano Gomes Leal, pensando que ele estivesse armado.
Passado o susto vivido naquela manhã, Dona Maria contou ao JPH sobre a maneira como foi tratada pelo oficial, e disse que espera justiça, já que seu advogado, aprofundando-se na causa, desvelou um ponto tão grave quanto o incidente que manchou a visita da Justiça ao local, para efetivar o mandato de reintegração de posse; o de que o próprio mandato estaria com o endereço errado. O que significa que, além de tratar de maneira indevida tanto a moradora da casa em questão e seus familiares um casal de filhos adolescentes e o marido (há oito anos estoquista do supermercado Lagos) -, a Justiça errou duas vezes. Ou três, já que não bastasse o incidente causado pelo oficial Sr. Gregório, que durante a ação gritou com Dona Maria várias vezes e a ameaçou prendê-la, acabou provocando um acidente ao agredir fisicamente a coordenadora de uma das ONGs mais conhecidas da cidade, localizada naquele bairro, a Beija-Flor. Márcia Sontoni, que, naquele mesmo dia, após ser contatada por vizinhos de Dona Maria para intervir na ação do oficial, acabou sendo por ele insultada e violentada fisicamente.
- Eles chegaram agressivos, com aramas, querendo que a gente saísse de qualquer jeito da casa, mas não mostraram nenhum documento que comprovasse a necessidade de minha saída da casa. Ele disse (o oficial Gregório), que se eu não saísse, iria presa. Antes do dia 27, o Gregório veio aqui umas três vezes fazendo ameaças. Eram 7h30 da manhã quando eles voltaram para nos expulsar da casa e, sem nenhum motivo, o Sr. Gregório botou o dedo na cara do meu marido, gritou com a gente e ainda agrediu o meu inquilino, disse Dona Maria, revelando que na semana passada, a justiça descobriu que o terreno a ser desapropriado não era o dela e sim um outro, localizado numa viela, na rua das Trombetas, no mesmo bairro.
No dia 27, a família, receosa, já não dormiu na casa. No dia seguinte pela manhã, amigos e parentes de Dona Maria ajudaram-na a retirar pertences da casa, para que o oficial Gregório, que retornou novamente ao local naquela manhã, pudesse lacrar a casa de três quatros, sala, cozinha, dois banheiros e um segundo pavimento, então alugado residencialmente. Acolhida pelo cunhado que abrigou sua família, Dona Maria aguarda o cumprimento da lei, que lhe dá direito a permanecer em sua casa.
Vinda de Pernanbuco para Rio das Ostras com dois filhos de colo, Dona Maria disse que sua casa, que ainda apresenta nas paredes externas a necessidade da finalização da construção, é tudo o que ela e sua família têm.
- Viemos tentar a vida nesta cidade e, desde então, eu e meu marido trabalhamos muito para conseguir isso aqui, disse ela, apontando para sua casa.
Colostomia é confundida com porte de arma
O inquilino de Dona Maria, Mariano Gomes Leal, 52, auxiliar de laboratório afastado por motivo de saúde e portador de colostomia, contou, que no dia da fatídica visita do oficial ao local, teve armas apontadas para ele.
- Os policiais apontaram armas para mim, pensando que eu estivesse armado, mas era a minha colostomia e eu tive que mostrar para eles. O Sr. Gregório por sua vez não permitia que ninguém falasse; apenas ele podia se pronunciar. E também não queria nos mostrar o documento que trazia em mãos, motivo de todo o alarde, contou leal.
Mariano chegou a receber voz de prisão do oficial Gregório em mais um gesto de abuso de poder deste, mas insistiu em dialogar. Indignado com o fato, ele disse sentir-se abandonado enquanto cidadão e intimidado diante da justiça.
- Somos cidadãos e trabalhadores, pagamos nossos impostos em dia e merecemos, no mínimo, o respeito das autoridades que governam este país, bradou.
18-07-2007 00:00:00
saiba maisDepois de agredir verbal e moralmente a manicure Maria das Neves Braga de Leite, 41, moradora da rua das Orquídeas, no bairro Âncora, durante uma ação de reintegração de posse do terreno de sua casa, ali localizada, a Justiça descobriu que estava atrás de outro endereço e não do de Dona Maria. No dia 27 de junho, pela manhã, ela e seu marido, residentes há mais de 12 anos naquele endereço, foram friamente abordados pelo oficial de justiça conhecido em Rio das Ostras apenas como Sr. Gregório, que realizava um mandato de reintegração de posse referente à sua casa. Fortemente armada com fuzis e escopetas, a guarnição com quatro policiais militares que visitou o local junto com o oficial Gregório, chegou a amedrontrar um dos moradores da casa, o inquilino de Dona Maria, Mariano Gomes Leal, pensando que ele estivesse armado.
Passado o susto vivido naquela manhã, Dona Maria contou ao JPH sobre a maneira como foi tratada pelo oficial, e disse que espera justiça, já que seu advogado, aprofundando-se na causa, desvelou um ponto tão grave quanto o incidente que manchou a visita da Justiça ao local, para efetivar o mandato de reintegração de posse; o de que o próprio mandato estaria com o endereço errado. O que significa que, além de tratar de maneira indevida tanto a moradora da casa em questão e seus familiares um casal de filhos adolescentes e o marido (há oito anos estoquista do supermercado Lagos) -, a Justiça errou duas vezes. Ou três, já que não bastasse o incidente causado pelo oficial Sr. Gregório, que durante a ação gritou com Dona Maria várias vezes e a ameaçou prendê-la, acabou provocando um acidente ao agredir fisicamente a coordenadora de uma das ONGs mais conhecidas da cidade, localizada naquele bairro, a Beija-Flor. Márcia Sontoni, que, naquele mesmo dia, após ser contatada por vizinhos de Dona Maria para intervir na ação do oficial, acabou sendo por ele insultada e violentada fisicamente.
- Eles chegaram agressivos, com aramas, querendo que a gente saísse de qualquer jeito da casa, mas não mostraram nenhum documento que comprovasse a necessidade de minha saída da casa. Ele disse (o oficial Gregório), que se eu não saísse, iria presa. Antes do dia 27, o Gregório veio aqui umas três vezes fazendo ameaças. Eram 7h30 da manhã quando eles voltaram para nos expulsar da casa e, sem nenhum motivo, o Sr. Gregório botou o dedo na cara do meu marido, gritou com a gente e ainda agrediu o meu inquilino, disse Dona Maria, revelando que na semana passada, a justiça descobriu que o terreno a ser desapropriado não era o dela e sim um outro, localizado numa viela, na rua das Trombetas, no mesmo bairro.
No dia 27, a família, receosa, já não dormiu na casa. No dia seguinte pela manhã, amigos e parentes de Dona Maria ajudaram-na a retirar pertences da casa, para que o oficial Gregório, que retornou novamente ao local naquela manhã, pudesse lacrar a casa de três quatros, sala, cozinha, dois banheiros e um segundo pavimento, então alugado residencialmente. Acolhida pelo cunhado que abrigou sua família, Dona Maria aguarda o cumprimento da lei, que lhe dá direito a permanecer em sua casa.
Vinda de Pernanbuco para Rio das Ostras com dois filhos de colo, Dona Maria disse que sua casa, que ainda apresenta nas paredes externas a necessidade da finalização da construção, é tudo o que ela e sua família têm.
- Viemos tentar a vida nesta cidade e, desde então, eu e meu marido trabalhamos muito para conseguir isso aqui, disse ela, apontando para sua casa.
Colostomia é confundida com porte de arma
O inquilino de Dona Maria, Mariano Gomes Leal, 52, auxiliar de laboratório afastado por motivo de saúde e portador de colostomia, contou, que no dia da fatídica visita do oficial ao local, teve armas apontadas para ele.
- Os policiais apontaram armas para mim, pensando que eu estivesse armado, mas era a minha colostomia e eu tive que mostrar para eles. O Sr. Gregório por sua vez não permitia que ninguém falasse; apenas ele podia se pronunciar. E também não queria nos mostrar o documento que trazia em mãos, motivo de todo o alarde, contou leal.
Mariano chegou a receber voz de prisão do oficial Gregório em mais um gesto de abuso de poder deste, mas insistiu em dialogar. Indignado com o fato, ele disse sentir-se abandonado enquanto cidadão e intimidado diante da justiça.
- Somos cidadãos e trabalhadores, pagamos nossos impostos em dia e merecemos, no mínimo, o respeito das autoridades que governam este país, bradou.
18-07-2007 00:00:00
saiba mais14-07-2007 00:00:00
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saiba mais14-07-2007 00:00:00
saiba mais14-07-2007 00:00:00
saiba maisNa inauguração, que reuniu milhares de pessoas, o governador destacou a iniciativa da administração pública em realizar uma obra de saneamento do porte, feito em Rio das Ostras.
- O prefeito Carlos Augusto mostra o seu compromisso verdadeiro e honesto com a população ao construir uma obra moderna e de qualidade, colocando o Município, como exemplo de administração pública para todo o País - destacou o governador, afirmando que sistema de esgotamento sanitário será o diferencial que colocará Rio das Ostras entre as cidades com melhor qualidade de vida do Brasil.
- Carlos Augusto está de parabéns - elogiou o governador.
O presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Jorge Picciani, também presente no evento, ressaltou a coragem do prefeito Carlos Augusto em investir mais de R$ 160 milhões em obras de saneamento.
- Geralmente obras que ficam embaixo da terra não são priorizadas pela maioria dos políticos, visto que são facilmente esquecidas pela população - comentou.
Em matéria passada, o PH ressaltou opinião de técnico da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado, que estiveram na Cidade para conhecer o sistema, tendo na época afirmado que a experiência de Rio das Ostras deveria ser um exemplo a seguir em todo o Estado
Modernidade
com eficiência
A nova unidade faz parte do Sistema de Esgotamento Sanitário, um dos projetos mais modernos e eficientes do País, que também engloba uma rede coletora com 108 quilômetros de extensão, estações elevatórias, além dos emissários terrestre e submarino. A estrutura vai tratar cerca de 500 litros de esgoto por segundo, oferecendo mais qualidade em saúde e preservação do meio ambiente.
- Rio das Ostras é o único município no país a fazer o tratamento preliminar do esgoto antes de encaminhá-lo ao mar, via emissário submarino - observou o presidente da Câmara de Municipal de Rio das Ostras, Carlos Afonso.
A estação, situada no Jardim Mariléa, na Rua Duque de Caxias, além de atender o bairro, irá processar o esgoto de milhares de moradores de Costazul, Recreio, Ouro Verde e Loteamento Atlântica. A unidade entra em fase de testes na próxima semana.
Todas as liderança presentes destacaram a modernidade do sistema de saneamento, adotado e implantado na Cidade de Rio das Ostras, incluindo esse investimento entre os investimentos em Meio Ambiente, mas efetivo. (RBF)
13-07-2007 00:00:00
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